Apostila PostgreSQL 8.4

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1 Apostila PostgreSQL 8.4 Componentes: Arthur Baltazar Nº 06 Catia Regina Nº 08 Giovane Gabrielli Nº 21 José Felipe Nº 27 Vitor Cardoso Nº 42 Franco da Rocha 2010

2 Índice: Introdução... 5 Características... 5 Recursos Presentes na Versão mais Recente... 6 Sobre o PostgreSQL... 6 Limite Valor... 6 Um Pouco da História do PostgreSQL... 7 Tipos de Dados do PostgreSQL... 8 Tipos de dados: Caracteres... 8 Tipos de dados: Numéricos... 8 Números de precisão fixa... 8 Tipos de ponto flutuante... 9 Pseudo tipos seriais... 9 Uso Criação de banco de dados no PostgreSQL Referências II

3 Introdução O PostgreSQL é um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) objetorelacional de código aberto, com mais de 15 anos de desenvolvimento. É robusto e confiável, além de ser extremamente flexível e rico em recursos. Um de seus atrativos é possuir recursos comuns a banco de dados de grande porte (SQL Server), o que o deixa apto a trabalhar, inclusive, com operações de missão crítica. Além disso, trata-se de um banco de dados versátil, seguro e gratuito disponível sob uma licença BSD. O PostgreSQL é considerado objeto-relacional por implementar, além das características de um SGBD relacional, algumas características de orientação a objetos, como herança e tipos personalizados com conformidade e padrões. Ele roda em todos os grandes sistemas operacionais, incluindo GNU/Linux, Unix (AIX, BSD, HP-UX, SGI IRIX, Mac OS X, Solaris, Tru64), e MS Windows. Além de tudo é totalmente compatível com ACID, têm suporte completo à chaves estrangeiras, junções (JOIN), visões, gatilhos e procedimentos armazenados em múltiplas linguagens. Inclui a maior parte dos tipos de dados do ISO SQL: 1999, incluindo INTEGER, NUMERIC, BOOLEAN, CHAR, VARCHAR, DATE, INTERVAL, e TIMESTAMP. Suporta também sons ou vídeos. Possui interfaces nativas de programação para C/C++, Java, Net, Perl, Python, Ruby, Tcl, ODBC, entre outros, e uma documentação excepcional. O PostgreSQL teve patrocínio de diversas empresas, entre as quais se destacam: Fujitsu, Hub.Org, NTT Group, Red Hat, Skype, SRA e Sun Microsystems. O software tem adquirido prestígio na comunidade Linux, tendo recebido diversas vezes o prêmio Linux Journal Editor's Choice de melhor Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados. A aceitação do PostgreSQL tem se ampliado para além da comunidade de código aberto. Há entre os seus usuários grandes empresas internacionais, órgãos governamentais de vários países e universidades de prestígio mundial. Existe uma lista dos principais usuários no Brasil e no mundo e, também, há alguns estudos de caso de aplicações que utilizam o PostgreSQL. Características Desenvolvedor: PostgreSQL Global Development Group; Primeiro lançamento: um de maio de 1995; Última versão: 9.0; Idiomas: 23 idiomas; Plataforma (sistema Operacional): Multiplataforma; Compatibilidade: Java, PHP, Python, Ruby, e C/C++; Suporte: recursos como triggers, views, stored procedures, SSL, MVCC, Website: 5

4 Recursos Presentes na Versão mais Recente Consultas complexas Chaves Estrangeiras Integridade Transacional Controle de concorrência multi-versão Suporte ao modelo híbrido objeto-relacional Gatilhos Visões Linguagem Procedural em várias linguagens (PL/pgSQL, PL/Python, PL/Java, PL/Perl) para Procedimentos armazenados Indexação por texto Estrutura para guardar dados Georeferenciados PostGIS Sobre o PostgreSQL Como um banco de dados de nível corporativo, o PostgreSQL possui funcionalidades sofisticadas como o Controle de Concorrência Multiversionado (MVCC), Recuperação em um Ponto no Tempo (PITR), Tablespaces (divisão lógica), Replicação Assincrônica, Transações Agrupadas, Cópias de Segurança Quente (hotbackup), um sofisticado Planejador de Consultas e Registrador de Transações Sequenciais (WAL) para tolerância à falhas. Suporta conjuntos de caracteres internacionais, codificação de caracteres multibyte, Unicode e sua ordenação por localização, sensibilidade à formatação (maiúsculas e minúsculas). É altamente escalável, tanto na quantidade enorme de dados que pode gerenciar, quanto no número de usuários concorrentes que pode acomodar. Existem sistemas ativos com o PostgreSQL em ambiente de produção que gerenciam mais de 4TB de dados. Alguns limites do PostgreSQL estão incluídos na tabela abaixo. Limite Valor Tamanho Máximo do Banco de Dados Ilimitado Tamanho máximo de uma Tabela 32 TB Tamanho Máximo de uma Linha 1.6 TB Tamanho Máximo de um Campo 1 GB Máximo de Linhas por Tabela: Ilimitado Máximo de Colunas por Tabela dependendo do Máximo de Índices por Tabela: Ilimitado 6

5 Um Pouco da História do PostgreSQL O sistema gerenciador de banco de dados PostgreSQL teve seu início na Universidade de Berkeley, na Califórnia, em À época, um programador chamado Michael Stonebraker liderou um projeto para a criação de um servidor de banco de dados relacionais chamado Postgres, oriundo de um outro projeto da mesma instituição denominado Ingres. Essa tecnologia foi então comprada pela Illustra, empresa posteriormente adquirida pela Informix. Porém, mesmo diante disso, dois estudantes de Berkeley (Jolly Chen e Andrew Yu) compatibilizaram o Postgres à linguagem SQL. Este projeto recebeu o nome de Postgres95. Em 1996, quando o projeto estava estável, o banco de dados recebeu o nome de PostgreSQL. No entanto, enquanto ainda possuía o nome Postgres95, o banco de dados teve várias mudanças. O seu código foi totalmente revisado e a linguagem SQL foi definida como padrão. Também em 1996, o projeto foi renomeado para PostgreSQL a fim de refletir a nova linguagem de consulta ao banco de dados: SQL. A primeira versão de PostgreSQL foi a 6.0, liberada em janeiro de Desde então, um grupo de desenvolvedores e de voluntários de todo o mundo, coordenados pela Internet, têm mantido o software e desenvolvido novas funcionalidades. As principais características acrescentadas nas versões 6.x são o: MVCC (Controle de Concorrência Multiversões), melhorias no SQL e novos tipos de dados nativos (novos tipos de datas e hora e tipos geométricos). Em maio de 2000 foi liberada a versão 7.0. As versões 7.x trouxeram as seguintes novas funcionalidades: Write-Ahead Log (checa as transações de dados), Schemas SQL, Outer Joins (junção de dados), Suporte IPv6, Indexação por Texto, Suporte à SSL e informações estatísticas do banco de dados. A versão 8.0 foi lançada em janeiro de 2005 e entre outras novidades, foi a primeira a ter suporte nativo para Microsoft Windows (tradicionalmente, o PostgreSQL só rodava de forma nativa em sistemas Unix e, em sistemas Windows - através da biblioteca Cygwin). Dentre as muitas novidades da versão 8.x, pode-se destacar o suporte a Tablespaces, Savepoints, Point-in-time Recovery, e Two-Phase Commit (2PC). Em julho de 2009 foi lançada a versão mais nova a 8.4, que detém ferramentas e comandos para administração e monitoramento novos ou melhorados. Cada usuário tem sua funcionalidade favorita que tornará o seu dia-a-dia com o PostgreSQL mais fácil e produtivo. Dentre as principais se destacam: Restauração Paralela de Bases de Dados, aumentando a velocidade de recuperação de cópia de segurança (backup) em até oito vezes; Permissões por Coluna, permitindo um controle mais granular de dados sigilosos; Suporte a Configuração Regional por Banco de Dados, tornando o PostgreSQL mais útil em ambientes com múltiplos idiomas; Upgrades In-place com o pg_migrator beta, permitindo migrações das 8.3 para a 8.4 sem tirar o banco do ar por muito tempo; Novas Ferramentas de Monitoramento de Consultas, dando aos administradores mais detalhes sobre a atividade das consultas. 7

6 Tipos de Dados do PostgreSQL Tipos de dados: Caracteres No PostgreSQL, existem três tipos básicos que podem comportar caracteres alfanuméricos: char, varchar e text. A diferença entre eles está nos limites e estrutura de armazenamento dos dados. O tipo char(n) armazena uma cadeia de caracteres com tamanho fixo, tendo como n o seu tamanho máximo. Ocupa 4+n bytes em disco (se a cadeia de caracteres for menor que n, o campo é preenchido com espaços em branco à direita). Esses 4 bytes fixos são utilizados pelo PostgreSQL para armazenar informações referentes ao tipo e tamanho do campo. O tipo varchar(n) tem como diferença possuir tamanho de armazenamento variável, limitado a ncaracteres. Ocupa 4 + m bytes, onde m é o número de caracteres efetivamente usados. O terceiro tipo, denominado text, possui tamanho variável e um limite muito grande de armazenamento. Equivale a um varchar( ) e pode ser utilizado para armazenar campos BLOB do tipo texto. Tipos de dados: Numéricos Os tipos numéricos se subdividem em números inteiros, de precisão fixa, de ponto flutuante e os pseudo tipos seriais. Inteiros Esse tipo armazena números sem componentes fracionais. Números inteiros possuem limites máximos e mínimos, e qualquer tentativa de se armazenar valores fora dessa faixa irá gerar um erro. Existem os seguintes tipos inteiros: smallint ou int2 2 bytes (16 bits) int, integer ou int4 4 bytes (32 bits) int8, bigint 8 bytes (64 bits) Na maior parte dos casos, o tipo integer oferece a melhor relação performance versus capacidade de armazenamento. O tipo bigint, por ser mais pesado e conseqüentemente mais lento, deve ser usado somente quando a faixa de armazenamento do integer realmente não for suficiente. Números de precisão fixa Os números de precisão fixa são criados com o tipo numeric. Seu uso é recomendado para armazenar valores monetários e outras quantias nas quais a exatidão é necessária. 8

7 Tipos de ponto flutuante Os tipos de dado real e double precision são tipos numéricos não exatos de precisão variável. Na prática, estes tipos são geralmente implementações do "Padrão IEEE 754 para Aritmética Binária de Ponto Flutuante" (de precisão simples e dupla, respectivamente), conforme suportado pelo processador, sistema operacional e compilador utilizados. Não exato significa que alguns valores não podem ser convertidos exatamente para o formato interno, sendo armazenados como aproximações. Portanto, ao se armazenar e posteriormente imprimir um valor podem ocorrer pequenas discrepâncias. A gerência destes erros, e como se propagam através dos cálculos como, por exemplo: Se for necessário armazenamento e cálculos exatos (como em quantias monetárias), em vez de tipos de ponto flutuante deve ser utilizado o tipo numeric. Se for desejado efetuar cálculos complicados usando tipos de ponto flutuante para algo importante, especialmente dependendo de certos comportamentos em situações limites (infinito ou muito próximo de zero), a implementação deve ser avaliada cuidadosamente. A comparação de igualdade de dois valores de ponto flutuante pode funcionar conforme o esperado, ou não. Pseudo tipos seriais Os tipos de dado serial e bigserial não são tipos verdadeiros, mas meramente uma notação conveniente para definir colunas identificadoras únicas (semelhante à propriedade AUTO_INCREMENTO existente em alguns outros bancos de dados). 9

8 Uso Criação de banco de dados no PostgreSQL Exemplo Biblioteca: Após instalar o PostgreSQL, clique em iniciar > todos os programas > PostgreSQL > pgadmin III 10

9 Antes de tudo, é necessário conectar-se com o servidor. Clique com o botão direito no servidor desejado e clique em conectar, ou apenas clique duas vezes no servidor. Depois de conectado, clique no + do seu servidor conectado e com o botão direito do mouse clique em Banco de Dados > Novo Banco de Dados 11

10 Normalmente, o criador se torna o dono do novo banco de dados. Super usuários podem criar bases de dados detidas por outros usuários, usando a cláusula OWNER. Eles podem até mesmo criar bancos de dados pertencentes a usuários sem privilégios especiais. Os usuários comuns com privilégio CREATEDB só podem criar bases de dados detidas por si próprios. Por padrão, o novo banco de dados será criado clonando o banco de dados padrão do sistema template1. Um modelo diferente pode ser especificado por código, nome do modelo. Em particular, escrevendo TEMPLATE template0, você pode criar um banco de dados virgem contendo apenas os objetos padrão pré-definidos pela versão do PostgreSQL. Isso é útil se você deseja evitar a cópia de qualquer objeto da instalação local que possa ter sido adicionado ao template1. 12

11 Aparecerá a janela onde se definirá os parâmetros do banco de dados a ser criado: Nome: é definido o nome do banco de dados; Dono: O nome do usuário do banco de dados que será o novo banco de dados, se não for inserido um nome ficará como DEFAULT para utilizar o padrão; Modelo: O nome do modelo a partir do qual pretende criar o novo banco de dados, se não escolhido, será usado o modelo padrão (template1); Tablespace: O nome da tabela que será associado ao novo banco de dados, ou DEFAULT para utilizar o espaço de tabelas do banco de dados modelo. Esta tabela será o tablespace padrão para os objetos criados neste banco de dados; Connection Limit: Quantas conexões simultâneas podem ser feitas a este banco de dados. -1 (O padrão) significa sem limite. NOTA: Na guia SQL é possível visualizar e alterar o código de criação do banco de dados Neste exemplo, o nome do banco de dados será Biblioteca e será usado o modelo Template1 conforme a imagem abaixo. 13

12 Após a criação, será possível visualizar o banco de dados que foi criado, clicando no sinal de + em Banco de dados do lado esquerdo da tela, na guia propriedades no lado direito da tela. Para criar as tabelas, chaves e etc.: Digitando o código poderíamos clicar em cima do banco criado com o botão direito do mouse e clicar em script Create. Veremos essa opção mais adiante. Note que 14

13 no Painel SQL no canto direito inferior da tela está a visualização do código que foi criado quando criamos o banco de dados pela interface. 15

14 Demonstraremos primeiro a criação do banco de dados pela interface: 1. A esquerda da tela, clique no sinal de + do banco de dados criado; 2. Clique no sinal de + de esquemas; 3. Clique no sinal de + de public; 4. Clique com o botão direito em Tabelas e clique em Nova Tabela. Criaremos seis tabelas: Usuario; Acervo; Livro; Revista; TipoUsuario; Empréstimo. 16

15 Demonstraremos algumas formas de se criar campos, restrições e índices. A tabela Usuario terá os campos: CodUsuario; CodTipo; Nome; Endereco; Telefone Criaremos agora a tabela Usuario: No campo nome coloque o nome da tabela Na próxima etapa criaremos os campos da tabela, mas antes, repare no campo OID e a opção desmarcada Possui OIDS : Se uma tabela é criada com WITH OIDS, cada registro recebe um OID único. OIDs são automaticamente atribuídos como inteiros de 4 bytes que são únicos ao longo de toda instalação. Contudo, eles são limitados em 4 bilhões e, então, os OIDs começam a ser duplicados. O PostgreSQL utiliza OIDs para ligar as tabelas do sistema. Para numerar registros nas tabelas dos usuários, é melhor utilizar SERIAL ao invés de OIDs porque seqüências SERIAIS são únicas somente em uma tabela; e são menos propícias a atingir o limite. SERIAL8 está disponível para armazenar valores de seqüência com oito bytes. 17

16 Clique na guia Colunas; Para adicionar as colunas das tabelas clique em adicionar. Assim que clicar no botão Adicionar aparecerá a seguinte janela: 18

17 Vamos aos campos: Nome: digite o nome da coluna a ser criada Tipo de dado: Digite o tipo de dado da coluna; Neste exemplo usaremos o tipo de dado serial que é um auto-incremento. Como CodUsuario será a chave primária e foi um campo criado justamente para relacionar a tabela Usuario com as outras tabelas, é interessante que seja criado o numero automaticamente sem que o usuário precise preencher esse campo. Não é NULL: marque esta opção sempre que o campo (coluna) a ser inserido não possa ser nulo. Neste caso, marcaremos essa opção, já que o campo a ser criado se tornará chave-primária. Após marcar as opções clique em OK. Note que Apareceu na janela a coluna que adicionamos Clique em Adicionar novamente, dessa vez o nome do campo é CodTipo escolheremos o tipo de dado integer, pois esse campo será chave estrangeira nessa tabela. Na tabela TipoUsuario, que será a de origem, ele será chave primária do tipo serial. Esse campo também não será nulo. Adicione também as colunas nome e endereco, só que esses serão do tipo Text. 19

18 Agora adicionaremos o campo Telefone. Este campo terá o valor padrão de 11 caracteres. Clique em OK. Note que estão listados todos os campos adicionados e a descrição de cada campo: 20

19 21

20 Agora Definiremos a Chave Primária: Clique na guia restrições, mantenha a opção chave primária na caixa de texto e clique em adicionar: 22

21 Aparecerá a janela abaixo: Clique na guia Colunas na caixa de texto. Na parte inferior da mesma janela terá todas as colunas que criamos da tabela. Escolha a opção CodUsuario, em seguida clique no botão Adicionar. Agora Clique na guia Propriedades e em Nome defina o nome para a chave primaria, no nosso caso colocaremos pk_codusuario aonde pk vem de Primary Key. Clique em OK. 23

22 24

23 Note que a chave Primária que criamos já está listada. Observe também que na caixa de texto abaixo não há mais a opção Chave Primária. Se já houvesse outras tabelas e já existisse o campo para referenciar a chave estrangeira, poderíamos criar agora, mas como não há, clique em OK. 25

24 Clicando no sinal de + de Tabelas, estará visível a tabela que criamos. Clicando no sinal de + da Tabela criada, estará visível o número de colunas, restrições, índices, regras, e outros. Se você clicar no sinal de + de Colunas verá todas as colunas criadas, do mesmo jeito no sinal de + de restrições verá a chave primária que criamos, se você adicionar chaves estrangeiras, restrição de verificação ou de unificação também as encontrará em restrições. Clique novamente com o botão direito do mouse em tabelas Dessa vez faremos um caminho um pouco diferente. 26

25 27

26 Criaremos a Tabela Acervo, ela conterá as colunas: CodItem DataInscricao Quantidade Paginas Observações Digite o nome da nova tabela, que dessa vez será Acervo, e clique em OK. 28

27 Clique no sinal de + em Acervo clique com o botão direito em Colunas e clique em Nova Coluna. 29

28 Repare que este é outro modo de se chegar à mesma janela de definição de colunas que chegamos antes. CodItem será a chave primária desta tabela, foi criado apenas para ser chave primária, já que nenhuma das colunas estava apta, por isso, será definido o tipo de dado serial e não será nulo. Clique em OK. 30

29 A coluna CodItem já está adicionada na tabela Acervo. Clique novamente em Colunas com o botão direito do mouse >Nova Coluna e você verá a mesma janela. A coluna DataInscricao será do tipo date, pois registrará a data de inscrição dos livros e revistas da biblioteca e não poderá ser nulo.clique em OK. Crie a coluna Quantidade como tipo de dado Integer e sendo not null, a coluna Paginas como Integer também, porém podendo ser nulo e crie também a coluna Observacoes como tipo de dado Text podendo conter valores nulos. 31

30 Depois de criados, deverão estar aparecendo assim: Definiremos a única restrição desta tabela que é a chave primária: Clique com o botão direito do mouse em Restrições > Novo Objeto > Nova Chave Primária 32

31 Vá para a guia Colunas escolha a coluna CodItem e clique em Adicionar. Deve ficar como na figura abaixo: 33

32 Agora Clique na guia Propriedades, Digite o nome para a chave primária e clique em OK. Clique no sinal de + de Restrições e veja a chave primária: 34

33 Crie a tabela livro, ela terá as seguintes colunas: CodItem :será do tipo integer e será not null; Titulo: será do tipo text e será not null; Subtitulo: será do tipo text; Autor: será do tipo text e será not null; Editora: será do tipo text; ISBN: será do tipo text, será not null e terá 10 caracteres obrigatórios. Deverá ficar assim: 35

34 Definiremos agora a chave primária que será CodItem e deixaremos o nome como PK_Livro : CodItem também será chave estrangeira,clique em restrições novamente >novo objeto>nova chave estrangeira. 36

35 Na janela que aparece Coloque um nome para a chave estrangeira, nesse caso colocaremos fk_coditem onde FK vem de Foreign Key. Em referências escolha a tabela a ser referenciada. Clique na aba Colunas em Coluna Local escolha a coluna que será chave estrangeira. Em Referenciado escolha a coluna da tabela referenciada que será a referencia de chave estrangeira. Clique em Adicionar e em seguida em OK. 37

36 A chave estrangeira que criamos já aparece em Restrições Vamos criar os índices agora. Nesta tabela serão 3:Titulo,Autor e ISBN.Clique com o botão direito do mouse em Índices>Novo índice. 38

37 Defina o nome de índice a ser criado. Nos campos: Unicidade: Faz com que o sistema procure por valores duplicados na tabela quando o índice é criado, se existirem dados na tabela, e sempre que novos dados forem adicionados. A tentativa de inserir ou de atualizar dados, que produza um valor duplicado, gera um erro. Método de Acesso: O nome do método de acesso a ser utilizado pelo índice. O método de acesso padrão é o BTREE. O PostgreSQL implementa quatro métodos de acesso para os índices: Yao. BTREE: uma implementação das "B-trees" de alta concorrência de Lehman- RTREE: implementa "R-trees" padrão, utilizando o algoritmo de partição quadrática de Guttman. HASH: uma implementação das dispersões lineares de Litwin. GIST: Generalized Index Search Trees (Árvores de Procura de Índice Generalizadas). 39

38 NOTAS: O otimizador de consultas do PostgreSQL vai considerar o uso de um índice B- tree sempre que um atributo indexado estiver envolvido em uma comparação utilizando um dos seguintes operadores: <, <=, =, >=, > O otimizador de consultas do PostgreSQL vai considerar o uso de um índice R- tree sempre que um atributo indexado estiver envolvido em uma comparação utilizando um dos seguintes operadores: <<, &<, &>, ~=, && O otimizador de consultas do PostgreSQL vai considerar o uso de um índice hash sempre que um atributo indexado estiver envolvido em uma comparação utilizando o operador =. Atualmente somente os métodos de acesso B-tree e Gist suportam índices com mais de uma coluna. Por padrão, até 16 chaves podem ser especificadas (este limite pode ser alterado na geração do PostgreSQL). Na implementação atual, somente o B-tree suporta índices únicos. Uma classe de operador pode ser especificada para cada coluna de um índice. A classe de operador identifica os operadores a serem utilizados pelo índice desta coluna. Por exemplo, um índice B-tree sobre inteiros de quatro bytes vai utilizar a classe de operadores int4_ops; esta classe de operadores inclui funções de comparação para inteiros de quatro bytes. Na prática, a classe de operadores padrão para o tipo de dado do campo é normalmente suficiente. O ponto principal em haver classes de operadores é que, para alguns tipos de dado, pode haver mais de uma ordenação que faça sentido. Por exemplo, pode se desejar ordenar o tipo de dado do número complexo tanto pelo valor absoluto, quanto pela parte real, o que pode ser feito definindo-se duas classes de operadores para o tipo de dado e, então, selecionando-se a classe apropriada para a construção do índice. Também existem algumas classes de operadores com finalidades especiais: As duas classes de operadores box_ops e bigbox_ops suportam índices R-tree para o tipo de dado box. A diferença entre as duas é que bigbox_ops ajusta as coordenadas da caixa para baixo, evitando exceções de ponto flutuante ao executar multiplicação, adição e subtração de coordenadas com números de ponto flutuante muito grande (Nota: isto era verdade há algum tempo atrás, mas atualmente as duas classes de operadores utilizam ponto flutuante e são efetivamente idênticas). 40

39 Clique na guia Colunas escolha a coluna que será o índice, neste caso, a coluna Titulo clique em adicionar depois clique em OK. Faça a mesma coisa com Autor e ISBN. Deverá ficar como na figura abaixo: 41

40 Criaremos agora uma restrição de unicidade para a tabela ISBN. A restrição de unicidade garante que os dados contidos na coluna, ou no grupo de colunas, sejam únicos em relação a todas as outras linhas da tabela. Clique com o botão direito do mouse em Restrições > Novo Objeto > Nova Restrição de Unicidade. 42

41 Clique na guia Colunas escolha a coluna desejada, neste caso a coluna ISBN, clique em Adicionar e clique em OK. Desta vez, deixaremos o PostgreSQL colocar um nome para restrição.veja na imagem abaixo: 43

42 Demonstraremos agora a criação das outras 3 tabelas por código. Vá ao menu Ferramentas >Query Tool: A tabela Revista terá os campos: CodItem que será do tipo integer e not null; Nome que será do tipo text e not null; Tema que será do tipo text; Ano que será do tipo integer e not null; Numero que será do tipo text; ISSN que será do tipo text, not null e terá oito caracteres. A tabela TipoUsuario terá os campos: CodTipo será do tipo serial e not null; Tipo será do tipo text e not null; Multa será do tipo money; Prazo será do tipo integer e not null. E por fim, a Tabela Empréstimo terá os campos: CodEmprestimo será do tipo serial e not null; CodItem será do tipo integer e not null; CodUsuario será do tipo integer e not null; DataEmprestimo será do tipo date e not null; DataDevolucao será do tipo date; Observações será do tipo text. 44

43 Quando aparecer a janela da Query, digite o código como na imagem abaixo: Onde: CREATE TABLE: Cria Tabelas; Os nomes da tabelas e colunas sendo criadas e referencias são digitadas dentro de aspas ( ); Vírgula (,) indica que há mais comando (como se fosse um e ); Ponto e vírgula (;) indica o final do comando; O sinal de parêntese [( ] abrindo é como se fosse o inicio e o sinal de parêntese fechando [)] é como se fosse o fim do código de um comando; 45

44 Na figura abaixo estamos adicionando Campos indexados e restrição de unicidade: Criando a Tabela TipoUsuario e a chave primária: 46

45 Criando a ultima tabela, Emprestimo, adicionando chave primária e índice: Clique no botão Executar Consulta, Escrever Resultado Para o arquivo destacado na imagem abaixo. Veja que a Query foi executada com sucesso: 47

46 Feche a janela da Query, aparecerá uma mensagem perguntando se você quer salvar a consulta, no nosso caso não salvaremos. Clique com o botão direito do mouse em tabelas e clique em atualizar: E pronto! Note que as Tabelas que criamos estão listadas, está criado nosso exemplo de Banco de Dados. 48

47 Referências A3o_e_Exclus%C3%A3o_de_Bancos,_Esquemas,_Tabelas,_Views,_Constraints,_e tc

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