GAEP ARCGIS 9. PEDRO TROCADO Assistente e Investigador do IST

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1 GAEP PEDRO TROCADO Assistente e Investigador do IST

2 Índice Índice Introdução Organização interna...4 ArcCatalog...5 ArcMap...5 ArcToolbox Visualização de informação Construção de mapas O grafismo em ArcMap...12 Formas de representação...12 Formas de representação em métodos gradativos...16 Normalização de informação...20 Editor de legendas Adição de informação alfanumérica...23 Edição em tabelas de atributos...23 Aquisição de informação alfanumérica...25 União e ligação de tabelas (Join e relate)...26 Construção de novas tabelas em ArcMap Labelling de informação geográfica...32 Adição de texto e informação gráfica...32 Labelling de entidades Introdução à segmentação dinâmica...38 Adição de pontos definidos pelas suas coordenadas...38 Segmentação dinâmica Construção de layouts...44 Novo layout...44 Adição de informação da sessão ArcMap...45 Adição de texto e outros elementos gráficos...48 Impressão do layout...48 Exportação do layout...48 Salvar um layout tipo

3 4. Análise de informação alfanumérica Localização directa de entidades Localização de entidades por ordem do valor de atributo Localização de entidades por construção de expressões matemáticas (queries) Localização de entidades por relação espacial com outras...53 Localização de entidades por distância a outras Informação de entidades localizadas Informação espacial Construção e edição de informação espacial...57 Criar uma layer de pontos...58 Criar uma layer de linhas Análise espacial...62 Construção de buffers...62 Limites de corte (CLIP)...64 Intersecção...64 União Outros tipos de informação Informação em formato de imagem Informação em formato CAD...67 Anexo

4 1. Introdução Estas notas destinam-se à aprendizagem de noções básicas de funcionamento do software, neste momento o principal produto da ESRI. Esta nova ferramenta de trabalho conjuga muitas das potencialidades SIG com grande simplicidade de processos, conjugando os procedimentos adequados para a visualização, exploração e análise de informação espacial. No final deste curso, o utilizador deverá pôr em prática os conhecimentos adquiridos e tirar partido de muitas das potencialidades do software, tirando proveitos fundamentalmente na implantação de novos métodos de aquisição, produção e visualização de cartografia. Estas notas não pretendem substituir o manual próprio do software pois no âmbito deste curso isso não seria possível mas pretendem ser mais um elemento de aprendizagem de um novo produto que pode e deve ser utilizado com o melhor dos proveitos para todos. 3

5 2. Organização interna O ARCGIS pode ser utilizado por qualquer pessoa que queira trabalhar com informação geográfica. Fundamentalmente devido à sua facilidade em carregar informação alfanumérica, seja ela em ficheiros dbase ou outros. Desta forma torna-se possível visualizar, manipular e organizar a respectiva informação geográfica. O ARCGIS está organizado de forma extremamente compreensível e intuitiva de forma a tirar melhor partido de todas as suas potencialidades. Desta forma, a aplicação está dividida em três módulos funcionais: ArcCatalog; ArcMap e ArcToolbox. A utilização destas três sub-aplicações permite ao utilizador desempenhar qualquer tarefa simples ou complexa, incluindo a gestão de dados geográficos, construção de cartografia, análise espacial, edição avançada de dados ou ligação a base de dados externas. As aplicações ARCGIS podem ser executadas com recurso a três produtos distintos, cada um disponibilizando níveis diferentes de funcionalidades. O ARCGIS ArcMap disponibiliza ferramentas de construção de cartografia e análise espacial com ferramentas de edição simples. O ARCGIS ArcEditor inclui todas as funcionalidades do ArcMap e acrescenta-lhes capacidades de edição complexa de dados. Finalmente o ARCGIS ArcInfo amplia as capacidades de ambos para níveis de geoprocessamento avançado. Cada um destes três produtos disponibiliza os três módulos anteriormente referidos e descritos de seguida, embora apenas o ARCGIS ArcInfo tenha todas as capacidades existentes na família ARCGIS. 4

6 ArcCatalog O ArcCatalog é a aplicação em ARCGIS que permite a gestão genérica de informação geográfica, ligação a base de dados externas e produção/visualização de metadados. Desta forma é através do ArcCatalog que muitos projectos de gestão de dados geográficos têm o seu início. Como se pode ver pela figura seguinte, o ArcCatalog permite navegar pelo sistema operativo e tornar eficiente a gestão de qualquer conjunto de dados geográficos, sejam eles nativos do ARCGIS ou não. ArcMap No ArcMap o utilizador trabalha com informação geográfica através de mapas interactivos. Desta forma e interactivamente é possível visualizar, explorar, questionar e analisar toda a informação geográfica. Numa sessão ArcMap é definida a informação geográfica a estudar e a forma como ela é visualizada, sendo que qualquer conjunto de dados (geográficos ou simplesmente alfanuméricos) é adicionado no ArcMap sob a forma de layer. A layer é apenas uma representação dos dados não contendo os ficheiros de informação geográfica em si mesmos, ou seja o ArcMap referencia 5

7 o chamado ficheiro de fonte da informação (data set). É desta forma que se pode dizer que o ArcMap é dinâmico e reflecte o estado da fonte da informação, se ele se altera também se alterará a representação do mesmo no ArcMap. Também quer dizer que é possível visualizar a mesma informação em diferentes sessões ArcMap. O ArcMap é na prática um conjunto de layers de informação ao qual é possível executar um conjunto de funcionalidades. Uma layer representa um conjunto homogéneo de entidades geográficas existente numa determinada fonte. Por exemplo, numa sessão ArcMap pode existir uma layer representando os distritos de um país, uma layer representando as vias de comunicação, uma layer representando as sedes de concelho, e por aí fora. A figura seguinte representa o aspecto visual de uma sessão ArcMap, na parte esquerda existe a lista de layers adicionadas à sessão. Cada sessão ArcMap contém uma lista de layers, apenas essas layers estão incluídas na sessão e qualquer layer que se adicione será acrescentado à lista. A lista de layers descreve: O nome de cada layer na sessão ArcMap; A legenda para cada layer; Se a layer está visível; Opcionalmente pode também ter-se a informação do directório onde está guardada a fonte dos dados (botão source na parte inferior da lista de layers). 6

8 A figura seguinte apresenta um detalhe de uma lista de layers. A sessão ArcMap quando gravada no sistema operativo consiste num ficheiro de extensão.mxd. Este ficheiro guarda todas as configurações da sessão bem como todas as layers e respectivas definições. As layers organizam-se em dataframes, cada qual com a sua configuração, nomeadamente sistema de coordenadas, cores de background, definições de layout, etc.. Podem haver várias dataframes numa sessão ArcMap mas em cada instante só pode haver uma activa. Quer isto dizer que é necessário activar a dataframe (botão direito do rato na dataframe e activate) para a qual se pretende trabalhar. As dataframes inactivas são desligadas e não é possível trabalhar com as respectivas layers. Resumidamente, o ArcMap é usado para todo o tipo de construção de mapas de informação georeferênciada, todas as tarefas de edição, mesmo as mais complexas e todos os tipos de análise espacial envolvendo informação geográfica. Qualquer funcionalidade assenta sobre um viewer e uma lista de layers. ArcToolbox A aplicação ArcToolbox disponibiliza acesso a todas as funcionalidades de geoprocessamento para coberturas ArcInfo. Existem mais de 100 ferramentas deste tipo de utilização simples e amigável. A maioria das ferramentas presentes nesta aplicação destina-se a coberturas ArcInfo e 7

9 propõem-se a resolver questões como conversão entre formatos de dados, execução de operações de análise espacial, operações de transformação de coordenadas entre diferentes sistemas e operações de construção de topologia. A figura seguinte representa o ArcToolbox com o seu conjunto de funcionalidades. Estas estão organizadas por áreas temáticas e quase todas elas dispõem de um wizard para orientar o utilizador nas escolhas a fazer. 8

10 3. Visualização de informação 3.1. Construção de mapas A informação espacial é fundamental para qualquer sistema de informação geográfica e por isso mesmo também o é em ARCGIS. Para tal convém saber que formatos de informação são suportados em ARCGIS, fundamentalmente no seu módulo ArcMap: Shapefile, é um dos formatos base do ARCGIS e é criado pelo mesmo em qualquer operação de análise espacial. As shapefiles são extremamente simples de trabalhar, não dispõem de estrutura topológica para armazenamento da localização geométrica das entidades geográficas e da informação descritiva respectiva. O formato shapefile armazena a informação geograficamente referenciada em vários ficheiros distintos:.shp (armazena a geometria das entidades);.dbf (armazena a informação descritiva das entidades);.shx (armazena as ligações entre as entidades e a sua geometria);.sbn e.sbx (armazenam as ligações entre as entidades e a sua informação descritiva, estes ficheiros podem não existir se não tiver sido feita uma operação de análise espacial);.ain e.aih (somente existem quando se procedem a operações de joining de tabelas). É possível converter grande número de formatos de informação georeferenciada (pex.: coberturas ArcInfo; desenhos CAD ) em shapefiles. Cobertura ArcInfo. O ArcInfo é outro produto SIG da ESRI utilizado para produção, gestão e manipulação de informação geográfica (versão workstation). Como tal as coberturas ArcInfo são bastante utilizadas em cartografia digital. Com o ArcMap é possível aceder a todos os formatos ArcInfo incluindo a informação criada em PC ArcInfo (versão anterior ao ArcInfo workstation). A cobertura ArcInfo pode conter mais de uma classe de entidades geográficas. Por exemplo, uma cobertura contendo uma classe de polígonos pode conter também a classe de linhas. Quando se adiciona uma cobertura ArcInfo a uma sessão ArcMap, contendo mais de uma classe de entidades, apenas é possível visualizar uma delas. Para ultrapassar esta situação basta adicionar quantas layers forem necessários para esgotar as classes de entidades existentes na cobertura. 9

11 Geodatabase. Outros dos formatos nativos da ESRI e o ultimo a ser criado e desenvolvido pela empresa. A geodatabase disponibiliza uma estrutura de dados topológicos integrados em features classes. Para além do armazenamento, análise e inquirição estes formatos permitem suportar análises mais complexas e descrever comportamentos aos respectivos dados. Permite também definir outras classes de entidades que não existem nas shapefiles; Informação raster. É possível adicionar a uma sessão ArcMap quer fotografias aéreas quer imagens de satélite, sendo suportados inúmeros formatos de imagem. É também possível adicionar formatos matriciais do tipo grid ArcInfo; Desenhos CAD. É possível adicionar 2 tipos de informação AutoCAD (formatos.dxf e.dwg, sendo este até à versão 2004) e também informação MicroStation, não sendo necessário carregar nenhuma extensão especifica; Informação alfanumérica. O ArcMap suporta informação em formato dbase (.dbf), ascii (.txt) e INFO (formato de base de dados usado em ArcInfo). Ainda é possível a ligação a base de dados externa (pex Oracle). No exemplo que se segue vai ser demonstrado como se constrói um mapa com informação espacial existente. Desta forma, os passos a executar são: Iniciar uma sessão ArcMap; Premir no botão de adição de dados para acrescentar uma nova layer à sessão. Com o browser procurar no sistema operativo o ficheiro pretendido. Todos os ficheiros são listados no lado esquerdo da janela de diálogo. Não apenas pela respectiva extensão é possível perceber qual o formato da informação mas também pelo ícone respectivo (pex. as shapefiles são sempre listadas a verde em que o desenho do ícone refere a tipologia de entidades presente). Para escolher vários ficheiros em simultâneo premir em shift e escolher os pretendidos; Premir OK para adicionar a informação espacial à sessão ArcMap. Por defeito as cores atribuídas às entidades presentes em cada layer são atribuídas pelo ArcMap; 10

12 Para alterar as cores do layer, clicar com o rato sobre o elemento geográfico representativo do layer pretendido (polígono, linha ou ponto); Por defeito, cada tipologia de layer vectorial tem uma posição definida na lista de layers. Assim, as layers de polígonos são adicionadas em baixo, sendo seguidas pelas layers de linhas e finalmente as layers de pontos. Desta forma, e como o ArcMap desenha as layers de baixo para cima, não existe a possibilidade das layers de polígonos ocultarem os elementos das outras layers; Por defeito, qualquer layer adicionada à sessão é imediatamente visível. Para desligar a visualização de qualquer layer é necessário premir no quadrado superior esquerdo da respectiva layer. Todos os elementos espaciais serão imediatamente desligados. A figura seguinte mostra duas layers. Apenas a layer de cima está a ser desenhada, a de baixo está desligada. Na parte superior da sessão ArcMap encontra-se a informação relativa à escala de visualização da informação. Para ter tal informação é necessário introduzir as unidades da informação clicando com o botão direito do rato sobre a dataframe-properties-general. A figura seguinte representa a janela de diálogo das propriedades da dataframe activa. 11

13 Na caixa de map units escolher a opção correcta, usualmente metros. Imediatamente a escala é preenchida com o valor corrente que poderá ser alterado as vezes que forem necessárias pelo utilizador. Nas propriedades da dataframe é ainda possível configurar diversos parâmetros com relevância para a forma como as respectivas layers são desenhadas. É importante compreender que todas as layers presentes na dataframe serão abrangidas pelas configurações definidas anteriormente O grafismo em ArcMap Formas de representação Para se alterar de forma simples e rápida a estrutura de visualização da informação espacial é disponibilizado um editor de legendas. De seguida são exemplificados alguns dos diferentes tipos de legenda disponibilizados pelo editor (não todos): 12

14 Valores únicos. Num mapa de valores únicos cada cor representa um valor de atributo da informação. Por exemplo numa carta de usos do solo cada cor pode representar um tipo diferente de uso de solo. Resumindo, este método é útil para: atributos que descrevem o nome, tipo, condição ou categoria de uma entidade; atributos contendo medidas ou quantidades previamente classificadas; atributos que identifiquem entidades únicas como por exemplo distritos de um país, neste caso representaria por defeito cada distrito com uma cor distinta. Na figura seguinte, o país é classificado com o atributo nome de distrito (valor único). Gradação de valores. Um mapa de gradação de valores dispõe de símbolos cujas cores se alteram de acordo com um atributo em particular, ou seja cada cor representa um intervalo de valores homogéneo. Este tipo de mapas é útil para a representação de informação em classes ou em algum tipo de evolução numérica. Um bom exemplo é o que se mostra na figura seguinte que representa a temperatura média diária em Portugal Continental. Foram definidos intervalos de valores cada qual representado uma classe distinta. A claro estão representadas as temperaturas mais baixas (nordeste do país) enquanto que a mais escuro as mais elevadas (sul do país). 13

15 Gradação de símbolos. Estes mapas são algo similares aos anteriores na sua metodologia mas a representação faz-se pela variação do tamanho de um ponto ou pela largura de uma linha. Quando se constrói um mapa deste tipo é preciso ter em atenção os intervalos de valores escolhidos para as classes por forma a que os pontos maiores não cubram totalmente os de menor dimensão. Da mesma forma que anteriormente é necessário escolher o atributo de representação. A figura seguinte representa as principais cidades mundiais em função da sua população. As cidades mais populosas são representadas por um ponto maior. 14

16 Densidade de pontos. Estes mapas simbolizam entidades poligonais usando um conjunto de pontos no interior do polígono representando um determinado atributo. Cada ponto representa um valor específico. Este tipo de representação é útil quando se pretende apresentar uma densidade de ocorrências em adição à quantidade. O ArcMap distribui aleatoriamente o conjunto de pontos de gera dentro de cada polígono. Quando gera os pontos, o objectivo é não ter pontos tão perto nem tão longe uns dos outros de forma a distinguirmos claramente a distribuição padrão. A figura seguinte representa a distribuição da população europeia recorrendo a um mapa de gradação de valores e densidade de pontos. Informação gráfica. Existe ainda a possibilidade de construir no próprio mapa informação gráfica que melhor descreva a situação a relatar. Desta forma, é possível criar gráficos de barras ou em queijo que acompanham a informação espacial. É bastante útil quando se pretende representar múltiplos atributos bem como as relações entre os mesmos. A figura seguinte pretende representar a estrutura etária em alguns dos estados dos Estados Unidos da América. 15

17 Formas de representação em métodos gradativos Para melhor utilização das capacidades gráficas disponibilizadas pelo ArcMap em relação aos métodos gradativos é fundamental conhecer as diferentes formas de representação. A forma de representação escolhida depende em primeira instância da natureza da informação e em segundo lugar da maneira como se pretende apresentar os dados. É também possível ao utilizador definir as suas próprias classes de intervalos directamente recorrendo ao editor de legendas. O ArcMap disponibiliza 5 formas diferentes de representação, são elas: Intervalos Naturais. Por defeito esta é a forma de representação disponibilizada pelo ArcMap. Este método identifica situações de quebra no arranjo natural da informação. Nas situações fronteiras existe sempre um salto dos respectivos valores (correspondem a situações naturais de quebra), ou seja o ArcMap executa um algoritmo que minimiza a variância dentro de cada classe de valores. A figura seguinte representa uma situação de classificação de população através de intervalos naturais, é a situação considerada por defeito pelo ArcMap e muitas das vezes a representação mais realística da informação, sempre que existe um salto no valor da população é construída uma classe superior. 16

18 Quartilho. No método de classificação por quartilho, cada classe de valores contém o mesmo número de entidades geográficas. Nesta situação não é importante que existam grandes saltos nos valores da informação nos extremos dos intervalos podendo desta forma levar a erros na apresentação de resultados pois baixos valores podem ser incluídos nas mesmas classes de altos valores. Uma forma de ultrapassar esta distorção é acrescentando mais classes ao universo em estudo. Este método é mais adequado para a representação de informação linearmente distribuída, ou seja, informação que não apresente um número desproporcionado de entidades com valores semelhantes. É importante quando se pretende dar ênfase à posição relativa de uma entidade no seio das restantes. A figura seguinte representa a mesma divisão da população por estado mas recorrendo ao método de classificação por quartilho. Agora os estados que apresentam valores intermédios são mais facilmente distinguíveis devido à nova partição da informação, cada nova classe apresenta sensivelmente o mesmo número de estados. 17

19 Igual área. O método da igual área classifica as entidades poligonais encontrando pontos de quebra nos seus atributos de forma a ser possível agrupá-las de forma homogénea. Ou seja a soma dos valores de cada classe tem de ser aproximadamente igual. Intervalo igual. O método do intervalo igual divide o intervalo total dos valores dos atributos em sub intervalos iguais. Ou seja, se existirem valores compreendidos entre 10 e 310, o intervalo total será de 300, ao se pretender dividir em 3 sub intervalos, o ArcMap automaticamente criará 3 intervalos iguais de 100 e as classes construídas variarão entre , e Este método é útil quando se pretende enfatizar a quantidade de valor de um atributo relativamente a outros valores. A figura seguinte representa a mesma situação representado com método do intervalo igual, naturalmente existe uma enorme disparidade entre os estados menos populosos e aqueles que apresentam valores demográficos mais elevados como é o caso da Califórnia que sozinha constitui uma classe. Claramente este método não se aplica a situações de representação de taxas demográficas. 18

20 Desvio padrão. Este método pretende representar a diferença entre o valor de um atributo e a média de todos eles. Quando a informação é representada utilizando o método do desvio padrão, o ArcMap encontra a média dos valores e então posiciona as classes acima e a abaixo da média em intervalos quer de 1, 0.5 ou 0.25 de desvio padrão até toda a informação estar incluída nalguma classe. A figura seguinte representa o método do desvio padrão aplicado à mesma situação. A maioria dos estados incluem-se na classe abaixo da média mas os estados mais populosos claramente tendem a distorcer o modelo pois criam classes acima da média enquanto apenas existe 1 abaixo. 19

21 Normalização de informação Quando se normaliza um atributo, o ArcMap divide cada um dos seus valores por outro valor de onde resulta um valor em coeficiente que em seguida é representado. Esta normalização pode ser executada de 2 formas distintas: Pela soma total dos valores do atributo para que o coeficiente represente uma percentagem do total. Esta situação permite ao utilizador apresentar a importância de um determinado fenómeno. É especialmente útil pois é muitos casos é mais simples entender informação numérica no seu formato percentual. Pelos valores de outro atributo. Desta forma é possível ter em conta a variação espacial de outro fenómeno que possa influenciar ou controlar o atributo em estudo. Por exemplo, quando se pretende construir um mapa de vendas por distrito, a distribuição é fortemente influenciada pela população existente em cada distrito, com a normalização dos valores das vendas pela população, é possível minimizar a influência da mesma e ver claramente a variação espacial das vendas. Outro exemplo é a normalização da população pela respectiva área se trata de um mapa de densidade populacional. Se a informação em estudo já tiver sido anteriormente normalizada então é inútil a sua normalização pois somente causará resultados erróneos. Qualquer informação expressa em coeficiente já foi normalizada. A figura seguinte representa a situação anterior mas os valores do atributo população foram normalizados em função da sua área obtendo-se assim valores de densidades populacionais por estado. São os pequenos estados da costa atlântica que apresentam as densidades mais elevadas. 20

22 Editor de legendas Para se aceder ao editor de legendas clicar com botão direito do rato na respectiva layer e fazer properties-simbology. Do lado esquerdo do editor de legendas é possível alterar a forma de representação de uma layer. Para tal, escolher de entre as diferentes formas de representação (features, categories, quantities, charts ou multiple attributes) aquela que melhor se adequa a cada situação. A opção por features é aquela que é apresentada por defeito e representa a totalidade das entidades com uma simbologia única. A opção por categories permite associar a cada valor de atributo um tipo de representação diferente (valor único). A opção por quantities permite associar uma gradação de cores a valores de atributos numéricos. Este método é extremamente útil para descrição de grandezas numéricas, já que permite associar classes de valores a intervalos desejados. Estas são as duas opções de representação de entidades mais usadas mas existem outras tais como as charts que permitem associar gráficos (barras, circulares e outros) aos objectos geográficos. Para cada uma destas opções existem diversos parâmetros que devem ser definidos antes de se aplicar as alterações pretendidas. O utilizador possui toda a flexibilidade para configurar qualquer parâmetro como desejar e sempre que o pretender. 21

23 Para alterar a forma de representação de uma layer: Aceder ao editor de legendas com o botão direito do rato na layer e properties-symbology. Escolher a opção pretendida para a forma de representação desejada dentro das opções disponibilizadas (no lado esquerdo do editor). Por cada tipo de legenda existem controlos diferentes que permitem ao utilizador definir as suas preferências. A figura seguinte representa a opção valor único. O campo value field possui a lista de atributos disponíveis para a classificação das entidades. Nos métodos gradativos apenas é possível classificar entidades com base em atributos numéricos, por esse motivo apenas esses estão disponíveis. Para métodos gradativos são constituídas 5 classes usando o método de classificação por intervalos naturais. É possível alterar o tipo de classificação ou o número de classes. Para normalizar escolher o atributo com o qual se pretende fazer a normalização no campo normalize. 22

24 Depois de definir o número de classes pretendidas é possível alterar a descrição de cada classe no campo label, como forma de ajudar a interpretação do mapa. Existem gradações de cores pré-definidas pelo ArcMap ou então cada classe pode ser editada independentemente, bastando para tal premir 2 vezes sobre cada símbolo. É possível remover ou adicionar novas classes sempre que necessário. Para visualizar todas as alterações premir em apply Adição de informação alfanumérica Edição em tabelas de atributos Uma forma simples de adicionar informação em ArcMap é simplesmente editar a tabela de atributos da respectiva layer. Supondo que se pretende construir um mapa do país que nos forneça uma imagem visual do resultado das últimas eleições autárquicas a partir da informação geográfica dos concelhos, o processo a seguir seria o seguinte: Adicionar a layer de polígonos correspondente à informação desejada na sessão ArcMap com a ferramenta ; Aceder à tabela de atributos respectiva através do botão direito do rato e open attribute table. Imediatamente é disponibilizada a tabela de atributos da respectiva layer. A tabela está organizada por linhas e colunas, sendo que cada linha representa uma entidade independente e cada coluna um atributo. Neste exemplo, cada entidade é um concelho do país. A figura seguinte mostra parte da tabela de atributos da layer de concelhos original. 23

25 Para adicionar novos atributos não é necessário editar a tabela de atributos, para tal basta escolher options-add field no botão da parte inferior da tabela de atributos. Deve-se preencher os diversos parâmetros tais como o nome do novo atributo e o tipo de atributo (texto, numérico, data, etc.) e respectivas definições. Neste caso, o objectivo é a adição de um atributo que descreva o vencedor das eleições, logo seria um campo de texto. O ArcMap identifica um campo de texto como sendo text. Para além do tipo, também é necessário definir o número de caracteres, neste caso como são apenas siglas, 5 chegaria. Quando se prime em OK, um novo atributo é acrescentado à tabela original com o nome e as características que se acabou de descrever. Para se adicionar a informação do nome do partido vencedor é necessário editar a tabela. O modo de edição está disponível na respectiva barra de ferramentas (toolbar) e acessível em view-toolbar-editor. Na nova toolbar fazer start editing para iniciar o modo de edição e escolher o directório de trabalho em causa. Deve ter-se em atenção que o ArcMap não edita apenas uma layer em particular mas todas aquelas que estiverem guardadas num determinado directório. Os nomes dos partidos podem agora ser escritos já que a tabela está em edição. 24

26 Uma vez finalizado o procedimento de adição de informação, então é necessário gravar as alterações efectuadas na tabela com editor-stop editing; Neste momento já é possível visualizar a nova informação e produzir um mapa de distribuição das autarquias por partido. Nesta situação a opção seria uma simbologia do tipo valor único (um partido corresponde a uma cor). A figura seguinte apresenta a divisão do país por mandatos autárquicos. Aquisição de informação alfanumérica Se já existe informação descritiva num ficheiro ou base de dados externa não existe necessidade de proceder ao trabalho anterior. Em vez disso é possível carregar a informação no ArcMap como tabela seguido de uma ligação a uma tabela de atributos de uma layer apropriada para tal. É possível carregar ficheiros dbase directamente para ArcMap, suportando os formatos dbase III e dbase IV e dbase V. Também suporta ficheiros ASCII (texto) e tabelas INFO (base de dados construída em ArcInfo). É possível ainda aceder a informação de bases de dados externas. Para carregar informação dbase, ASCII ou INFO o procedimento deve ser o seguinte: Premir o botão de adição de informação e escolher a tabela a adicionar o browser. 25

27 Quando o utilizador carrega a informação alfanumérica, os ficheiros não são copiados ou importados para a sessão. Em vez disso, o ArcMap mantém a ligação entre o projecto e o ficheiro. De cada vez que a sessão é reiniciada, o ArcMap recupera as ligações ao mesmo ficheiro e qualquer alteração entretanto produzida será automaticamente actualizável no projecto ArcMap. Utilizando o ArcCatalog é possível aceder a um servidor de bases de dados tais como Oracle ou Sybase e correr as querys de forma a obter a informação pretendida. União e ligação de tabelas (Join e relate) Depois de se ter carregado informação alfanumérica em ArcMap é possível adicionar a tabela recém criada a um mapa pela união entre a nova tabela e a tabela de atributos existente. Quando se junta a nova tabela à tabela de atributos, todos os campos são adicionados, mesmo que alguns deles não sejam necessários. O utilizador poderá usar qualquer dos campos para representar, endereçar, questionar ou analisar as entidades da layer. A união é baseada nos valores dos campos que existem em ambas as tabelas. O nome do campo não tem de ser o mesmo mas o tipo de informação tem de ser idêntico, unindo-se campos numéricos com outros iguais e assim por diante. Supondo que se pretenda adicionar ao mapa de resultados eleitorais de 97 os resultados de 91, de forma a compreender a evolução do eleitorado. Neste caso existe uma tabela de atributos com os resultados de 97 e um ficheiro.dbf (convertido de.xls em excell) com os resultados de 91. O procedimento a seguir é o seguinte: Na sessão ArcMap adicionar a tabela em formato.dbf. No browser escolher o ficheiro respectivo. Este passo é opcional pois o ArcMap permite trabalhar com tabelas que não estejam dentro da sessão; Na layer com os resultados de 97, clicar com o botão direito do rato e fazer join and relatesjoin; 26

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