MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA

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1 MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PROJETO SISTEMA GALGO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE INFORMAÇÕES V1.7 Copyright 2009 Sistema Galgo - Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste manual pode ser copiada, distribuída ou exibida sem a autorização prévia. Av. das Nações Unidas, º andar São Paulo SP - Brasil Tel Fax

2 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição da mudança Autor 05/10/ Versão Inicial. Agrega em um único documento os seguintes manuais: 02 - SGalgo_Conectividade_rede_e_endereçamento_IP V SGalgo_Teste de Conectividade V SGalgo_Instrucoes para as Instituicoes DNS V SGalgo_Instrucoes para as Instituicoes SMTP V SGalgo_Aquisicao_Certificados_Digitais_Instituições V1.7 Valdemar Arantes Neto 17/11/ Maior detalhamento sobre a visibilidade do servidor SMTP dentro da VPN RCCF. Correção da Nota sobre a segurança do servidor de SMTP. Foi retirado o trecho que indicava a utilização de usuário e senha para o envio de . Alteração do contato na CertSign. Remoção de referências a documentos que agora fazem parte deste documento. Valdemar Arantes Neto 17/11/ Ajuste nas capas para atender o padrão da marca. Substituição do logotipo do cabeçalho obedecendo as regras do manual da marca. Substituição do rodapé. Monica Korosue 06/12/ Alteração do contato na CertiSign Alteração do endereço do Hot Site na CertiSign Valdemar Arantes Neto 28/12/ Imagens alteradas para que exibissem o nome Sistema Galgo. Monica Korosue 09/02/ Configurações para o teste de conectividade Valdemar Arantes Neto 17/03/ Inclusão de uma observação sobre o desenvolvimento de clientes Web Services em.net no que diz respeito ao Certificado de Assinatura do Sistema Galgo. Valdemar Arantes Neto 03/08/ Ajustes nos textos para deixar as informações mais claras; Reorganização dos Capítulos; Retirada do capítulo sobre Service Desk, pois agora há uma documentação específica sobre este assunto. 30/08/ Inclusão de informações sobre a RTM Correções no capítulo de Teste de Conectividade Inclusão de um Capítulo com sugestões para a melhora no desempenho do navegador com o Sist. Galgo WEB Valdemar Arantes Neto Monica Korosue 24/09/ Remoção das refeências ao SharePoint Valdemar Arantes Neto Manual de Implantação da Infraestrutura Página 2 de 44

3 CONTEÚDO DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES INTRODUÇÃO OBJETIVO DO DOCUMENTO VISÃO FUNCIONAL DO SISTEMA GALGO CONECTIVIDADE CONTRATAÇÃO DO SERVIÇO RCCF ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DA RCCF INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DA RCCF ADEQUAÇÃO DA REDE DA INSTITUIÇÃO PARA USO da rccf REMETENTES DE S DO SISTEMA GALGO CONTRATAÇÃO DO SERVIÇO RTM TESTE DE CONECTIVIDADE NO AMBIENTE DE HOMOLOGAÇÃO Passo 1 Endereço do servidor de acesso Passo 2 Verificar o status da conexão com o Portal do Sistema Galgo Passo 3 Conexão sem sucesso com o Sistema Galgo Diagrama de Sequência dos Testes de Conectividade TESTE DE CONECTIVIDADE NO AMBIENTE DE PRODUÇÃO CONFIGURAÇÕES GERAIS PARA AS ESTAÇÕES DE TRABALHO SOFTWARES REQUERIDOS SEGURANÇA INTERAÇÕES COM O SISTEMA GALGO RECEBIMENTO DE S RECEBIMENTO DE ALERTAS POR WEB SERVICES INVOCAÇÃO DE WEB SERVICES DO SISTEMA GALGO CERTIFICADOS DIGITAIS CARACTERÍSTICAS DOS CERTIFICADOS DIGITAIS NO SISTEMA GALGO NOMES DE DOMÍNIOS PARA AS Instituições CERTIFICADO DIGITAL DE SERVIDOR SSL / TLS CERTIFICADO DIGITAL DE ASSINATURA SERVIÇOS SMTP CONSIDERAÇÕES GERAIS ARQUITETURA DO AMBIENTE SMTP Manual de Implantação da Infraestrutura Página 3 de 44

4 5.2.1 Visão Geral da Solução Arquitetura Lógica PRÉ-REQUISITOS CONFIGURAÇÃO DO LOTUS DOMINO Configurando e Habilitando o SMTP Habilitando o SSL/TLS CONFIGURAÇÃO DO EXCHANGE SERVER Configurando e Habilitando o SMTP Habilitando o SSL/TLS CONFIGURAÇÃO DO IRONMAIL Configurando e Habilitando o SMTP Habilitando o SMTPO DNS Visão Geral da Solução ARQUITETURA FÍSICA Arquitetura Lógica acesso aos Serviços dns DO SISTEMA GALGO CONFIGURAÇÃO DO AMBIENTE DAS INSTITUIÇÕES Configuração de Firewall Configuração de DNS Forward Configuração de NAT melhorando O desempenho do sistema galgo - Portal Verificar a configuração do Hardware do usuário Navegador Análise na IBM Análise da VPN (meio de comunicação até o sistema Galgo): Testes de performance: DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Manual de Implantação da Infraestrutura Página 4 de 44

5 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS E ABREVIAÇÕES ALG (Application Layer Gateway) Funcionalidades disponíveis em dispositivos de rede, como por exemplo, tradução de endereços IP dentro de pacotes de rede. Base64Binary A base binária 64 é um método para codificação de dados para transferência na Internet (Content Transfer Encoding) DNS (Domain Name System) Serviço de rede de tradução de nomes para endereços IP; LAN (Local Area Network) Rede local, permitindo acesso de computadores de um mesmo espaço físico; NAT (Network Address Translation) Funcionalidade disponível em equipamentos de rede, com a missão de traduzir um endereço IP para outro; PKI (Public Key Infrastructure) ou ICP (Infraestrutura de Chave Pública): Sistema baseado nas técnicas de criptografia, que se utiliza de um par de chaves correspondentes, uma pública e outra privada. A primeira empregada para cifrar a mensagem e a outra para decifrá-la. O conteúdo de uma mensagem cifrada só pode ser lido por quem possui a chave privada associada àquela chave pública que foi usada para cifrar a mensagem. RCCF - Rede de Comunicação da Comunidade Financeira. RSA - é um algoritmo de criptografia de dados baseado em uma PKI. RTM Rede de Telecomunicações para o Mercado SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) - Protocolo usado para transferir entre computadores. SSL (Secure Sockets Layer) Camada de segurança por criptografia adicionada a um protocolo de comunicação existente. TCP (Transmission Control Protocol) Protocolo de comunicação com estabelecimento de sessão; TLS (Transport Layer Security) Camada de segurança que utiliza uma criptografia adicionada a um protocolo de comunicação existente, sucessor do SSL. UDP (User Datagram Protocol) Protocolo de comunicação sem a necessidade de estabelecimento de sessão; VLAN (Virtual LAN) Divisão lógica em equipamentos de rede de uma LAN; WAN (Wide Area Network) Rede que permite o acesso entre localidades remotas; Manual de Implantação da Infraestrutura Página 5 de 44

6 1 INTRODUÇÃO 1.1 OBJETIVO DO DOCUMENTO Este documento tem por objetivo orientar as Instituições no processo de adequação da infraestrutura necessária para a utilização do Sistema Galgo. Ele contém todas as diretrizes para que as áreas de tecnologia e telecomunicações das Instituições Participantes do Sistema Galgo possam realizar as configurações e adequações, de acordo com a solução proposta na arquitetura do Sistema Galgo. Os documentos abaixo descritos contém os detalhes de implementação do Sistema Galgo: 01 - SGalgo_Arquitetura_Visao_Externa 07 - SGalgo_Manual_Webservices O manual de Web Services pode ser encontrado no site do Sistema Galgo : 1.2 VISÃO FUNCIONAL DO SISTEMA GALGO A principal função do Sistema Galgo é a de prover um mecanismo padronizado para troca de informação entre as Instituições do mercado financeiro, tais como Registro de Fundos, PL e Cota, Carteiras Administradas, Carteira de Ativos, Conciliação de Cotas. Estas funcionalidades estão disponíveis por meio de serviços Web (Web Services) ou pelo Portal Web do sistema, que permite o acesso por interfaces visuais destinadas aos usuários finais ou a utilização da transferência de arquivos por telas de acesso a este serviço. Pelo Sistema Galgo é possível obter maior agilidade nos processos de troca e estabelecer compromissos de envio e recebimento de informações de forma controlada e segura. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 6 de 44

7 2 CONECTIVIDADE Para se estabelecer uma conexão com o Sistema Galgo (Provedor de Conteúdo), foram adotadas duas soluções: 1. RCCF - Rede de Comunicação da Comunidade Financeira: uma rede privada VPN (MPLS) já utilizada pelo mercado financeiro e provida pela Primesys, empresa do Grupo Embratel. Este serviço disponibiliza um canal restrito entre o Provedor de Conteúdo (Sistema Galgo) e o Ponto Remoto (Instituições Participantes) e é de uso exclusivo da aplicação Sistema Galgo. 2. RTM Rede de Telecomunicações para o Mercado: uma provedora de serviços de telecomunicações do setor financeiro brasileiro. A RTM oferece 3 canais de comunicação: a. Acesso dedicado com o serviço de Rede Financeira, com ou sem IPSec b. Acesso dedicado sem o serviço de Rede Financeira c. Acesso via Internet com criptografia Para informações técnicas sobre a rede RCCF, solicite à Primesys o documento Normatização WAN / Lan Switching.pdf. (http://www.primesys.com.br) Para informações técnicas sobre a RTM, solicite à Equipe do Sistema Galgo a "Documentação técnica da implantação da rede RTM para o Sistema Galgo.pdf"utilizando o A implantação do serviço da VPN pela Instituição Participante do Sistema Galgo compreende: Contratação de um canal de comunicação da RCCF ou RTM; Instalação e Configuração do canal contratado; Adequação da rede da Instituição; Teste de Conectividade. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 7 de 44

8 2.1 CONTRATAÇÃO DO SERVIÇO RCCF A contratação da RCCF para o Sistema Galgo é feita diretamente com a Primesys, provedora do serviço. Os custos com a RCCF são de responsabilidade da Instituição. Informações necessárias: Informar que a VPN é para o Sistema Galgo; Tamanho da VPN; Tipo da VPN (acesso padrão ou contingenciado); Endereço de instalação; O contato com a Primesys pode ser feito através dos dados abaixo, ou seguindo a tabela de acionamento da Primesys. Telefone: (11) ; Site: Manual de Implantação da Infraestrutura Página 8 de 44

9 2.2 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DA RCCF A empresa Primesys / RCCF disponibiliza dois tipos de VPN s para contratação, em que o tamanho mínimo de banda foi definido em 256 Kbps, de acordo com a especificação necessária para atender à aplicação Sistema Galgo. Essa especificação pode sofrer alteração devido ao volume de transações e será informada pela Primesys na contratação ou se houver nova especificação em caso de aumento do tamanho mínimo necessário. VPN - Tipo Acesso Padrão (recomendado) O serviço denominado Acesso Padrão terá duas VPN s com o Sistema Galgo e o tráfego será contingenciado. Com a queda da VPN principal, a VPN de contingência comportará 100% do tráfego. VPN - Tipo Acesso Sem Contingência (mínimo necessário) Esse serviço caracteriza-se por ter apenas uma VPN sem contingência. Acesso Padrão Cisco 1841 ou 3Com Acessos distintos em Frame Relay CPE 2 Acessos CPE distintos em ATM Data Center IBM Cisco 7206 CPE Sistema Galgo 34 Mbps CPE CE CE Acesso sem contingência CPE VPN BMF&Bovespa CPE 34 Mbps CPE CE Cisco 7206 Cisco 1841 ou 3Com Acesso em Frame Relay CPE * Os CPEs dos participantes poderão variar, caso haja coincidência entre os participantes da RCCF. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 9 de 44

10 2.3 INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DA RCCF O processo de instalação e configuração da VPN RCCF compreende a instalação física dos equipamentos fornecidos pela Primesys. A ativação da VPN ocorrerá somente após a conclusão da instalação. A partir da ativação a Primesys iniciará o processo de cobrança do serviço. Solicite o tarifário das VPN s à Primesys. Esses processos são de responsabilidade da Primesys e devem ser gerenciados diretamente pela Instituição Participante. 2.4 ADEQUAÇÃO DA REDE DA INSTITUIÇÃO PARA USO DA RCCF Após a contratação e instalação da RCCF, a Instituição Participante do Sistema Galgo deverá adequar sua rede interna (LAN) para que os usuários do Sistema Galgo consigam acessar o portal através do Navegador de Internet saindo pela VPN RCCF, assim como as invocações aos Web Services do sistema. Esta adequação envolve os times de tecnologia, infraestrutura, rede e telecomunicações da própria Instituição. As tabelas abaixo devem ser utilizadas para a adequação da rede em cada entidade. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 10 de 44

11 Tabela : Endereços IP reservados para o Sistema Galgo (direção entidade até o Sistema Galgo) ENDEREÇOS DOS SERVIDORES DO SISTEMA GALGO NA IBM SERVIÇOS NOME DO SERVIDOR ENDEREÇO IP PORTAS SERVIDAS QOS AMBIENTE DE PRODUÇÃO Portal Web Sistema Galgo portal.producao.sistemagalgo Web Services Sistema Galgo ws.producao.sistemagalgo http (80) e https (443) http (7800) e https (7843) 30 Baixa Latência 50 Banda Garantida AMBIENTE DE HOMOLOGAÇÃO Portal Web Sistema Galgo portal.homologacao.sistemagalgo http (80) e https (443) Baixa Latência Web Services Sistema Galgo ws.homologacao.sistemagalgo OBS: comunicação servidor a servidor http (7800) e https(7843) Banda Garantida AMBOS OS AMBIENTES DNS primário dns01.sistemagalgo DNS secundário dns02.sistemagalgo dns (53) TCP/UDP dns (53) TCP/UDP Baixa Latência Baixa Latência Manual de Implantação da Infraestrutura Página 11 de 44

12 Tabela : Endereços IP reservados para o Sistema Galgo (direção Sistema Galgo até a entidade) ENDEREÇOS DOS SERVIDORES DO SISTEMA GALGO NA IBM (AO INVOCAR OS SERVIDORES DAS INSTITUIÇÕES IP SAINTE) SERVIÇOS NOME DO SERVIDOR ENDEREÇO IP PORTAS SERVIDAS QOS AMBIENTE DE PRODUÇÃO Endereço de saída para acesso ao Servidor de Web Services de Alertas da Instituição N/A http (7800) e https (7843) Baixa Latência AMBIENTE DE HOMOLOGAÇÃO Endereço de saída para acesso ao Servidor de Web Services de Alertas da Instituição N/A http (7800) e https (7843) Baixa Latência AMBOS OS AMBIENTES Servidor de SMTP - primário mail01.sistemagalgo Servidor de SMTP - secundário mail02.sistemagalgo SMTP over TLS (25) SMTP over TLS (25) Melhor Esforço Melhor Esforço Manual de Implantação da Infraestrutura Página 12 de 44

13 Tabela : Padrão de endereços IP das entidades 1 BYTE 2 BYTE 3 BYTE 4 BYTE HOST DOMÍNIO - PADRÃO DNS 198 nn.xx.1 RESERVADO RCCF - Endereço IP de HSRP (1) N/A 198 nn.xx.2 RESERVADO - Ethernet do Roteador - 1 da RCCF N/A 198 nn.xx.3 RESERVADO - Ethernet do Roteador - 2 da RCCF N/A 198 Nn xx 5 Reservado para o servidor SMTP mail.<instituicao1>.sistemagalgo 198 Nn xx 6-10 Reservados para servidores de infraestrutura de rede N/A 198 Nn xx Reservados para servidores de produção N/A 198 Nn xx 25 Reservados para servidores de produção para prover o serviço de Web Service de alerta a ser utilizado pelo Sistema GALGO. (serviço opcional) ws.producao.<nomedainstituição>.sistema galgo 198 Nn xx Reservados para servidores de homologação N/A 198 Nn xx 50 Reservados para servidores de homologação para prover o serviço de Web Service de alerta a ser utilizado pelo Sistema GALGO. (serviço opcional) ws.homologacao.<nomedainstituição>.siste magalgo ou 19 X até X Estações de trabalho diretamente ligados ao Sistema GALGO. N/A REMETENTES DE S DO SISTEMA GALGO Os remetentes de s que são enviados pelo Sistema Galgo são: nos s provenientes do ambiente de homologação nos s provenientes do ambiente de produção É muito importante que as Instituições cadastrem os domínios *.sistemagalgo em seus aplicativos anti-spam, firewalls, listas branca etc como endereços confiáveis, para garantir que os s não deixem de ser entregues aos destinatários. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 13 de 44

14 2.5 CONTRATAÇÃO DO SERVIÇO RTM Todas as informações necessárias para a contratação da RTM podem ser encontradas no documento DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DA IMPLANTAÇÃO DA REDE RTM. 2.6 TESTE DE CONECTIVIDADE NO AMBIENTE DE HOMOLOGAÇÃO Para que as Instituições validem a conectividade no Ambiente de Homologação entre a Instituição e os Servidores do Sistema Galgo sugerimos os seguintes procedimentos: Passo 1 Endereço do servidor de acesso Utilizando um navegador compatível com o Sistema Galgo, digitar o seguinte endereço: Acesso por URL: https://portal.homologacao.sistemagalgo/conectividade/teste.html Em caso de sucesso, a tela acima deverá ser apresentada. Acesso por IP: Deve-se testar este acesso no caso de falha no teste por URL. Em caso de sucesso neste teste, isto pode indicar algum problema com o DNS da própria instituição ou do Sistema Galgo, situação esta que deve ser investigada por um especialista de redes. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 14 de 44

15 O acesso utilizando-se o IP irá apresentar uma mensagem indicando problemas no certificado digital. Isto acontece porque navegador identifica uma discrepância entre a URL digitada no navegador e a registrada no certificado. No caso do portal de homologação, a URL presente no certificado é portal.homologacao.sistemagalgo. Se você recebeu este aviso sobre o certificado, isto significa que o servidor do Sistema Galgo foi encontrado. Não deixe de fazer o teste utilizando a URL, isto garante que tanto a URL (nome) está sendo resolvida pelo DNS quanto o servidor do Sistema Galgo está sendo encontrado. É importante observar se o navegador utilizado está dentro dos requisitos especificados neste manual. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 15 de 44

16 2.6.2 Passo 2 Verificar o status da conexão com o Portal do Sistema Galgo Será exibido o status da conexão com uma mensagem de conexão bem sucedida com o Servidor Primário Portal Sistema Galgo e Servidor de Serviços Web Web Services. Figura : O sistema apresenta uma tela com a mensagem de conexão bem sucedida com o servidor primário (Portal Sistema Galgo Web) Passo 3 Conexão sem sucesso com o Sistema Galgo Serão apresentadas mensagens que representam possíveis situações de falha Situação 1: Endereço da página digitado incorretamente: https://portal.homologacao.sistemagalgo/conectividadd/teste.html Figura : Página não encontrada pelo navegador Manual de Implantação da Infraestrutura Página 16 de 44

17 Situação 2: Caso o endereço esteja correto e não tenha sido possível estabelecer-se uma conexão com o Sistema Galgo: O navegador não está devidamente configurado para acesso ao Sistema Galgo. Caso a Instituição possua Proxy, verificar se a configuração do seu navegador está apontando para o Proxy correto. Verificar se o acesso está liberado para a rede da VPN RCCF. Regras de Firewall liberadas para as portas de comunicação definidas, especificadas neste manual Tabela de Padronização de Endereço IP. NAT (direto) devidamente configurado com os endereçamentos recebidos pelas Instituições. NAT do Firewall (duplo nateamento) condizente com a tabela de endereçamento de cada Instituição recebida no momento da aquisição da VPN RCCF para acesso ao Sistema Galgo. Liberações no Firewall para acesso a rede VPN do Sistema Galgo Vide parágrafo Teste de Conectividade Situação 3 Figura : Página não pode ser exibida pelo navegador Pré-condição: Portas de acesso aos endereços IPs reservados para o Sistema Galgo não liberadas (vide Tabela de Padronização do Endereçamento IP). Serviços de Firewall interno ou externo (nas Instituições) existentes que impeçam a comunicação entre o cliente e o servidor do Sistema Galgo. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 17 de 44

18 Figura : O aplicativo de teste inicia automaticamente o acesso ao serviço de teste nos servidores do Sistema Galgo Situação 4 Configurações do IE insuficientes: Figura : A conexão com o servidor de Web Services falhou No menu do IE ir em Ferramentas -> Opções da Internet, selecionar a aba Avançadas e marcar as opções Usar SSL 3.0 e Usar TLS 1.0 : Manual de Implantação da Infraestrutura Página 18 de 44

19 Selecionar a aba Segurança e selecionar a zona Internet e clicar no botão Nível Personalizado : Manual de Implantação da Infraestrutura Página 19 de 44

20 Na seção Miscelânea, habilitar a opção Acessar fontes de dados entre domínios ( Access data sources across domains ): Diagrama de Sequência dos Testes de Conectividade Figura : Diagrama de Sequência do aplicativo "Teste de Conectividade" 2.7 TESTE DE CONECTIVIDADE NO AMBIENTE DE PRODUÇÃO Para que as Instituições validem a conectividade no Ambiente de Produção basta repetir as instruções acima, mas seguindo os seguintes endereços: Acesso por IP: Acesso por URL: https://portal.producao.sistemagalgo/conectividade/teste.html Manual de Implantação da Infraestrutura Página 20 de 44

21 Manual de Implantação da Infraestrutura Página 21 de 44

22 3 CONFIGURAÇÕES GERAIS PARA AS ESTAÇÕES DE TRABALHO 3.1 SOFTWARES REQUERIDOS As estações de trabalho destinadas a acessar o Sistema GALGO devem possuir: Tabela : Pré-requisitos para acesso ao Sistema Galgo via Web CARACTERÍSTICA Navegadores suportados Tecnologias utilizadas REQUISITO MÍNIMO Internet Explorer 6 ou posterior; Mozilla Firefox 2.0 ou posterior. HTML (HyperText Markup Language); CSS (Cascade Style Sheet); Javascript habilitado. Adobe Flash Player version 8 ou posterior; Protocolo de comunicação HTTPS (SSLv3). O acesso do navegador possibilita executar operações, tanto por páginas e funcionalidades disponíveis no Portal Web, quanto o upload e download de arquivos com informações dos serviços de troca de informações. A identificação ocorrerá por meio de um usuário, a autenticação será realizada mediante usuário e senha e a autorização será verificada contra as permissões, de acordo com a estrutura de segurança funcional. Para assegurar a confidencialidade dos dados, o protocolo de comunicação utilizado será o HTTPS (SSLv3 / TLS). O Sistema Galgo está com a funcionalidade de compressão de HTML ativada no IHS (IBM HTTP Server) o que significa que a descompressão do HTML acontece no navegador da estação de trabalho do usuário e este processamento requer atenção para o hardware que a Instituição designa para o usuário do sistema. OBS: O hardware recomendado é aquele necessário para rodar o sistema operacional que suporte um dos navegadores citados neste manual. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 22 de 44

23 4 SEGURANÇA O acesso entre o Sistema Galgo e as Instituições Participantes será realizado por meio de um canal seguro VPN MPLS e através de algumas diretrizes de segurança. 4.1 INTERAÇÕES COM O SISTEMA GALGO Entidade Rede Externa (RCCF) Fluxo 1 Usuários de acesso Web do Portal Sistema Galgo Fluxo 2 Servidor para recepção de Alertas via WebServices Fluxo 3 Fluxo 4 Firewall Servidor de sistemas da instituição Sistema Galgo SMTP Corporativo SMTP Sistema Galgo (Opcionalmente, a instituição pode utilizar diretamente o SMTP Corporativo) Certificado Digital de Assinatura Certificado de Servidor SSL A figura anterior apresenta os quatro fluxos de interesse entre as entidades participantes e o Sistema Galgo. A direção do fluxo é determinada pela seta indicativa, e o certificado de servidor SSL só é exigido no Manual de Implantação da Infraestrutura Página 23 de 44

24 servidor para o qual a seta aponta (servidor do serviço). Dois destes fluxos partem das entidades participantes para o Sistema Galgo, e dois fluxos partem do Sistema Galgo para as entidades participantes. Fluxo 1: Usuários das entidades participantes acessam diretamente o Sistema Galgo através de um navegador Web via protocolo HTTPS. Este tipo de fluxo não exige nenhum certificado digital do lado da entidade participante. Fluxo 2: O Sistema Galgo acessa a entidade participante através de Web Services via protocolo HTTPS, servido pela entidade participante para receber os alertas do sistema de forma automatizada. Este fluxo exige um certificado digital de servidor SSL / TLS para o servidor da entidade. (A entidade pode optar por não receber os alertas através de Web Services, portanto este fluxo é opcional). Fluxo 3: A entidade acessa o Sistema Galgo através de Web Services via protocolo HTTPS servido pelo Sistema Galgo. Este tipo de fluxo exige o uso do certificado digital de assinatura utilizado para assinar a mensagem encaminhada para o sistema. Não se exige da entidade o certificado de servidor SSL / TLS do lado da entidade participante. Este certificado só é necessário pelo lado servidor, que é de responsabilidade do Sistema Galgo. (A entidade pode optar por não trabalhar com Web Services, portanto, este fluxo é considerado opcional). Fluxo 4: Este fluxo se refere ao envio de s do Sistema Galgo para as entidades participantes. Como o servidor de SMTP que recebe estes s fica do lado da entidade participante, é necessário configurá-lo para a recepção através de canal seguro SSL / TLS, o que exige também um certificado digital de servidor SSL / TLS. Este fluxo não é opcional uma vez que as senhas dos usuários do sistema também serão enviadas por através deste mesmo servidor SMTP. 4.2 RECEBIMENTO DE S O serviço de recebimento de s provido pela entidade participante tem o objetivo de enviar para os usuários finais das entidades participantes, através de texto, em um correio eletrônico, as informações sobre senhas e alertas que possam ser gerados no Sistema Galgo. Este serviço pode ser provido indistintamente para produção e homologação, pois apenas a origem da informação é que será diferente, assim como o conteúdo da mensagem. Como atualmente não há outra maneira destes usuários receberem suas senhas individuais, esta função é obrigatória. A entidade deverá obter o certificado digital de servidor SSL para o nome do servidor utilizado (veja seção 3.1 e 3.2). 4.3 RECEBIMENTO DE ALERTAS POR WEB SERVICES Este serviço é opcionalmente servido pela entidade com o intuito de automatizar ações provenientes do Sistema Galgo. Se a entidade participante desejar receber estas informações, deverá obter o certificado digital de servidor SSL para o nome do servidor utilizado (veja seção 3.1 e 3.2). Para as entidades participantes que desejarem este serviço, deverão participar de uma homologação antes de promover o serviço à produção, e deverão prover este serviço com seu devido certificado digital de servidor também para esta Homologação. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 24 de 44

25 4.4 INVOCAÇÃO DE WEB SERVICES DO SISTEMA GALGO Este serviço é opcionalmente utilizado pela entidade com o intuito de automatizar o envio e consulta de dados servidos pelo Sistema Galgo. Se a entidade participante desejar utilizar estes Web Services, deverá obter o certificado digital de assinatura para a pessoa jurídica da entidade participante (veja seção 3.3). As entidades participantes que desejarem utilizar este serviço deverão participar de uma homologação antes de promover o serviço à produção, e deverão utilizar seu devido certificado digital de assinatura também para a Homologação. Os clientes de Web Services desenvolvidos em.net necessitam referenciar a chave pública do Certificado Digital de Assinatura do Sistema Galgo. Para isso, esta chave pública deve ser instalada no repositório de certificados do Windows. Cada ambiente, homologação ou produção, possui certificados de assinatura próprios. Estes certificados devem ser solicitados à Eequipe de Tecnologia do Sistema Galgo através do É importante lembrar que, ao promover o cliente de Web Services.NET da homologação para a produção, esta referência ao certificado deve ser alterada. 4.5 CERTIFICADOS DIGITAIS A arquitetura do Sistema Galgo utiliza dois principais certificados: de transporte (SSL) e de mensagem (Assinatura). Certificado de Assinatura: o certificado de assinatura serve para garantir a integridade e autenticidade da origem da mensagem com o objetivo principal de garantir o não repúdio da informação. (tipos A1 ou A3 para HSM com respectivos 1 e 3 anos de validade). Certificado SSL Servidor: o certificado SSL serve para garantir a confidencialidade do canal de comunicação entre os servidores utilizados para o envio de mensagens. Os Certificados Digitais estão relacionados aos Serviços (Web Services), s (SMTP) e Acessos (Portal) que serão utilizados por cada Instituição Participante do Sistema Galgo. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 25 de 44

26 Figura : Exemplo de troca de informações via portal web e o comportamento dos Cerificados Digitais (SSL) sobre a informação trocada entre uma Instituição e o Sistema GALGO. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 26 de 44

27 Figura : Exemplo de troca de informações via Web Services e o comportamento dos Cerificados Digitais (SSL e Assinatura) sobre a informação trocada entre uma Instituição e o Sistema GALGO Figura : Estrutura dos Certificados versus Serviços INSTITUIÇÃO Manual de Implantação da Infraestrutura Página 27 de 44

28 Tabela : Relação Canal de Comunicação vs Servidor do Certificado Digital SERVIÇO / ACESSO AO SISTEMA GALGO CERTIFICADO DIGITAL PARA INSTITUIÇÕES CERTIFICADO DIGITAL PARA SERVIDORES DO SISTEMA GALGO Portal Web (Navegador) NÃO não requer Certificado Digital SIM requer Certificado Digital SSL Invocação de Web Services do Sistema Galgo Recebimento de alertas por Web Services Serviço de SMTP para Alertas e para Senha de usuários SIM requer Certificado Digital de Assinatura SIM requer Certificado Digital SSL SIM requer Certificado Digital SSL SIM requer Certificado Digital SSL e de Assinatura NÃO não requer nenhum certificado uma vez que as mensagens não serão assinadas NÃO não requer Certificado Digital de Assinatura 1. Certificado SSL v3 para que a Instituição receba informações via Web Services Produção (opcional); 2. Certificado A1 ou A3 (Raiz ICP-Brasil) para assinatura de mensagens enviadas da Instituição para o Sistema Galgo via Web Services em Produção. 3. Certificado SSL v3 para que a Instituição receba informações via Web Services Homologação (opcional); 4. Certificado A1 (Raiz ICP-Brasil) para assinatura de mensagens enviadas da Instituição para o Sistema Galgo via Web Services em Homologação. 5. Certificado SSL v3 para SMTP over TLS para o servidor de que vale para homologação e produção. Sugestão: Cada certificado deverá ter duas emissões, sendo que a segunda deverá iniciar a partir da metade do tempo válido do primeiro certificado. O objetivo é o de garantir a disponibilidade de um certificado reserva com um bom tempo para a troca ao vencer a validade do primeiro. 4.6 CARACTERÍSTICAS DOS CERTIFICADOS DIGITAIS NO SISTEMA GALGO Cada autoridade certificadora poderá possuir um processo diferente para a obtenção dos certificados digitais. Portanto, assegure-se de que as características necessárias para o Sistema Galgo serão devidamente configuradas no certificado. A aquisição de Certificados Digitais pode ser demorada e burocrática. Verifique junto às Autoridades Certificadoras a documentação necessária para a aquisição bem como os prazos. Isto permitirá que um planejamento mais adequado possa ser criado. As emissões dos certificados digitais são padronizadas de acordo com as Autoridades Certificadoras ou legislação vigente. Verifique os itens descritos abaixo para as características específicas dos certificados emitidos para o Sistema Galgo. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 28 de 44

29 Os Certificados Digitais podem ser adquiridos com qualquer Autoridade Certificadora contanto que ela seja capaz de gerar um certificado com as características constantes neste manual. Durante a aquisição é importante informar a Autoridade Certificadora que os Certificados Digitais serão utilizados em VPN, pois não será possível validar os domínios na internet. Tabela : Tipos de Certificados Digitais utilizados pelas entidades participantes do Sistema Galgo # Fluxo para AMBIENTE Tipo de certificado 1 Web Services para recepção de Alertas Produção Certificado digital de Servidor SSL / TLS 2 Uso de Web Services do Sistema Galgo Produção Certificado digital de Assinatura 3 Web Services para recepção de Alertas Homologação Certificado digital de Servidor SSL / TLS 4 Uso de Web Services do Sistema Galgo Homologação Certificado digital de Assinatura 5 Servidor SMTP Produção e Homologação Certificado digital de Servidor SSL / TLS Recomendamos o contato com duas Autoridades Certificadoras por terem conhecimento do projeto Sistema Galgo: CERTISIGN CERTIFICADORA DIGITAL Bruno Sayão Rosa Tel Celular: Aline Mércia Tel Web: SERASA Francisco Komatsu Tel Cel Manual de Implantação da Infraestrutura Página 29 de 44

30 Cada certificado deverá ter duas emissões, sendo que a segunda deverá iniciar a partir da metade do tempo válido do primeiro certificado. O objetivo é o de garantir a disponibilidade de um certificado reserva com um bom tempo para a troca ao vencer a validade do primeiro. 4.7 NOMES DE DOMÍNIOS PARA AS INSTITUIÇÕES Sugerimos a todas as entidades participantes que sigam o padrão de nomes de domínios indicados na tabela abaixo para a configuração de seus servidores e geração dos certificados. O nome da entidade participante deverá ser reservado com a administração do Sistema Galgo para garantir a unicidade de nomes e seu registro no servidor de domínio de nomes do Sistema Galgo. Tabela : Nomes reservados para as entidades participantes do Sistema Galgo Fluxo para AMBIENTE Nome do Servidor da entidade participante Servidor SMTP Web Services para recepção de Alertas Web Services para recepção de Alertas Produção e Homologação Homologação Produção mail.<nome DA ENTIDADE PARTICIPANTE>.sistemagalgo ws.homologacao.<nome DA ENTIDADE PARTICIPANTE>.sistemagalgo ws.producao.<nome DA ENTIDADE PARTICIPANTE>.sistemagalgo Obs: O item <NOME DA ENTIDADE PARTICIPANTE> deverá ser substituído por um nome de domínio. Este nome é fornecido em letras minúsculas, sem acentuação, sem caracteres especiais, sem espaços e podem se referir usualmente ao nome principal de um domínio público já existente. (Exemplo neste caso utilizamos o termo anbima para o exemplo do servidor de mail.anbima.sistemagalgo ). 4.8 CERTIFICADO DIGITAL DE SERVIDOR SSL / TLS Tabela : Dados necessários para a aquisição do Certificado Digital para Web Server Uso Identificação do Ambiente Servidor de Web Services (para o serviço de Alertas - HTTPS). O campo OU (Organization Unit Unidade Organizacional) deverá ser preenchido com o termo PRODUCAO para o ambiente de produção e HOMOLOGACAO para o ambiente de homologação. Tabela : Dados necessários para a aquisição do Certificado Digital para SMTP Uso Identificação do Ambiente Servidor de , SMTPS, para recebimento de senha (obrigatório) e alertas (opcional). Não há identificação de ambiente neste certificado uma vez que o mesmo servidor atenderá à produção e à homologação. Para a aquisição do Certificado Digital SSL é necessário gerar um arquivo CSR no servidor onde será instalado o certificado. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 30 de 44

31 Tabela : Exemplo de CSR gerado na ANBIMA para a aquisição do Certificado SSL para o Web Server Campo em Port. Campo em Inglês Preenchimento Exemplo Nome Comum Common name <nome completo do servidor com domínio> (máx. 64 caracteres) Organização Organization Nome oficial da empresa, igual ao existente no cartão do CNPJ (máx. 64 caracteres) Unidade da Organização Localidade ou Cidade Organization Unit Para o utilização Web Server, preencha aqui com os termos "PRODUCAO" ou "HOMOLOGACAO", conforme o ambiente utilizado. ws.producao.anbima.sistemagalgo ANBIMA ASSOCIACAO BRASILEIRA DAS ENTIDADES DOS MERCADOS FINANCEI HOMOLOGACAO City or Locality Cidade(máx. 128 caracteres) SAO PAULO Estado/Território State/Province Estado (máx. 128 caracteres) SAO PAULO País ou região Country or region Sigla do país ou região. (máx. 2 caracteres). BR 4.9 CERTIFICADO DIGITAL DE ASSINATURA Tabela : Dados necessários para a aquisição do Certificado Digital de Assinatura Uso Autoridade Certificadora Tipo de Rede Identificação da Entidade participante Identificação do Ambiente. Cliente de Web Services para assinatura digital da mensagem SOAP. Autoridades certificadoras com certificado raiz ICP-Brasil. O servidor onde será instalado o certificado deverá estar visível através da VPN RCCF. As entidades participantes nacionais deverão conter o código do CNPJ informado no campo othername no OID = , contendo o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da pessoa jurídica titular do certificado. O CNPJ também deverá estar presente no campo OU do requerente no formato CNPJ XXXXXXXXXXXXXXX (String CNPJ em maiúsculas seguida de branco seguida do CNPJ da entidade não formatado). O campo OU (Organization Unit Unidade Organizacional) deverá ser preenchido com o termo PRODUCAO para o ambiente de produção, e o termo HOMOLOGACAO para o ambiente de homologação. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 31 de 44

32 Tabela : Dados necessários para a utilização do Certificado Digital de Assinatura Criptografia Assinatura digital Política de renovação de certificados (ref. RFC 3280) Homologação e produção O certificado digital de assinatura não será utilizado para criptografia. O emissor, baseando-se no algoritmo de message digest SHA-1 para gerar o código de resumo da mensagem, assinará a mensagem com seu certificado de chave privada (padrão RSA com SHA1), e na própria mensagem disponibilizará a chave pública (BinarySecurityToken) com padrão de criptografia assimétrica RSA. Atualmente, a política de troca deve ser realizada anualmente ou a cada três anos (dependendo do tipo de certificado, A1 ou A3), com pelo menos um mês de antecedência do término da validade. No período de troca, a entidade participante possivelmente utilizará dois certificados ativos até o momento da efetivação da troca. O Sistema Galgo irá fornecer um certificado digital público de acesso para a homologação e para a produção diferenciados. Para garantir que os dados de homologação não sejam enviados para a produção e vice-versa, as entidades participantes poderão criar restrições em sua infra-estrutura de segurança (firewall), pois os ambientes serão claramente separados e identificados. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 32 de 44

33 5 SERVIÇOS SMTP 5.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS Para receber s relativos a comunicações de alertas, fatos relevantes e envio de senhas para usuários individuais do Sistema Galgo, a Instituição Participante deverá dispor de um serviço SMTPS (com capacidade de segurança de comunicação e autenticação), por meio de endereço acessível pela VPN. Endereço acessível implica que o servidor onde está instalado o SMTP deve estar visível aos servidores do Sistema Galgo dentro da VPN RCCF. Esta solução foi adotada por questões de segurança, pois outras soluções, como a utilização de um servidor de comum pela Internet, levariam todas essas informações, incluindo senhas, por meios de transportes inseguros. Orientamos que o servidor seja configurado com um endereçamento IP da lista fornecida para acesso ao Sistema Galgo (conforme Tabela de Padronização do Endereçamento IP) dentro da VPN, e que ele seja capaz de receber requisições utilizando-se de uma porta segura (25) com SMTP over TLS. Essa configuração ficará armazenada no Sistema Galgo no registro de identificação da Entidade. 5.2 ARQUITETURA DO AMBIENTE SMTP Visão Geral da Solução A solução contempla dois servidores Lotus Notes com serviço de SMTP localizados no ambiente da ANBIMA e de uso exclusivo do Sistema Galgo, rodando na plataforma Linux RedHat, que tem como objetivo transportar as mensagens recebidas do sistema para os servidores SMTP designados pelas Instituições. Haverá replicação entre os servidores de maneira a termos um ambiente de contingência e para não haver sobrecarga. O servidor físico onde estiver instalado o DNS primário será o secundário de SMTP e o servidor físico onde estiver instalado o DNS secundário será o SMTP primário. Nos DNS s do Sistema Galgo serão configurados os registros MX para os SMTP s e uma prioridade para cada servidor. O sistema prevê o envio de mensagens criptografadas sobre o protocolo TLS/SSLv3 por questões de segurança. A interação entre o Sistema Galgo e o sistema de correio eletrônico se dará da forma descrita abaixo e ilustrada na figura. Estamos supondo aqui o funcionamento no ambiente de produção. 1. A aplicação portal.producao.sistemagalgo solicita ao DNS do Sistema Galgo o IP do servidor de mail.sistemagalgo; 2. O DNS do Sistema Galgo responde com o IP do mail.sistemagalgo; Manual de Implantação da Infraestrutura Página 33 de 44

34 3. A aplicação faz o login no servidor de do Sistema Galgo e envia a mensagem para o usuário de destino, utilizando como destinatário o endereço do corporativo do usuário ou o especificado pela entidade; 4. O servidor de do Sistema Galgo pergunta ao DNS do Sistema Galgo qual o endereço do servidor de do usuário de destino; 5. O DNS do Sistema Galgo responde com o IP do servidor de do usuário de destino; 6. O servidor de do Sistema Galgo envia a mensagem para o servidor de da Instituição dedicado ao Sistema Galgo ou o servidor de do Sistema Galgo envia a mensagem para o servidor corporativo de da Instituição; 7. Se ocorrer o envio ao servidor dedicado ao Sistema Galgo, este servidor envia a mensagem ao servidor corporativo de da Instituição; 8. O usuário recebe a mensagem na respectiva caixa postal corporativa; Arquitetura Lógica Figura : Interação entre o Sistema Galgo e o sistema de A arquitetura lógica tem como objetivo ilustrar o conteúdo do serviço de envio de mensagens via SMTP. Foram configurados dois servidores SMTP com o objetivo de receber as mensagens do Portal Sistema Galgo e enviá-las aos servidores SMTP das entidades. O envio de mensagens é unidirecional, ou seja, o servidor de correio eletrônico do Sistema Galgo somente envia mensagens aos servidores das Instituições. Não está habilitado para recebimento ou resposta das mesmas. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 34 de 44

35 O servidor Lotus Domino é apenas um serviço de relay de mensagens originadas no Sistema Galgo com destino aos servidores das entidades. O serviço não compõe ou modifica o conteúdo das mensagens. O tráfego de mensagens se dará em um ambiente de rede exclusivo para o Sistema Galgo, conforme especificado no projeto, e não prevê envio ou recebimento de mensagens pela internet. O padrão de nomes e endereços IP pode ser visualizado na TABELA 1: ENDEREÇOS IP RESERVADOS PARA O SISTEMA GALGO (DIREÇÃO ENTIDADE ATÉ O SISTEMA GALGO) e TABELA 2: ENDEREÇOS IP RESERVADOS PARA O SISTEMA GALGO (DIREÇÃO SISTEMA GALGO ATÉ A ENTIDADE). 5.3 PRÉ-REQUISITOS A Instituição deve estar com seu ambiente DNS devidamente configurado conforme o capítulo de DNS deste manual; O servidor de correio eletrônico da Instituição deverá suportar a troca de mensagens criptografadas sobre o protocolo TLS/SSL v3; Instruções de como adquirir o certificado SSL podem ser obtidas no capítulo de SEGURANÇA; A Instituição deve comunicar à ANBIMA, e esta à IBM, através de um formulário, as informações de seu servidor de correio eletrônico para prévio cadastramento no sistema DNS/SMTP do Sistema Galgo. O formulário a ser utilizado é o Formulário para Coleta de Informações de DNS e SMTP ; A Instituição pode optar por receber mensagens diretamente no servidor corporativo desde que este atenda as premissas anteriores; A Instituição pode optar por um ou mais servidores de correio eletrônico para o recebimento de mensagens. 5.4 CONFIGURAÇÃO DO LOTUS DOMINO Configurando e Habilitando o SMTP 1. Ativar o SMTP Listener task: a. no documento de servidor a ser configurado, b. na aba Basics, c. no Campo SMTP listener task, configurar como ENABLED. 2. Habilitar o campo Internet Port Mail SMTP Inbound: a. no documento de servidor a ser configurado, b. na aba Ports, na aba Internet Ports, c. na aba Mail, d. no campo Mail (SMTP Inbound), e. na linha TCP/IP port status: configurar como ENABLED. 3. Liberar IP/Hostname para o servidor SMTP do Sistema Galgo: a. no documento de configuraçao do servidor, b. na Aba Router/SMTP, c. na aba Restrictions and Controls, d. na aba SMTP Inbound Controls, Manual de Implantação da Infraestrutura Página 35 de 44

36 e. na seção Inbound Connection Controls, f. no campo Allow connections only from the following SMTP internet hostnames/ip addresses: configurar os hostsnames dos servidores SMTP primário e secundário conforme descrito no documento TABELA 2: ENDEREÇOS IP RESERVADOS PARA O SISTEMA GALGO (DIREÇÃO SISTEMA GALGO ATÉ A ENTIDADE). 4. Iniciar o serviço de SMTP: na console do servidor executar LOAD SMTP Habilitando o SSL/TLS 1. No documento de Configuração do servidor 2. na aba Router/SMTP 3. em Advanced - Commands and Extensions 4. no campo SSL negotiated over TCP/IP Port, configurar como ENABLED 5.5 CONFIGURAÇÃO DO EXCHANGE SERVER Configurando e Habilitando o SMTP Os servidores Exchange Server por padrão utilizam o protocolo SMTP para envio e recebimento de mensagens, portanto nenhuma configuração adicional é necessária para habilitar tal protocolo Habilitando o SSL/TLS 1. Abrir o Exchange System Manager. 2. Expandir a pasta Protocolos e expandir a pasta SMTP. 3. Clicar com o botão direito no servidor SMTP virtual e selecionar Propriedades no menu de atalho. 4. Clicar na guia Acesso. 5. Na área das comunicações seguras, clicar em Certificado. 6. Clicar em Assign an existing certificate. 7. Informar o local onde o certificado que será utilizado está armazenado. 8. Após completar o Web Server Certificate Wizard, clicar em Aplicar para salvar todas as alterações. 9. Na guia Acesso, na zona de controle de acesso do separador, clicar em Autenticação. 10. Se você tiver selecionado a Autenticação básica, selecionar a opção Requer criptografia TLS. 11. Clicar em OK. 12. Na área de Comunicação Segura, na guia Acesso, clicar em Comunicação. 13. Caso o servidor seja exclusivo para troca de mensagens com o Sistema Galgo, selecionar a opção Exigir canal seguro. 14. Caso o servidor seja exclusivo para troca de mensagens com o Sistema Galgo, selecionar a opção Exigir criptografia de 128 bits. 15. Clicar em OK. 16. Clicar em OK no servidor SMTP virtual caixa de diálogo Propriedades. Manual de Implantação da Infraestrutura Página 36 de 44

37 5.6 CONFIGURAÇÃO DO IRONMAIL Configurando e Habilitando o SMTP Clicar em SMTPI Service a partir do Dashboard principal, após ter efetuado o login. Será aberta a tela de SMTPI Service Configuration, conforme exemplo abaixo: Figura : Configurações SMTPI do IronMail Manual de Implantação da Infraestrutura Página 37 de 44

38 Manter os parâmetros default, a não ser que a Instituição queira realizar alguma alteração baseada em suas políticas de segurança. No campo TLS Required Domains, deverá ser inserido o valor Sistema Galgo Habilitando o SMTPO Clicar em SMTPO Service a partir do Dashboard principal, após ter efetuado o login. Será aberta a tela de SMTPO Service Configuration, conforme exemplo abaixo: Figura : Configurações SMTPO do IronMail A configuração do DNS só deverá ser feita caso o Ironmail seja totalmente dedicado ao ambiente do Sistema Galgo. Nesta condição, o parâmetro de DNS MX Lookup deverá ser desabilitado e no campo Manual de Implantação da Infraestrutura Página 38 de 44

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