INFORMATIVO AÇÕES JUDICIAIS DA UNAFE

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1 INFORMATIVO AÇÕES JUDICIAIS DA UNAFE ATUALIZADO EM 17 DE OUTUBRO DE 2013 ESTE INFORMATIVO TRAZ O RESUMO DAS MEDIDAS JUDICIAIS ADOTADAS PELO ESCRITÓRIO JMEIRA ADVOGADOS EM PROL DA UNAFE E SEUS ASSOCIADOS. QUESTÕES JUDICIAIS NOTA: todos os ASSOCIADOS da UNAFE estão inclusos nas ações propostas, não havendo necessidade de envio de qualquer documento ou autorização na fase de conhecimento das ações abaixo relacionadas. Os documentos/autorização somente serão necessários na fase de execução. Acompanhamento de ações de ex-associações A UNAFE celebrou acordo com a assessoria jurídica da UNAFE para que seja feito o acompanhamento integral das ações judiciais ainda em trâmite, propostas por outras entidades, em que estas figurem como substitutas processuais de associados da UNAFE. Como aditamento do contrato, o escritório cuidará para que o Advogado Público não seja prejudicado em razão de eventual pedido de desfiliação, garantindo assim o seu direito à liberdade de associação, sem qualquer ônus adicional para os associados. Processos em trâmite: AÇÃO ORDINÁRIA - 1/3 DE FÉRIAS - CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS - CONTRIBUIÇÕES - TRIBUTÁRIO PROCESSO Nº ª VARA FEDERAL/BRASÍLIA DF A UNAFE ingressou com ação ordinária pleiteando que a União Federal abstivesse de proceder aos futuros descontos a título de contribuição previdenciária incidente sobre um terço de férias dos associados da impetrante. A sentença julgou improcedente o pedido. A UNAFE interpôs apelação, o qual restou provida pelo TRF1. Interpostos embargos de declaração por ambas as partes, restaram acolhidos os aclaratórios da UNAFE e rejeitados os da Fazenda Nacional. Em 14/12/2010 foi interposto recurso extraordinário pela parte ré. Atualmente os autos encontram-se sobrestados até julgamento de recurso representativo de controvérsia no STF. EXECUÇÃO PROVISÓRIA Nº PROCESSO PRINCIPAL Nº

2 TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. 1ª VARA FEDERAL DA JFDF A UNAFE ingressou com execução provisória, na qualidade de substituto processual, do julgado proferido pelo TRF-1ª Região, nos autos do Processo nº , que acolheu a tese defendida pela associação de que sobre os valores pagos a título de terço constitucional de férias não incide a contribuição previdenciárias. Essa execução provisória foi ajuizada em JUNHO/2011, tendo o magistrado intimado a União para que apresentasse a documentação financeira relativa aos associados, a fim de possibilitar a execução do julgado. Contra essa decisão, a União interpôs recurso de agravo de instrumento (AI nº ) perante o TRF-1 (8ª Turma), cujo pedido de efeito suspensivo fora negado (decisão de outubro de 2012). Os autos do agravo de instrumento estão conclusos ao Relator para relatório e voto. Em outubro de 2012, a União apresentou as fichas financeiras que foram submetidas a empresa especializada contratada pela UNAFE, a HEXAGON. Ao analisar as fichas financeiras encaminhadas em 43 volumes (fevereiro e abril de 2013), constatou-se a sua apresentação incompleta. O relatório elaborado pela empresa HEXAGON detectou os seguintes dados: a) 258 autores - estão com as fichas completas uma vez que ingressaram no serviço público após Estas fichas já foram analisadas e digitadas. b) 120 autores - Não foram encaminhadas fichas financeiras. c) 421 autores - Ingressaram no Serviço Público em outro órgão antes da AGU e faltam alguns períodos de fichas financeiras, conforme relatório. d) 334 autores - As fichas financeiras encaminhadas são referentes aos exercícios de 2007 a 2011/12, porém os períodos anteriores a 2007 referente à AGU, não foram encaminhadas. Diante disso, a UNAFE requereu em maio de 2013 que a União apresentasse as fichas financeiras faltantes, inclusive dos órgãos federais anteriores dos associados que ingressaram na AGU (a partir de janeiro de 2002). O Juiz deferiu o pedido. Os autos já foram para a AGU e, em 06/09/2013, foram para a PFN, retornando em 30/09/2013. A PFN apresentou petição requerendo a concessão de prazo suplementar de 30 dias para colacionar as fichas financeiras solicitadas. Após, será aberto vista dos autos à UNAFE para dar continuidade à execução provisória. AÇÃO ORDINÁRIA - PLANO DE SAÚDE. RESCISÃO IMOTIVADA DO CONTRATO COLETIVO. CONVENENTE DISCORDANTE. DISPONIBILIZAÇÃO DE PLANO NA MODALIDADE INDIVIDUAL OU FAMILIAR, SEM NECESSIDADE DE CARÊNCIA. RESOLUÇÃO Nº 19 DO CONSU PROCESSO Nº A UNAFE ingressou com ação ordinária em face da FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL DOS SERVIDORES DO MF - ASSEFAZ, objetivando a continuidade da prestação dos serviços de assistência a saúde a seus associados. A sentença foi proferida em 12/09/2013, a qual julgou improcedente o pedido. A autora interpôs recurso de apelação em 03/10/2013. Em decisão proferida em 09/10/2013, a apelação foi recebida nos efeitos devolutivo e suspensivo. AÇÃO ORDINÁRIA PROMOÇÕES DE PROCURADORES FEDERAIS - DECRETO Nº /80 E DECRETO Nº /84 PROCESSO Nº ª VARA FEDERAL/BRASÍLIA DF A UNAFE ingressou com ação ordinária pleiteando seja declarado o direito de seus associados

3 Procuradores Federais ao imediato processamento, na via administrativa, da progressão/promoção na Carreira de Procurador Federal, observados os requisitos previstos nos Decretos nº /80 e nº /84, bem como as alterações promovidas pela Lei nº /04. Foi proferida sentença em 18/06/2013, a qual julgou extinto o processo sem resolução de mérito, haja vista que não foi atendido despacho para regularizar a questão referente ao indeferimento do benefício da justiça gratuita. Foi determinado o arquivamento dos autos em 21/06/2013. AÇÃO ORDINÁRIA SISTEMA REMUNERATÓRIO E BENEFÍCIOS - PROCESSO Nº ª VARA FEDERAL DA JFDF A UNAFE ingressou com ação ordinária visando o pagamento de diferenças mensais, referentes à promoção de seus associados, nos períodos de 01/07/2000 a 30/06/2002 e 01/01/2002 a 01/01/2003. A sentença julgou procedente o pedido. Houve apelação da parte ré. O processo foi remetido para o TRF1 em 28/07/2011. Em 08/08/2011 os autos foram conclusos para relatório e voto. Requisitado os autos ao gabinete do desembargador em 21/08/2013, esses retornaram conclusos em 16/10/2013. AÇÃO ORDINÁRIA - GRATIFICAÇÕES DE ATIVIDADE - SISTEMA REMUNERATÓRIO PROCESSO Nº ª VARA FEDERAL DE BRASÍLIA TRF1 A UNAFE ingressou com ação ordinária visando o pagamento das diferenças não pagas da Gratificação de Desempenho da Atividade Jurídica - GDAJ retroativa, corrigidos pelos índices aplicados pela justiça federal aos seus associados, empossados em 2001, 2002, 2003 e A sentença julgou parcialmente procedente o pedido. Foi interposto recurso de apelação pela União Federal. Os autos foram remetidos para o TRF em 08/03/2012 e conclusos para relatório e voto em 07/10/2013. AGRAVO DE INSTRUMENTO REMOÇÃO REGIME ESTATUTÁRIO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. PROCESSO Nº SEGUNDA TURMA TRF1 Cuida-se de agravo de instrumento, interposto em face de decisão que indeferiu o pedido liminar no mandado de segurança impetrado pela UNAFE, o qual objetiva a anulação de ato ilegal praticado pela autoridade coatora, consubstanciado no Edital PGF nº 11, de 03 de agosto de 2012, que se refere ao resultado final do concurso de remoção de Procuradores Federais inaugurado pelo Edital PGF nº 9, de 13 de julho de 2012, em razão da modificação na distribuição das vagas inicialmente oferecidas quando do resultado final e após a divulgação do resultado provisório. O agravo de instrumento foi distribuído em 03/09/2012. Após três conclusões dos autos para relatório e voto, nas datas de 05/04/2013, 16/05/2013 e 12/07/2013, em decorrência da requisição do processo para juntada de petições, os autos encontram-se conclusos para relatório e voto desde o dia 19/09/2013. AGRAVO DE INSTRUMENTO REMOÇÃO REGIME ESTATUTÁRIO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL. PROCESSO Nº Cuida-se de agravo de instrumento, interposto pela UNAFE, em face da decisão da indeferiu o pedido de antecipação dos efeitos da tutela em ação ordinária que visa cessar as remoções dos procuradores federais

4 para o exercício de funções gratificadas fora do respectivo órgão de lotação. Os autos foram distribuídos em 11/07/2012 e encontram-se conclusos para relatório e voto desde 29/08/2013. AÇÃO ORDINÁRIA EQUIPARAÇÃO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO TCU PROCESSO ª VARA FEDERAL/BRASÍLIA DF A UNAFE ingressou com ação que tem como objetivo o reajuste do valor do auxílio alimentação instituído pelo art. 22 da Lei n.º 8.460/92 pago aos seus associados, para que o auxílio seja equivalente ao pago aos servidores do Tribunal de Contas da União, pagando-se ainda as diferenças havidas nos cinco anos anteriores ao ajuizamento. A tutela antecipada requerida foi indeferida. A contestação foi apresentada em 13/08/2013. Os autos foram recebidos em secretaria em 11/10/2013 para ato ordinário. RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº STF Cuida-se de recurso em mandado de segurança, interposto pela UNAFE, contra decisão que negou a ordem em mandado de segurança coletivo. O referido mandamus objetiva seja reconhecido o período de 02 (dois) anos para o estágio probatório, em detrimento do período de 03 (três) anos, reconhecido na decisão que denegou a ordem ao mandado de segurança, fundamentada na EC nº 19/98. Os autos estão conclusos ao Relator desde 09/12/2011. AÇÃO ORDINÁRIA CONFECCIONAR E EXPEDIR AS IDENTIFICAÇÕES FUNCIONAIS DOS PROCURADORES DA FAZENDA NACIONAL EMPOSSADOS EM PROCESSO: ª VARA FEDERAL BRASÍLIA A UNAFE ingressou com ação que tem por objeto o fornecimento de identificação funcional aos Procuradores da Fazenda Nacional aprovados em concurso público realizado em 2007, disciplinado pelo EDITAL ESAF Nº 35, DE 03 DE JULHO DE 2007, que tomaram posse em 21 de junho de 2010, por meio da PORTARIA INTERMINISTERIAL nº 322, de 18 de maio de 2010, pois, até a data de ingresso, os mesmos não receberam da União a identidade funcional, essencial ao exercício do cargo. A liminar foi indeferida em razão da abertura de certame licitatório para a confecção das carteiras funcionais. Intimada as partes para especificar as provas que pretendem produzir, a UNAFE manifestou no sentido de que não há provas a produzir até o presente momento. AÇÃO ORDINÁRIA - PROMOÇÃO - MINISTÉRIO PÚBLICO - ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PROCESSO Nº A UNAFE ingressou com ação ordinária visando o processamento, via administrativa, da progressão/promoção na carreira de Procurador Federal, em 26/06/2013. Foi apresentada contestação em 04/09/2013. A autora manifestou em réplica em 02/10/2013. AÇÃO CIVIL PÚBLICA ASSISTENTE MPF ª VARA FEDERAL BRASÍLIA EXCLUSIVIDADE DAS FUNÇÕES A UNAFE ingressou como assistente em Ação Civil Pública movida pelo MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL em

5 face da UNIÃO, objetivando, em suma, a condenação desta para restringir o exercício das atividades de consultoria e assessoramento jurídico dos órgãos do Poder Executivo aos membros das carreiras da Advocacia-Geral da União, nomeados após aprovação em concurso público de provas e títulos, ressalvados os cargos de livre nomeação expressamente previstos em lei. A liminar foi deferida, porém encontra-se suspensa em virtude de decisão em suspensão de segurança interposta pela União. Em despacho proferido em 27/09/2013, o juiz deferiu o pedido de assistência formulado pela FORUM e pela SINPROFAZ. No mesmo despacho foi indeferido o pedido liminar da UNAFE após o seu ingresso na demanda como assistente, tendo em vista a suspensão da decisão que deferiu o pedido liminar do MPF pelo TRF1. Por fim, o juiz ordenou que os autos fossem conclusos para sentença. AÇÃO ORDINÁRIA N ª VARA FEDERAL DA JFDF DESCUMPRIMENTO DA PORTARIA Nº 720 DE 14/06/2007 NO QUE SE REFERE ÀS REMOÇÕES A PEDIDO A UNAFE propôs ação ordinária que tem como objetivo o reconhecimento da irregularidade praticada pela Procuradoria-Geral Federal, consubstanciada no descumprimento da Portaria nº 720, de 14 de setembro de 2007, no que se refere às remoções a pedido, a critério da Administração, no âmbito da entidade, bem como busca dar efetividade ao disposto no art. 7º da referida Portaria com a implantação do sistema informatizado que possibilitará constituir um cadastro permanente de interessados na remoção a pedido, a critério da Administração. O juiz negou a liminar. Proferida a sentença, essa julgou improcedente o pedido. Foi interposto recurso de apelação e oferecidas contrarrazões pela parte ré. O processo foi remetido ao TRF em 22/11/2012. Em 16/09/2013 foi juntado substabelecimento. Em 30/09/2013 os autos retornaram para o gabinete da Desembargadora, conclusos para relatório e voto. MANDADO DE SEGURANÇA Nº REPROCESSAMENTO DO RESULTADO FINAL DO CONCURSO DE REMOÇÃO, CONSIDERANDO APENAS AS VAGAS PREVISTAS NO EDITAL Nº 9 DE 13 DE JULHO DE A VARA FEDERAL. A UNAFE interpôs o presente writ com o objetivo de anular ato ilegal praticado pela autoridade coatora, consubstanciado no Edital PGF nº 11, de 03 de agosto de 2012, que se refere ao resultado final do concurso de remoção de Procuradores Federais inaugurado pelo Edital PGF nº 9, de 13 de julho de O ato coator de maneira ilegal e arbitrária altera, no curso do referido certame de remoção, as regras estabelecidas no anexo do Edital de abertura PGF nº 9, de 13 de julho de A liminar foi indeferida. A decisão foi objeto de agravo de instrumento, sendo deferida a tutela recursal. Nos autos do mandado de segurança, foi proferida sentença de improcedência do pedido. Transitada em julgado, foi determinado o arquivamento dos autos em 24/06/2013. MANDADO DE INJUNÇÃO N STF - REMUNERAÇÃO A UNAFE impetrou mandado de injunção junto ao Supremo Tribunal Federal, o qual objetiva o reconhecimento da omissão do Presidente da República no que concerne ao encaminhamento de Projeto de Lei ao Congresso Nacional que trate da reestruturação dos subsídios dos membros da Advocacia-Geral da

6 União, em virtude da elevação do teto remuneratório do Chefe da Instituição, o Advogado-Geral da União (art. 3º da LC nº 73/93) que, por ter status de Ministro de Estado, foi alçado, a partir de 2011, ao topo remuneratório, ao lado do Procurador-Geral da República e dos Ministros desse Supremo Tribunal Federal; objetiva-se também com o writ a declaração da omissão do Presidente da República na efetivação do comando constitucional que determina a revisão geral anual dos subsídios, nos termos do art. 37, X, da CF/88. O relator, Ministro Marco Aurélio, despachou pedindo informações à autoridade coatora. Foi dada vista à PGR em 06/02/2012, a qual opinou pela parcial procedência do pedido. Atualmente os autos encontram-se conclusos ao Relator. MANDADO DE INJUNÇÃO N STF DEFICIENTE FÍSICO A UNAFE impetrou mandado de injunção junto ao Supremo Tribunal Federal, o qual tem por objetivo o reconhecimento do estado de mora legislativa (regulamentação do art. 40, 4º, I da CF/88), garantindo aos associados da impetrante, o direito de ter o seu pedido administrativo de aposentadoria especial, em razão de deficiência, concretamente analisado pela autoridade competente à luz da disciplina legal aplicada aos trabalhadores do setor privado. O relator, Ministro Gilmar Mendes, pediu informações, bem como comprovação da recusa da administração. Foi proferida decisão que negou seguimento ao Mandado de Injunção. Contra essa decisão, foi interposto agravo regimental. Os autos encontram-se conclusos ao relator para julgamento do recurso. RECLAMAÇÃO Nº STF - REGIME ESTATUTÁRIO - DIREITO DE GREVE Cuida-se de reclamação, apresentada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil OAB, contra decisão proferida pelo Juízo da 6ª Vara Federal de Brasília nos autos da ação ordinária nº , a qual fora ajuizada pela União Federal, a fim de declarar a ilegalidade da greve dos Advogados Públicos Federais. A UNAFE ingressou na presente reclamação como amicus curiae. Em decisão proferida na data de 26/08/2011, o ministro relator negou seguimento à demanda. Transitada em julgado, foi determinada baixa ao arquivo em 19/09/2011. AÇÃO ORDINÁRIA REMOÇÕES DOS MEMBROS - PROCURADORES FEDERAIS, PARA O EXERCÍCIO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS FORA DO RESPECTIVO ÓRGÃO DE LOTAÇÃO - PROCESSO: A VARA FEDERAL BRASÍLIA. A UNAFE propôs ação ordinária, a qual tem por objetivo a determinação judicial para que a Procuradoria- Geral Federal efetivamente cumpra o estabelecido no art. 7º da Lei , de 24 de dezembro de 2008, no sentido de CESSAR a prática corrente na instituição de remoções de seus membros Procuradores Federais para o exercício de funções gratificadas (FG) fora do respectivo órgão de lotação. A liminar foi indeferida A decisão é objeto de agravo de instrumento. Atualmente os autos encontram-se conclusos para sentença. MANDADO DE INJUNÇÃO N STF APOSENTADORIA ESPECIAL A UNAFE impetrou mandado de injunção junto ao Supremo Tribunal Federal, o qual tem por objetivo o reconhecimento do estado de mora legislativa (regulamentação do art. 40, 4º, da CF/88), garantindo aos

7 associados da impetrante, o direito de ter o seu pedido administrativo de aposentadoria especial concretamente analisado pela autoridade competente à luz da disciplina legal aplicada aos trabalhadores do setor privado. O relator min. Joaquim Barbosa ainda não proferiu despacho nos autos, assim, os autos ainda estão conclusos. A última movimentação pertine a substituição do Relator O atual Relator é o Ministro Roberto Barroso. AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N LEI DA MORDAÇA A UNAFE propôs ADI em face do inciso III do artigo 28 da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993 (Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União) e do inciso III do parágrafo 1º do artigo 38, da Medida Provisória , de 06 de setembro de O relator min. Joaquim Barbosa já solicitou informações. A AGU manifestou no mérito pela improcedência da ação. Os autos encontram-se conclusos ao Relator. AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N DUPLA SUBORDINAÇÃO A UNAFE propôs ADI em face da expressão órgãos administrativamente subordinados aos Ministros de Estado, ao Secretário-Geral e aos demais titulares de Secretarias da Presidência da República e ao Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do artigo 11, caput e da expressão órgão administrativamente subordinado ao titular do Ministério da Fazenda do artigo 12, caput, ambos da Lei Complementar n 73, de 10 de fevereiro de 1993, publicada no DOU de 11/02/1993. O relator, Ministro Celso de Mello, pediu informações. A AGU e PGR manifestaram pela improcedência do pedido. Foi juntado aos autos parecer do eminente doutrinador Celso Antônio Bandeira de Mello pela procedência da pedido. Anauni requereu ingresso como amicus curiae, pela improcedência. Fonacate requereu ingresso como amicus curiae pela procedência. Autos conclusos. Fora proferido despacho admitindo FONACATE e ANAUNI como amicus curiae. A UNAFE protocolou pedido de vista dos autos, o qual fora devidamente concedido pelo relator. Posteriormente o processo voltou concluso para decisão. MANDADO DE SEGURANÇA N STJ HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS A UNAFE interpôs MS com o objetivo do reconhecimento de ato omissivo por parte da autoridade coatora constante na falta da efetiva distribuição da parcela do Encargo Legal de 20%, criado pelo Decreto-Lei 1.025/69 incidente sobre débitos inscritos na Dívida Ativa da União, correspondente à verba honorária, nos termos do art. 3º, caput, e seu parágrafo único da Lei 7.711/88, bem como dos honorários sucumbenciais nas causas em que a Fazenda Pública Federal se sagre vencedora. O relator, Ministro Luiz Fux, negou a liminar. Atualmente os autos estão conclusos para o relator, Ministro Napoleão, com agravo regimental. AÇÃO ORDINÁRIA ANULACAO DA REMOCAO DOS 05 MEMBROS QUE NAO ATENDERAM A REGRA EXPRESSA NO EDITAL AGU Nº 16, DE 15/12/ PROCESSO: ª VARA FEDERAL BRASÍLIA. A UNAFE ingressou com ação que tem por objetivo a anulação e o reconhecimento da irregularidade praticada pela Advocacia-Geral da União com a edição da PORTARIA nº 100, de 7 de março de 2012, pelo Advogado-Geral da União, que violou flagrantemente o EDITAL AGU nº 16, de 15 de dezembro de 2011,

8 que dispõe sobre a remoção de ofício para Brasília dos membros da Carreira de Advogado da União e os integrantes do quadro suplementar a que se refere o art. 46 da Medida Provisória nº , de 6 setembro de 2001, que manifestarem interesse, ou seja, o referido Edital normatiza um mini certame de remoção dos membros da carreira de Advogado da União unicamente para Brasília. A liminar foi indeferida. A União apresentou contestação. Foi proferida sentença, a qual julgou improcedente o pedido. Aguarda-se a publicação da referida sentença. AÇÃO CIVIL PÚBLICA N JUSTIÇA FEDERAL CE UFC A UNAFE ajuizou ACP com o objetivo de anular Edital da Universidade Federal do Ceará que prevê a contratação de serviços de assessoria e consultoria especializada no viés jurídico, notadamente, na área do direito administrativo, concernentes à elaboração de documentos técnicos, para as Comissões de Licitação e Equipe de Pregão do Departamento de Administração e da Coordenadoria de Obras e Projetos da UFC, alocando os contratados em funções exclusivas dos membros da Advocacia Pública Federal. A UFC, após a citação, anulou o referido Edital e informou ao juízo. Autos conclusos. Decisão pelo arquivamento, em razão da perda objeto. AÇÃO ORDINÁRIA n ª VARA FEDERAL DA JFDF INDENIZAÇÃO SAÚDE AGREGADOS OUTROS PLANOS A UNAFE propôs ação ordinária que visa o ressarcimento do auxílio de caráter indenizatório aos membros da AGU concedido aos dependentes que por ventura tenham plano distinto do titular. A liminar foi negada. Houve interposição de Agravo de Instrumento. Autos conclusos. Proferido despacho determinando que as partes especificassem as provas que pretendem produzir. Ordenada vista à UNAFE. Foi proferida sentença, a qual julgou procedente o pedido. A União Federal interpôs recurso de apelação. A UNAFE contrarrazoou. Os autos foram remetidos ao TRF em 17/09/2013. AÇÃO ORDINÁRIA n ª VARA FEDERAL DA JFDF RESSARCIMENTO DO AUXÍLIO DE CARÁTER INDENIZATÓRIO A UNAFE ingressou com ação ordinária visando o ressarcimento do auxílio de caráter indenizatório aos seus associados. Foi proferida sentença em 11/04/2013. A União Federal interpôs recurso de apelação. Os autos foram remetidos para o TRF1 em 17/09/2013, não constando ainda a distribuição naquele Tribunal Federal. AÇÃO CIVIL PÚBLICA n ª VARA FEDERAL DA JFDF 5ª TURMA DO TRF1 A UNAFE ajuizou Ação Civil Pública com a finalidade de suspender o certame referente ao item relacionado à seleção de profissionais para exercer Assessoria e consultoria jurídica conforme previsto no Edital n 1/2008- MIC. Foi prolatada sentença a qual deferiu no Exame do mérito a procedência do pedido. Houve interposição do recurso de Apelação. Processo remetido ao TRF. Processo distribuído por dependência e recebido no gabinete do Desembargador Federal Fagundes de Deus em 08/11/2010. Processo sob

9 responsabilidade do Juiz federal Ricardo Machado Rabelo em 24/01/2012. Os autos encontram-se conclusos para relatório e voto. RESSARCIMENTO/ INDENIZAÇÃO DAS ANUIDADES PAGAS A OAB - AUTOS N ª VARA FEDERAL DA JFDF A ação ordinária proposta pela UNAFE tem como objetivo determinar que a União efetue o ressarcimento/ indenização das anuidades pagas a OAB pelos associados da requerente referente ao ano de Foi distribuída em 02 de fevereiro de Os autos estão em carga com o advogado da autora. Em 01/03/2011 ocorreu à carga dos autos por parte do advogado da autora. Em 12/04/2011 Petição/Ofício/Documento foram recebidos pelo Diretor da secretaria para ato ordinatório. Em 09/05/2011 o mesmo foi concluso para decisão e em 11 de maio de 2011 foram devolvidos com decisão de tutela antecipada indeferida. Em 17/06/2011 ocorreu o prazo para certificado transcurso in albis. Citação Oficial aguardando expedição do mandado em 05/09/2011. Resposta Contestação/Impugnação Apresentada em 25/10/2011. Intimação/Notificação/Vista Ordenada Autor em 10/02/2012. No dia 22/02/2012 recebidos em secretaria com manifestação. Réplica apresentada em 05/03/2012. Vista ordenada à UNAFE em 19/06/2012. Autos conclusos para sentença em 14/09/2012. Sentença proferida em 08/01/2013, a publicar, com exame de mérito, pedido improcedente. Foi interposto recurso de apelação pela UNAFE e apresentada contrarrazões pela parte ré. Os autos foram remetidos ao TRF em 08/05/2013. DIREITO DE GREVE - REGIME ESTATUTÁRIO Autos n ª VARA FEDERAL DA JFDF A ação ordinária proposta pela União em desfavor da União dos Advogados Públicos Federais do Brasil UNAFE em razão da paralisação dos membros da AGU, Procuradores Federais e Defensores Públicos da União, a qual foi deflagrada em 17 de janeiro de Os Autos foram conclusos para sentença. O julgamento foi convertido em diligência com decisão em 15/12/2010, com oficio expedido. Em 26/04/2011 Petição/Ofício/Documento foram recebidos em secretaria. Em 17/05/2011 os mesmos foram recebidos pelo Diretor da secretaria para ato ordinatório. Em 20/06/2011 ocorreu uma carga dos autos efetuada pelo AGU e o mesmo foi recebido em secretaria sem petição no dia 29/06/2011 Em 01/07/2011 o Ministério Público Federal MPF efetuou uma remessa ordenada que fosse recebida pelo Diretor de secretaria para ato ordinatório. O Ministério Público Federal executou uma carga dos autos em 04/07/2011 e o mesmo foi recebido em secretaria no dia seguinte sem petição. Diligencia Cumprida em 30/08/2011. Conclusos para Sentença em 14/10/2011. Devolvidos Julgamento Convertido em Diligencia com Decisão em 19/10/2011. Em 14/11/2010 conclusos para despacho. Em 16/11/2010 Devolvidos para despacho. Em 15/02/2012 Recebidos em secretaria com petição. No dia 28/02/2012 recebidos pelo diretor secretaria para ato ordinário. No dia 28/02/2012 contrarrazões apresentadas. Em 17/12/2012 os autos foram recebidos em secretaria com sentença sem resolução de mérito, tendo em vista a perda do objeto/falta de interesse processual. Assim, em 07/02/2013 o processo foi extinto sem resolução do mérito. PSV/18 PROPOSTA DE SÚMULA VINCULANTE Nº 468/2005

10 A UNAFE protocolou no STF proposta de súmula vinculante PSV, que trata da exclusividade do exercício das funções por advogados públicos. A UNAFE sugeriu a seguinte redação O exercício das funções da Advocacia Pública Federal constitui atividade exclusiva dos seus integrantes efetivos, a teor do artigo 131 da Constituição Federal de O Procurador Geral da República apresentou manifestação pela edição da proposta de Súmula Vinculante. O último andamento foi a juntada da petição da Associação Nacional dos Procuradores Municipais (ANPM), requerendo a correção material referente ao prazo das manifestações e a intimação do Ministério Público, para exame da argumentação de todos os interessados. Autos conclusos a Presidência em 06/11/2009. Em 18/05/2011 a Associação Nacional dos Procuradores de Estado ANAPE formulou uma petição requerendo ingresso como AMICUS CURIAE. Autos conclusos a Presidência em 20/05/2011. No dia 20/05/2011 os autos foram conclusos à presidência. Em 08/08/2011, ref. a Petição nº /2009: "[...] defiro o pedido de correção da inexatidão material, para declarar tempestiva a manifestação da ANPM e indefiro o pedido de intimação do Ministério Público para o quanto requerido. À secretária judiciária, para as providências cabíveis. Publique-se." Em 15/08/2011: Em cumprimento à determinação de 08/08/2011, a certidão de 12/5/2009 (fl. 358) foi retificada para fazer constar que em 18/5/2009 decorreu o prazo para ciência e manifestação de interessados, fixado no edital - publicado no sítio deste Tribunal e no Diário da Justiça Eletrônico de 17/4/2011, nos termos da Resolução nº 388/2008. No dia 19/08/2011: Comunicação; assinada Carta Postal - Intimação Despacho/Decisão Íntegra SEJ. No dia 26/08/2011: Juntada de AR referente à carta de intimação a ASSOCIAÇÃO NACIONAL PROC. DE ESTADO/ANAPE. No dia 29/08/2011: Conclusos à Presidência. Após a juntada de diversas petições o processo continua concluso à Presidência, em 19/12/2012. AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº ª VARA FEDERAL DA JFDF A assessoria jurídica da UNAFE ajuizou uma ação civil pública com o fito de obter a declaração de NULIDADE de itens do edital do concurso lançado pelo Diretor Geral da Escola de Administração Fazendária - ESAF, especialmente em relação aos cargos de atribuições exclusivas da AGU. A AGU efetuou carga dos autos em 22/06/2008. Foi apresentada contestação/impugnação em 25/06/2009. Conclusos para decisão em 25/06/2009. Os autos foram devolvidos com despacho em 25/06/2009. Autos retirados pelo MPF em 15/09/2009 e recebidos em secretaria no dia 17/09/2009. Petição recebida em secretaria no dia 17/09/2009. No dia 13/08/2010 foi devolvido com despacho aos requerentes de fls. 302/51 para se manifestarem em que qualidade processual pugna por interessar nos autos. E Após a União e o Ministério Público Federal para se manifestarem sobre a proposta de conciliação apresentada a fls. 408/13. No dia 02/03/2011 intimação, notificação, vista ordenada AGU. Em 04/03/2011 o AGU efetuou uma carga dos autos e os mesmos foram recebidos em secretaria em 11/03/2011. Em 14/03/2011 Petição/Ofício/Documento foram recebidos em secretaria. O MPF efetuou uma carga dos autos em 17/03/2011 e os mesmos foram recebidos em secretaria no dia 18/03/2011. Em 21/03/2011 Petição/Ofício/Documento foram recebidos em secretaria. Em 15/04/2011 foram devolvidos com despacho. Em 18/04/2011 foi ordenada a expedição da carta precatória / aguardando ato. Em 21/06/2011 a carta precatória foi expedida e aguardando a data de devolução que será em 21/08/2011. Em 24/06/2011 o AGU efetuou a carga dos autos, e os mesmos foram recebidos em secretaria em 14/07/2011.

11 Petição/Ofício/Documento recebido em secretaria no dia 15/07/2011. Em 02/08/2011 carta precatória devolvida pelo deprecado. Em 21/11/2011 os autos foram conclusos para despacho. Em 25/11/2011 devolvidos com despacho. No dia 01/12/2011 intimação/notificação vista ordenada MPF. No dia 06/12/2011 recebida em secretaria com petição. No dia 08/12/2011 conclusos para despacho. No dia 09/12/2011 devolvidos com despacho. No dia 09/12/2011 vista ordenada a AGU. No dia 16/12/2011 a AGU efetuou uma carga e os mesmo foram recebidos em secretaria em 09/01/2012. No dia10/01/2012 documento recebido em secretaria petição/oficio. No dia 10/01/2012 intimação/notificação pela imprensa: ordenada publicação despacho. No dia 07/02/2012 intimação/notificação pela imprensa: publicação remetida imprensa despacho PUBL. 29/02. No dia 29/02/2012 intimação/notificação/ vista ordenada autor. Foi proferida sentença, a qual julgou procedente o pedido. A União Federal interpôs recurso de apelação e a UNAFE apresentou contrarrazões. Atualmente os autos foram remetidos ao TRF 26/07/2013. Salienta que consta na movimentação processual o apensamento de agravo em 11/01/2013. AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº ª VARA FEDERAL DA JFDF A assessoria jurídica da UNAFE ajuizou uma ação civil pública com o fito de obter a declaração de NULIDADE de itens do edital do concurso lançado pela Secretaria Executiva Substituta do Ministério do Meio-Ambiente - MMA, especialmente em relação aos cargos de atribuições exclusivas da AGU. Autos conclusos para Decisão em 22/06/2009. Devolvidos com decisão liminar deferida em 29/06/2009. A AGU efetuou carga dos autos em 10/07/2009 e os devolveu em 14/08/2009. Petição recebida em secretaria no dia 14/08/2009. Decisão publicada em 11/09/2009. Autos retirados pelo advogado do autor em 14/09/2009 e recebidos em secretaria no dia 24/09/2009. Petição recebida em secretaria no dia 25/09/2009. Foi concedida vista ordenada para as partes. Os autos foram conclusos para despacho. Houve suspensão do processo civil ordenada por outros, e encontra-se aguardando julgamento do Agravo. No dia 27/11/2009 citação por oficial mandado devolvido/cumprido mandado juntado. No dia 18/03/2010 suspensão processo cível ordenada: outros (especificar) Ag. Julgamento do agravo. Em 24/12/2012 diligencia ordenada/deferida. No dia 29/02/2012 diligencia cumprida retificação do termo de autuação no mesmo dia o oficio foi expedido GAJUS N 020/2012. Em 02/03/2012 foi ordenada vista à UNAFE. Posteriormente, em 03/04/2012 foi ordenada vista à AGU, que devolveu o processo em 23/07/2012 com petição. Em 24/10/2012 foi determinada a especificação de provas. Em 26/10/2012 foi ordenada vista ao Réu, que devolveu o processo em 05/11/2012 com petição. Proferido despacho determinando que as partes manifestem acerca das provas que pretendem produzir. Houve petição do MPF nesse sentido em 27/09/2013. AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº ª VARA FEDERAL DA JFDF 6ª TURMA DO TRF1 A assessoria jurídica da UNAFE ajuizou uma ação civil pública com o fito de obter a declaração de NULIDADE de itens do editai do concurso lançado pela União Federal, especialmente em relação aos cargos de atribuições exclusivas da AGU. Réplica apresentada em 29/06/2009. Foi proferida sentença em 19/01/2012, a qual julgou parcialmente procedentes os pedidos. A AGU interpôs recurso de Apelação em

12 24/05/2012. Foram apresentadas contrarrazões em 24/08/2012. Em 28/09/2012 o processo foi remetido ao TRF sem baixa. Em 02/10/2012 o processo foi distribuído por dependência ao DESEMBARGADOR FEDERAL CARLOS MOREIRA ALVES. Em 16/08/2013 o processo foi concluso para relatório e voto. AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº ª VARA FEDERAL DA JFDF. A UNAFE ingressou com ação civil pública, visando suspender os contratos temporários firmados entre a União e os bacharéis em direito selecionados no processo seletivo simplificado para preenchimento de vagas no Ministério do Desenvolvimento Social MDS. A ação foi ajuizada em 17/09/2013. A União Federal foi citada em 08/10/2013. REPRESENTAÇÃO MAGISTRADA JEF ALAGOAS - CNJ A UNAFE - União dos Advogados Públicos Federais do Brasil encaminhou ao Conselho Nacional de Justiça uma reclamação disciplinar contra a juíza Cíntia de Menezes Brunetta, magistrada do Juizado Especial Federal de Maceió (AL). O pedido foi formulado em defesa da autonomia dos advogados públicos que atuam junto ao JEF/AL, que estão sofrendo coação por parte da representante do Poder Judiciário para celebrar acordos prejudiciais à previdência social e ao Estado brasileiro. O processo foi arquivado por falta de provas. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A COMISSÃO DE PERMANÊNCIA ª TURMA DO TRF1 A ação ordinária objetiva a cessação da incidência de contribuição previdenciária sobre a comissão de permanência recebida por seus associados (Advogados da União, Procuradores Federais, Procuradores da Fazenda Nacional, Assistentes Jurídicos e Procuradores do Banco Central), com restituição das parcelas anteriormente cobradas. Autos Remetidos ao TRF. Processo recebido no GAB. DESEM. FED. Osmane Antônio dos Santos 8ª Turma em 03/04/2009. Processo remetido ao TRF em 02/04/2008, sem baixa. Distribuição automática, Desembargador Federal Carlos Fernando Matias em 14/04/2008. Redistribuição por transferência realizada no dia 16/03/2010, Desembargador Federal Souza Prudente. Processo recebido no Gabinete do Desembargador Federal Souza Prudente em 05/04/2010. No dia 16/02/2012 Processo sob responsabilidade do juiz federal Ricardo Machado Rabelo. No dia 22/02/2012 processo foi recebido no gabinete do desembargador federal Fagundes de Deus. Processo redistribuído por competência ao DESEMBARGADOR FEDERAL NOVÉLY VILANOVA DA SILVA REIS. Em 31/07/2012 autos conclusos para relatório e voto. Os autos foram recebidos no Gabinete do Desembargador Federal Novély Vilanova em 20/08/2013. DEVOLUÇÃO DO AUXÍLIO PRÉ-ESCOLAR JANEIRO A ABRIL DE ª TURMA DO TRF1 Foi proposta ação ordinária pela UNAFE requerendo a restituição dos valores descontados no período de janeiro a abril de 2007 em virtude da redução da idade limite para pagamento do auxílio pré-escolar. A ação tramita perante a 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do DF e teve o pedido liminar parcialmente

13 acolhido, para determinar a paralisação imediata dos descontos. Despacho publicado pela imprensa em 11/05/2009. Processo retirado pelo advogado do autor em 12/05/2009. Contra razões apresentadas pelo advogado do autor em 29/05/2009. Autos remetidos ao TRF em 12/06/2009. Processo recebido no dia 18/06/2009 no Gabinete da Desembargadora Federal Neuza Maria Alves da Silva. Em 27/06/2011 o processo foi incluído na pauta de julgamento do dia 13/07/2011. O processo foi recebido no dia 29/06/2011 no Gabinete da Desembargadora Federal Neuza Maria Alves da Silva. Em 13/07/2011 a turma, à unanimidade, negou provimento à apelação e deu provimento parcial à Remessa Oficial. O processo foi remetido para a Segunda Turma em 15/07/2011. Em 18/07/2011 o mesmo foi recebido na Segunda Turma com relatório, voto e emenda. No dia 25/07/2011 acordão remetido/ (a ser remetido) para publicação no e-djf1 do dia 04/08/2011. n de folhas do processo: 135.destino :M-8. No dia 04/08/2011 acordão publicado no e-djf1. Em 26/08/2011 processo retirado pela AGU. No dia 29/08/2011 embargos de declaração opostos. No dia 30/08/2011 processo devolvido pela AGU na segunda turma.no dia 15/09/2011 petição juntada embargos de declaração (União Federal).No dia 16/09/2011 O processo foi remetido para o gabinete da desembargadora federal Neuza Maria Alves da Silva o mesmo foi recebido no dia 19/09/2011.No dia 12//12/2011 a turma, à unanimidade, não conheceu dos embargos de declaração e condenou a Embargante ao pagamento da multa prevista no art. 538, parágrafo único do CPC, bem como da indenização do art. 18, 2º do mesmo diploma legal.no dia 19/12/2011 processo recebido na segunda turma com relatório,voto e ementa.no dia 02/02/2012 Acórdão remetido para publicação.no dia 24/02/2012 processo retirado pela AGU. Em 12/03/2012 a AGU interpôs RESP, oportunidade em que o processo foi atribuído para juízo de admissibilidade (art. 118, 2º RITRF) ao vice-presidente. Processo remetido para a COREC. Vista publicada para contrarrazões, em 19/04/2012. Juntada Contrarrazões ao RESP, pela UNAFE, em 08/05/2012. Autos conclusos para despacho/decisão em 11/05/2012. Em 24/08/2012 fora publicada decisão sobrestando o processo. Processo retirado pela AGU em 30/08/ Em 16/11/2012 o processo foi sobrestado, tendo em vista a necessidade de aguardar o julgamento do recurso representativo da controvérsia no STJ. Em 08/02/2013 o paradigma foi analisado pela instância superior. Em 05/08/2013 foi proferida decisão pela vice presidência nos termos da decisão paradigma analisada na instância superior. DEVOLUÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE ª TURMA DO TRF1 Foi proposta ação ordinária com vistas à paralisação dos descontos, e restituição do que já houver sido subtraído, das quantias recebidas por procuradores federais a título de adicional de insalubridade. O pedido liminar foi parcialmente concedido para que cessem os descontos. Os autos estão conclusos ao Relator, Des. José Amílcar, para julgamento do recurso de apelação interposto pela União. Autos remetidos ao TRF em 01/08/2008. Distribuição automática no TRF em 02/10/2008. Processo recebido no Gabinete do Desembargador Federal José Amilcar Machado. Redistribuição realizada em função da mudança de Presidente, Vice- Presidente e Corregedor- Geral em 24/04/2010. Processo recebido no Gabinete do Desembargador Federal Jirair Aram Meguerian em 15/09/2010. Em 12/07/2011 ocorreu à redistribuição por sucessão do processo. Em 15/07/2011 o processo foi recebido no gabinete do Desembargador Federal Néviton Guedes, para relatório e voto. Em 13/08/2013 o processo foi requisitado ao Gabinete do

14 Desembargador para juntada de petição. AMICUS CURIAE ADI N 3786 TERCEIRIZAÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA - STF A UNAFE, em oposição à Resolução n.º 33 do Senado Federal, que permite a governos estaduais e prefeituras a cessão da cobrança da dívida ativa para instituições financeiras, requereu ao Relator sua admissão no feito como amicus curiae. A referida norma é contestada no Supremo Tribunal Federal pela Associação Nacional dos Procuradores de Estado (ANAPE), sob o argumento de que a delegação da cobrança da dívida ativa do setor público ao setor privado contraria a Constituição e outros dispositivos legais. Autos conclusos ao Ministro relator em 04/09/2009. A Associação dos Procuradores de Estado ANAPE- requereu juntada de procuração e a procedência da ação. Autos Conclusos ao Relator em 04/08/2010. Proferido despacho, em 12/08/2011, nos seguintes termos: Ante a relevância da matéria e a representatividade do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, defiro a sua inclusão no processo, na qualidade de amicus curiae". Em 19/04/2012 Ministro relator substituído pelo Ministro Cezar Peluso. Substituição do relator pelo Ministro Teori Zavascki. Autos conclusos ao relator em 30/11/2012. Em 25/09/2013 foi proferida decisão do Ministro Relator admitindo a UNAFE na qualidade de amicus curiae. Em 26/09/2013 os autos foram conclusos ao Relator. PROMOÇÕES/PROGRESSÕES PROCURADORES FEDERAIS PORTARIA N 468/2005 Impetrados Mandados de Segurança individuais em face do ato da Procuradoria-Geral Federal que considera que o estágio probatório está ligado à estabilidade e que a alteração desse prazo implica necessariamente alteração do estágio probatório. As referidas ações estão em trâmite na Justiça Federal e obtiveram liminarmente a pretensão ou pedido de informações para apreciar a liminar. Em um dos processos já há sentença com a segurança concedida. PROMOÇÕES/PROGRESSÕES PROCURADORES FEDERAIS - ESTÁGIO PROBATÓRIO 24 MESES STJ Impetrados Mandados de Segurança individuais em face de ato do AGU que indeferiu o recurso de promoção dos Procuradores Federais, tendo por base o Parecer Normativo AGU AC-17, publicado no DOU de 16/7/2004, que considera que o estágio probatório está ligado à estabilidade, e que a alteração de prazo desta implica necessariamente alteração do estágio probatório. A 3ª Seção do STJ, seguindo o voto do Relator Felix Fischer, decretou decadência, pois consignou que o prazo teve como termo inicial a retirada do procurador da lista de promoções e não do indeferimento do recurso. A questão é objeto de Recurso no STF. A segurança foi concedida em todos os processos e já existe recurso ao STF. PROMOÇÕES/PROGRESSÕES PROCURADORES FEDERAIS EXERCÍCIOS ANTERIORES AUTOS N ª VARA FEDERAL 2ª TURMA DO TRF1 Proposta ação ordinária pela UNAFE pedindo a condenação da União para recebimento de valores devidos em decorrência da promoção dos Procuradores Federais, resultante da Portaria PGF n. 462/2006. Foi proferida sentença, a qual julgou procedente o pedido. Foram interpostos recursos de apelação por ambas

15 as partes. No dia 18/07/2011 a remessa foi ordenada para o TRF. No dia 28/07/2011 remetidos TRF (s/baixa). No dia 05/08/2011 distribuição por dependência ao desembargador federal Francisco de Assis Betti. No dia 08/08/2011 o processo foi recebido no gabinete do desembargador federal Francisco de Assis Betti concluso para relatório e voto. Foi juntada petição de substabelecimento em 09/10/2013 e remetidos os autos novamente ao gabinete do Desembargador em 16/10/2013. AÇÃO ORDINÁRIA. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE - SISTEMA REMUNERATÓRIO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL PROCESSO Nº A UNAFE ingressou com ação ordinária visando o ressarcimento dos valores descontados dos associados, a título de restituição ao erário, referente aos meses em que receberam o adicional de insalubridade. Foi proferida sentença em 15/04/2008, a qual julgou procedente o pedido. Foi interposto recurso de apelação pela parte ré em 24/06/2008. Os autos foram remetidos para o TRF em 01/08/2008. Os autos foram conclusos para relatório e voto em 15/07/2011. Em 13/08/2013 os autos foram requisitados ao Gabinete do Desembargador. AÇÃO ORDINÁRIA EM FACE DA LEI N /2006 VANTAGENS PESSOAIS - AUTOS Nº ª TURMA DO TRF1 Proposta ação ordinária pela UNAFE, abrangendo todos seus filiados, em face da supressão das vantagens pessoais pela Lei n.º /06. Foi proferida sentença com exame de mérito, a qual julgou improcedente o pedido. A apelação interposta está em trâmite no TRF1 com mesma numeração. No dia 16/08/2011 foi feita a distribuição automática para a desembargadora Ângela Catão. No dia 17/08/2011 o processo foi recebido no gabinete da desembargadora Ângela Catão, concluso para relatório e voto. Em 13/08/2013 o processo foi requisitado ao gabinete da Desembargadora. RECEBIMENTO DAS DIFERENÇAS DA GDAJ EMPOSSADOS 2002, 2003 E AUTOS Nº ª VARA FEDERAL DA JFDF 2ª TURMA DO TRF1 Proposta ação ordinária pela UNAFE para recebimento de valores devidos a Advogados da União, Procuradores da Fazenda Nacional, Procuradores Federais e Procuradores do Banco Central, em razão de diferença de GDAJ não paga, em conformidade com as decisões de reconhecimento administrativo do débito proferidas pela AGU. Em 26/04/2011 foi proferida sentença, a qual julgou parcialmente procedente o pedido. No dia 22/06/2011 ocorreu o recurso de apelação interposta pelo réu e no dia 24/06/2011 foram conclusos para despacho juntamente com o recebimento da apelação. Em 28/06/2011 foram devolvidos com despacho. No dia 12/07/2011 foi recebido um recurso para a apresentação de embargos de declaração e no dia 13/07/2011 foram conclusos para sentença. No dia 21/07/2011 devolvidos: julgamento convertido em diligencia. No dia 28/07/2011 recebidos em secretaria com manifestação. No dia 26/08/2011 petição/oficio/documento: recebida (o) em secretaria. No dia 12/09/2011 conclusos para sentença- embargos de declaração. No dia 29/09/2011 devolvidos com sentença: embargos declaração/infringentes acolhidos. No dia 19/01/2012 recebido em secretaria com manifestação. No dia

16 30/01/2012 petição/oficio/documento: recebido em secretaria. Remessa ordenada ao TRF, em 06/03/2012. Em 09/10/2012 o processo foi recebido no gabinete do Juiz convocado Murilo Fernandes. Em 17/09/2013 foi juntado substabelecimento e em 07/10/2013 remetidos os autos novamente ao gabinete do Desembargador. DIREITO A FÉRIAS DE 60 (SESSENTA) DIAS - AUTOS Nº ª TURMA DO TRF1 Proposta ação para o reconhecimento do direito a férias de 60 (sessenta) dias, bem como a condenação ao pagamento em pecúnia dos períodos anteriores ou mesmo o direito de usufruí-las. Assevere-se que eventual decisão favorável se estende aos associados da UNAFE - Advogados da União, Procuradores da Fazenda Nacional, Procuradores Federais e Procuradores do Banco Central. O Processo concluso para sentença em 29/08/2008. O pedido foi indeferido na sentença. Sentença encaminhada para publicação. Foi Apresentado Embargo de Declaração/ Infringentes sobre a omissão da sentença, o qual foi rejeitado em 26/09/2010. Foi interposto recurso de apelação pela UNAFE. Em 07/07/2011 os autos foram remetidos ao TRF sem baixas. Autos conclusos para relatório e voto no Gabinete do Desembargador Federal Kassio Marques. Foi juntado substabelecimento em 16/08/2013 e em 28/08/2013 os autos retornaram para o gabinete do Desembargador. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE O ADICIONAL DE FÉRIAS - AUTOS Nº ª TURMA Proposta ação ordinária pela UNAFE requerendo que a contribuição previdenciária sobre o adicional de 1/3 de férias deixe de ser cobrada, restituindo-se as parcelas anteriormente cobradas. Autos remetidos ao TRF1. Colocado em pauta para julgamento. Julgamento adiado. Processo remetido ao TRF em 21/11/2008. Processo distribuído automaticamente em 21/01/2009, Desembargador Federal Leomar Barros Amorim de Sousa. Processo recebido no Gabinete Desembargador Federal Leomar Barros Amorim de Sousa em 26/01/2009. Incluso na pauta para julgamento do dia 15/06/2010, que por unanimidade a turma deu provimento à apelação. Em 09/07/2010 a UNAFE interpôs o Agravo Regimental. Sendo a União Federal intimada pessoalmente do Acórdão e interpôs Agravo (Inominado/ Regimental/ Legal). Em 07/10/2010 o processo estava em mesa para julgamento. Em 14/10/2010 a turma, à unanimidade, acolheu os agravos de declaração da Autora e rejeitou os embargos de declaração da Fazenda Nacional. Em 16/06/2011 ocorreu recurso sobrestado, aguardando julgamento de processo ou RE N. Processo sobrestado em 15/01/2013 aguardando julgamento de recurso representativo da controvérsia no STF. ESTÁGIO PROBATÓRIO 24 MESES X 3 ANOS - AUTOS N Proposta ação ordinária pela UNAFE para que seja reconhecido o encerramento do estágio probatório após 24 (vinte e quatro) meses de exercício, nos termos art. 20 da Lei n.º 8.112/90, valendo o período para percepção de todos os consectários, promoção e progressão, e não de 3 anos como entende a AGU. Publicação da decisão. Concluso para Sentença em 25/03/2009. Devolvido com sentença que examinou o mérito, pedido improcedente. Autos retirados pelo advogado do autor em 14/09/2009. Foi interposto

17 recurso de embargos de declaração pelo advogado do autor em 15/09/2009. O processo foi concluso para sentença em 15/09/2009. Os Embargos de Declaração propostos pela UNAFE foram rejeitados em 08/10/2009. Em 11/12/2009 a UNAFE interpôs Apelação. Os autos foram remetidos ao TRF em 25/06/2010. Houve distribuição automática em 06/09/2010. Processo recebido no gabinete do Desembargador Federal Francisco de Assis Betti no dia 08/09/2011. Foi juntado substabelecimento em 09/10/2013. AÇÕES JUDICIAIS INDIVIDUAIS VANTAGENS PESSOAIS JEF Em virtude da prolação de sentença desfavorável em algumas das ações individuais em trâmite nos juizados federais do TRF 1ª Região, propostas em virtude da supressão das vantagens pessoais causada pela edição da MP 305/2006, agora Lei n /2006, principalmente VPNI e Tempo de Serviço. Foi requerida a desistência das demais. ADI AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N.º MP 305/2006 CONVERSÃO NA LEI N , DE 19 DE OUTUBRO DE STF Após a aprovação da MP n. 305/2006 sem qualquer alteração no Senado, com sua conversão na Lei n.º /2006, a UNAFE continua firme em busca do direito contrariado pela norma. Nesse sentido, protocolou o aditamento da ADI e prepara memoriais e reuniões com os Ministros do STF para tratar da legitimidade da UNAFE impugnada pelo Ministro Relator Gilmar Mendes, que negou seguimento à mesma sob o argumento de que entre os Advogados da União, Procuradores Federais, Procuradores da Fazenda não há homogeneidade, comunhão e identidade de valores para se firmar o fator necessário de conexão capaz de identificar como pertencentes à classe dos Advogados Públicos Federais. A decisão foi agravada para respectivo julgamento pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. A Min. Relatora ELLEN GRACIE reconsiderou a decisão e reconheceu a legitimidade da UNAFE após parecer favorável do Procurador-Geral da República. No mérito à PGR foi pelo indeferimento do pleito. Os autos estão conclusos à Relatora no dia 04/03/2009. Substituição de relator, em 19/12/2011, pela Ministra Rosa Weber. Em 02/10/2013 foi publicado despacho da Ministra Relatora, determinando o trâmite dos autos de forma eletrônica. LIBERDADE NA CONTRATAÇÃO DE PLANOS DE SAÚDE - AUTOS Nº ª TURMA DO TRF1 A UNAFE propôs ação ordinária com pedido de tutela antecipada a fim de que se determine ao Gestor dos Recursos Humanos da Advocacia Geral da União que assegure aos associados da UNAFE o direito a ter ressarcido os gastos despendidos com planos ou seguros saúde contratados particularmente nos mesmos termos concedidos aos servidores que aderem ao plano Amil contratado pela AGU. Requer-se, portanto, seja mantida a isonomia entre os servidores, bem como seja assegurada a livre contratação de um plano de saúde com qualidade e que melhor se enquadre às necessidades do associado. A sentença que rejeitou o pedido é objeto de embargos declaratórios. Autos conclusos à Relatora, Des. Isabel Gallotti, para julgamento do recurso de apelação interposto pela assessoria jurídica da UNAFE. Autos remetidos ao TRF

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