Boletimj. Manual de Procedimentos. Imposto de Renda e Legislação Societária. Tributos e Contribuições Federais. Legislação Falimentar.

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1 Boletimj Manual de Procedimentos Imposto de Renda e Legislação Societária Fascículo N o 01/2014 Aviso Importante Este fascículo contém folhas extras do Calendário Mensal de Obrigações e Tabelas Práticas IOB referente ao mês de Janeiro/2014. // Tributos e Contribuições Federais Imposto de Renda Pessoa Física e Fonte Desconto do imposto sobre rendimentos pagos a pessoas físicas no ano-calendário de // Legislação Falimentar Hipóteses de ineficácia ou revogação de atos praticados antes da falência // IOB Setorial Educação Regime de tributação das instituições privadas de ensino superior que aderirem ao Prouni // IOB Comenta IRPJ Indedutibilidade do perdão de dívida na apuração do lucro real // IOB Perguntas e Respostas Administração Tributária NL ou AI - Consulta pelo e-cac Incentivo Fiscal PAT - Atendimento a não empregados IRRF Informações relativas a dependentes de empregados - Responsabilidade do empregador - Inaplicabilidade Tributos e Contribuições Federais Parcelamento ou pagamento à vista pela Lei nº / Adesão pela Internet - Desnecessidade Parcelamento simplificado - Limite de valores Veja nos Próximos Fascículos a CSL - Opção pelo pagamento mensal em 2014 a IRPJ - Opção pelo pagamento mensal em 2014 a IRRF - Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados a Pessoa Jurídica e de Retenção do Imposto de Renda na Fonte

2 2014 by IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Capa: Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Telefone: (11) (São Paulo) (Outras Localidades) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Imposto de renda e legislação societária : IRPF e fonte : desconto do imposto ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, (Coleção manual de procedimentos) ISBN Falência - Leis e legislação - Brasil 2. Imposto de renda - Leis e legislação - Brasil 3. Pessoa jurídica - Brasil 4. SIMPLES - Leis e legislação - Brasil I. Série CDU-34:336.2:347.72(81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Tributação : Empresas : Direito tributário 34:336.2:347.72(81) Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei n o 9.610, de , DOU de ). Impresso no Brasil Printed in Brazil Boletim IOB

3 Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas - Tributário EXTRA Tributário Federal Mantenha esta folha encartada no Calendário Tributário Federal para Janeiro/2014 Indicadores econômicos e fiscais e reajuste de aluguéis I - Indicadores econômicos e fiscais Posteriormente ao envio do Calendário Mensal de Obrigações e Tabelas Práticas - Tributário Federal para Janeiro/2014, foram divulgados os seguintes índices que o complementam: a) TR de dezembro/2013: 0,0494%; b) Selic de novembro/2013: 0,72%; c) TJLP (4º trimestre/2013): 5% a.a.; d) valor que teria o BTN atualizado pela TR (dezembro/2013): R$ 1,5725. Também foram divulgados os índices de inflação do mês de novembro/2013, conforme tabela a seguir. ÍNDICES DE INFLAÇÃO - PRINCIPAIS ÍNDICES ICV (DIEESE) IPC (FIPE) INPC (IBGE) IPCA (IBGE) MÊS/ANO VARIAÇÃO VARIAÇÃO VARIAÇÃO VARIAÇÃO NO MÊS NO ANO NO MÊS NO ANO NO MÊS NO ANO NO MÊS NO ANO % % % % % % % % DEZEMBRO/2012 0,43 6,41 0,78 5,11 0,74 6,20 0,79 5,84 JANEIRO/2013 1,77 1,77 1,15 1,15 0,92 0,92 0,86 0,86 FEVEREIRO/2013 0,12 1,89 0,22 1,37 0,52 1,44 0,60 1,47 MARÇO/2013 0,78 2,69 (-) 0,17 1,20 0,60 2,05 0,47 1,94 ABRIL/2013 0,31 3,01 0,28 1,48 0,59 2,65 0,55 2,50 MAIO/2013 0,61 3,64 0,10 1,58 0,35 3,01 0,37 2,88 JUNHO/2013 0,34 3,99 0,32 1,91 0,28 3,30 0,26 3,15 JULHO/2013 0,09 4,08 (-) 0,13 1,78 (-) 0,13 3,17 0,03 3,18 AGOSTO/2013 0,09 4,17 0,22 2,00 0,16 3,34 0,24 3,43 SETEMBRO/2013 0,24 4,42 0,25 2,26 0,27 3,61 0,35 3,79 OUTUBRO/2013 0,64 5,09 0,48 2,75 0,61 4,24 0,57 4,38 NOVEMBRO/2013 0,45 5,56 0,46 3,22 0,54 4,81 0,54 4,95 Os índices de inflação acumulados podem variar de acordo com a fonte consultada. Nosso critério de arredondamento é o mesmo utilizado na regra aritmética: o resultado final do algarismo igual ou acima de 5 é arredondado para cima. II - Reajuste de aluguéis comerciais e residenciais 1. CLÁUSULA DE REAJUSTE ANUAL Por força das medidas decorrentes do Plano Real, é admitida a estipulação de correção monetária ou de reajuste por índices de preços gerais, setoriais ou que reflitam a variação dos custos de produção ou dos insumos utilizados nos contratos de prazo de duração igual ou superior a 1 ano, como ocorre, por exemplo, nos contratos de aluguéis. Anexo à Edição nº 01/2014 FE I

4 Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas - Tributário Assim, os contratos de aluguéis poderão conter cláusula de reajuste, desde que tenham prazo igual ou superior a 1 ano. Observe-se, sob esse aspecto, que é nula de pleno direito qualquer estipulação de reajuste ou correção monetária de periodicidade inferior a 1 ano. (Lei nº /2001, art. 2º, caput, 1º) 2. Contratos COM estipulação de reajuste pelo (extinto) IPC-r Os contratos de aluguéis firmados a partir do mês de julho/1994 somente poderiam prever cláusula de reajuste (anual) segundo a variação acumulada do IPC-r. Todavia, como o referido índice foi extinto desde 1º , nas obrigações e nos contratos em que haja estipulação de reajuste pelo IPC-r, este deve ser substituído, a partir da citada data, pelo índice previsto contratualmente. Na hipótese de inexistir previsão de índice de preços substitutos e caso não haja acordo entre as partes, deverá ser utilizada a média aritmética simples do INPC e do IGP-DI, a qual pode ser encontrada por meio da seguinte fórmula: Variação mensal = Variação anual do INPC + Variação anual do IGP-DI 2 Com base nessas disposições, a média aritmética simples do INPC e do IGP-DI, acumulados de dezembro/2012 a novembro/2013, é de 5,54%. (Lei nº 9.069/1995, arts. 27 e 28; Lei nº /2001, art. 8º, 1º e 2º; Decreto nº 1.544/1995) II FE Anexo à Edição nº 01/2014

5 Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas - Tributário Federal/Trabalhista e Previdenciário EXTRA AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA JANEIRO/ RETIFICAÇÃO Posteriormente ao envio dos Calendários de Obrigações e Tabelas Práticas - Tributário Federal e Trabalhista e Previdenciário para o mês de Janeiro/2014, foi publicada a Instrução Normativa RFB nº 1.418/2013, com efeitos a partir de janeiro/2014, extinguindo a obrigatoriedade de apresentação da Declaração de Dedução de Parcela da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico Incidente sobre a Importação e a Comercialização de Combustíveis das contribuições para o PIS-Pasep e Cofins (DCide-Combustíveis). Em razão dessa alteração, solicitamos aos Clientes que anotem na pág. 6 da Agenda de Obrigações dos mencionados Calendários a seguinte exclusão, a fim de mantê-los atualizados: EXCLUIR Tributário Federal/trabalhista e previdenciário Mantenha esta folha encartada nos Calendários Tributário Federal/Trabalhista e Previdenciário para Janeiro/ (Sexta-feira) DCide - Combustíveis Entrega da Declaração de Dedução de Parcela da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico Incidente sobre a Importação e a Comercialização de Combustíveis das contribuições para o PIS-Pasep e Cofins (DCide- -Combustíveis) referente à dedução efetuada no mês de janeiro/2014 (art. 2º da Instrução Normativa SRF nº 141/2002). Internet Anexo à Edição nº 01/2014 FE I

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7 Boletimj Manual de Procedimentos a Tributos e Contribuições Federais Imposto de Renda Pessoa Física e Fonte Desconto do imposto sobre rendimentos pagos a pessoas físicas no ano-calendário de 2014 SUMÁRIO 1. Tabela progressiva 2. Rendimentos sujeitos à incidência do imposto pela tabela progressiva 3. Deduções admitidas na base de cálculo 4. Aluguéis de imóveis 5. Remuneração de serviços prestados com veículos 6. Parcela isenta dos proventos de aposentadorias e pensões 7. Adiantamento de rendimentos 8. Ocorrência de mais de um pagamento de rendimentos no mês a um mesmo beneficiário 9. Desconto do imposto sobre férias 10. Rendimentos recebidos acumuladamente 11. Exemplo 12. Pagamento do imposto retido 13. Dispensa de retenção de valor igual ou inferior a R$ 10, Remuneração indireta (fringe benefits) 15. Cálculo do carnê-leão 1. TABELA PROGRESSIVA O cálculo do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre os rendimentos pagos a pessoas físicas durante ao ano-calendário de 2014 deve ser efetuado com base na tabela mensal a seguir reproduzida (Lei nº /2007, art. 1º, inciso VI, alterada pela Lei nº /2011, art. 1º, e Instrução Normativa RFB nº 1.142/2011): Tabela progressiva mensal de janeiro a dezembro de 2014 Base de cálculo R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto R$ Até 1.787, De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08 De 2.679,30 até 3.572, ,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96 Acima de 4.463,81 27,5 826,15 Dedução por dependente: R$ 179,71 O IRRF deve ser pago até o último dia útil do 2º decêndio do mês subsequente ao mês do pagamento dos rendimentos Para calcular o imposto, podem ser efetuadas, no rendimento bruto, as deduções admitidas, determinando-se a base de cálculo, sobre a qual se aplica a alíquota correspondente e, do valor do imposto apurado, subtrai-se a parcela a deduzir constante da tabela. 2. RENDIMENTOS SUJEITOS À INCIDÊNCIA DO IMPOSTO PELA TABELA PROGRESSIVA Sujeitam-se ao desconto do IRRF pela tabela progressiva: a) os rendimentos do trabalho assalariado pagos por pessoas físicas e jurídicas, exceto a participação dos empregados nos lucros ou resultados da empresa (veja ); b) os rendimentos pagos a titular de empresa individual (atual empresário) ou a sócios, dirigentes, administradores e conselheiros de pessoas jurídicas, a título de pró-labore ou de remuneração mensal por prestação de serviços ou pelo exercício da função, inclusive: b.1) gratificação ou participação no resultado; b.2) remuneração indireta (fringe benefits), quando identificados e individualizados os respectivos beneficiários (veja o item 14); b.3) rendimentos pagos ao titular ou aos sócios de microempresas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional, exceto os rendimentos pagos a título de lucros (que não se sujeitam à incidência do imposto); c) os rendimentos do trabalho não assalariado (remuneração pela prestação de serviços, comissões e corretagens, direitos autorais etc.) pagos por pessoas jurídicas, inclusive por Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 IR/LS01-01

8 cooperativas e por pessoas jurídicas de direito público, a pessoas físicas; d) os aluguéis e royalties pagos por pessoas jurídicas a pessoas físicas; e) os benefícios pagos a pessoas físicas pelas entidades de previdência privada, inclusive as importâncias correspondentes ao resgate de contribuições, exceto: e.1) o valor de resgate de contribuições cujo ônus tenha sido da pessoa física, recebido por ocasião de seu desligamento do plano de benefício da entidade, correspondendo às parcelas de contribuições efetuadas no período de 1º a ; e.2) os seguros decorrentes de morte ou invalidez permanente do participante; f) os resgates efetuados pelos quotistas de Fundos de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), instituídos pela Lei nº 9.477/1997; g) os interesses e quaisquer outros rendimentos de partes beneficiárias pagos a pessoas físicas. A remuneração a título de participação dos empregados nos lucros ou resultados da empresa será tributada pelo Imposto de Renda exclusivamente na fonte, em separado dos demais rendimentos recebidos, no ano do recebimento ou crédito,com base em tabela progressiva anual específica, e não integrará a base de cálculo do imposto devido pelo beneficiário na Declaração de Ajuste Anual (Lei nº /2000, art. 3º, 5º, com a redação dada pela Lei nº /2013, art. 1º). 3. DEDUÇÕES ADMITIDAS NA BASE DE CÁLCULO 3.1 Dependentes O valor relativo à dedução por dependente de janeiro a dezembro de 2014 é de R$ 179,71. Assim, conforme o número de dependentes (para o qual não há limitação), os valores a deduzir são (Instrução Normativa RFB nº 1.142/2011): Nº de dependentes Valor da dedução R$ 1 R$ 179,71 2 R$ 359,42 3 R$ 539,13 4 R$ 718,84 5 R$ 898,55 6 R$ 1.078,26 7 R$ 1.257,97 8 R$ 1.437,68 9 R$ 1.617,39 10 R$ 1.797,10 Podem ser considerados dependentes: a) o cônjuge; b) o companheiro ou a companheira, desde que haja vida em comum por mais de 5 anos ou por período menor se da união resultou filho; c) a filha, o filho, a enteada ou o enteado: c.1) até 21 anos; c.2) maior, até 24 anos, se ainda for discente em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de ensino médio; ou c.3) de qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; d) o menor pobre, de até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque e do qual detenha a guarda judicial; e) o irmão, o neto ou o bisneto, sem arrimo dos pais, do qual o contribuinte detenha a guarda judicial: e.1) até 21 anos; e.2) maior, até 24 anos, se ainda for discente em estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de ensino médio; ou e.3) de qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; f) os pais, os avós ou os bisavós, desde que não aufiram rendimentos, tributáveis ou não, superiores ao limite de isenção mensal (R$ 1.787,77); g) o absolutamente incapaz (conforme o Código Civil, art. 3º, o menor de 16 anos; o que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiver o necessário discernimento para a prática de determinados atos ou o que, mesmo por causa transitória, não puder exprimir sua vontade), assim declarado judicialmente, do qual o contribuinte seja tutor ou curador. s (1) Quando ambos os cônjuges perceberem rendimentos tributáveis, os dependentes comuns poderão, opcionalmente, ser considerados dependentes por qualquer dos cônjuges, todavia fica vedada a dedução concomitante de um mesmo dependente na determinação da base de cálculo do imposto devido por ambos. (2) Os filhos de pais separados poderão ser considerados dependentes do cônjuge que ficar com a sua guarda, em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente. (3) Para fins de desconto do imposto na fonte, os beneficiários devem informar à fonte pagadora os dependentes que deverão ser utilizados na determinação da base de cálculo. O documento comprobatório deve ser mantido pela fonte pagadora à disposição da fiscalização, não cabendo ao empregador responsabilidade sobre as informações prestadas pelos empregados. (4) O contribuinte pode incluir o companheiro, abrangendo também as relações homoafetivas, como dependente para efeito de dedução do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, desde que tenha vida em comum por mais de 5 anos, ou por período menor se da união resultou filho (Parecer PGFN/CAT nº 1.503/2010; Perguntas e Respostas IRPF Resposta à Pergunta nº 319). (Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 38) IR/LS Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 - Boletim IOB

9 3.2 Pensão alimentícia Podem ser deduzidas as importâncias pagas pelo contribuinte a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais de acordo homologado judicialmente ou de escritura pública a que se refere o art A da Lei nº 5.869/1973 (Código de Processo Civil), observando-se o seguinte: a) a partir do mês em que se iniciar essa dedução, é vedada a dedução de dependente focalizada no subitem anterior, quando se referirem à mesma pessoa; b) quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto da pensão, a dedução do valor mensal pago a esse título somente poderá ser efetuada se o prestador lhe fornecer o comprovante do pagamento; c) o valor da pensão alimentícia não utilizado como dedução no próprio mês de seu pagamento poderá ser deduzido nos meses subsequentes. As importâncias descontadas em folha, a título de pensão alimentícia, não se sujeitam à incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) quando repassadas aos respectivos beneficiários, devendo estes incluí-las na base de cálculo do recolhimento mensal obrigatório (carnê- -leão). (Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 49) 3.3 Contribuições para a Previdência Social Podem ser deduzidas as contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, cujo ônus tenha sido do contribuinte, desde que destinadas ao seu próprio benefício. (Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 37, I) 3.4 Contribuições para entidades de previdência privada e para o Fapi Na determinação da base de cálculo do imposto incidente na fonte sobre rendimentos do trabalho com vínculo empregatício, bem como sobre rendimentos de administradores, aposentados e pensionistas, podem ser deduzidas também as contribuições para entidades de previdência complementar domiciliadas no Brasil e para o Fapi, cujo ônus tenha sido do contribuinte. Essas contribuições devem ser destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social, cujo titular ou quotista seja trabalhador com vínculo empregatício ou administrador e seja também contribuinte do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto das contribuições para as entidades de previdência privada e para o Fapi, o valor pago a esse título poderá ser considerado para fins de dedução da base de cálculo do Imposto de Renda incidente na fonte desde que haja anuência da empresa e que o beneficiário lhe forneça o original do comprovante de pagamento. As contribuições a entidades de previdência privada são dedutíveis desde que exista identidade entre quem contribui e quem se beneficia, salvo em caso de morte do participante, situação na qual a pensão deve alcançar apenas o cônjuge, o companheiro ou os seus dependentes (Ato Declaratório Normativo Cosit nº 9/1999). (Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 37, II e 2º) 4. ALUGUÉIS DE IMÓVEIS No caso de aluguéis de imóveis, não integram o rendimento tributável: a) o valor de impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento; b) o aluguel pago pela locação de imóvel sublocado, quando for o caso; c) as despesas pagas para cobrança ou recebimento do aluguel; d) as despesas de condomínio. Ressalve-se que esses encargos somente poderão reduzir o valor do aluguel bruto quando o ônus tiver sido exclusivamente do locador. Portanto, quando pagos diretamente pelo locatário a quem de direito (sem passar pelas mãos do locador), não poderão ser deduzidos do valor do aluguel recebido. (Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 12) 5. REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS PRESTADOS COM VEÍCULOS Consideram-se rendimentos tributáveis, no mínimo: a) 10% do rendimento total, quando decorrente de transporte de carga ou proveniente da prestação de serviços com trator, máquina Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 IR/LS01-03

10 de terraplanagem, colheitadeira e assemelhados; b) 60% do rendimento total, quando decorrente do transporte de passageiros. Até , considerava-se rendimento tributável 40% do rendimento total, quando decorrente de transporte de carga ou proveniente da prestação de serviços com trator, máquina de terraplanagem, colheitadeira e assemelhados. (Lei nº 7.713/1988, art. 9º, I e II; Lei nº /2013, arts. 18 e 20) 6. PARCELA ISENTA DOS PROVENTOS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES É de R$ 1.787,77 a parcela correspondente ao limite de isenção no caso de rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, por qualquer pessoa de direito público interno ou por entidade de previdência privada a beneficiários com idade igual ou superior a 65 anos. Essa isenção não prejudica a utilização do limite de isenção da tabela progressiva, que corresponde também ao valor de R$ 1.787,77. Ressalte-se que o benefício focalizado neste item é exclusivo para proventos de aposentadorias e pensões pagos pela Previdência Social ou por entidade de previdência privada. Isso quer dizer que, se o aposentado auferir rendimentos de outra espécie, sujeitos à tabela progressiva, o cálculo do imposto sobre esses outros rendimentos será efetuado utilizando-se exclusivamente o limite de isenção da tabela progressiva, ou seja, aplicando-se simplesmente a tabela sem se considerar a parcela extra de isenção. (Lei nº 9.250/1995, art. 4º, VI; Lei nº /2007, art. 3º; Lei nº /2011, art. 3º) 7. ADIANTAMENTO DE RENDIMENTOS O adiantamento de rendimentos correspondente a determinado mês não está sujeito à retenção do imposto na fonte, desde que os rendimentos sejam integralmente pagos no próprio mês a que se referirem, hipótese em que o cálculo e a retenção do imposto sobre o total dos rendimentos pagos no mesmo mês são efetuados por ocasião do pagamento do saldo, observando-se que: a) se o adiantamento se referir a rendimentos que não sejam integralmente pagos no mês de referência, o imposto deverá ser calculado de imediato sobre esse adiantamento; b) para esse fim, são considerados adiantamentos quaisquer valores fornecidos ao beneficiário, pessoa física, inclusive a título de empréstimo, quando não haja previsão, cumulativa, de cobrança de encargos financeiros, forma e prazo de pagamento; c) essa regra não se aplica ao adiantamento da 1ª parcela do 13º salário cujo imposto, quando devido, somente será descontado por ocasião do pagamento do saldo da gratificação em dezembro ou na rescisão do contrato de trabalho. (RIR/1999, arts. 621 e 638; Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 18) 8. OCORRÊNCIA DE MAIS DE UM PAGAMENTO DE RENDIMENTOS NO MÊS A UM MESMO BENEFICIÁRIO Quando houver mais de um pagamento de rendimentos, a qualquer título, no mês, a um mesmo beneficiário, a fonte pagadora deverá proceder ao desconto do imposto por ocasião de cada pagamento, determinando a base de cálculo a partir do somatório dos rendimentos pagos no mês, a qualquer título, e compensar o imposto retido por ocasião do(s) pagamento(s) feito(s) anteriormente no mês. Em face da existência dessa regra e daquela informada no item 7, para a empresa que, por exemplo, efetua adiantamento de salários no decorrer do mês e paga o saldo no mês seguinte (até o 5º dia útil do mês), ao valor do adiantamento de salários de um mês deve ser somado o saldo de salários do mês anterior. Esse procedimento não se aplica nos casos de: a) adiantamento de rendimentos cujo saldo seja totalmente pago dentro do próprio mês do adiantamento (conforme referido no item anterior); b) rendimentos pagos em decorrência de decisão judicial ou da prestação de serviços no curso do processo judicial. 9. DESCONTO DO IMPOSTO SOBRE FÉRIAS O cálculo do imposto sobre férias é efetuado separadamente do cálculo do imposto sobre os demais rendimentos pagos ao empregado no mês, IR/LS Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 - Boletim IOB

11 computando-se, na sua base de cálculo, o valor da remuneração das férias, acrescido do abono previsto na Constituição Federal/1988, art. 7º, XVII (acréscimo de 1/3 do valor da remuneração de férias). Em decorrência do disposto no art. 19 da Lei nº /2002, com a redação dada pelo art. 21 da Lei nº /2004, não são tributados pelo IRRF, nem na Declaração de Ajuste Anual, os pagamentos efetuados sob as rubricas de férias não gozadas - integrais, proporcionais ou em dobro - convertidas em pecúnia, e de adicional de um terço constitucional quando agregado a pagamento de férias, por ocasião da rescisão do contrato de trabalho, aposentadoria ou exoneração. Pela mesma razão, não são tributados os pagamentos efetuados sob as rubricas de abono pecuniário relativo à conversão de 1/3 do período de férias, de que trata o art. 143 do Decreto-lei nº 5.452/1943 (Consolidação das Leis do Trabalho - CLT), com a redação dada pelo Decreto-lei nº 1.535/1977. Importa lembrar que o pagamento de férias não gozadas pelo servidor público, por necessidade de serviço, não se sujeita à incidência do Imposto de Renda (Súmula nº 125 do Superior Tribunal de Justiça - STJ, PGFN/CRJ nº 921/1999). (RIR/1999, art. 625; Instrução Normativa RFB nº 936/2009, art. 1º) 10. RENDIMENTOS RECEBIDOS ACUMULADAMENTE No caso de rendimentos recebidos acumuladamente, o imposto na fonte incidirá sobre o total dos rendimentos pagos no mês, inclusive sua atualização monetária e juros acrescidos. Nesse caso, para fins de determinação da base de cálculo sujeita à incidência mensal do imposto, além das deduções tratadas no item 3, poderá ser deduzido o valor das despesas com ação judicial necessárias ao recebimento dos rendimentos, inclusive com advogados, se tiverem sido pagas pelo contribuinte, sem indenização. Desde , por força do art. 12-A da Lei nº 7.713/1988, incluído pelo art. 44 da Lei nº /2010 e pela Instrução Normativa RFB nº 1.127/2011, dispõem acerca do tratamento tributário aplicável, no âmbito da legislação do Imposto de Renda, sobre os rendimentos recebidos acumuladamente (RRA), correspondentes a anos-calendário anteriores. Os RRA relativos a anos-calendário anteriores ao do recebimento serão tributados exclusivamente na fonte, no mês do recebimento ou crédito, em separado dos demais rendimentos recebidos no mês, quando decorrentes de: a) aposentadoria, pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagos pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; e b) rendimentos do trabalho. Salienta-se, ainda, que as disposições mencionadas nesta nota aplicam-se, inclusive, aos rendimentos decorrentes de decisões das Justiças do Trabalho, Federal, Estaduais e do Distrito Federal. (RIR/1999, art. 640; Instrução Normativa SRF nº 15/2001, art. 3º) 11. EXEMPLO 11.1 Rendimentos do trabalho autônomo - Mais de um pagamento no mês ao mesmo beneficiário Admita-se que, nos dias 10 e , uma empresa pague a um autônomo, respectivamente, as importâncias de R$ 3.500,00 e R$ 2.500,00, relativas a serviços prestados. Considerando-se que não há nenhuma dedução a efetuar, o desconto do imposto será feito da seguinte forma: a) cálculo do IRRF em : a.1) base de cálculo: R$ 3.500,00; a.2) cálculo do imposto: 15% sobre R$ 3.500,00 R$ 525,00 Parcela a deduzir: (R$ 335,03) Imposto a reter: R$ 189,97 b) cálculo do Imposto de Renda em : b.1) base de cálculo: R$ 3.500,00 + R$ 2.500,00 = R$ 6.000,00 b.2) cálculo do imposto: 27,5% sobre R$ 6.000,00 = R$ 1.650,00 Parcela a deduzir: (R$ 826,15) Imposto devido: R$ 823,85 Imposto retido no dia 12: (R$ 189,97) Imposto a reter: R$ 633, Rendimentos do trabalho assalariado Adiantamento e pagamento do saldo no mesmo mês Considere-se a hipótese de um empregado com salário mensal de R$ 4.000,00, de uma empresa que adote como norma antecipar 40% do salário no dia 15 de cada mês e pagar o saldo no último dia do mês. Se admitirmos que esse empregado não tenha dependentes, no cálculo do Imposto de Renda inci- Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 IR/LS01-05

12 dente na fonte sobre o seu salário relativo ao mês de fevereiro/2014, ocorrerá o seguinte: a) não haverá retenção na fonte sobre o adiantamento no valor de R$ 1.600,00, no dia (veja item 7); b) cálculo do IRRF em : b.1) apuração da base de cálculo: Rendimento bruto mensal: R$ 4.000,00 Contribuição ao INSS (valor hipotético): (R$ 430,78) Base de cálculo: R$ 3.569,22 b.2) cálculo do imposto: 15% sobre R$ 3.569,22 = R$ 535,38 Parcela a deduzir: (R$ 335,03) IRRF: R$ 200, Adiantamento em um mês e pagamento do saldo no mês seguinte Considere-se a hipótese de um funcionário admitido em com o salário mensal de R$ 5.000,00 por uma empresa que adote a prática de antecipar 40% do salário no dia 20 de cada mês e pagar o saldo no dia 5 do mês seguinte. Nesse caso, admitindo-se que esse empregado não tenha dependente, no cálculo do Imposto de Renda incidente na fonte, teremos: a) em (data do adiantamento do salário de fevereiro): Rendimento bruto: 40% de R$ 5.000,00 = R$ 2.000,00 Cálculo do IRRF: 7,5% sobre R$ 2.000,00 = R$ 150,00 Parcela a deduzir: (R$ 134,08) IRRF: R$ 15,92 b) em (data do pagamento do saldo do salário de janeiro): Valor bruto do saldo de salário: R$ 5.000,00 - R$ 2.000,00 = R$ 3.000,00 Contribuição ao INSS (valor hipotético): (R$ 430,78) Base de cálculo do IRRF: R$ 2.569,22 Cálculo do IRRF: 7,5% sobre R$ 2.569,22 = R$ 192,69 Parcela a deduzir: (R$ 134,08) IRRF: R$ 58,61 c) no dia (data do adiantamento do salário de fevereiro): Valor bruto do adiantamento: R$ 2.000,00 Valor bruto do saldo do salário de janeiro, pago em : R$ 3.000,00 Valor bruto do rendimento mensal: R$ 5.000,00 Contribuição ao INSS (valor hipotético): (R$ 430,78) Base de cálculo do IRRF: R$ 4.569,22 Cálculo do IRRF: 27,5% sobre R$ 4.569,22 = R$ 1.256,54 Parcela a deduzir: (R$ 826,15) Imposto devido: R$ 430,39 IRRF retido em , sobre o saldo do salário de fevereiro pago em : (R$ 58,61) IRRF a reter em , sobre o adiantamento do salário de março: R$ 371, PAGAMENTO DO IMPOSTO RETIDO 12.1 Prazo Para os fatos geradores ocorridos desde 1º , o IRRF deve ser pago até o último dia útil do 2º decêndio do mês subsequente ao mês do pagamento dos rendimentos (RIR/1999, art. 865, II; Lei nº /2005, art. 70, I, d, alterada pela Lei nº /2009, art. 5º, e Lei nº /2009, art. 64). s (1) Para os fatos geradores ocorridos até , o IRRF deveria ser pago até o último dia útil do primeiro decêndio do mês subsequente ao mês de ocorrência do fato gerador (RIR/1999, art. 865, II, alterada pela Lei nº /2005, art. 70, I, d ). (2) Nos termos da Solução de Consulta Cosit nº 2/2013, a retenção do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) deverá ser efetuada pela fonte pagadora, matriz ou filial. No caso de pagamento de rendimentos, a mesma pessoa física, no mesmo mês, por matriz e filial ou por mais de uma filial, o IRRF a ser retido deverá ser calculado levando-se em conta o valor total dos rendimentos acumulados, pagos no mês, por todos os estabelecimentos. As filiais deverão adotar mecanismos de controle para efetuarem a retenção do IRRF pelo valor total dos rendimentos efetivamente recebidos pelo empregado no mesmo mês, informando, tempestivamente, à matriz os referidos valores pagos e retidos, para que a matriz proceda ao recolhimento do imposto no prazo legal. Contudo, cabem à matriz o recolhimento do IRRF e a entrega à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) das obrigações acessórias daí decorrentes Códigos do Darf Seguem os principais códigos a serem utilizados no preenchimento do campo 4 do Darf para pagamento do imposto: a) 0561, para o imposto incidente sobre rendimentos do trabalho assalariado, inclusive pró- -labore ou remuneração de titular de empresa individual, sócios e dirigentes de pessoas jurídicas e gratificações e participação de diretores nos lucros; b) 0588, para o imposto incidente sobre rendimentos do trabalho sem vínculo empregatício (autônomos); IR/LS Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 - Boletim IOB

13 c) 3208, para o imposto incidente sobre aluguéis ou royalties pagos por pessoa jurídica a pessoa física Pagamento fora de prazo Se o imposto for pago após o vencimento do prazo informado no subitem 12.1, deverá ser acrescido da multa e dos juros de mora, calculados de acordo com a tabela prática que publicamos mensalmente. 13. dispensa DE RETENÇÃO DE VALOR IGUAL OU INFERIOR A R$ 10,00 É dispensada a retenção de Imposto de Renda na Fonte de valor igual ou inferior a R$ 10,00, incidente sobre rendimentos que devam integrar a base de cálculo do imposto devido na declaração de ajuste anual do beneficiário. Essa regra abrange todos os rendimentos sujeitos ao desconto do imposto pela tabela progressiva, exceto o 13º salário. Em virtude da regra mencionada no item 8, havendo mais de um pagamento no mês ao mesmo beneficiário, o imposto não retido no primeiro pagamento, por não ter superado o limite de R$ 10,00, será retido no segundo pagamento, se a aplicação da tabela sobre a soma dos rendimentos pagos no mês resultar imposto de valor superior a esse limite. De acordo com o art. 29 da Lei nº /2009, que incluiu o art. 68-A ao texto da Lei nº 9.430/1996, o Poder Executivo poderá elevar para até R$ 100,00 os limites e valores de que tratam os arts. 67 e 68 da citada lei, inclusive de forma diferenciada por tributo, regime de tributação ou de incidência, relativos à utilização do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), podendo reduzir ou restabelecer os limites e os valores que vier a fixar. (Lei nº 9.430/1996, art. 67; RIR/1999, art. 724) 14. REMUNERAÇÃO INDIRETA (FRINGE BENEFITS) 14.1 Inclusão na remuneração mensal Integrarão a remuneração mensal dos beneficiários, para efeito de incidência do Imposto de Renda na Fonte, as seguintes vantagens e os benefícios concedidos pela pessoa jurídica: a) a contraprestação de arrendamento mercantil, o aluguel ou, quando for o caso, os respectivos encargos de depreciação: a.1) de veículos utilizados no transporte de administradores, diretores, gerentes e seus assessores ou de terceiros em relação à pessoa jurídica; a.2) de imóvel cedido para uso de qualquer das pessoas referidas na letra a.1 ; b) as despesas, com benefícios e vantagens concedidos pela empresa a administradores, diretores, gerentes e seus assessores, pagas diretamente ou por meio da contratação de terceiros, tais como: b.1) a aquisição de alimentos ou quaisquer outros bens de utilização pelo beneficiário fora do estabelecimento da empresa; b.2) os pagamentos relativos a clubes e assemelhados; b.3) os salários e os respectivos encargos sociais de empregados postos à disposição ou cedidos pela empresa a administradores, diretores, gerentes e seus assessores ou de terceiros; b.4) a conservação, o custeio e a manutenção dos bens referidos nas letras a.1 e a.2. (RIR/1999, art. 358) 14.2 Tributação exclusiva na fonte A falta de identificação dos beneficiários e a consequente não incorporação, à sua remuneração mensal, dos valores relativos a vantagens e benefícios relacionados no subitem 14.1 implicam a tributação desses valores, exclusivamente na fonte, à alíquota de 35%, observando-se que: a) o rendimento será considerado líquido, cabendo o reajustamento do respectivo rendimento bruto sobre o qual recairá o imposto; b) o imposto devido na fonte deverá ser pago no próprio dia em que ocorrer o pagamento dos benefícios ou vantagens indiretos, indicando- -se, no campo 4 do Darf, o código 2063 (Ato Declaratório Cosar nº 20/1995). (RIR/1999, art. 675) 15. CÁLCULO DO CARNÊ-LEÃO A tabela do item 1 aplica-se também ao cálculo do recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão) incidente sobre os rendimentos recebidos por pessoas físicas de outras pessoas físicas ou de fontes do exterior. (RIR/1999, art. 106) N Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 IR/LS01-07

14 a Legislação Falimentar Hipóteses de ineficácia ou revogação de atos praticados antes da falência SUMÁRIO 1. Introdução 2. Atos ineficazes 3. Atos revogáveis 4. Efeitos da ineficácia ou revogação 5. Atos previstos e realizados na recuperação judicial 6. Atos praticados com base em decisão judicial 1. INTRODUÇÃO As hipóteses de ineficácia e de revogação de atos praticados pelo empresário ou pelos sócios ou administradores de sociedade empresária no período pré-falimentar são disciplinadas pela Lei de Falências (Lei nº /2005), arts. 129 a 138. O diploma legal, claramente, faz as seguintes distinções: a) os atos ineficazes são apenas os expressamente listados (item 2 deste texto) e a ineficácia independe do intuito de fraude; b) os atos revogáveis (item 3 deste texto) são quaisquer atos em relação aos quais se demonstre a intenção de prejudicar credores, por conluio fraudulento do devedor com terceiro, e o efetivo prejuízo para a massa falida. 2. ATOS INEFICAZES O art. 129 da vigente lei falimentar declara que são ineficazes em relação à massa falida: a) o pagamento de dívidas não vencidas realizado pelo devedor dentro do termo legal, por qualquer meio extintivo do direito de crédito, ainda que pelo desconto do próprio título; b) o pagamento de dívidas vencidas e exigíveis realizado dentro do termo legal, por qualquer forma que não seja a prevista pelo contrato; c) a constituição de direito real de garantia, inclusive a retenção, dentro do termo legal, tratando-se de dívida contraída anteriormente (se os bens dados em hipoteca forem objeto de outras posteriores, a massa falida receberá a parte que devia caber ao credor da hipoteca revogada); d) a prática de atos a título gratuito, desde 2 anos antes da decretação da falência; e) a renúncia à herança ou a legado, até 2 anos antes da decretação da falência; f) a venda ou transferência de estabelecimento feita sem o consentimento expresso ou o pagamento de todos os credores, a esse tempo existentes, não tendo restado ao devedor bens suficientes para solver o seu passivo, salvo se, no prazo de 30 dias, não houver oposição dos credores, após serem devidamente notificados, judicialmente ou pelo oficial do registro de títulos e documentos; g) os registros de direitos reais e de transferência de propriedade entre vivos, por título oneroso ou gratuito, ou a averbação relativa a imóveis realizados após a decretação da falência, salvo se tiver havido prenotação anterior. Importa salientar que a lei considera ineficazes esses atos: tenha ou não o contratante conhecimento do estado de crise econômico-financeira do devedor (empresário ou sociedade empresária); seja ou não intenção do devedor fraudar credores. A ineficácia poderá ser declarada de ofício pelo juiz, alegada em defesa ou pleiteada mediante ação própria ou incidentalmente no curso do processo. 3. ATOS REVOGÁVEIS Nos termos do art. 130 da Lei de Falências, são revogáveis os atos praticados com a intenção de prejudicar credores, provando-se o conluio fraudulento entre o devedor e o terceiro que com ele contratar e o efetivo prejuízo sofrido pela massa falida. 3.1 Ação revocatória A ação revocatória supramencionada deverá ser proposta pelo administrador judicial, por qualquer credor ou pelo Ministério Público no prazo de 3 anos contado da decretação da falência (art. 132). A ação pode ser promovida (art. 133): a) contra todos os que figuraram no ato ou que, por efeito dele, foram pagos, garantidos ou beneficiados; b) contra os terceiros adquirentes, se tiveram conhecimento, ao se criar o direito, da intenção do devedor de prejudicar os credores; c) contra os herdeiros ou legatários das pessoas indicadas nas letras a e b IR/LS Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 - Boletim IOB

15 s (1) A ação revocatória correrá perante o juízo da falência e obedecerá ao procedimento ordinário previsto no Código de Processo Civil (art. 134). (2) A sentença que julgar procedente a ação revocatória determinará o retorno dos bens à massa falida em espécie, com todos os acessórios, ou o valor de mercado, acrescidos das perdas e danos. Da sentença cabe apelação (art. 135). (3) O juiz poderá, a requerimento do autor da ação revocatória, ordenar, como medida preventiva, na forma da lei processual civil, o sequestro dos bens retirados do patrimônio do devedor que estiverem em poder de terceiros (art. 137). 4. EFEITOS DA INEFICÁCIA OU REVOGAÇÃO Reconhecida a ineficácia ou julgada procedente a ação revocatória, as partes retornarão ao estado anterior, e o contratante de boa-fé terá direito à restituição dos bens ou valores entregues ao devedor, observando-se que (art. 136): a) na hipótese de securitização de créditos do devedor, não será declarada a ineficácia ou revogado o ato de cessão em prejuízo dos direitos dos portadores de valores mobiliários emitidos pelo securitizador; b) é garantido ao terceiro de boa-fé, a qualquer tempo, propor ação por perdas e danos contra o devedor ou seus garantes. a IOB Setorial Educação Regime de tributação das instituições privadas de ensino superior que aderirem ao Prouni 1. Introdução A Lei nº /2005 instituiu, sob a gestão do Ministério da Educação, o Programa Universidade para Todos (Prouni), destinado à concessão de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudo parciais de 50% ou de 25% para estudantes de cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos. O Prouni foi: a) regulamentado pelo Governo federal por meio do Decreto nº 5.493/2005; e b) disciplinado, no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) quanto à isenção do Imposto de Renda, da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins aplicáveis às instituições que aderirem ao Prouni, pela: b.1) Instrução Normativa SRF nº 456/2004, até ; e 5. ATOS PREVISTOS E REALIZADOS NA RECUPERAÇÃO JUDICIAL A lei estabelece expressamente uma ressalva: nenhum dos atos referidos nas letras a a c e f do item 2 supra que tiverem sido previstos e realizados na forma definida no plano de recuperação judicial será declarado ineficaz ou revogado (art. 131). 6. ATOS PRATICADOS COM BASE EM DECISÃO JUDICIAL O art. 138 da vigente Lei de Falências prevê que: a) observada a ressalva feita no item 5 (sobre atos previstos e realizados na recuperação judicial), o ato pode ser declarado ineficaz ou revogado ainda que praticado com base em decisão judicial; b) revogado o ato ou declarada sua ineficácia, ficará rescindida a sentença que o motivou. N b.2) Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, alterada pela Instrução Normativa RFB nº 1.417/2013, a partir de 1º A instituição privada de ensino superior, com fins lucrativos ou sem fins lucrativos não beneficente, que aderir ao Prouni ficará isenta, durante o período de vigência do termo de adesão, da Cofins, da contribuição para o PIS-Pasep, da CSL, e do IRPJ, observando-se que a isenção: a) em relação à CSL e ao IRPJ, resultará em benefício sobre o lucro da instituição de ensino, que deverá apurar o lucro da exploração (veja subtópico 4.3) referente às atividades sobre as quais é aplicada a isenção; e b) em relação à contribuição para o PIS-Pasep e à Cofins, resultará em benefício sobre o valor da receita auferida, ambas decorrentes da realização de atividades de ensino superior, provenientes de cursos de graduação ou cursos sequenciais de formação específica. Discorremos, a seguir, sobre os procedimentos a serem observados pelas referidas instituições para fins de fruição desse benefício, com base nas disposições legais mencionadas anteriormente e em outras fontes citadas no texto. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 IR/LS01-09

16 Foi publicado na 9ª edição deste Manual de Procedimentos, Fascículo nº 51-52/2013, pág. 7, texto sob o título acima, em que discorremos sobre o regime de tributação das instituições privadas de ensino superior que aderirem ao Prouni. No entanto, em face das alterações introduzidas pela Instrução Normativa RFB nº 1.417/2013 na Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, este texto está sendo republicado com as devidas adaptações. 2. Adesão ao programa A adesão da instituição de ensino superior ao Prouni dar-se-á por intermédio de sua mantenedora, e a isenção mencionada na introdução será aplicada pelo prazo de vigência do termo de adesão, devendo a mantenedora comprovar, ao final de cada ano-calendário, a quitação de tributos e contribuições federais administrados pela Secretaria da RFB, sob pena de desvinculação do programa, sem prejuízo para os estudantes beneficiados e sem ônus para o Poder Público. Todavia, a comprovação da quitação dos tributos e das contribuições na forma do art. 60 da Lei nº 9.069/1995, excepcionalmente, pôde ser efetuada até De acordo com o art. 60 da Lei nº 9.069/1995, a concessão ou reconhecimento de qualquer incentivo ou benefício fiscal relativo a tributos e contribuições administrados pela RFB fica condicionada à comprovação pelo contribuinte, pessoa física ou jurídica, da quitação de tributos e contribuições federais. (Lei nº 9.069/1995, art. 60; Lei nº /2005, art. 1º; Lei nº /2012, art. 23) 3. Cálculo da Proporção de Ocupação Efetiva de Bolsas (Poeb) A partir de 1º , a isenção será calculada na proporção da ocupação efetiva das bolsas devidas, sendo consideradas as bolsas integrais, parciais de 50% ou parciais de 25% do Prouni, excluídas as bolsas da própria instituição, referentes aos cursos de graduação ou sequenciais de formação específica, no período de apuração dos tributos. A proporção da ocupação efetiva deve ser calculada a partir da relação entre o valor total, expresso em real, das bolsas efetivamente preenchidas e o valor total, expresso em real, das bolsas devidas, de acordo com o seguinte procedimento: a) valor total das bolsas integrais ou parciais preenchidas - apura-se o somatório dos valores, expressos em reais, das bolsas integrais, parciais de 50% ou parciais de 25% no âmbito do Prouni, excluídas as bolsas da própria instituição, observados os descontos concedidos, cujos estudantes bolsistas encontram-se regularmente matriculados nos cursos de graduação ou sequenciais de formação específica no período de apuração dos tributos; b) valor total das bolsas integrais ou parciais devidas - apura-se o somatório dos valores, expressos em reais, da totalidade de bolsas de estudo integrais, parciais de 50% ou parciais de 25% devidas no âmbito do Prouni, com base no disposto nos arts. 1º a 7º da Lei nº /2005, para estudantes de cursos de graduação e sequenciais de formação específica, excluídas as bolsas da própria instituição, observados os descontos concedidos; c) Poeb - calcula-se conforme a seguinte fórmula: Poeb = 3.1 Periodicidade Valor total das bolsas integrais ou parciais preenchidas (letra a ) Valor total das bolsas integrais ou parciais devidas (letra b ) A Poeb deve ser calculada: a) em março, com base nos dados do 1º semestre do ano-calendário; b) em setembro, com base nos dados do 2º semestre do ano-calendário; c) anual, que será calculada da seguinte forma: Poeb anual = Σ [(Poeb do 1º semestre do ano-calendário) + (Poeb do 2º semestre do ano-calendário)] 2 O estoque de bolsas relativas a anos anteriores será considerado no cálculo da proporção de ocupação efetiva. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, arts. 3º e 4º) 4. Cálculo da isenção do IRPJ e CSL Apurada a Poeb na forma do tópico 3, a pessoa jurídica beneficiária do Prouni deverá, para efeitos do IRPJ e da CSL, calcular o lucro da exploração, na forma do subtópico 4.3, e aplicar as regras conforme o critério de apuração trimestral ou anual. 4.1 Apuração trimestral Para as pessoas jurídicas que apuram os tributos em períodos trimestrais, o IRPJ e a CSL relativos aos: a) 1º e 2º trimestres do ano-calendário devem ser calculados utilizando a Poeb em março, com base nos dados do 1º semestre do ano-calendário; e b) 3º e 4º trimestres do ano-calendário devem ser calculados utilizando a Poeb anual, em setembro, com base nos dados do 2º semestre do ano-calendário IR/LS Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 - Boletim IOB

17 Para o cálculo da isenção relativa ao IRPJ e à CSL, a pessoa jurídica deverá: a) multiplicar a Poeb apurada pelo lucro da exploração das atividades de ensino superior, proveniente de cursos de graduação ou cursos sequenciais de formação específica ao final de cada período de apuração trimestral; e b) multiplicar o resultado obtido pelas alíquotas do IRPJ e da CSL, o qual constitui o valor da isenção do IRPJ e da CSL, respectivamente, que poderá ser deduzido do IRPJ e da CSL devidos em relação à totalidade das atividades da pessoa jurídica. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, arts. 6º e 7º; Instrução Normativa RFB nº 1.417/2013, art. 1º) 4.2 Apuração anual Na hipótese de pessoas jurídicas tributadas no lucro real: a) na apuração anual, a pessoa jurídica deverá apurar o saldo do IRPJ e da CSL em 31 de dezembro utilizando a Poeb anual (subtópico 3.1, letra c ), multiplicado pelo lucro da exploração das atividades de ensino superior, proveniente de cursos de graduação ou cursos sequenciais de formação específica ao final do período de apuração anual; b) com base no balanço de redução ou suspensão, o valor do IRPJ e da CSL mensal deverá ser apurado, utilizando uma das Poeb a seguir multiplicada pelo lucro da exploração das atividades de ensino superior, proveniente de cursos de graduação ou cursos sequenciais de formação específica ao final de cada período de apuração correspondente ao balanço de redução ou suspensão: b.1) a Poeb anual do ano-calendário anterior, para os meses de janeiro e fevereiro; b.2) a Poeb do 1º semestre do ano-calendário corrente, para os meses entre março e agosto; e b.3) a Poeb anual, para os meses de setembro a dezembro; c) multiplicar o resultado obtido na letra a pelas alíquotas do IRPJ e da CSL, cujo valor apurado constitui o valor da isenção do IRPJ e da CSL, que poderá ser deduzido, conforme o caso, do imposto e da contribuição, respectivamente, devidos em relação à totalidade das atividades da pessoa jurídica. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, arts. 8º e 9º; Instrução Normativa RFB nº 1.417/2013, art. 1º) 4.3 Lucro da exploração Considera-se lucro da exploração, para efeitos do Prouni, o lucro líquido do período de apuração, antes de deduzida a provisão para a CSL e a provisão para o IRPJ, ajustado pela exclusão dos seguintes valores: a) da parte das receitas financeiras que exceder às despesas financeiras; b) dos rendimentos e prejuízos das participações societárias; c) dos resultados não operacionais; e d) do valor baixado de reserva de reavaliação, nos casos em que o valor realizado dos bens objeto da reavaliação tenha sido registrado como custo ou despesa operacional e a baixa da reserva tenha sido efetuada em contrapartida à conta de: d.1) receita não operacional; ou d.2) patrimônio líquido, não computada no resultado do mesmo período de apuração. As variações monetárias serão consideradas, para efeito de cálculo do lucro da exploração, como receitas ou despesas financeiras, conforme o caso. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, art. 5º) 5. Cálculo da isenção da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins Para o cálculo da isenção relativa à contribuição para o PIS-Pasep e à Cofins, a pessoa jurídica deverá multiplicar: a) a Poeb apurada em março, com base nos dados do 1º semestre do ano-calendário pela receita auferida nas atividades de ensino superior, proveniente de cursos de graduação ou cursos sequenciais de formação específica, relativa aos meses de março a agosto; e b) a Poeb anual apurada pela receita auferida nas atividades de ensino superior, proveniente de cursos de graduação ou cursos sequenciais de formação específica, relativa aos meses de setembro a fevereiro do ano subsequente. A diferença entre a totalidade das receitas das atividades de ensino superior, provenientes de cursos de graduação ou cursos sequenciais de formação específica, e o resultado da multiplicação referida constitui faturamento da instituição de ensino sujeito à incidência da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep. A mantenedora deverá comprovar, ao final de cada ano-calendário, a quitação de tributos federais administrados pela Secretaria da RFB, sob pena de Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 IR/LS01-11

18 desvinculação do Programa, sem prejuízo para os estudantes beneficiados e sem ônus para o Poder Público. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, arts. 10 e 12) 6. Segregação de receitas, custos e despesas relativos à atividade incentivada Para usufruir da isenção, a instituição de ensino deverá demonstrar em sua contabilidade, com clareza e exatidão, os elementos que compõem receitas, custos, despesas e resultados do período de apuração, referentes às atividades sobre as quais recaia a isenção, segregados das demais atividades. Na hipótese de o sistema de contabilidade adotado pela instituição de ensino não oferecer condições para apuração do lucro líquido e do lucro da exploração por atividade, este poderá ser estabelecido com base na relação entre as receitas líquidas das atividades isentas e a receita líquida total. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, art. 11) 7. Suspensão da isenção Caso a instituição seja desvinculada do Prouni, a suspensão da isenção do IRPJ, da CSL, do PIS- -Pasep e da Cofins será a partir da data da ocorrência da falta que ensejar a suspensão, alcançando todo o período de apuração dos tributos. Quando for constatado que a instituição beneficiária da isenção está descumprindo os requisitos ou as condições pertinentes à matéria ou previstos na legislação tributária, a fiscalização tributária expedirá notificação fiscal, na qual relatará os fatos que determinam a suspensão do benefício, indicando, inclusive, a data da ocorrência da infração, caso em que a instituição poderá, no prazo de 30 dias da ciência da notificação, apresentar as alegações e provas que entender necessárias. Efetivada a suspensão da isenção: a) a instituição poderá, no prazo de 30 dias da ciência, apresentar impugnação ao ato declaratório, a qual será objeto de decisão pela Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento (DRJ); e b) a fiscalização de tributos federais lavrará auto de infração, se for o caso, com a exigência do crédito tributário, desde a data da ocorrência da falta que ensejar a suspensão, da multa de que trata o art. 44 da Lei nº 9.430/1996, e de juros de mora. Ressalta-se que a impugnação relativa à suspensão da isenção obedecerá às demais normas reguladoras do processo administrativo fiscal, observando- -se que a impugnação e o recurso apresentados pela entidade não terão efeito suspensivo em relação ao ato declaratório contestado. Caso seja lavrado auto de infração, as impugnações contra o ato declaratório e contra a exigência de crédito tributário serão reunidas em um único processo para serem decididas simultaneamente. A suspensão da isenção dos tributos na forma mencionada neste subtópico aplica-se, também, à hipótese de desvinculação da entidade de ensino do Prouni determinada pelo Ministério da Educação, em virtude de descumprimento das obrigações assumidas no termo de adesão. s (1) O art. 44 da Lei nº 9.430/1996, com a redação dada pela Lei nº /2007, art. 14, estabelece que, nos casos de lançamento de ofício, serão aplicadas as seguintes multas: a) de 75% sobre a totalidade ou diferença de imposto ou contribuição nos casos de falta de pagamento ou recolhimento, de falta de declaração e nos de declaração inexata; b) de 50% exigida isoladamente, sobre o valor do pagamento mensal na forma do art. 2º desta Lei, que deixar de ser efetuado, ainda que tenha sido apurado prejuízo fiscal ou base de cálculo negativa para a CSL, no ano-calendário correspondente, no caso de pessoa jurídica. (2) O Delegado da Receita Federal do Brasil decidirá sobre a procedência das alegações e, no caso de improcedência, expedirá ato declaratório suspensivo da isenção, do qual dará ciência à instituição, sendo igualmente expedido o ato suspensivo, depois de decorrido o prazo de 30 dias da notificação, sem qualquer manifestação da instituição. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, art. 13) 8. Desvinculação a pedido de instituição privada de ensino Na hipótese de desvinculação do Prouni por solicitação da instituição privada de ensino, a suspensão da isenção do IRPJ, da CSL, da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins será a partir da data da solicitação de desvinculação, alcançando todo o período de apuração dos tributos. O Ministério da Educação encaminhará anualmente à RFB as seguintes informações: a) relação das mantenedoras que tenham emitido termos para participação no processo seletivo do Prouni; b) relação das instituições de ensino superior desvinculadas do Prouni; e c) as Poeb utilizadas pelas instituições nos cálculos, conforme disposto nos tópicos 3 a 5. (Instrução Normativa RFB nº 1.394/2013, arts. 14 e 15) N IR/LS Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 - Boletim IOB

19 a IOB Comenta IRPJ Indedutibilidade do perdão de dívida na apuração do lucro real A legislação do Imposto de Renda exige que todas as despesas sejam devidamente escrituradas; contudo, quanto à sua dedutibilidade, há que se verificar o que dispõe o RIR/1999, art. 299, a seguir transcrito: Art São operacionais as despesas não computadas nos custos, necessárias à atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora (Lei nº 4.506, de 1964, art. 47). 1º São necessárias as despesas pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pela atividade da empresa (Lei nº 4.506, de 1964, art. 47, 1º). 2º As despesas operacionais admitidas são as usuais ou normais no tipo de transações, operações ou atividades da empresa (Lei nº 4.506, de 1964, art. 47, 2º). [...]. Especificamente em relação aos valores tidos como perdão de dívida, é questionável se os mesmos se enquadram no conceito de despesa necessária, tendo em vista que, na maioria das vezes, os respectivos créditos se originam de operações normais da empresa (mais precisamente da venda de bens e serviços). O perdão de dívida é ato de mera liberalidade da empresa. Além disso, a dedução das perdas no recebimento de créditos encontra-se disciplinada pela Lei nº 9.430/1996, cujo caput do art. 9º assim dispõe: Art. 9º As perdas no recebimento de créditos decorrentes das atividades da pessoa jurídica poderão ser deduzidas como despesas, para determinação do lucro real, observado o disposto neste artigo. O referido artigo estabelece normas rígidas de dedução, impondo limites de valor e condições básicas, tais como declaração de insolvência, falta de garantia e prazo de vencimento dos créditos. Por outro lado, se a concessão do perdão da dívida se der em momento posterior à possibilidade de dedução da perda, não há que falar em indedutibilidade, isso porque se estará cumprindo fielmente o que estabelece a legislação. WExemplos D Empresa concede, em fevereiro/2013, perdão de uma dívida contraída em janeiro/2012 e vencida em junho/2012, no valor de R$ 4.000,00. Nesse exemplo, a empresa poderá deduzir normalmente o valor, pois a Lei nº 9.430/1996, art. 9º, 1º, estabelece que poderão ser registrados como perda os créditos sem garantia, de valor até R$ 5.000,00, por operação, vencidos há mais de 6 meses, independentemente de iniciados os procedimentos judiciais para o seu recebimento. -se que, em fevereiro/2013, já terão passado 8 meses do seu vencimento. Cabe registrar que o primeiro Conselho de Contribuintes, em decisão de 1988 (portanto, decisão que antecede a promulgação da Lei nº 9.430/1996), já se pronunciava favorável à indedutibilidade de valores tidos como perdão de dívidas, conforme Acórdão nº /1988. Ressalta-se que, para o beneficiário do perdão, o valor perdoado se caracteriza como receita tributável. Esse valor, por se tratar de uma obrigação, originalmente estará registrado no Passivo (normalmente, no Circulante). Cabe à empresa que recebe o perdão efetuar lançamento de transferência do Passivo para uma conta de resultado que evidencie a receita auferida. N a IOB Perguntas e Respostas Administração tributária NL ou AI - Consulta pelo e-cac 1) É possível consultar a 2ª via de Notificação de Lançamento (NL) ou Auto de Infração (AI) referente às Multas por atraso Entrega da Declaração, Demonstrativo ou Escrituração Digital (MAED) geradas no momento da transmissão pela Internet do documento à Receita Federal do Brasil (RFB) ou lançadas eletronicamente e enviadas ao domicílio eletrônico ou postal do contribuinte? Sim. A partir da publicação do ADE Codac nº 58/2013, foi incluído no Centro Virtual de Atendimento (e-cac) o serviço de consulta da 2ª via de NL ou Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 IR/LS01-13

20 de AI referente às MAED geradas no momento da transmissão pela Internet do documento à Secretaria da RFB ou lançadas eletronicamente e enviadas ao domicílio eletrônico ou postal do contribuinte. O acesso a esse serviço poderá ser realizado mediante a utilização de certificados digitais válidos, emitidos por autoridades certificadoras integrantes da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, ou por código de acesso gerado na página da RFB na Internet. (Ato Declaratório Executivo Codac nº 58/2013) Incentivo fiscal PAT - Atendimento a não empregados 2) Para fins de fruição do incentivo fiscal do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), o empregador pode estender o atendimento a trabalhadores que não sejam seus empregados? Sim. Poderá fazê-lo desde que sejam por ele contratados, ou seja, além dos seus empregados celetistas, o empregador pode atender a outros trabalhadores, tais como: a) trabalhadores avulsos; b) trabalhadores vinculados a empresas de trabalho temporário, cessionárias de mão de obra ou subempreiteiras; c) estagiários e bolsistas; d) aprendizes contratados por intermédio de entidades sem fins lucrativos registradas no Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente. (Lei nº 6.321/1976, art. 2º, caput; Parecer Normativo CST nº 8/1982) IRRF Informações relativas a dependentes de empregados - Responsabilidade do empregador - Inaplicabilidade 3) A empresa tem responsabilidade sobre as informações dadas na relação de dependentes prestadas por seu funcionário para efeitos da retenção do Imposto de Renda? Não caberá ao empregador responsabilidade sobre as informações prestadas pelos empregados, para efeito de desconto do imposto na fonte. A empresa deverá manter, à disposição da fiscalização, documento comprobatório (Declaração de Dependentes) fornecido e assinado pelo empregado. (RIR/1999, art. 642, 1º e 2º) Tributos e contribuições federais Parcelamento ou pagamento à vista pela Lei nº / Adesão pela Internet - Desnecessidade 4) Com relação à reabertura do prazo para parcelamento ou pagamento à vista pela Lei nº /2013, nas condições da Lei nº /2009, o sujeito passivo que deseja efetuar o pagamento à vista deve fazer alguma adesão pela Internet? Não. Nesse caso, o sujeito passivo irá calcular os valores a serem pagos, atualizados até a data do pagamento, com as reduções da lei, e efetuar o pagamento utilizando um Darf para cada débito e cada competência, com os códigos originários do tributo. Há necessidade de adesão somente se o sujeito passivo pretender efetuar o pagamento à vista de débito e a liquidação de multa e juros com créditos decorrentes de Prejuízo Fiscal e de Base de Cálculo Negativa de CSL. (Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 7/2013, arts. 15, 17 e art. 29, parágrafo único) Parcelamento simplificado - Limite de valores 5) Em relação ao parcelamento simplificado, houve alteração do limite dos valores dos débitos que podem ser parcelados? Sim. Conforme a nova redação dada pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 12/2013, poderá ser concedido, de ofício ou a pedido, parcelamento simplificado para o pagamento dos débitos cujo valor seja igual ou inferior a R$ ,00. Anteriormente, o limite era de R$ ,00. Observe-se, ainda, que, de acordo com a nova redação, o somatório do saldo devedor de todos os parcelamentos simplificados em curso, por contribuinte, não poderá exceder o novo valor supracitado. (Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 15/2009, art. 29, com nova redação dada pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 12/2013) IR/LS Manual de Procedimentos - Jan/ Fascículo 01 - Boletim IOB

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