Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE"

Transcrição

1 Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE ATO DE CONCENTRAÇÃO n.º / Requerentes: Solar Capital e SunGard Data Systems Inc. Advogados: Marcus Vinicius Vita Ferreira, Ivo Waisberg, Tânia Mara Camargo Falbo e outros Relator: Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe Voto-Vista: Conselheiro Roberto Augusto Castellanos Pfeiffer EMENTA: Requerentes com faturamento inferior a R$ 400 milhões e participação de mercado inferior a 20%, o que implicaria, à primeira vista, no não conhecimento da operação por não subsunção aos requisitos do art. 54, 3ºda Lei nº 8.884/94. Solar detida por fundos controlados ou associados a fundos de investimentos privados no formato private equity. Acionistas da Solar com faturamento superior a R$ 400 milhões de reais no Brasil, em Necessidade de apresentação de operação mesmo se tratando de fundos de investimentos private equity, desde que presentes os requisitos do art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94. Entendimento pacífico do Plenário do CADE. Aferição se há exercício de controle por parte dos acionistas Solar para fins de verificar se seus os faturamentos e participações de mercado seriam relevantes para a análise de subsunção da operação ao Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC). Desnecessidade, no caso concreto, de levar em consideração os dados dos acionistas das Requerentes para fins de análise da subsunção da operação ao SBDC, tendo em vista que não se verificou haver acionistas controladores da Solar. Pelo exposto, consideração apenas dos faturamentos e participações de mercado concernentes às Requerentes, que, como visto, são inferiores a R$ 400 milhões e 20% da participação de mercado. Não conhecimento da operação por não cumprir os requisitos do art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94. VOTO-VISTA I Dos fatos Pedi vistas dos autos a fim de melhor analisar a preliminar de subsunção ou não da presente operação ao art. 54, 3º, da Lei nº 8.884/94, verificando a questão se os investidores

2 da Solar a controlam e, portanto, se seria necessário levar em consideração os seus faturamentos e participações de mercado para conhecimento da operação. E, ainda, a questão de conhecimento ou não operação pelo fato de os mesmos investidores da Solar tratar-se de fundos de investimento na modalidade de private equity. O presente caso cuida da aquisição de 100% dos valores mobiliários com direito a voto da SunGard pela Solar, empresa constituída especificamente para os propósitos da presente operação. A Solar é integralmente detida por fundos de investimentos privados, que atuam no segmento de serviços financeiros. Conforme informado pelas Requerentes, nenhum dos investidores, individualmente, por meio de seus acionistas ou por contrato, controlam a Solar legalmente ou de fato. Dessa forma, a Solar não pertence a nenhum grupo econômico. O i. Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe entendeu por bem conhecer da operação ao considerar que o faturamento de um dos fundos de investimentos privados detentores da Solar (adquirente), mais especificamente, o Fundo de Investimento Blakstone, é superior a R$ 400 milhões no Brasil e no Mundo em 2004, conforme fls. 32 dos autos. Por fim, investigando se haveria qualquer concentração horizontal ou integração vertical entre as atividades das empresas brasileiras controladas pelos Fundos de Investimentos participantes do capital social da Solar e a SunGard (adquirida), o i. Conselheiro-Relator verificou a possibilidade da existência relação horizontal e vertical entre algumas empresas brasileiras controladas pelos sete Fundos de Investimentos Privados e a adquirida. Entretanto, tendo em vista o baixo faturamento da SunGard, de apenas R$ 1,25 milhões, constatou que a operação não seria capaz de produzir alterações significativas no mercado. II Investimentos no formato private equity Inicialmente, cumpre analisar a necessidade ou não de apresentação de atos de concentração tendo como participantes fundos de investimento na modalidade private equity. A Resolução nº 391, de 16 de julho de 2003, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que dispõe sobre a constituição, o funcionamento e a administração dos Fundos de Investimento em Participações, define estes como sendo: Art. 2º O Fundo de Investimento em Participações (fundo), constituído sob a forma de condomínio fechado, é uma comunhão de recursos destinados à aquisição de ações, debêntures, bônus de subscrição, ou outros títulos e valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações de emissão de companhias, abertas ou fechadas, participando do processo decisório da companhia investida, com efetiva influência na definição de sua política estratégica e na sua gestão, notadamente através da indicação de membros do Conselho de Administração (grifos). 2

3 Estes fundos são caracterizados por aquisições de participações societárias em caráter temporário e para posterior revenda. Assim, já muito se discutiu se tais operações deveriam ou não ser submetidas ao crivo das autoridades antitruste. O Plenário do CADE já se manifestou sobre a necessidade de apresentação de operação quando se trata de investimento no formato private equity, tendo como paradigma o Ato de Concentração nº / (Bank Boston Investments, Telefatura Inc. e Telefatura Marketing). O ex-conselheiro Ronaldo Porto Macedo, nos autos do ato de concentração acima mencionado, analisando a questão da necessidade ou não de apresentação de operação que tenha como Requerentes fundos de investimento na modalidade private equity, afirmou que: Vale notar, também, que o critério adotado pela União Européia, de que a adquirente não pudesse indicar membro para o conselho de administração nem dispusesse de direito de veto sobre decisões importantes reltativas à estratégia comercial da companhia também teria sido atendido. Ainda que considerássemos que a legislação brasileira estaria aberta a este tipo de isenção, como as existentes no direito comparado, não penso que private equities devem per se ser isentos da obrigação de notificação de aquisições. Em outras palavras, o fato de um investimento ocorrer na modalidade de private equity constitui condição necessária mas não suficiente para que se reconheçam presentes os fundamentos legais para uma dispensa da apresentação tal como pretendido pelos requerentes e postulado por alguns doutrinadores, notadamente os especialistas Eugênio Costa e Silva e Tito Andrade no pioneiro artigo já mencionado. Acredito ser relevante o fato de que a própria minuta da instrução normativa ora em estudo pela CVM defina os private equities em seu artigo 2º da seguinte forma: Art. 2º O Fundo de Investimento em Participações, constituído sob a forma de condomínio fechado, é uma comunhão de recursos destinados à aquisição de ações, debêntures, bônus de subscrição, ou outros títulos e valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações de emissão de companhias, abertas ou fechadas, em que participe do processo decisório da companhia investida, isoladamente ou em conjunto, integrando seu bloco de controle ou como signatário de acordo de acionista que assegure ao fundo influência na definição de sua política estratégica da empresa e na sua gestão da companhia, notadamente através da indicação de membros do Conselho de Administração (grifo meu). Ora, tal definição torna claro que a princípio, ao menos da perspectiva definicional, o private equity é constituído para ter influência relevante na política estratégica da empresa, o que tornaria a hipótese de sua isenção excepcional, tal como aliás, conforme visto, ocorre tanto nos EUA como na União Européia. Há que se ressaltar que a Lei nº 8.884/94, em seu artigo 54 não faz qualquer ressalva sobre a necessidade ou não de fundos de investimentos, na modalidade private equity devem ou não apresentar as operações em que estejam envolvidos. Pelo contrário, conforme se denota da leitura do art. 54 da Lei nº 8.884/94, quaisquer atos que possam limitar a livre concorrência devem ser apresentados, incluindo entre estes as operações que tenham fundos de 3

4 investimentos na modalidade de private equity que observem os requisitos descritos no art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94, senão veja-se: Art. 54. Os atos, sob qualquer forma manifestados, que possam limitar ou de qualquer forma prejudicar a livre concorrência, ou resultar na dominação de mercados relevantes de bens ou serviços, deverão ser submetidos à apreciação do Cade (grifos). (...) 3º Incluem-se nos atos de que trata o caput aqueles que visem a qualquer forma de concentração econômica, seja através de fusão ou incorporação de empresas, constituição de sociedade para exercer o controle de empresas ou qualquer forma de agrupamento societário, que implique participação de empresa ou grupo de empresas resultante em vinte por cento de um mercado relevante, ou em que qualquer dos participantes tenha registrado faturamento bruto anual no último balanço equivalente a R$ ,00 (quatrocentos milhões de reais). Assim, até que seja editada lei regulamentando expressamente as hipóteses em que não é necessária a notificação de operação envolvendo fundo de investimento no formato private equity, prevalece entendimento firmado pelo CADE que estes devem sim ser notificados ao SBDC, caso cumpram os requisitos descritos no art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94. A título de conhecimento, vale ressaltar que o projeto de lei de reforma do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC), em seu art. 91, cuida da análise dos atos de concentração que envolvam fundos de investimento na modalidade private equity, assim dispondo, em elogiável redação: Art. 89. Serão submetidos ao CADE pelas partes envolvidas na operação os atos de concentração em que, cumulativamente: I - pelo menos um dos grupos envolvidos na operação tenha registrado, no último balanço, faturamento bruto anual ou volume de negócios total no País, no ano anterior à operação, equivalente ou superior a R$ ,00 (cento e cinqüenta milhões de reais); e II - pelo menos outro grupo envolvido na operação tenha registrado, no último balanço, faturamento bruto anual ou volume de negócios total no País, no ano anterior à operação, equivalente ou superior a R$ ,00 (trinta milhões de reais). (...) Art. 91. Para os efeitos do art. 89, realiza-se um ato de concentração quando: I - duas ou mais empresas anteriormente independentes se fundem; II - uma ou mais empresas adquirem, direta ou indiretamente, por compra ou permuta de ações, quotas, títulos ou valores mobiliários conversíveis em ações, ou ativos, tangíveis ou intangíveis, por via contratual ou por qualquer outro meio ou forma, o controle ou partes de uma ou outras empresas; III - uma ou mais empresas incorporam outra ou outras empresas; ou 4

5 venture. IV - duas ou mais empresas celebram contrato associativo, consórcio ou joint Parágrafo único. Não serão considerados atos de concentração, para os efeitos do art. 89, as transações e as negociações de ações, quotas ou outros títulos, por conta própria ou de terceiros, em caráter temporário, ou participações adquiridas para fins de revenda, desde que os adquirentes: I - não detenham o poder de determinar, direta ou indiretamente, ou ainda a capacidade de influenciar o comportamento concorrencial da empresa adquirida; ou II - apenas exerçam o direito de voto com o objetivo exclusivo de preparar a alienação, total ou parcial, da empresa adquirida, seus ativos ou dessas participações, devendo tal alienação ocorrer no prazo regulamentar. (grifos) Assim, levando em consideração a definição dos fundos de investimento de participação contida na Resolução/CVM nº 391, informando expressamente que estes fundos possuem influência na política estratégica da companhia, e o fato de que a atual lei antitruste não abre qualquer exceção para esses fundos de investimento no que tange a apresentação de atos de concentração que porventura estejam envolvidos, entendo que os fundos de investimentos, no formato private equity, que observem os requisitos descritos no art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94, devam apresentar suas operações. Portanto, o que se buscará no presente voto é a verificação se os fundos de investimentos acionistas da Requerente Solar exercem algum controle sobre ela, para então, em caso de resposta afirmativa, passarmos à análise se estes se subsumem aos critérios do art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94. III Verificação da existência ou não de exercício de controle por parte dos investidores da Solar Conforme entendimento por mim esposado nos autos do Ato de Concentração nº / (Idéiasnet e Flynet), devem os dados de acionistas das requerentes ser analisados na verificação da subsunção de determinada operação aos requisitos do art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94, tão-somente quando se verificar a existência de controle por parte de algum desses acionistas ou, na inexistência de controle, se há alguma influência por parte destes nas empresas em possuam participação societária, para fins de caracterizar se incide hipótese de grupo de fato 1. Assim, no caso em tela, o que se deve perquirir é se há exercício controle por parte de alguns fundos acionistas da Solar ou exercício de influência por parte destes para, então, 1 Os artigos 243, 1º e 2º da Lei nº 6.404/76 regulam os grupos de sociedade de fato, entendendo como integrantes destes: (i) sociedades coligadas, que são aquelas que uma sociedade participa da outra, com 10% ou mais do capital social, sem controlá-la; e (ii) sociedades controladas, entendidas como aquelas em que a controladora, diretamente ou através de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores. 5

6 passarmos à verificação se estes se subsumem aos requisitos legais do art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94. Conforme se denota do item I.4 do Anexo I da Resolução CADE nº 15/98, as participações no capital social da Solar estão assim dispostas: Investidores da Solar Participação Societária Silver Lake Partners 15,43% Kohlberg Kravis Roberts & Co. L.P. 15,43% Bain Capital Partners, LLC. 15,43% The Blackstone Group 15,43% TGP Partners IV, L.P. 15,43% Providence Equity Partners Inc. 8,57% Goldman, Sachs & Co. 14,29% Assim, verifica-se pelas participações societárias que nenhum dos acionistas da Solar exerce controle individual da empresa 2. Neste mesmo sentido, às fls. 03 dos autos, as Requerentes informaram que nenhum dos Investidores, individualmente, por meio de seus acionistas ou por contrato, controlam a Solar legalmente ou de fato. Dessa forma, a Solar não pertence a nenhum grupo. Outrossim, a SEAE emitiu parecer de fls. 254/257 dos autos, afirmando: 2 Segundo Fábio Ulhoa Coelho (Curso de Direito Comercial, vol ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2004, p. 276/277) são quatro as modalidades de poder de controle de uma sociedade anônima: (i) controle totalitário: que se caracteriza pela concentração de quase a totalidade das ações com direito de voto na propriedade de um acionista; (ii) controle majoritário: quem exerce o controle possui mais da metade das ações com direito a voto; (iii) controle minoritário: o acionista, apesar de possuir menos da metade das ações com direito a voto, dirige os negócios sociais e elege a maioria dos membros da administração. Tal hipótese ocorre quando as ações da sociedade são bastante dispersas; e (iv) controle gerencial: quando a dispersão das ações é tão grande que os próprios administradores da sociedade são considerados os controladores, visto que se perpetuam na direção da companhia. O art. 116 da Lei nº 6.404/76, define acionista controlador de uma companhia aquele que possua, de modo permanente, a maioria dos votos nas deliberações sociais, senão vejamos:: Art Entende-se por acionista controlador a pessoa, natural ou jurídica, ou o grupo de pessoas vinculadas por acordo de voto, ou sob controle comum, que: a) é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, a maioria dos votos nas deliberações da assembléia-geral e o poder de eleger a maioria dos administradores da companhia; e b) usa efetivamente seu poder para dirigir as atividades sociais e orientar o funcionamento dos órgãos da companhia. 6

7 2. A Solar não pertence a nenhum grupo e nenhum de seus acionistas controla a Solar. Não possui subsidiárias nem faturamento no Brasil ou em qualquer outro país. (Grifos). E continua: 10. A operação consiste em uma mudança completa de acionistas, com a venda de 100% das ações da SunGard com direito a voto para a Solar. 11. Nenhum dos sete grupos de Investidores controla a Solar legalmente ou de fato. As requerentes afirmam que não existe nenhuma concentração horizontal nem integração vertical entre a SunGard e seus novos acionistas, que possuem participação em várias empresas com atuação no Brasil. Essas empresas, no entanto, atuam em algumas áreas que eventualmente podem ter algum tipo de relação, seja horizontal ou vertical, com a área de atuação da SunGard. 12. Porém, esta Seae optou por não investigar detalhadamente possíveis integrações verticais e/ou concentrações horizontais, tendo em vista que o faturamento da SunGard (empresa adquirida), no Brasil, foi muito baixo, de apenas R$ 1,25 milhões. 13. Dessa forma, conclui-se que a presente operação não trará prejuízo à livre concorrência no Brasil (grifos). Assim, verifica-se que a Solar não é controlada individualmente por qualquer de seus acionistas, afastando a necessidade de levarmos em consideração os dados referentes a estes para fins de subsunção da operação aos requisitos do art. 54, 3º da Lei nº 8.884/94. Há que se ressaltar o zelo e correição da atitude das Requerentes em apresentarem a presente operação, visto que não há entendimento pacificado neste Conselho sobre quais os critérios para subsunção de atos de concentração ao SBDC por exercício de controle por parte dos acionistas das Requerentes. Por todo exposto, voto pelo não conhecimento da presente operação. É o voto. Brasília, 13 de outubro de ROBERTO AUGUSTO CASTELLANOS PFEIFFER Conselheiro do CADE 7

GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA. José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br

GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA. José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br GRUPOS ECONÔMICOS E A ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO ECONÔMICA José Marcelo Martins Proença marcelo.proenca@usp.br Apresentação - objetivo Verificação legislações (societária e concorrencial) Comparação das legislações

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06183/2005/RJ COGPI/SEAE/MF Rio de Janeiro, 02 de maio de 2005 Referência: Ofício n o 1888/2005/SDE/GAB de 19 de abril de

Leia mais

Painel 3 O Regime Suspensivo: até onde ir antes da aprovação do ato?

Painel 3 O Regime Suspensivo: até onde ir antes da aprovação do ato? 5 SEMINÁRIO DE DIREITO ECONÔMICO DE BELO HORIZONTE IBRAC & Faculdade de Direito da UFMG Painel 3 O Regime Suspensivo: até onde ir antes da aprovação do ato? Ricardo Machado Ruiz Conselheiro do CADE Belo

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES 2 I. Finalidade A presente Política de Divulgação de Informações e de Negociação de Ações tem como finalidade estabelecer as práticas de divulgação

Leia mais

Ofertas Públicas de Ações, Operações em Bolsa e Valores Mobiliários Conversíveis. Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno x Público 1

Ofertas Públicas de Ações, Operações em Bolsa e Valores Mobiliários Conversíveis. Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno x Público 1 Ofertas Públicas de Ações, Operações em Bolsa e Valores Mobiliários Conversíveis Confidencial Restrita Confidencial Uso Interno x Público 1 Ofertas Públicas de Ações Operações em Bolsa Panorama da estrutura

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações envolvendo emissores de valores mobiliários registrados na categoria A. O PRESIDENTE

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARCOPOLO S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARCOPOLO S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA MARCOPOLO S.A. I - OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Art. 1 o. A presente Política de Negociação tem por objetivo estabelecer as regras e procedimentos

Leia mais

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias

Avaliação de Investimentos em Participações Societárias Avaliação de Investimentos em Participações Societárias CONTABILIDADE AVANÇADA I 7º Termo de Ciências Contábeis Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Regulamentação do Método da Equivalência Patrimonial

Leia mais

Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012. Sumário

Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012. Sumário POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES Aprovada na Reunião do Conselho de Administração de 10.05.2012 Sumário I. Finalidade... 3 II. Abrangência... 3 III. Divulgação de Informação

Leia mais

Investimentos. Aula 1. Ao final desta aula você : - Saberá a definição e as justificativas dos investimentos;

Investimentos. Aula 1. Ao final desta aula você : - Saberá a definição e as justificativas dos investimentos; Investimentos Aula 1 Ao final desta aula você : - Saberá a definição e as justificativas dos investimentos; - Conhecerá os métodos de avaliação dos investimentos; - Entenderá sobre controle direto, indireto

Leia mais

Avaliação de Investimentos pelo Método de Equivalência Patrimonial. Contabilidade Avançada I Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares

Avaliação de Investimentos pelo Método de Equivalência Patrimonial. Contabilidade Avançada I Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Avaliação de Investimentos pelo Método de Equivalência Patrimonial Contabilidade Avançada I Profª MSc. Maria Cecilia Palácio Soares Aspectos Introdutórios No Método de Equivalência Patrimonial, diferentemente

Leia mais

MARCOPOLO S.A. C.N.P.J nr. 88.611.835/0001-29 NIRE Nº. 43 3 0000723 5 Companhia Aberta ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

MARCOPOLO S.A. C.N.P.J nr. 88.611.835/0001-29 NIRE Nº. 43 3 0000723 5 Companhia Aberta ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Reunião: Política de Negociação de Valores Mobiliários (Portuguese only) MARCOPOLO S.A. C.N.P.J nr. 88.611.835/0001-29 NIRE Nº. 43 3 0000723 5 Companhia Aberta ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Cotas de Fundos de Investimento em Participações - FIP

Cotas de Fundos de Investimento em Participações - FIP Renda Variável Cotas de Fundos de Investimento em Participações - Fundo de Investimento em Participações Investimento estratégico com foco no resultado provocado pelo desenvolvimento das companhias O produto

Leia mais

Fundos de Investimento na nova lei de defesa da concorrência. 19 de outubro de 2012

Fundos de Investimento na nova lei de defesa da concorrência. 19 de outubro de 2012 Fundos de Investimento na nova lei de defesa da concorrência 19 de outubro de 2012 Preocupações concorrenciais como em qualquer AC Concentração horizontal Relações verticais Troca de informações F F Q1

Leia mais

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES 1 ÍNDICE I. Finalidade... 3 II. Abrangência... 3 III. Definições... 4 IV. Divulgação de

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA FORNO DE MINAS ALIMENTOS S.A. 1 PROPÓSITO A presente Política de Negociação de Valores Mobiliários tem como propósito estabelecer regras para

Leia mais

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A.

EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA EVEN CONSTRUTORA E INCORPORADORA S.A. Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 27 de abril de 2012

Leia mais

8º SEMINÁRIO ANBIMA DE DIREITO DO MERCADO DE CAPITAIS São Paulo 23 agosto. PULVERIZAÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO NO BRASIL Modesto Carvalhosa

8º SEMINÁRIO ANBIMA DE DIREITO DO MERCADO DE CAPITAIS São Paulo 23 agosto. PULVERIZAÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO NO BRASIL Modesto Carvalhosa 8º SEMINÁRIO ANBIMA DE DIREITO DO MERCADO DE CAPITAIS São Paulo 23 agosto PULVERIZAÇÃO DO CONTROLE ACIONÁRIO NO BRASIL Modesto Carvalhosa A recente pulverização da propriedade acionária projeta questionamentos

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

POLÍTICAS DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÃO SOBRE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES ABRANGÊNCIA

POLÍTICAS DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÃO SOBRE ATO OU FATO RELEVANTE E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES ABRANGÊNCIA A Diretoria da Participações Industriais do Nordeste S.A. ( Companhia ) comunica que, por deliberação do Conselho de Administração, em reunião extraordinária realizada em 30.06.2002, foram aprovadas as

Leia mais

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da KROTON EDUCACIONAL S.A. I Definições e Adesão 1. As definições utilizadas no presente instrumento têm os significados que lhes são atribuídos

Leia mais

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES

TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES TRACTEBEL ENERGIA S.A. CNPJ/MF 02.474.103/0001-19 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES Versão: 02 Aprovação: 130ª RCA, de 20.02.2014 ÍNDICE I. FINALIDADE... 3 II. ABRANGÊNCIA...

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 28.03.2013 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício nº 3950/2005/SDE/GAB, de 23 de agosto de 2005.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício nº 3950/2005/SDE/GAB, de 23 de agosto de 2005. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06373/2005/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2005. Referência: Ofício nº 3950/2005/SDE/GAB, de 23 de agosto de

Leia mais

Deveres e Responsabilidades dos Membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. Os Deveres dos Conselheiros na Instrução CVM nº 358/02

Deveres e Responsabilidades dos Membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. Os Deveres dos Conselheiros na Instrução CVM nº 358/02 1 Deveres e Responsabilidades dos Membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal Os Deveres dos Conselheiros na Instrução CVM nº 358/02 Elizabeth Lopez Rios Machado SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES

Leia mais

AULA 10 Sociedade Anônima:

AULA 10 Sociedade Anônima: AULA 10 Sociedade Anônima: Conceito; características; nome empresarial; constituição; capital social; classificação. Capital aberto e capital fechado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores.

Leia mais

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A.

Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A. Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A. I. FINALIDADE 1. O objetivo da Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da CPFL Energia S.A. (a Companhia )

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. I - DEFINIÇÕES 1. As definições utilizadas na presente Política de Divulgação de

Leia mais

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL A equivalência patrimonial é o método que consiste em atualizar o valor contábil do investimento ao valor equivalente à participação societária da sociedade investidora no patrimônio

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003. Página 1 de 9 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003. Dispõe sobre a diversificação dos ativos das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde para aceitação como garantidores e altera

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada

MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada MINISTÉRIO DA SAÚDE 1 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada RESOLUÇÃO NORMATIVA-RN Nº 67, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2004 (*) Dispõe sobre a diversificação dos ativos das Operadoras de Planos

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. CNPJ 02.328.280/0001-97 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 02.238.280/0001-97 Rua Ary Antenor de Souza, nº 321,

Leia mais

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910

VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 VULCABRAS AZALEIA S.A. Companhia Aberta CNPJ 50.926.955/0001-42 NIRE 35.300.014.910 MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA VULCABRAS AZALEIA S. A. DE 31 DE JANEIRO DE 2011. O

Leia mais

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009

ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 ANEXO II À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA S.A. REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2009 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA JULIO SIMÕES LOGÍSTICA

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA NEGOCIAÇÃO COM VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA TECNISA S.A., OU A ELES REFERENCIADOS, POR POTENCIAIS OU EFETIVOS DETENTORES DE INFORMAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 4779/2004/SDE/GAB, de 10 de agosto de 2004.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 4779/2004/SDE/GAB, de 10 de agosto de 2004. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06495/2004/RJ COGPI/SEAE/MF 23 de agosto de 2004 Referência: Ofício n 4779/2004/SDE/GAB, de 10 de agosto de 2004. Assunto:

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. 1. OBJETIVO, ADESÃO E ADMINISTRAÇÃO 1.1 - A presente Política de Negociação tem por objetivo estabelecer

Leia mais

1.Introdução... 2. 2. Definições... 2. 3. Objetivos e Princípios... 3. 4. Negociação por meio de Corretoras Credenciadas e Períodos de Bloqueio...

1.Introdução... 2. 2. Definições... 2. 3. Objetivos e Princípios... 3. 4. Negociação por meio de Corretoras Credenciadas e Períodos de Bloqueio... Índice 1.Introdução... 2 2. Definições... 2 3. Objetivos e Princípios... 3 4. Negociação por meio de Corretoras Credenciadas e Períodos de Bloqueio... 4 5. Restrições à Negociação na Pendência de Divulgação

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício SDE/GAB n 4085, de 05 de julho de 2004.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício SDE/GAB n 4085, de 05 de julho de 2004. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06475/2004/RJ COPCO/COGPI/SEAE/MF Referência: Ofício SDE/GAB n 4085, de 05 de julho de 2004. 19 de julho de 2004 Assunto:

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06057/2007/RJ COGCE/SEAE/MF Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2007. Referência: Ofício nº 288/20067/SDE/GAB, de 16 de janeiro

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Aprovada pelo Conselho de Administração em 03 de maio de 2012 1. INTRODUÇÃO Esta Política de Negociação estabelece diretrizes e procedimentos a serem observados

Leia mais

PROTOCOLO DE INCORPORAÇÃO E INSTRUMENTO DE JUSTIFICAÇÃO EPC EMPRESA PARANAENSE COMERCIALIZADORA LTDA. ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

PROTOCOLO DE INCORPORAÇÃO E INSTRUMENTO DE JUSTIFICAÇÃO EPC EMPRESA PARANAENSE COMERCIALIZADORA LTDA. ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. PROTOCOLO DE INCORPORAÇÃO E INSTRUMENTO DE JUSTIFICAÇÃO ENTRE EPC EMPRESA PARANAENSE COMERCIALIZADORA LTDA. E ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. Pelo presente instrumento particular, as partes abaixo

Leia mais

UNIPAR UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS S.A.

UNIPAR UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS S.A. UNIPAR UNIÃO DE INDÚSTRIAS PETROQUÍMICAS S.A. (POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE APROVADA NA RCA DE 2002) FINALIDADE A política de divulgação de Ato ou Fato Relevante da Unipar observará

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução;

RESOLUÇÃO Nº 2689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução; RESOLUÇÃO Nº 2689 Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna

Leia mais

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7 BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7 MATERIAL PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP, A

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA A IMPLANTAÇÃO DE CONSELHO CONSULTIVO EM SOCIEDADES LIMITADAS COMO FORMA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Ana Carolina Rovida de Oliveira Especialista em Direito da Economia e Empresarial I INTRODUÇÃO A estabilização

Leia mais

Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações

Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações 1. OBJETIVO DO PLANO 1.1. O objetivo deste Plano de Outorga de Opção de Compra de Ações ( Plano ) da QGEP Participações S.A. ( Companhia ), instituído nos termos

Leia mais

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT CPC 15 Combinações de Negócios Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT Agenda Introdução e Objetivos Alcance Definições e Escopo Tipos de Aquisições Aplicação do Método de Aquisição Ativos e Passivos

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 Apresentamos a seguir um resumo dos principais pontos da Instrução da Comissão de

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015)

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 4.0 - Março/2015) Política de Exercício de Direito de Voto (Versão 4.0 - Março/2015) 1. Objeto e Aplicação 1.1. Esta Política de Exercício de Direito de Voto ( Política de Voto ), em conformidade com as disposições do Código

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe Ato de Concentração nº. 08012.003029/2004-58 Requerente: ESL Empreendimentos S/A Advogado(s): Luis Fernando Schuartz, Paulo Ricardo Ferrari Sabino, Fabrício Bandeira Neto e outros. Conselheiro-relator:

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleia BBM INVESTIMENTOS

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleia BBM INVESTIMENTOS Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleia BBM INVESTIMENTOS 01. OBJETIVO:... 2 02. CONCEITUAÇÃO / DEFINIÇÃO:... 2 03. ABRANGÊNCIA:... 2 04. RESPONSABILIDADES:... 3 04.01. Responsáveis pela

Leia mais

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA OHL BRASIL PARTICIPAÇÕES EM INFRA-ESTRUTURA LTDA. POR OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A.

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA OHL BRASIL PARTICIPAÇÕES EM INFRA-ESTRUTURA LTDA. POR OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A. PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA OHL BRASIL PARTICIPAÇÕES EM INFRA-ESTRUTURA LTDA. POR OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A. Por este instrumento, OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A., companhia aberta

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS Política de Negociação de Valores Mobiliários de Emissão da Estácio Participações S.A. 1. Propósito Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados pelos (i) Administradores

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS POLO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. CAPÍTULO I Definição e Finalidade

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS POLO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. CAPÍTULO I Definição e Finalidade Versão 10-Set-15 POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS GERAIS POLO CAPITAL GESTÃO DE RECURSOS LTDA. CAPÍTULO I Definição e Finalidade Artigo 1º A presente Política de Exercício de Direito

Leia mais

A. DEFINIÇÕES E ADESÃO

A. DEFINIÇÕES E ADESÃO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES APROVADA PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM REUNIÃO NO DIA 10 DE MAIO DE 2012 A. DEFINIÇÕES

Leia mais

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA.

MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. MANUAL DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA COMPANHIA. 1 Objetivos e Princípios Este Manual tem por objeto o estabelecimento de padrões de conduta e transparência

Leia mais

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Ato de Concentração nº. 08012.006610/2005-11 Requerentes: Atento Brasil

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe Ato de Concentração n 08012.003995/2004-75 Requerentes: Recofarma Indústrias do Amazonas Ltda. Rio de Janeiro Refrescos Ltda. Advogados: Rodrigo Winter Caracas, Geraldo Roberto Lefosse Júnior, José Orlando

Leia mais

CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES. CNPJ nº 08.801.621/0001-86 FATO RELEVANTE

CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES. CNPJ nº 08.801.621/0001-86 FATO RELEVANTE CYRELA COMMERCIAL PROPERTIES S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES CNPJ nº 08.801.621/0001-86 FATO RELEVANTE Em cumprimento ao disposto nas Instruções CVM nºs 319/99 e 358/02, a Cyrela Commercial Properties

Leia mais

RESOLUCAO 2.689. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e capitais.

RESOLUCAO 2.689. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e capitais. RESOLUCAO 2.689 Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9. da Lei n. 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Alberto Esteves Scaloppe Ato de Concentração N.º 08012.008215/2003-01 Requerentes: Société Air France e Koninklijke Luchtvaart Maachappinj. Advogados: Geraldo Roberto Lefosse Júnior, Valdo Cestari de Rizzo, Edmundo Nejm e outros.

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado:

1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1. Companhia : Braskem S.A. 1.2. Controladora

Leia mais

RESOLUÇÃO 3.922 -------------------------

RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O Banco Central

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES E DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES E DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES E DIVULGAÇÃO DE ATOS OU FATOS RELEVANTES I OBJETO Este instrumento disciplina as práticas diferenciadas de negociação de ações e divulgação de atos ou fatos relevantes da

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06567/2008/RJ COGCE/SEAE/MF Referência: Ofício nº 5572/2008/SDE/GAB, de 25 de Agosto de 2008. Em 25 de setembro de 2008. Assunto:

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleias Março / 2014

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleias Março / 2014 Política de Exercício de Direito de Voto em Assembleias Março / 2014 1. OBJETIVO O objetivo da Política de Voto (ou simplesmente Política ) é determinar as regras que deverão ser observadas pelos Fundos

Leia mais

CAPITAL MEZANINO INVESTIMENTO DE PRIVATE EQUITY EM COMPANHIA FECHADA POR MEIO DE DEBÊNTURES CONVERSÍVEIS FREDERICO VIANA RODRIGUES

CAPITAL MEZANINO INVESTIMENTO DE PRIVATE EQUITY EM COMPANHIA FECHADA POR MEIO DE DEBÊNTURES CONVERSÍVEIS FREDERICO VIANA RODRIGUES DO GRUPO DE ESTUDOS DE DIREITO EMPRESARIAL FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS DIREITO SOCIETÁRIO APLICADO CAPITAL MEZANINO INVESTIMENTO DE PRIVATE EQUITY EM COMPANHIA FECHADA

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.008456/2004-22 Requerentes: Sony Corporation of América, Providence Equity Partners IV, L.P., TGP Partners

Leia mais

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação: RESOLUCAO 3.308 --------------- Altera as normas que disciplinam a aplicação dos recursos das reservas, das provisões e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de capitalização e das entidades

Leia mais

Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais.

Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. RESOLUCAO 2.689 --------------- Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010 Fundos de Investimento Imobiliário 09 de abril de 2010 Introdução Histórico No Brasil, os fundos imobiliários foram inspirados nos Real Estate Investment Trusts americanos, tendo sido constituídos na forma

Leia mais

Assunto: Considerações da Petrobras para a Consulta Pública ANEEL 11/2014

Assunto: Considerações da Petrobras para a Consulta Pública ANEEL 11/2014 Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015. Para: Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Superintendência de Mediação Administrativa, Ouvidoria Setorial e Participação Pública SMA Dr. MARCOS BRAGATTO Assunto:

Leia mais

Oferta Pública. Mercado de Capitais

Oferta Pública. Mercado de Capitais Oferta Pública Mercado de Capitais Oferta Pública Para ter suas ações negociadas na Bolsa, as empresas precisam abrir o capital. O primeiro procedimento para a empresa abrir o capital é entrar com o pedido

Leia mais

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo.

As principais alterações trazidas pela Instrução CVM 571 encontram-se resumidas abaixo. MERCADO DE CAPITAIS 01/12/2015 CVM ALTERA INSTRUÇÃO QUE DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO, A ADMINISTRAÇÃO, O FUNCIONAMENTO, A OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO E A DIVULGAÇÃO DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Leia mais

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998

PEDRO DUTRA Advogado. São Paulo, 09 de outubro de 1998 São Paulo, 09 de outubro de 1998 À ANATEL Agência Nacional de Telecomunicações Protocolo Geral SAS, Quadra 6, Bloco H 70313-900 Brasília-DF Via E-mail PEDRO DUTRA, advogado inscrito na OAB-SP sob o nº

Leia mais

CONCENTRAÇÃO EMPRESARIAL CONSENTIDA NO NOVO CÓDIGO CIVIL

CONCENTRAÇÃO EMPRESARIAL CONSENTIDA NO NOVO CÓDIGO CIVIL CONCENTRAÇÃO EMPRESARIAL CONSENTIDA NO NOVO CÓDIGO CIVIL Jean Carlos Fernandes 1 Típica do poder privado econômico, a concentração de empresas vem alcançando espaço no Direito Brasileiro, com relevante

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06524/2006/RJ COGCE/SEAE/MF Referência: Ofício nº 3972/2006/SDE/GAB, de 11 de agosto de 2006. Em 21 de dezembro de 2006. Assunto:

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 3.0 - Julho/2014)

Política de Exercício de Direito de Voto. (Versão 3.0 - Julho/2014) Política de Exercício de Direito de Voto (Versão 3.0 - Julho/2014) 1. Objeto e Aplicação 1.1. Esta Política de Exercício de Direito de Voto ( Política de Voto ), em conformidade com as disposições do Código

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Técnico n.º 06501/2005/RJ

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Técnico n.º 06501/2005/RJ MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06501/2005/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de Janeiro, 29 de dezembro de 2005 Referência: Ofício SDE/GAB nº 6014, de 21 de dezembro

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 243, DE 1 o DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N o 250/96, 343/00, 440/06 E 461/07.. Disciplina o funcionamento do mercado de balcão

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006 MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer n o 06246/2006/RJ COGAM/SEAE/MF Rio de janeiro, 26 de junho de 2006. Referência: Ofício n 2584/2006/SDE/GAB de 31 de maio de 2006 Assunto:

Leia mais

MINASMÁQUINAS S/A CNPJ/MF: 17.161.241/0001-15 NIRE:31300041727 Companhia Aberta ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO

MINASMÁQUINAS S/A CNPJ/MF: 17.161.241/0001-15 NIRE:31300041727 Companhia Aberta ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO MINASMÁQUINAS S/A CNPJ/MF: 17.161.241/0001-15 NIRE:31300041727 Companhia Aberta ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO Art. 1º - Sob a denominação de MINASMÁQUINAS S/A,

Leia mais

Estrutura Legal. dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil

Estrutura Legal. dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil Estrutura Legal dos fundos de Private Equity e Venture Capital no Brasil Publicação: Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) Edição: Março 2015 Coordenação: Ângela Ximenes Superintendente

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA BRASCAN RESIDENTIAL PROPERTIES S.A. I. PROPÓSITO 1.1 A presente Política visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS ENTIFICAÇÃO Versão Publicado em A revisar em 06 13/02/2016 1 DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIA RESUMO DESCRITIVO Princípios e diretrizes utilizados

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 55.075.238/0001-78 SETEMBRO/2015

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 55.075.238/0001-78 SETEMBRO/2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Spinelli Fundo de Investimento em Ações. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06314/2006/RJ COGAM/SEAE/MF 10 de agosto de 2006 Referência: Ofício n 2753/2006/SDE/GAB de 31 de julho de 2006. Assunto:

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLEIAS Versão 02 Início de Vigência: 24/04/2015 PARATY CAPITAL LTDA., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Francisco Leitão, 339,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06227/2005/RJ COGPI/SEAE/MF 30 de maio de 2005 Referência: Ofício nº 2419/2005/SDE/GAB, de 23 de maio de 2005 Assunto: ATO

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Técnico n.º 06164/2005/RJ

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico. Parecer Técnico n.º 06164/2005/RJ MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06164/2005/RJ COGPI/SEAE/MF Rio de Janeiro, 15 de abril de 2005 Referência: Ofício no. 1684/2005/SDE/GAB, de 06 de abril

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N os 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06. Dispõe sobre a Constituição de funcionamento de Clubes

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06601/2008/RJ COGCE/SEAE/MF Rio de Janeiro, 15 de outubro de 2008 Referência: Ofício nº 6360/2008/SDE/GAB, de 22 de Setembro

Leia mais

TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015

TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015 TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E

Leia mais

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO Disciplina: Direito Empresarial II JUR 1022 Turma: C02 Prof.: Luiz Fernando Capítulo VI SOCIEDADES ANÔNIMAS 1. Evolução Legal: a) Decreto n. 575/49;

Leia mais

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias

Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias Política de Exercício de Direito de Voto em Assembléias Julho/2010 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA...3 3. PRINCÍPIOS GERAIS...3 4. MATÉRIAS RELEVANTES OBRIGATÓRIAS...3 5. DOS CASOS FACULTATIVOS...4

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico Parecer Técnico n.º 06169/2006/RJ COGAM/SEAE/MF 05 de maio de 2006 Referência: Ofício n 1873/2006/SDE/GAB de 25 de abril de 2006. Assunto: ATO

Leia mais

ROBSON ZANETTI & ADVOGADOS ASSOCIADOS AS HOLDINGS COMO ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PROTEÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÃO FAMILIAR

ROBSON ZANETTI & ADVOGADOS ASSOCIADOS AS HOLDINGS COMO ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PROTEÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÃO FAMILIAR AS HOLDINGS COMO ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS, PROTEÇÃO PATRIMONIAL E SUCESSÃO FAMILIAR Robson Zanetti Advogados 1 1. Origem legal da holding no Brasil Lei nº. 6.404 (Lei das S/A s). No Brasil as holdings surgiram

Leia mais