PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS SPRING 5.0.6

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS SPRING 5.0.6"

Transcrição

1 Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Humanas e da Educação CCE/FAED Deapartamento de Geografia DG Curso Mestrado em Planejamento Regional e Desenvolvimento Sócio Ambiental MPPT Disciplina: Geoprocessamento Aplicado ao Planejamento Professora: Dr a. Mariane Alves Dal Santo PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS SPRING Novembro/2009

2 AULA 1 - PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS O Processamento Digital de Imagens envolve a geração de imagens a partir de descrição das mesmas. O objetivo de se usar processamento digital de imagens é melhorar o aspecto visual de certas feições estruturais para o analista humano e fornecer outros subsídios para a sua interpretação, inclusive gerando produtos que possam ser posteriormente submetidos a outros processamentos. (PEREIRA et al., 2009) As técnicas de processamento digital de imagens (PDI), além de permitirem analisar uma cena nas várias regiões do espectro eletromagnético, também possibilitam a integração de vários tipos de dados, devidamente registrados. (PEREIRA et al., 2009) 1. UTILIZANDO O MODULO IMPIMA 1.1 Conversão de Formato de Imagens SPOT - Acesse a seqüência: Iniciar - Programas - Spring e escolha Impima 5.0.6, ou no ícone - Clique em Arquivo - Abrir no menu principal ou ; - Selecione em Examinar o drive/diretório onde se encontra EX. C:/AULA_SPRING/Dados/Imagem/sc_26953.tiff - Selecione em Arquivos do Tipo: o formato da imagem. As opções são: Diretório de Volume (vold*.dat) para imagens Landsat ou SPOT no formato BSQ e BIL respectivamente, Arquivos GRIB (*.grb) para imagens que já foram lidas pelo "Impima" e estão neste formato, Arquivos TIFF e GEOTIFF (*.tif), Arquivos SITIM (*.d) para descritor de imagens que estão no formato Sitim- INPE e Arquivos RAW (*.*) de imagens brutas; EX. arquivos TIFF (*.tif), para abrir a sc_26953.tiff - selecione o arquivo imagem correspondente ao formato selecionado acima e clique em Abrir ; (caso apareçam avisos de WARNING do arquivo, clique em OK) - observe que em Parâmetros da Imagem de Entrada são apresentados os dados referentes à imagem (colunas e linhas, numero de bits, e a resolução); EX. [Col x Lin = 2533, 2824], [#bits = 8], [resolução = 10]. EX. quando de imagens provindas de sistemas sensores, o aplicativo deverá identificar a resolução. - na lista de Bandas, selecione uma das mesmas; - clique em Executar - Desenhar no menu principal ou. A imagem é apresentada na área de desenho. Ver FIGURA abaixo.

3 1.2 Para salvar a imagem no formato *.grb.spg - Escolhida a região da imagem a ser gravada, a mesma pode ser salva em formato GRIB/SPG, para posteriormente ser utilizada no módulo "Spring"; - Especial atenção deve ser dada ao definir a resolução da imagem de saída, assim como o fator de amostragem da mesma. Valores incorretos podem produzir resultados incoerentes na execução do registro. Arquivos de imagens nos formatos TIFF e RAW não contém a informação de resolução espacial do sensor utilizado, assim, procure saber ou calcule quantos metros de resolução tem a imagem. Esta informação será necessária. EX. ao salvar imagens provindas de sistemas sensores a amostragem 1 deve ser mantida, [bandas do spot = resolução - 10]. - Selecione a banda a ser salva: NOTA : neste exemplo não utilizaremos toda a cena, assim deve-se recortar a área de interesse da banda. EX. Selecione com o cursor sobre a imagem a área de interesse clicando primeiramente no canto superior esquerdo e após no canto inferior direito e clique em Desenhar. Ver FIGURA abaixo.

4 NOTA: Para garantir a coincidência do recorte das bandas aconselha-se digitar os mesmos valores em Parâmetros da Imagem de Saída, sendo eles: X1, Y1. E mantendo o valor de Amostragem igual a 1. - clique em Desenhar -selecione todas as bandas - Clique em Arquivo - Salvar Como ou. A janela "Salvar Como" é apresentada; - Digite o nome de arquivo GRIB em Nome do Arquivo e clique em Salvar. EX. no diretório com nome: AULA_SPRING/dados/Imagem onde serão salvas todas as imagens informe o nome Canasvieiras - Fechar Impima.

5 AULA 2 MÓDULO SPRING O produto SPRING (Sistema para Processamento de Informações Georreferênciadas) é um banco de dados geográfico de 2º geração, desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para ambientes UNIX e Windows com as seguintes características: Opera como um banco de dados geográfico sem fronteiras e suporta grande volume de dados (sem limitações de escala, projeto e fuso), mantendo a identidade dos objetos geográficos ao longo de todo banco; Administra tanto

6 dados vetoriais como dados matriciais ( raster ), e realiza a integração de dados de Sensoriamento Remoto num SIG. (PEREIRA et al., 2009) 2.1 Para carregar o SPRING - Clique na seqüência: Iniciar - Programas - Spring e escolha SPRING ou no ícone 2.2 Para criar um Banco de Dados no Spring - Criar um Banco de dados implica na criação de um diretório onde serão armazenados os dados, e também qual gerenciador de banco de dados será utilizado para armazenar as informações tabulares. O SPRING trabalha de forma nativa com os gerenciadores de banco de dados, e em qualquer dos bancos, o usuário fará o acesso aos bancos diretamente através das interfaces do Spring não sendo necessária nenhuma operação no nível do gerenciador. OBS: A janela de "Banco de Dados" abrirá automaticamente na inicialização do modulo "SPRING". (PEREIRA et al., 2009) - clique na seqüência Arquivo - Banco de Dados no menu principal ou em da barra de ferramentas, caso a janela ainda não esteja aberta; - clique em Diretório - para informar um diretório/pasta para criar o Banco de Dados. - digite o Nome do banco a ser criado, no máximo 32 caracteres, sem espaços em branco; - clique em Gerenciador e escolha entre Dbase, Access, Oracle, MySQL ou PostgreSQL; - clique em Criar para criar o banco. Observe que o nome passa para a lista acima: EX. crie na pasta...desktop\aula_spring\projeto, o seu Banco de Dados. Ver FIGURA abaixo. - clique em Ativar para ativar seu banco de dados. Observe que o nome do banco de dados passa para a barra de ferramentas;

7 2.3 Para criar um Projeto no Spring Criar um Projeto implica na criação de um sub-diretório dentro do banco de dados ativo onde serão armazenados os dados. Criar um Projeto não significa que estarão escrevendo ou alterando o mesmo, para isso, é necessário ativá-lo posteriormente. (PEREIRA et al., 2009) Certifique-se de ter ativado o Banco de Dados desejado, caso contrário o sistema não permitirá que você tenha acesso a janela Projetos. - clique em Arquivo Projeto no menu principal ou. A janela Projetos é apresentada; - forneça o Nome para o projeto, no máximo trinta e dois (32) caracteres. Use somente caracteres alfanuméricos no nome do projeto; - clique em Projeção para informar os parâmetros cartográficos a serem usados no projeto. A janela Projeções é apresentada. Ver FIGURA abaixo.

8 EX. deve ser usado com Sistemas = UTM, Modelos da Terra = Sad 69 Log = o ; Zona:22; CR; Executar. - após definir a Projeção defina o Retângulo Envolvente em coordenadas planas (em metros) ou geográficas (em geodésicas). Os dois pontos devem ser diagonalmente opostos, de modo que o primeiro (1) deve ser o inferior esquerdo e o segundo (2) deve ser o superior direito; - para coordenadas Geográficas a sintaxe deve ser conforme o exemplo a seguir: Ex: Long1 o...long2 o Lat1 s... Lat2 s... - para coordenadas planas (metros) é necessário informar o Hemisfério Norte ou Sul, principalmente quando se utiliza a projeção UTM, e neste caso a sintaxe deve ser conforme o exemplo a seguir: Ex: X1...(oeste) X2... (leste) Y1... (sul) Y2... (norte). Ver FIGURA abaixo.

9

10 NOTA : Após criar um projeto com projeções UTM, por exemplo, situado no hemisfério Sul à direita do meridiano central, em coordenadas geográficas ou planas, a janela mostra o retângulo envolvente nas duas unidades correspondentes. Os valores apresentados não tem a finalidade de prover ao usuário uma calculadora geográfica quando se alterna entre as opções Planas e Geográficas. Se informado o retângulo em geográficas, os valores resultantes em coordenadas planas referem-se, na verdade, ao retângulo que circunscreve o quadrilátero definido a partir das coordenadas geográficas. A figura abaixo mostra que há sempre uma diferença entre o box definido em coordenadas geográficas (círculo) e o box resultante que o circunscreve (quadrado). Ver FIGURA abaixo.

11 2.4 Para manipular um modelo de dados (categoria) no Spring - Um conjunto de objetos que tem características básicas em comum forma um Plano de Informação (PI). Em um projeto cada PI está associado a uma Categoria e consequentemente refere-se a um único modelo de dados (temático, numérico, imagem, cadastral ou rede). As representações de um PI são diferenciadas em função do modelo de dados ao qual pertencem; por exemplo, um PI de categoria numérica poderá ter como representações: amostras (pontos e linhas), grade regular, grade triangular (TIN) ou isolinhas. TEMÁTICO - Pontos (P) apresentação de todos os pontos 2D; Linhas (L) - apresentação de todas linhas que definem ou não polígonos; Matriz (M) - formato matricial dos vetores; Classes (C) - apresentação de pontos/linhas/polígonos que estão associados as classes, com seus respectivos visuais; Texto (T) toponímia gerada automaticamente ou editada. NUMÉRICO - Amostras (A) - pontos cotados e isolinhas importadas ou editadas; Grade (G) - grade retangular; TIN (Ti) - grade triangular "Triangular Irregular Network"; Isolinhas (I) - isolinhas geradas a partir de grade; Imagem (Im) - imagem em níveis de cinza da grade; Texto (T) toponímia gerada automaticamente ou editada. IMAGEM - M (M) - canal monocromático, R (R) - canal vermelho, G (G) - canal verde, B (B) - canal azul; Texto (T) - toponímia editada sobre a imagem; Sintética (S) codificação de três bandas em uma única imagem; Classificada (C) - imagem criada por processos de classificação; Rotulada (R) linhas criadas pela segmentação de imagens. REDE - Linhas (L) - apresentação de todas as linhas; Objetos (O) - apresentação das linhas/nós que estão associados a objetos, com seus respectivos visuais; Texto (T)- toponímia gerada automaticamente ou editada.

12 CADASTRAL - Pontos (P) - apresentação de todos os pontos 2D; Linhas (L) - apresentação de todas as linhas que definem ou não polígonos; Objetos (O) - apresentação de pontos/linhas/polígonos que estão associados aos objetos, com seus respectivos visuais; Texto (T) - toponímia gerada automaticamente ou editada. Fonte: (PEREIRA et al., 2009) - clique na seqüência Arquivo - Modelo de Dados no menu principal ou em da barra de ferramentas; - Informe um nome e selecione o Modelo de categoria a ser criada; EX. nome = Imagem_Spot, modelo Imagem EX. nome = Base_Cartografica, modelo Temático - clique em criar executar, ver FIGURA abaixo;

13 2.5 Transferencia da Base Cartografica para o SPRING Pra trasnferir a base de dados previamente adquirida do EPAGRI, carta Canasvieiras, Clique em Arquivo/Importar/ Selecione no quadro Importação dos Layers que deseja importar. Neste caso: Formato SHAPEFILE Escolha o Shape CURSO_DE_AGUA no diretorio: AULA_SPRING/Dados/Base Cartografia

14 Selecione o projeto: Canasvieiras Categoria: Base_Cartografica (Temática) PI: digite o nome do Plano de Informação Rios Clique em executar Execute o mesmo processo para os shapes: Vias_Inteurbanas/Vias_Urbanas e Ilha(limites) Verifique que os shapes podem ser visualizados no Painel de Controle (Figura a seguir)

15 Para mudar a cor das linhas: No Pinel de Controle: Selecione o Plano de Informação: shape rios No menu Editar selecione Plano de Informacão Selecione a opção (v) vetor Selecione a opção visual No quadro Visuais de Apresentação Gráfica mude a cor da linha para azul. Repita a operação para os outros Planos de Informação (SHAPES) e desenhe novamente os Pis usando o lapes do painel de controle.

16 AULA 3 - Georreferenciamento das Imagens SPOT - abra o Spring e acesse Arquivo Registro. Ver FIGURA a seguir. NOTA : para efetuar a georreferência de imagens é necessário que as mesmas tenham sido convertidas para formato (*.grb,.spg) no aplicativo Impima. - na tela Registro de Imagem acesse Imagem.

17 - na tela Seleção de Imagens selecione as imagens de mesmo tamanho para serem georreferenciadas, no caso de imagens provindas de sistemas sensores, podem ser selecionadas todas as bandas (representantes dos comprimentos de ondas), para que todas possam receber todas os mesmos pontos de controle. - associe as bandas com as cores para que as mesmas possam ser desenhadas na tela Auxiliar, ver a seguir. NOTA : os códigos referentes ao georreferenciamento, aparecem nas tres Bandas na mesma ordem de listagem na qual foram selecionados as imagens no quadro Arquivos. - acesse a tela Auxiliar, e execute o comando desenhar, ver a seguir.

18 - como a imagem desenhada aparece em tons de imagem bruta (provinda de satélite), é preciso aplicar um contraste para a melhor localização dos pontos de controle; - volte para a tela padrão do Spring, e na janela Seleção de Imagem, clique em contraste ; - mude os valores de contraste para os respectivos canais de cores desenhados na tela Auxiliar ; EX. no R: - valor 9, G: - valor 14 e B: - valor 5. Ver figura a seguir. Acesse a janela Registro de Imagem, nela selecione a opção Tela ; - em Operação selecione Criar ;

19 - digite um Nome para o primeiro Ponto de Controle e clique em CR ; EX. P1 e clique em CR ; - informe as coordenadas geográficas ou planas do ponto previamente conhecido e escolhido sobre a imagem e clique em CR ; EX. Digite P1, clique CR e informe o ponto de referencia clicando no local com a feição identificável nas duas imagens. Primeiro na carta topográfica, que já está georreferenciada. Ver figura a seguir.

20 - Volte para a tela Registro de Imagem e crie, no mínimo, mais 20 pontos de controle. NOTA : Se na tela Registro de Imagem a Aquisição for no modo Teclado as coordenadas a serem informadas para o georreferenciamento das imagens podem ser coletadas em uma segunda abertura do aplicativo Spring sobre os pontos conhecidos na carta já anteriormente georreferenciada. Basta mudar no menu de ferramentas a opção Inativa para Planas ou Geográficas e com o mouse sobre a imagem fazer a leitura dos pontos que aparecem na carta passíveis de serem reconhecidos na imagem. - após informados os pontos de controle, que serão usados na georreferência, clique em Operação - Selecionar, clique em Selecionar Todas. - Observe as informações dos Erros pontos: Controle. Ver figura a seguir. NOTA: informe o maior número de pontos de controle possível, a fim de baixar ao máximo o erro no georreferenciamento. - salve os pontos da georreferência e feche a tela Registro de Imagem. Obs.: Para salvar, os pontos devem estar selecionados. - antes importar as imagens georreferenciadas, é preciso criar um Modelo de Dados : - clique na seqüência Arquivo - Modelo de Dados no menu principal; -Informe um Nome e selecione o Modelo de Categoria a ser criada; EX. nome = Imagem_SPOT, modelo - Imagem, clique em Criar - Executar e Fechar. Clique em Arquivo - Importar Imagens Registradas selecione as imagens (*.grb,.spg) georreferenciadas para importar na categoria anteriormente criada; - informe qual a imagem a ser importada em Arquivos, selecione a Categoria de saída e o nome do PI e clique em Executar, EX. selecione em Arquivos a imagem Canasvieiras, em Categoria escolha SPOT e para PI digite Banda 1 e clique Executar. Ver figura a seguir. Repita para todas as bandas (Banda2 e Banda3)

21

22 NOTA : ao importar as imagens, automaticamente elas serão listadas no Painel de Controle.

23 AULA 4 - Contraste de Imagens - no Painel de Controle desenhe as imagens correspondentes as bandas do Ikonos; EX. marque para banda Blue a opção B, para Green a opção G e para Red marque R e clique em desenhar; - acesse no menu de ferramentas a opção - Imagem - Contraste. Ver a figura a seguir.

24 - Para aplicar contraste, clique com o botão esquerdo do mouse no começo do histograma de valores associados aos píxels da banda selecionada para o canal do vermelho e com o botão direito do mouse no final deste mesmo histograma. Veja que os valores do histograma mudaram para o começo da paleta de cores (sendo o valor novo para o píxel mais escuro passa a ser totalmente preto) e para o final da paleta (passando a ser totalmente vermelho a píxel mais claro da imagem), FIGURA ABAIXO. Fonte: Pereira et al clique em Aplicar, acesse a opção Canal, e mude para o canal seguinte, aplicando contraste da mesma forma que foi aplicado para o canal do Red, clique em Aplicar, repita a operação para o último canal; - feche a janela do Contraste e mantenha o contraste aplicado. AULA 5 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS DIGITAIS Classificação é o processo de extração de informação em imagens para reconhecer padrões e objetos homogêneos. Os métodos de classificação são usados para mapear área da superfície terrestre que apresentam um mesmo significado em imagens digitais. A informação espectral de uma cena pode ser representada por uma imagem espectral, onde cada pixel tem as coordenadas espaciais x, y e a coordenada espectral L, que representa a radiância de um alvo no intervalo de comprimento de onda de uma banda espectral. Cada pixel de uma banda possui uma correspondência espacial com um outro pixel, em todas as outras bandas, ou seja para uma imagem de K bandas, existem K níveis de cinza associados à cada pixel, sendo um para cada banda espectral.

25 Classificadores "pixel a pixel" utilizam apenas a informação espectral, isoladamente, de cada pixel para achar regiões homogêneas. Estes classificadores podem ser ainda separados em métodos estatísticos (que utilizam regras da teoria de probabilidade) e determinísticos (que não o fazem). Classificadores por regiões utilizam, além de informação espectral de cada pixel, a informação espacial que envolve a relação entre os pixels e seus vizinhos. Estes classificadores procuram simular o comportamento de um fotointérprete, ao reconhecer áreas homogêneas de imagens, baseados nas propriedades espectrais e espaciais de imagens. A informação de borda é utilizada inicialmente para separar as regiões e as propriedades espaciais e espectrais que irão unir áreas com mesma textura. Para a classificação por regiões é preciso se fazer a segmentação das imagens a serem classificadas; (PEREIRA et al., 2009) 5.1 Segmentação - selecionadas as imagens a serem classificadas no Painel de Controle ; - acesse Imagens no menu te ferramentas e Segmentação. Ver FIGURA a seguir. - na janela Segmentação, selecione o conjunto de imagens a ser segmentado e informe os parâmetros desejados; EX. clique nas 3 bandas do satélite SPOT, escolha a opção Crescimento de regiões, em Similaridade informe 10, e para área (píxels) 10, informe também o nome da Imagem Segmentada de saída segmentada. Ver figura a seguir.

26 - clique em Executar ; - no Painel de Controle selecione a imagem segmentada na mesma categoria das imagens selecionadas na Segmentação, marque Rotulada e clique em desenhar ; EX. Selecione Ïmagem_SPOT em Categoria e segmentada em Planos de Informação. Ver figura a seguir:.

27 5.2 Classificação digital - Para fazer a classificação digital de uma imagem desenhe uma imagem a ser classificada juntamente com a Segmentação, selecione o Painel de Controle a categoria a ser classificada e clique em Imagem - Classificação no menu de ferramentas. Ver a figura a seguir : NOTA 1: no aviso Não existem arquivos de contexto nesse diretório, clique em OK. - na janela Classificação clique em Criar. Ver a seguir; - na janela Criação de Contexto informe um nome e selecione regiões, selecione as bandas a serem classificadas e a imagem rotulada que servirá de base para extração das regiões; Em Tipo de Análise, selecione Regiões. EX. em Nome escreva class, selecione as banda B, R, e G em Bandas e a segmentada em Imagem segmentada, ver a segui; - clique em Executar na tela Criação de Contexto.

28 - na tela Classificação selecione class em Contextos e clique em Extração de Atributos das Regiões ; -clique em Treinamento.

29 - em Nome digite o nome da classe temática na qual a imagem será classificada, escolha a cor e clique em Criar ; - em Tipo clique em Aquisição, em Contorno clique em Região. Selecione uma região segmentada que pertença a classe criada e clique em Adquirir ; EX. crie as classes de uso encontradas na região Floresta, Solo_Exposto, Agricultura, Àgua, Àrea_Urbana, selecione as respectivas cores e clique nas amostras (regiões segmentadas) correspondentes a cada classe de uso criada. Ver a seguir. - selecione várias amostras para cada uso, clique em Salvar ; - feche a janela de Treinamentos, e na janela Classificação, clique em Classificação, crie o nome do plano de informação a ser classificado em Nome, clique em Criar, selecione o plano de informação criado em Imagens Classificadas, em Classificador selecione o indicado abaixo e clique em Executar. EX. em Nome escreva class, para o classificador selecione a opção Bhattacharya. Ver FIGURA a seguir.

30 - para desenhar a imagem classificada, acesse o Painel de Controle, e marque Classificada no Plano de Informação criado na mesma Categoria das imagens classificadas; EX. marque na Categoria - Imagem_SPOT - Plano de Informação - imagem_class, a opção classificada e clique em desenhar. Ver figura a seguir.

31 NOTA : repare que os píxels pertencentes a mesma região criada pela Segmentação, apresentam a cor selecionada para a classe de uso da terra criada na janela Treinamento ; NOTA : Isoseg: é um dos algoritmos disponíveis no Spring para classificar regiões de uma imagem segmentada. É um algoritmo de agrupamento de dados não-supervisionado, aplicado sobre o conjunto de regiões, que por sua vez são caracterizadas por seus atributos estatísticos de média, matriz de covariância, e também pela Área. Bhattacharya: A medida da distância de Bhattacharya é usada neste classificador por regiões, para medir a separabilidade estatística entre um par de classes espectrais. Ou seja, mede a distância média entre as distribuições de probabilidades de classes espectrais. O princípio é análogo ao utilizado para o classificador Isoseg, porém a medida de distância usada é a distância de Bhattacharya. (ver mais detalhes em Paul M. Mather, 1993).O classificador Bhattacharya, ao contrário do Isoseg que é automático, requer interação do usuário, através do treinamento. Neste caso, as amostras serão as regiões formadas na Segmentação de imagens. ClaTex: O classificador ClaTex é um algoritmo supervisionado que utiliza atributos texturais das regiões de uma imagem segmentada para efetuar a classificação por regiões. A classificação é realizada pela técnica de agrupamento de regiões a partir de uma medida de similaridade entre elas. E a medida de similaridade utilizada consiste na distância de Mahalanobis entre a classe de interesse e as regiões candidatas à relação de pertinência com esta classe. Portanto, cada região será classificada a uma dada classe de interesse baseada na minimização da distância de Mahalanobis. (PEREIRA et al., 2009) Bibliografia: PEREIRA, Rudiney Soares (et al.) Geoprocessamento: aplicativo SPRING 5.0.5, Santa Maria: Imprensa Universitária, p. SPRING: Integrating remote sensingand GIS by object-oriented data modelling" Camara G, Souza RCM, FreitasUM, Garrido J Computers & Graphics, 20: (3) , May-Jun 1996.

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS Laboratório de Ensino, Pesquisa e Projetos em Análise Espacial TUTORIAL DE SPRING Alexandro Medeiros

Leia mais

Aula 3 - Registro de Imagem

Aula 3 - Registro de Imagem 1. Registro de Imagens Aula 3 - Registro de Imagem Registro é uma transformação geométrica que relaciona as coordenadas da imagem (linha e coluna) com as coordenadas geográficas (latitude e longitude)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS Laboratório de Ensino, Pesquisa e Projetos em Análise Espacial TUTORIAL DE SPRING Alexandro Medeiros

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 6 CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS Obter uma imagem temática a partir de métodos de classificação de imagens multi- espectrais 1. CLASSIFICAÇÃO POR PIXEL é o processo de extração

Leia mais

Aula 3 - Registro de Imagem

Aula 3 - Registro de Imagem Aula 3 - Registro de Imagem 1. Registro de Imagens Registro é uma transformação geométrica que relaciona coordenadas da imagem (linha e coluna) com coordenadas geográficas (latitude e longitude) de um

Leia mais

APLICAÇÕES PRÁTICAS DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS EM SENSORIAMENTO REMOTO

APLICAÇÕES PRÁTICAS DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS EM SENSORIAMENTO REMOTO APLICAÇÕES PRÁTICAS DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS EM SENSORIAMENTO REMOTO ESTÁGIO DOCÊNCIA ALUNA: ADRIANA AFFONSO (PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO NO INPE MESTRADO EM SENSORIAMENTO REMOTO) ORIENTADOR: PROF. DR.

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 3 RESTAURAÇÃO DE IMAGENS Qualquer tipo de tratamento de imagens deve ser efetuado antes de seu registro, ou seja, com a imagem original. As imagens CBERS aparecem com aspecto

Leia mais

MiniCurso 4 horas Introdução ao SPRING

MiniCurso 4 horas Introdução ao SPRING MiniCurso 4 horas Introdução ao SPRING Dr. Carlos A Felgueiras (carlos@dpi.inpe.br) Gerente de Desenvolvimento do SPRING DPI - Divisão de Processamento de Imagens INPE Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Leia mais

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada 5.1 AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades do TerraView relativas à manipulação de dados matriciais. Como dados matriciais são entendidas

Leia mais

ABERTURA DO BANCO DE DADOS. Felipe Correa Prof. Waterloo Pereira Filho

ABERTURA DO BANCO DE DADOS. Felipe Correa Prof. Waterloo Pereira Filho Tutorial Básico de Processamento de Imagens no Spring 4.3.3 Abertura do banco de dados Composição cor verdadeira Composição falsa-cor Ampliação linear de contraste Classificação não-supervisionada Classificação

Leia mais

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada 5.1 AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades do TerraView relativas a manipulação de dados matriciais. Como dados matriciais são entendidas

Leia mais

SPRING 3.6.03 - Apresentação

SPRING 3.6.03 - Apresentação SPRING 3.6.03 - Apresentação GEOPROCESSAMENTO Conjunto de ferramentas usadas para coleta e tratamento de informações espaciais, geração de saídas na forma de mapas, relatórios, arquivos digitais, etc;

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DE IMAGEM

CLASSIFICAÇÃO DE IMAGEM DISCIPLINA SIG OFICINA: Classificação de Imagens de Sensoriamento Remoto Responsável: MARIA ISABEL C DE FREITAS Colaboração: BRUNO ZUCHERATO E KATIA CRISTINA BORTOLETTO CLASSIFICAÇÃO DE IMAGEM Para realizar

Leia mais

Importação de arquivos Raster e Vetorial no Terraview

Importação de arquivos Raster e Vetorial no Terraview MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Executiva Diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO. Conjunto de ferramentas usadas para coleta e tratamento de informaçõ. ções espaciais, geraçã

GEOPROCESSAMENTO. Conjunto de ferramentas usadas para coleta e tratamento de informaçõ. ções espaciais, geraçã GEOPROCESSAMENTO Conjunto de ferramentas usadas para coleta e tratamento de informaçõ ções espaciais, geraçã ção o de saídas na forma de mapas, relatórios, rios, arquivos digitais, etc; Deve prover recursos

Leia mais

TUTORIAL 10 AULAS - SPRING 4.3 (Versão Windows) SPRING Básico. Junho de 2006 INPE

TUTORIAL 10 AULAS - SPRING 4.3 (Versão Windows) SPRING Básico. Junho de 2006 INPE TUTORIAL 10 AULAS - SPRING 4.3 (Versão Windows) SPRING Básico Junho de 2006 INPE As informações contidas neste documento estão sujeitas a alterações e correções sem prévio aviso. Esse documento pode ser

Leia mais

1 - Crie um novo documento no ArcMap. Com o programa aberto, selecione o Dataframe Layers

1 - Crie um novo documento no ArcMap. Com o programa aberto, selecione o Dataframe Layers Conversão de Raster para Polígono usando o ArcMap Nos posts anteriores, conhecemos uma situação onde uma empresa solicita, além do produto esperado, imagens no canal alfa para geração de polígonos envolventes

Leia mais

APOSTILA DE CURSO - SPRING-3.3 (versão Windows) Spring Básico. Junho de 1999 INPE

APOSTILA DE CURSO - SPRING-3.3 (versão Windows) Spring Básico. Junho de 1999 INPE APOSTILA DE CURSO - SPRING-3.3 (versão Windows) Spring Básico Junho de 1999 INPE As informações contidas neste documento estão sujeitas a alterações e correções sem prévio aviso. Esse documento pode ser

Leia mais

Centro de Estudos Gerais Instituto de Geociências Departamento de Análise Geoambiental Disciplina: Sensoriamento Remoto I

Centro de Estudos Gerais Instituto de Geociências Departamento de Análise Geoambiental Disciplina: Sensoriamento Remoto I Centro de Estudos Gerais Instituto de Geociências Departamento de Análise Geoambiental Disciplina: Sensoriamento Remoto I Organizado por: Cesar Augusto Valdeger de Oliveira Revisado e editado por: Angelica

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 4 PROCESSAMENTO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 4 PROCESSAMENTO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 4 PROCESSAMENTO DE IMAGENS Executar as principais técnicas utilizadas em processamento de imagens, como contraste, leitura de pixels, transformação IHS, operações aritméticas

Leia mais

AULA 1 Iniciando o uso do TerraView

AULA 1 Iniciando o uso do TerraView 1.1 AULA 1 Iniciando o uso do TerraView Essa aula apresenta a interface principal do TerraView e sua utilização básica. Todos os arquivos de dados mencionados nesse documento são disponibilizados junto

Leia mais

I Encontro Brasileiro de usuários QGIS

I Encontro Brasileiro de usuários QGIS I Encontro Brasileiro de usuários QGIS Uso do QGIS no Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto Jorge Santos jorgepsantos@outlook.com www.processamentodigital.com.br Dicas, tutoriais e tudo

Leia mais

CURSO DE USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE TUTORIAL INTRODUÇÃO AO SPRING PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

CURSO DE USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE TUTORIAL INTRODUÇÃO AO SPRING PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA CURSO DE USO ESCOLAR DO SENSORIAMENTO REMOTO NO ESTUDO DO MEIO AMBIENTE TUTORIAL INTRODUÇÃO AO SPRING PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA Suely Franco Siqueira Lima Teresa Gallotti Florenzano Eliana Maria

Leia mais

QGIS 2.8 Rampa de Cores para Representação Topográfica do Modelo Digital de Elevação (MDE)

QGIS 2.8 Rampa de Cores para Representação Topográfica do Modelo Digital de Elevação (MDE) QGIS 2.8 Rampa de Cores para Representação Topográfica do Modelo Digital de Elevação (MDE) Jorge Santos 2015 QGIS 2.8: Novas Rampas de Cores Conteúdo Sumário Capítulo 1... 3 Download e Processos no MDE...

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS

CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS CLASSIFICAÇÃO DE IMAGENS SIG Profa.. Dra. Maria Isabel Castreghini de Freitas ifreitas@rc.unesp.br Profa. Dra. Andréia Medinilha Pancher medinilha@linkway.com.br O que é classificação? É o processo de

Leia mais

Aula 5 - Classificação

Aula 5 - Classificação AULA 5 - Aula 5-1. por Pixel é o processo de extração de informação em imagens para reconhecer padrões e objetos homogêneos. Os Classificadores "pixel a pixel" utilizam apenas a informação espectral isoladamente

Leia mais

Teoria : Estruturas de Dados. Estrutura Vetorial. Quais tipos de dados são representados por estruturas vetoriais? Mapa temático:

Teoria : Estruturas de Dados. Estrutura Vetorial. Quais tipos de dados são representados por estruturas vetoriais? Mapa temático: Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de ciências Humanas e da Educação FAED Mestrado em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socio- Ambiental - MPPT Disciplina: Geoprocessamento

Leia mais

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados TerraView O TerraView é um aplicativo desenvolvido pelo DPI/INPE e construído sobre a biblioteca de geoprocessamento TerraLib, tendo como principais objetivos: - Apresentar à comunidade um fácil visualizador

Leia mais

Vetorização no Spring

Vetorização no Spring UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE CARTOGRAFIA Laboratório de Geoprocessamento Vetorização no Spring Grazielle Anjos Carvalho Beatriz Trindade Laender Belo Horizonte,

Leia mais

Associação de dados cartográficos e alfanuméricos no TerraView

Associação de dados cartográficos e alfanuméricos no TerraView MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Executiva Diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

QGIS 2.4 Sistemas de Referência de Coordenadas (SRC)

QGIS 2.4 Sistemas de Referência de Coordenadas (SRC) QGIS 2.4 Sistemas de Referência de Coordenadas (SRC) Jorge Santos 2014 Conteúdo Sumário Capítulo 1... 3 Introdução... 3 1.1 Referência Espacial... 3 1.2 Sistema de Referência de Coordenadas (SRC)...3 1.3

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica Aula 3

Sistemas de Informação Geográfica Aula 3 Sistemas de Informação Geográfica Aula 3 Introdução Equipamentos de entrada de dados são dispositivos que convertem dados analógicos e mapas impressos no papel em mídia m eletrônica ou digital para serem

Leia mais

AULA 1 Iniciando o Uso do TerraView

AULA 1 Iniciando o Uso do TerraView 1.1 AULA 1 Iniciando o Uso do TerraView Essa aula apresenta o software TerraView apresentando sua interface e sua utilização básica. Todos os arquivos de dados mencionados neste documento bem como o executável

Leia mais

AULA 10- Plugins Tema Shapefile e Tema Externo

AULA 10- Plugins Tema Shapefile e Tema Externo 10.1 AULA 10- Plugins Tema Shapefile e Tema Externo Nessa aula serão apresentados dois plugins do TerraView que permitem acesso a fontes de dados externos ao banco de dados ao qual se está conectado, como

Leia mais

GIMP 2.8 Guia para Remoção do Pixel Valor Zero nas Imagens Landsat-8

GIMP 2.8 Guia para Remoção do Pixel Valor Zero nas Imagens Landsat-8 GIMP 2.8 Guia para Remoção do Pixel Valor Zero nas Imagens Landsat-8 Jorge Santos 2014 Conteúdo Sumário Capítulo 1... 4 O Problema do Pixel Valor Zero... 4 1.1 Transformação Radiométrica... 4 1.2 Equalização

Leia mais

Sensoriamento Remoto

Sensoriamento Remoto Sensoriamento Remoto É a utilização conjunta de modernos sensores, equipamentos para processamento de dados, equipamentos de transmissão de dados, aeronaves, espaçonaves etc, com o objetivo de estudar

Leia mais

QGIS 2.4 Estatísticas de Grupo Somatório de Áreas

QGIS 2.4 Estatísticas de Grupo Somatório de Áreas QGIS 2.4 Estatísticas de Grupo Somatório de Áreas Jorge Santos 2014 Conteúdo Sumário Capítulo 1... 3 Introdução... 3 1.1 Demanda... 3 1.2 O Complemento Group Stats...3 1.3 Instalação do Complemento Group

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão

Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão 01 Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para Agricultura de Precisão Rodrigo G. Trevisan¹; José P. Molin² ¹ Eng. Agrônomo, Mestrando em Engenharia de Sistemas Agrícolas (ESALQ-USP); ² Prof. Dr. Associado

Leia mais

AULA 4 Manipulando Tabelas

AULA 4 Manipulando Tabelas 4.1 AULA 4 Manipulando Tabelas Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades relativas a manipulação de tabelas de atributos no TerraView. Para isso será usado o banco de dados criado nas Aulas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I)

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB450 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO II PROF. DR. CARLOS ALBERTO VETTORAZZI

Leia mais

Classificação de Imagens

Classificação de Imagens Universidade do Estado de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil Classificação de Imagens Profa. Adriana Goulart dos Santos Extração de Informação da Imagem A partir de uma visualização das imagens,

Leia mais

Histórico das Revisões

Histórico das Revisões TerraSIG MANUAL DO USUÁRIO Dezembro/2007 Histórico das Revisões Data Versão Descrição Autor 17.12.2007 1.0 Confecção Cristhiane 20.12.2007 1.0 Confecção Cristhiane 20.12.2007 1.0 Integração Isabele 21.12.2007

Leia mais

Utilizando Kosmo 2.0.1 (SIG livre) para criar arquivos shapefile do tipo POLÍGONO

Utilizando Kosmo 2.0.1 (SIG livre) para criar arquivos shapefile do tipo POLÍGONO Utilizando Kosmo 2.0.1 (SIG livre) para criar arquivos shapefile do tipo POLÍGONO Objetivo: Criar arquivos shapefile do tipo Polígono, diretamente em um Sistema de Informações Geográficas (Kosmo 2.0.1),

Leia mais

3. FERRAMENTAS DE VISUALIZAÇÃO... 8 4. IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO... 12

3. FERRAMENTAS DE VISUALIZAÇÃO... 8 4. IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO... 12 1. O SOFTWARE TERRAVIEW... 4 2. BANCOS DE DADOS... 4 2.1 CRIANDO UM BANCO DE DADOS... 4 2.2 ABRINDO UM BANCO DE DADOS... 6 3. FERRAMENTAS DE VISUALIZAÇÃO... 8 3.1 SELEÇÃO DE OBJETOS... 9 4. IMPORTAÇÃO

Leia mais

AULA 3 Ferramentas de Análise Básicas

AULA 3 Ferramentas de Análise Básicas 3.1 AULA 3 Ferramentas de Análise Básicas Neste capítulo serão apresentadas algumas ferramentas de análise de dados com representação vetorial disponíveis no TerraView. Para isso será usado o banco de

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE BANCOS DE DADOS ESPACIAIS COM IMAGENS DE SATÉLITE

CONSTRUÇÃO DE BANCOS DE DADOS ESPACIAIS COM IMAGENS DE SATÉLITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA CONSTRUÇÃO DE BANCOS DE DADOS ESPACIAIS COM IMAGENS DE SATÉLITE Renzo Joel Flores Ortiz Ilka Afonso Reis BELO

Leia mais

PTR 2355/2389 Princípios de Geoprocessamento. Atividade Prática: Laboratório SIG

PTR 2355/2389 Princípios de Geoprocessamento. Atividade Prática: Laboratório SIG PTR 2355/2389 Princípios de Geoprocessamento Atividade Prática: Laboratório SIG Docentes: Prof. Dr Claudio Luiz Marte Prof. Dr. José Alberto Quintanilha Elaboração Roteiro: Mariana Abrantes Giannotti Colaboração:

Leia mais

QGIS 2.2 Modo de Edição: Edição de Feições de Polígono

QGIS 2.2 Modo de Edição: Edição de Feições de Polígono QGIS 2.2 Modo de Edição: Edição de Feições de Polígono Jorge Santos 2014 Conteúdo Sumário Capítulo 1... 3 Material de Apoio... 3 1.1 Cartografia de Referência... 3 1.2 Base Cartográfica Vetorial de Referência...

Leia mais

Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso

Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso Aula 02 Componentes de um GIS (SIE, ou SIG) Ideias dependem de pessoas. Pessoas trazem o conhecimento para uma equipe, que engendra ideias.

Leia mais

Apostila do curso: Quantum GIS Básico Módulo I

Apostila do curso: Quantum GIS Básico Módulo I Apostila do curso: Quantum GIS Básico Módulo I Helio Larri Vist Geógrafo Mestre em Sensoriamento Remoto Ayr Müller Gonçalves Educador Físico e Graduando em Segurança da Informação Rai Nunes dos Santos

Leia mais

Tutorial do Sistema GeoOffice. Todos os direitos reservados (1999-2002)

Tutorial do Sistema GeoOffice. Todos os direitos reservados (1999-2002) Tutorial do Sistema GeoOffice Todos os direitos reservados (1999-2002) Sistema GeoOffice Sistema Topográfico Solution Softwares Tutorial Passo a Passo Conteúdo I Tabela de Conteúdos Foreword 0 Parte I

Leia mais

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles

4ª aba do cadastro: Mapa Orientações para upload de shapefiles Conteúdo: 1. Como fazer upload de arquivos espaciais no SiCAR-SP? Formato dos arquivos Características do shapefile Sistema de Coordenadas requerido Como preparar o shapefile para o upload 2. O que fazer

Leia mais

Sistema de Informações Geográficas

Sistema de Informações Geográficas UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE Pós Graduação Ecologia e Manejo de Recursos Naturais Sistema de Informações Geográficas Prof. Fabiano Luiz Neris Criciúma, Março de 2011. A IMPORTÂNCIA DO ONDE "Tudo

Leia mais

Por que Geoprocessamento?

Por que Geoprocessamento? Um pouco sobre a NOSSA VISÃO Processamento Digital é um endereço da Web criado pelo geógrafo Jorge Santos com objetivo de compartilhar dicas sobre Geoprocessamento e Software Livre. A idéia surgiu no ano

Leia mais

Objetivo: desenvolver um Plano de Bacia Hidrográfica

Objetivo: desenvolver um Plano de Bacia Hidrográfica Tutorial de Aplicações do geoprocessamento em Sistema de Informação Geográfica livre Elaborado por: ¹Loide Angelini Sobrinha; ²Leandro Guimarães Bais Martins; ³João Luiz Boccia Brandão ¹ ²Engenheiro(a)

Leia mais

Aula 4 - Processamento de Imagem

Aula 4 - Processamento de Imagem 1. Contraste de Imagens Aula 4 - Processamento de Imagem A técnica de realce de contraste tem por objetivo melhorar a qualidade das imagens sob os critérios subjetivos do olho humano. É normalmente utilizada

Leia mais

Criando Mapa de Declividade a partir de dados SRTM

Criando Mapa de Declividade a partir de dados SRTM Criando Mapa de Declividade a partir de dados SRTM SPRING 5.0 1 O objetivo deste tutorial é apresentar de forma simples e prática como construir, no Spring, mapa de declividade a partir de dados do SRTM.

Leia mais

ArcGIS: Rescale em Batch, Composição Colorida RGB e Fusão de Imagens Landsat-8

ArcGIS: Rescale em Batch, Composição Colorida RGB e Fusão de Imagens Landsat-8 ArcGIS: Rescale em Batch, Composição Colorida RGB e Fusão de Imagens Landsat-8 2013 LANDSAT-8: Informações para Novos Usuários de Imagens Licença: As imagens Landsat-8 são gratuitas; Download: Para baixar

Leia mais

Utilizando Bloco de Notas para transformar arquivos *.CSV em arquivos shapefile do tipo PONTO, LINHA E POLÍGONO no Kosmo 2.0.

Utilizando Bloco de Notas para transformar arquivos *.CSV em arquivos shapefile do tipo PONTO, LINHA E POLÍGONO no Kosmo 2.0. Utilizando Bloco de Notas para transformar arquivos *.CSV em arquivos shapefile do tipo PONTO, LINHA E POLÍGONO no Kosmo 2.0.1 (SIG livre) Objetivo: Criar arquivos *.CSV no Bloco de Notas para transformá-los

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

Tutoriais Geoprocessamento QGIS Acessando Imagens Versão 1.1

Tutoriais Geoprocessamento QGIS Acessando Imagens Versão 1.1 Tutoriais Geoprocessamento QGIS Acessando Imagens Versão 1.1 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 16/01/2014 1.0 Elaboração do documento Frederico dos Santos Soares 05/06/2014 1.1 Atualização

Leia mais

Técnicas de Cartografia Digital

Técnicas de Cartografia Digital Técnicas de Cartografia Digital Maria Cecília Bonato Brandalize 2011 Aula 8 1. Vetoriais 2. Matriciais 3. Vantagens e Desvantagens 1. Vetoriais 2. Matriciais 3. Vantagens e Desvantagens Como são representados

Leia mais

Prof. Tiago Badre Marino Geoprocessamento Departamento de Geociências Instituto de Agronomia - UFRRJ. Aquisição de dados cartográficos a partir da Web

Prof. Tiago Badre Marino Geoprocessamento Departamento de Geociências Instituto de Agronomia - UFRRJ. Aquisição de dados cartográficos a partir da Web Exercício Objetivo Aplicativos Entrar nas diferentes fontes de dados cartográficos e imagens de sensoriamento remoto existentes no Brasil e executar os procedimentos para download destes dados disponíveis

Leia mais

AULA 6 - Operações Espaciais

AULA 6 - Operações Espaciais 6.1 AULA 6 - Operações Espaciais Essa aula descreve as operações espaciais disponíveis no TerraView. Antes de iniciar sua descrição é necessário importar alguns dados que serão usados nos exemplos. Exercício:

Leia mais

Conceitos Iniciais MARCEL SANTOS SILVA

Conceitos Iniciais MARCEL SANTOS SILVA Conceitos Iniciais MARCEL SANTOS SILVA DPI - INPE Criada em 1984, a Divisão de Processamento de Imagens (DPI) faz parte da Coordenação Geral de Observação da Terra/OBT do Instituto Nacional de Pesquisas

Leia mais

AULA 2 Planos, Vistas e Temas

AULA 2 Planos, Vistas e Temas 2.1 AULA 2 Planos, Vistas e Temas Essa aula apresenta os conceitos de Plano de Informação, Vista e Tema e suas manipulações no TerraView. Para isso será usado o banco de dados criado na AULA 1. Abra o

Leia mais

Novas Funcionalidades do MyABCM v.4.0

Novas Funcionalidades do MyABCM v.4.0 Novas Funcionalidades do MyABCM v.4.0 Seguem abaixo as novas funcionalidades e melhorias do MyABCM e um resumo de como utilizar essas funcionalidades. 1. Nova funcionalidade para aplicação de fatores de

Leia mais

Introdução ao Processamento de Imagens

Introdução ao Processamento de Imagens Introdução ao PID Processamento de Imagens Digitais Introdução ao Processamento de Imagens Glaucius Décio Duarte Instituto Federal Sul-rio-grandense Engenharia Elétrica 2013 1 de 7 1. Introdução ao Processamento

Leia mais

AULA 3 Ferramentas de Análise Básicas

AULA 3 Ferramentas de Análise Básicas 3.1 AULA 3 Ferramentas de Análise Básicas Nesse capítulo serão apresentadas algumas ferramentas de análise de dados com representação vetorial disponíveis no TerraView. Para isso será usado o banco de

Leia mais

QGIS 2.8 + SAGA GIS Álgebra de Mapas para Substituição de Pixels Negativos no MDE Topodata

QGIS 2.8 + SAGA GIS Álgebra de Mapas para Substituição de Pixels Negativos no MDE Topodata QGIS 2.8 + SAGA GIS Álgebra de Mapas para Substituição de Pixels Negativos no MDE Topodata Jorge Santos 2015 1 Conteúdo Sumário Capítulo 1... 3 Download e Análise do Topodata... 3 1.1. Download do Topodata

Leia mais

IMPORTANDO ARQUIVOS SHAPEFILE PARA O POSTGIS VIA PROMPT DO DOS

IMPORTANDO ARQUIVOS SHAPEFILE PARA O POSTGIS VIA PROMPT DO DOS IMPORTANDO ARQUIVOS SHAPEFILE PARA O POSTGIS VIA PROMPT DO DOS INTRODUÇÃO Neste tutorial iremos tratar de uma situação comum durante os trabalhos de geoprocessamento que envolvam banco de dados geográficos,

Leia mais

ERMAC 2010: I ENCONTRO REGIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL 11-13 de Novembro de 2010, São João del-rei, MG; pg 251-257 251

ERMAC 2010: I ENCONTRO REGIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL 11-13 de Novembro de 2010, São João del-rei, MG; pg 251-257 251 ERMAC 2010: I ENCONTRO REGIONAL DE MATEMÁTICA APLICADA E COMPUTACIONAL 11 13 de Novembro de 2010, São João delrei, MG; pg 251 257 251 ANÁLISE DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DA CIDADE DE VITÓRIAES USANDO A COMPOSIÇÃO

Leia mais

Aula 10 - Geração de Cartas e Impressão

Aula 10 - Geração de Cartas e Impressão 1. Elementos de uma Carta Título Aula 10 - Geração de Cartas e Impressão O Título descreve o propósito da carta e, portanto deve estar em local de destaque. Tamanho Escala O tamanho depende do propósito

Leia mais

Por que Geoprocessamento?

Por que Geoprocessamento? Um pouco sobre a NOSSA VISÃO Processamento Digital é um endereço da Web criado pelo geógrafo Jorge Santos com objetivo de compartilhar dicas sobre Geoprocessamento e Software Livre. A idéia surgiu no ano

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB210 GEOPROCESSAMENTO SEGUNDO SEMESTRE DE 2013 PROF. DR. CARLOS ALBERTO

Leia mais

- 3 - Lição I GEOPROCESSAMENTO

- 3 - Lição I GEOPROCESSAMENTO Lição I GEOPROCESSAMENTO - 3 - Para que possamos realizar as outras lições é extremamente importante estudarmos esta, porque será a base para entendermos as operações que serão realizadas no software Spring.

Leia mais

Basicão de Estatística no EXCEL

Basicão de Estatística no EXCEL Basicão de Estatística no EXCEL Bertolo, Luiz A. Agosto 2008 2 I. Introdução II. Ferramentas III. Planilha de dados 3.1 Introdução 3.2 Formatação de células 3.3 Inserir ou excluir linhas e colunas 3.4

Leia mais

VISUALIZAÇÃO E MANIPULAÇÕES SIMPLES DE IMAGENS GEOCOVER NO ArcGIS 9.x

VISUALIZAÇÃO E MANIPULAÇÕES SIMPLES DE IMAGENS GEOCOVER NO ArcGIS 9.x VISUALIZAÇÃO E MANIPULAÇÕES SIMPLES DE IMAGENS GEOCOVER NO ArcGIS 9.x TUTORIAL /2005 Elizete Domingues Salvador SUREG-SP elizete@sp.cprm.gov.br ÍNDICE 1. Adicionar imagem Geocover na área de trabalho do

Leia mais

16 - SCARTA. 1. Abrir o SCARTA clicando no ícone que se encontra na área de trabalho (Fig.1). Fig.1- Ícone do SCARTA

16 - SCARTA. 1. Abrir o SCARTA clicando no ícone que se encontra na área de trabalho (Fig.1). Fig.1- Ícone do SCARTA 16 - SCARTA Módulo do SPRING que permite editar uma carta e gerar arquivo para impressão, permitindo a apresentação na forma de um documento cartográfico. 1. Abrir o SCARTA clicando no ícone que se encontra

Leia mais

Utilizando Kosmo 2.0.1 (SIG livre) para criar arquivos shapefile do tipo PONTO

Utilizando Kosmo 2.0.1 (SIG livre) para criar arquivos shapefile do tipo PONTO Utilizando Kosmo 2.0.1 (SIG livre) para criar arquivos shapefile do tipo PONTO Objetivo: Criar arquivos shapefile do tipo Ponto, diretamente em um Sistema de Informações Geográficas (Kosmo 2.0.1), a fim

Leia mais

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress O pacote BrOffice é um pacote de escritório muito similar ao já conhecido Microsoft Office e ao longo do tempo vem evoluindo e cada vez mais ampliando as possibilidades

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 43

INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 43 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) INSTITUTO DE PESQUISA E ESTRATÉGIA ECONÔMICA DO CEARÁ (IPECE) NOTA TÉCNICA Nº 43 AQUISIÇÃO, TRATAMENTO E DISPONIBILIZAÇÃO DE IMAGENS

Leia mais

INFLUÊNCIA DA OCUPAÇÃO URBANA NO MEIO AMBIENTE DA PLANÍCIE COSTEIRA DO CAMPECHE SC, COM O USO DE GEOPROCESSAMENTO

INFLUÊNCIA DA OCUPAÇÃO URBANA NO MEIO AMBIENTE DA PLANÍCIE COSTEIRA DO CAMPECHE SC, COM O USO DE GEOPROCESSAMENTO INFLUÊNCIA DA OCUPAÇÃO URBANA NO MEIO AMBIENTE DA PLANÍCIE COSTEIRA DO CAMPECHE SC, COM O USO DE GEOPROCESSAMENTO PROFª MSC. MARIANE ALVES DAL SANTO MAURICIO SILVA Laboratório de Geoprocessamento - GeoLab

Leia mais

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO. Autor: Emerson Soares dos Santos

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO. Autor: Emerson Soares dos Santos INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO Autor: Julho de 2010 Material para Exercícios Práticos APRENDENDO TerraView 3x tem graduação e mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso e atualmente

Leia mais

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos

Sistema topograph 98. Tutorial Módulo Projetos Sistema topograph 98 Tutorial Módulo Projetos Como abrir um projeto existente _ 1. Na área de trabalho do Windows, procure o ícone do topograph e dê um duplo clique sobre ele para carregar o programa.

Leia mais

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados.

Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO. Versão: 1.0 Direitos reservados. Bem Vindo GDS TOUCH Manual de utilização GDS Touch PAINEL TOUCH-SCREEN CONTROLE RESIDENCIAL INTERATIVO O GDS Touch é um painel wireless touchscreen de controle residencial, com design totalmente 3D, interativo

Leia mais

Costa, B.L. 1 ; Faria, R.A.M²; Marins, L.S.³. ²Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Faculdade de Formação de Professores - rfariageo@hotmail.

Costa, B.L. 1 ; Faria, R.A.M²; Marins, L.S.³. ²Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Faculdade de Formação de Professores - rfariageo@hotmail. GERAÇÃO DE MAPA DE USO E COBERTURA DE SOLO UTILIZANDO IMAGENS DE SATÉLITE LANDSAT 8 PARA O SUPORTE AO PLANEJAMENTO MUNICIPAL DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ. Costa, B.L. 1 ; Faria, R.A.M²; Marins, L.S.³ 1 Universidade

Leia mais

Importação de Dados no Sphinx

Importação de Dados no Sphinx Importação de Dados no Sphinx A importação de dados refere-se à transferência de dados coletados em outro ambiente para dentro do software Sphinx. No software, encontre a opção Importar dados no estágio

Leia mais

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações;

Dado Vetorial. Características do Dado Vetorial. Usa entidades como ponto, linha e polígono para identificar localizações; Estrutura dos Dados Geográficos Organização lógica dos dados para preservar sua integridade e facilitar o seu uso. Vetorial Raster ou Matricial Dado Vetorial Usa entidades como ponto, linha e polígono

Leia mais

QGIS 2.4 Recorte de Raster em Lote (Clip Raster in Batch Mode)

QGIS 2.4 Recorte de Raster em Lote (Clip Raster in Batch Mode) QGIS 2.4 Recorte de Raster em Lote (Clip Raster in Batch Mode) Jorge Santos 2014 Conteúdo Sumário Capítulo 1... 3 Informações Complementares... 3 1.1 Camada Máscara (Vetor)... 3 1.2 Referência Espacial...

Leia mais

AULA 2 Planos, Vistas e Temas

AULA 2 Planos, Vistas e Temas 2.1 AULA 2 Planos, Vistas e Temas Essa aula apresenta os conceitos de Plano de Informação, Vista e Tema e suas manipulações no TerraView. Para isso será usado o banco de dados criado na AULA 1. Abra o

Leia mais

Dados para mapeamento

Dados para mapeamento Dados para mapeamento Existem dois aspectos com relação aos dados: 1. Aquisição dos dados para gerar os mapas 2. Uso do mapa como fonte de dados Os métodos de aquisição de dados para o mapeamento divergem,

Leia mais

SIG - Sistemas de Informação Geográfica

SIG - Sistemas de Informação Geográfica SIG - Sistemas de Informação Geográfica Gestão da Informação Para gestão das informações relativas ao desenvolvimento e implantação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica

Leia mais

Estatística Usando EXCEL

Estatística Usando EXCEL Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Estatística Usando EXCEL Distribuição de alunos segundo idade e sexo > =23 60% 40% 21 ---23 67% 33% 19 ---21

Leia mais

MAPA - Orientações. Conteúdo desse documento:

MAPA - Orientações. Conteúdo desse documento: Conteúdo desse documento: 1. Como fazer upload de arquivos espaciais no CAR 1.a. Formato do arquivo 1.b. Características do shapefile 1.c. Sistema de coordenadas requerido 1.d. Como preparar o shapefile

Leia mais

Composição de Layout no Terraview

Composição de Layout no Terraview MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Executiva Diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

Microsoft Excel Profª. Leticia Lopes Leite. Excel. Profª Leticia Lopes Leite

Microsoft Excel Profª. Leticia Lopes Leite. Excel. Profª Leticia Lopes Leite Microsoft Excel Profª. Leticia Lopes Leite Excel Profª Leticia Lopes Leite 1 Indice 1 Indice 2 2 Introdução 4 2.1 Área de Trabalho 4 2.2 Barra de Ferramentas 5 2.2.1 Ferramenta Pincel 5 2.2.2 Classificar

Leia mais