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2 SUMÁRIO Introdução... 1 Objetivo... 3 Geral... 3 Específicos... 3 Justificativa... 3 Metodologia... 3 Área de Estudo... 3 Resultados e Discussões... 5 Análise dos Parâmetros Físico-Químicos... 5 Demanda Bioquímica de Oxigênio... 5 Potencial Hidrogenico (ph)... 6 Turbidez... 7 Fósforo... 9 Nitrato Coliformes Fecais Sólidos dissolvidos totais Oxigênio Dissolvido Considerações Finais Referências... 16

3 Introdução A formação de grandes aglomerados urbanos e industriais, com crescente necessidade de água para o abastecimento público e industrial, além de irrigação e lazer, faz com que hoje, a maior parte das atividades humanas seja cada vez mais dependente da disponibilidade das águas superficiais. A dependência do homem dos ecossistemas aquáticos é ainda mais evidente nas regiões altamente industrializadas, nas quais a demanda de água per capita tem se tornado cada vez maior. Além disto, nestas regiões, grande parte dos efluentes domésticos e industriais é lançado diretamente nos corpos da água, reduzindo ainda mais a possibilidade de utilização dos recursos hídricos (ESTEVES, 1988). Por outro lado, a utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos na agricultura tem, em muitos casos, modificado drasticamente as características dos ecossistemas aquáticos. FERRIER et al. (2001) enfatizam ainda que, em geral, as propriedades de um sistema hídrico tendem a refletir a combinação dos atributos geomorfológicos modificados pela variação da influência direta e indireta dos aspectos climatológicos e da ação humana na bacia. Ressaltam que a associação entre os processos que ocorrem dentro do compartimento terrestre da bacia hidrográfica interfere no compartimento aquático, provocando alterações nos aspectos quantitativos e qualitativos dos corpos d água. Vários exemplos podem ilustrar os impactos decorrentes do processo de urbanização nos médios e grandes centros urbanos, que resultaram na degradação e comprometimento da qualidade das águas dos corpos receptores (TUCCI, et al, 2000). Estas alterações têm levado não apenas a uma inovação conceitual, na qual a água passa ser considerada um bem econômico e finito, conforme estabelece a legislação nacional dos recursos hídricos, mas avançam para o gerenciamento desse recurso de forma a atender aos seus usos múltiplos, impondo, assim, a necessidade de se buscar um novo modelo de gestão das águas, onde a unidade de gestão é a bacia hidrográfica, utilizada como ferramenta eficiente na identificação das demandas biológicas, sociais e econômicas no meio ambiente, compreendendo assim, as interações que ocorrem nesse ecossistema, visando um planejamento adequado para 1

4 esses ambientes aquáticos tanto nas regiões localizadas em zonas montantes como jusantes. O monitoramento de um curso d água é um mecanismo de avaliação, que permite conhecer alguns fatores intervenientes na poluição, além de servir como base para um plano de manejo do mesmo e das áreas adjacentes, pois o objetivo de monitorar um corpo hídrico é a obtenção de informações sobre a qualidade de suas águas, para posterior utilização dessas informações para subsidiar a gestão de recursos hídricos e a tomada de decisões. Localizado no Norte do Estado de Santa Catarina, o município de Jaraguá do Sul possui população de habitantes em uma área de 533 Km² (IBGE, 2010), onde o clima é subtropical úmido, com verão quente. Entre os meses de julho a agosto adquiri as características de clima temperado, podendo chegar a 5 C. A precipitação pluviométrica média anual é de 2.000mm. A bacia hidrográfica do Rio Itapocu que contempla o município de Jaraguá do Sul está localizada na região hidrográfica (RH6) uma das importantes contribuintes para a região Norte do Estado de Santa Catarina, vem sofrendo alterações ambientais devido às atividades econômicas exercidas nos municípios que englobam pecuária, agricultura (os maiores produtores de banana e arroz de Santa Catarina), indústria, sobretudo, têxteis, alimentícias, motores elétricos, geradores, máquinas, entre outras atividades com características poluidoras. Diante do exposto, o presente trabalho tem como finalidade monitorar a qualidade dos parâmetros físico-químicos da Bacia do Rio Itapocu no município de Jaraguá do Sul que abrange o Rio Itapocu, Molha, Cerro, Rio da luz, Rio Jaraguá, Ribeirão Jaraguazinho, Ribeirão Grande do Norte e Rio Itapocuzinho. 2

5 Objetivos Geral Analisar a qualidade da água através de parâmetros físico-químicos cedidos pela FUJAMA nos Rios de Jaraguá do Sul SC. Específicos Verificar a conformidade dos parâmetros físico-químicos com a RESOLUÇÃO CONAMA 357/05; Analisar as possíveis causas de poluição na bacia hidrográfica do Rio Itapocu. Justificativa A Bacia Hidrográfica Do Rio Itapocu (RH6) está localizada em uma região conhecida pela economia embasada na indústria, bem como por suas áreas destinadas ao cultivo agrícola, principalmente como arroz e banana. No desenvolvimento desses cultivos utilizam-se diferentes tipos de agrotóxicos, os quais são carreados através da chuva para o solo e cursos d água, causando o comprometimento dos mananciais. Já a área urbana da bacia sofre ao longo dos anos um processo intenso de industrialização, comportando empresas de diferentes ramos, principalmente têxtil, metal mecânica e alimentícia. Muitas dessas atividades têm por característica em seu processo produtivo a geração de efluentes líquidos, onde estes quando não tratados de maneira adequada, podem danificar seriamente a qualidade de um ecossistema aquático. Sendo assim, esse projeto se apresenta como uma ferramenta para acompanhamento das condições ambientais na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu para subsidiar novos projetos e ações na gestão dos recursos hídricos. Metodologia Área de Estudo Segundo a Lei nº , de 09 de novembro de 1998 a bacia hidrográfica do Rio Itapocu está localizada na região da Baixada Norte Catarinense (RH6), sendo a 3

6 maior bacia desta região hidrográfica. Está localizada entre as latitudes 26º 11 e 26º 32 S e entre as longitudes 48º 38 e 49º 31 W. Possui uma área de km² e seus rios são caracterizados por perfis longitudinais, com declives acentuados, onde estes são classificados, quanto ao uso, como classe 1 e 2 de acordo com a Resolução CERH nº001/2008 que dispõe sobre a classificação dos corpos da água de Santa Catarina e Resolução CONAMA 357/2005 que dispõe também sobre a classificação dos corpos da água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento. Os municípios inseridos na bacia são: Corupá, Jaraguá do Sul, Schroeder, Guaramirim e Massaranduba, parte dos municípios de Barra Velha, São João do Itaperiú, São Bento do Sul e Campo Alegre, pequena porção do território de Blumenau, metade de Araquari e um terço do município de Joinville (AMVALI, 2012). Figura 1 - Localização da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu - SC. 4

7 Resultados e Discussões Análise dos Parâmetros Físico-Químicos Durante o presente estudo foram realizadas 12 campanhas para registro de parâmetros físico-químicos do rio Itapocu e seus afluentes, no mês de março ( ), no mês de maio (10/05/2013). Variações espaço-temporais dos parâmetros físico-químicos: Oxigênio Dissolvido, Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), Coliformes Fecais, Fósforo, Nitrato e Turbidez são apresentadas nas figuras 2 a 9. Demanda Bioquímica de Oxigênio A demanda bioquímica de oxigênio é a medida indireta do consumo de oxigênio utilizada pelas bactérias decompor a matéria orgânica no corpo hídrico. Sendo assim, elevadas concentrações indicam poluição orgânica no ambiente. A Resolução CONAMA 357/05 indica que para rios de classe 2 é permissível valores até 5 [mg/l]. Sendo assim, verificou-se que durante a maioria dos meses e na maior parte dos pontos amostrais os valores excederam o imposto por legislação. Observou-se também que as características do ambiente influenciam diretamente nas concentrações, posto que, em pontos com maior influência urbana os valores mantiveram-se altos. Em pontos com menos fontes de poluição em seu entorno (ponto #2 # 3 e #5) valores menores foram encontrados. 5

8 18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 P1 P2 P3 P4 P 5 P6 P7 P8 P9 P10 média Limite CONAMA Figura 2 - Variação média de DBO nos rios de Jaraguá do Sul nos de 2012 a Tabela 1 - Valores médios, máximos e mínimos de DBO nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações de DBO nos rios de Jaraguá do Sul Ponto Amostral Valor Valor máximo Valor mínimo médio 1 (Rio Jaraguá) 14, (Rio Jaraguazinho) 12, (Rio da Luz) 16, (Rio do Cerro) 12, (Rio Molha) 14, (Rio Itapocu Jusante) 12, (Rio Itapocu mediano) 11, (Rio Itapocu montante) 10, (Ribeirão Grande do Norte) 13, (Rio Itapocuzinho) 12, Potencial Hidrogenico (ph) A variação espaço-temporal do ph no rio Itapocu, demonstra semelhanças nos valores entre as coletas (Figura 03). Foram registrados valores de ph, variando de 6,48 (ponto #1) no mês de maio campanha de setembro com o valor de 8,61 (ponto #6) campanha de março. O valor de ph para águas naturais oscila entre 6,5 e 8 valores na 6

9 faixa de 6 a 9 são considerados compatíveis, a longo prazo, para a maioria dos organismos (DVWK, 1999). 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 P1 P2 P3 P4 P 5 P6 P7 P8 P9 P10 média Limite CONAMA Figura 3- Variação média do ph nos rios de Jaraguá do Sul nos de 2012 a Tabela 2- Valores médios, máximos e mínimos de ph nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações de ph nos rios de Jaraguá do Sul Ponto Amostral Valor Valor Valor médio máximo mínimo 1 (Rio Jaraguá) 7,3 7,78 6,48 2 (Rio Jaraguazinho) 7,4 8,02 7,18 3 (Rio da Luz) 7,2 7,65 6,65 4 (Rio do Cerro) 7,4 7,92 6,61 5 (Rio Molha) 7,4 7,85 6,81 6 (Rio Itapocu Jusante) 7,5 8,61 6,62 7 (Rio Itapocu mediano) 7,3 8,09 6,61 8 (Rio Itapocu montante) 7,5 8,12 6,76 9 (Ribeirão Grande do Norte) 7,4 8,02 6,59 10 (Rio Itapocuzinho) 7,5 8,03 6,6 Turbidez Durante as coletas os maiores valores de turbidez (figura 04) foi de 390 (NTU) no ponto amostral #06 no mês de julho. Já o menor valor observado foi 0,83 no ponto 7

10 amostral #05 no mês de abril. Valores altos podem expressar ambientes com margens instáveis e sem vegetação riparia para auxiliar na retenção de sedimentos. De modo geral na maioria das campanhas os valores se ficaram de acordo com a legislação pertinente, no entanto, em meses como julho de 2012, o que está diretamente relacionado ao período intenso de chuvas nesse período. 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 P1 P2 P3 P4 P 5 P6 P7 P8 P9 P10 Valores médio de Turbidez Figura 4- Variação média da turbidez nos rios de Jaraguá do Sul nos de 2012 a Tabela 3- Valores médios, máximos e mínimos de Turbidez nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações deturbidez na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu Ponto Amostral Valor médio Valor máximo Valor mínimo 1 (Rio Jaraguá) 28, ,57 2 (Rio Jaraguazinho) 14, ,46 3 (Rio da Luz) 16,4 93 4,15 4 (Rio do Cerro) 16,7 65 6,36 5 (Rio Molha) 4,0 22,4 0,83 6 (Rio Itapocu Jusante) 40, ,11 7 (Rio Itapocu mediano) 34, ,7 8 (Rio Itapocu montante) 6,9 25,34 1,17 9 (Ribeirão Grande do Norte) 9,3 25,6 3,39 10 (Rio Itapocuzinho) 15, ,06 8

11 Fósforo Os valores de fósforo nos dez pontos amostrais nos rios de Jaraguá do Sul variaram entre 0,04 [mg/l] a 1,2 [mg/l]. De acordo com Von sperling (1995) o fósforo é encontrado nas fezes e é utilizado em adubos, em forma de combinações inorgânicas, e em defensivos agrícolas. Efluentes residenciais e também industriais são as maiores fontes de fósforo. A resolução CONAMA 357/05 indica que para rios de classe 2 valores até 0,05 [mg/l] de fósforo são aceitáveis no sistema hídrico. Verificou-se que em todos os pontos amostrais monitorados os valores excedem os limites propostos por legislação. Estas altas concentrações podem estar associadas ao uso e ocupação do solo, pois, o município possui áreas agrícolas e urbanas próximos aos pontos amostrais, os quais influenciam diretamente nas concentrações no ambiente. 0,30 0,25 0,20 0,15 0,10 0,05 0,00 P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 Valor médio de fósforo Limite CONAMA Figura 5 - Valores médios, máximos e mínimos de Fósforo nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Tabela 4 - Valores médios, máximos e mínimos de Fósforo nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações de Fósforo na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu 9

12 Nitrato [mg/l] MONITORAMENTO DE PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO Ponto Amostral Valor médio Valor máximo Valor mínimo 1 (Rio Jaraguá) 0,14 0,17 0,1 2 (Rio Jaraguazinho) 0,22 1,1 0,06 3 (Rio da Luz) 0,24 0,9 0,06 4 (Rio do Cerro) 0,24 1,2 0,05 5 (Rio Molha) 0,09 0,14 0,04 6 (Rio Itapocu Jusante) 0,15 0,26 0,09 7 (Rio Itapocu mediano) 0,14 0,18 0,07 8 (Rio Itapocu montante) 0,09 0,21 0,05 9 (Ribeirão Grande do Norte) 0,13 0,19 0,08 10 (Rio Itapocuzinho) 0,10 0,2 0,06 Nitrato Concentrações de Nitrato em um ecossistema aquático podem estar associadas a despejos domésticos, despejos industriais e também da drenagem de áreas fertilizadas. Elevadas concentrações podem causar danos à saúde humana (VON SPERLING, 2007). Em relação as concentração de Nitrato (figura 06) percebeu-se conformidade com o proposto por legislação. De fato, esses valores são satisfatórios, posto que altas concentrações de nitrato podem causar sérios danos à saúde humana. 2,50 2,00 1,50 1,00 0,50 0,00 P1 P2 P3 P4 P 5 P6 P7 P8 P9 P10 Ponto Amostral Valor médio Limite CONAMA Figura 6 - Valores médios, máximos e mínimos de Nitrato nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a

13 Tabela 5- Valores médios, máximos e mínimos de Nitrato nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações de Nitrato na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu Ponto Amostral Valor médio Valor máximo Valor mínimo 1 (Rio Jaraguá) 0,76 1,5 0,3 2 (Rio Jaraguazinho) 0,48 1,1 0,2 3 (Rio da Luz) 0,55 0,9 0,3 4 (Rio do Cerro) 0,54 1,2 0,2 5 (Rio Molha) 0,34 0,7 0,1 6 (Rio Itapocu Jusante) 0,62 1,7 0,3 7 (Rio Itapocu mediano) 0,76 1,4 0,3 8 (Rio Itapocu montante) 0,45 0,91 0,2 9 (Ribeirão Grande do Norte) 0,50 0,9 0,2 10 (Rio Itapocuzinho) 0,57 0,9 0,3 Coliformes Fecais Os coliformes são utilizados para verificar a quantidade de bactérias patogênicas presentes no ecossistema aquático. Índices elevados podem apresentar falta de saneamento ou até mesmo ineficiência no sistema (VON SPERLING, 2007). Ao longo da série percebeu-se inconformidade com a legislação em todos os pontos amostrais em relação aos valores médios. Nota-se também maiores valores em os meses chuvosos, partindo da hipótese que nesses períodos a rede de esgoto é inundada pelo pluvial (TUCCI, 2006). 11

14 Coliformes Fecais [NMP/100ml] MONITORAMENTO DE PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO 2.500, , , ,00 500,00 0,00 P1 P2 P3 P4 P 5 P6 P7 P8 P9 P10 Pontos Amostrais Valor médio Limite CONAMA Figura 7 - Valores médios, máximos e mínimos de Coliformes Fecais nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Tabela 6 - Valores médios, máximos e mínimos de Coliformes Fecais nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações de Coliformes Fecais nos rios de Jaraguá do Sul Ponto Amostral Valor médio Valor máximo Valor mínimo 1 (Rio Jaraguá) 1.748, ,00 200,00 2 (Rio Jaraguazinho) 1.277, ,00 300,00 3 (Rio da Luz) 1.845, ,00 100,00 4 (Rio do Cerro) 2.125, ,00 200,00 5 (Rio Molha) 1.693, ,00 200,00 6 (Rio Itapocu Jusante) 2.016, ,00 100,00 7 (Rio Itapocu mediano) 2.240, ,00 300,00 8 (Rio Itapocu montante) 1.878, ,00 200,00 9 (Ribeirão Grande do Norte) 1.806, ,00 100,00 10 (Rio Itapocuzinho) 1.532, ,00 300,00 Sólidos dissolvidos totais São o conjunto de todas as substâncias orgânicas e inorgânicas contidas num líquido sob formas moleculares, ionizadas ou micro-granulares(cetesb, 2009). Os valores permitidos por legislação para classe 2 restringem-se a 500 estando em conformidade na maior tempo da série. 12

15 Sólidos Totais MONITORAMENTO DE PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO P1 P2 P3 P4 P 5 P6 P7 P8 P9 P10 Ponto Amostral Valor médio Limite CONAMA Figura 8 - Valores médios, máximos e mínimos de Sólidos Totais nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Tabela 7- Valores médios, máximos e mínimos de Sólidos Totais nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações de Sólidos Totais na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu Ponto Amostral Valor médio Valor máximo Valor mínimo 1 (Rio Jaraguá) (Rio Jaraguazinho) (Rio da Luz) (Rio do Cerro) ,75 5 (Rio Molha) (Rio Itapocu Jusante) , (Rio Itapocu mediano) (Rio Itapocu montante) , (Ribeirão Grande do Norte) , (Rio Itapocuzinho) Oxigênio Dissolvido De acordo com Von Sperling (1998) o oxigênio dissolvido pode ser considerado o principal indicador de poluição oriunda de despejos orgânicos. O lançamento de resíduos orgânicos nos ecossistemas aquáticos aumenta a proliferação de bactérias, 13

16 Oxigênio Dissolvido [mg/l] MONITORAMENTO DE PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO as quais o utilizam para respiração, aumentando assim o consumo de oxigênio. A importância de analisar essas concentrações nas águas refere-se às quantidades necessárias para a manutenção dos processos naturais de auto-depuração no ambiente. No que tange aos valores médios de oxigênio dissolvido foi possível verificar a conformidade do mesmo em relação à CONAMA 357/05 que estabelece valores maiores ou iguais a 5 [mg/l]. 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00 P1 P2 P3 P4 P 5 P6 P7 P8 P9 P10 Ponto Amostral Valor médio Limite CONAMA Figura 9 - Valores médios, máximos e mínimos de oxigênio dissolvido nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Tabela 8- Valores médios, máximos e mínimos de Oxigênio Dissolvido nos rios de Jaraguá do Sul no ano de 2012 a Concentrações de OD na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu Ponto Amostral Valor médio Valor máximo Valor mínimo 1 (Rio Jaraguá) 6,33 8,05 1,55 2 (Rio Jaraguazinho) 6,31 9 3,54 3 (Rio da Luz) 6,71 8,9 2,46 4 (Rio do Cerro) 6,70 8,4 3,73 5 (Rio Molha) 6,15 8,8 0,8 6 (Rio Itapocu Jusante) 6,50 9,33 3,79 7 (Rio Itapocu mediano) 6,43 8,33 4,04 8 (Rio Itapocu montante) 6,92 10,1 4,84 9 (Ribeirão Grande do Norte) 6,84 9,58 4,82 10 (Rio Itapocuzinho) 7,40 9,

17 Considerações Finais De modo geral, os rios de Jaraguá do Sul encontram-se em bom estado de conservação nos pontos, pois a maioria dos parâmetros avaliados estão de acordo com a legislação vigente para a classe 2. Medidas de coleta e tratamento de efluentes são uma forma de melhorar os valores das cargas orgânicas e fósforo, visto que os coliformes fecais encontram-se demasiado fora do padrão estabelecido por legislação. A falta de mata ciliar nas margens dos rios, a qual possui culturas e pecuária seria outra questão a ser abordada, pois a falta dela ocasiona a maior entrada de matérias oriundas das atividades humanas. Recomenda-se: Continuar o levantamento de dados qualitativos ao longo da bacia do Rio Itapocu; Propor novos pontos de coleta ao longo da bacia; Realizar monitoramento quali-quantitativo. A partir de informações ao longo da bacia propor enquadramento por trechos. 15

18 Referências ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DO VALE DO ITAPOCU (Santa Catarina) (Org.). Histórico da Bacia do Rio Itapocu. Disponível em: <http://www.amvali.org.br>. Acesso em: 20 mar BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA. RESOLUÇÃO N 357, DE 17 DE MARÇO DE Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res05/res35705.pdf>. Acesso em: 30 agos DVWK. Relevância de Parâmetros de Qualidade das Águas Aplicados a Águas Correntes. Parte I: Características gerais, nutrientes, elementos-traço e substâncias nocivas inorgânicas, características biológicas. Hamburg: 1ªed. Paul Parey, ESTEVES, Francisco de Assis. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro: Interciência : Finep, FERRIER, R. C., EDWARDS, A. C., HIRST, D., et al., 2001, Water Quality of Scottish Rivers: Spatial and Temporal Trends, The Science of the Total Environment, v. 265, pp IBGE. Banco de Dados. Disponível em: <http:www.ibge.com.br>. Acesso em: 19 de março de PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL. Disponível em <http://portalmjaraguadosul.combr>. Acessos em jun SCHÄFFER, W. B. & PROCHNOW, M. A Mata Atlântica e você. Brasília: Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí APREMAVI, p. TUCCI, C. E. M., HESPANHOL, I, CORDEIRO NETTO, O. M., 2000, Cenários da Gestão da Água no Brasil: Uma Contribuição para a Visão Mundial da Água, Revista Brasileira de Recursos Hídricos, v. 5, n. 3, pp VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 3º ed., UFMG, Belo Horizonte,

19 Von SPERLING, M. Dificuldades no cumprimento integral de oxigênio dissolvido em cursos d água. Necessidade de uma abordagem alternativa. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1, Salvador, Setembro, 1995b. VELOSO, H. P. & GÓES-FILHO, L. Fitogeografia brasileira. Salvador: Boletim Técnico Projeto Radambrasil, série vegetação, n. 1, dez./ p. Von SPERLING, M. Análise dos padrões brasileiros de qualidade de corpos d água e de lançamento de efluentes líquidos. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental UFMG

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