Manual de gvsig. Versão 1.1

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1 Manual de gvsig Versão 1.1

2 Este manual é baseado nas seguintes versões de manuais: - Manual gvsig 1.1 Versão 3 em Espanhol - Manual gvsig 1.1 Versão 1 em Inglês - Manual gvsig 1.1 Piloto de Redes Versão 2 em Espanhol - Manual de Elementos Sextante Versão 1.0 em Espanhol Controlo de Versões Versão do manual gvsig 1.1 em Português Versão 0 Alterações introduzidas Documento Inicial 2 Responsável das Alterações Novageo Solutions

3 Índice 1 - Requisitos mínimos e Instalação...6 Requisitos mínimos...6 Instalação do gvsig Interface do gvsig...18 Configuração da aplicação...20 Annotation Preferences...21 Editing...22 General...23 Mapa...26 Net Analyst...27 Network...28 Vista Vistas...30 Criação de Vistas...30 Propriedades das Vistas...32 Estrutura de uma Vista...33 Adicionar dados a uma Vista...33 Adicionar Ficheiros do disco...34 Conexão a Bases de Dados Espaciais...36 Adicionar dados por Web Feature Service...38 Adicionar dados por Web Map Service...41 Adicionar dados por Web Coverage Service...46 Adicionar dados usando o protocolo ArcIMS...49 Adicionar Ortofotos através de um Protocolo ECWP...52 Tabela da Conteúdos...53 Criação de novos temas...55 Criação de um ficheiro.shp...55 Criação de um ficheiro.dxf...57 Criação de um tema numa base de Dados Postgis...58 Adicionar uma Tabela de Eventos...60 Propriedades dos Temas...62 Propriedades dos Temas vectoriais...62 Mudar a Cor...62 Mudar o Nome...64 Propriedades...65 Simbologia...67 Propriedades dos Temas Raster...73 Informação...73 Configurar o Localizador Navegação e Ferramentas Básicas...80 Ferramentas de Navegação...80 Ferramentas de Informação e de Medição...82 Ferramentas de Selecção...83 Ferramentas de Localização Exportação de temas...88 Exportar para shapefile...89 Exportar para dxf...89 Exportar para PostGIS e Oracle Spatial...90 Exportar para GML...91 Exportar para um tema Raster...91 Corte de imagens

4 Alteração da Resolução Espacial...92 Selecção de Bandas...93 Exportar para um ficheiro de Anotações...93 Exportar como Imagem e WMC...97 Exportar como Imagem...97 Exportar como Web Map Context...97 Importar um Web Map Context Trabalhar com imagens Raster Guardar como ficheiro Raster Georeferenciação de imagens raster Brilho, contraste e realce de imagens raster Aplicar Transparência a pixels Seleccionar uma imagem raster Tabelas de Atributos Adicionar tabelas Propriedades das Tabelas Estatísticas das Tabelas Filtros Reordenamento de registos União e Ligação de Tabelas Calculadora de Campos Ferramentas de Edição Propriedades da Edição Snapping Flatness Grid Limit rows in memory Pilha de Comandos Ferramentas de Desenho Desenho através da Consola de Comandos Desenho através das ferramentas Ferramentas de Selecção Ferramentas de Modificação Edição Alfanumérica Adição de registos Modificação de Registos Remoção de Registos Gestão de Campos Operações de Geoprocessamento Buffer Spatial Join Clip Difference Intercepção Union Convex Hull Dissolve Merge Correcção topológica em temas de linhas XY Shift Reproject Saídas Gráficas

5 Propriedades do Mapa Configuração da página Inserção de Objectos no Mapa Vistas Legenda Escala Rosas dos Ventos ou Setas de Orientação Caixas Imagem Texto Objectos Gráficos Edição e Propriedades dos Objectos do Mapa Undo e Redo Propriedades dos objectos do mapa Alinhamento Agrupar e Desagrupar Simplificar Legenda Ordem de Visualização Linha Gráfica Tamanho e posição Ferramentas de Navegação no Mapa Templates Impressão Exportar para PDF ou PostScript Análise de Redes Geração da Topologia de Rede Calcular a rede sobre o tema original Correcção Topológica do Tema Original Trabalhar com as coordenadas originais Usar tolerância para criar a topologia de rede Carregar topologia de rede Gestão de Paragens Adicionar paragens Guardar paragens Guardar rota Centrar sobre uma paragem Fixar velocidades Obtenção de custos de rotas Activar e Desactivar paragens Alterar a ordem das paragens Eliminar paragens Geração de Rotas Sextante Gestor de Extensões Configuração do Gestor de extensões Modelador Gráfico Definição dos dados de entrada Definição dos processos Edição, Armazenamento e Recuperação de Modelos Processos em Batch Linha de comandos Histórico de Processos

6 1 - Requisitos mínimos e Instalação Requisitos mínimos Para garantir o correcto funcionamento do software no computador, são necessários os seguinte requisitos: - Mínimos: Pentium III / 256 MB RAM (Recomendável: Pentium IV / 512MB RAM) - Sistemas operativos: Windows Linux (Testado em Win98/XP e Linux Suse 8.2/9.0) Outros requisitos: - Máquina virtual de java Bibliotecas JAI (Java Advanced Imaging) e JAI Image I/O Instalação do gvsig Para realizar a instalação do software gvsig deverá aceder-se à página do projecto e fazer o download dos ficheiros adequados. A página do projecto é: Nesta página poderá seleccionar-se um de quatro idiomas para a navegação pelo site: Castelhano, Valenciano, Inglês ou Chinês. Logo na página inicial do site existe um link directo para a descarga da última versão estável do gvsig. Estão disponíveis para instalação os ficheiros para instalação em Windows (.exe), em Linux (.bin) e em Macintosh (.zip). Para além destas opções, existe ainda a opção de descarregar o ficheiro de instalação que inclua a instalação dos pré-requisitos ou que não a inclua. A versão com a instalação dos requisitos mínimos verifica se os requisitos de software (Máquina Virtual de Java e Bibliotecas) se 6

7 encontram disponíveis e, caso não se encontrem disponíveis, pesquisa a Internet pelos que estiverem em falta e inicia a instalação dos mesmos. Esta é a opção recomendada uma vez que garante o correcto funcionamento do software. A versão sem os requisitos de instalação deverá apenas ser seleccionada se já tiver instalado e utilizado o gvsig no computador alguma vez ou se tiver uma Máquina Virtual de Java correctamente instalada e as Bibliotecas necessárias. Após descarregar o ficheiro de instalação, deverá executar-se o ficheiro tendo o cuidado de, quando solicitado, seleccionar a opção Sí para que o programa de instalação verifique se os requisitos de instalação da aplicação estão disponíveis. Caso algum dos requisitos esteja em falta, serão lançados programas de instalação dos mesmos. Quando estiverem verificados todos os requisitos de instalação, inicia-se a instalação do gvsig, devendo ser seleccionado o idioma pretendido para a processo de instalação e, em seguida surge a janela de apresentação do programa. 7

8 Segue-se a janela com os Termos da Licença de Utilização, que deverão ser aceites para poder prosseguir com a instalação. 8

9 No passo seguinte podem ser definidos que componentes do software pretentemos que sejam instalados. Apenas os componentes cujo símbolo se encontra a cinzento são de instalação obrigatória. No entanto, para a realização dos exercícios deverão ficar seleccionados todos os items da lista. Na janela seguinte pode ser definida a directoria onde vão ser instalados os ficheiros do programa. 9

10 Ao clicar no botão seguinte inicia-se a instalação do programa. Quando a instalação está concluída com sucesso é apresentada a seguinte janela. 10

11 Para além dos componentes que são instalados com o gvsig, existem outros componentes que se encontram disponíveis na pagína do projecto e que correspondem a funcionalidades adicionais que se encontram em desenvolvimento, mas cujas versões preliminares possuem já algumas funcionalidades interessantes. A instalação destes componentes adicionais pode ser realizada através da página de downloads (descargas) onde foi realizado o download do ficheiro de instalação do gvsig. Neste caso, deverão ser instalados seguintes componentes: - Piloto Raster (BN7) - Piloto de Redes (BN5) - Piloto 3d (BN33) - Cliente ArcSDE (BN6) Uma vez que alguns destes componentes necessitam por vezes de outras bibliotecas, é mais uma vez recomendável que sejam seleccionados os ficheiros de instalação com verificação dos requisitos da aplicação. Caso exista alguma dúvida relativa à instalação ou qualquer outra dúvida relacionada com o gvsig, pode tentar encontrar-se uma resposta junto da comunidade de utilizadores de gvsig através das Listas de Distribuição que se encontram disponíveis no site do projecto em Por fim, existe ainda outra aplicação open-source que foi adaptada para funcionar sobre o gvsig e que lhe adiciona um vasto número de funcionalidades adicionais: o Sextante. Existe um link na página do gvsig para a página do projecto Sextante mas o link directo para o site é o Aqui poderá ser realizado o download da versão actual do Sextante. Estão disponíveis dois ficheiros distintos que permitem realizar a instalação do software. Poderá ser realizada a descarga do ficheiro.jar que, ao ser executado, inicia o processo de instalação. 11

12 Devem ser também aceites os termos constantes na Licença para poder prosseguir com a instalação do Sextante. Por fim, caso não seja detectada automaticamente a localização da directoria de instalação do gvsig, a mesma deverá ser indicada pelo utilizador. Após ser indicada a localização da directoria do gvsig o restante processo é realizado automaticamente. A outra forma de instalação do Sextante é fazer o download do ficheiro em formato.zip e descomprimir o ficheiro directamente sobre a directoria de extensões do gvsig. Caso a directoria escolhida durante a instalação tenha sido a que é definida por defeito, bastará descomprimir o ficheiro.zip sobre a directoria \Programas\gvSIG_1.1.1\bin\gvSIG\extensiones. 12

13 2 Interface do gvsig Este é o interface inicial do gvsig e que permite realizar as funcionalidades fundamentais com o software. Barra de título Barra de menús Barra de ferramentas Área de Trabalho Barra de Estado Barra de título Apresenta o nome do software e o nome do projecto em que se está a trabalhar Barra de menús Integra os menús com as funcionalidades disponíveis no gvsig. O número de menús disponíveis varia consoante o tipo de documento que está a ser trabalhado (Vista, Tabela, Mapa) e o tipo de ficheiro que está seleccionado (pontos, linha, área, ficheiro raster). Barra de Ferramentas Apresenta os atalhos para as funcionalidades mais utilizadas no gvsig. Existem atalhos que surgem apenas quando estão a ser realizadas determinadas operações (Ex. Edição). Ao passar o cursor por cima de um atalho é apresentada a descrição da funcionalidade. Área de trabalho Aqui encontra-se o Gestor de Projectos e é nesta área que são apresentados os documentos com que estamos a trabalhar (Vistas, Tabelas, Mapas). Barra de Estado Apresenta informações sobre a funcionalidade que está a ser utilizada e outras informações adicionais como coordenadas, projecção e distâncias. Os projectos criados em gvsig são armazenados em ficheiros com a extensão.gvp. Ao abrir um projecto ou ao criar um novo projecto, é apresentado Gestor de Projectos. Este Gestor de Projectos, para além de apresentar algumas informações sobre o projecto como sejam a data de criação e a data do último save, permite aceder aos 4 tipos distintos de documentos existentes em gvsig: Vista 3d Tipo de documento que permite a visualização de dados tridimensionais. Este tipo de 13

14 documento apenas se encontra disponível quando está também instalado o Piloto 3d para o gvsig. Vista Tipo de documento em que é trabalhada a componente gráfica dos ficheiros de informação geográfica. Tabela Tipo de documento em que é trabalhada a componente alfanumérica dos ficheiros de informação geográfica Mapa Tipo de documento onde são realizadas as saídas gráficas relativas aos dados trabalhados em cada projecto, permitindo a integração de legendas, escalas, orientação, etc. Caso a janela do Gestor de Projectos não esteja visível, é possivel tornar a abri-la a partir do menú Ver seleccionando a opção Gestor de Projectos. As opções para que permitem criar, abrir e guardar os projectos podem ser acedidas tanto através do menú Ficheiro, como através dos atalhos existentes na barra de ferramentas. Ao encerrar o programa, surge uma janela com a lista dos projectos que estavam a ser trabalhados e de todos os ficheiros que estavam dentro do projecto e que estavam numa sessão de edição. Nesta lista podemos seleccionar que informação queremos que seja guardada assinalando caixa de selecção ao lado do ficheiro ou projecto. Para ignorar todas as alterações poderá desseleccionar todas as caixas de selecção ao lado dos ficheiros, ou simplesmente seleccionar a opção Discard Changes. 14

15 Configuração da aplicação Existem algumas características da aplicação que podem ser personalizadas pelo utilizador. A janela que permite realizar as configurações pode ser acedida através do menú Janela e da opção Preferences. Existe também um atalho na barra de ferramentas que permite abrir a mesma janela Ao abrir a janela ficam disponíveis 7 opções de configuração: Annotation preferences, Editing, General, Mapa, Net Analyst, Network e Vista. Ao seleccionar uma das opções no lado esquerdo, a janela do lado direito fica preenchida com as características que podem ser alteradas pelo utilizador. 15

16 Annotation Preferences Dentro das Annotation Preferences pode ser definida a formatação das etiquetas que são apresentadas no mapa. Assim, a características que podem ser alteradas são as seguintes: Text Define o texto que será apresentado caso o campo escolhido para representar as etiquetas esteja em branco para um qualquer registo. Se optar por deixar esta opção em branco, não será apresentada nenhuma etiqueta nos dados que tiverem o campo da etiqueta em branco; Font type Define o tipo de fonte que as etiquetas terão por defeito; Font style Permite definir o estilo da fonte por defeito das etiquetas; Font height Permite definir o tamanho da fonte que será apresentado por defeito nas etiquetas; Font rotate Permite definir a rotação que as etiquetas apresentadas terão por defeito; Font color Permite definir a cor por defeito das etiquetas que serão apresentadas. Editing Dentro da opção Editing podem ser definidas as características de representação dos elementos gráficos quando estamos a realizar uma sessão de edição. 16

17 As características que podem ser configuradas são as seguintes: Selection color Define a cor de um elemento que esteja seleccionado num tema que esteja em edição; Axis references color Permite definir a cor do eixo de referência, ou seja, do vector de referência que é apresentado quando estamos a realizar uma alteração a um elemento gráfico; Geometry selection color Permite definir a cor de um elemento enquanto está a ser desenhado; Handler selection color Define a cor dos vértices de um determinado elemento que está a ser editado. Permite definir a cor do preenchimento e do contorno desses pontos. Para cada uma destas características é possível definir igualmente a transparência de cada uma delas. General Nesta opção é possivel alterar algumas configurações relacionadas com a aparência e a configuração do ecrã, o idioma, as directorias de trabalho e as extensões. General Permite desde logo definir se pretendemos que a posição e o tamanho das janelas que utilizamos seja memorizado pelo programa. 17

18 Appearance Permite definir o estilo de apresentação das janelas de entre os estilos existentes na lista. Configuration screen Esta opção destina-se sobretudo a portáteis, mas deve ser utilizada em todos os computadores em que o interface não seja apresentado de forma correcta. Através desta ferramenta é possível ajustar a resolução para que a representação seja feita de forma correcta. Para isso é necessário seguir 4 passos: 1 Medir, com uma régua, o comprimento da recta no ecrã 2 Introduzir no campo The length of line above is o comprimento obtido, bem como as unidades 3 Premir o botão Calculate 4 O campo Resolution é automaticamente preenchido com a resolução mais adequada. Diretório de extensões Aqui pode ser definido o directório em que se encontram as extensões que o gvsig deve utilizar. Para alterar a localização desse directório basta clicar no botão Examinar e definir o novo caminho. 18

19 Folders Nesta opção é possível definir a localização de diversas directorias de trabalho de maneira a facilitar o acesso às mesmas. Podem ser definidas as seguintes directorias de trabalho: - Projects folder Define a localização dos projectos de trabalho (.gvp); - Geographycal data folder Define a localização dos dados geográficos (vectoriais e raster); - Template folder Define a localização dos modelos de mapas (templates) que foram construídos (.gvt); Idioma Permite escolher o idioma de entre um dos idiomas disponíveis na lista. Para que as alterações de idioma surtam efeito é necessário reiniciar o programa. 19

20 Extensions Ao clicar numa das extensões, o quadro do lado direito é preenchido com a descrição da extensão seleccionada. Para além disso, é então possível activar ou desactivar a extensão seleccionando ou desseleccionando a caixa de Extensão activa, assim como definir a prioridade dessa extensão. Mapa Nesta opção é possível configurar os mapas, ou seja, as saídas gráficas sem haver necessidade de estar sempre a configurar uma a uma. 20

21 Espaço da malha Permite definir o espaçamento horizontal e vertical da malha. Visualizar malha Permite definir se a malha é ou não visível Malha activada Permite definir se a malha está ou não activa Activar régua Permite definir se a régua está ou não activa, ou seja, se está ou não visível Net Analyst Esta opção apenas se encontra disponível se estiver instalada a extensão de Piloto de Redes. Aqui é possível definir os símbolos a serem associados aos vários elementos numa análise de redes. 21

22 Network O menú Network oferece duas opções de configuração distintas: Network status e Firewall/Proxy. Network status Esta opção permite verificar se o computador se encontra devidamente ligado à Internet. Isto pode ser realizado através do botão Check Now. Caso a ligação à Internet não esteja a funcionar, não será possível aceder aos servidores de mapas e aos serviços web que o software tem implementados. Firewall/Proxy Esta opção permite configurar o acesso à rede para que se possa utilizar os serviços web que o gvsig disponibiliza. No caso da proxy refere-se ao programa ou dispositivo que permite a ligação à Internet de todos os equipamentos de uma organização quando apenas se dispõe de um equipamento ligado, ou seja, apenas um IP. O SOCKS proxy funciona também como uma firewall proporcionando uma maior segurança aos utilizadores de uma rede. Para configurar as ligações é necessário conhecer o IP do servidor, a porta da proxy, o nome de utilizador e a password. 22

23 Vista Nesta opção é possível realizar alterações às configurações que as vistas têm por defeito. Projecção actual A primeira configuração que pode ser alterada diz respeito ao sistema de referenciação que a Vista tem por defeito quando é criada. Existem diversas opções que podem ser escolhidas. No caso da cartografia utilizada em Portugal Continental, o Datum 73 corresponde ao código EPSG: Add new layers in invisible mode Permite definir se os novos temas, quando são adicionados à Vista, são adicionados como visíveis ou invisíveis. Zoom Factor Permite definir qual é o factor de zoom que é feito conforme fazemos zoom in ou zoom out numa Vista. Default view back color Permite definir qual é a cor de fundo que as Vistas apresentam por defeito. Default selection color Permite definir qual é, por defeito, a cor de um elemento gráfico que seja seleccionado. 23

24 Unidades do mapa e de medida Permite definir quais são as unidades, de entre as existenets no menú, que são utilizadas por defeito nas Vistas. 3 Vistas Vistas são os documentos do gvsig que são utilizados como área de trabalho para a informação cartográfica. Criação de Vistas A criação de Vistas em gvsig é realizada através do Gestor de Projectos. Caso o Gestor de Projectos não esteja visível poderá ser acedido através do menú Ver opção Gestor de Projectos ou através das teclas de atalho Alt+P. Após aceder ao Gestor de Projectos, devem ser seguidos os seguintes passos para criar a Vista: - Seleccionar o tipo de documento Vista na parte superior do Gestor de Projectos. - Premir o botão Novo - Um documento é criado que, por defeito, terá o nome Sem título 0 24

25 - Para alterar o nome da Vista, deve seleccionar-se a Vista e premir o botão Mudar de Nome. Será apresentada uma janela onde deve ser introduzido o novo nome da Vista. 25

26 Propriedades das Vistas As propriedades de uma Vista podem ser acedidas de duas formas distintas: - Seleccionando a Vista no Gestor de Projectos e premindo o botão Propriedades (se a Vista estiver fechada) - Quando a Vista está já aberta, através do menu Vista e da opção Propriedades Na janela de Propriedades podem ser alteradas algumas configurações específicas dessa Vista. Nomeadamente, podem ser alteradas as unidades do mapa e de medida, a cor do fundo da Vista, o sistema de referenciação e o nome da Vista. (Para outras configurações das Vista ver o capítulo de Configuração da Aplicação). 26

27 Estrutura de uma Vista Ao abrir uma vista que faz parte de um projecto, abre-se uma nova janela que se subdivide em 3 áreas distintas: Tabela de Conteúdos Vista Geográfica Localizador Tabela de Conteúdos No canto superior esquerdo encontra-se a Tabela de Conteúdos onde estão listados todos os temas de informação que se encontram na Vista, bem como a simbologia utilizada para os representar na Vista Geográfica. Localizador No canto inferior esquerdo está o Localizador. O localizador permite que a área que está representada seja enquadrada num outro mapa que engloba uma área mais vasta, permitindo perceber a localização da mesma a uma escala mais pequena. Vista Geográfica Do lado direito da Vista encontra-se a subdivisão maior, a Vista Geográfica. É nesta parte da Vista que são representados os temas geográficos que estão integrados na Tabela de Conteúdos. Ao abrir uma Vista, o número de menús e de ferramentas disponíveis aumenta, passando a estar disponíveis as funcionalidades que permitem trabalhar com as diferentes subdivisões da Vista (Ex: Adicionar temas, etc.). Adicionar dados a uma Vista O gvsig suporta tanto dados vectoriais, como dados matriciais ou raster, e, dentro de cada uma dessas estruturas de dados suporta uma grande diversidade de tipos de dados geográficos. Para adicionar um ficheiro a uma vista deve clicar-se no botão na barra de ferramentas, ou através do menú Vista e na opção Adicionar capa ou através das teclas de atalho Alt+O. Ao realizar uma dessas operações é apresentada uma janela que nos dá acesso a adicionar à Vista os dados. 27

28 Na parte superior dessa janela temos acesso a separadores que permitem adicionar os diversos tipos de ficheiros à Vista. Adicionar Ficheiros do disco O primeiro separador ( Ficheiro ) permite adicionar à Vista diversos tipos de ficheiros que estejam armazenados em discos. Ao clicar no botão Adicionar surge uma nova janela em que podemos seleccionar no menú File types diversos tipos de ficheiros que são suportados pelo gvsig. Entre os tipos de dados aceites pelo gvsig encontram-se ficheiros.shp ou shapefile, formato de ficheiro desenvolvido pela ESRI e que é um dos formatos de informação geográfica mais utilizados. Estes ficheiros são constituídos por 3 ou mais ficheiros com o mesmo nome, sendo que os 3 que são imprescindíveis têm as seguintes extensões: -.dbf base de dados de atributos 28

29 -.shp Dados espaciais -.shx Indexes dos dados espaciais O gvsig suporta também 3 formatos distintos de ficheiros CAD (Computer-Aided Design). Esses ficheiros são os ficheiros.dgn,.dwg e.dxf. Estes são ficheiros vectoriais que podem ter informação sobre a forma de pontos, linhas, polígonos e textos. Podem também ser adicionados a uma Vista, dados em formato GML (Geographic Markup Language). Este é um formato de dados XML que permite transportar e armazenar informação geográfica e que foi definido conforme as especificações do OGC (Open-Geospatial Consortium). Estes dados podem ser visualizados e exportados em gvsig. Para além dos dados vectoriais, existe a possibilidade de adicionar ficheiros raster ou ficheiros Image. Existem diversos formatos de ficheiros de imagem que são suportados pelo gvsig como sejam.tif,.jpg,.ecw ou.sid entre outros. Após seleccionado o tipo de ficheiro que pretendemos adicionar e localizarmos o ficheiro no disco, clicamos no botão Open e o ficheiro será adicionado à janela de ficheiros a introduzir na Vista. Antes de clicarmos em Aceitar devemos ter atenção à opção que existe no fundo da janela e que se refere à projecção actual. É importante saber qual é a projecção de cada um dos ficheiros que vamos inserir na Vista, uma vez que apenas assim poderá ser garantido que todos os dados ficam devidamente sobrepostos. Para definir a projecção de um ficheiro, devemos seleccioná-lo na lista e posteriormente clicar no botão que se encontra ao lado da Projecção actual e definir a projecção correcta. Após a projecção de todos os ficheiros que vamos adicionar estarem definidas correctamente, devemos clicar no botão Aceitar para adicionar os ficheiros à Vista. 29

30 Conexão a Bases de Dados Espaciais O gvsig permite realizar a ligação a bases de dados espaciais como MySQL e PostGIS através de um driver que utiliza JDBC (Java Data Base Connectivity). Para proceder à ligação com uma base de dados espacial deve abrir a janela para adicionar capas e clicar no segundo separarador GeoDB e clicar no botão do lado direito ( Add connection ). É então apresentada outra janela na qual devem ser preenchidos alguns parâmetros sobre a base de dados espaciais a que se pretende fazer a ligação. Os parâmetros que devem ser preenchidos são: - Nome da conexão nome com que pretendemos que a conexão seja apresentada - Driver Escolher o driver correspondente à base de dados espaciais a que queremos estabelecer uma ligação (PostGIS, MySQL ou HSQLDB) - Server URL IP onde se encontra a base de dados - Porta Número da Porta por onde será estabelecida a ligação (normalmente este parâmetro está já preenchido) - Usuário e Senha Nome do utilizador e senha que permite aceder à base de dados. Depois de preenchidos os parâmetros basta clicar em Aceitar e a ligação está criada e os dados existentes na base de dados são indicados na lista Choose Table. Após seleccionarmos e activarmos a tabela que nos interessa são indicados na lista Table fields os campos que compõem essa tabela, e aqui podemos seleccionar quais queremos que estejam disponíveis. 30

31 Quando estão escolhidas as tabelas que pretendemos adicionar podemos definir alguns parâmetros adicionais sobre essas tabelas. Pode ser definido o nome com que o tema é apresentado na Vista ( Nome da capa ) e a projecção em que se encontra o tema ( Projecção atual ). Os campos com o ID e a Geometria ( ID field e Geometry field ) são preenchidos automaticamente mas temos a opção de os alterar. As duas restantes opções permitem fazer uma selecção dos dados integrados numa tabela e que serão apresentados na Vista. Essa selecção pode ser realizada quer através de restrições de SQL ou através de critérios espaciais. No caso da restrição SQL, deve introduzir-se o comando da restrição SQL na caixa de texto e seleccionar a checkbox ao lado da SQL restriction. Para a selecção por critérios espaciais, a mesma pode ser realizada de duas formas distintas: - através das coordenadas xy da área pretendida - através da extensão representada na Vista nesse momento Ao introduzir as coordenadas máximas e mínimas de x e y nas quatro caixas disponíveis, os dados apresentados serão os que estão incluídos nessa área. Para realizar a selecção através da extensão da Vista, devemos ter anteriormente colocado a Vista com a extensão que nos interessa e nesta janela clicar no botão Get view. Neste último caso, as coordenadas xy ficam automaticamente preenchidas. 31

32 Para adicionar os temas seleccionados à Vista, clique em Aceitar. Adicionar dados por Web Feature Service O WFS (Web Feature Service) é um dos standards definidos pelo OGC que é suportado pelo gvsig. O WFS é um protocolo de comunicação através do qual o gvsig consegue informação sobre um tema vectorial num formato GML a partir de um servidor. Nesse ficheiro estão incluídas as informações sobre as geometrias e os atributos de todas as entidades e o gvsig interpreta e representa essa informação. Para realizar uma ligação a um serviço WFS, temos de abrir a janela de Adicionar capa e seleccionar o separador WFS. Depois de aberta a janela no separador WFS devem ser seguidos os seguintes passos: - Na lista de servidores, seleccionar o servidor a que pretendemos realizar a ligação. Caso não esteja disponível o servidor que pretendemos podemos adicionar um novo endereço. - Clicar em Conectar para o gvsig estabelecer a ligação ao servidor. - Quando a ligação é estabelecida, e caso o servidor esteja configurado para isso, é apresentada a mensagem de boas-vindas do servidor. Caso não surja nenhuma mensagem por o servidor não estar configurado para isso, poderemos comprovar se a ligação está estabelecida se o tipo e versão do servidor e o botão Seguinte ficarem disponíveis. Poderá ser também seleccionada a opção Actualizar cache para que sejam procuradas localmente informações que tenham sido anteriormente armazenadas a partir do servidor. Isto apenas funcionará se o servidor já tiver sido utilizado anteriormente. Ao clicar em Seguinte surge um novo conjunto de separadores em que vamos definir que dados 32

33 queremos importar. Informação Neste separador são apresentadas algumas informações sobre o serviço. A esta informação são adicionadas informações sobre os dados geográficos conforme os vamos seleccionando nos restantes separadores. Capas Neste separador são apresentadas numa tabela com duas colunas os temas que se encontram disponíveis. Inicialmente, a coluna de Tipo de Geometria encontra-se em branco uma vez que esta tem de ser obtida do servidor e apenas será obtida quando seleccionarmos esse tema. Ao seleccionar um tema, o separador de Atributos fica disponível e, no separador de Informação são integrados alguns metadados relacionados com o tema seleccionado. Seleccionar a opção Mostrar nomes permite que seja mostrado o nome pelo qual o tema é reconhecido pelo servidor, e não a descrição que é o que é apresentado na tabela por defeito. Atributos Neste separador, depois de seleccionado um tema, podemos escolher quais os campos ou atributos que vão ser descarregados quando o tema for integrado no gvsig. Para seleccionar os campos pretendidos, devem se activadas as checkboxes correspondentes. 33

34 Opções No separador Opções são apresentadas informações relativas à autenticação do utilizador e à conexão. Neste momento, ainda não é possível realizar a alteração do Sistema de Referenciação, mas o gvsig transforma-o automaticamente para que este corresponda com o utilizado na Vista. As opções de conexão definem o número de entidades que podem ser descarregadas (Max. features) e o limite de tempo a partir do qual a conexão é rejeitada (O tempo termina). Filter Neste separador é possível aplicar um determinado filtro aos dados com base nos campos que o tema dispõe. Ao carregar pela primeira vez um tema, os valores dos campos não são automaticamente apresentados. No entanto, se tivermos já uma string para aplicar no filtro podemos introduzi-la no espaço correspondente e apenas os dados resultantes serão carregados. 34

35 Caso não tenhamos uma string, podemos carregar o tema para a Vista e, posteriormente carregar no nome do tema na Tabela de Conteúdos com o botão do lado direito e seleccionar WFS properties e no separador Filter realizar a filtragem dos dados. Depois de o tema estar carregado na Vista existe ainda a possibilidade de lhe acrescentar novos temas, adicionar campos aos temas ja carregados e mudar as propriedades do tema. Para isso, pode clicar-se com o botão do lado direito do rato sobre o nome do tema na Tabela de Conteúdos e seleccionar a opção WFS properties. Adicionar dados por Web Map Service O WMS (Web Map Service) é mais um dos standarts definidos pelo OGC para a disponibilização de informação geográfica. Em contraste com o WFS que disponibiliza informação em formato vectorial, o WMS disponibiliza um ficheiro de imagem adequado à visualização no ecrã e que não é mais do que um retrato da informação geográfica. Estes ficheiros de imagem encontram-se normalmente em formatos PNG, GIF ou JPEG. 35

36 Para realizar uma ligação a um serviço WMS, temos de abrir a janela de Adicionar capa e seleccionar o separador WMS. Depois de aberta a janela no separador WMS devem ser seguidos os seguintes passos: - Na lista de servidores, seleccionar o servidor a que pretendemos realizar a ligação. Caso não esteja disponível o servidor que pretendemos podemos adicionar um novo endereço. - Clicar em Conectar para o gvsig estabelecer a ligação ao servidor. - Quando a ligação é estabelecida, e caso o servidor esteja configurado para isso, é apresentada a mensagem de boas-vindas do servidor. Caso não surja nenhuma mensagem por o servidor não estar configurado para isso, poderemos comprovar se a ligação está estabelecida se o tipo e versão do servidor e o botão Seguinte ficarem disponíveis. Poderá ser também seleccionada a opção Actualizar cache para que sejam procuradas localmente informações que tenham sido anteriormente armazenadas a partir do servidor. Isto apenas funcionará se o servidor já tiver sido utilizado anteriormente. Ao clicar em Seguinte surge um novo conjunto de separadores em que vamos configurar os dados que vamos importar através do WMS. Informação Este separador apresenta as configurações actuais do pedido que vai ser realizado ao WMS. Conforme vão sendo realizadas alterações nos separadores seguintes que modificam as configurações do pedido, a informação deste separador vai sendo actualizada. 36

37 Capas Neste separador são apresentados os temas que estão presentes no servidor. Podemos definir o nome que o tema terá quando for apresentado no gvsig. Para definir os temas que queremos que sejam pedidos ao servidor, seleccionamos os temas/capas que nos interessam e premimos Adicionar (podem ser seleccionados diversos temas em simultâneo pressionando a tecla Ctrl). Estilos Neste separador podemos definir o estilo dos temas a serem representados. Por vezes, os servidores não permitem a definição de estilos para os temas e, por isso, este separador poderá estar desactivado. 37

38 Dimensões Este separador permite definir as dimensões do pedido a ser realizado ao servidor. Tal como acontece com os Estilos, nem todos os servidores estão configurados de maneira a permitir que isto seja definido, por isso este separador poderá não estar disponível. Por defeito, as dimensões não estão configuradas. Para adicionar uma dimensão é necessário seleccioná-la na lista de dimensões apresentada em Settings editor. A partir daí, os botões de controlo no canto inferior direito ficam activos. Para cada dimensão está definida uma lista de valores, por exemplo numa dimensão Tempo esses valores referir-se-ão a datas em que as 38

39 diferentes imagens foram recolhidas. Os botões de navegação permitem navegar entre os registos existentes. Após encontrar o valor pretendido, deve premir-se o botão Add para o acrescentar aos Settings que serão pedidos ao servidor. Existem 3 opções para adicionar o valor - Single value Selecciona apenas um valor - Multiple value Os valores serão adicionados à lista pela ordem que sejam seleccionados. Interval São apenas seleccionados um valor inicial e um valor final Apesar de cada tema poder ter as suas próprias dimensões definidas, apenas é permitida a selecção de um valor (single, multiple ou interval) para cada uma variável. Por vezes o servidor pode encontrar um conflito com a combinação de temas seleccionada porque alguns dos temas não suportam o valor seleccionado. Nesses casos, é apresentada uma mensagem de erro. Formatos Neste separador podem ser definidos o formato de imagem do pedido, se este deverá suportar transparência ou não (para sobreposição com outras imagens) e o sistema de referenciação. Após o tema ter sido adicionado à Vista continua a ser possível realizar alterações ao mesmo. Para isso basta clicar com o botão direito do rato sobre o tema na Tabela de Conteúdos e seleccionar a opção Propriedades WMS que abre uma janela semelhante à que é utilizada para configurar o servidor WMS. 39

40 Adicionar dados por Web Coverage Service O WCS (Web Coverage Service) é outro dos standarts definidos pelo OGC para a informação geográfica e que é suportado pelo gvsig. Este serviço permite a transferência de informação em formato raster. No entanto, distingue-se do WMS por a informação que é transmitida por WCS ser susceptível de ser editada e analisada, muito à semelhança do que acontece com a informação vectorial nos serviços WFS. Para realizar uma ligação a um serviço WMS, temos de abrir a janela de Adicionar capa e seleccionar o separador WMS. Depois de aberta a janela, no separador WCS devem ser seguidos os seguintes passos: 40

41 - Na lista de servidores, seleccionar o servidor a que pretendemos realizar a ligação. Caso não esteja disponível o servidor que pretendemos podemos adicionar um novo endereço. - Clicar em Conectar para o gvsig estabelecer a ligação ao servidor. - Quando a ligação é estabelecida, e caso o servidor esteja configurado para isso, é apresentada a mensagem de boas-vindas do servidor. Caso não surja nenhuma mensagem por o servidor não estar configurado para isso, poderemos comprovar se a ligação está estabelecida se o tipo e versão do servidor e o botão Seguinte ficarem disponíveis. Poderá ser também seleccionada a opção Actualizar cache para que sejam procuradas localmente informações que tenham sido anteriormente armazenadas a partir do servidor. Isto apenas funcionará se o servidor já tiver sido utilizado anteriormente. Ao clicar em Seguinte surge um novo conjunto de separadores em que vamos configurar o tema a ser importado através do WCS. Informação Este separador apresenta as configurações actuais do pedido que vai ser realizado ao WCS. Consoante são realizadas alterações nos separadores seguintes que modificam as configurações do pedido, a informação deste separador vai sendo actualizada. Coverage Neste separador são apresentadas todas as coverages existentes no servidor e de entre as quais podemos escolher aquela que nos interessa adicionar à nossa Vista. Podemos também aqui definir que nome queremos dar ao tema na nossa Vista, introduzindo-o no campo Nome da cobertura. 41

42 Formato o separador Formato permite escolher o formato em que queremos adicionar a coverage e o sistema de referênciação da imagem. Em alguns casos pode estar também disponível a opção de interpolação (Use interpolation method) podendo ser escolhidos os métodos de interpolação bilinear ou de vizinho mais próximo. Time Este separador poderá não estar disponível em todas as ocasiões uma vez que nem todos os servidores se encontram configurados para esse efeito e nem todos os dados se adequam a esta configuração. 42

43 Parâmetros Também este separador poderá não estar disponível em todos os servidores devido a configurações do mesmo ou às características dos dados em questão. Quando esteja disponível, é possível definir quais as bandas de informação se pretende adicionar (é possível adicionar múltiplas bandas utilizando o botão Ctrl). Após a coverage ter sido adicionada à Vista é possível alterar os parâmetros definidos clicando com o botão direito do rato sobre o nome do tema na Tabela de Conteúdos e selecionando a opção Propriedades WCS, o que fará surgir uma janela semelhante à utilizada para definir inicialmente os parâmetros WCS. Adicionar dados usando o protocolo ArcIMS No panorama do software proprietário, o ArcIMS é um dos servidores de mapas mais amplamente divulgados e utilizados. Por essa razão foi desenvolvida uma extensão para o gvsig que permite aceder aos serviços disponibilizados pelo ArcIMS. O gvsig envia um pedido de diversos temas a 43

44 um servidor remoto que devolve uma imagem que inclui os temas solicitados. Para adicionar os dados com recurso ao protocolo ArcIMS é necessário, após a extensão ter sido devidamente instalada, abrir a janela de Adicionar capa e ir ao separador ArcIMS. Dentro do separador é necessário seguir os seguintes passos: - Seleccionar o servidor remoto de entre os disponíveis ou adicionar o endereço de um novo servidor. - Clicar em Conectar (se a opção Override services list estiver seleccionada, o gvsig ignorará qualquer lista que tenha sido solicitada anteriormente a esse mesmo servidor e pedirá uma lista de dados nova) e surgirá a lista de temas disponíveis no servidor. - Deve ser seleccionado o tema a que queremos ter acesso e, opcionalmente, podemos definir o nome do serviço que será apresentado na Vista. Ao premir o botão Seguinte, ficam disponíveis dois separadores. Informação Neste separador são apresentadas algumas informações sobre serviço seleccionado como a sua localização e as suas propriedades. 44

45 Layers Neste separador podemos adicionar os temas que queremos que sejam representados. Depois de seleccionar o tema pretendido na lista, devemos clicar em Adicionar para o adicionar à lista de temas pedidos, na qual podemos definir a ordem dos mesmos. Pode ser também definido o formato da imagem de entre os formatos disponíveis. Quando todos os temas estão seleccionados, adicionamos os temas à Vista clicando em Aceitar. Após a informação estar visível na Vista, é possível realizar alterações à mesma através da opção ArcIMS properties que pode ser acedida clicando com o botão direito do rato sobre o tema na Tabela de Conteúdos. 45

46 Adicionar Ortofotos através de um Protocolo ECWP O gvsig suporta também a integração de ortofotos através de um protocolo ECWP (Enhanced Compression Wavelet Protocol). Este protocolo permite a integração de imagens através de pedidos realizados a um servidor de imagens e que pode funcionar tanto para Intranet como para Internet. Este protocolo permite uma maior velocidade de resposta aos pedidos da aplicação cliente e reduz o tráfego na rede. Para adicionar um orfotofo, é necessário abrir a janela de Adicionar capa e no separador Ficheiro clicar em Adicionar. Na janela do explorador de ficheiros que surge devemos selecionar como File type o gvsig Image Driver e introduzir no File name o caminho para o ficheiro pretendido. O caminho para o ficheiro pretendido é organizado da seguinte maneira: ecwp://endereço do servidor/caminho para o ficheiro que pretendemos adicionar 46

47 Tabela da Conteúdos Tal como referido anteriormente, a Tabela de Conteúdos é a área da Vista em que estão listados todos os temas de informação que nela se encontram, bem como a simbologia utilizada para os representar na Vista Geográfica. Para que um determinado tema que está na Tabela de Conteúdos seja visível na Vista Geográfica, é necessário que a checkbox ao lado desse temas esteja seleccionada. Por exemplo, na figura acima todos os temas que estão adicionados, estão visíveis. Existe uma outra noção que deve ser esclarecida e distinguida da de tema visível : a noção de tema activo. Um tema activo é o tema que se encontra seleccionado e sobre o qual a aplicação recebe a indicação que estamos a trabalhar com essas entidades que o compõem. No caso da figura apresentada acima, o tema que se encontra seleccionado é o tema Ferrovias. A ordem pela qual os temas se encontram organizados nas Vistas é também de extrema importância para a sua correcta visualização. Para garantir que é possível visualizar a informação, os temas de polígonos e de imagem devem ser colocados no final da lista de temas, enquanto os temas de linhas, pontos ou com texto, devem ser colocados no início da lista de temas para garantir que se sobrepõem aos temas de área e imagem. Ou seja, os temas apresentados no topo da lista sobrepõem-se a todos os que se encontrem imediatamente abaixo na lista. A ordem dos temas pode ser alterada arrastando os temas com a tecla esquerda do rato pressionada. Ao clicar num determinado tema com a tecla do lado direito do rato surge um menú contextual que nos permite realizar diversas operações com esse tema. As opções são as seguintes: Start Edition Permite iniciar uma sessão de edição do tema. Mudar de Cor Permite alterar a cor com que o tema é apresentado na Vista Geográfica 47

48 Mudar Nome Permite alterar o nome com que o tema está a ser apresentado na Tabela de Conteúdos. Propriedades Nesta opção podemos consultar algumas informações e realizar algumas operações com o tema que serão abordadas mais à frente neste manual. Entre essas opções encontram-se a visualização da extensão e a origem dos dados, a definição de escalas de visualização do tema, definição de hiperligações, a definição da simbologia e a visualização de etiquetas. Estas opções serão abordadas no ponto dedicado às Propriedades dos Temas. Zoom to layer Permite fazer zoom para um nível que permita visualizar a extensão total do tema. Remover capa Permite remover o tema da presente Vista. Colocar à frente Permite promover o tema na lista de temas apresentada na Tabela de Conteúdos, sobrepondo-o a todos os restantes temas presentes na Vista. Copy Permite copiar um tema ou grupo de temas para que estes possam ser colados numa nova Vista do mesmo ou de outro projecto de gvsig. Cut Permite cortar um tema ou grupo de temas de uma Vista para que possam ser posteriomente colados numa outra Vista do mesmo ou de outro projecto de gvsig Paste Permite colar numa Vista um tema que tenha sido anteriormente copiado ou cortado de outra Vista. Caso estejam activos mais do que um tema (isto poderá ser feito premindo a tecla Ctrl ou Shift e clicando nos temas com a tecla esquerda do rato), aparecerá uma nova opção no menú contextual: Agrupar Capas Permite agrupar diversos temas num único conjunto de temas. Isto trás vantagens para a visualização ao permitir um maior número de temas na Tabela de Conteúdos ocupando menos espaço e permite realizar operações em simultâneo sobre todos os temas que integram um grupo. Depois de definir o nome do grupo de temas, o grupo é apresentado na Tabela de Conteúdos da seguinte forma: 48

49 Para desfazer o grupo de temas, devemos clicar no nome do grupo com o botão do lado direito do rato e, no menú contextual, seleccionar a opção Ungroup layers. Criação de novos temas Para além de abrir ficheiros já existentes em diversos formatos de dados, o gvsig permite também criar de raiz temas nos formatos.shp,.dxf ou em Postgis. Esta funcionalidade encontra-se disponível no menú Vista, opção New layer. Criação de um ficheiro.shp Ao seleccionar a opção New SHP, abre-se o assistente que irá conduzir o processo de criação do novo ficheiro. No primeiro passo deverão ser definidos o nome com que queremos que o tema seja apresentado na Tabela de Conteúdos e o tipo de geometria (ponto, multiponto, linha ou polígono) do tema. 49

50 Após ter definido o nome e o tipo de geometria e clicar em Next, a segunda janela do assistente permite definir todos os campos que o tema que estamos a criar vai ter. Para além de definir o nome dos campos, é também aqui que são definidas algumas características desses campos. Características dos campos que podem ser definidas: Field Aqui pode ser definido o nome do campo que será apresentado na tabela de atributos, tendo sempre em atenção que o mesmo não poderá exceder os 10 caracteres. Field type Permite escolher o tipo de campo de entre os tipos apresentados na lista. - Boolean O campo aceita valores de verdadeiro ou falso - Date O campo aceita valores de datas, com o comprimento máximo de 8 caracteres - Integer O campo aceita valores numéricos sem casas decimais - Double O campo aceita valores númericos com casas decimais - String O campo aceita valores alfanuméricos (os números introduzidos são tratados como texto). Length Permite definir o número de caracteres aceite pelo campo. O limite máximo é 254 caracteres. Na janela seguinte encontram-se as opções relativas à localização onde vai ser armazenado o ficheiro e qual o Sistema de Referenciação do mesmo. Ao clicar no botão que se encontra ao lado da primeira caixa, abre-se uma janela do Explorador que permite definir a localização em que vai ser armazenado o ficheiro e com que nome ficará guardado (o nome do com que o ficheiro é armazenado pode ser diferente do nome definido anteriormente para apresentação na Tabela de Conteúdos). Para definir o Sistema de Referenciação do ficheiro devemos clicar no botão que se encontra à frente da projecção actual. Esta opção estará indisponível caso o Sistema de referenciação tenha 50

51 já sido definido para a Vista e se já algum outro tema tiver sido adicionado à Vista. Ao terminar a criação do novo tema.shp (Finish), o tema é adicionado à Tabela de Conteúdos e é iniciada a sessão de edição. O tema é apresentado a vermelho e as ferramentas de edição ficam disponíveis. Criação de um ficheiro.dxf Para aceder ao assistente de criação do ficheiro.dxf deve usar-se o menú Vista, New layer e escolher a opção New DXF. No assistente para a criação de um ficheiro.dxf, existe apenas uma janela em que, tal como acontecia na última janela do.shp, definimos a localização onde o ficheiro vai ficar armazenado e 51

52 qual é o sistema de referenciação do ficheiro. Também neste caso, a opção do sistema de referenciação poderá não estar disponível, caso o sistema de referenciação da Vista tenha já sido definido ou caso tenha já sido adicionado um tema à Vista. Ao definir o nome e o sistema de referenciação e clicar em Finish, o tema é adicionado à Vista e é iniciada a sessão de edição. Criação de um tema numa base de Dados Postgis Para criar um tema numa base de dados espaciais Postgis é necessário aceder ao menú Vista e, dentro da opção New layer escolher New PostGIS. Ao seleccionar essa opção surge a janela do assistente de criação do tema. Os primeiros dois passos são exactamente iguais aos passos de criação de um shapefile (.shp). O primeiro passo permite definir qual o nome com que o tema será apresentado na Tabela de Conteúdos e o tipo de geometria (ponto, multiponto, linha ou polígono) do tema. 52

53 Após ter definido o nome e o tipo de geometria e clicar em Next, na segunda janela do assistente podemos definir todos os campos que o tema que estamos a criar vai ter. Para além de definir o nome dos campos, é também aqui que são definidas algumas características desses campos. Características dos campos que podem ser definidas: Field Aqui pode ser definido o nome do campo que será apresentado na tabela de atributos, tendo sempre em atenção que o mesmo não poderá exceder os 10 caracteres. Field type Permite escolher o tipo de campo de entre os tipos apresentados na lista. - Boolean O campo aceita valores de verdadeiro ou falso - Date O campo aceita valores de datas, com o comprimento máximo de 8 caracteres - Integer O campo aceita valores numéricos sem casas decimais - Double O campo aceita valores númericos com casas decimais - String O campo aceita valores alfanuméricos (os números introduzidos são tratados como texto). Length Permite definir o número de caracteres aceite pelo campo. O limite máximo é 254 caracteres. 53

54 O terceiro passo difere dos necessários para a criação de um ficheiro.shp, uma vez que é necessário definir as opções relacionadas com a base de dados PostGIS. É necessário preencher os campos apresentados com as informações relativas à base de dados e, por fim, clicar em Finish. O tema fica criado na base de dados, a ligação fica estabelecida e é iniciada a sessão de edição do tema. Adicionar uma Tabela de Eventos O gvsig permite a adição de tabelas de eventos e, posteriormente a criação de um tema com base nos dados dessa tabela de eventos. Para iniciar o processo é necessário que a tabela seja adicionada ao projecto para que possa ser depois integrada na Vista. Para isso, na janela do Gestor de Projecto, é necessário clicar na opção Tabela dentro dos tipos de documentos. Caso já tenham sido abertas outras tabelas dentro deste projecto, será apresentada a lista dessas tabelas. Para adicionar a tabela, devemos clicar em Novo. Uma nova janela será apresentada em que, dentro do separador Ficheiro, devemos clicar em Adicionar (Existe também a possibilidade de adicionar tabelas existentes em bases de dados espaciais no separador Base de Dados ). 54

55 Ao clicar em Adicionar surge uma janela do Explorador na qual podemos procurar a tabela de eventos que pretendemos adicionar. As tabelas de eventos podem estar em formato.csv ou.dbf sendo possível escolher o formato pretendido na lista de Files of type. Após seleccionar a tabela pretendida, clicar em Open e Aceitar na janela de Nova Tabela, a tabela é adicionada à lista de tabelas do projecto e é aberta automaticamente. Acedendo a uma Vista, fica disponível o botão para adicionar a tabela de eventos (Add Event Layer). Ao clicar nele é apresentada uma nova janela onde devemos escolher 3 parâmetros correspondentes à tabela de eventos que pretendemos adicionar. No primeiro campo ( Tabela ) devemos escolher qual é a tabela que contém a informação que pretendemos adicionar à Vista. Os dois restantes campos referem-se aos campos da tabela seleccionada no campo anterior e que contêm as coordenadas X e Y dos pontos a adicionar. Ao clicar em Aceitar, as coordenadas que estão indicadas na tabela dão origem a um tema de pontos que é apresentado na Vista. Este tema de pontos é um tema virtual pelo que, para transformá-lo num tema definitivo, é necessário exportá-lo para um dos formatos disponíveis em gvsig. Isto pode ser realizado através do menú Capa, Expor to... e seleccionando o formato pretendido. 55

56 Propriedades dos Temas Como referido anteriormente, as propriedades dos temas podem ser acedidas através do menú contextual que surge quando clicamos no tema na Tabela de Conteúdos com o botão do lado direito do rato. Existem algumas propriedades que podem ser definidas que são diferentes entre os temas vectoriais e os temas de imagem, pelo que serão tratadas em separado. Propriedades dos Temas vectoriais Mudar a Cor Ao aceder ao menú contextual, uma das opções apresentadas é a de Mudar de cor. Ao seleccionar essa opção surge uma nova janela que nos apresenta as opções para mudar a cor do tema. Cada um dos separadores (Swatches, HSB e RGB) apresenta hipóteses diferentes para alterar as cores da representação dos temas. A opção Swatches apresenta a forma mais simples de seleccionar uma nova cor. Para seleccionar uma nova cor basta clicar com o botão esquerdo do rato sobre a cor pretendida. As cores recentemente utilizadas são apresentadas na palete do lado direito da janela. 56

57 O separador HSB permite escolher uma cor com base nos seus valores de Hue (Matiz), Saturation (Saturação) e Brightness (Brilho). A Matiz representa a cor conforme a vemos e o seu valor varia entre 0º e 360º como expressão da localização dessa cor num disco de cores padrão. Por seu lado, a Saturação representa a vivacidade e a concentração da cor, sendo que, quanto mais elevada a saturação mais intensa é a cor. O valor de saturação é medido em percentagem com valores que podem variar entre os 0 e os 100%. Por último, o Brilho representa a luminosidade ou falta dela numa determinada cor. O seu valor é também medido em percentagem representando o 0% o preto e o 100% o branco. No separador de HSB, a cor pode ser selecionada de diversas formas. Os valores HSB poderão ser introduzidos manualmente nos 3 rectângulos que se encontram ao lado das letras HSB no canto superior direito da janela. Para além disso, pode encontrar-se a cor pretendida movendo os gráficos. A barra vertical referese aos valores Matiz (Hue), o eixo horizontal do quadrado refere-se à Saturação (Saturation) e o eixo vertical do quadrado refere-se ao Brilho (Brightness). Existe também na janela uma indicação de qual é o código RGB correspondente à cor seleccionada. 57

58 O separador RGB permite escolher a cor com base no modelo de cor RGB (Red, Green, Blue). Este é um modelo de cores aditivo em que as três cores primárias são combinadas de maneira a obter as restantes cores. Cada uma das cores encontra-se codificada de maneira a que cada tom corresponda a um valor inteiro entre 0 e 255. Definindo valores diferentes para cada uma das cores primárias, obtêm-se as restantes cores. Mudar o Nome Para alterar o nome do tema, no menú contextual deve seleccionar-se a opção Mudar de nome. Ao clicar nessa opção, abre-se uma nova janela em que podemos substituir o nome actual por um novo. 58

59 Esta operação apenas altera o nome do tema que é apresentado na Tabela de Conteúdos. O nome do ficheiro que está armazenado no disco mantem-se igual. Propriedades No menú contextual existe uma opção de Propriedades que permite editar algumas propriedades do tema. A janela que surge possui dois separadores em que se encontram as propriedades que podem ser alteradas. Nome a primeira propriedade, tal como referido para a opção Mudar de nome permite alterar o nome com que o tema é apresentado na Tabela de Conteúdos. Mais uma vez, esta alteração apenas diz respeito ao nome com que o tema é representado, já que o nome do ficheiro armazenado no disco se mantem inalterado. Usar índice espacial Ao marcar a check box do Índice Espacial é gerado um índice espacial do tema que permite que o mesmo seja apresentado mais rapidamente na Vista da próxima vez que for visualizado. Este índice espacial é guardado num ficheiro.qix na mesma directoria que os restantes ficheiros que compõem o tema. No caso de não existirem permissões de escrita que permitam a gravação do ficheiro.qix junto com os restantes ficheiros do tema, o ficheiro do índice espacial será armazenado na directoria de ficheiros temporários do utilizador. Amplitude de escalas Aqui é possível definir as escalas entre as quais o tema estará visível. Por defeito, o tema está visível a todas as escalas, mas podemos definir que o tema só será visível a partir de uma determinada escala e quando a escala for muito grande que o tema deixe de ser visível novamente. Propriedades Neste caso não podemos realizar quaisquer alterações às propriedades, podemos apenas consultar algumas propriedades que podem ser relevantes como sejam a extensão da área representada pelo tema e o endereço para o ficheiro no disco. 59

60 Hiperligação- Esta última opção permite configurar ligações entre as entidades de um tema e um documento de texto ou de imagem externo. Para definir as hiperligações devem ser seguidos os seguintes passos: - Iniciar uma sessão de edição do tema a que queremos adicionar hiperligações, através do menu contextual que surge ao clicarmos no tema na Tabela de Conteúdos. - Abrir a tabela de atributos do tema em questão, através do menú Capa, Ver tabela de atributos. - Aceder à janela de gestão dos campos (menú Tabela, Manage fields) e adicionar um campo com o nome Hyperlink, do tipo String, com comprimento de 254 caracteres. - Abrir a tabela de atributos e preencher o atributo correspondente à entidade, com o caminho completo para o ficheiro a que queremos estabelecer a hiperligação (não introduzir a extensão do ficheiro). - Por último, abrir a janela de propriedades e, no espaço dedicado às Hiperligações, definir o campo a que deve ser feita a hiperligação, qual a extensão do ficheiro a que se está a fazer hiperligações e se estamos a fazer ligações a ficheiros de imagem ou de texto. O gvsig suporta como ficheiros de imagem, ficheiros gif, jpg e png e como ficheiros de texto, ficheiros txt, rtf e html. 60

61 - Quando tudo estiver definido é possível clicar no botão - Ao clicar, em seguida, sobre a entidade para a qual foi definida a hiperligação, surge uma nova janela em com o ficheiro a que a hiperligação foi realizada. Simbologia Dentro da janela de Propriedades, o segundo separador permite alterar a simbologia de cada um dos temas. Esta opção proporciona uma forma expedita de representar informação através de mapas temáticos. Existem 5 opções diferentes de simbologia para a representação dos dados e cada uma delas é mais adequada a determinados objectivos. As opções disponíveis são as seguintes: - Símbolo Único: Esta é a legenda que é seleccionada por defeito cada vez que adicionamos um novo tema à Vista. Com esta legenda todos os elementos são representados com a mesma simbologia. Este tipo de representação é útil quando a localização dos elementos for mais importante do que a representação de qualquer dos seus atributos. 61

62 - Valores Únicos: Com esta representação cada um dos elementos é representado com um símbolo diferente conforme o valor que tem atribuído num determinado campo. Este tipo de representação é útil para variáveis categóricas como, por exemplo, classes de uso do solo. - Intervalos: Este tipo de representação representa os elementos de um tema através de uma gradação entre duas cores. Este tipo de representação é adequada a dados numéricos contínuos que aumentam progressivamente e que têm um intervalo definido. Alguns exemplos de dados que possam ser representados desta forma são a precipitação ou a altimetria. - Etiquetas: Esta opção permite adicionar à Vista textos ou etiquetas com informação presente num determinado campo da tabela de atributos. Isto pode ser útil para apresentar textualmente no mapa nomes de munícipios, tipos de rochas, etc. - Dot Density: Permite representar através de pontos, o valor de um determinado campo da tabela de atributos. É definido que um ponto deverá representar um determinado número de unidades e são colocados tantos pontos quantas as vezes que essas unidades se verificarem. Isto permite ter uma ideia mais correcta da densidade de uma determinada variável. Este tipo de representação pode ser útil para se perceber os locais com maior concentração de população, equipamentos, etc. Existem diversas opções relativas à simbologia que podem ser configuradas e estas variam conforme os temas sejam de pontos, linhas ou polígonos. Devido às suas características, os temas de polígonos são aqueles que apresentam um maior número de opções e, por isso, vão ser essas opções que vão ser apresentadas em seguida. Símbolo Único - Preenchimento Define a cor do preenchimento - Tipo de Preenchimento Permite seleccionar um padrão de preenchimento - Linha Define a cor da linha que delimita os polígonos - Tipo de linha Permite seleccionar o estilo da linha - Sincronizar a cor do borde com a de preenchimento Quando esta opção é seleccionada, a cor do limite é automaticamente alterada para que esta corresponda à cor do preenchimento mas com um tom diferente. - Grossura da linha Permite definir a grossura da linha que delimita os polígonos - Transparência Permite definir o grau de transparência dos elementos. Isto permite que diversas temas de polígonos possam ser sobrepostos e ainda assim sejam visíveis. 62

63 A representação por Símbolos Únicos em temas de pontos permite ainda outras opções: - Tipo de Símbolo Permite seleccionar o símbolo através do qual pretendemos representar os pontos. - Tamanho Permite escolher o tamanho dos pontos que vão ser representados. Ao clicar em Aplicar, a simbologia escolhida é aplicada aos elementos e a janela de Layer properties mantém-se aberta para o caso de querermos alterar novamente a simbologia. Caso tenhamos a certeza que a simbologia escolhida é a pretendida, clicamos em Aceitar e a simbologia é aplicada e a janela é fechada. Valores Únicos Neste tipo de simbologia, as opções disponíveis são as seguintes: - Campo de Classificação Permite escolher na lista de campos do tema aquele a partir do qual queremos realizar a classificação 63

64 - Resto dos valores Se esta opção for seleccionada, ao adicionar os valores à tabela, será adicionado um valor que representará todas as entidades que não tiverem qualquer valor nesse campo. - Adicionar/Adicionar todos Após ter sido seleccionado um campo de classificação, é possível clicar no botão Adicionar todos para ver todos os valores e os símbolos diferentes que lhes foram atribuídos. Através do botão Adicionar é possível adicionar novos valores à lista. - Remover/Remover todos Permite remover todos ou remover alguns dos elementos da legenda. - Símbolo Ao clicar sobre o símbolo que foi definido automaticamente, é possível alterar os símbolos para cada um dos valores. - Etiqueta Por defeito, os textos incluídos nas etiquetas são iguais aos valores que existem no campo de classificação. No entanto, ao clicar no campo Etiqueta é possível alterar os textos que são apresentados na legenda. Intervalos Para a configuração deste tipo de classificação estão disponíveis as seguintes opções: - Campo de Classificação - Permite escolher na lista de campos do tema aquele a partir do qual queremos realizar a classificação - Tipo de Intervalos Permite escolher o método a partir do qual vão ser definidos os intervalos a serem integrados na legenda. Existem 3 opções: - Intervalos Iguais é definido o número de intervalos que a classificação deve ter e os valores são distribuídos pelos intervalos resultantes - Intervalos Naturais depois de definido o número de intervalos que a classificação deve ter, os valores são distribuídos pelas classes com base no método de Jenk para a optimização dos intervalos naturais - Intervalos Quartis O número de intervalos é especificado e os valores são distribuídos pelas diversas classes conforme o seu número de ordem no conjunto de dados. - Resto dos valores - Se esta opção for seleccionada, ao adicionar os valores à tabela, será adicionado um valor que representará todas as entidades que não tiverem qualquer valor 64

65 atribuído para esse campo. - Cor inicial e cor final Aqui devem ser definidas a cor inicial e a cor final que devem ser tidas em conta para a gradação de cores. A cor inicial será a cor dos valores mais baixos e a cor final será a cor dos valores mais elevados. - Nº de Intervalos Aqui deve ser definido o número de intervalos que devem fazer parte da legenda. Deve ter sido em atenção que, na maioria dos mapas temáticos, um número de classes superior a 7 poderá dificultar a compreensão dos mapas. - Calcular intervalos Depois de definidas as opções anteriores, ao clicar neste botão são calculados e a lista é preenchida com as diversas classes. Os símbolos e as etiquetas podem ser alterados. - Adicionar Podem ser adicionados ao conjunto de classes, outras classes com outros intervalos. - Remover todos/ Remover Permite remover todos ou apenas algumas das classes que foram adicionadas à lista. Etiquetas Para além de ser possível classificar os dados através de qualquer um dos métodos anteriores e para permitir uma melhor leitura do mapa, é possível colocar etiquetas no mapa que permitam uma melhor percepção de informação relativa a cada entidade. Para a colocação de etiquetas encontram-se disponíveis as seguintes opções: - Activar etiquetas Ao activar esta opção ficam disponíveis as restantes características das etiquetas que podem ser configuradas. - Campo da etiqueta Aqui pode ser escolhido qual o campo da tabela de atributos que contém a informação que deve ser apresentada na etiqueta. - Rotation field Nesta opção facultativa pode ser escolhido o campo que inclui os valores que indicam a rotação que a etiqueta deve ter. - Altura do texto Para definir a altura do texto das etiquetas existem duas opções. A primeira (Altura do campo de texto) aplica-se a casos em que se pretenda enfatizar algumas 65

66 das etiquetas. Para isso é necessário escolher o campo da tabela de atributos em que está inscrito o valor correspondente ao tamanho de cada etiqueta. A segunda opção (Tamanho fixo de campo) aplica-se a casos em que queiramos que todas as etiquetas tenham o mesmo tamanho. Aqui podemos definir o tamanho das etiquetas em pixels ou em metros. - Fonte Permite definir o tipo de letra das etiquetas. - Cor do texto Permite definir a cor do texto das etiquetas Dot density Este tipo de classificação apenas pode ser usada com temas de polígonos. As opções deste tipo de classificação permitem a definição de algumas características para a adaptar melhor ao resultado pretendido: - Labelling field Permite escolher o campo para o qual vai ser representada a densidade. - Densities A barra horizontal permite definir o valor que representará cada ponto conforme se pretenda uma maior ou menor densidade de pontos. De notar que o Dot value se altera consoante se move a barra. - Dot size Permite definir o tamanho dos pontos que vão ser representados. - Dot value Permite que seja definido um valor para cada um dos pontos que vai ser representado no mapa. - Cor Permite definir a cor do ponto - Outline color Permite definir a cor dos limites dos polígonos. 66

67 Propriedades dos Temas Raster Para aceder à janela de temas Raster é necessário clicar com o botão direito do rato sobre o nome do tema na Tabela de Conteúdos e seleccionando a opção Propriedades da cobertura. A janela que surge contém 6 separadores que incluem as suas funcionalidades específicas e que serão descritas em seguida. Informação 67

68 Neste separador é possível consultar algumas informações sobre o ficheiro raster que estamos a visualizar. Essas informações são o caminho para o ficheiro, o número de bandas, o tamanho das celúlas, as coordenadas dos quatro cantos da imagem, etc. Bandas Este separador permite visualizar as bandas que compõem as imagens e alterar a forma como as bandas são representadas. Neste separador é possível realizar composições de imagens utilizando as diversas bandas de uma imagem raster. Existe igualmente a possibilidade de adicionar bandas de outros ficheiros o que se pode revelar bastante útil quando se trabalham com imagens Landsat ou semelhantes em que cada uma das bandas se encontra num ficheiro autónomo. 68

69 Transparência Aqui podemos encontrar as funcionalidades que permitem adicionar transparência aos temas raster e permitam visualizar a informação que se encontra nos restantes temas que se encontram por baixo. Neste separador encontramos duas opções que podem ser activadas: - Transparency per pixel Nesta opção podemos definir grupos de cores através dos códigos RGB para serem totalmente transparentes. Isto poderá ser útil para eliminar artefactos que surjam nas imagens em resultado de dados em falta nos ortofotos e imagens de satélite e retirar limites num mosaico de imagens. - Opacidade Esta opção permite definir a opacidade de toda a imagem definindo em que grau esta será transparente para permitir a visualização da informação que se encontre por baixo da imagem. 69

70 Realce Este separador disponibiliza as ferramentas para efectuar o realce das imagens. As ferramentas disponíveis neste separador encontram-se separados em dois conjuntos: - Brightness and contrast Ao activar esta opção, ficam disponíveis duas barras horizontais que permitem alterar os níveis de brilho e de contraste da imagem que é apresentada. Caso a opção Preview esteja activa, a imagem é automaticamente actualizada a cada vez que uma alteração é feita a um dos valores. - Realce Esta opção é essencial para visualizar correctamente imagens que tenham 16-bit por banda. 70

71 Pansharp Neste separador encontra-se uma ferramenta que permite aumentar a resolução das imagens de satélite se a banda pancromática estiver disponível. Após utilizar o separador de Bandas para seleccionar a melhor combinação de bandas, deve ser carregada a imagem pancromática correspondente, sem que esta seja seleccionada para visualização. Quando as bandas tiverem sido carregadas, no separador de Pansharp deve ser activada a opção de Activar pansharpening. Da lista de bandas carregadas, deve ser seleccionada a banda pancromática a partir da qual o pansharpning vai ser realizado. Em seguida, é necessário seleccionar um dos dois métodos disponíveis para realizar o pansharpning: - Brovey neste método o brilho geral da imagem resultante é aumentado ou dimnuído - HSL neste caso, o coeficiente que é adicionado ao brilho tirado da banda sobre a qual é realizado o pansharpening vai variar antes de ser substituído na imagem final. O coeficiente pode variar entre os 0,15 e os 0,5. Com os botões Aceitar e Aplicar, o pansharp é aplicado à imagem que se encontra na Vista e a resolução da imagem é aumentada. 71

72 Escala Neste separador encontra-se a funcionalidade que permite definir o intervalo de escalas em que a imagem é visualizada. Tal como sucedia com os temas vectoriais, é possível definir um intervalo de escalas dentro do qual os temas raster são visíveis. Por defeito, o tema está visível a todas as escalas, mas podemos definir que o tema só será visível a partir de uma determinada escala e quando a escala for muito grande que o tema deixe de ser visível novamente. 72

73 Configurar o Localizador Como referido anteriormente, o localizador permite que a área que está representada seja enquadrada num outro mapa que engloba uma área mais vasta, permitindo perceber a localização da mesma a uma escala mais pequena. Para configurar o Localizador deve seleccionar-se a opção Configurar localizador dentro do menú Vista. Na nova janela que se abre podem ser adicionados e removidos temas, tal como se se tratasse de uma Vista normal. Para além disso, é ainda possível editar a simbologia de cada um dos temas. Quando se clica em Adicionar capa... surge uma nova janela em tudo semelhante à janela utilizada para adicionar temas a uma Vista e que nos deixa adicionar ficheiros vectoriais ou raster armazenados no disco e também adicionar temas de outras origens como serviços WFS, WMS ou WCS. 73

74 Depois de escolher o tema a introduzir no Localizador, é importante definir o Sistema de Referenciação. O Localizador tem a capacidade de reprojectar os temas adicionados caso estes se encontrem num sistema diferente do que está a ser utilizado na Vista. Por esta razão, deve confirmar-se que o Sistema de Referenciação definido no espaço de Projecção atual é o sistema original do tema que está a ser adicionado. 4 - Navegação e Ferramentas Básicas No interface do gvsig estão disponíveis diversas ferramentas que permitem navegar pelos mapas e efectuar tarefas básicas de recolha de informação e selecção de elementos. Ferramentas de Navegação As ferramentas de navegação podem ser acedidas através do menú Vista/Navegação ou então através dos atalhos existentes na barra de menús. Nestas ferramentas incluem-se opções de zoom e de movimentação pelo mapa. Zoom anterior Permite regressar ao zoom que estava a ser utilizado antes Zoom mais Permite realizar zoom sobre uma área específica da Vista. Zoom menos Permite reduzir o zoom sobre uma área específica da Vista Zoom completo Faz zoom para uma extensão que inclua a área de todos os temas que estão na Vista (visíveis e não visíveis) Zoom aproximar Permite fazer mais zoom sobre o ponto no qual a Vista se encontra 74

75 centrada Zoom afastar Permite reduzir o zoom sobre o ponto no qual a Vista se encontra centrada Zoom à Selecção Permite fazer zoom sobre as entidades seleccionadas de um determinado tema Zooms ou Gestor de Zooms Ferramenta que permite guardar diversos zooms para que possamos facilmente regressar a eles mais tarde Movimentação ou Pan Ferramenta que permite mover a Vista clicando com o botão esquerdo do rato e arrastando na direcção pretendida Existe ainda outra opção de zoom que é a de fazer zoom a um determinado tema. Para fazer zoom a um tema deve clicar-se no tema na Tabela de Conteúdos com o botão direito do rato e seleccionar a opção Zoom to layer. Ao abrir a janela do Gestor de Zoom, é apresentada uma janela que permite guardar o zoom actual ou recuperar e eliminar outros zooms armazenados anteriormente. Para guardar um zoom basta inserir um nome na caixa respectiva e clicar em Guardar. Automaticamente o nome é adicionado à lista abaixo. Para regressar a um zoom guardado anteriormente, basta seleccionar o nome de entre os existentes na lista e clicar em Seleccionar. A Vista regressará automaticamente a esse zoom. 75

76 Ferramentas de Informação e de Medição O gvsig disponibiliza algumas ferramentas que possibilitam a recolha de algumas informações e medidas sobre as entidades. Uma dessas ferramentas é a ferramenta de informação que pode ser acedida através do menú de Vista e depois Consulta ou através do botão existente na barra de ferramentas. Esta ferramenta permite obter informações sobre uma determinada entidade que esteja presente na Vista. Depois de clicar na ferramenta e clicar numa qualquer entidade é apresentada uma janela que contém os atributos associados a esse elemento. Para que tal seja possível, o tema a que pertence essa entidade tem de estar activo. O gvsig dispõe de ferramentas que permitem a medição de distâncias e de áreas. Estas ferramentas encontram-se também disponíveis através da barra de ferramentas ou então através 76

77 do menú Vista e Consulta e funcionam de forma muito semelhante. A ferramenta Medir distâncias permite medir a distância entre dois ou mais pontos. Antes de começar as medições é necessário ter a certeza que as unidades de medida se encontram devidamente configuradas. Caso estas não estejam na unidade pretendida, as mesmas podem ser alteradas nas Propriedades dentro do menú Vista. Após seleccionar a ferramenta de medição de distâncias, podemos iniciar a medição clicando com o rato sobre o ponto inicial e arrastando até à localização final, dando tantos pontos intermédios quanto pretendermos. Quando chegarmos ao ponto de destino, e para terminar a medição, devemos dar um duplo clique no último ponto. Os cálculos da distância medida são apresentados na Barra de Estado no fundo da Vista. Os resultados apresentam a distância do último troço medido (Dist) e a distância total medida (Total). A ferramenta Medir área funciona de uma forma bastante semelhante à ferramenta de Medir distâncias. Após confirmar as unidades, podemos começar a clicar nos vértices da área que queremos medir. Quando atingirmos o último vértice, damos duplo clique para terminar a área a ser medida. Os resultados da medição são apresentados no fundo na Vista, na Barra de Estado, e são apresentados os resultados da área (A) e do perímetro (P). Ferramentas de Selecção Para seleccionar uma ou diversas entidades de um tema, o gvsig dispõe de diversas ferramentas que permitem realizar essa selecção quer com base em critérios gráficos, quer recorrendo aos dados alfanuméricos desses temas. 77

78 As entidades que são seleccionadas são apresentadas na cor que foi configurada nas Preferências da Vista (por defeito, a amarelo). As ferramentas de selecção podem ser acedidas através dos atalhos na Barra de Ferramentas ou através da opção Selecção dentro do menú de Vista. A ferramenta Seleccionar por ponto oferece a forma mais básica de seleccionar entidades. Para seleccionar uma entidade, basta seleccionar a ferramenta e clicar sobre o elemento pretendido. É possível seleccionar múltiplas entidades com esta ferramenta mantendo pressionada a tecla Ctrl enquanto se vai clicando nas várias entidades. A ferramenta Seleccionar por rectângulo permite seleccionar elementos que se encontrem contidos total ou parcialmente dentro de um rectângulo definido pelo utilizador. Para realizar a selecção, depois de seleccionar a ferramenta, devemos clicar com o botão esquerdo do rato no vértice onde queremos começar a desenhar o rectângulo e manter o botão pressionado enquanto arrastamos até ao canto oposto que englobe a área que pretendemos. No caso da ferramenta Select by polygon, o funcionamento é bastante semelhante ao da selecção por rectângulo. A diferença reside no facto de com esta ferramenta ser dada a localização de cada um dos vértices do polígono pretendido com o botão esquerdo do rato. Para terminar a definição do polígono deve dar-se duplo clique no último ponto. Todas as entidades de um tema que estejam integradas dentro do polígono, ainda que parcialmente, serão seleccionadas. A opção Selection by Layer permite realizar a seleção de entidades do tema activo com base na selecção que está feita noutro tema. Ao seleccionar esta opção é apresentada uma nova janela com algumas opções. Do lado direito da janela encontram-se 3 botões que se referem a como vai ser tratado o conjunto de dados seleccionado e no lado esquerdo da janela encontram-se as opções onde são definidos os parâmetros que vão definir a escolha dos campos. Do lado direito são apresentadas as seguintes opções: - Novo conjunto a selecção a realizar vai ser colocada num novo conjunto de dados, apagando qualquer selecção que estivesse definida anteriormente. 78

79 - Adicionar ao conjunto a nova selecção vai ser somada a qualquer outra selecção que estivesse anteriormente definida no mesmo tema. - Seleccionar o conjunto Realiza a selecção das entidades com base nas entidades desse tema que estavam já seleccionadas anteriormente. As opções do lado esquerdo referem-se aos parâmetros de selecção que podem ser definidos na selecção a realizar: - Seleccionar os elementos das capas activas que: Nesta opção podemos escolher qual o operador espacial que vamos utilizar na selecção - Elementos seleccionados da capa: Aqui devemos indicar qual é o tema que contém as entidades seleccionadas com base nas quais pretendemos realizar a selecção. Um outro método de selecção de entidades disponível é a Selecção por atributos que pode ser ser acedido através da opção Filtro no menú Tabela ou através do atalho na Barra de Ferramentas. Esta opção permite realizar seleccionar entidades com base nos seus atributos e recorrendo a diversos operadores e cálculos. Ao aceder a esta ferramenta surge uma nova janela onde podemos realizar as inquirições que permitirão seleccionar as entidades pretendidas. - Campos Aqui estão listados todos os campos do tema sobre o qual pretendemos realizar a selecção. Ao fazer duplo clique sobre um campo, este é adicionado à caixa onde está descrita a selecção a realizar. - Operadores lógicos Permitem a integração de operadores lógicos na expressão que estamos a realizar. Para adicionar um operador à expressão deveremos clicar no mesmo. - Valores Ao seleccionar um campo, esta janela é automaticamente preenchida com a lista de valores correspondentes a esse campo. Para o adicionar à expressão, é necessário fazer duplo clique sobre ele. - Botões de Selecção Estes botões permitem definir como vai ser realizada a selecção e funcionam da mesma forma que foi descrita para a Selecção por layer: - Novo conjunto a selecção a realizar vai ser colocada num novo conjunto de dados, apagando qualquer selecção que estivesse definida anteriormente. - Adicionar ao conjunto a nova selecção vai ser somada a qualquer outra selecção que estivesse anteriormente definida no mesmo tema. - Seleccionar o conjunto Realiza a selecção das entidades com base nas entidades 79

80 desse tema que estavam já seleccionadas anteriormente. Depois de serem realizadas as selecções de entidades com base em qualquer dos métodos descritos anteriormente, existem duas ferramentas que permitem alterar as selecções realizadas: Invert selection Esta ferramenta permite apagar a selecção que estava feita e seleccionar todas as entidades que não estavam seleccionadas. Esta ferramenta encontra-se disponível em Selecção dentro do menú Vista e através do atalho na Barra de Ferramentas. Apagar Selecção Esta ferramenta permite desseleccionar todas as entidades de um tema que estavam seleccionadas. Esta ferramenta encontra-se no menú Capa ou através do atalho na Barra de Ferramentas. 80

81 Ferramentas de Localização Existem duas ferramentas que permitem localizar entidades com base nos seus atributos ou com base nas suas coordenadas: Localizador por Atributo Esta ferramenta permite fazer zoom sobre uma determinada área de um tema que possua um determinado atributo. Esta ferramenta está acessível através do menú Vista ou através do atalho na Barra de Ferramentas. Ao clicar nesta ferramenta surge uma nova janela que nos permite: - Capa Seleccionar o tema sobre o qual pretendemos realizar a localização por atributo - Campo Seleccionar o campo do tema que corresponde ao atributo que queremos localizar - Valor Seleccionar o valor do campo sobre o qual vamos fazer a localização Quando tivermos definido as opções, ao clicarmos em Zoom, a Vista será centrada sobre a área do tema a que correspondem o Campo e o Valor seleccionados. Center view to point Esta ferramenta permite localizar um ponto na Vista com base nas suas coordenadas, centrar a Vista nesse ponto e saber os atributos do tema activo nessas coordenadas. Esta ferramenta está disponível através do menú de Vista ou através do atalho existente na Barra de Ferramentas. 81

82 Quando seleccionamos esta ferramenta, surge uma nova janela que nos permite seleccionar as coordenadas x e y pretendidas e a cor com que queremos que o ponto correspondente seja representado. Ao clicar em Aceitar, a Vista é centrada nas coordenadas definidas e é apresentado um ponto que indica o sitio exacto onde se localizam as coordenadas. Para além disso, surge uma nova janela que mostra os atributos do tema activo nas coordenadas especificadas. 5 - Exportação de temas A exportação de temas permite que sejam salvos num novo tema algumas entidades que tinham sido seleccionadas. Este novo tema poderá estar no mesmo formato ou poderá ser exportado para um outro dos formatos suportados pelo gvsig. Caso antes da exportação não estejam seleccionadas quaisquer entidades, todas as entidades que compõem o tema serão exportadas. A ferramenta de exportação pode ser acedida através da opção Export to dentro do menú de Capa. Neste momento, o gvsig suporta a exportação de dados para formatos Oracle Spatial, Shapefile, dxf, PostGIS, GML, Raster e Annotation. 82

83 Exportar para shapefile Para exportar um tema ou as entidades seleccionadas para shapefile, é necessário seleccionar a opção SHP dentro do menú Export to.... Se estiverem seleccionadas algumas entidades dentro do tema a exportar, surgirá uma nova janela que indicará quantas entidades vão ser exportadas e se pretendemos continuar. Após a confirmação será apresentada a janela onde devemos indicar a localização em que o ficheiro será guardado. Quando a localização está definida, a exportação é realizada e, para terminar o processo, é apresentada uma nova janela que nos pergunta se queremos adicionar o tema que foi exportado à Vista. Exportar para dxf O processo de exportação para dxf é em tudo semelhante à exportação para shapefile. Para iniciar o processo de exportação devemos seleccionar a opção dxf dentro do menú Export to.... Também neste caso, se tivermos entidades seleccionadas, seremos informados de quantas entidades irão ser exportadas e se pretendemos continuar com a exportação dessas entidades. Depois de definirmos a localização para guardar o ficheiro, teremos também a opção de adicionar ou não o novo tema à Vista actual. 83

84 Exportar para PostGIS e Oracle Spatial A exportação de dados para bases de dados PostGIS e Oracle Spatial são muito semelhantes. Após seleccionar a opção pretendida no menú de Export to..., será também apresentada uma janela que nos indica quantas entidades estão seleccionadas e serão exportadas (isto apenas ocorre no caso de existerem entidades previamente seleccionadas no tema a exportar). Depois de definirmos quais são os dados que serão exportados, será apresentada uma nova janela em que deveremos introduzir o nome da tabela a criar na base de dados. Devemos ter muita atenção a este passo uma vez que se introduzirmos um nome igual a uma tabela já existente, e conforme a indicação dada na janela, a tabela que já se encontrava já base de dados com esse nome será apagada e os dados nela existentes eliminados. No caso de já termos uma ligação a uma base de dados PostGIS ou Oracle Spatial, a janela seguinte surge já com algumas das opções preenchidas com base nessa ligação já existente. Caso não esteja já estabelecida nenhuma ligação ou pretendamos exportar para outra base de dados, é necessário preencher alguns campos: - Nome da conexão Nome que pretendemos dar à conexão - Máquina IP do computador onde está alojada a base de dados - Porta Porta com a qual está a ser estabelecida a ligação ao serviço - Usuário Nome de utilizador aceite para estabelecer a ligação - Senha Palavra-passe necessária para validar a ligação - bd Base de dados espacial em que a nova tabela deve ser criada Quando temos os parâmetros preenchidos, clicamos em Aceitar e a exportação para a base de dados encontra-se concluída. 84

85 Exportar para GML O processo para exportar para GML é bastante semelhante ao descrito para shapefile e para dxf. Para iniciar a exportação para GML é necessário seleccionar a opção GML dentro do menú Export to.... Também neste caso, se estiverem seleccionadas algumas entidades, surge uma janela que avisa que apenas essas entidades serão exportadas e se pretendemos continuar. Depois de indicarmos qual a localização do novo ficheiro, uma última janela pergunta se queremos ou não adicionar este novo tema à Vista. Exportar para um tema Raster Através desta ferramenta é possível extrair partes de um tema raster com uma selecção da área de interesse na Vista ou através da definição das coordenadas. Para além disso, é possível mudar a resolução espacial da área de interesse ou de toda a imagem, escolher as bandas que vão ser extraídas ou gerar uma nova imagem raster com cada uma das bandas originais. Esta opção apenas fica disponível quando o tema activo na Tabela de Conteúdos é um tema raster. Quando está seleccionado um tema raster, é possível aceder à ferramenta através do menú Capa/Export to.... Quando esta opção é seleccionada surge uma nova janela que nos permite realizar as operações referidas anteriormente. 85

86 Corte de imagens O corte das imagens raster pode ser realizado com base em dois métodos distintos: - através das coordenadas (reais ou dos pixels) - através da selecção de uma área na Vista Para realizar o corte das imagens através das coordenadas é realizado com recurso às caixas de texto existentes na janela anterior. A opção das Coordenadas Pixel pode ser utilizada se a imagem não estiver georeferenciada, enquanto a opção de Coordenadas Reales só pode ser utilizada se a imagem estiver georeferenciada. Para a selecção de imagem a partir da Vista, existem duas ferramentas que permitem seleccionar a imagem na totalidade ou apenas uma parte. Permite seleccionar a totalidade da imagem para realizar o corte Permite seleccionar uma área específica da Vista. Para seleccionar a área de interesse é necessário colocar o cursor sobre a imagem, clicar e arrastar. Quando a área é definida, as caixas de texto são automaticamente preenchidas com as coordenadas. Quando a imagem foi seleccionada por qualquer um dos métodos descritos e a queremos guardar, clicamos em Save e indicamos onde queremos que a imagem seja guardada. As imagens cortadas desta forma serão guardadas em formato TIF. Alteração da Resolução Espacial Ao exportar uma imagem é também possível alterar a resolução espacial da mesma. Essas opções encontram-se na versão alargada da janela que surge quando seleccionamos a opção de exportar para raster. Para aceder à versão mais alargada da janela é necessário clicar no seguinte botão: 86

87 Dentro desta janela podemos definir a resolução que pretendemos para a imagem a ser exportada com base ou no Tamanho da célula ou pixel (Tamaño de celda) ou com base na Largura e Altura (Ancho x Alto) que pretendemos que a nova imagem tenha. Para além disso, é necessário definir o método que irá ser utilizado para a reamostragem dos valores dos pixels. Selecção de Bandas Na versão alargada da janela de exportação de imagens, a parte inferior da janela (Selección de Bandas) apresenta a lista de todas as bandas que compõem a imagem. Através das check-boxes é possível seleccionar quais das bandas pretendemos que façam parte da imagem que vamos exportar. A última opção Crear una capa por banda permite que sejam exportadas uma imagem para cada uma das bandas existentes. Exportar para um ficheiro de Anotações É possível exportar um qualquer ficheiro para um ficheiro de anotações ou de etiquetas. Este novo ficheiro permite dispôr de opções mais avançadas de edição de etiquetas. As características principais deste novo tema de anotações são as seguintes: 87

88 - Os novos temas são constituídos apenas pelas anotações - Os campos da tabela deste novo tema são apenas aqueles que se referem às formatações do texto das etiquetas (Texto, Fonte, Cor, Altura e Rotação) - O novo tema será sempre no formato.shp independentemente do formato do tema de origem. Para exportar para um ficheiro de anotações, em primeiro lugar devemos ter como activo, na Tabela de Conteúdos, o tema do qual queremos criar as anotações. Em seguida, deve ser seleccionada a opção Annotation dentro do menú Export to.... Ao seleccionar esta opção é apresentada uma janela que conduzirá o processo de criação do tema de anotações. Na primeira janela é necessário configurar dois parâmetros: - Duplicate control define a posição em que serão inseridas as anotações (Centered ou None) - Centered É criada uma etiqueta para cada valor e será inserida no centro de todas as etiquetas com o mesmo texto - None É criada uma etiqueta para cada um dos valores, mesmo no caso de existirem valores repetidos. - Choose de field to label Aqui deve ser escolhido o campo que contém o texto que queremos que seja mostrado na etiqueta. Na janela seguinte encontram-se as opções que permitem seleccionar os campos da tabela de atributos do tema original que contém as informações sobre a formatação do texto das etiquetas. Estas formatações não são obrigatórias, pelo que se pode deixar todas as opções como Default. As opções que podem ser customizadas são as seguintes: - Slope Escolher o campo que indica a rotação das etiquetas 88

89 - Color Escolher o campo que indica a cor das etiquetas - Height Escolher o campo que indica a altura das etiquetas - Units Permite definir se a altura dos campos definida é em pixels ou nas unidades usadas no mapa. - Font Escolher o campo que indica a fonte a ser utilizada nas etiquetas. Depois de exportado e adicionado à Vista, o tema de etiquetas pode ser editado. Para isso devemos clicar no tema com o botão do lado direito do rato na Tabela de Conteúdos e seleccionar a opção Start Edition. Ao seleccionar esta opção, o nome do tema passa a vermelho e uma nova ferramenta é adicionada à Barra de Ferramentas. Esta ferramenta vai permitir alterar individualmente a formatação de cada uma das etiquetas. Quando activamos a ferramenta e clicamos num ponto associado a uma das etiquetas surge uma nova janela que nos permite alterar o texto da etiqueta e alterar as restantes formatações a ela associadas. 89

90 No menú contextual que surge quando clicamos no tema na Tabela de Conteúdos também está disponível a opção de Propriedades. Dentro destas propriedades podem ser definidas algumas características das etiquetas: - Qual a unidade em que devem ser apresentadas as etiquetas na Vista (pixels ou metros) - Se pretendemos visualizar apenas o texto ( Draw text only seleccionada) ou também o ponto que indica a localização da etiqueta (não seleccionar Draw text only ). - Evitar que as etiquetas se sobre ponham (Activar Avoid overlays ) - Se pretendemos eliminar as anotações que se sobreponham (Activar Clear overlaying annotations ). Caso pretendamos adicionar o tema de anotações a uma outra Vista, isso pode ser realizado através do menú Adicionar capa. Na janela para adicionar temas devemos ir ao separador Annotation e clicar na opção Load para localizar o tema de anotações que queremos adicionar. Para além disso, devemos seleccionar quais as unidades em que as anotações devem ser apresentadas (pixels ou metros) e qual o Sistema de Referenciação (isto é de extrema importância para que as anotações sejam apresentadas na localização correcta). 90

91 Exportar como Imagem e WMC Exportar como Imagem O gvsig permite exportar a Vista que se encontra activa como uma imagem. Para isso é necessário, dentro do menú Vista, seleccionar a opção Exportar e Imagem. Ao seleccionarmos a opção, abre-se uma janela do explorador onde devemos escolher a pasta, o nome com que será guardado ficheiro e qual será a sua extensão. Estes ficheiros de imagem podem ser posteriormente adicionados à Vista recorrendo à ferramenta para adicionar temas. Exportar como Web Map Context Para além dos standards referidos anteriormente, o gvsig suporta também um outro standard definido pelo OGC: o WMC ou Web Map Context. 91

92 É possível reproduzir uma Vista constituida por temas de Web Map Services em qualquer plataforma que suporte WMC. Numa Vista que contenha informação proveniente de WMS, os temas podem ser exportados. Estes são exportados como um ficheiro XML com formato específico e com extensão.cml que pode ser importado por outra plataforma. Nesse ficheiro seguem as informações que permitem reproduzir a Vista que foi exportada. Actualmente, o gvsig apenas permite exportar para WMC, temas WMS. No entanto, no futuro será possível exportar todas os temas que estejam nos formatos standard definidos pelo OGC. Para exportar para WMC, devemos ter carregados numa Vista temas em formato WMS. Para iniciar a exportação, deve ser acedido o menú Vista e seleccionadas as opções Exportar e Web Map Context. Caso a opção Web Map Context não esteja disponível no menú Exportar isto deve-se ao projecto actual não conter qualquer tema WMS. É então apresentada uma nova janela com algumas propriedades que devem ser definidas para proceder à exportação. Project View Aqui podemos escolher qual das Vistas deste projecto pretendemos exportar para WMC. A Vista que se encontra actualmente activa é seleccionada por defeito. 92

93 Título Aqui pode ser definido qual o nome que a Vista vai ter quando o ficheiro.cml for carregado posteriormente. Por defeito, o nome apresentado é o da Vista actual, mas este pode ser alterado. ID Neste campo devemos introduzir um valor de identificador único que represente o ficheiro File Esta opção permite seleccionar a localização em que será armazenado o ficheiro e qual será o nome do ficheiro. Versió Permite definir que versão do WMC pretendemos utilizar. A versão mais recomendada e a mais recente é a 1.1.0, e é esta que é seleccionada por defeito. Existem no entanto algumas aplicações que estão limitadas a algumas versões específicas pelo que poderá ser necessário utilizar uma das outras versões disponíveis (0.1.4 ou a 1.0.0). Extensão As opções disponíveis permitem definir qual a extensão do mapa que vai ser exportado. Defined by the view's extent o mapa exportado terá a extensão que é visualizada actualmente na Vista. Use full extent Esta opção permite seleccionar a totalidade da extensão das layers WMS presentes e conforme esta está definida nos servidores de origem. Para além destas propriedades que devem ser definidas obrigatoriamente, existem outras propriedades cujo preenchimento é opcional. Estas podem ser acedidas clicando no botão Advanced. Estas definições são as seguintes: Resumo Podemos introduzir um resumo do que está representado neste ficheiro WMC. 93

94 Paraules clau (Palavras-chave) Permite inserir uma lista de palavras que facilitem a classificação deste WMC Description URL Permite indicar um website que se refira a este ficheiro WMC URL Logotipo Caso exista uma imagem associada com este ficheiro WMC, o link dessa imagem pode ser introduzido neste espaço. Tamany del mapa (píxels) Permite definir o tamanho de píxel que a Vista definida pelo ficheiro WMC terá. Por defeito, os valores seleccionados correspondem aos valores da Vista, no entanto estes podem ser alterados. Contact Info Informações que permitam contactar com o autor do ficheiro WMC. Importar um Web Map Context A importação de WMC permite abrir Vistas que contenham temas WMS que tenham sido criadas com outros programas ou tenham sido criadas por outros utilizadores de gvsig. Para ter acesso a essa opção devemos ter aberta uma Vista e aceder ao menú Vista e seleccionar Import e Web Map Context. Surge então uma nova janela que permite escolher o ficheiro que pretendemos importar e como queremos que os temas da Vista sejam apresentados. Depois de seleccionar o ficheiro WMC que pretendemos abrir, no lado esquerdo da janela, temos 3 opções em relação a como pretendemos adicionar os temas ao nosso projecto: New view É adicionada uma nova Vista ao projecto actual na qual é carregada a informação 94

95 especificada no ficheiro WMC. Layers in the current view Permite adicionar os temas constantes no WMC na Vista actual. Layers in other view Permite adicionar os temas constantes no WMC numa Vista já existente. Ao seleccionar esta opção, é apresentada por baixo uma lista com as Vistas existentes no projecto onde podemos seleccionar aquela a que pretendemos adicionar os temas. Quando tivermos terminado de seleccionar as opções, ao clicar no botão Open, os temas são importados conforme tenhamos definido. 95

96 6 - Trabalhar com imagens Raster Guardar como ficheiro Raster Para guardar um ficheiro raster, depois de adicionada a informação que queremos cortar numa Vista, devemos seleccionar a ferramenta ferramentas. (Guardar como Raster) que se encontra na barra de Em seguida, devemos seleccionar, sobre a Vista, o rectângulo que contém a área pretendida. Após seleccionada a área será apresentada uma nova janela. Caso a área seleccionada seja demasiado pequena, a nova janela não será apresentada e é necessário seleccionar uma área maior. As coordenadas dos cantos do rectângulo seleccionado são preenchidas automaticamente. Se pretendermos podemos alterar os valores indicados. Na área de Seleccion existem 3 métodos de selecção disponíveis para seleccionar: Escala Se estiver seleccionada esta opção, a caixa de texto de Escala e o menú de Resolution ficam activos. Ao introduzir um valor na caixa de escala e premindo o Enter, os valores de Mts/pixel, Amplària e Height são recalculados automaticamente. 96

97 Mts/pixel Se for seleccionada a opção de Mts/pixel, fica disponível a caixa de texto de Mts/pixel onde podemos definir o tamanho do pixel. Ao introduzirmos um valor e pressionar Enter, os valores de escala, altura e largura da imagem são preenchidos automaticamente. Size Ao seleccionar esta opção, ficam disponíveis as caixas de Amplària e de Height. Podem ser alterados qualquer um destes valores e o outro será recalculado automaticamente de forma a manter a proporção entre a largura e a altura da imagem. Os valores de Escala e de Mts/pixel são também recalculados automaticamente. As unidades em que estão expressos os valores podem ser também alteradas no menú à direita das caixas de texto onde são definidas a altura e a largura da imagem. 97

98 Quando temos definidas as propriedades da selecção, clicamos em Select e abre-se uma nova janela em que podemos definir a localização do ficheiro, o nome e a sua extensão. Depois de definido o nome e a extensão do ficheiro, fica disponível o botão de Propriedades que será diferente conforme a extensão do ficheiro que tivermos escolhido. No caso das propriedades do GeoTiff (Gtiff), ao clicarmos no botão é apresentada a seguinte janela de opções: 98

99 Block size Define a quantidade de informação que é lida de cada vez para que possa ser comprimida. Quanto maior for o Block Size definido maior será a velocidade de compressão, no entanto, será maior o volume de memória utilizado. Photometric Permite escolher de entre a lista de métodos de interpretação fotométrica. Interleave Esta opção refere-se à forma como a imagem é armazenada. A opção BAND corresponde ao que é chamado de Band-Interleaved ou Band-sequencial (BSQ) que é mais indicado para aceder à informação espacial ou à cor da banda da imagem. Por outro lado, a opção PIXEL corresponde à Band-Intervealed by Pixel (BIP) que é mais indicado para manipular uma imagem quando se pretende aceder à informação espectral da imagem. Algumas vezes os programas só suportam ficheiros armazenados com BIP. Compression Permite definir a compressão que deve ser utilizada de entre a lista de tipos de compressão disponíveis. Quando escolhemos a extensão jpg para a imagem as opções disponíveis nas propriedades são: Block size Define a quantidade de informação que é lida de cada vez para que possa ser comprimida. Quanto maior for o Block Size definido maior será a velocidade de compressão, no entanto, será maior o volume de memória utilizado. Compression Esta barra permite ajustar o nível de compressão a ser aplicado à imagem. Progressive Permite fazer jpg's progressivos que permitam uma visualização mais rápida com uma qualidade menor e que vai melhorando conforme se vai esperando. As opções para Jpeg2000 são semelhantes às do JPG, sem no entanto estar disponível a opção de realizar jpg's progressivos. Depois de termos definidos todas as propriedades relativas ao ficheiro raster que vamos criar e para iniciar o processo de geração do mesmo, devemos clicar em Ok. Surgirá uma barra de 99

100 progresso que nos indica a percentagem do processo que está concluída. Dependendo do tamanho da imagem e das opções que tomamos relativamente ao seu formato, o processo poderá demorar apenas alguns segundos ou pode demorar períodos mais longos. Quando o processo está concluído, é apresentada uma nova janela que nos indica qual a localização da imagem criada, o tempo que demorou o processo, o tamanho da imagem criada e se esta foi comprimida ou não. Para verificar que tudo correu bem com a criação da imagem e com a sua georeferenciação, podemos adicionar a nova imagem como um novo tema à Vista e aplicar uma transparência. Georeferenciação de imagens raster Com o gvsig pode ser feita a georeferenciação de imagens que se encontrem nos formatos.tif,.jpg,.gif e.png com recurso a informação de referência que esteja já georeferenciada e adicionada à Vista. Esta informação de referência poderá ser tanto vectorial, como raster. Depois de termos adicionada à Vista a informação que vai servir de referência para a 100

101 georeferenciação da nova imagem, temos de adicionar a nova imagem à Vista. A nova imagem pode ser carregada através do comando Adicionar Capa e seleccionando o separador Georeference. Para localizar a imagem a georeferenciar devemos clicar no botão Load. A opção Use image georeferentiation deverá ser utilizada no caso de a imagem já estar georeferenciada. Se esse for o caso, a imagem será adicionada à Vista com a georeferenciação que já estava definida para ela. Na opção abaixo devemos definir qual é a projecção que está definida na Vista actual. Ao clicarmos em Ok, a imagem é adicionada à Vista, aparecendo no centro da mesma. Na tabela de conteúdos, a imagem é assinalada com um asterisco o que indica que este é o tema sobre o qual irá ser realizado o processo. Para além disso, surge uma nova janela que nos permitirá definir os pontos de controlo para a georeferenciação da imagem. 101

102 A localização em que foi adicionada a imagem que pretendemos georeferenciar poderá não ser a mais adequada para seleccionarmos os pontos de controlo necessários. Existem algumas ferramentas disponíveis que nos permitem redimensionar a imagem ou movê-la para uma posição mais favorável para proceder à sua georeferenciação. Se seleccionarmos a imagem que pretendemos georeferenciar na Tabela de Conteúdos, ficam disponíveis quatro novos botões na barra de ferramentas. Estas ferramentas permitem realizar as seguintes alterações: Permite mover a imagem para outra localização na Vista, o que permite colocar a imagem mais próximo da área a que se refere e assinalar mais facilmente os pontos de controlo. Permite redimensionar a imagem que pretendemos georeferenciar. Permite retornar com a imagem a georeferenciar a um estado anterior, quer seja em termos de dimensão, quer seja em termos de localização da imagem. Permite refazer uma alteração à imagem a georeferenciar que tinhamos desfeito entretanto. Depois de colocarmos a imagem na posição que nos parece mais adequada para proceder à georeferenciação, podemos iniciar o processo. Para isso devemos clicar no botão que activa o comando que permite definir o primeiro ponto de controlo e seguimos os seguintes passos: Sobre a imagem a georeferenciar clicamos num ponto com o qual consigamos estabelecer uma correspondência na base cartográfica já georefenciada (por defeito, a imagem irá desaparecer ao clicarmos no ponto, mas se considerarmos necessário podemos alterar esta definição no separador de opções da janela de Georeference Image ) Sobre a base cartográfica já georeferenciada, clicamos sobre o ponto que corresponde ao ponto que indicamos na imagem a georeferenciar. Os pontos que indicamos ficam representados com uma simbologia diferente. O ponto sobre a imagem a georeferenciar é indicado com um círculo vermelho com uma cruz por cima, enquanto que o ponto sobre a base georeferenciada é indicado por um quadrado azul com uma cruz por cima. Se clicarmos no botão a janela de georeferenciação será ampliada e surgirão mais algumas opções como se pode verificar na imagem abaixo. 102

103 A imagem do lado esquerdo apresenta o ponto de controlo que definimos sobre a imagem a georeferenciar e a imagem do direito representa o ponto correspondente indicado sobre a base georeferenciada. Recorrendo aos botões ao centro podemos fazer mais ou menos zoom sobre cada uma das imagens e ajustar a localização de qualquer um dos pontos clicando sobre o mesmo e arrastandoo para a localização pretendida. Se soubermos as coordenadas de um determinado ponto da imagem a georeferenciar podemos utilizar essa informação para georeferenciar a imagem. Para isso clicamos no ponto do qual conhecemos as coordenadas sobre a imagem e posteriomente introduzimos as coordenadas nos campos X' e Y'. Caso algum dos pontos ou todos os pontos que definimos estejam incorrectos podemos recorrer às ferramentas pontos definidos. e para, respectivamente, apagar o ponto actual ou para apagar todos os Para que a georeferenciação possa ser realizada devem ser seleccionados um mínimo de 3 pontos de controlo. No entanto, para permitir uma georeferenciação mais correcta, é recomendavél que sejam indicados 9 pontos o mais espaçados possível dentro da imagem para tentar minimizar as distorções nas áreas que não tenham nenhum ponto de controlo. A barra permite navegar entre todos os pontos de controlo definidos e verificar as suas coordenadas e os desvios associados a eles que são apresentados na tabela do lado. 103

104 Ao analisarmos os erros associados a cada um dos pontos podemos verificar existem pontos com um erro demasiado elevado e que podem prejudicar demasiado o resultado final da georeferenciação. Nesses casos, é possível desactivar os pontos de maneira a que não entrem nos cálculos de georeferenciação sem haver necessidade de os eliminar. Para isso basta activar ou desactivar a check box Active que se encontra ao lado da informação das coordenadas dos pontos. O separador de Tabla permite consultar toda a informação relativa aos pontos definidos como as coordenadas, erro em x e y e erro e o Root Mean Square que reflecte os desvios do ponto. Depois de definirmos os pontos de controlo temos a possibilidade de gravar os pontos de controlo ou de adicionar mais pontos de controlo a partir de outros ficheiros através das seguintes ferramentas: permite gravar os pontos definidos para um ficheiro com a extensão.rmf que é associado à imagem permite gravar toda a informação associada aos pontos (coordenadas e erros) num ficheiro.csv permite carregar a informação de pontos associados à imagem e que estejam armazenados num ficheiro.rmf permite carregar pontos de controlo que estejam armazenados num ficheiro.csv O separador de Opções permite configurar algumas definições relativas ao processo de georeferenciação: 104

105 Mostrar numeración de GCP's permite ligar ou desligar a visualização da numeração dos pontos de controlo na Vista Crear fichero de georreferenciación (worldfile) permite activar e desactivar a criação automática de ficheiros de georeferenciação associados à imagem. Include the errors in the CSV file permite escolher se pretendemos ou não que os valores dos erros sejam integrados nos ficheiros CSV exportados Hide the layer after de first point permite escolher se pretendemos ou não que a imagem seja apagada após escolhermos o ponto de controlo. Isto poderá facilitar a selecção do ponto correspondente na base georeferenciada. Center view in the selected point permite escolher se pretendemos que a Vista seja ou não centrada no ponto que seleccionamos. Disable the point layer after the first point permite escolher se pretendemos ou não que os pontos já seleccionados sejam apagados ou não após seleccionarmos o primeiro ponto. Brilho, contraste e realce de imagens raster A alteração das propriedades relativas ao brilho, contraste e realce das imagens pode ser bastante útil para um melhor visualização das mesmas ou para destacar um determinado aspecto relevante da mesma. Com o gvsig estas alterações à apresentação das imagens raster pode ser realizada através da opção Propriedades da cobertura que fica disponível quando clicamos com o botão do lado direito do rato sobre um ficheiro raster na Tabela de Conteúdos. 105

106 Na nova janela que é apresentada devemos aceder ao separador de Realce onde se localizam as propriedades referidas anteriormente. Embora as opções se encontrem desactivas por defeito, as mesmas podem ser activadas através das check boxes no topo de cada um dos paíneis. Se depois de definirmos valores em qualquer uma das propriedades, desactivarmos as check boxes, os valores definidos não serão aplicados à imagem. Para definir novos valores de brilho e contraste para a imagem podemos utilizar as barras horizontais ou introduzir os valores nas caixas de texto disponíveis à direita das caixas. Os valores destas propriedades variam entre os -255 e os 255. Caso a check box Preview esteja seleccionada, a imagem será actualizada automaticamente sem ser necessário recorrer aos botões de Aplicar ou de Aceitar. 106

107 Aplicar Transparência a pixels O gvsig, para além de permitir aplicar transparência à totalidade de uma imagem raster, permite aplicar transparência a determinados pixels baseado na cor dos mesmos. Acedendo às propriedades do raster e seleccionando o separador de Transparência surge a janela que nos permite escolher as cores dos pixels a que pretendemos aplicar transparência. Seleccionando a opção Activate ficam disponíveis as caixas de texto onde podemos introduzir os valores RGB dos pixels a que queremos aplicar transparência. As opções And e Or disponibilizam duas formas distintas de seleccionar os pixels. No caso de seleccionarmos a opção And apenas aos pixels que tenham os 3 valores RGB iguais aos valores que definimos, será aplicada a transparência. No caso de seleccionarmos a opção Or bastará que apenas um dos valores RGB do pixel corresponda ao que definimos para que seja aplicada transparência a esse pixel. Após definirmos os valores RGB e o operador a utilizar, bastará premir o botão para adicionar esse critério à lista do lado direito. Podem ser adicionados diversos critérios em simultâneo à lista. Caso pretendamos remover um conjunto de valores da lista do lado direito, basta seleccionar o conjunto a eliminar na lista do lado direito e premir o botão. Seleccionar uma imagem raster Quando estamos a trabalhar com muitas imagens raster ao mesmo tempo (por exemplo com um conjunto de ortofotos) pode tornar-se um pouco complicado perceber efectivamente com qual das imagens estamos a trabalhar. Para ajudar a identificar e seleccionar uma imagens nestes casos, o gvsig dispõe de uma 107

108 ferramenta que permite clicar numa imagem e fazer com que essa imagem seja seleccionada na Tabela de Conteúdos. Essa ferramenta pode ser acedida através do botão na barra de ferramentas ou do menú Vista e Selecção. Depois de seleccionada a ferramenta, basta clicar sobre a imagem que pretendemos seleccionar na Vista e, automaticamente, a imagem correspondente fica seleccionada na Tabela de Conteúdos. 108

109 7 Tabelas de Atributos Designam-se por Tabelas de Atributos, aos documentos em que se encontra armazenada a informação alfanumérica relativa a entidades geográficas. As tabelas de atributos são constituidas por linhas ou registos que correspondem às diversas entidades que constituem o tema, e por colunas ou campos em que se encontram os diferentes atributos das entidades. Linha ou Registo representa a informação de cada uma das entidades que compõem o tema em causa Coluna ou Campo representa os diversos atributos que estão associados às entidades Célula corresponde ao cruzamento de uma linha com uma coluna. Ou seja, indica qual é o valor de um determinado atributo para uma determinada entidade. Informação dos registos No canto inferior esquerdo da janela é apresentada a informação referente ao total de registos existentes na tabela e quantos deles se encontram actualmente seleccionados. Os registos presentes na tabela podem ser seleccionados clicando neles com a tecla esquerda do rato. Caso se pretenda seleccionar diversos registos em simultâneo pode clicar-se com a tecla esquerda do rato mantendo premidos as teclas de Ctrl ou de Shift. Adicionar tabelas A adição de tabelas em gvsig pode ser realizada através do Gestor de Projectos. 109

110 No Gestor de Projectos devemos seleccionar o tipo de documentos Tabela e premir o botão Novo. Irá surgir uma nova janela que nos permite seleccionar a tabela que pretendemos adicionar. Esta poderá ser adicionada a partir de um ficheiro ou a partir de uma ligação a uma base de dados externa. No caso de pretendermos adicionar a partir de um ficheiro devemos clicar em Adicionar e seleccionar na janela do Explorador que se abre qual a tabela que pretendemos adicionar ao projecto. Estas tabelas poderão estar em formato.dbf e.csv. 110

111 Caso a tabela a adicionar seja proveniente de uma ligação a uma base de dados externa, é necessário seleccionar o separador Base de Dados e preencher as propriedades que permitirão ao software aceder a essa base de dados. O gvsig consegue importar tabelas de diversos tipos de bases de dados como sejam ODBC, GDBMS HSQLDB, MySQL, PostgreSQL ou Oracle. Em qualquer dos casos, depois de definir a tabela a adicionar, devemos clicar em Aceitar e a tabela será importada e apresentada. Se consultarmos o Gestor de Projectos, será possível verificar também que a tabela se encontra listada. Quando nos encontramos a trabalhar com uma Vista e consultamos a Tabela de Atributos de um determinado tema através da ferramenta, a tabela de atributos desse tema é apresentada e, a partir desse momento, a mesma é também adicionada às tabelas presentes no Gestor de Projectos. Propriedades das Tabelas Quando a tabela já está adicionada ao projecto podemos aceder e editar algumas propriedades dessa tabela. Essas propriedades podem ser acedidas seleccionando uma tabela no Gestor de Projectos e clicando no botão Propriedades. 111

112 Podem ser editadas 4 propriedades de uma tabela: Nome: Permite alterar o nome da tabela Data de Criação: Permite alterar a data em que a tabela foi adicionada ao projecto Proprietário: Permite indicar o nome do proprietário ou responsável pela Tabela Comentários: Permite escrever alguns comentários em relação à tabela que possam esclarecer as pessoas que possam aceder ao projecto Estatísticas das Tabelas Quando estamos a visualizar os dados existentes numa tabela podemos também consultar algumas estatísticas associadas aos campos numéricos que fazem parte da tabela. Para consultar as estatísticas de um campo devemos seleccionar esse campo clicando no nome do mesmo no topo da tabela. Se esse campo for numérico (condição obrigatória para consultar as estatísticas) ficará disponível na barra de ferramentas o botão ou através do menú Tabela. São calculadas algumas estatísticas básicas como a Soma, a Média, Valores Máximos e Mínimos, Intervalo, Variância e o Desvio-Padrão e apresentadas numa janela. 112

113 Podem ser calculadas estatísticas relativas a apenas alguns dos registos da tabela. Para isso, depois de seleccionar o campo sobre o qual queremos obter as estatísticas, devem ser seleccionados os registos que queremos que sejam tidos em conta para o cálculo das estatísticas. Ao clicar no comando de estatísticas surge a janela com os valores das estatísticas relativas aos registos que se encontravam seleccionados. Filtros Os filtros permitem seleccionar registos da tabela com base nos seus atributos com recurso a operadores e a opções de cálculo que se encontram disponíveis. Para aceder à janela de Filtros deve utilizar-se o botão ferramentas ou através do menú Tabela. que se encontra na barra de A janela que surge subdivide-se em 5 áreas principais: Campos Aqui encontram-se listados todos os campos que fazem parte da tabela de atributos do tema. Para adicionar um dos campos à expressão, basta fazer duplo clique sobre o nome do campo. Operadores Estes são os operadores lógicos que podemos adicionar à expressão que constituirá a nossa inquirição. Para adicionar um operador à expressão basta clicar sobre o mesmo. Valores Ao seleccionarmos um campo na lista do lado esquerdo, esta janela é automaticamente preenchida com os valores que as entidades têm nesse campo. Para adicionar um destes valores à expressão basta fazer duplo clique sobre o valor pretendido. Expressão No canto inferior esquerdo encontramos a janela em que é descrita a inquirição que vamos realizar. Embora possamos adicioná-la clicando sobre os diversos campos, operadores ou valores, podemos também escrever a expressão directamente neste espaço. Opções de Selecção No canto inferior direito encontram-se as 3 distintas opções de 113

114 selecção: Novo Conjunto permite seleccionar todos os registos que correspondem ao critério definido num novo conjunto, apagando toda e qualquer selecção que tivesse sido realizada anteriomente. Adicionar ao conjunto permite adicionar os registos que correspondem ao critério definido a um conjunto que tivesse sido seleccionado anteriormente, ou seja, não elimina a selecção que tinha sido realizada anteriormente. Seleccionar o conjunto - Permite seleccionar os registos que correspondem ao critério definido dentro de um conjunto de registos que estava previamente seleccionado. Reordenamento de registos Existem algumas ferramentas que permitem reordenar os registos de uma tabela de atributos de maneira a que possamos consultá-los com maior facilidade. Essas ferramentas permitem ordenar os registos por ordem ascendente ou descendente ou promover para o topo da tabela um conjunto de registos que esteja seleccionado. As ferramentas que permitem ordenar os registos de forma ascendente ( descendente ( Tabela. ) ou de forma ) encontram-se disponíveis na barra de ferramentas ou através do menú de A ordem ascendente ordena os valores numéricos do mais pequeno para o maior e os campos de texto de A a Z. Por oposição a ordem descendente ordena os valores numéricos do maior para o menor e os campos de texto de Z a A. Após aplicarmos um filtro numa tabela de atributos para seleccionarmos alguns registos, esses registos ficam espalhados pela tabela, se os quisermos visualizar todos em sequência podemos utilizar a ferramenta na barra de ferramentas ou através do menú Tabela. União e Ligação de Tabelas 114

115 As ferramentas de União ( ) e de Ligação ( base num campo que ambas tenham em comum. ) permitem juntar duas tabelas distintas com Os passos para realizar ambas as operações são bastante semelhantes. Depois de clicar no botão correspondente na barra de ferramentas ou no menú Tabela devem ser seguidos os seguintes passos: 1. Seleccionar a tabela inicial da União/Ligação (Tabela principal para onde vão ser integrados os dados): 2. Seleccionar o campo da tabela inicial que vai servir de referência para a União/Ligação: 3. Seleccionar a tabela que vai ser unida/ligada à primeira tabela: 4. Seleccionar o campo da segunda tabela que será tido em conta para a União/Ligação das tabelas: 115

116 Quando o processo estiver concluído, ao abrirmos a tabela verificamos que os campos que foram incorporados na tabela podem ser identificados pelo nome uma vez que, no caso de uma União, o nome do campo integrado passou a ser join_nome do campo. No caso de uma ligação, os campos integrados passam a ter o nome link_nome do campo. O que distingue uma União de uma Ligação é que, numa União, os dados são adicionados à tabela inicial e se os dados da tabela que foi adicionada forem alterados, essas alterações não se irão reflectir na tabela inicial. No caso de uma Ligação, todas as alterações à tabela secundária vão reflectir-se nos dados apresentados na tabela inicial. 8 Calculadora de Campos A Calculadora de campos permite realizar diversos cálculos com os campos de uma tabela de atributos. Esses cálculos poderão ser para obter áreas, comprimentos, converter formatos de dados, obter novos valores com base em dados já existentes, etc. Para aceder à Calculadora de campos deve estar iniciada uma sessão de edição. A edição pode ser de um tema que esteja já adicionado à Vista e que pode ser iniciada através do menú contextual que é apresentado quando clicamos sobre o tema na Tabela de Conteúdos. Pode ser também a edição de uma tabela de atributos que tenhamos adicionado ao projecto o que implica que a sessão de edição seja iniciada através da opção Start Edition no menú Tabela. No caso de um novo tema que tenhamos acabado de criar, ele é adicionado automaticamente com a sessão de edição iniciada. 116

117 Quando a sessão de edição estiver iniciada, podemos aceder à tabela de atributos e seleccionar o campo no qual vamos realizar as operações com a Calculadora de campos. Para isso é necessário clicar no cabeçalho onde se encontra o nome do campo. Nesse momento fica disponível o botão que permite aceder à Calculadora de campos. A primeira vez que acedemos à Calculadora de campos é apresentada uma janela que indica que os operadores estão a ser carregados. Ao terminar o carregamento é apresentada a Calculadora de Campos. A Calculadora está dividida em 3 secções distintas. A primeira dessas secções é a de Information. Nesta janela são apresentadas as informações referentes aos campos ou aos comandos que são seleccionados na secção abaixo. No caso de ser seleccionado o nome de um campo ( Field ), a janela de informação é preenchida com o nome do campo em questão e o tipo desse campo (No exemplo acima trata-se de um campo numérico). Se seleccionarmos um comando ( Commands ), a janela de informação é preenchida com informações relativas a esse comando. No exemplo abaixo, referente ao comando sqrt são apresentadas as seguintes informações: Operator Indica qual é o comando seleccionado e a expressão que permite que ele seja executado Parameter - Indica qual o tipo do campo que deve ser introduzido como parâmetro para permitir que o cálculo seja realizado. Estes parâmetros podem ser de 3 tipos diferentes: Numerical (campo com números inteiros ou decimais), 117

118 String (campo de texto) Date (campo com uma data). Returns Indica o tipo de dados que são devolvidos como resultado dos cálculos realizados. Os resultados obtidos podem ser: Numeric - o resultado será um número inteiro ou decimal Boolean - devolve um valor de verdadeiro ou falso. No caso de o campo em que os resultados vão ser apresentados ser um campo numérico, os resultados vão ser apresentados como 1 ou 0 conforme os resultados sejam True ou False. Date o resultado será devolvido na forma de uma data pelo que o campo de saída deverá ser desse tipo. Descrição É apresentada uma breve descrição do comando seleccionado bem como algumas condições especiais associadas a ele que possam existir. A secção seguinte da janela disponibiliza dois separadores distintos: Geral e Advanced. No separador Geral estão disponíveis três conjuntos de opções: Fields Indica o nome de todos os campos que se encontram na tabela de atributos que está a ser trabalhada e que contêm dados que podem ser utilizados para os cálculos. Tipo Os comandos que se encontram disponíveis depende do tipo seleccionado. Commands Aqui estão listados os comandos que permitem construir as expressões e realizar os cálculos. No separador Advanced podem ser carregadas expressões gravadas que se encontrem guardadas previamente num ficheiro de Python. Após seleccionar um ficheiro que contenha uma expressão podemos clicar no botão Evaluate para verificar se a expressão está correcta ou não. A última secção da Calculadora de Campos é a de Expressão. 118

119 Aqui é indicado qual é o campo em que serão introduzidos os resultados dos cálculos a realizar ( Column: ) e é apresentada a expressão que vai ser calculada. Para adicionar campos ou comandos da secção anterior à expressão basta fazer duplo clique sobre o nome do mesmo. 9 Ferramentas de Edição As ferrramentas de edição podem subdividir-se em dois conjuntos distintos. Por um lado, existem as ferramentas de edição gráfica que permitem criar, editar e eliminar elementos gráficos de um tema. Por outro lado, estão disponíveis as ferramentas de edição alfanumérica que permitem introduzir, editar e eliminar os atributos associados aos elementos gráficos existentes. Quer pretendamos realizar uma edição gráfica ou alfanumérica é necessário que esteja iniciada uma sessão de edição de um tema. Para iniciar a sessão de edição é necessário clicar sobre o tema que pretendemos editar na Tabela de Conteúdos e seleccionar a opção Start Edition. O tema que estamos a editar fica de imediato indicado com letras a cor vermelha na Tabela de Conteúdos. Ficam também disponíveis dois novos conjuntos de botões na barra de ferramentas que correspondem às funcionalidades de inserção e de modificação de elementos. Os botões de inserção disponíveis dependem do tipo de implementação gráfica do ficheiro que estamos a editar 119

120 (pontos, linhas ou polígonos). Os comandos que se encontram nestas barras podem também ser acedidos através do menú Geometry. Na Vista Geográfica surge também uma nova ferramenta: a Consola de Comandos. Esta ferramenta permite introduzir comandos através do teclado que depois serão executados sobre os elementos da Vista Geográfica. Esta ferramenta pode ser minimizada ou maximizada com recurso aos dois botões existentes no canto superior da janela. Os comandos ou ordens devem ser introduzidos com o teclado e depois deve ser premida a tecla Enter. Quando os comandos são introduzidos são apresentadas as opções disponíveis para continuar a edição. Por exemplo, ao introduzir o comando Rectangle, aparece a indicação que devemos seleccionar qual o primeiro ponto do rectângulo que pretendemos desenhar. Depois de introduzir o ponto inicial surge a lista de opções que nos indica que devemos clicar no canto oposto do rectângulo que pretendemos criar ou então introduzir a opção C para indicar que pretendemos desenhar um quadrado ( square ). É possível editar diversos temas ao mesmo tempo sendo que as alterações realizadas são realizadas sobre o tema que estiver activo na Tabela de Conteúdos. Para terminar a edição de um tema é necessário clicar sobre o tema na Tabela de Conteúdos e no menú contextual que surge seleccionar a opção de Finish Edition. 120

121 Propriedades da Edição Após ter iniciado uma sessão de edição, surge uma nova opção no menú contextual disponível ao clicarmos num tema na Tabela de Conteúdos. Essa é a opção de Edition Properties. Snapping Ao aceder à opção de Edition Properties, as primeiras opções que podemos configurar referemse ao snapping. O snapping é o que permite que dois elementos sejam movidos até que se toquem e as coordenadas dos pontos que os unem sejam as mesmas. Por exemplo, ao vectorizar um tema de 121

122 linhas nem sempre é fácil vectorizar e garantir que duas linhas se tocam. O snapping permite que, se dois pontos de duas linhas distintas estiverem a menos de uma distância de tolerância determinada, a linha que estamos a desenhar seja esticada de maneira a que os dois pontos tenham as mesmas coordenadas e a ligação entre ambas seja garantida. As opções de snapping que podem ser configuradas no gvsig são: Tolerância do snapping (Snap Tolerance) permite definir a distância de tolerância para o snapping. Por exemplo para uma tolerância de 4 pixels, os pontos que distem 4 ou menos pixels de outro ponto existente terão as mesmas coordenadas. Temas utilizados para o snapping permite seleccionar quais os temas que se encontram na Vista que podem ser utilizados para realizar o snapping. Para seleccionar um tema basta seleccionar a check-box que se encontra ao lado do nome do tema na tabela que é apresentada. Maximum features edition cache Este valor representa o máximo de entidades que são armazenadas em cache para a realização do cache. Aumentar este número aumenta a velocidade das operações de snapping mas requer a utilização de mais memória. Flatness No gvsig, as linhas curvas e os círculos são compostas por um conjunto de secções rectas. Esta configuração permite definir qual será o tamanho mínimo dessas secções. Para isso devemos introduzir o valor que pretendemos na caixa de texto disponível. Grid Esta opção permite configurar uma grelha que pode ser apresentada sobre os gráficos representados na Vista Geográfica. Esta grelha poderá ser importante para facilitar o desenho dos objectos dando uma melhor percepção da distância entre eles e permitindo realizar um melhor alinhamento dos mesmos. As opções que podem ser configuradas são as seguintes: Show grid permite configurar se a grelha será ou não visível na Vista Geográfica Adjust grid se esta opção estiver seleccionada, os pontos que forem definidos para os objectos a serem desenhados apenas poderão corresponder com os pontos que constituem a 122

123 grelha. Distâncias X e Y Permite definir qual é o intervalo entre os pontos da grelha em X e em Y. Limit rows in memory Esta opção permite definir quantas linhas são guardadas em memória para serem processadas. Quanto maior o número de linhas guardadas mais rápidas serão as operações a realizar. Pilha de Comandos Quando estamos a realizar a edição de um tema por vezes temos necessidade de desfazer algumas das alterações que realizamos. Para além das ferramentas habituais de Undo ( ) e Redo ( ), o gvsig disponibiliza uma outra ferramenta que permite uma maior controlo sobre as operações que estam os a desfazer ou refazer. Essa ferramenta é a Pilha de Comandos que pode ser acedida através do botão ou através do menú File. Ao acedermos à Pilha de Comandos após termos realizado algumas operações de edição, é-nos apresentada uma janela com a lista de operações que foram realizadas sobre o tema. As operações que aparecem listadas são apenas aquelas que se realizaram após a última vez que as alterações ao tema foram gravadas. 123

124 Através da barra lateral que surge no lado esquerdo da janela é possível fazê-la deslizar e seleccionar os comandos que pretendemos desfazer. Ao seleccionarmos desfazer alguns dos comandos, a Vista Geográfica vai automaticamente reflectindo essas alterações. De notar que a Pilha de comandos não permite desfazer um comando específico da lista. Ou seja, para desfazermos um comando é necessário retroceder até ao momento em que esse foi executado, desfazendo igualmente todos os comandos que foram realizados entretanto. Por exemplo, se executarmos 10 comandos de edição e se depois quisermos desfazer o 5º desses comandos temos de desfazer os comandos do 5º ao 10º. As vantagens de utilizar a Pilha de Comandos residem no facto de podermos desfazer todas as alterações de uma vez e termos uma melhor noção de que comandos estamos a desfazer. Ferramentas de Desenho A criação de novos objectos pode ser realizada com recurso às ferramentas de desenho e clicando sobre a Vista ou utilizando a Consola de Comandos. Desenho através da Consola de Comandos Para introduzir pontos através da Consola de Comandos podem ser utilizados dois tipos de coordenadas: Coordenadas Cartesianas: definem um ponto baseado nas coordenadas X e Y. Coordenadas Polares: definem um ponto baseado numa distância e num ângulo em relação ao eixo horizontal As coordenadas ao serem introduzidas podem também ser absolutas ou relativas conforme se refiram à distância à origem das coordenadas ou se refiram ao ponto que foi introduzido anteriomente. Os valores de X e Y devem ser introduzidos separados por uma vírgula. Estes valores podem ser 124

125 positivos ou negativos e inteiros ou decimais. Os números decimais devem ser indicados com. a separar a parte inteira do valor da parte decimal. As coordenadas do primeiro ponto que introduzimos devem ser absolutas uma vez que não existe outro ponto que possa ser tido como referência sem ser o ponto de origem das coordenadas. A partir daí podem ser utilizadas coordenadas relativas que devem apenas ser utilizadas se soubermos as coordenadas do novo ponto a partir do anterior. Para introduzir coordenadas relativas devemos colocar o antes dos valores de X e Y que indicam a distância do ponto em relação ao anterior. As coordenadas polares indicam a localização do novo ponto com base na sua distância e o ângulo em relação ao ponto anterior. O valor da distância e do ângulo são separados pelo símbolo <. Os valores dos ângulos aumentam no sentido contrário aos ponteiros do relógio e diminuem no sentido dos ponteiros do relógio. Esta forma de introdução dos pontos é válidas para todos os tipos de temas vectoriais quer sejam de pontos, linhas ou áreas. Desenho através das ferramentas As ferramentas que permitem criar novos elementos gráficos encontram-se dentro da barra de ferramentas Insert ou no menú Geometry opção Insert. As ferramentas que se encontram disponíveis dependem do tipo de ficheiro que estamos a editar. Por exemplo, quando estamos a editar um tema de polígonos as ferramentas de pontos não estão disponíveis uma vez que os pontos apenas podem ser inseridos em temas de pontos. Da mesma forma, quando estamos a editar um tema de pontos as ferramentas de linhas e polígonos também não estão disponíveis. 125

126 Point ( ) Para introduzir um ponto apenas é necessário, depois de seleccionar a ferramenta de ponto, clicar sobre a Vista Geográfica no local onde pretendemos localizar o ponto. Para criar um ponto a partir da Consola de Comandos basta escrever a expressão point e depois introduzir os pontos clicando na Vista ou introduzindo as coordenadas na Consola tal como foi explicado no ponto anterior deste manual. Multipoint ( ) Um tema de multipontos é constituído por diversos pontos que na realidade funcionarm como apenas uma entidade, partilhando todos os seus atributos alfanuméricos. Ao seleccionar um dos pontos de um tema de multipontos, todos eles ficam automaticamente seleccionados. Para criar os pontos referentes a um tema de multipontos é necessário seleccionar a ferramenta correspondente e clicar sobre a Vista Geográfica. Quando estiverem introduzidos todos os pontos, devemos clicar com o botão direito do rato sobre a Vista e, no menú contextual apresentado seleccionar a opção End. Para criar os pontos de um tema de multipontos através da Consola de Comandos é necessário escrever a expressão multipoint e depois introduzir os pontos através da Vista ou escrevendo as coordenadas dos mesmos. Para terminar a introdução devemos escrever o comando E e premir Enter. Line ( ) Esta ferramenta permite inserir segmentos de recta que compõem a linha que representa a entidade. Depois de introduzir o primeiro ponto, uma linha é esticada desse ponto até ao cursor o que permite previsualizar qual será a posição da linha que vamos traçar. Para criar uma linha através da Consola de Comandos é necessário escrever a expressão line e posteriormente introduzir os vértices da linha clicando na Vista ou escrevendo as coordenadas na Consola. Arc ( ) Esta ferramenta permite inserir um arco indicando 3 pontos que serão o seu ponto inicial, final e o ponto intermédio por onde um círculo imaginário, do qual o arco faria parte, passaria. Se preferirmos utilizar a Consola de comandos para introduzir o arco devemos utilizar a expressão arc. Em seguida, será solicitado que sejam introduzidos sucessivamente os 3 pontos necessários para representar o arco. Polyline ( ) Esta ferramenta permite desenhar linhas rectas na Vista Geográfica. A diferença entre esta ferramenta e a ferramenta line é que esta ferramenta permite inserir arcos pelo meio das linhas e permite também fechar a polilinha criando um polígono. Para introduzir a polilinha deve ser indicado na Vista Geográfica qual o ponto inicial e devem ser posteriormente indicadas as localizações dos restantes pontos clicando com o botão esquerdo do rato. Para introduzir um arco na polilinha devemos clicar com o botão do lado direito do rato 126

127 e seleccionar a opção Internal arc. Ao mover o rato depois de seleccionar esta opção é apresentada uma previsão do arco que será criado ao clicarmos com o botão esquerdo do rato numa localização. Para voltar a desenhar linhas devemos clicar com o botão direito do rato e no menú contextual devemos seleccionar a opção Internal line. Se quisermos desenhar uma linha que feche a polilinha fazendo o último ponto corresponder com o primeiro devemos no menú contextual seleccionar a opção Close polyline. Tal como acontecia com as restantes ferramentas, também é possível desenhar polilinhas com recurso à Consola de Comandos. Para isso é necessário introduzir a expressão polyline. Depois de introduzir as coordenadas do primeiro ponto, podemos introduzir um segundo ponto ou introduzir os comandos A para desenhar um arco ou C para fechar a polilinha. Depois de introduzir um arco podemos voltar a introduzir linhas com o comando N. Polygon ( ) Esta ferramenta permite desenhar polígonos regulares que serão tratados como polilinhas. Para introduzir o polígono, depois de seleccionar a ferramenta, devemos clicar na Vista Geográfica no ponto central do polígono. De imediato surge uma previsualização do polígono que vamos criar. Clicando com o botão direito do rato podemos seleccionar no menú contextual se pretendemos que o polígono seja inscrito ou circunscreva o círculo apresentado. Para alterar o número de lados do polígono a desenhar, devemos introduzir o número de lados pretendido na Consola de Comandos imediatamente após seleccionarmos a ferramenta de polígonos. Se pretendermos desenhar um polígono apenas com recurso à Consola de Comandos devemos introduzir a expressão polygon, definir o número de lados do polígono, as coordenadas do ponto central do polígono, definir se o polígono deve ser inscrito ou circunscrito no círculo com recurso aos comandos I ou C e, por último, definir o raio do polígono nas unidades que estão definidas para a Vista. 127

128 Rectangle ( ) Esta ferramenta permite desenhar um rectângulo indicando dois dos seus vértices diagonalmente opostos. Depois de seleccionar a ferramenta devemos indicar a posição de um dos vértices do rectângulo. Ao movermos o rato verificamos que é apresentada uma previsão do rectângulo que estamos a desenhar. Para concluir o rectângulo basta clicar num outro ponto que indique a localização do vértice oposto ao primeiro que definimos. Se preferirmos utilizar a Consola de Comandos devemos introduzir a expressão rectangle e definir as coordenadas dos dois pontos diagonalmente opostos do rectângulo. Para desenhar um quadrado, que não é mais que um rectângulo com 4 lados iguais, o gvsig proporciona ferramentas que evitam erros. Se recorrermos ao desenho directamente na Vista Geográfica, depois de definirmos o primeiro ponto, se clicarmos com o botão direito do rato irá surgir um menú contextual onde podemos seleccionar a opção Corner. A partir desse momento o cursor altera-se e apresenta uma previsão do quadrado que podemos desenhar, permitindo apenas que com o próximo clique seja criado um quadrado. Caso utilizemos a Consola de Comandos, depois de introduzirmos a expressão rectangle e seleccionarmos o primeiro ponto, devemos introduzir o comando C. Posteriormente devemos seleccionar as coordenadas do segundo ponto. Se introduzirmos coordenadas que não permitam desenhar um quadrado, o programa colocará o vértice na coordenada X indicada e na coordenada Y que permite desenhar o quadrado. 128

129 Circle ( ) Através desta ferramenta podem ser desenhados círculos de duas formas distintas. Na primeira forma devemos clicar no ponto central do círculo e depois, com uma previsualização do círculo, definir o raio desse círculo. A segunda forma de desenhar o círculo é através da definição de 3 pontos. Através desta opção podemos indicar 3 pontos do limite do círculo que pretendemos desenhar e o programa desenha automaticamente o círculo. Para activar esta opção, depois de seleccionar a ferramenta, devemos clicar com o botão direito do rato na Vista Geográfica e seleccionar no menú contextual a opção de 3P. Em seguida, devemos indicar os 3 pontos do limite do círculo. Ao clicarmos no 2º ponto e movermos o rato, é apresentada uma previsão do círculo se introduzirmos o 3º ponto no local em que o cursor está nesse momento. Para desenhar um círculo através da Consola de Comandos devemos introduzir a expressão circle. Em seguida, temos a opção de introduzir o primeiro ponto do círculo ou activar a opção de 3P. Se seleccionarmos a opção de introduzir as coordenadas do 1º ponto, temos a opção de definir a distância do raio ou introduzir as coordenadas do 2º ponto. Se tivermos seleccionado a opção de 3P, é-nos solicitado que indiquemos sucessivamente as coordenadas dos 3 pontos que irão definir o círculo. Ellipse ( ) Esta ferramenta permite desenhar elipses na Vista Geográfica. Uma elipse é definida por um eixo e pela distância do segundo eixo ao centro da elipse. Para desenhar uma elipse, depois de seleccionar a ferramenta, indicamos a localização do primeiro ponto do eixo da elipse. Nesse momento surge uma linha que nos permite visualizar o eixo que vamos desenhar. Depois de indicarmos o ponto final desse eixo, resta indicar qual a distância do segundo eixo ao centro da elipse, sempre com uma previsão da elipse visível. Para desenhar uma elipse a partir da Consola de Comandos devemos introduzir a expressão ellipse. Depois disso, é necessário indicar as coordenadas do primeiro ponto, as coordenadas do ponto final desse eixo e, por fim, a distância do segundo eixo em relação ao eixo da elipse. 129

130 Ferramentas de Selecção O gvsig permite realizar selecções simples e selecções complexas de elementos nos temas que estamos a editar. Estas selecções de elementos são importantes porque permitem posteriormente modificar esses elementos. A ferramenta de selecção simples pode ser acedida através do botão Geometry e opção Seleccionar. ou através do menú Depois de seleccionada a ferramenta podemos clicar directamente no elemento que queremos seleccionar. Caso não cliquemos directamente num elemento, o programa considerará esse ponto como um primeiro vértice de um rectângulo. Se clicarmos no canto diagonalmente oposto a esse, os elementos totalmente contidos dentro desse rectângulo serão seleccionados. A ferramenta de Complex Selection proporciona mais algumas formas de selecção de elementos. Para aceder a esta ferramenta podemos utilizar o botão ou através do menú Geometry e a opção Complex selection. na barra de ferramentas Depois de seleccionarmos a ferramenta devemos clicar com o botão direito do rato na Vista Geográfica o que fará surgir um menú contextual com as diversas opções que podemos seleccionar: 130

131 Out of rectangle Permite desenhar um rectângulo e seleccionar todos os elementos que se situam fora desse rectângulo Inside polygon Permite desenhar um polígono e seleccionar os elementos que estão totalmente contidos dentro do mesmo. Intersects/Contains polygon Permite desenhar um polígono e seleccionar todos os elementos que estão contidos ou que interceptam esse polígono. Out of polygon Permite desenhar um polígono e seleccionar todos os elementos que se encontram fora desse polígono. Inside circle Permite desenhar um círculo e seleccionar todos os elementos que se encontrem totalmente dentro do círculo. Intersects/Contains circle Permite desenhar um círculo e seleccionar todos os elementos que estão contidos ou que interceptam o círculo. Out of circle Permite desenhar um círculo e seleccionar todos os elementos que estejam fora desse círculo. Seleccionar todos Esta opção selecciona todos os elementos que fazem parte do tema. As ferramentas de selecção podem também ser utilizadas através da Consola de Comandos. Para isso é necessário utilizar os comandos select ou complex selection respectivamente se pretendermos utilizar a selecção simples ou a selecção complexa. No caso de introduzirmos o comando selection, devemos indicar as coordenadas do ponto que pretendemos seleccionar. Se existir um elemento nessas coordenadas esse será automaticamente seleccionado. Caso nas coordenadas indicadas não exista nenhum elemento, o programa interpreta que pretendemos seleccionar os elementos dentro de um rectângulo pelo que nos solicita as coordenadas de um segundo ponto com o qual será definido o rectângulo e seleccionados os elementos que estejam totalmente contidos nele. Se introduzirmos o comando Complex Selection, é solicitada a indicação de que método de selecção pretendemos utilizar. O nome do método é apresentado e, em seguida, entre parenteses rectos é mostrado o comando que devemos introduzir para seleccionar esse método. As opções são as seguintes: 131

132 Inside of Circle IC Out of Rectangle OR Inside Polygon IP Intersects/Contains Polygon CP Out of Polygon OP Intersects/Contains Circle CC Out of Circle OC Depois de seleccionada a opção pretendida devem ser indicadas as coordenadas dos pontos que definem a área a que pretendemos aplicar a selecção. Ferramentas de Modificação As ferramentas de modificação permitem alterar elementos que tenham sido previamente criados. Estas ferramentas encontram-se disponíveis na barra de ferramentas de Modificar ou no menú Geometry dentro da opção Modify. As ferramentas de modificação disponíveis são as seguintes: Copy ( ) A ferramenta de Copy permite criar uma cópia de um elemento já existente numa nova localização. Os elementos que são copiados vão manter o mesmo tamanho, forma, tamanho e distância entre si (isto no caso de copiarmos diversos elementos em simultâneo). Depois de termos seleccionados os elementos que pretendemos copiar e de activarmos a ferramenta de copiar é necessário indicar o ponto de origem dos elementos e o ponto de destino. Depois de clicarmos sobre o elemento que queremos copiar é apresentada uma previsualização do elemento para que possamos clicar no local onde o pretendemos colar. Quando os dois elementos estão apresentados na Vista Geográfica, é necessário voltar a clicar na Vista para confirmar a sua posição. Também as ferramentas de modificação podem ser activadas através da Consola de Comandos. No caso desta ferramenta devemos introduzir o comando copy. O passo seguinte é indicar as coordenadas do objecto que pretendemos copiar. Por último, devem ser indicados os pontos de origem e de destino do elemento a copiar. 132

133 Symmetry ( ) A ferramenta de Symmetry permite criar um elemento simétrico a um já existente com base num eixo que é definido pelo utilizador. Depois de seleccionar o elemento que pretendemos replicar e seleccionar a ferramenta de Symmetry, devemos definir qual será o primeiro ponto do eixo de simetria a ser utilizado clicando sobre a Vista Geográfica. A partir desse momento e conforme movermos o rato, será apresentada uma previsão a vermelho de onde se localizará a imagem simétrica conforme a localização que formos atribuir ao ponto final do eixo de simetria. Quando definimos o ponto final do eixo clicando na Vista Geográfica, o elemento simétrico é criado. Também esta ferramenta pode ser utilizada através da Consola de Comandos. Para isso, deve ser introduzido o comando symmetry depois de termos seleccionado o elemento a replicar. É então solicitado que sejam introduzidas as coordenadas dos dois pontos que definem o eixo de simetria. Para terminar devemos indicar se pretendemos que o elemento de origem seja eliminado ou não. Caso pretendamos que este seja mantido devemos introduzir a opção N, caso contrário devemos introduzir a opção Y. Rotate ( ) Esta ferramenta permite rodar um elemento já existente. Depois de seleccionar o elemento que queremos rodar e seleccionar a ferramenta, devemos seleccionar um ponto de base que será utilizado como centro para a rotação do elemento. Em seguida, ao movermos o rato, será apresentada uma previsão da nova posição do objecto caso cliquemos naquele ponto. Quando encontrarmos a posição pretendida devemos clicar nesse ponto para que o objecto seja rodado. Para utilizar esta funcionalidade através da Consola de Comandos deve ser utilizado o comando Rotate depois de termos seleccionado o elemento a rodar. Em seguida, devemos indicar as coordenadas do ponto de base para a rotação. Por último, devemos indicar qual será o ângulo da rotação do elemento em graus sexagesimais. O elemento será rodado no sentido dos ponteiros do relógio se introduzirmos um ângulo negativo e no sentido inverso aos ponteiros do relógio se indicarmos um ângulo positivo. Scale ( ) Através da ferramenta de Scale é possível redimensionar um objecto. O 133

134 redimensionamento dos elementos pode ser realizado através da opção de factor de escala ou da opção por referência. Para utilizar a opção de factor de escala, depois de seleccionarmos o elemento e a ferramenta de Scale, é necessário definir um ponto que vai de servir de base para redimensionar o elemento. É criada uma imagem a cinzento que no permite perceber com que dimensão ficará o elemento. Quanto mais nos afastamos do ponto de base definido, maior ficará o elemento e quanto mais nos aproximarmos dele, menor será o elemento, sendo que o factor de escala aplicado aos eixos X e Y será o mesmo. Quando tivermos a dimensão pretendida do elemento, devemos clicar mais uma vez na Vista Geográfica para aceitar essa dimensão. Se pretendermos utilizar o método de redimensionamento por referência, devemos seleccionar o elemento a redimensionar e a ferramenta de Scale. Devemos seleccionar em seguida o ponto de base e posteriomente clicar com o botão direito do rato na Vista Geográfica e, no menú contextual, seleccionar a opção Reference. Os passos seguintes são indicar quais os pontos iniciais e finais, primeiro da linha de referência e depois da linha de escala conforme é indicado também na Consola de Comandos. Tal como nas restantes ferramentas, também o redimensionamento pode ser realizado com recurso à Consola de Comandos. Para realizar o redimensionamento com base no Factor de Escala, depois de seleccionarmos o elemento, deve ser introduzido na Consola de Comandos a expressão Scale. Devem depois ser indicadas as coordenadas do ponto de referência para o redimensionamento. O passo seguinte é a indicação de qual é o factor de escala a utilizar. Se não for indicado qualquer factor de escala, o valor utilizado por defeito será 2. Para aumentar a dimensão de um elemento deve ser utilizado um factor de escala superior a 1, para diminuir o elemento deve ser introduzido um factor entre 0 e 1. No caso de redimensionamento por referência, deve ser também seleccionado o elementos e introduzida a expressão Scale. Deve também ser definido o ponto de referência e, posteriormente, ser introduzido o comando R para indicar que pretendemos realizar o redimensionamento por referência. Em seguida, devem ser introduzidas as coordenadas dos pontos de origem e finais das linhas de referência e de escala. Move ( ) Esta ferramenta permite mover elementos já existentes para novas localização 134

135 ao longo de um vector definido pelo utilizador. Para utilizar esta ferramenta, depois de seleccionar o elemento a mover e a ferramenta, devemos seleccionar na Vista Geográfica o ponto do elemento que pretendemos mover. Automaticamente é gerada uma previsão do elemento que, ao movermos o rato, permite verificar onde o mesmo se irá localizar. Quando o tivermos na localização pretendida, clicamos na Vista Geográfica para definir a nova posição do elemento. Se preferirmos utilizar a Consola de Comandos para mover um elemento devemos utilizar o comando move. Em seguida, devemos introduzir as coordenadas do ponto a mover e as coordenadas de destino do mesmo. Edit vertex ( ) Esta ferramenta permite navegar pelos vértices de um elemento que esteja seleccionado e apagar esses vértices ou criar outros novos. Para editar os vértices de um elemento é necessário seleccioná-lo e activar a ferramenta Edit Vertex. Um dos vértices do elemento aparece então indicado com uma cruz vermelha. Clicando com o botão direito do rato no elemento é apresentado um menú contextual que nos mostra as opções de edição que temos disponíveis. A opção Seguinte navegar para o vértice que se segue ao que está actualmente seleccionado, a opção Previous permite navegar para o vértice imediatamente anterior ao seleccionado actualmente, a opção Adicionar permite adicionar um novo vértice (depois de seleccionar a opção basta clicar na localização onde pretendemos localizar o novo vértice) e Delete que permite eliminar o vértice que está seleccionado actualmente. Para utilizar esta ferramenta através da Consola de Comandos, é necessário introduzir o comando Edit Vertex. Para passar para o vértice seguinte deve ser utilizado o comando S, para passar ao vértice anterior deve ser utilizado o comando A. Para eliminar o vértice actual utiliza-se o comando E e para criar um novo vértice o comando I. Quando criamos um novo vértice seleccionando o comando I, devemos em seguida indicar as coordenadas do novo vértice, tendo sempre em atenção que as coordenadas devem corresponder ao limite do polígono. Internal polygon () Com esta ferramenta é possível desenhar polígonos dentro de polígonos 135

136 já existentes. Depois de seleccionar o elemento com que pretendemos trabalhar e a ferramenta de Edit Vertex, podemos começar a desenhar os vértices dentro do polígono. Quando terminarmos a introdução dos vértices, é necessário clicar com a tecla do lado direito do rato e seleccionar a opção End. Para realizar a mesma operação com a Consola de Comandos, deve ser introduzido o comando Internal Polygon. Depois devem ser introduzidas as coordenadas dos vértices que definem o novo polígono. Quando tivermos introduzido todas as coordenadas devemos introduzir o comando E para terminar e criar o polígono interno. Edição Alfanumérica Como referido anteriormente no ponto referente às tabelas, as tabelas de atributos são constituídas por linhas e colunas que contêm a informação alfanumérica necessária para caracterizar os elementos gráficos constituintes de um determinado tema. É através da informação alfanumérica de cada um dos elementos que é possível elaborar cartografia temática, gráficos e analisar a distribuição geográfica das variáveis. Nas linhas encontram-se representados todos os elementos que constituem o tema, enquanto que nas colunas se encontram os atributos ou variáveis associados a esses elementos. As tabelas podem classificar-se genericamente como tabelas internas e como tabelas externas. As tabelas internas são aquelas que se encontram associadas a um tema que está já adicionado a uma Vista existente no projecto. As tabelas externas são tabelas que podem ou não estar associadas a temas de informação geográfica e que podem ser associadas a um projecto mesmo sem o tema estar associado a uma Vista. Em qualquer um dos casos, para editar os dados que estão nas tabelas é necessário que estejam iniciadas sessões de edição. 136

137 Para iniciar uma sessão de edição numa tabela interna (cujo tema se encontra adicionado a uma Vista do projecto), como visto nos pontos anteriores deste manual, é necessário na Tabela de Conteúdos da Vista clicar com o botão direito do rato sobre o nome do tema e, no menú contextual, seleccionar a opção Start Edition. Para iniciar uma sessão de edição numa tabela externa, depois de adicionar a tabela ao projecto e a mesma ser automaticamente apresentada (Ver ponto Adicionar Tabelas deste manual), é necessário seleccionar a opção Start Edition dentro do menú Tabela. Adição de registos No caso de uma tabela que esteja já adicionada a um tema (Tabela Interna), ao adicionarmos um elemento gráfico na Vista Geográfica é automaticamente criado uma nova linha em branco dentro da tabela de atributos e que corresponde a esse elemento gráfico. Podemos preencher os campos com a informação correspondente a esse elemento e premir Enter para terminar. Já para as tabelas externas, uma vez que não possuem as geometrias associadas, para adicionar um novo registo a esta tabela é necessário utilizar a ferramenta Insert row disponível no menú Tabela. Uma nova linha em branco é adicionada no final da tabela e podemos preenchê-la com a informação que pretendemos adicionar. 137

138 Modificação de Registos Para alterarmos a informação alfanumérica associada a um determinado registo podemos recorrer à Vista Geográfica e seleccionar o elemento cuja informação pretendermos alterar. Ao aceder à tabela de atributos, a linha correspondente a esse elemento irá estar seleccionada a amarelo. Se clicarmos com o botão esquerdo do rato numa célula, o aspecto da mesma alterar-se-á e poderemos editar a informação que se encontra inscrita na mesma. Numa tabela externa, para modificarmos a informação devemos localizar a célula que contém a informação que pretendemos alterar, clicar na mesma e alterar os dados. 138

139 Remoção de Registos Para poder proceder à remoção de registos os mesmos devem ser previamente seleccionados. Em tabelas internas, a selecção de registos pode ser realizada tanto na Vista Geográfica, como directamente na Tabela de Atributos. No caso das tabelas externas, a selecção deve ser realizada na própria tabela. Em ambos os casos, para eliminar um registo deve utilizar-se a opção Remove row dentro do menú Tabela. Se estivermos a trabalhar com uma tabela interna, o registo é então eliminado da tabela de atributos e o elemento gráfico correspondente é também eliminado da Vista Geográfica. Gestão de Campos As ferramentas de gestão de campos permitem adicionar, remover e renomear os campos de uma tabela de atributos. Esta opção pode ser acedida através de Manage Fields dentro do menú Tabela. 139

140 Quando a opção é seleccionada é apresentada uma nova janela com todos os campos que fazem parte da tabela que se encontra seleccionada. A informação sobre o nome dos campos é acompanhada por outras informações relativas aos mesmos como sejam o tipo de dados, o número de caracteres permitidos, o número de casas decimais e o valor por defeito. Do lado direito encontram-se 3 botões que permitem então adicionar, renomear e apagar os campos presentes na tabela. A clicar no botão New Field é apresentada uma nova janela em que temos de definir: Field name O nome do campo que será adicionado à tabela Type O tipo de dados que serão integrados no campo que podem ser Booleano, Data, Inteiro, Decimal (Double) ou Texto (String). Lenght O número máximo de caracteres que poderá ser inserido numa célula (o máximo permitido é 254) Precision O número de casas decimais permitido no campo, no caso de se tratar de um campo numérico. Default Value Qual o valor que o campo terá por defeito no caso de não ser introduzida 140

141 qualquer informação Para renomear ou apagar um campo da tabela é necessário seleccionar o campo pretendido e seleccionar a opção correspondente à operação que pretendemos realizar. 10 Operações de Geoprocessamento As operações de Geoprocessamento permitem aplicar processos aos temas de informação geográfica vectoriais que se encontrem carregados numa Vista, permitindo criar nova informação geográfica vectorial que poderá ser analisada para tirar mais conclusões. Para iniciar a Caixa de Ferramentas de Geoprocessamento é necessário clicar no botão na barra de ferramentas ou através da opção Geoprocess Toolbox que se encontra no menú Vista. Ao clicarmos numa das opções referidas é apresentada a janela de Geoprocessamento. Ao expandirmos todos os menús no lado esquerdo da janela, ficam listados todos os processos que podem ser aplicados aos temas vectoriais. 141

142 Se seleccionarmos um dos geoprocessos existentes, para além de ficar disponível o botão Open Geoprocess, o lado direito da janela é preenchido com uma explicação textual e ilustrada sobre o geoprocesso seleccionado. Depois de encontrarmos e seleccionarmos o geoprocesso que pretendemos aplicar, devemos clicar no botão Open Geoprocess para abrir a janela do geoprocesso. Por vezes, ao abrir um geoprocesso, surge uma janela que nos questiona sobre se pretendemos criar um índice espacial para o tema que vai ser trabalhado com o geoprocesso. Este é um processo interno do programa que apenas é realizado uma vez por tema e por projecto e que permite acelerar as intercepções espaciais entre os temas. Para aceitar a criação desse índice espacial deve ser seleccionada a opção Sim. Nos pontos seguintes serão apresentados os vários geoprocessos que se encontram disponíveis na Caixa de Ferramentas de Geoprocessamento. 142

143 Buffer Este geoprocesso permite criar um novo tema vectorial que representa as áreas de influência em torno dos elementos de temas vectoriais de pontos, linhas ou polígonos. Com base numa distância definida são definidos diversos círculos concêntricos em torno dos elementos do tema de entrada. No caso de o tema de referência ser um tema de polígonos, a área de influência pode ser calculada igualmente para o interior do polígono. Esta ferramenta pode ser utilizada para diversos fins como sejam: Verificar que áreas não dispõem de um determinado equipamento a uma distância definida Verificar pontos que não cumprem uma distância definida entre si Verificar que construções se encontram a uma distância abaixo da regulamentar das vias de comunicação. Ao abrirmos o geoprocesso com recurso ao botão Open Geoprocess é apresentada a seguinte janela onde devem ser definidas algumas configurações para a geração do buffer: Input cover Carregando na seta da dropbox são apresentados todos os temas que se encontram disponíveis na Vista e que podem ser utilizados para gerar o buffer. Se o tema que seleccionarmos tiver já alguns dos elementos seleccionados, fica disponível a opção de criar o buffer apenas para elementos que estão seleccionados. Para isso é necessário seleccionar a checkbox Use selected features only. Caso o tema não tenha elementos seleccionados, a opção estará indisponível e o número que é apresentado de elementos seleccionados corresponde ao total de elementos do tema. Buffer defined by distance or field A distância do buffer pode ser definida directamente pelo utilizador ou através dos valores que estejam armazenados num campo da tabela de atributos do tema. Para definir a distância directamente deve ser introduzida a distância 143

144 pretendida na caixa de texto Buffer defined by distance, tendo em conta que a mesma deve estar nas unidades que estão definidas para a Vista. Caso a distância que pretendemos definir para o buffer esteja armazenada num dos campos da tabela de atributos devemos escolher esse campo na opção Buffer defined by field. Esta opção permite que sejam definidos buffers com distâncias diferentes para os elementos do tema. As opções que se encontram em baixo das janelas onde pode ser definida a distância do buffer permitem alterar algumas características do mesmo. A opção Dissolve entities, se for seleccionada, permite que, depois de o buffer ser calculado, seja iniciada uma segunda iteração que agrega os elementos que se tocam. A opção Rectangle end cap permite gerar buffers com os limites perpendiculares e não limites arredondados. Create buffer... - Esta opção encontra-se apenas disponível no caso de termos seleccionado criar o buffer para um tema de polígonos. Com esta opção é possível definir se queremos que o buffer seja gerado para o interior, para o exterior ou para o interior e exterior dos polígonos que compõem o tema. Number of radial buffers o gvsig permite criar até 3 círculos concêntricos com a mesma equidistância. Por exemplo, se definirmos uma distância de 100metros podemos criar 3 diferentes áreas de influência: uma dos 0 aos 100m, outra dos 100 aos 200m e outra dos 200m aos 300m. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será armazenado o buffer que vai ser gerado. Se algum dos parâmetros que forem introduzidos não estiverem correctos, ao clicarmos em Aceitar, surge uma janela que indica que devemos corrigir o parâmetro que se encontra errado. Se todos os parâmetros estiverem correctos surge uma janela que indica o progresso do processo de criação do buffer. Este processo pode ser cancelado a qualquer momento clicando no botão cancelar. Conforme o número de entidades que compõem o tema e as opções de geração do buffer seleccionadas, o processo poderá demorar mais tempo a ser concluído. No entanto, é possível continuar a realizar outras operações com o software uma vez que as operações de geoprocessamento são corrido em background. Quando o processo é terminado com sucesso, o tema do buffer é automaticamente adicionado à Vista activa. 144

145 Spatial Join O geoprocesso de Spatial Join permite juntar atributos a um tema com base nos atributos de outro tema. Ao contrário do que acontece com a união de tabelas que se fazem com base em dois campos comuns das tabelas de atributos dos temas, no caso deste geoprocesso a união de atributos faz-se com base num critério de localização espacial dos elementos. Este geoprocesso permite escolher dois métodos distintos para realizar a união espacial: Vizinho mais próximo (1 para 1) Este método permite atribuir a cada elemento de um tema de partida os atributos do elemento mais próximo que se encontra no tema de origem. No caso de temas de polígonos em que o elemento tenha intercepções com mais do que um elemento do tema de origem, o algoritmo irá atribuir os atributos do primeiro elemento analisado nas intercepções. Está contido em (1 para Muitos) Os elementos do tema de partida são cruzados com os do tema de origem com que se interceptam. Neste caso, o tema de partida não vai receber os atributos do tema de origem mas a operação vai ser muito semelhante a uma operação de Dissolve. O utilizador pode escolher algumas funções (média, soma, máximo e mínimo) que serão aplicadas aos atributos numéricos do tema de origem para os diversos elementos relacionados com um elemento do tema de partida. Ao seleccionar este geoprocesso e premir o botão Open Geoprocess é apresentada a janela que permite definir os parâmetros para correr o processo. Os parâmetros a definir são os seguintes: Input cover Aqui devemos escolher, de entre os temas que estão na Vista activa, qual será o tema de partida, ou seja, aquele que vai receber os atributos. Tal como acontecia no geoprocesso anterior e acontece com a maioria dos restantes, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Clip cover Aqui devemos escolher qual vai ser o tema de origem, ou seja, aquele em que se 145

146 encontram os atributos que vão ser adicionados ao nosso tema de partida. Também neste caso, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Use nearest geometry Aqui podemos definir se pretendemos que o método a usar seja Um para Um ou Um para Muitos. Para seleccionar a opção Um para Um devemos activar a checkbox. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será armazenado o tema que vai ser gerado. Se não seleccionarmos a checkbox de Use nearest geometry, ou seja, se optarmos pelo método Um para Muitos, ao clicarmos em Aceitar é apresentada uma nova janela onde podemos escolher que funções vão ser aplicadas aos atributos numéricos do tema de origem. Seleccionando um dos campos numéricos do lado esquerdo e clicando no botão no centro da janela, é apresentada uma outra janela em que podemos seleccionar as funções para esse campo. Depois de seleccionar as funções e clicar em Aceitar, as funções são adicionadas na lista do lado direito da janela anterior. Clip Este geoprocesso permite reduzir a extensão de um tema a uma área de interesse recortando esse tema com base nos limites de um segundo tema. Para correr este geoprocesso é necessário termos um tema de entrada (pode ser de pontos, 146

147 linhas ou polígonos), que é o tema que vai ser cortado, e um tema de corte, que é o tema que define a área de interesse inclui os limites pelos quais o tema de entrada vai ser cortado. O geoprocesso calcula as intercepções entre os dois temas e e corta os elementos do tema de entrada com base nos limites do tema de corte. No tema que resulta deste cruzamento vao estar presentes apenas os elementos do tema de entrada que estejam dentro dos limites do tema de corte. No caso de haverem elementos do tema de entrada que estão dentro dos limites do tema de corte e que continuam para o exterior, estes elementos serão cortados e o seu novo limite será o limite do tema de corte. Quanto à tabela de atributos do tema de entrada, esta continuará idêntica em termos de estrutura mas apenas estarão presentes os registos correspondentes aos elementos que são representados no tema resultante. Este geoprocesso pode ser utilizado, por exemplo, para: Criar um tema que contenha apenas os pontos de interesse de uma freguesia. Criar um tema que contenha apenas a rede viária de um distrito. Criar um tema que contenha apenas a Cartografia de Ocupação do Solo de um município. Após seleccionar o geoprocesso e ter premido o botão Open Geoprocess, é apresentada a seguinte janela onde devem ser definidos os parâmetros para correr o geoprocesso: Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema de entrada, ou seja, o tema que vai ser cortado com base no tema de corte. Tal como acontecia no geoprocesso anterior e acontece com a maioria dos restantes, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Clip cover Aqui devemos escolher o tema de corte, ou seja, aquele que vai delimitar a área de interesse que vai ser extraída do tema de entrada. Também neste caso, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será 147

148 armazenado o tema que vai ser gerado. Difference Este geoprocesso funciona com dois temas distintos: o tema de entrada e o tema de sobreposição. Este geoprocesso pode ser considerado como o NOT Espacial uma vez que permite seleccionar os elementos do tema de entrada que não se sobrepõem com elementos do tema de sobreposição. Para este geoprocesso ambos os temas devem ser de polígonos e a estrutura da tabela de atributos do tema resultante não vai sofrer alterações e manter-se-á igual ao do tema de entrada. Este pode ser considerado o geoprocesso contrário ao de Clip uma vez que, enquanto o Clip permite seleccionar os elementos que se sobrepõem nos dois temas, o Difference permite excluir os elementos do tema de entrada que se sobrepõem com o tema de sobreposição. Depois de seleccionar o geoprocesso e premir o botão Open Geoprocess é apresentada a seguinte janela em que podemos definir os parâmetros: Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema de entrada, ou seja, o tema cujos elementos vão ser cruzados com os do tema de sobreposição para eliminar aqueles em que existir sobreposição. Tal acontece com a maioria dos restantes geoprocessos, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Clip cover Aqui devemos escolher o tema de sobreposição, ou seja, aquele cujos elementos com que for encontrada sobreposição no tema de entrada vai ditar a eliminação desses elementos no tema de saída. Também neste caso, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será armazenado o tema que vai ser gerado. 148

149 Intercepção Este geoprocesso funciona sobre dois temas que devem ser obrigatoriamente temas de polígonos. Estes temas são o tema de entrada e o tema de sobreposição. Neste processo, os elementos de ambos os temas são cruzados e, por cada intercepção que é encontrada, é criado um novo elemento que reúne os atributos alfanuméricos dos elementos que lhe deram origem, tanto do tema de entrada, como do tema de sobreposição. Por modelar as áreas que cumprem a condição de pertencerem a ambos os polígonos que lhe deram origem, este geoprocesso pode ser considerado o AND Espacial. Uma das aplicações possíveis para este processo será se quisermos reunir num único tema a informação contida em dois mapas distintos. Por exemplo, se tivermos um tema com a Cartografia de Ocupação do Solo e outro com a Carta Geológica, podemos utilizar este geoprocesso para gerar um novo mapa em que os polígonos contêm em simultâneo a sua informação sobre ocupação do solo e geologia. Depois de iniciar o geoprocesso premindo o botão Open Geoprocess é apresentada a janela que permite configurar os parâmetros do geoprocesso: Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema de entrada, ou seja, o primeiro dos temas cujos elementos vão ser cruzados com os do tema de sobreposição para gerar os polígonos que integrem a informação alfanumérica de ambos. Tal acontece com a maioria dos restantes geoprocessos, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Clip cover Aqui devemos escolher o tema de sobreposição, ou seja, o segundo tema cujos elementos vão ser cruzados com os do tema de entrada para gerar os polígonos que integrem a informação alfanumérica de ambos os temas. Também neste caso, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário 149

150 colocar o visto na checkbox Use selected features only. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será armazenado o tema que vai ser gerado. Union Tal como sucede com os dois geoprocessos anteriores, também o geoprocesso de União tem, obrigatoriamente de ser corrido sobre dois temas de polígonos para poderem ser obtidas as suas intercepções. O tema resultante deste processo apresenta os elementos que estão representados nos dois temas de entrada e os elementos que são representados em apenas um dos temas associados. É por esta razão que este processo é referido como sendo o OR Espacial. Quando o geoprocesso é realizado são desencadeados 3 sub-processos sobre os temas: intercepção entre os dois temas, diferenças entre o primeiro e segundo temas e, em terceiro lugar, as diferenças entre o segundo tema e o primeiro tema. Este processo assume relevância se o objectivo for criar um tema que mostre a ocorrência de dois fenómenos para que seja destacada a ocorrência de ambos ou apenas um deles numa determinada localização. Se seleccionarmos este geoprocesso é apresentada a seguinte janela: Input cover Aqui deve ser seleccionado um dos temas que queremos submeter ao processo de União. Embora os temas sejam chamados de Input e Clip não existe nenhuma diferença entre introduzir primeiro um ou outro dos temas. Tal acontece com a maioria dos restantes geoprocessos, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Clip cover Aqui devemos escolher o outro tema que pretendemos submeter ao processo de União. Como referido anteriormente, no caso deste geoprocesso não existe nenhuma 150

151 diferença em relação à ordem pela qual seleccionamos os temas que pretendemos unir. Também neste caso, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será armazenado o tema que vai ser gerado e que incluirá os limites de ambos os temas demonstrando as áreas em que se verificam ambos ou apenas um dos dois. Se depois de corrido o geoprocesso de União, utilizarmos a ferramenta de Informação em diferentes pontos do tema criado poderemos constatar que, nas áreas em que se sobrepunham os dois temas, os atributos apresentados referem-se aos dois temas, enquanto que nas áreas onde apenas se encontrava um tema, são apenas apresentados os atributos associados ao tema que lhe deu origem. Convex Hull O geoprocesso de Convex Hull ou Envolvente Convexa permite calcular o polígono convexo com a menor área que é capaz de envolver todos os elementos que constituem o tema de entrada. Ao contrário da maior parte dos geoprocessos que vimos até agora, excepção feita ao geoprocesso de buffer, este geoprocesso necessita para ser corrido de apenas um tema de entrada que pode ser de pontos, linhas ou polígonos. Este geoprocesso pode ser útil, por exemplo, para definir o polígono que envolve uma área em que ocorreu um determinado fenómeno geográfico. Se seleccionarmos este geoprocesso é apresentada a seguinte janela de parâmetros que devem ser definidos antes de iniciar o processo: Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema que contém os elementos para os quais pretendemos calcular o polígono envolvente. Este tema poderá ser um tema de pontos, linhas ou de polígonos. Tal como nos geoprocessos anteriores, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será 151

152 armazenado o tema que vai ser gerado e que terá os limites do polígono envolvente aos elementos. Dissolve Este geoprocesso funciona apenas sobre temas de polígonos e, após analisar os polígonos, dissolve aqueles que apresentam o mesmo valor num campo definido pelo utilizador, num polígono único. Para além disso, permite introduzir um critério espacial na decisão de dissolver diversos polígonos. Permite definir que, para dois polígonos serem unidos, devem ser adjacentes, para além de terem o mesmo valor no campo definido. Uma das aplicações possíveis para este geoprocesso poderá ser a seguinte: Dispomos de um tema que contém os limites de freguesias e cuja tabela de atributos tem um campo que indica a que município pertence essa freguesia e o nosso objectivo é obtermos um novo tema que apresente os limites dos municípios. Utilizando o geoprocesso de Dissolve podem dissolver-se os limites das freguesias com base na informação existente no campo que indica a que municípios pertencem as freguesias. Isto resultará que as freguesias que pertencerem ao mesmo município serão unidas e será criado um polígono que corresponderá aos limites do município. Assim, no mapa final cada um dos polígonos corresponderá a um município diferente. Ao seleccionarmos este geoprocesso é apresentada a seguinte janela: Os parâmetros que devem ser definidos nesta janela são: Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema que contém os polígonos que pretendemos 152

153 dissolver. Este tema terá obrigatoriamente de ser de polígonos. Tal como nos geoprocessos anteriores, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Field to dissolve A lista apresentada indica quais são os campos disponíveis na tabela de atributos do tema que introduzimos como tema a dissolver. Devemos seleccionar o tema que tem a informação segundo a qual vamos dissolver os polígonos. Only dissolve adjacents Esta opção representa a integração do critério espacial no processo. Se seleccionarmos a checkbox, os polígonos só serão dissolvidos caso sejam espacialmente contíguos. Funções aplicadas aos campos Tal como acontecia no geoprocesso de Spatial Join, neste geoprocesso é possivel aplicar algumas funções aos campos numéricos que fazem parte da tabela de atributos. Uma vez que os polígonos do tema resultante têm origem na união de polígonos mais pequenos, é possível criar na tabela de atributos do tema resultante um campo que guarde informações sobre os polígonos que foram unidos. As funções que podem ser aplicadas são soma, média, máximo e mínimo. Para adicionar as funções a um determinado campo, depois de seleccionarmos o campo na janela do lado esquerdo, devemos clicar no botão no centro da janela e, na janela que surge posteriormente, seleccionar as funções que pretendemos aplicar a esse campo. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que serão dissolvidos os polígonos. Merge Este geoprocesso permite juntar dois ou mais temas num tema único. O tema resultante manterá os campos de apenas um dos temas de entrada que for seleccionado pelo utilizador. No caso dos restantes temas que não foram seleccionados para manter os campos, será mantida a informação dos campos que encontrarem correspondência nos campos da tabela de atributos do tema seleccionado. A utilização deste geoprocesso poderá ser importante, por exemplo, no caso de termos uma série cartográfica que se encontre dividida por folhas em diversos temas distintos e quisermos ter um tema único que reúna toda a informação. Neste caso, como, em princípio, todos os temas contêm a mesma estrutura da tabela de atributos, a informação alfanumérica de todos os temas será 153

154 mantida no tema resultante. Quando seleccionamos este geoprocesso é apresentada a seguinte janela para definir os parâmetros que permitem iniciar o processo. Input cover Nesta janela estão listados todos os temas que se encontram adicionados na Vista activa. Podem ser seleccionados múltiplos temas desta lista premindo em simultâneo a tecla Ctrl. Path with layers Por vezes, os ficheiros com os quais pretendemos realizar o processo de Merge são demasiados para adicionar à Vista um a um. Esta opção permite escolher uma directoria em que estejam armazenados os temas e escolher temas que não estejam adicionados na Vista para realizar o Merge. Depois de seleccionar a directoria, a lista é preenchida e podemos seleccionar um ou mais temas para integrar no processo. Use fields from cover Depois de seleccionarmos os temas sobre os quais pretendemos correr o processo, nesta opção devemos seleccionar o tema de qual pretendemos seleccionar os campos que vão ser integrados no tema resultante. Caso os temas que seleccionámos tenham a mesma estrutura da tabela de atributos, com os mesmos campos, esta selecção é irrelevante. Output cover Aqui podemos escolher o nome do ficheiro resultante e a localização em que o mesmo será armazenado. Quando estes parâmetros tiverem sido definidos, devemos clicar no botão Aceitar. Todos os ficheiros que estamos a tentar integrar no processo devem ser do mesmo tipo de geometria (pontos, linhas ou polígonos). Caso tenhamos seleccionado temas de tipos diferentes, ao clicar em Aceitar é apresentada uma mensagem de erro que nos relembra isso mesmo. 154

155 Correcção topológica em temas de linhas Por vezes, durante a vectorização de temas lineares que representam os mais variados tipos de redes (viária, ferroviária, eléctrica, gás, esgotos, hidrográfica, etc.), são cometidos alguns erros que podem posteriomente vir a criar problemas inesperados quando se trabalha com essas redes. Esses erros podem estar relacionados com a não ligação de vectores que deveriam estar conectados ou casos em que os vectores foram prolongados para além do necessário e criaram na rede arcos que não existem. O que este geoprocesso faz é analisar um tema linear e procurar estes possíveis erros e corrigilos. No caso dos vectores que não estão ligados entre si, caso estes estejam abaixo de uma distância de tolerância, um deles será prolongado até interceptar o outro. Ao seleccionar este geoprocesso é apresentada a seguinte janela: Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema linear que queremos corrigir topologicamente. Tal como noutros geoprocessos, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será armazenado o tema com as correcções topológicas realizadas. Para além do tema linear com a rede topologicamente corrigida, é criado um outro tema de pontos que indica os pontos em que foram realizadas as correcções à rede. XY Shift Este geoprocesso permite realizar uma translação a todos os elementos de um tema vectorial, quer sejam pontos, linhas e polígonos. Este processo poderá ser útil para realizar pequenos ajustes a cartografias que provenham de diferentes fontes com o objectivo de melhorar a sobreposição das mesmas. Para realizar a translação apenas é necessário indicar quais vão ser os movimentos em X e em Y. Este processo pode ser realizado sobre todos os formatos de dados vectoriais quer sejam 155

156 ficheiros.shp,.dwg,.dxf ou.dgn, no entanto, o ficheiro de saída será sempre em formato.shp. No caso da translação ser realizada sobre ficheiros.dwg,.dxf ou.dgn, o resultado será que irão ser criados 3 ficheiros.shp que integrarão respectivamente os elementos pontuais, lineares e poligonais. Se os ficheiros de entrada possuirem apenas um tipo de geometria, serão na mesma criados os 3 ficheiros sendo que aqueles para que não existiam elementos vão ficar vazios. Ao iniciarmos o geoprocesso é apresentada a seguinte janela: Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema a que queremos aplicar a translação. Tal como noutros geoprocessos, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Offset values Nestas duas caixas devemos indicar a translação que deve ser aplicada aos eixos X e Y. Deve ser tido em atenção que os valores introduzidos serão considerados como estando nas unidades que estão definidas para a Vista. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro.shp em que será armazenado o tema com as correcções topológicas realizadas. Reproject Através deste geoprocesso é possível alterar a projecção cartográfica dos elementos de um tema vectorial de entrada. Para isso é apenas necessário indicar qual a nova projecção que queremos que o tema tenha. Este geoprocesso assume uma grande importância para homogeneizar a projecção dos temas cartográficos dentro de um mesmo projecto. Depois de seleccionar este geoprocesso é apresentada a seguinte janela: 156

157 Input cover Aqui deve ser seleccionado o tema cujo sistema de projecção pretendemos alterar. Tal como noutros geoprocessos, podemos aplicar o geoprocesso apenas aos elementos que estiverem seleccionados num tema sendo necessário colocar o visto na checkbox Use selected features only. Source projection A projecção do tema de origem é seleccionada automaticamente conforme alteramos o tema a que pretendemos modificar o sistema de projecção. Target projection Nesta opção deve ser escolhida qual a projecção cartográfica que queremos que o tema de saída tenha. Ao clicar no botão que se encontra ao lado da projecção definida temos acesso a uma nova janela na qual podemos pesquisar e seleccionar a projecção pretendida. Output cover Aqui podemos definir a localização e o nome do ficheiro que será criado com a projecção cartográfica que definimos. 157

158 11 Saídas Gráficas Depois de trabalharmos a informação geográfica e termos produzido os mapas temáticos dentro das Vistas do nosso projecto, é muitas vezes necessário produzir saídas gráficas que nos permitam apresentar os resultados ou ilustrar as conclusões que tirámos através da análise da informação. No gvsig, as saídas gráficas podem ser preparadas através dos documentos Mapas. Os Mapas podem ser acedidos através da janela do Gestor de Projectos. Clicando no botão Novo será criado um novo mapa (por defeito o nome desse mapa será Sem título 0 ). Se seleccionarmos esse mapa que foi criado ficam disponíveis os restantes botões que nos permitem abrir esse mapa, mudar o nome, apagá-lo ou aceder às suas propriedades. Se escolhermos abrir o mapa será apresentada uma janela com o seguinte aspecto: 158

159 Propriedades do Mapa As propriedades do mapa podem ser acedidas de duas formas distintas: Através do botão Propriedades na janela do Gestor de Projectos. Quando o mapa está aberto, através da opção Propriedades dentro do menú Mapa. Ao seleccionar as propriedades através de qualquer uma destas opções, é apresentada uma nova janela em que podemos configurar as propriedades do mapa. Nesta janela podemos alterar o nome do mapa, a sua data de criação, adicionar um proprietário e alguns comentários. Relativamente às restantes opções, o gvsig permite que seja definida uma malha no mapa à qual os objectos que são introduzidos se ajustam e que poderá também ser utilizada como facilitadora do alinhamento dos objectos que vão sendo introduzidos no mapa. Espaço horizontal e vertical da malha Estas opções permitem definir o intervalo entre os pontos que compõem a malha. Quanto menor for o valor definido, maior será a precisão com que os objectos podem ser ajustados. Por vezes, se definirmos valores demasiado reduzidos, poderá ser necessário fazer zoom no mapa para poder visualizar a grelha. Malha activada Ao activar a malha, os objectos ao serem introduzidos no mapa vão ser automaticamente ajustados à malha. Visualizar malha Esta opção permite que a malha possa estar visível ou não. A malha estar visível não implica que esteja activa e vice-versa. Activar régua Ao activar esta opção serão visíveis réguas na janela do mapa que servem 159

160 como auxiliares ao desenho. Editável Se retirarmos o visto da checkbox o mapa será bloqueado e não poderá ser alterado. Configuração da página O gvsig permite configurar a página conforme a saída gráfica que pretendemos realizar. Esta opção pode ser acedida através do botão existente na barra de ferramentas ( opção Preparar página dentro do menú Mapa. ) ou através da Ao seleccionarmos estas opções surge a seguinte janela: Nesta janela pode ser configurado: Tamanho da página Nesta opção pode ser definido o tamanho da saída gráfica que vamos produzir. Podemos definir que o tamanho da página será o pré-definido para a impressora, um dos tamanhos pré-definidos e mais comuns ou então podemos seleccionar a opção para criarmos um tamanho próprio. Se seleccionarmos esta última opção irão ficar disponíveis as opções de Grossura e Altura onde poderemos inserir os valores que pretendemos que a página tenha. Unidades de medida Esta opção permite definir as unidades para os campos de Grossura e Altura. Orientação Aqui podemos definir se o papel e o mapa vão estar orientados na vertical ou na horizontal. Se alterarmos esta opção verificaremos que a posição do mapa também é alterada. Margens Seleccionando a opção Customize margins, as janelas abaixo ficam disponíveis e podemos definir as margens para cada um dos 4 lados da página do mapa. Resolução do resultado Podemos escolher entre três níveis de resolução: Alta, Normal e Baixa. 160

161 Inserção de Objectos no Mapa Existem diversos objectos que podem ser integrados num mapa. Muitos desses objectos encontram-se estreitamente ligados com a Vista pelo que, quando são realizadas alterações na Vista, essas alterações reflectem-se no Mapa que está a ser criado. Os objectos que podem ser adicionados a um mapa são os seguintes: Vistas Imagens Escalas Legendas Rosas dos Ventos ou Setas de Orientação Textos Caixas Objectos Gráficos Estes objectos podem ser adiconados com recurso aos botões presentes na barra de ferramentas ou através do menú Mapa, opção Inserir. Depois de um objecto ter sido adicionado ao Mapa, para o remover basta seleccioná-lo e premir o botão. Vistas Esta ferramenta permite introduzir no mapa uma imagem de uma das Vistas que se encontram no projecto que está a ser trabalhado. Para adicionar uma vista ao mapa é necessário seleccionar o 161

162 botão ou a opção correspondente na opção Inserir dentro do menú de Mapa. Depois de seleccionar esta opção, deve ser desenhado no mapa um rectângulo que corresponda à área onde pretendemos que a Vista surja. Para isso clicamo num dos cantos do rectângulo e arrastamos o rato até ao canto oposto. Quando terminamos é apresentada a seguinte janela: Vista Aqui pode ser seleccionada a Vista do projecto que pretendemos que seja representada no Mapa. Hiperligação activa Se esta checkbox estiver activa, qualquer alteração que seja realizada na Vista será reflectida no Mapa. Estas alterações incluem mudanças de cores dos temas, adição de novos temas, alterações à visualização ou não de um tema ou mudanças da ordem pela qual os temas são visualizados, etc. As mudanças de escala não estão relacionadas com esta checkbox uma vez que essas são reguladas pela dropbox abaixo. Escala Dentro da opção de escala pode optar-se por 3 hipóteses: Automático Se esta opção for seleccionada, todas as alterações de escala que forem realizadas na Vista serão reflectidas no mapa Manter escala de visão Nesta opção, mesmo que o objecto de Vista no Mapa seja alterado o tema associado com a Vista não vai ser redimensionado e vai manter o mesmo tamanho que tem na Vista Escala especificada pelo utilizador Esta opção permite ao utilizador definir a escala que quer que seja aplicada. Qualidade Permite definir se a qualidade de visualização será Apresentação ou Rascunho. Graus Permite definir uma rotação para a Vista que é introduzida no Mapa Legenda A Legenda é o elemento de um mapa que permite a quem o visualiza interpretar a informação que nele se encontra representada. A legenda integra os temas que se encontram adicionados na Tabela de Conteúdos de uma Vista pela ordem que aí se encontram. Uma legenda pode ser adicionada a um mapa através do botão na barra de ferramentas ou através da opção correspondente no menú Mapa e Inserir. Ao seleccionar uma destas opções devemos desenhar no mapa a área onde pretendemos localizar a legenda, clicando num ponto e 162

163 arrastando o rato até ao ponto oposto do rectângulo. Quando desenhamos o rectângulo é apresentada a janela seguinte: Marco da Vista Aqui podemos escolher de entre as vistas que já se encontram adicionadas ao mapa, para qual delas pretendemos introduzir a legenda. Temas Depois de seleccionar a vista para a qual pretendemos definir a legenda, a janela do lado direito é preenchida com os temas que se encontram na Vista seleccionada. Seleccionando ou retirando a selecção das checkboxes, podemos definir se pretendemos ou não que esse tema seja adicionado à legenda. Clicando no botão Fonte podemos também seleccionar o tipo de letra dos textos que vão estar na Legenda. Qualidade Permite definir se a qualidade de visualização será Apresentação ou Rascunho. Graus Permite definir uma rotação para a Legenda que é introduzida no Mapa. Escala A escala no mapa permite ter uma percepção das distância representadas no mapa e realizar medições mais precisas. Ao seleccionar o botão na barra de ferramentas ou a opção existente no menú Mapa e Inserir, é apresentada a seguinte janela que nos permite configurar algumas características da 163

164 barra de escala que vai ser introduzida. Marco da Vista Aqui podemos escolher a que vista das adicionadas ao mapa vai dizer respeito a escala que vamos introduzir. Barra Esta opção permite seleccionar o tipo de escala que pretendemos inserir entre escala numérica e escalas gráficas. Ao seleccionar uma escala gráfica ficam disponíveis mais algumas opções relacionadas com intervalos e divisões que a barra terá. A opção Intervalo permite-nos escolher qual será a distância real que será representada pela barra. A opção Number of Intervals definir permite em quantas divisões será dividida a escala para representar a distância que definimos no Intervalo. A opção Divisões para a esquerda permite escolher quantas divisões serão representadas para a esquerda do valor 0 da escala. Escala Se tivermos seleccionado uma escala gráfica, é possível seleccionarmos se pretendemos visualizar uma escala numérica e se pretendemos que a mesma seja visualizada sobre ou sob a escala gráfica. Unidades Esta opção permite que seja seleccionada a unidade dos valores que serão apresentados na escala e permite seleccionar em que localização pretendemos que a mesma seja indicada em relação à barra (sobre ou sob a mesma). Etiquetas Aqui podemos seleccionar em que posição pretendemos que sejam apresentadas as etiquetas relacionadas com a escala (valores e unidades) e qual a cor dessas etiquetas. Como qualquer outro objecto do mapa, depois de o mesmo ter sido introduzido pode ser editado fazendo duplo clique sobre o mesmo e voltará a ser apresentada a janela com as configurações do objecto. Rosas dos Ventos ou Setas de Orientação A integração de Rosas dos Ventos ou Setas de Orientação nos mapas permite a quem visualiza um mapa ter uma forma imediata de saber como se encontra orientado o mapa. Para adicicionar estes objectos ao mapa devemos clicar no botão na opção localizada no menú Mapa. 164 na barra de ferramentas ou

165 Na janela que é apresentada podemos seleccionar a que vista introduzida no mapa vai dizer respeito a seta de orientação a introduzir. Podemos também seleccionar na parte superior da janela o estilo de objecto de orientação pretendemos introduzir. Podem ser adicionados novos símbolos aos existentes, copiando os novos símbolos para a pasta bin/gvsig/extensiones/com.iver.cit.gvsig/northimages existente na pasta em que foi instalado o software. Estes novos símbolos deverão estar no formato SVG (Scalable Vector Graphics). Caixas O gvsig permite que sejam introduzidas no mapa caixas que podem, por exemplo, enquadrar outros objectos. Para adicionar uma caixa devemos seleccionar na barra de ferramentas o botão correspondente no menú Mapa. ou a opção Depois de desenharmos com o rato a área em que queremos introduzir a caixa (clicar e arrastar até ao canto oposto) é apresentada uma janela que permite definir algumas propriedades dessa caixa como sejam o número de linhas e colunas ou os graus de inclinação da mesma. Imagem Podem também ser adicionados aos mapas ficheiros de imagem com os formatos.jpeg,.jpg,.gif,.png,.bmp ou.svg. Para isso deve ser seleccionada a ferramenta 165 ou a opção

166 correspondente no menú Mapa. Ao seleccionar a ferramenta e desenhar no mapa o rectângulo em que a imagem se deverá localizar é apresentada a seguinte janela: Ficheiro Ao clicar no botão Procurar é apresentada uma janela do Explorador que nos permite seleccionar o ficheiro que pretendemos adicionar ao mapa. Qualidade Permite definir se a qualidade de visualização será Apresentação ou Rascunho. Graus Permite definir uma rotação para a Imagem que é introduzida no Mapa Texto Podem ser inseridos nos mapas textos que funcionem como, por exemplo, título, explicação do mapa ou informações complementares (fonte, sistema de projecção, etc.). Os textos podem ser introduzidos através da ferramenta Mapa. ou da opção que existe no menú No canto superior esquerdo da janela devemos introduzir o texto que pretendemos que seja 166

167 apresentado no mapa. São depois apresentadas diversas opções que permitem configurar a apresentação desse texto. Alinhar Permite definir o alinhamento do texto dentro de uma caixa: à esquerda, ao centro ou à direita. Fonte Ao clicar no botão Fonte podemos escolher o tipo e o estilo de letra que queremos para o texto que estamos a introduzir. É também possível definir a cor e o tamanho da letra que o texto vai ter. Marco Esta opção permite definir se pretendemos colocar uma caixa em torno do texto que vai ser inserido, seleccionando essa opção na checkbox Usar marco. Para além disso, é possível definir a cor da linha da caixa que vai ser criada, a sua espessura e qual a margem que vai existir entre o texto e a linha. Título do campo de texto Se seleccionarmos esta opção será colocado um título por fora da caixa que contém o texto que inserimos. Podemos definir a cor desse título e o tamanho da fonte. Objectos Gráficos Podem ser inseridos no mapa diversos objectos gráficos: pontos rectângulos círculos linhas polilinhas polígonos As ferramentas que permitem introduzir estes objectos gráficos encontram-se na barra de ferramentas ou em Inserir dentro do menú Mapa. 167

168 Depois destes objectos gráficos serem introduzidos no mapa, os seus vértices podem ser editados seleccionando o objecto que pretendemos alterar e seleccionando a ferramenta os vértices para a posição desejada. e movendo Edição e Propriedades dos Objectos do Mapa Após terem sido inseridos no mapa os objectos que foram referidos nos pontos anteriores podem ser editados e podem também ser realizadas operações de undo e redo. Undo e Redo Existem ferramentas que permitem desfazer e refazer as edições que foram realizadas no mapa. Para isso encontram-se disponíveis as ferramentas de undo ( ) e de redo ( ). A primeira permite desfazer a última alteração que foi realizada e a segunda refazer uma alteração que tinhamos desfeito anteriormente. Estas ferramentas podem ser acedidas através da barra de ferramentas ou através do menú Mapa. Existe ainda outra ferramenta que permite desfazer diversas edições em simultâneo. Para aceder a esta ferramenta podemos utilizar o botão opção de commands stack no menú Mapa. na barra de ferramentas ou seleccionando a Ao carregar no comando é apresentada uma nova janela que lista todas as edições que foram realizadas no mapa. Movendo a barra lateral para cima e para baixo podemos verificar que edições estão a ser desfeitas no mapa. Embora possam ser desfeitas diversas edições em simultâneo, não é possível desfazer uma edição específica na lista. Ou seja, no caso de termos 4 edições listadas e se quisermos desfazer a segunda edição listada temos, obrigatoriamente de desfazer as edições 3 e

169 Propriedades dos objectos do mapa Os objectos que foram adicionados no mapa podem ser acedidos posteriormente para edição das suas propriedades. A janela de propriedades do objecto pode ser acedida fazendo duplo-clique sobre um objecto com o botão do lado esquerdo do rato ou clicando com o botão direito e no menú contextual seleccionar a opção Propriedades. Alinhamento A ferramenta de alinhamento dos objectos, que se encontra no menú Mapa, Gráficos e Alinhar, permite alinhar, distribuir no mapa e redimensionar os objectos. Nesta janela são apresentadas as seguintes opções: No mapa Se este botão estiver seleccionado, nas opções de alinhamento será tido em conta como referência o limite do layout. Caso não esteja seleccionado, a referência será a selecção que está activa. Alinhamento Estas seis ferramentas permitem alinhar os objectos conforme as necessidades. Os objectos podem ser alinhados à esquerda, ao centro no eixo de X, à direita, ao topo, ao centro no eixo de Y ou ao fundo. Distribuir Estas ferramentas permitem distribuir os objectos seleccionados com uma equidistância entre eles. Match size Estas ferramentar permitem redimensionar um objecto seleccionado utilizando outro como referência. O objecto que é tido como referência é o maior da selecção. Os objectos podem ser redimensionados para corresponderem em largura, altura ou em ambas. 169

170 Espaço Isto permite que os objectos sejam distribuídos espacialmente. Por exemplo, se tivermos seleccionada a opção No mapa e seleccionarmos dois objectos, ao seleccionar as opções disponíveis, os objectos serão movidos para a para a mesma distância das margens direita e esquerda (1ª opção) ou da margem superior e inferior (2ª opção). Agrupar e Desagrupar Estas ferramentas permitem agrupar e desagrupar os objectos. Ao agrupar os objectos de um mapa garantimos que todas as operações de edição (mover, redimensionar, etc.) que sejam realizadas sejam efectuadas sobre todos os objectos. Desagrupar os objectos permite realizar operações de edição apenas sobre um dos objectos. Para aceder a estas ferramentas podem ser utilizados os botões existentes na barra de ferramentas (Agrupar) e (Desagrupar) ou através do menú Mapa e opção Gráficos. Simplificar Legenda Esta opção permite simplificar a legenda individualizando todos os elementos que a compõem. Isto poderá ser útil para editar a legenda alterando, por exemplo, a etiqueta associada a um tema ou mudando a cor ou o limite dos rectângulos que representam as entidades do tema. Esta opção pode ser acedida, quando temos a legenda seleccionada, através do menú Mapa e opção Gráficos ou clicando com o botão direito do rato sobre a legenda e seleccionando no menú contextual a opção Simplify legend. Quando uma legenda é simplificada a ligação que existe entre ela e a Vista é quebrada fazendo com que a partir desse momento qualquer alteração realizada na Vista não seja reflectida na legenda. Para voltar a agrupar os elementos da legenda pode ser utilizado o comando Agrupar referido no ponto anterior. 170

171 Ordem de Visualização As ferramentas de Colocar à frente ( se sobrepõem aos outros. ) e Colocar atrás ( ) permitem definir que objectos Para além de estarem disponíveis na barra de ferramentas, estas ferramentas podem ser acedidas através do menú Mapa dentro da opção Gráficos. Linha Gráfica Esta ferramenta permite desenhar uma linha em torno de um objecto que se encontre seleccionado ou de todos os objectos que se encontram no mapa. Esta ferramenta pode ser acedida através do botão correspondente na barra de ferramentas ( ) ou através do menú Mapa, opção Gráficos. Quando a seleccionamos é apresentada uma nova janela com algumas opções que podem ser configuradas relativamente à linha gráfica. O primeiro conjunto de opções permite definir em torno de que elementos pretendemos criar a linha gráfica. As opções disponíveis permitem colocar em torno apenas dos objectos que estão seleccionados, em torno de todos os gráficos existentes no mapa ou criar uma linha gráfica única que abranja todos os objectos presentes. A segunda opção ( Agrupar linha gráfica com gráficos ) permite que a linha gráfica e o objecto em torno do qual esta vai ser colocada se tornem num objecto único, garantindo que ambos são alvo dos mesmos processos de edição que ocorram posteriormente. As opções de Posição da linha permitem definir o espaçamento dado entre o objecto e a linha que é criada em torno dele. Por defeito, a distância está definida como sendo igual para todos os lados. Podemos manter seleccionada a checkbox desta definição e alterar apenas o valor de espaçamento que pretendemos. No entanto, se preferirmos que a linha tenha espaçamentos diferentes para cada um dos lados, devemos retirar o visto da checkbox e definir os valores nas caixas abaixo que se tornam então editáveis. 171

172 Se clicarmos no botão Configurar surgirá uma nova janela em que podemos configurar o aspecto visual da linha gráfica que vai ser criada. Aqui pode ser configurado o preenchimento (que se sobreporá ao objecto em si), a cor, tipo e grossura da linha, transparência do elemento e os graus de inclinação da linha gráfica. Tamanho e posição A ferramenta de Tamanho e posição permite definir o tamanho de um objecto e a sua localização no mapa. Pode ser acedida através do botão Mapa dentro da opção Gráficos. na barra de ferramentas ou através do menú A janela que é apresentada permite definir em primeiro lugar a localização do objecto no mapa introduzindo os valores que o elemento distará do lado esquerdo do mapa e a distância a partir do topo nas duas primeiras caixas. As duas caixas seguintes permitem definir a largura ( Grossura ) e a altura do objecto seleccionado introduzindo os valores nas caixas correspondentes. Ferramentas de Navegação no Mapa 172

173 Existem diversas ferramentas que permitem navegar no mapa movendo-o ou fazendo zoom para analisar com maior pormenor um determinado objecto. Estas ferramentas encontram-se agrupadas na barra de ferramentas ou dentro do menú Mapa opção Navegação. Estas ferramentas permitem: Zoom menos ( ) - Afastar da página visualizando os objectos com menos pormenor Zoom mais ( Zoom aproximar ( Zoom afastar ( Zoom completo ( ecrã Zoom 1:1 ( Zoom à selecção ( Movimentação ( ) Permite mover o mapa arrastando-o para a localização que pretendemos visualizar ) - Aproximar da página visualizando os objectos com maior pormenor ) - Permite fazer zoom sobre o centro do mapa ) - Permite afastar-se do centro da página ) Permite fazer zoom de maneira a que toda a página seja visível no ) Permite visualizar o mapa do tamanho real que teria caso fosse impresso ) Permite fazer zoom sobre um objecto que esteja seleccionado Templates Em gvsig, os mapas que são criados podem ser armazenados como templates que podem ser utilizados em outros projectos. Neste template são guardadas as propriedades e a distribuição dos objectos no mapa para que possam ser posteriormente utilizados com outros dados em outros projectos. Para guardar um novo template devemos utilizar a opção Guardar como molde que está dentro do menú Ficheiro. 173

174 Ao seleccionarmos esta opção, surge uma nova janela que nos permite definir o nome e a localização onde pretendemos guardar o nosso ficheiro.gvt (extensão dos templates de gvsig). Quando pretendemos utilizar o template que guardamos num novo projecto, podemos carregá-lo nesse novo projecto através do comando Abrir molde no menú Ficheiro. 174

175 Impressão Para imprimir os mapas que são criados é necessário clicar no comando que se encontra disponível na barra de ferramentas. Ao seleccionarmos é aberta uma nova janela em que podemos definir as configurações da impressão que queremos realizar como sejam a impressora que pretendemos utilizar, o número de cópias ou a qualidade da impressão. Exportar para PDF ou PostScript Os mapas que são criados podem também ser exportados para os formatos PDF e PostScript. Para isso podem ser utilizadas as opções existentes no menú Ficheiro ou os dois botões existentes na barra de ferramentas. Quando seleccionarmos uma das opções é apresentada uma janela onde podemos definir o nome e onde pretendemos guardar o nosso ficheiro PDF ou o ficheiro de PostScript (com a extensão 175

176 .ps). 176

177 12 Análise de Redes Para poder realizar uma análise de redes no gvsig é necessário ter previamente instalado correctamente a extensão correpondente. A extensão Piloto de Redes pode ser encontrada no seguinte endereço Quando a extensão se encontra já instalada na barra de menús surge a opção Red onde estão disponíveis as ferramentas de análise de redes. Para que as ferramentas estejam disponíveis é necessário que esteja carregado na Vista um tema de linhas que represente a rede que pretendemos trabalhar. Ao seleccionarmos esse tema como tema activo fica disponível a opção Generar topología de red. Caso tenhamos já anteriormente gerado a topologia de rede para o ficheiro que se encontra activo, fica igualmente disponível a opção de Cargar topologís de red previamente generada que permite carregar a topologia. Geração da Topologia de Rede Para realizar operações como o cálculo de percursos sobre uma tema linear é necessário primeiro que tudo gerar uma topologia dessa rede. A geração da topologia de rede é realizada seleccionando a opção Generar topología de red dentro do menú Red Quando seleccionamos esta opção é apresentada a janela do assistente que vai ajudar no processo de geração dessa topologia. 177

178 Esta janela apresenta-nos diversas opções que vão ser descritas em seguida. Calcular a rede sobre o tema original Quando se trabalha pela primeira vez com um ficheiro deve ser seleccionada a opção de que permite calcular a rede sobre o tema original ( Compute the net over the original layer ). Passando à janela seguinte (botão Next ) devem ser seleccionados os campos da tabela de atributos do tema que contêm a informação que corresponde a determinados parâmetros que ajudam no cálculo da rede. Os campos, para poderem ser escolhidos, devem ser do tipo numérico. Os parâmetros que podem ser definidos são: Select type field Podemos indicar qual é o campo que contém a informação relativa ao tipo de via a que pertence um troço. 178

179 Select lenght field Podemos indicar qual é o campo que contém a informação relativa ao comprimento em metros do troço. Cost field Podemos indicar qual é o campo que contém o custo associado a percorrer um determinado troço da rede. Cost units Permite definir qual é a unidade dos custos para percorrer um troço. Estes custos podem ser em termos de tempo, distância ou monetários. Select sense field Permite escolher qual é o campo que indica o sentido em que os troços podem ser percorridos. O campo que for escolhido deve ter a informação organizada de maneira a que o valor 1 represente os troços que podem ser percorridos no sentido que o troço foi digitalizado, o 2 os troços que podem ser percorridos no sentido inverso ao que foi digitalizado e o 3 os troços que podem ser percorridos em ambos os sentidos. Para seleccionar os campos é necessário seleccionar as checkboxes correspondentes e depois seleccionar os campos na lista que é apresentada. Ao premir o botão Finish é apresentada uma janela que mostra o progresso do processo de geração da topologia de rede. Correcção Topológica do Tema Original Através desta ferramenta são realizadas duas operações distintas. Por um lado, os troços que 179

180 compõem a rede são editados conforme a tolerância que seja definida de maneira a garantir que não hajam troços que deveriam estar ligados e não o estão e, por outro lado, quando existem troços que se cruzam ou tocam e não existam nós de ligação, estes são criados. Para realizar a correcção topológica do tema original, na janela do assistente que surge quando seleccionamos a opção Generar topología de red dentro do menú Red, devemos seleccionar a opção CLEAN the original layer. Ao clicarmos em Next é apresentada a janela em que podemos definir os campos da tabela de atributos que contêm a informação sobre alguns parâmetros da rede. Estes parâmetros são os mesmos que foram referidos no ponto anterior deste manual. A selecção destes parâmetros é facultativa. Se não os pretendermos preencher podemos clicar no botão Finish para terminar o processo. Trabalhar com as coordenadas originais Dentro da primeira janela do assistente para a geração da topologia de rede ou para a correcção topológica do ficheiro original existem outras duas opções que podem ser escolhidas para esses processos. A primeira dessas opções é a opção de trabalhar com as coordenadas originais do tema ( Work with original coordinates ). Esta opção permite que sejam mantidas as coordenadas originais do tema original, ou seja, que não sejam realizadas alterações à localização dos nós e das linhas que compõem a rede. 180

181 Usar tolerância para criar a topologia de rede Com esta opção é possível definir uma distância de tolerância que será considerada no processo de geração da topologia de rede. É esta tolerância que permitirá que, no caso de dois troços não se tocarem por um erro de digitalização e se encontrem a uma distância inferior à tolerância definida, os troços sejam ligados e seja criado um novo nó no seu ponto de encontro. Na prática isto significa que, por exemplo, se dois troços da rede terminam um nas coordenadas x=0 e y=0, e o outro nas coordenadas x=0,1 e y=0,2, se a tolerância definida for de 0,2, os dois troços serão unidos e será criado apenas um ponto. Se, no caso deste exemplo, tivesse sido escolhida a opção de Work with original coordinates, seriam criados dois nós, um no fim de cada um dos troços e estes não seriam ligados entre si. 181

182 Carregar topologia de rede Quando a topologia da rede já está criada podemos carregá-la utilizando a opção Cargar topología de red previamente generada. A topologia de rede de um tema não tem de ser gerada de cada vez que queiramos trabalhar com esse ficheiro. Por isso, se tivermos previamente criado uma topologia de rede de um tema podemos carregá-la de imediato. Ao seleccionarmos esta opção surge uma nova janela em que devemos seleccionar, de entre os campos de texto da tabela de atributos, o campo que contém a informação relativa ao nome dos troços e que será posteriomente utilizado para descrever os percursos que forem criados. Quando tivermos seleccionado o campo que contém o nome dos troços podemos clicar em OK e fica disponível um novo conjunto de ferramentas na barra de ferramentas e fica disponível a opção de Gestíon de paradas no menú de Red. Gestão de Paragens Para aceder ao menú de gestão de paragens, depois de ter carregada a topologia da rede, é necessário seleccionar a opção Gestíon de paradas dentro do menú Red. É, em seguida, apresentada uma nova janela com as opções de gestão de paragens. 182

183 Quando abrimos pela primeira vez a janela não existem quaisquer paragens carregadas ao contrário do que ocorre na imagem acima. As opções que são disponibilizadas são as seguintes: Load stages permite integrar carregar um conjunto de paragens a partir de um tema de pontos. Save stages permite gravar as paragens definidas para um ficheiro que possa ser tratado posteriormente como um tema. Save route permite gravar uma rota criada para um ficheiro que possa posteriormente ser tratado como um tema. Centrar sobre parada permite centrar a Vista sobre uma paragem que esteja seleccionada. Set speeds permite definir a velocidade a que se pode circular por cada tipo de troço. Total route cost quando é calculado um percurso, o valor de custo total de uma rota é apresentado, conforme as unidades que foram definidas para o efeito. Activar/Desactivar paragens (Enable) é possível retirarmos ou voltar a incluir paragens num percurso desactivando ou activando a checkbox correspondente que é apresentada do lado esquerdo. Alterar nome das paragens Carregando na célula correspondente a uma paragem na coluna Stage, é possível alterar o nome dessa paragem. Reordenar as paragens é possível reordenar as paragens que estão introduzidas utilizando as setas existentes na parte inferior da janela ( ) Eliminar paragem é possível eliminar uma determinada paragem seleccionando-a e clicando no botão na parte inferior da janela. Estas opção serão analisadas com maior pormenor nos pontos seguintes. 183

184 Adicionar paragens É possível carregar as paragens que vão servir de referência para o percurso que vamos calcular a partir de um tema de pontos. Para carregar os pontos como paragens, o tema que contém esses pontos tem de ter sido carregado previamente na Vista. A partir daí é necessário realizar os seguintes passos: Seleccionar a opção Gestíon de paradas dentro do menú Red Clicar no botão Load stages Seleccionar na janela que é apresentada o tema que contém os pontos que vão ser carregados como paragens. Ao clicar em Aceitar, os pontos que fazem parte do tema são carregados como paragens. Guardar paragens Depois de termos definidas algumas paragens, estas podem ser guardadas num tema geográfico de maneira a que possam posteriormente ser carregadas para novos cálculos de percursos. Para isso é utilizada a ferramenta de Save stages. Depois de seleccionar esta ferramenta devem ser realizados os seguintes passos: - Seleccionar na janela que é apresentada um dos formatos de ficheiros disponíveis para guardar as paragens (.shp,.dxf, Postgis ou.gml) e clicar em Aceitar. Na janela seguinte seleccionar o nome e a localização em que queremos armazenar o ficheiro 184

185 de paragens que vamos criar. - É apresentada uma janela que nos permite adicionar ou não o novo tema em que foram guardadas todas as paragens à Vista actual. Guardar rota Depois de termos calculada uma rota, podemos guardá-la em diversos formatos tal como acontecia com as paragens de uma determinada rota. Para gravar uma rota, depois de esta ter sido calculada devemos seguir os seguintes passos: Seleccionar a opção Gestíon de paradas dentro do menú Red Seleccionar a opção Save route Na janela que é apresentada em seguida devemos seleccionar o formato em que queremos guardar a rota, de entre aqueles que se encontram listados. 185

186 É, em seguida, apresentada uma janela do explorador que nos permite seleccionar a localização e o nome com que pretendemos guardar o ficheiro que vai ser criado com a rota. Por fim, podemos escolher se pretendemos ou não adicionar o tema que acabamos de criar, e que contém a informação sobre a rota, à Vista actual. Centrar sobre uma paragem Através desta funcionalidade é possível centrar a Vista sobre uma das paragens que estão definidas. Para isso é necessário seleccionar uma paragem e depois clicar no botão Centrar sobre parada. Fixar velocidades A ferramenta de fixar velocidades permite definir velocidades de circulação diferentes para cada um dos tipos de troços existentes na rede. Estas configurações de velocidade vão afectar os cálculos que são realizados para o cálculo de custos para percorrer as rotas geradas no gestor de rotas. 186

187 Ao clicar no botão Set speeds é apresentada uma janela que contém a informação sobre o tipo de vias e a velocidade de circulação permitida em cada um deles em km/hora. A informação apresentada em relação ao tipo de via refere-se ao campo que foi indicado aquando da geração da topologia da rede. Para alterar os valores que são apresentados devemos fazer duplo clique sobre o tipo de via que pretendemos alterar a velocidade e introduzir o novo valor. Quando tivermos alterado todos os valores que pretendemos, devemos clicar em Aceitar. Se tiver sido já realizado o cálculo de uma rota, e se pretendermos que os novos valores sejam aplicados a esse cálculo de rota, é necessário recalcular a rota. Obtenção de custos de rotas Quando é calculada uma rota através do gestor de rotas, a coluna Cost é automaticamente preenchida com o valor de custo associado para percorrer a distância entre duas paragens consecutivas. 187

188 As unidades em que os valores de custos são expressos é a mesma que foi definida como unidade de custo aquando da geração da topologia de rede. Cada vez que uma rota é recalculada, os valores de custos são também actualizados automaticamente. Activar e Desactivar paragens Apesar de podermos ter carregado um ficheiro com um elevado número de paragens, podemos num determinado momento querer calcular rota que não utilize todas as paragens. Para isso temos, na janela do Gestor de Paragens, a opção de activar e desactivar algumas paragens. Para activar e desactivar as paragens que pretendemos é apenas necessário activar ou desactivar a selecção na checkbox que se encontra na coluna Enable do lado esquerdo da janela. Alterar a ordem das paragens Para procurar uma melhor solução para optimizar uma rota, é possível alterar a ordem das paragens para calcular novas rotas com percursos diferentes. Para alterar a ordem das paragens é necessário seleccionar uma das paragens que estão presentes no Gestor de Paragens e utilizar os comandos disponíveis para as mover para cima e para baixo na ordem definida. Eliminar paragens Quando temos a certeza que não vamos necessitar de uma paragem que está definida para 188

189 calcular a rota que pretendemos, podemos eliminar essa paragem do Gestor de Paragens para assim evitar confusões e erros na rota que vai ser calculada. Para eliminar uma paragem, depois de a seleccionar, deve ser utilizado o botão. Quando uma paragem é eliminada, se tivesse sido calculada uma rota previamente, os resultados dos custos são eliminados e a rota deve ser calculada novamente. Geração de Rotas Esta funcionalidade permite calcular o percurso mais curto entre dois ou mais pontos de uma rede. Para iniciar o processo basta adicionar à Vista um tema de linhas que represente a rede para onde vamos gerar a rota. Se a topologia de rede para este tema tiver sido já gerada anteriormente, é apenas necessário seleccionar a opção Cargar topología de red previamente generada, dentro de menú Red. Caso a topologia de rede para esse tema não tenha sido gerada anteriormente, é necessário seleccionar a opção Generar topología de red dentro do menú Red e seguir os passos que foram indicados em pontos anteriores deste manual para gerar a topologia. Quando a topologia de rede tiver sido carregada ficam disponíveis na barra de ferramentas os botões que nos permitem introduzir paragens e definir troços da rede por onde pretendemos que a rota não passe. Para além da forma de carregamento de paragens que foi apresentada anteriormente e em que o carregamento é realizado através do Gestor de paragens e da opção Load stages, estes comandos que ficam disponíveis permitem integrar paragens de duas formas distintas. A primeira opção permite localizar uma paragem em cima de um ponto qualquer sobre a rede. Para introduzir um ponto em qualquer localização sobre a rede devemos seleccionar o botão e, posteriomente, clicar no ponto em que queremos localizar a nossa paragem. 189

190 A segunda opção permite localizar uma paragem sobre um dos nós da rede. Para localizar uma paragem sobre um nó é necessário seleccionar o botão e clicar na rede para introduzir a paragem. Esta opção faz com que a paragem se localize obrigatoriamente no nó mais próximo do ponto que clicarmos na rede. Quando tiverem sido introduzidas duas ou mais paragens na rede, fica disponível o botão que permite calcular o caminho mais curto entre as diversas paragens que definimos, baseandose na topologia de rede gerada para o ficheiro. Para calcular a rota é também possível utilizar a opção Camino mínimo dentro do menú Red. Quando seleccionamos uma dessas opções é calculada a rota entre as nossas paragens. Se pretendermos que a rota que é definida evite um determinado troço da rede é possível definir os troços proibidos e que deverão ser evitados pela rota a traçar. Para definir esses troços 190

191 proibidos é necessário seleccionar o botão queremos assinalar como proibidos. e depois clicar sobre a rede nos troços que Se seleccionarmos a opção de calcular a rota será criada uma rota que evita os troços que definimos como proibidos. Sempre que calculamos uma rota, para além do traço da rota apresentado na Vista, surge uma nova janela que descreve o itinerário da mesma rota. Na janela são indicados os nomes das ruas, a distância a percorrer em cada uma delas, a direcção a tomar no fim dessa rua, o nome da rua para a qual vamos virar e a distância acumulada até esse ponto. Se clicarmos sobre a opção Ver sobre el mapa em qualquer um dos passos do itinerário, o troço correspondente a esse passo é centrado na Vista e seleccionado. Se pretendermos calcular uma nova rota em que não queiramos utilizar as paragens e as proibições que estão introduzidas e não quisermos visualizar a rota que calculámos anteriormente, é possível eliminar estes elementos através da opção Borrar dentro do menú Red. 191

192 Assim, para eliminar as rotas já calculadas deve ser seleccionada a opção Borrar todas las rutas, para eliminar as paragens a opção Quitar todas las paradas e para eliminar todas as proibições a opção Quitar todas las barreras. 13 Sextante Quando instalamos o Sextante sobre o gvsig como foi exemplificado no primeiro capítulo deste manual, ficam disponíveis na barra de ferramentas quatro novos botões que permitem aceder aos elementos básicos do Sextante. Estes elementos básicos são: o Gestor de Extensões, o Modelador, a Linha de Comandos e o Histórico. Gestor de Extensões O Gestor de Extensões pode ser acedido através do botão. Esta é normalmente a forma mais utilizada para trabalhar com o Sextante e as suas extensões. Na janela que é apresentada encontram-se todos os processos disponíveis no Sextante. É também possível a partir deste interface realizar o mesmo processo sobre um conjunto de dados automaticamente através da criação de um processo por batch. Ao clicar no botão que permite aceder ao Gestor de Extensões, é apresentada uma nova janela onde se encontram as ferramentas que são disponibilizadas pelo Sextante. Os processos que podem ser desencadeados encontram-se agrupados pelo tipo de análise que permitem fazer, o que permite aceder às mesmas com maior facilidade. Dependendo da informação que estiver carregada nas Vistas do projecto com que estamos a trabalhar, alguns dos processos poderão não estar disponíveis. Isto acontece porque alguns processos precisam de um determinado tipo de dados de entrada e, se estes não estiverem disponíveis, o Sextante não permite que o processo seja iniciado. Isto pode acontecer, por exemplo, no caso de abrirmos o conjunto de ferramentas para trabalhar temas vectorais ( Tools for vector layers ) e não existirem temas vectorias no projecto, estas ferramentas não estarão disponíveis. 192

193 Para lançar um dos processos existentes no Sextante devemos fazer duplo clique sobre esse processo e é apresentada a janela onde são definidos os parâmetros desse processo. O exemplo abaixo refere-se ao processo de criação do mapa de declives (Slope), mas a organização da janela é muito semelhante para os restantes processos. No primeiro separador, denominado de Parameters, encontram-se as opções que devem ser definidas para prosseguir com o processo. Num primeiro conjunto de dados devem ser definidos quais são os dados de entrada para o processo. Neste exemplo é necessário indicar qual é o tema raster que contêm a elevação que pretendemos utilizar. Dependendo dos processos que estão a ser lançados, é por vezes solicitado que sejam introduzidos seguintes dados: 193

194 temas raster (um ou mais temas) dos que estejam incluídos em qualquer uma das Vistas do projecto. temas vectoriais (um ou mais temas) dos que estejam incluídos em qualquer uma das Vistas do projecto. Tabelas das que se encontram incluídas no projecto actual O segundo conjunto refere-se às opções relacionadas com o processo que está a ser lançado. No caso do exemplo do cálculo dos declives, as opções que podem ser seleccionadas referem-se ao método a utilizar para realizar o cálculo e as unidades em que estará o ficheiro resultante. Noutros processos podem estar disponíveis outras opções como: métodos ou funções que se encontram listadas num menú. valores numéricos ou expressões de texto. Um campo de uma tabela de atributos já carregada no projecto ou de uma tabela de atributos seleccionada noutro parâmetro. Uma banda de um tema raster seleccionado noutro parâmetro Coordenadas de um ponto na Vista (por exemplo para calcular a linha de visão). Neste caso podem ser indicadas as coordenadas ou utilizado o botão do lado direito para indicar sobre a Vista o ponto que se quer utilizar. Uma tabela com valores a serem introduzidos pelo utilizador (por exemplo para definir uma matriz de reclassificação de um tema raster). 194

195 O último conjunto de informações a definir dentro do separador de Parameters refere-se aos resultados finais do processo. É possível definir onde serão armazenados os ficheiros resultantes do processo e em que Vista vão ser integrados. Por defeito, os temas resultantes são armazenados numa pasta temporária que é eliminada cada vez que o gvsig é encerrado. Para poder trabalhar mais tarde com esses temas é necessário armazená-los numa nova localização. Os ficheiros raster podem ser armazenados no formatos.tif,.asc ou.dat (formato de ENVI). Os formatos vectoriais suportados são.shp,.dxf e.gml. Alguns dos processos podem também gerar informações em novas janelas sobre a forma de texto ou de gráficos. No caso dos gráficos, estes podem ser guardados como ficheiros.png clicando sobre o gráfico com a tecla direita do rato e seleccionando a opção Save as.... Na janela do processo existe outro separador que é apresentado quando o resultado do processo que estamos a iniciar é um tema raster. Esse separador é o separador de Raster output. Neste separador pode ser definida a extensão do ficheiro raster que vai resultar do processo que vai ser realizado. As opções disponíveis são as seguintes: 195

196 Fit to input layers com esta opção, o tema resultante terá uma extensão e uma resolução (tamanho do pixel) igual ao do tema que foi introduzido como tema de entrada no processo. User defined com esta opção, o utilizador define quais as coordenadas mínimas e máximas de X e Y para o tema resultante bem como o tamanho da célula (resolução). Conforme o tamanho de célula definido o número de colunas e linhas é actualizado automaticamente. Use extent from view com esta opção, pode ser escolhido que o tema resultante tenha a mesma extensão que uma das Vistas do projecto que deverá ser seleccionada pelo utilizador. A única configuração que tem de ser configurada para além disso é a respeitante ao tamanho do célula. Use extent from layer com esta opção, pode ser definido que o tema de saída tenha uma extensão idêntica à de um outro tema que esteja carregado no projecto. Apenas têm de ser definido qual será o tamanho da célula do ficheiro resultante. 196

197 Dentro da janela do processo é também possível consultar a ajuda que está associada ao processo que estamos a correr. Para isso é necessário clicar no botão e é apresentada a janela com a ajuda associada a esse processo que inclui os parâmetros que são necessários para correr o processo e os comandos necessários para correr o processo a partir da linha de comandos. Configuração do Gestor de extensões Para configurar o Gestor de Extensões é necessário seleccionar o botão que se encontra na parte inferior da janela do gestor. É entao apresentada a seguinte janela de configurações: Nesta janela podemos configurar três conjuntos distintos de opções: os modelos, os grupos e os links dinâmicos. 197

198 Relativamente aos modelos, os modelos podem ser criados pelos utilizadores com recurso ao modelador gráfico que será apresentado no próximo ponto deste manual. Estes modelos são considerados como novos processos. Assim, na primeira opção podemos seleccionar a pasta em que estão armazenados os modelos digitando o caminho para a pasta ou seleccionando-o ao clicar no botão do lado direito. O Gestor de Extensões lê então os ficheiros dentro da pasta e converte-os em novos processos que são apresentados na janela principal. Quanto aos grupos, é possível organizar a forma como os processos se encontram organizados dentro de cada grupo conforme o usuário preferir. Para isso basta clicar no botão Configure groups e na janela que é apresentada em seguida clicar sobre o nome da Tab ou Group que pretendemos alterar e escrever directamente o nome do novo grupo em que queremos localizar um processo ou utilizando o botão do lado direito da coluna para definir o novo grupo para onde pretendemos mover o processo. As alterações podem sempre ser revertidas utilizando o botão Restore default groups. A última opção que pode ser configurada no Gestor de Extensões refere-se a uma funcionalidade que foi introduzida no Sextante a partir da sua versão A funcionalidade de Link Dinâmico é particularmente interessante quando se produz novos temas de informação geográfica a partir de outros temas já existentes. Para compreender melhor como funcionam os Links Dinâmicos e qual a sua utilidade podemos ver o exemplo seguinte. A partir de um tema de rede hidrográfica calculamos uma área de protecção de 20 metros em torno de cada uma das linhas de água. É depois realizado o geoprocesso de Cortar (Clip) entre um tema com as construções e o tema da área de protecção para perceber que edifícios se encontram dentro da área de protecção. Se por alguma razão o traçado da rede hidrográfica for alterado, todos os temas que são gerados a partir dele deixam de estar correctos e iriam obrigar a refazer todos os passos que foram realizados. 198

199 O que esta funcionalidade faz é armazenar a informação sobre todos os processos que são realizados no tema de partida. Isto permite que posteriormente os processos sejam todos realizados novamente de forma automática. São então criados links dinâmicos entre os vários termas que permitem a actualização automática quando os ficheiros iniciais são alterados. Assim, quando os links dinâmicos estão definidos, ao editarmos um tema vectorial, todos os temas que foram gerados a partir desse são actualizados. Da mesma forma, se os temas que foram actualizados forem o ponto de partida de outros processos, os temas resultantes desses novos processos serão actualizados também. Actualmente, esta funcionalidade apenas está disponível para os temas vectoriais e para extensões que tenham como ficheiros de entrada e saída temas vectoriais. Nas configurações para esta funcionalidade estão disponíveis três opções: Update automatically Com esta opção, ao editar um tema a actualização é iniciada automaticamente. Ou seja, se o tema que está a ser editado tiver sido utilizado para criar um novo tema, ao fechar a sessão de edição, o novo tema será actualizado automaticamente. Ask before updating Com esta opção, quando terminamos a sessão de edição de um tema, é apresentada uma janela que nos mostra quais são os temas que poderão ser actualizados. Nessa janela escolhemos se queremos aceitar as actualizações ou se, por outro lado, as pretendemos cancelar. Do not update Com esta opção, quando a sessão de edição é encerrada, não se realiza qualquer edição. Modelador Gráfico O Modelador Gráfico é uma ferramenta simples que permite a criação de modelos complexos que englobem diversos dos processos que são disponibilizados pelo Sextante. O Modelador pode ser acedido através do botão na barra de ferramentas do gvsig. Esta ferramenta permite de uma forma simples criar um fluxo de trabalho que será guardado como um novo processo do Sextante. Na prática, uma operação que precisasse de utilizar vários processos do Sextante poderá ser condensada num único processo que utiliza automaticamente os dados de saída dum processo como dados de entrada para o seguinte. Ao aceder ao Modelador é apresentada uma janela que, do lado direito, mostra a descrição gráfica ou textual do modelo e, do lado esquerdo, os diversos elementos que podem ser adicionados ao modelo. 199

200 A criação de um modelo implica que sejam realizados dois passos: Definição dos dados de entrada necessários Definição do fluxo de trabalho Definição dos dados de entrada Relativamente a este passo, implica que sejam definidos quais são os dados que vão ser solicitados ao utilizador para alimentar o processo que vai ser realizado. Os dados que podem ser definidos como dados de entrada encontram-se listados do lado esquerdo da janela. Estes podem ser: Valores numéricos Valores booleanos Temas raster Bandas de uma imagem raster Campos Textos Tabelas Coordenadas Entradas Múltiplas Tabelas fixas Selecções Temas vectoriais 200

201 Ao fazer duplo clique sobre uma das opções de dados de entrada disponíveis, é apresentada uma janela onde devem ser definidos os parâmetros desse tipo de dados. Em todos eles é necessário introduzir uma descrição uma vez que essa é a informação que será mostrada ao utilizador quando este lançar o processo. Em alguns casos é necessário definir mais alguns parâmetros como no exemplo abaixo. Quando seleccionamos como entrada um valor numérico é apresentada a seguinte janela: No caso destes dados é possível definir os valores máximos e mínimos que o valor a ser introduzido pelo utilizador deverá respeitar, qual será o valor por defeito e se o número permitido deverá ser inteiro ou permitirá a utilização de casas decimais. Por cada novo dado que é adicionado é adicionado um quadrado do lado direito da janela (Descrição Gráfica). Definição dos processos Neste passo devem ser definidos os processos que vão ser aplicados aos dados de entrada para executar o modelo. Para isso é necessário escolher, dentro do separador de Procedures, os processos que vão ser utilizados. Os processos são apresentados neste separador tal como surgem na janela do Gestor de Extensões. 201

202 Ao fazer duplo clique sobre um dos processos é apresentada uma janela bastante semelhante à que surge quando seleccionamos um processo no Gestor de Extensões. As únicas diferenças visíveis estão relacionadas com o facto de nesta janela não existir o separador que permite definir as características do raster resultante e apenas o separador relativo aos parâmetros. Outra das diferenças está relacionada com as opções relacionadas com os objectos de saída. Enquanto na janela do Gestor de Extensões podemos seleccionar se pretendemos que o tema seja guardado numa pasta temporária ou definir o nome do ficheiro e escolher a Vista em que vai ser integrado, nesta janela apenas temos as opções de decidir se o tema será adicionado à Vista e qual será o nome do ficheiro e que vai ser utilizado para identificar o tema de saída no modelo. A forma como os parâmetros podem ser introduzidos nas janelas do Modelador é um pouco distinta da forma como podem ser introduzidos quando se abre um processo através do Gestor de Extensões, uma vez que neste caso se encontra adaptada ao contexto do Modelador. As principais diferenças encontram-se explicitadas em seguida. Temas (vectoriais e raster) e tabelas São também seleccionadas a partir de uma lista mas os 202

203 elementos disponíveis na lista não são os temas ou tabelas que se encontram numa Vista, mas sim os elementos que foram escolhidos como entradas para o processo ou que resultam de algum dos processos do modelo. Valores numéricos ou textos Podem ser introduzidos valores ou textos normalmente através do teclado. Ainda assim, a caixa de texto permite também seleccionar valores ou textos que tenham sido introduzidos sobre a forma de parâmetros no modelo. Pontos Não há a possibilidade de seleccionar as coordenadas neste passo e apenas é permitido seleccionar um ponto que tenha sido definido como entrada para o modelo e que será especificado quando o modelo for corrido. Bandas Não é possível saber, no momento de definir o modelo, o número de bandas de que depende um parâmetro do tipo banda. Por isso, pode seleccionar-se a banda a partir de uma lista que contém as bandas desde 1 a 250, assim como as bandas que tenha sido possível definir no modelo. A validade da banda será testada aquando da execução do processo. No caso de a mesma não ser válida o modelo dará um erro e não executará correctamente o processo. Campo numa tabela ou tema Como no caso anterior, os campos não podem ser conhecidos antecipadamente e ser seleccionados numa lista. Por essa razão, é necessário escolher ou um campo que foi definido como entrada (e que será seleccionado pelo utilizador ao executar o processo) ou escrever directamente o nome do campo na caixa de texto. Se ao executar o modelo não for encontrado o campo com o nome que foi definido, o modelo dará uma mensagem de erro e não será executado correctamente. Selecção São apresentadas as opções do algoritmo e as entradas do tipo selecção que tiverem sido indicadas no modelo. Quando os parâmetros estão preenchidos e se clica em Aceitar é adicionado à Descrição Gráfica um novo rectângulo que contém o nome do objecto de saída do processo e se encontra ligado por uma seta ao elemento que lhe deu origem. Edição, Armazenamento e Recuperação de Modelos Quando o modelo está terminado, pode ser executado clicando no botão Run. Se se verificarem erros no modelo ou este não funcionar como esperado, é possível fazer alterações ao modelo. Para perceber melhor o fluxo de trabalho associado ao modelo, as caixas relativas aos diferentes processos e objectos deles resultantes podem ser movidos simplesmente por clicar neles e arrastá-los para a sua nova localização. 203

204 Se o objectivo for alterar os parâmetros associados a um determinado processo basta fazer duplo clique sobre esse processo e a janela com os parâmetros correspondentes é novamente apresentada e pode ser alterada. Podem também eliminar-se processos contidos dentro do modelo. Para eliminar um processo basta clicar sobre ele com a tecla do lado direito do rato e seleccionar a opção Remover. Esta opção apenas é possível se este processo não alimentar outros processos. Se o processo alimentar outros será apresentada uma mensagem de erro que indica que o mesmo não pode ser eliminado. Assim sendo, só podem ser eliminados processos que situem num extremo do modelo e que não sejam ponto de partida para outros processos. Depois de criar um modelo, este pode ser guardado para que possa ser novamente utilizado em situações futuras. O nome do modelo pode ser definido no topo do lado direito da janela e depois deve clicar-se no botão Guardar. Os modelos que são criados e guardados ficam disponíveis no Gestor de Extensões se a pasta definidas nas configurações do Gestor for aquela que contém os modelos criados. Processos em Batch Todos os processos disponibilizados no Sextante, incluíndo os modelos definidos por utilizadores, podem ser executados como processos em batch. Ou seja, podem ser executados sobre um conjunto de parâmetros de entrada sem haver necessidade de iniciar diversas vezes a extensão e definir várias vezes os parâmetros para o processo. Esta funcionalidade é principalmente útil para realizar um processo sobre um conjunto de temas que se encontrem numa determinada pasta. 204

205 A execução de processos em batch não é muito diferente da execução de processos através do Gestor de Extensões. Para executar os processos em batch é apenas necessário definir os parâmetros a utilizar no processo, os temas de entrada e os temas de saída. Estas configurações são realizadas numa janela com aspecto semelhante ao que é apresentado na seguinte figura. Cada uma das linhas incluídas na tabela representa uma execução do processo, ou seja, cada tema de entrada sobre os quais vai ser corrido o processo. Em cada uma das linhas, as células contêm os valores dos parâmetros da mesma forma que seriam introduzidos nos distintos campos. Inicialmente a tabela contém apenas duas linhas, no entanto, podem ser adicionadas e eliminadas linhas com recurso aos botões Add row e Delete row. Depois de estarem definidas as linhas que correspondem aos ficheiros sobre os quais pretendemos correr o processo, podemos começar a preencher as tabelas. A primeira coluna refere-se à localização onde se encontram os ficheiros de entrada para o processo. O caminho para o ficheiro pode ser escrito directamente na caixa ou pode ser procurado clicando duas vezes na célula correspondente e utilizando o botão que surge do lado direito da célula. 205

206 No caso das colunas correspondentes a parâmetros e métodos (no caso do exemplo do declive, Method e Unidades), se clicarmos no botão que surge do lado direito da coluna, é apresentada uma nova janela com o uma lista que nos permite seleccionar a opção que pretendemos utilizar. Em todos os casos, os valores podem ser introduzidos manualmente através do teclado. No entanto, se o valor que introduzirmos não existir nas opções que podemos seleccionar, o texto será apresentado a vermelho, e não a preto como acontece quando o valor está correcto. No que se refere à última coluna, aqui devem ser incluídos os caminhos e o nome que vai ser atribuído aos ficheiros de saída. Ao contrário do que acontece quando iniciamos um processo a partir do Gestor de Extensões, não é possível colocar os ficheiros resultantes numa pasta temporária pelo que é obrigatório preencher esta coluna com o caminho e o nome correspondente. Também neste caso, se clicarmos no campo em questão, será apresentado um botão no lado direito da célula que permite indicar a localização em que será guardado o ficheiro a partir de uma janela do explorador. 206

207 Nesta janela são apresentadas 3 opções distintas de preenchimento automático. Se deixarmos seleccionada a opção Do not autofill, o nome que seleccionarmos para o ficheiro será introduzido na célula e as restantes não sofrerão alterações. Se seleccionarmos a opção Autofill with numbers, ao nome que seleccionarmos para o ficheiro serão adicionados números e serão preenchidas as restantes células da tabela. Se for seleccionada a opção Autofill with values fields, os nomes dos ficheiros de saída irão ser preenchidos com base no valor da coluna que seleccionarmos na lista que se encontra ao lado dessa opção. Quando executamos um processo através do Gestor de Extensões e sempre que o resultado desse processo é um ficheiro raster, é necessário definir as propriedades do ficheiro raster resultante como sejam as suas dimensões ou o tamanho da célula. Também quando o processo é desencadeado através de um processo em batch é necessário definir as propriedades dos ficheiros raster resultantes. Esta configuração é realizada através do separador Raster output e aqui pode ser definido que os ficheiros de saída tenham características semelhantes aos ficheiros de entrada ou características definidas pelo utilizador (Coordenadas X e Y e o tamanho de célula). 207

208 Quando todas as opções estão preenchidas basta clicar no botão Aceitar e o processo é lançado. No fim do processo ser corrido para todos os ficheiros, é apresentada uma janela com o resumo do processo com indicação dos ficheiros utilizados, parâmetros utilizados, ficheiros resultantes e, caso tenham ocorrido, os erros encontrados. Linha de comandos A Linha de Comandos do Sextante é uma ferramenta que permite a utilizadores mais avançados agilizar a utilização de algumas funcionalidades e automatizar algumas tarefas através da criação de scripts simples. A Linha de Comandos permite também lançar os processos que são 208

209 disponibilizados no Gestor de Extensões. Para aceder à Linha de Comandos deve ser utilizado o botão que se encontra na barra de ferramentas do gvsig. Ao clicarmos nesse botão é apresentada a seguinte janela: Os comandos são introduzidos na parte inferior da janela e premindo a tecla Enter e, na parte superior da janela são apresentadas as mensagens que correspondem ao comando que introduzimos. Se forem utilizadas as teclas do teclado para cima e para baixo, é possível navegar pelos comandos que foram introduzidos anteriormente. Tal como acontece com o Gestor de Extensões, também os processos lançados através da Linha de Comandos utilizam os parâmetros de entrada que se encontram na Vista activa. É possível criar uma Vista através da Linha de Comandos. Para isso pode ser utilizado o seguinte comando: >addview nomedavista Em que devemos substituir a expressão nomedavista pelo nome da Vista que pretendemos criar. Para adicionar ficheiros à Vista que está activa deve ser utilizado o comando open com a seguinte sintaxe: >open nomedoficheiro onde a expressão nomedoficheiro deve ser substituída pelo caminho para o ficheiro que queremos adicionar à Vista. Os caminhos para os ficheiros podem ser absolutos como relativos. Para utilizar caminhos relativos pode ser utilizado o comando cd para navegar até à pasta pretendida. O comando ls permite listar todos os arquivos e pastas dentro de uma directoria. 209

210 Através da Linha de Comandos podem ser adicionados quaisquer tipos de formatos de dados que são suportados pelo gvsig. Para além disso, não é necessário seleccionar o driver de leitura uma vez que o mesmo é carregado automaticamente a partir da extensão do ficheiro. Os comandos seguintes permitem abrir um shapefile, um tema raster e uma tabela: >open f:\dados\cotados.shp >open f:\dados\mdt.tif >open f:\dados\patrimonio.dbf Se tivermos diversos ficheiros com nomes semelhantes em que apenas é alterada a terminação e se pretendermos adicioná-los todos à Vista actual podemos utilizar o seguinte comando: >open mdt*.tif Para aceder a toda a informação associada a um tema que foi adicionado à Vista podemos utilizar o comando describe: >describe mdt.tif e é apresentada a seguinte informação relativa ao ficheiro: Type: Raster layer X min: X max: Y min: Y max: Cellsize X: 80.0 Rows: 126 Cols: 182 O comando que deve ser utilizado para alterar o nome do um ficheiro é: >rename nome, novonome em que a expressão nome deve ser substituída pelo nome actual do ficheiro e a expressão novonome deve ser substituída pelo novo nome que pretendemos dar ao novo ficheiro. Também podem ser removidos temas da Vista através da Linha de Comandos. Para isso é utilizado o comando close com a seguinte sintaxe: >close MDT.tif 210

211 Para além de criar Vistas e adicionar e remover temas das Vistas, através da Linha de Comandos é também possível executar os processos que estão disponíveis no Gestor de Extensões. Para ter acesso à lista dos comandos que permitem executar cada um dos processos podemos utilizar o comando algs. Para saber mais informação sobre um determinado processo, nomeadamente quais os parâmetros necessários para o executar, podemos simplesmente escrever o nome desse processo na Linha de Comandos sem indicar quaisquer argumentos. Os parâmetros que são necessários para o processo são apresentados e entre parênteses é indicado o tipo de parâmetro a introduzir. Para cada um dos tipos de parâmetros, os valores devem ser introduzidos da seguinte maneira: [Raster Layer], [Vector Layer] ou [Table] Deve ser introduzido o nome do tema ou tabela [Numerical value] Deve ser introduzido o valor numérico pretendido que pode ser inteiro ou decimal [Selection] Este tipo de parâmetro refere-se a parâmetros que possibilitam a selecção de uma de diversas opções a partir de uma lista. Para o executar a partir da Linha de Comandos devemos saber qual o número correspondente a essa opção na lista e introduzir esse número. [String] Deve ser introduzida uma expressão de texto. [Boolean] Deve ser introduzido o valor true ou false. [Multiple Selection] É necessário introduzir um grupo de objectos como parâmetro para executar o módulo. Os objectos devem ser agrupados como um único parâmetro escrevendoos entre parênteses. Por exemplo, para introduzir três temas deve ser introduzido o parâmetro 211

212 [tema1, tema2, tema3] [Table field from...] Deve ser escrito o nome de um campo que faça parte de um tema vectorial ou de uma tabela. [Fixed Table] Aqui devem ser introduzidos os valores da tabela fixa como se fossem um só parâmetro, ou seja, entre parênteses e separados por vírgulas. Devem ser introduzidos os valores da primeira linha da esquerda para a direita e logo de seguida os das linhas seguintes seguindo o mesmo procedimento. Por exemplo, para indicar uma tabela que tenha 3 linhas e 3 colunas deve ser introduzido o parâmetro da seguinte forma [1, 10, 0, 11, 20, 1, 21, 30, 2] o que indica que deve ser utilizada uma tabela semelhante à seguinte [Point] Devem ser indicadas as coordenadas do ponto dentro de parênteses e separadas por uma vírgula. No caso de pretendermos utilizar um valor por defeito para um qualquer parâmetro devemos introduzir como valor do parâmetro #. No caso dos parâmetros que são opcionais, introduzir como valor #, tem o mesmo valor que não introduzir o parâmetro. Através da Linha de Comandos é também possível correr scripts o que permite automatizar algumas tarefas. Para correr um script a partir da Linha de Comandos é utilizado o comando run. Um script pode ser criado, por exemplo, num ficheiro.txt. Nesse script são integrados todos os comandos que pretendemos que sejam realizados. Para comentar livremente as diversas linhas do script pode ser utilizado o símbolo // no início das linhas de comentários. Isto faz com que faz com que o texto seja ignorado. O exemplo do script que se segue permite realizar diversos processos: addview Sextante open F:\MDT_Crop.tif slope MDT_Crop.tif, 1, 1, c:\slope_mdt.tif outputview Sextante Ao correr este script, a primeira linha indica que deve ser criada uma nova Vista com o nome Sextante. A segunda linha indica onde se localiza o ficheiro que deve ser adicionado à Vista que foi criada. Na terceira linha é lançado o processo para cálculo de declive (Slope) sobre o ficheiro MDT_Crop. Seguem-se a definição dos parâmetros necessário ao processo (relativos, neste caso, ao método e às unidades a utilizar) e à localização onde será armazenado o ficheiro resultante. A última linha do código define a que Vista vai ser adicionado o ficheiro resultante. Supondo que guardamos o script na raiz do disco C: ( C:\script.txt), o comando para lançar o script deverá ser o seguinte: 212

213 >run C:\script.txt É possível definir também que os parâmetros a utilizar para um processo definido dentro do script sejam indicados como argumentos que são atribuídos quando o script é lançado. Para isso é necessário estabelecer dentro do script quais serão esses argumentos indicando-os da seguinte forma: #1, #2, #3... #9 até um máximo de 9 argumentos. A indicação dos valores a que correpondem estes argumentos deve ser indicada na Linha de Comandos após a indicação do caminho para o script. Histórico de Processos O Histórico de Processos armazena a informação referente aos processos que foram realizados através do Sextante, tanto com o Gestor de Extensões, como com a Linha de Comandos. Desta forma, encontram-se no Histórico processos que podem ir desde a execução de processos até à criação de uma Vista. Para aceder ao Histórico de Processos devemos clicar no botão seguinte janela: e será apresentada a Através do Histórico, podemos ver as diferentes acções que foram realizadas e estas podem ser executadas sistematicamente, o que facilita a repetição de processos. Os processos apresentados não se referem apenas à sessão actual mas também a sessões que ocorreram há mais de um mês. Cada um dos processos é identificado com a data e hora a que foi executado, o seu nome e os parâmetros que foram utilizados para o executar. 213

214 Para repetir um processo que tenhamos executado anteriormente e que esteja listado no Histórico, basta fazer duplo clique sobre esse processo. Ao clicarmos é apresentada a Linha de Comandos com o comando e os parâmetros utilizados para esse processo e o mesmo é iniciado. 214

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