TRAUMAS FRATURAS E IMOBILIZAÇÕES

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1 TRAUMAS FRATURAS E IMOBILIZAÇÕES

2 PRIMEIROS SOCORROS SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR!!! O QUE SIGNIFICA??? Cuidados com riscos de incêndio, desabamentos, novas quedas, agressões, Atenção com fios elétricos NÃO QUEREMOS OUTRA VÍTIMA!

3 USO DE EPI S

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5 O QUE FAZER? Manter a vítima tranqüila; Manter-se calmo, assumindo a liderança do atendimento; Atuar rapidamente e com cuidado; Observar a vítima, verificando alterações ou ausência de respiração, hemorragias, fraturas, colorações diferentes da pele, presença de suor intenso, expressão de dor, alteração da temperatura; Comunicação imediata com serviço de emergência, bombeiros ou polícia se necessário.

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7 TRAUMATISMO Definição É a lesão corporal resultada da exposição à energia (mecânica, térmica, química ou radiação) que interagiu com o corpo em quantidades acima da suportada fisiologicamente. Trauma (ou traumatismo) é todo ferimento interno ou externo provocado por ação de uma violência direta ou indireta.

8 TRAUMA ABERTO Caracterizado pela ruptura da pele hescoriações: lesão superficial hcortes: ferimentos de tecidos moles hperfurante: avança através da pele e danifica os tecidos havulsões: parte da pele é rasgada ou arrancada hamputações: arrancamento de um membro ou parte dele hesmagamento: ferimento de tecidos moles de grava intensidade hqueimaduras: ferimento que pode atingir camadas profundas dos tecidos, podem ser: químicas, térmicas, elétricas ou por radiações.

9 ESCORIAÇÕES

10 FERIMENTOS CORTO-CONTUSOS

11 CONTROLE DE HEMORRAGIAS

12 FERIMENTOS PENETRANTES

13 IMOBILIZAÇÕES Na suspeita de um caso de: entorse, luxação ou fratura óssea, é recomendado manter imobilizada a região afetada até avaliação médica; essa imobilização deve ser feita no próprio local do acidente. O importante é nunca transportar uma vítima sem imobilização, pois poderão haver complicações maiores, tais como: dor, rasgamento ou laceração da pele.

14 IMOBILIZAÇÕES REGRAS GERAIS 1.Estanque eventuais hemorragias. 2.Não são necessários equipamentos especiais para imobilizar a vítima. Para imobilizar um membro ou parte de um membro, improvise uma tala com um pedaço de tábua, um rolo de jornal, uma revista grossa, um travesseiro, um galho reto de árvore ou uma parte do próprio corpo da vítima (por exemplo, numa fratura de uma perna, a outra pode ser amarrada à quebrada para fixá-la). 3.Algumas fraturas podem ser imobilizadas na posição em que se encontram, desde que esta não seja forçada. 4. Qualquer que seja o local a imobilizar, lembre-se de que imobilizar significa limitar os movimentos das juntas acima e abaixo da fratura. 5. Se possível, acolchoe a tala com panos, camadas de algodão ou gaze, evitando pontos de pressão e desconforto. 6. Se a fratura que você está imobilizando é exposta e você já cuidou do ferimento, lembre-se de proteger bem o corte com almofadas de gaze, para que o movimento da tala não prejudique ainda mais. Atenção: Aperte apenas o suficiente as bandagens que seguram a tala, deixando uma extremidade do membro atingido para fora. Se você perceber que esta extremidade está esfriando ou ficando azulada, afrouxe as bandagens, porque a circulação do sangue poderá estar obstruída.

15 ENTORSES Estabilização do local

16 ENTORSES

17 FRATURAS Interrupção na continuidade do osso Exposta Completa Exposta Cominutiva

18 FRATURAS Improvise uma tala. Utilize revistas, papelão, madeiras. Imobilize o membro da maneira que se encontra, sem movimentá-lo; Observar a perfusão nas extremidades dos membros; Verificar a presença de pulso distal; Fixe as extremidades com tiras largas.

19

20 FRATURA DE PERNA

21 FRATURA DE TORNOZELO

22 FRATURA DE BRAÇO

23 FRATURA DE MÃO/PUNHO

24 TRAUMA CERVICAL

25 TRAUMA CERVICAL

26 TRAUMA DE COLUNA

27 TRANSPORTE DE VÍTIMAS ANALISAR: Segurança da cena; Gravidade da vítima; Recursos disponíveis (pessoas e materiais); Treinamento dos socorristas; Rotas de fuga.

28 TRANSPORTE DE VÍTIMAS Em situações de risco iminente no local da emergência é necessário remover uma vítima rapidamente. O transporte de emergência é empregado em incêndios, desabamentos, tiroteios, atividades de campo, situações de difícil acesso ou outras que fujam da normalidade. A manobra a ser utilizada depende do peso da vítima, tipo de terreno, equipamentos e número de socorristas. Estes transportes são empregados somente em situação de emergência porque podem gerar uma lesão secundária, principalmente na coluna vertebral.

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30 REMOÇÃO: HOSPITAL DE TRAUMA

31 DÚVIDAS?

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