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4 Art. 3 o A cer*ficação ou sua renovação será concedida à en*dade que demonstre, no exercício fiscal anterior ao do requerimento, o cumprimento do disposto nos Capítulos I a IV deste Título, isolada ou cumula*vamente, conforme sua área de atuação, e que apresente os seguintes documentos: I - comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ; II - cópia da ata de eleição dos dirigentes e do instrumento comprobatório de representação legal, quando for o caso; III - cópia do ato cons*tu*vo registrado, que demonstre o cumprimento dos requisitos previstos no art. 3º da Lei nº , de 2009; IV - relatório de a*vidades desempenhadas no exercício fiscal anterior ao requerimento, destacando informações sobre o público atendido e os recursos envolvidos;

5 V - balanço patrimonial; VI - demonstração das mutações do patrimônio líquido; VII - demonstração dos fluxos de caixa; e VIII - demonstração do resultado do exercício e notas explica*vas, com receitas e despesas segregadas por área de atuação da en*dade, se for o caso.

6 3 o A en*dade cer*ficada deverá atender às exigências previstas nos Capítulos I a IV deste Título, conforme sua área de atuação, durante todo o período de validade da cer0ficação, sob pena de cancelamento da cer*ficação a qualquer tempo.

7 4 o As demonstrações contábeis a que se referem os incisos V a VIII do caput serão rela*vas ao exercício fiscal anterior ao do requerimento da cer*ficação e elaboradas por profissional legalmente habilitado, atendidas as normas do Conselho Federal de Contabilidade.

8 5 o As en*dades de que trata o art. 1 o cuja receita bruta anual for superior ao limite máximo estabelecido no inciso II do caput do art. 3 o da Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, deverão submeter sua escrituração a auditoria independente realizada por ins*tuição credenciada junto ao Conselho Regional de Contabilidade. (R$ ,00)

9 6 o Na apuração da receita bruta anual, para fins do 5 o, também serão computadas as doações e as subvenções recebidas ao longo do exercício fiscal, em todas as a*vidades realizadas.

10 7 o As en*dades que prestam serviços exclusivamente na área de assistência social e as indicadas no inciso I do 2º do art. 38 ficam dispensadas da apresentação dos documentos referidos nos incisos V a VII do caput. I - as que prestam serviços ou ações socioassistenciais, sem qualquer exigência de contraprestação dos usuários, com o obje*vo de habilitação e reabilitação da pessoa com deficiência e de promoção da sua inclusão à vida comunitária, no enfrentamento dos limites existentes para as pessoas com deficiência, de forma ar*culada ou não com ações educacionais ou de saúde, observado o disposto no 4 o do art. 10;

11 V - balanço patrimonial; VI - demonstração das mutações do patrimônio líquido; VII - demonstração dos fluxos de caixa; e VIII - demonstração do resultado do exercício e notas explica*vas, com receitas e despesas segregadas por área de atuação da en*dade, se for o caso.

12 É possível a CONTABILIDADE registrar apenas RECEITAS e DESPESAS e elaborar NOTAS EXPLICATIVAS?

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14 Não é possível a contabilidade ser elaborada somente com as DEMONSTRAÇÕES DE RECEITAS E DESPESAS, porque o método u*lizado para os registros contábeis no mundo inteiro é o MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS. Deste método resultam os lançamentos em contas de ATIVO, de PASSIVO, de RECEITAS e de DESPESAS porque para cada lançamento a débito corresponde um ou mais lançamentos a crédito e vice- versa.

15 Exemplo 1: Quando contabilizamos uma doação em dinheiro tem- se o seguinte lançamento: Debito da Conta Caixa (A*vo) Crédito da Receita de Doações (Resultado)

16 Exemplo 2: Quando contabilizamos o compromisso de pagar o salário dos educadores do Projeto Social X: Debito da Despesa com Salário do Projeto X (Resultado) Crédito da Conta Salários a Pagar (Passivo)

17 Também as NOTAS EXPLICATIVAS não são documento que possa ser elaborado fora do contexto dos registros contábeis das par*das dobradas. As NOTAS EXPLICATIVAS são um documento contábil que tem por finalidade explicar a composição de saldo de contas contábeis relevantes, ou de compromomissos assumidos pela ins*tuição, mas todos sempre registrados contabilmente.

18 NOTAS EXPLICATIVAS NBC T As notas explica*vas são parte integrante das demonstrações contábeis. 40. As informações con*das nas notas explica*vas devem ser relevantes, complementares ou suplementares àquelas não suficientemente evidenciadas ou não constantes nas demonstrações contábeis.

19 NOTAS EXPLICATIVAS 41. As notas explica*vas incluem os critérios u*lizados na elaboração das demonstrações contábeis, as informações de naturezas patrimonial, orçamentária, econômica, financeira, legal, ssica, social e de desempenho e outros eventos não suficientemente evidenciados ou não constantes nas referidas demonstrações.

20 Divulgação ITG 2002 As demonstrações contábeis devem ser complementadas por notas explica*vas que contenham, pelo menos, as seguintes informações: Enumera uma relação de 14 itens a serem observados pelos profissionais contábeis, na elaboração das Notas Explica*vas.

21 Dentre os mais relevantes: os critérios de apuração das receitas e despesas, especialmente das gratuidades, doações, subvenções e suas obrigações, registro da renúncia fiscal (manual CEBAS MEC). A norma também fala do registro do trabalho voluntário e sua divulgação em Notas Explica*vas.

22 Mas tudo isto somente terá realmente valor e importância se a documentação contábil for fidedigna e amparada pelas formalidades legais e fiscais!!! Devemos lembrar aqui a importância da GOVERNANÇA CORPORATIVA também nas ins0tuições com preponderância ou exclusivamente de assistência social!!!

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