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1 Ubuntu Server Guide Ubuntu Documentation Project

2 Ubuntu Server Guide por Ubuntu Documentation Project Copyright 2004, 2005, 2006 Canonical Ltd. and members of the Ubuntu Documentation Project Resumo Uma introdução à instalação e configuração de aplicações para servidores no Ubuntu. Créditos e Licença Os seguintes autores da Equipe de Documentação do Ubuntu mantêm este documento: Bhuvaneswaran Arumugam O Ubuntu Server Guide é baseado também nas contribuições de: Robert Stoffers Brian Shumate Rocco Stanzione Este documento é feito disponível sob uma estratégia dupla de licença que inclue a Licença Livre de Documentação GNU (GFDL) e a Licença Criativa Comum ShareAlike 2.0 (CC-BY-SA). Você está livre para modificar, ampliar, e melhorar o código de fonte da documentação do Ubuntu sob os termos destas licenças. Todos os trabalhos derivados devem ser liberados sob qualquer uma ou ambos estas licenças. Esta documentação é distribuída na esperança que será útil, mas SEM NENHUMA GARANTIA; sem mesmo a garantia implicada de MERCABILIDADE do ou a APTIDÃO PARA UMA FINALIDADE PARTICULAR COMO DESCRITA NA NEGAÇÃO. As cópias destas licenças estão disponíveis na seção de apêndices deste livro. As versões online podem ser encontradas nos seguintes URLs: GNU Free Documentation License [http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html] Attribution-ShareAlike 2.0 [http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/] Disclaimer Every effort has been made to ensure that the information compiled in this publication is accurate and correct. However, this does not guarantee complete accuracy. Neither Canonical Ltd., the authors, nor translators shall be held liable for possible errors or the consequences thereof. Some of the software and hardware descriptions cited in this publication may be registered trademarks and may thus fall under copyright restrictions and trade protection laws. In no way do the authors make claim to any such names. THIS DOCUMENTATION IS PROVIDED BY THE AUTHORS "AS IS" AND ANY EXPRESS OR IMPLIED WARRANTIES, INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE ARE DISCLAIMED. IN NO EVENT SHALL THE AUTHORS BE LIABLE FOR ANY DIRECT, INDIRECT, INCIDENTAL, SPECIAL, EXEMPLARY, OR CONSEQUENTIAL DAMAGES (INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, PROCUREMENT OF SUBSTITUTE GOODS OR SERVICES; LOSS OF USE, DATA, OR PROFITS; OR BUSINESS INTERRUPTION) HOWEVER CAUSED AND ON ANY THEORY OF LIABILITY, WHETHER IN CONTRACT, STRICT LIABILITY, OR TORT (INCLUDING NEGLIGENCE OR OTHERWISE) ARISING IN ANY WAY OUT OF THE USE OF THIS SOFTWARE, EVEN IF ADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGE.

3 Índice About This Guide... vi 1. Conventions... vii 2. Contributing and Feedback... viii 1. Introdução Instalação Preparando para instalar Instalando pelo CD Gerenciador de Pacotes Introdução Apt-Get Aptitude Configuração Repositórios Extras Rede Configuração de Rede TCP/IP Configuração do Firewall Servidor OpenSSH Servidor FTP Network File System (NFS) Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP) Domain Name Service (DNS) CUPS - Servidor de Impressora HTTPD - Servidor Web Apache PHP5 - Linguagem de Scripts Squid - Sevidor Proxy Version Control System Bancos de Dados Serviços de Sincronização de Horário com NTP Redes Windows Introdução Instalando o SAMBA Configurando o SAMBA A. Creative Commons by Attribution-ShareAlike B. GNU Free Documentation License PREAMBLE APPLICABILITY AND DEFINITIONS VERBATIM COPYING COPYING IN QUANTITY iii

4 Ubuntu Server Guide 5. MODIFICATIONS COMBINING DOCUMENTS COLLECTIONS OF DOCUMENTS AGGREGATION WITH INDEPENDENT WORKS TRANSLATION TERMINATION FUTURE REVISIONS OF THIS LICENSE ADDENDUM: How to use this License for your documents iv

5 Lista de Tabelas 2.1. Requerimentos Mínimos Recomendados Métodos de Acesso v

6 About This Guide vi

7 About This Guide 1. Conventions The following notes will be used throughout the book: A note presents interesting, sometimes technical, pieces of information related to the surrounding discussion. A tip offers advice or an easier way of doing something. A caution alerts the reader to potential problems and helps avoid them. A warning advises the reader of a hazard that may arise in a given scenario. Cross-reference conventions for print will be displayed as follows: Links to other documents or websites will look like this [http://www.ubuntu.com]. PDF, HTML, and XHTML versions of this document will use hyperlinks to handle cross-referencing. Type conventions will be displayed as follows: File names or paths to directories will be shown in monospace. Commands that you type at a Terminal command prompt will be shown as: command to type Options that you click, select, or choose in a user interface will look like this. Menu selections, mouse actions, and keyboard short-cuts: A sequence of menu selections will be displayed as follows: File Open Mouse actions shall assume a right-handed mouse configuration. The terms click and double-click refer to using the left mouse button. The term right-click refers to using the right mouse button. The term middle-click refers to using the middle mouse button, pressing down on the scroll wheel, or pressing both the left and right buttons simultaneously, based on the design of your mouse. Keyboard shortcut combinations will be displayed as follows: Ctrl-N.Where the conventions for Control, Shift, and Alternate keys will be Ctrl, Shift, and Alt, respectively, and shall mean the first key is to be held down while pressing the second key. vii

8 About This Guide 2. Contributing and Feedback This book is developed by the Ubuntu Documentation Team [https://wiki.ubuntu.com/documentationteam]. You can contribute to this document by sending ideas or comments to the Ubuntu Documentation Team mailing list. Information about the team, its mailing lists, projects, etc. can be found on the Ubuntu Documentation Team Website [https://wiki.ubuntu.com/documentationteam]. If you see a problem with this document, or would like to make a suggestion, you can simply file a bug report at the Ubuntu Bugtracker [https://launchpad.net/products/ubuntu-doc/+bugs]. Your help is vital to the success of our documentation! Many thanks, -Your Ubuntu Documentation Team viii

9 Capítulo 1. Introdução Bem-vindo ao Ubuntu Server Guide! O Ubuntu Server Guide contém informações sobre como instalar e configurar várias aplicações em seu sistema Ubuntu para atender as suas necessidades. É um passo-a-passo, orientado às tarefas para configurar e personalizar seu sistema. Este manual discute muitos tópicos intermediários tais como os seguintes: Configuração de Rede Configuração do Apache2 Bancos de Dados Redes Windows Este manual é dividido nas seguintes categorias principais: Instalação Gerenciador de Pacotes Rede Redes Windows Este guia assume que você possua uma compreensão básica de seu sistema Ubuntu. Caso você necessite de ajuda detalhada sobre a instalação do Ubuntu, consulte o Guia de Instalação do Ubuntu. As versões em HTML e PDF deste manual estão disponíveis online no site de Documentação do Ubuntu [http://help.ubuntu.com]. Você pode comprar este guia em formato de livro de nossa loja Lulu [http://www.lulu.com/ubuntu-doc]. Você apenas pagará despesas de impressão e envio. 9

10 Capítulo 2. Instalação Este capítulo fornece uma visão rápida sobre a instalação do Ubuntu 6.10 Server Edition. Para maiores detalhes, por favor veja o Guia de Instalação do Ubuntu. 10

11 Instalação 1. Preparando para instalar Esta seção explica vários aspectos a serem considerados antes de começar a instalação Requisitos de Sistema O Ubuntu 6.10 Server Edition suporta as três maiores arquiteturas: Intel x86, AMD64 e PowerPC. A tabela abaixo lista as especificações de hardware recomendadas. Dependendo das suas necessidades, você pode conseguir com menos do que isso. No entanto, a maioria dos usuários arriscam se frustrar caso ignorem essas sugestões. Tabela 2.1. Requerimentos Mínimos Recomendados Tipo de Instalação RAM Espaço do Disc Servidor 64 megabytes 500 megabytes O perfil padrão para o Ubuntu 6.10 Server Edition é exibido abaixo. Mais uma vez, o tamanho da instalação dependerá em grande parte dos serviços que você instalar durante a configuração. Para a maioria dos administradores, os serviços padrão são apropriados para o uso geral do servidor. Servidor Este é um perfil pequeno de servidor, que fornece uma base comum para todos os tipos de aplicações para servidores. É mínimo e projetado para ter os serviços desejados adicionados no topo, tais como serviços de arquivos/impressão, serviços web, serviços de , etc. Para tais serviços bastaria ao menos 500MB de espaço em disco, mas considere adicionar mais espaço dependendo dos serviços que você gostaria de hospedar em seu servidor. Lembre-se que estes tamanhos não incluem todos os materiais restantes que devem geralmente ser encontrados, tais como arquivos de usuário, , logs, e dados. É melhor ser sempre generoso ao considerar o espaço para os seus próprios arquivos e dados Fazendo Backup Antes de começar, certifique-se de fazer backup de cada arquivo que está agora em seu sistema. Se for a primeira vez que um sistema operacional não-nativo está sendo instalado em seu computador, será bem provável que você necessite reparticionar seu disco para garantir espaço ao Ubuntu. Sempre que você vier a particionar seu disco, esteja preparado para perder tudo nele caso você cometa um erro ou algo ocorra de errado durante o particionamento, tal como a falta de energia para o sistema. Os programas utilizados na instalação são consideravelmente de confiança, e a maioria tem sido utilizada há vários anos, mas eles também executam ações destrutivas, e um erro na sua utilização pode resultar na perda de seus valiosos dados. Se você estiver criando um sistema multi-boot, certifique-se de que você tenha em mãos a mídia de distribuição de todos os outros sistemas operacionais sendo utilizados atualmente. Especialmente se você reparticionar seu drive de boot, você pode vir a descobrir que tem que reinstalar o carregador 11

12 Instalação de boot de seu sistema operacional, ou em muitos casos todo o sistema operacional e todos os arquivos nas partições afetadas. 12

13 Instalação 2. Instalando pelo CD Insira seu CD de instalação no seu drive de CD-ROM e reinicie seu computador. O sistema de instalação é inicializado imediatamente ao ser feito boot pelo CD-ROM. Uma vez inicializado, sua primeira tela aparecerá. Neste momento, leia o texto na tela. Você pode querer ler a tela de ajuda fornecida pelo sistema de instalação. Para fazer isto, pressione F1. Para executar uma instalação padrão de servidor, selecione Instalar no disco rígido e pressione Enter. O processo de instalação será inicializado. Simplesmente siga as instruções apresentadas na tela, e seu sistema Ubuntu será instalado Alternativamente, para instalar um servidor LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP/Perl/Python), selecione Instalar um Servidor LAMP, e siga as instruções. 13

14 Capítulo 3. Gerenciador de Pacotes Uma característica do Ubuntu é um sistema que facilita o gerenciamento de pacotes, sua instalação, atualização, configuração e remoção de software. Além de fornecer acesso a uma base organizada de mais de pacotes de software para seu computador Ubuntu, o Gerenciador de Pacotes também inclue a capacidade de resolução de dependência e procura por atualizações de software. Várias ferramentas estão disponíveis para interagir com o sistema de gerência de pacotes do Ubuntu, de utilitários simples em linha de comando que facilmente pode ser automatizado por administradores de sistema, a uma interface gráfica simples que é fácil de usar por novos usuários Ubuntu. 14

15 Gerenciador de Pacotes 1. Introdução O sistema de gerenciamento de pacotes do Ubuntu é derivado do mesmo sistema usado na distribuição Debian GNU/Linux. Os pacotes contém todos os arquivos necessário, meta-dados, e instruções para implementar funcionalidades particulares ou softwares em seu computador Ubuntu. Os pacotes Debian, tipicamente possuem a extensão ".deb" e como é de se esperar, possuem repositorios que têm coleções de pacotes que podem ser encontrados na forma de midias, tais como CD-ROM ou on-lines. Pacotes são, normalmente, binários pré-compilados; assim a instalação é rápida, sem a necessidade de compilar o software. Grande número de aplicativos (pacotes) requerem uma complexa árvore de dependências. Estas dependências são informações adicionais necessárias para a correta execução de determinado pacote. Por exemplo, o pacote sintetizador de fala Festival depende do pacote festvox-kalpc16k, que supre com uma das vozes utilizada pelo programa. Para que Festival funcione, todas as dependências devem ser instaladas em conjunto com o pacote principal, Festival. O gerenciador de pacotes do Ubuntu o faz automaticamete. 15

16 Gerenciador de Pacotes 2. Apt-Get O comando apt-get é uma poderosa ferramenta de trabalho presente no Ubuntu. Advanced Packaging Tool (APT) ou Avançada Ferramenta de Pacotes, possui funcionalidades tais como instalação de novos pacotes de software, atualização de pacotes existentes, atualização da lista de pacotes e atualização do sistema Ubuntu como um todo. Essencialmente uma ferramenta em linha de comando, apt-get possui numerosas vantagens, para administradores de servidor, sobre outras ferramentas de gerenciamento de pacotes existentes no Ubuntu. Algumas dessas vantagens é a facilidade de uso em um simples terminal de conecção (SSH) e a capacidade de ser usado por scripts de administração de sistema que, por sua vez, podem ser automatizados pela ferramenta de ações agendadas cron. Outros exemplos populares de uso do apt-get: Instalando um Pacote: A instalação de um pacote utilizando a ferramenta apt-get é muito simples. Por exemplo, para instalar o scanner de rede nmap, digite: sudo apt-get install nmap Removendo um Pacote: Para remover um pacote ou pacotes não tem rodeios, o processo é simples. Para remover o pacote nmap instalado no exemplo anterior, digite: sudo apt-get remove nmap Multiplos Pacotes: Para especificar multiplos pacotes a serem instalados ou removidos, separe-os por espaços. Atualizando a Lista de Pacotes: A lista de pacotes do APT é essencialmente um bando de dados com os pacotes disponíveis em repositórios definidos no arquivo /etc/apt/sources.list. Para atualizar a lista local de pacotes com as ultimas alterações feitas no(s) repositorio(s), digite: sudo apt-get update Atualizando Todos os Pacotes do Sistema: Com o tempo, versões atualizadas de pacotes atualmente instalado em seu computador podem tornar-se disponíveis nos repositórios de pacotes (atualizações de segurança, por exemplo). Para atualizar seu sistema, primeiro atualize a base de dados de pacotes e então digite: sudo apt-get upgrade Se um pacote necessitar que seja instalada ou removida uma nova dependência quando realizar a atualização, ele não será atualizado pelo comando upgrade. Para tal ação será necessário o uso do comando dist-upgrade. Also, you may upgrade your entire Ubuntu system from one revision to another with dist-upgrade. For example, to upgrade from Ubuntu version 5.10 to version 6.10, you would first ensure 16

17 Gerenciador de Pacotes the version 6.10 repositories replace the existing 5.10 repositories in your computer's /etc/apt/sources.list, then simply issue the apt-get update command as detailed above, and finally, perform the actual upgrade by typing: sudo apt-get dist-upgrade Após passado um tempo considerável, seu computador estará atualizado para a nova revisão. Tipicamente, alguns passos de pós-melhora são exigidos como detalhado nas notas para atualização de revisões. As ações do comando apt-get, tais como isntalação e remoção de pacotes, são registradas no arquivo de log /var/log/dpkg.log. Para mais informações sobre o uso do APT, leia o detalhado Manual APT do Usuário Debian [http://www.debian.org/doc/user-manuals#apt-howto] ou digite: apt-get help 17

18 Gerenciador de Pacotes 3. Aptitude Aptitude é uma interface a base de texto controlada por menus, do sistema Advanced Packaging Tool (APT). Muitas funções comuns de um gerenciador de pacotes, tais como instalação, remoção e atualização são executadas pelo Aptitude por simples comandos, os quais são tipicamente grafados em letras minúsculas. Aptitude é a melhor suíte para uso em ambiente não gráfico ou modo-texto, assegurando o funcionamento adequado das teclas de comando. Caso queira utilizar o Aptitude a partir de seu usuário padrão, faça uso do seguinte comando: sudo aptitude Quando o Aptitude iniciar, você poderá ver um menu no topo da janela e dois paineis abaixo do menu. O painel de cima contém as categorias dos pacotes, tais como Novos Pacotes e Pacotes Não Instalados. No painel inferior aparecerá informações relacionadas a categoria selecionada ou pacote selecionado no painel acima. Usando o Aptitude para gerenciar pacotes é relativamente rápido e sua interface torna tarefas comuns algo simples. O seguir, são exemplos de funções populares no gerenciamento de pacotes realizadas pelo Aptitude: Instalando Pacotes: Para instalar um pacote, localize o pacote em Pacotes Não Instalados, por exemplo, use as teclas setas e pressione ENTER, selecione o pacote que deseja instalar. Após selecionar o pacote que deseja instalar, pressione a tecla +, assim o pacote ficará verde, isto indica que foi marcado para instalação. Agora pressione g e uma lista das ações lhe será apresentada. Pressione g novamente e você será solicitado a torna-se "root" para que o processo tenha continuidade. Pressione ENTER e forneça a senha de "root" solicitada no prompt Password:. Finalmente, pressione g mais uma vez para que o processo de baixar pacote tenha início. Pressione ENTER para a opção Continue e o processo de baixar e instalar do pacote terá início. Removendo Pacotes: Para remover um pacote, localize-o em Pacotes Instalados, utilizando as setas do teclado e pressione ENTER e selecione o pacote que deseja remover. Após seleciona-lo, pressione - e o pacote mudará para a cor rosa, indicando assim que foi marcado para remoção. Agora pressione g e uma lista das ações lhe será apresentada. Pressione g novamente e você será solicitado a torna-se "root" para que o processo tenha continuidade. Pressione ENTER e forneça a senha de "root" solicitada no prompt Password:. Finalmente, pressione g mais uma vez para que o processo de remoção do pacote tenha início. Pressione ENTER para a opção Continue e o processo de remoção do pacote terá início. Atualizando Lista de Pacotes: Para atualizar a base de dados de pacotes, pressione u e, logo em seguida, lhe será solicitado privilégios de "root". Pressione ENTER e forneça a senha de "root" no pronpt Password:. Pressione ENTER e o processo de baixar as atulizações e renovação da base de dados terá início. Atualizando Pacotes: Para atualizar pacotes, atualize primeiro a lista de pacotes como descrito anteriormente e pressione a tecla U (shift + u) e todos os pacotes passíveis de atualização serão 18

19 Gerenciador de Pacotes selecionados. Agora pressione g e lhe será apresentado um resumo das ações exigidas para o pacote. Pressione g novamente e você será solicitado a torna-se "root" para que o processo tenha continuidade. Pressione ENTER e forneça a senha de "root" solicitada no prompt Password:. Finalmente, pressione g mais uma vez para que o processo de baixar os pacotes tenha início. Pressione ENTER para a opção Continue e o processo de atualização dos pacotes terá início. A primeira coluna de informação exibida na lista de pacote no painel superior, quando realmente vendo os pacotes, lista o estado atual do pacote, e usa a seguinte tecla para descrever o estado do pacote: i: Pacote instalado. c: Pacote não instalado, mas o pacotem possui configurações residuais no sistema p: Remover do sistema v: Pacote Virtual B: Pacote quebrado u: Arquivos desempacotados, mas o pacote não foi configurado C: Parcialmente configurado - Configuração fracassou e exige reparo H: Parcialmente instalado - A remoção fracassou e exige reparo Para sair do Aptitude, basta pressionar a tecla q e confirmar que deseja sair. Outras opções estão disponíveis no menu pressionando a tecla F10. 19

20 Gerenciador de Pacotes 4. Configuração A configuração dos repositórios do sistema Advanced Packaging Tool (APT) está localizada no arquivo de configuração /etc/apt/sources.list. Um exemplo deste arquivo está referido aqui, junto com informação sobre como adicionar ou retirar referências de repositório do arquivo. Aqui [../sample/sources.list] há um exemplo de um típico arquivo /etc/apt/sources.list. Você pode editar o arquivo e habilitar repositórios ou desabilitar. Por exemplo, para desativar a opção de inserir o Ubuntu CD-ROM toda vez que for instalar um pacote, basta comentar a linha que descreve a mídia CD-ROM com um cifrão (#) no início da linha, como se segue: # por favor, não requisitar pelo CD-ROM # deb cdrom:[ubuntu 6.06 _Dapper Drake_ - Release i386 ( )]/ dapper main restricted 20

21 Gerenciador de Pacotes 5. Repositórios Extras Além dos repositórios de pacotes oficialmente apoiados e disponibilizados para Ubuntu, ainda existem repositórios mantidos pela comunidade que adicionam milhares de pacotes extras, mas potenciais a instalação. Dois destes repositórios são bem populares, o Universe (mantidos pela comunidade) e o Multiverse (não-livre). Estes repositórios não são oficialmente suportados por Ubuntu, por isso não são habilitados por padrão, mas eles geralmente fornecem pacotes que são seguros para uso em seu computador Ubuntu. Os pacotes no repositório Multiverse freqüentemente possuem licenças que os previnem quanto a distribuição em sistemas operacionais livres, podendo ser ilegais em seu localidade. Esteja ciente que nem o repositório Universe ou o Multiverse contém pacotes oficialmente suportados. Em particular, talvez não seja seguro atualizar para estes pacotes Várias fontes de pacotes estão disponíveis, às vezes, oferecendo apenas um pacote, como no caso de fontes de pacotes fornecido pelo mantenedor de uma única aplicação. Você deve ser sempre cuidadoso e cauteloso quando usar fontes não padrão de pacotes. Pesquise a fonte e pacotes cuidadosamente antes de executar qualquer instalação, como algumas fontes de pacotes e seus respectivos pacotes podem deixar seu sistema instável ou mesmo inabilitálo de fazer alguma operação. Para habilitar os repositórios Universe e Multiverse, edite o arquivo /etc/apt/sources.list descomentando (removendo o símbolo de sustenido #) das seguintes linhas: # Quero os repositórios Multiverse e Universe disponíveis deb dapper universe multiverse deb-src dapper universe multiverse 5.1. Referências Como Adicionar Repositórios (Ubuntu Wiki) [https://wiki.ubuntu.com/addingrepositorieshowto] 21

22 Capítulo 4. Rede As redes consistem em dois ou mais dispositivos, tal como sistemas de computador, impressoras e equipamentos relacionados que são ligados por qualquer meio físico, como equipamentos de rede via sinal de rádio (wireless), com o propósito de compartilhar informações e ou distribuir informações entre os dispositivos conectados. Esta seção do Guia para Servidores Ubuntu fornece informação gerais e específicas sobre redes, incluindo uma vista geral de conceitos de rede e detalhes sobre protocolos populares de rede e aplicações de servidor. 22

23 1. Configuração de Rede O Ubuntu distribui um número de utilidades gráficas para configurar seus equipamentos de rede. Este documento tem como foco administradores de servidores e focalizará em como administrar sua rede usando a linha de comando Ethernet A maior parte da configuração de rede está centralizada em um único arquivo, /etc/network/interfaces. Se você não possui dispositívos de rede, somente a interface loopback aparecerá neste arquivo, e será parecido com isto: # This file describes the network interfaces available on your system # and how to activate them. For more information, see interfaces(5). # The loopback network interface auto lo iface lo inet loopback address netmask Se você tiver apenas um dispositivo de rede, eth0, e este estiver obtendo a configuração via servidor DHCP, ele pode ser carregado automaticamente durante o boot, para isso, bastam apenas duas linhas adicionais: auto eth0 iface eth0 inet dhcp A primeira linha especifica que o dispositivo eth0 deve ser habilitado automaticamente durante o boot. A segunda linha diz que a interface ( iface ) eth0 deve ter um espaço IPv4 (subistitua inet por inet6 para dispositivos IPv6) e isto deverá obter automaticamente a configuração via DHCP. Assumindo que sua rede e servido DHCP já esteja devidamente configurado, esta máquina não precisará de nenhuma configuração adicional para funcionar corretamente. O servidor DHCP irá prover o gateway padrão (implementado através do comando route), os endereços de IP (implementados com o comando ifconfig), e os servidores DNS usados na rede (implementados no arquivo /etc/resolv.conf.) Para configurar sua interface de rede ethernet com um IP estático e uma configuração personalizada, será necessário algumas informações. Suponhamos que você queira definir o IP para a interface eth1, com a máscara de rede típica Seu gateway (rota de saída) padrão é Vocé deverá inserir algo como isto no arquivo /etc/network/interfaces: iface eth1 inet static address netmask gateway Neste caso, voê precisará especificar o endereço dos servidores de DNS manualmente no arquivo /etc/resolv.conf, que deverá parecer com algo do tipo: 23

24 search mydomain.com nameserver nameserver A diretiva search vai anexar mydomain.com para a procura de hostnames, tentando resolver nomes para sua rede. Por exemplo, se o domínio de sua rede é meudominio.com e você tentar fazer um ping no host meucomputador, a procura pelo DNS será modificada para meucomputador.meudominio.com. A diretiva nameserver especifica os servidores DNS a serem usados para resolver os hostnames para o IP. Se você usa um nameserver (servidor DNS) próprio, insira-o aqui. Senão, pergunte ao seu provedor de internet os servidores DNS primário e secundário, e depois insira-os em /etc/resolv.conf, como mostrado abaixo. Diversas outras configurações são possíveis, incluindo interfaces PPP, rede em IPv6, interfaces VPN, entre outras. Execute o comando man 5 interfaces para mais informações e para as opções suportadas. Lembre-se que /etc/network/interfaces é utilizado pelos scripts ifup/ifdown como um esquema de configuração de mais alto nível, que pode ser utilizado por outras distribuições, e que os utilitários de baixo nível, como ifconfig, route e dhclient continuam disponíveis para configurações ad hoc Administrando entradas DNS Esta seção explica como configurar o servidor de nomes (DNS) para gerar endereços IP a hostnames e vice versa. Não explica como configurar o sistema como um servidor de nome. Para gerenciar entradas de DNS, você pode adicionar, alterar ou remover nomes de DNS do arquivo /etc/resolv.conf. Um arquivo de exemplo [../sample/resolv.conf] pode ser visto abaixo: search com nameserver nameserver nameserver nameserver A chave search especifica a string que deverá aparecer para um hostname imcompleto. Aqui, nos a temos mencionada como com. Então, quando nos executamos: ping ubuntu ela interpretará como ping ubuntu.com. A chave nameserver especifica o endereço IP do servidor de nomes. Ele será usado para resolver os endereços IP ou hostnames. Este arquivo pode possuir multiplas entradas de DNS. Os DNS's serão usados pela rede de mesma classe. Se o DNS estiver obtendo dinâmicamente por DHCP ou PPPoE (obtido do seu provedor), não adicione entrada neste arquivo. Isto será atualizado automaticamente. The changes you do in /etc/resolv.conf will be erased when you reboot your machine. If you want to make this change permanent, you should install resolvconf package and update the DNS information in /etc/resolvconf/resolv.conf.d/base file provided by that package. 24

25 1.3. Gerenciando Hosts Para gerenciar hosts, você pode adicionar, alterar ou remover hosts do arquivo /etc/hosts. O arquivo contêm endereços IP e seus nomes de host correspondentes. Quando seu sistema tenta resolver um nome de host para um endereço IP ou determinar um nome de host para um endereço IP, ele procura para o arquivo /etc/hosts antes de usar os servidores de nome. Se o endereço IP está listado no arquivo /etc/hosts, os servidores de nome não serão utilizados. Este comportamento pode ser alterado, bastando para isso editar o arquivo /etc/nsswitch.conf como quiser. Se sua rede possui computadores cujos endereços IP não estão listadas no DNS, é recomendado que você os adicione ao arquivo /etc/hosts. 25

26 2. TCP/IP O Transmission Control Protocol e o Internet Protocol (TCP/IP) são um conjunto podrão de protocolos desenvolvidos no final dos anos 1970 pela Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) como uma forma de comunicação entre diferente tipos de computadores e redes de computadores. TCP/IP é a força motora da Internet, e é portanto o mais popular conjunto de protocolos da Terra Introdução ao TCP/IP Os dois protocolos componentes do TCP/IP lidam com diferentes aspectos da computação em rede. Internet Protocol, o "IP" do TCP/IP é um protocolo de sem conexão que lida somente com o roteamento de pacotes da rede utilizando o datagrama de IPs como unidade básica das informações de rede. O datagrama do IP consiste de um cabeçaho seguido de uma mensagem. O TCP (Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão) 2.2. Configurando TCP/IP A configuração do protocolo TCP/IP consiste em diversos elementos, que podem ser editados nos arquivos de configuração apropriados, ou optando-se por soluções como o servidor de DHCP (Protocolo de Configuração Dinâmica de Hosts), que por sua vez pode ser configurado para prover as configurações TCP/IP necessárias para cada cliente de rede automaticamente. Esses valores da configuração precisam ser definidos corretamente, de maneira que que facilite o funcionamento em rede do seu sistema Ubuntu. Os elementos básicos de configuração do TCP/IP e seus objetivos são os seguintes: Endereço IP O Endereço de IP é uma string de identificação única, expressa em quatro números decimais, que vão de zero (0) à duzentos e cinquenta e cinco (255), separada por pontos, com cada um dos quatros números representado oito (8) bits do endereço, para um tamanho total de trinta e dois (32) bits para todo o endereço. Este formato é chamado de notação decimal com pontos. Netmask A Máscara de Subrede (ou simplesmente netmask) é uma máscara de bits locais, ou alguns marcadores que separam porções de endereços IPs relacionados à uma rede de uma subrede. Por exemplo, na Classe C, a máscara padrão é , que mascara os primeiros três bytes do endereço IP e permite somente o último byte do endereços disponível para a alocação e especificação de hosts ou subredes. Endereço de Rede O Endereço de rede representa os bytes compreendidos na porção de rede referente a um IP. Por exemplo, o host da rede de Classe A, pode usar como o Endereço de Rede, que usa o doze (12) para representar o primeiro byte de um endereço IP, (a parte de rede) e zeros (0s) em todos os outros três bytes restantes para representar os valores para hosts em potencial. Redes de hosts usando endereços IPs comuns como os privados e não distribuídos, como pode então usar um endereço de rede como , que especifica os três primeiros bytes para a Classe C de rede e zero (0) para todos os outros possíveis hosts da rede. 26

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