Roteiro 7 Comandos SQL Parte 1: Criação e manutenção de tabelas

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1 Roteiro 7 Comandos SQL Parte 1: Criação e manutenção de tabelas Objetivos: Detalhar características da linguagem SQL; Explorar o uso da linguagem SQL no banco de dados Mysql; Manipular a linguagem DDL e DML através da console de comandos; Este roteiro tem como objetivo explorar o uso da linguagem SQL através do uso da console Mysql serão detalhados comandos básicos para a criação de tabelas e bancos de dados e também comandos para a manipulação de informações existentes em tabelas de dados; Ferramentas necessárias Navegador, Xampp,Notepad++, Bibliografias de livros da faculdade. Introdução Quando os bancos de dados relacionais estavam sendo desenvolvidos, foram criadas linguagens destinadas à sua manipulação. O Departamento de Pesquisas da IBM, desenvolveu a Sequel como forma de interface para o sistema de BD relacional denominado SYSTEM R, no início dos anos 70. Esta linguagem foi evoluindo de nome e seu nome foi mudado para SQL (Structured Query Language Linguagem de Consulta Estruturada). Em 1986 o American National Standards Institute (ANSI) e a International Standards Organization (ISO) publicaram os padrões para o SQL, chamado SQL-86. Em 1989 foi publicada uma extensão chamada SQL-89. Atualmente os sistemas que dão suporte a SQL estão baseados pelo menos nos recursos do SQL-89.A versão mais amplamente suportada é a SQL-92. A última publicação define o SQL-3. O SQL apresenta uma série de comandos que permitem a manipulação de estruturas de dados, manipulação dos dados, definição de restrições de segurança, são estas partes: DDL(Data Definition Language) Linguagem de Definição de dados DML (Data Manipulation Language) Linguagem de Manipulação de Dados Embedded DML (Incorporação DML) Comandos SQL para serem usados em linguagens gerais (PHP, JAVA, Python) Definição de Views Definição de visões de dados Controle de Transações Para controlar e disponibilizar as informações de bancos de dados será utilizado inicialmente o SBGD Mysql, que está embutido no aplicativo integrado XAMPP, disponível no endereço Para o banco de dados, o xampp utiliza uma pasta em sua estrutura denominada Mysql, e para o servidor web utiliza a estrutura contida no Apache, a pasta htdocs.a figura a seguir detalha a estrutura de diretórios utilizada pelo XAMPP quando é descompactado no disco. Figura 17 - Estrutura de diretórios do XAMPP Pág 39

2 Utilizando a console Mysql Para realizar logar no Mysql via console é necessário possuir um usuário com privilégios de root para realizar as tarefas de criação, visualização e alteração de bancos de dados, a seguir um exemplo de login utilizando o usuário máster do SGBD Mysql, o usuário root: c:\xampp\mysql\bin\mysql -u root p O primeiro contato que teremos será o prompt mysql para utilizar nossos comandos: Geralmente inicia-se a manutenção de bancos de dados com uso dos comandos DDL (data definition language) e DML (Data Manipulation language), são demonstrados a seguir os comandos mais comuns que podem ser utilizados: COMANDOS DDL/DML SOURCE SHOW DATABASES; CREATE DATABASE nomedb USE nomedb Comando Função Exemplo de uso CREATE TABLE nometable (CAMPO1 TIPODADOS, CAMPO2 TIPODADOS...); Executa um arquivo.sql no formato SOURCE caminhoarquivo Visualiza todos os bancos de dados disponíveis no SGBD; Cria uma nova base de dados. Faz com que seja escolhida uma nova database nos bancos de dados existentes no servidor Mysql. Cria uma nova tabela no servidor de banco de dados, tem a possibilidade de apenas criar a tabela e também de inserir valores na mesma. SOURCE d:\comandos-sql.sql SHOW DATABASES; CREATE DATABASE ANDRE; USE ANDRE; CREATE TABLE SENAC( id int, nome varchar(30) DROP TABLE nometable Apaga uma tabela do sgbd. DROP TABLE SENAC; DROP DATABASE nomedb Apaga uma base de dados do sgbd. DROP DATABASE ANDRE; DESC nometable Descreve a estrutura de uma tabela do sgbd. DESC SENAC; INSERT INTO nometable (campo1,campo2) values (valor1,valor2) Insere informações em uma tabela na ordem em que forem definidos. ); INSERT INTO SENAC(id,nome) VALUES(1, andré moraes ); Pág 40

3 FROM nometable Realiza uma consulta de valores existentes em uma tabela. SELECT * FROM SENAC; SELECT campos WHERE condicao Adiciona na consulta uma condição. SELECT * FROM SENAC WHERE ID =1; ORDER BY nomecampo Adiciona na consulta uma ordenação dos valores retornados. SELECT * FROM SENAC ORDER BY NOME; EXIT Sai da console mysql EXIT; Tarefas 1) Realizar o download do XAMPP para o seu desktop a partir do endereço descompactá-lo e iniciar o servidor de banco de dados e o servidor HTTP Apache server; 2) Iniciar o prompt de comandos do Windows, acessar o diretório bin do mysql, localizado em xampp\mysql\bin e realizar o login como usuário root; 3) Listar todos os bancos de dados existentes no SGBD; 4) Criar um novo banco de dados com o nome bd_aluno; 5) Abra o software notepad ++(http:// /andre/softwares/notepad++/npp bin.zip), modifique a linguagem utilizada para SQL e utilize-o para criar um script com as tabelas descritas abaixo, salve o script com o nome de roteiro-7-script1.sql Tabela: computador Campo ID NOME MEMORIA DISCO MONITOR Tipo INT VARCHAR(50) DOUBLE DOUBLE VARCHAR(15) 6) Execute o script no console, copiando o script e colando diretamente na console; 7) Altere o script criado e inclua o comando drop table [nometabela], precedendo cada tabela criada. Rode o script completo novamente na console. 8) Altere o script criado e inclua os comandos necessários para inserir 3 computadores, com dados à sua escolha; 9) Diretamente na console aplique um select para selecionar todos os computadores da tabela computadores; 10) Diretamente na console, aplique um select para selecionar apenas os computadores onde o ID seja 2; 11) Altere o script de criação de tabelas, e inclua mais duas tabelas, descritas a seguir: Tabela: pessoa Campo Tipo Pág 41

4 ID NOME ENDERECO CIDADE INT VARCHAR(50) VARCHAR(70) VARCHAR(20) Tabela: cidade Campo ID NOME ESTADO Tipo INT VARCHAR(50) VARCHAR(2) 12) Altere o script criado para inserir mais 3 pessoas, 3 cidades e 3 computadores. 13) Aplique um select para selecionar todas as cidades; 14) Aplique um select para selecionar todas as pessoas; 15) Descreva a tabela pessoa; 16) Delete cada tabela criada no banco de dados; 17) Visualize as tabelas do banco de dados para confirmar a exclusão das mesmas; 18) Delete o banco de dados; 19) Visualize os bancos de dados existentes para confirmar a exclusão do banco; Referências Elmasri, Navathe Sistemas de banco de dados 6ª Edição; Introdução a Banco de dados, Osvaldo Kataro Tokai, disponível em Apache Friends Home page - Notepad++ Home page - Pág 42

5 Roteiro 8 Comandos SQL parte 2: Comandos DDL Objetivos: Adicionar chaves primárias em tabelas de dados; Utilizar comandos DDL para alteração de estruturas de bancos de dados Neste roteiro são utilizados comandos para realizar a manipulação nas estruturas de bancos de dados que são importantes para modificar ou adicionar componentes as tabelas de bancos de dados. Ferramentas necessárias Navegador, Xampp,Notepad++,console Mysql, Bibliografias de livros da faculdade. Introdução Alterar a estrutura de tabelas é uma tarefa bastante importante na administração de bancos de dados. A estrutura das tabelas pode ser alterada a qualquer momento que se desejar através dos comandos fornecidos pelo SGBD. Serão exploradas algumas das tarefas comuns na manipulação de estruturas de tabelas em bancos de dados. Adicionando Chaves primárias: Para adicionar uma chave primária na definição de uma tabela de dados é suficiente a adição do comando primary key(nome-campo). Exemplo de criação de chave primária para uma tabela contatos: No comando criado, temos de atentar aos itens: NOT NULL, DEFAULT NULL, PRIMARY KEY. NOT NULL define que o campo não poderá ser definido com valores vazios; DEFAULT NULL define como valor padrão o NULL; PRIMARY KEY(nome_campo) Define que o campo mencionado no comando será utilizado como chave primária dentro da estrutura das tabelas. Pág 43

6 ALTERANDO A ESTRUTURA DE TABELAS Estruturas de tabelas podem ser alteradas através do comando ALTER TABLE. Este comando, como o nome indica, realiza uma alteração na tabela para que seja possível inserir, alterar ou remover colunas de dados. A seguir um exemplo de coluna sendo adicionada: ALTER TABLE DRINKS ADD COLUMN ID_DRINK INT NOT NULL AUTO_INCREMENT FIRST; Indica que a nova coluna a ser inserida ocupará a primeira coluna na tabela de dados a qual estamos inserindo este novo campo, ou seja, o FIRST é a cláusula que permite realizar esta inclusão em primeiro. ALTERANDO UMA TABELA PARA ADICIONAR UMA CHAVE PRIMÁRIA: É possível que uma tabela seja alterada para incluir um novo campo e adicionarmos nossa chave primária, para tanto é utilizado o comando ALTER TABLE. No comando anterior foi feita a inserção de uma nova coluna denominada id_drink com os parâmetros INT, NOT NULL, AUTO_INCREMENT e FIRST. Sendo que com isso informamos que o campo será do tipo inteiro, não vazio, será incrementado automaticamente e será posicionado como a primeira coluna da tabela. EXEMPLO DE ALTERAÇÃO DE COLUNA: Incluir uma coluna em uma tabela DRINKS com o nome de nota. A coluna será posicionada após a coluna de preço. RENOMEANDO UMA TABELA CRIADA ANTERIORMENTE: Para renomear uma tabela criada anteriormente é possível utilizar o comando ALTER TABLE juntamente com o comando RENAME TO Exemplo de renomeação de tabela BEBIDAS para INGREDIENTES. ALTERANDO NOMES DE CAMPOS DE UMA TABELA: Para alterarmos um campo podemos utilizar o comando ALTER TABLE seguido do comando CHANGE COLUMN. Exemplo de modificação do nome da coluna NOME para DESCRICAO. Pág 44

7 OBSERVAÇÕES: O cuidado ao alterar colunas de tabelas se deve ao tipo de dados e tamanhos escolhidos. Se alterarmos um tipo de uma coluna para um tipo que não é compatível com o anterior, os dados serão perdidos. Caso a alteração seja feita para dados compatíveis, porém de menor tamanho, os dados serão reduzidos para adaptarem-se ao novo tamanho. ALTERANDO APENAS OS TIPOS DE DADOS DE UM CAMPO: Quando for necessário alterar o tipo de dado de uma coluna específica, podemos também utilizar o comando MODIFY campo NOVO_TIPO; EXEMPLO: Modificando o tipo de dados do campo DESCRICAO para VARCHAR(100); A diferença do comando MODIFY para o comando CHANGE se dá no fato de não estarmos modificando o nome e tipo de dados da coluna, e sim apenas o tipo de dados. Tarefas 1) Preencher a tabela de comandos abaixo com uma descrição, baseado no seu exemplo de uso. Comandos para alteração de estrutura de tabelas Todos os comandos listados a seguir devem ser executados sempre precedidos do comando ALTER TABLE [NOMETABELA] Comando Função Exemplo de uso ADD COLUMN [nomecoluna] [TIPO] [PARÂMETROS] RENAME TO [nometabela] LAST BEFORE AFTER FIRST AUTO_INCREMENT CHANGE COLUMN ALTER TABLE X ADD COLUMN NOME VARCHAR(30); ALTER TABLE X RENAME TO Y; ALTER TABLE Y ADD COLUMN ZZZ INT LAST; ALTER TABLE Y ADD COLUMN AAA INT BEFORE BBB; ALTER TABLE Y ADD COLUMN CCC INT AFTER BBB; ALTER TABLE Y ADD COLUMN CHAVE INT FIRST; ALTER TABLE Y ADD COLUMN CHAVE2 INT AUTO_INCREMENT; ALTER TABLE Y TRUNCATE TABLE TRUNCATE TABLE Y; CHANGE COLUMN CHAVE2 CHAVEPRINCIPAL INT; Pág 45

8 2) Criar um script para gerar a tabela no formato e com as informações a seguir: UC Projeto de Banco de Dados COR ANO FABRICANTE MOD_ VALORDECUSTO Prata 1998 Porsche Boxter NULL 2000 Jaguar XJ Vermelho 2002 Cadillac Escalade ) A tabela possui um planejamento pouco eficaz, pois possui várias falhas. Utilizando o comando ALTER TABLE gere o script para a modificação da tabela acima para que no formato da tabela a seguir: CARRO_ID CHASSI FABRICANTE MODELO COR ANO VALOR 1 RNKLK66N33G Porsche Boxter Prata SAEDA44B175B04113 Jaguar XJ NULL GYEK63NT2G Cadillac Escalade Vermelho COMANDOS SUGERIDOS PARA SEREM UTILIZADOS: ALTER TABLE RENAME TO ADD COLUMN ADD PRIMARY KEY CHANGE COLUMN MODIFY COLUMN UPDATE; RESULTADO FINAL: 4) Alterar a coluna FABRICANTE para que tenha o tipo varchar(50) e fique em último lugar na tabela; 5) Criar uma tabela DONO, que representará os donos dos veículos. Nesta tabela inclua os campos cpf, nome, telefone, cidade. 6) Insira 3 donos de veículos preenchendo todas as informações da tabela dono; 7) Adicione outra coluna na tabela dono com o nome ID_DONO para que fique na esquerda da tabela, antes de todas as colunas, e fique com a propriedade auto_increment e primary key definidas. 8) Altere o nome da tabela DONO para PESSOA; 9) Zere todos os registros da tabela PESSOA; 10) Insira novamente os registros que foram excluídos na tabela dono, copiando novamente o seu script na console; 11) Adicione uma nova coluna na tabela PESSOA com o nome ID_VEICULO, e insira 3 novos registros completos de donos com ID S de VEICULOS; Pág 46

9 Referências Elmasri, Navathe Sistemas de banco de dados 6ª Edição; UC Projeto de Banco de Dados Introdução a Banco de dados, Osvaldo Kataro Tokai, disponível em Apache Friends Home page - Notepad++ Home page - Pág 47

10 Roteiro 9: SQL Básico - chave estrangeira, operadores de comparação e operadores booleanos Objetivos: Criar restrições para atributos, chaves primárias e estrangeiras; Explorar consultas SQL com uso de operadores de comparação; Explorar consultas SQL com uso de operadores booleanos; Neste roteiro são explorados comandos para a realização de consultas com uso de operadores de comparação e operadores booleanos importantes para a realização de consultas mais complexas onde os dados devem ser filtrados de acordo com critérios específicos do programador. Ferramentas necessárias Navegador, Xampp,Notepad++, console Mysql, Bibliografias de livros da faculdade. Criando Restrições Em SQL, restrições podem ser definidas para as tabelas que forem criadas. Existem restrições de chave e integridade referencial, restrições sobre domínios de atributo e NULLs e restrições sobre tuplas individuais (registros) dentro de uma relação. Restrições de atributo: Como o nome indica, são restrições que podem ser aplicadas aos atributos de uma tabela. Existem algumas restrições que podem ser aplicadas como valores null (NULL), valores padrão e valores (DEFAULT) de checagem (CHECK), que são detalhados a seguir na tabela abaixo: Restrição Descrição Exemplo de uso NOT NULL DEFAULT CHECK Se um valor NULL não for permitido isto pode ser especificado através do parâmetro NOT NULL na definição de um campo. Geralmente esta propriedade é definida para campos de chave primária, mas pode ser especificado para quaisquer outros atributos cujos valores não podem ser NULL. Determina um valor padrão para um atributo. O valor padrão será incluído em qualquer registro se um valor explícito não for declarado. Utilizado para limitar valores de atributo ou domínio. Pode ser utilizado para expressar que apenas valores dentro de uma faixa x podem ser utilizados em um campo. CREATE TABLE X( NOME VARCHAR(30) NOT NULL ); CREATE TABLE Y( TPAGTO INT DEFAULT 100 ); CREATE TABLE Z( TPAGTO INT CHECK(TPAGTO > 0 AND TPAGTO <3) ); Pág 48

11 Restrições de chave e integridade referencial: são restrições que podem ser impostas para os atributos para garantir a integridade da informação que será armazenada. Existem as restrições de chave primária (primary key) e de chave segundária (foreign key), as duas propriedades são detalhadas na tabela a seguir: Restrição Descrição Exemplo de uso PRIMARY KEY FOREIGN KEY Permite especificar atributos de chave primária em uma tabela. Se o atributo chave for único a restrição pode ser incluída diretamente no atributo, caso contrário deve ser incluído ao final da declaração dos campos ou após através da alteração da tabela. Especifica a criação de uma chave estrangeira. Da mesma forma que a chave primária, esta propriedade pode ser inserida na definição da tabela ou posteriormente através do comando ALTER TABLE. CREATE TABLE X( ID_FUNC INT PRIMARY KEY ); CREATE TABLE X( ID_FUNC INT, PRIMARY KEY(ID_FUNC); ); PRIMARY KEY(CAMPO1,CAMPO2,CAMPO3); CREATE TABLE Y( IDCIDADE INT NOT NULL, FOREIGN KEY(IDCIDADE) REFERENCES CIDADE(IDCIDADE) ); Ações de violação de integridade: uma violação ocorre quando alguma informação inserida ou atualizada em um atributo viola as regras de chave. Quando acontece uma violação de integridade, a ação padrão (default) do SGBD é a de recusar a operação. Porém é possível adicionar ações de comportamento para que sejam executadas, descritas na tabela a seguir: Restrição Descrição Exemplo de uso ON DELETE ON UPDATE SET NULL CASCADE Define opções para quando são deletados registros envolvendo chaves estrangeiras. Define opções para quando são atualizados registros envolvendo chaves estrangeiras. Opção para ON DELETE OU ON UPDATE que define que ao ser excluído ou alterado um registro que é referenciado por outras tabelas como chave estrangeira, estas são definidas como NULL. Opção para ON DELETE OU ON UPDATE que define que ao ser alterado um registro que é referenciado por outras tabelas como chave estrangeira, estas são atualizadas juntamente com o novo valor definido. CREATE TABLE X(... FOREIGN KEY (IDCIDADE) REFERENCES CIDADE(IDCIDADE) ON DELETE [AÇÃO] ); CREATE TABLE X(... FOREIGN KEY (IDCIDADE) REFERENCES CIDADE(IDCIDADE) ON UPDATE [AÇÃO] ); CREATE TABLE X(... FOREIGN KEY (IDCIDADE) REFERENCES CIDADE(IDCIDADE) ON DELETE SET NULL ); CREATE TABLE X(... FOREIGN KEY (IDCIDADE) REFERENCES CIDADE(IDCIDADE) ON UPDATE CASCADE ); Pág 49

12 Nomeando Restrições Uma restrição pode ser nomeada em sua definição com uso da palavra-chave CONSTRAINT. Nomes de restrição precisam ser exclusivos e são importantes por identificarem diferentes restrições no caso de precisarem ser excluídas ou trocadas por outras ao longo da definição do banco de dados. Nomear restrições em bancos de dados é uma tarefa opcional, porém as principais ferramentas CASE de implementação normalmente utilizam nomes em restrições. Exemplo de criação de restrição com uso de CONSTRAINT CONSTRAINT PK_FUNCIONARIO PRIMARY KEY(IDFUNCIONARIO), CONSTRAINT FK_CIDADE_FUNCIONARIO FOREIGN KEY(IDCIDADE) REFERENCES CIDADE(IDCIDADE) ON DELETE SET NULL ON UPDADTE CASCADE; Operadores de comparação A cláusula WHERE introduz um potencial maior para as buscas de informações. Permite que seja possível escolher quais linhas são restauradas de uma declaração SELECT. É utilizado para restaurar linhas que combinem uma condição, como ter um valor de coluna que combine exatamente com uma string, um número maior ou menor que um valor, ou uma string que é o prefixo de outra. A seguir são demonstrados os operadores de comparação sendo utilizados em conjunto com a cláusula WHERE. Operadores de Comparação Os operadores de comparação a serem utilizados em uma consulta SQL são os mesmos utilizados na maioria das linguagens de programação, e permitem que uma consulta possa ser executada de forma muito mais poderosa para a seleção de informações em tabelas. Os operadores de comparação são descritos a seguir: SELECT campos FROM tabela WHERE argumentos Comando Função Exemplo = < > <= >= <> Insere um operador de comparação igual a entre dois campos. Insere um operador de comparação menor que entre dois campos ou expressões. Insere um operador de comparação maior que entre dois campos ou expressões. Insere um operador de comparação maior que entre dois campos ou expressões. Insere um operador de comparação menor que entre dois campos ou expressões. Insere um operador de comparação diferente de SELECT * FROM dados WHERE nome = joão SELECT * FROM funcionario WHERE salario < 1000 SELECT * FROM cidade WHERE populacao > SELECT * FROM cidade WHERE populacao >= SELECT * FROM aluno WHERE nota >= 7 SELECT * FROM pessoa WHERE sexo <> masculino Pág 50

13 Operadores Booleanos Os operadores de condição são úteis para combinar duas ou mais condições utilizando os operadores booleanos AND, OR e NOT. Permite unir critérios de pesquisa diferentes na mesma consulta, podemos utilizar a conjunção AND e separar critérios diferentes, por exemplo. Operadores AND, OR e NOT A seguir são detalhados os operadores de combinação que podem ser utilizados em conjunto nas consultas com uso do SELECT em conjunto com a cláusula WHERE. Comando Função Exemplo AND Restringe os resultados para as linhas que possuem ambas as condições. SELECT * FROM dados WHERE nome = joão and salario > 3000 SELECT campos FROM tabela WHERE argumentos OR Restringe os resultados para as linha que atendam pelo menos uma das condições. SELECT * FROM funcionario WHERE salario < 1000 or nome >= G NOT Nega uma declaração Booleana. SELECT * FROM funcionario WHERE NOT (salario >1000 and salario < 5000) Tarefas Utilizando o script de criação disponível em crie o banco de dados em seu servidor Mysql para uso nas tarefas do roteiro. 1) Crie as chaves estrangeiras utilizando uma CONSTRAINT nomeada com o prefixo FK_TABELAORIGEM_TABELADESTINO para as seguintes tabelas a. Movimento navio; b. Navio; c. Porto; d. Porto_visitado; 2) Altere o script de criação e Insira uma restrição de atributo para o campo TIPO_NAVIO.CAPACIDADE_PESO para que não aceite valores inferiores a Insira um novo registro de tipo de navio e teste o resultado da restrição feita. 3) Insira no script de todas as tabelas criadas, a restrição para a ação de violação de integridade ON UPDATE com CASCADE e ON DELETE para SET NULL; 4) Crie uma consulta para selecionar todos os portos Localizados em Salvador; 5) Crie uma consulta para selecionar todos os tipos de navios com capacidade maior do que e casco unico; 6) Crie uma consulta para selecionar todos os navios onde o proprietário seja Sergen & Terres OU o tipo seja Graneleiro; 7) Crie uma consulta para selecionar todos os navios onde o proprietário seja Sergen & Terres E o tipo seja Graneleiro; 8) Crie uma consulta para selecionar os navios onde o proprietário seja Maritimus E o tipo seja Graneleiro OU o tipo seja Quimico. 9) Crie uma consulta que liste todos os nomes dos navios que visitaram o porto com o nome de Porto de Santos; Pág 51

14 10) Crie uma consulta que liste todos os nomes dos navios e a data de inicio onde a data de inicio seja superior a 13 de setembro de 2011; 11) Utilizando o operador NOT, crie uma consulta para listar todos os navios que não estiveram no porto de Santos. Referências Elmasri, Navathe Sistemas de banco de dados 6ª Edição; Introdução a Banco de dados, Osvaldo Kataro Tokai, disponível em Apache Friends Home page - Notepad++ Home page - Pág 52

15 Roteiro 10: Consultas com várias tabelas/operadores de busca Objetivos: Criar consultas utilizando várias tabelas; Explorar as funcionalidades de selects em várias tabelas utilizando a notação tabela.campo e a cláusula AND; Explorar as funcionalidades de selects em várias tabelas utilizando INNER JOIN; Fazer uso dos operadores de busca em consultas; Neste roteiro são explorados comandos para a realização de consultas em várias tabelas, que são importantes para que seja possível reunir informações onde existam tabelas relacionadas. São explorados os métodos de relacionamento com uso da cláusula AND e também com o uso do operador INNER JOIN (consulta interna), Ferramentas necessárias Navegador, Xampp,Notepad++, console Mysql, Bibliografias de livros da faculdade. Introdução Em um banco de dados relacional é comum trabalhar com tabelas diferentes. As consultas SQL podem ser muito simples até muito complexas, e inicialmente é muito comum utilizar consultas que faça a união entre tabelas diferentes com uso do SELECT FROM WHERE em sua forma básica. Selects em várias tabelas A forma básica do comando SELECT é também chamada de mapeamento ou bloco select-from-where, onde: SELECT <lista atributos>: lista de nomes de atributo cujos valores devem ser recuperados pela consulta. FROM <lista tabelas>: lista dos nomes de tabelas (relação) exigidos para processar a consulta. WHERE <condição>: expressão condicional (booleana) que identifica as tuplas (linhas) a serem recuperadas pela consulta. Os operadores possíveis de utilizar em consultas são os já vistos no roteiro 08 (http:// /andre/ads/proj_bd/aulas/roteiros/roteiro-8/roteiro-8-ads_proj_bd.pdf) e podem ser combinados de diversas formas para se obter os resultados desejados. Exemplo de select com três tabelas: SELECT CAMPO1, CAMPO2, CAMPO3 FROM TABELA_A, TABELA_B, TABELA_C WHERE TABELA_A.CAMPO1 = TABELA_B.CAMPO2 AND TABELA_B.CAMPO10=TABELA_F.CAMPO20 AND TABELA_C.CAMPO2=TABELA_X.CAMPO30 ; Neste caso o resultado das consultas ficará restrito às condições explicitadas serem TRUE, caso contrário a listagem solicitada não é exibida. Consulta Interna (INNER JOIN) É uma técnica utilizada para realizar a chamada tabela de junção e foi criada para permitir aos usuários especificar uma tabela resultante de uma operação de junção na cláusula FROM de uma consulta. Geralmente é mais fácil de compreender este tipo de consulta do que inserir todas as condições de seleção e junção no WHERE, uma vez que fica claro quais critérios estão realizando junções e quais estão realizando critérios de pesquisa. Existem alguns tipos de junção que podem ser utilizados, porém o modo padrão de junção de tabelas é chamado de INNER JOIN, onde a tupla é incluída no resultado somente se uma tupla combinar com os os critérios da outra tabela. Pág 53

16 Exemplo de utilização de consulta com INNER JOIN SELECT TABELA_A.CAMPO1, TABELA_A.CAMPO2, TABELA_B.CAMPO3 FROM TABELA_A INNER JOIN TABELA_B ON TABELA_A.CAMPO1 = TABELA_B.CAMPOX ; Dica: A ordem em que são feitas as junções não importa nas consultas, o SQL executa a consulta de forma não procedural, então se for realizar uma consulta onde são realizadas junções com mais de 2 tabelas a ordem das junções não modificará o resultado final. Utilizando Operadores de Busca Os operadores de busca podem ser úteis para que seja possível substituir caracteres ou expressões em uma cláusula SELECT. Veremos os operadores LIKE, o operador % e o operador BETWEEN, que podem auxiliar um SELECT quando for necessário. Utilizando Operadores de Busca Coringa Comando Função Exemplo Alias SELECT campos FROM tabela WHERE argumentos LIKE % BETWEEN _ (under line) Utilizada somente com Strings, permite representar combinações possíveis da string que estiver sendo pesquisada. Normalmente realizada para pesquisa linhas onde exista a ocorrência de uma string. Permite representar uma parte da string, é utilizada em conjunto do comando LIKE. Semelhante ao AND, define um intervalo de dados definido que pode ser utilizado em uma consulta. Permite combinar exatamente um caractere desconhecido utilizado para representar qualquer combinação possível na cláusula LIKE. SELECT * FROM dados WHERE nome LIKE joão SELECT * FROM funcionario WHERE nome LIKE %a AND nome LIKE a% SELECT * FROM funcionario WHERE salario BETWEEN 1000 and 5000 SELECT * FROM funcionário WHERE nome LIKE R % Os nomes de campos utilizando a notação de ponto (TABELA.CAMPO1) são utilizados para qualificar um nome completo de um campo, e pode ser utilizado sempre que quiser para evitar a ambiguidade nos nomes de campos de tabelas diferentes. Outra forma de resolver este problema é com a implementação de ALIAS (apelidos) que são dados às tabelas quando necessário. Exemplo de utilização de alias: Pág 54

17 SELECT F.ID, F.NOME, E.NOME FROM FUNCIONARIO AS F, EMPRESA AS E WHERE F.idEmpresa = E.id ; Eliminando duplicatas Como o resultado de consultas é tratado pelo sql como um multiconjunto, desta forma é comum o aparecimento de tuplas duplicadas, que em muitos casos é necessário eliminá-las com uso do operador DISTINCT. Exemplo de utilização de distinct: Selecionando todos valores de salários pagos na empresa SELECT DISTINCT salario FROM funcionario; Ordenando consultas Ao realizar consultas onde a listagem das tuplas resultantes seja extenso é interessante ordenar os elementos através de uma das colunas utilizadas, isto pode ser feito através do uso do comando ORDER BY, inserido ao final da seleção dos campos utilizado na consulta. Exemplo de uso do ORDER BY SELECT nome,endereco,cidade,salario FROM funcionário ORDER BY salario; Tarefas Utilizando o arquivo disponível em representado pela modelagem abaixo, execute as seguintes tarefas em SQL: 1) Utilizando o arquivo da modelagem disponível em inner-operadores/roteiro-6-bdcinemas.mwb, abra a modelagem no workbench e através da aba Inserts do workbench insira os dados para as tabelas ator, filme, sessão, cidade, cinema, cinemapassafilme, participafilme. Um exemplo de alguns dos dados para serem inseridos é demonstrado na figura abaixo: 2) Aplique as seguintes modificações no modelo do workbench: Pág 55

18 a. Remover as cláusulas NOT NULL para todas as tabelas; b. Aplicar o Forward Engineer ativando a geração de INSERT S nas tabelas; UC Projeto de Banco de Dados 3) Realize as seguintes consultas utilizando o INNER JOIN para realizar junções entre tabelas diferentes. Caso alguma consulta não possa ser realizada adapte a modelagem para atender aos critérios e execute novamente o Forward Engineer: a. Selecionar todos os filmes juntamente com os seus gêneros, ordenando por gênero; b. Selecione todos os filmes com duração entre 100 e 190 minutos; c. Selecione todos os filmes onde o ator Chuck Norris e a atriz Julia Roberts estiverem participando; d. Selecionar todos os nomes de atores e os nomes dos filmes em que trabalharam ordenando pelo nome dos filmes; e. Selecionar todos os filmes que estão passando em todos os cinemas, organizando pelo título do filme; f. Selecione os nomes de filmes que comecem com O ou L e que terminem com A. g. Selecione o nome, a duração e nome do cinema que estiver passando os filmes que forem do gênero TERROR e que tenham duração até 120 minutos; h. Selecione o nome, o gênero e a duração dos filmes que não tenham o gênero Terror ; i. Selecionar todos os cinemas com o nome de todas as sessões atualmente em cartaz; j. Selecionar todos os filmes em que um determinado ator trabalhou; k. Selecione todos os nomes, duração e gênero dos filmes brasileiros. l. Selecionar todos os nomes e gêneros dos filmes que estão em cartaz atualmente; m. Selecionar o nome do cinema, título em português, o título original, o gênero, o diretor dos filmes que estão em cartaz na cidade de pelotas; n. Selecione o nome, a duração, e o gênero de todos os filmes exceto os filmes de drama e comédia; Referências Elmasri, Navathe Sistemas de banco de dados 6ª Edição; Introdução a Banco de dados, Osvaldo Kataro Tokai, disponível em Apache Friends Home page - Notepad++ Home page - Pág 56

19 Roteiro 11: SubConsultas Objetivos: Explorar as propriedades de subconsultas; Explorar propriedades de ordenação de informações; Atualizar informações de tabelas com uso de operações diversas; Converter dados de saída com uso do cast; Neste roteiro são explorados comandos para a realização de subconsultas, que são importantes para criar consultas avançadas e que possam sanar maiores necessidades de consultas sql. Também são exploradas propriedades de ordenação e atualização de informações em tabelas que são úteis para a manutenção de bases de dados e tabelas. Ferramentas necessárias Navegador, Xampp,Notepad++, console Mysql, Bibliografias de livros da faculdade. Introdução Algumas consultas necessitam que os valores existentes no banco de dados sejam buscados e depois utilizados em uma condição de comparação. Estas consultas podem ser formuladas com o uso de subconsultas ou consultas aninhadas. É possível utilizar subconsultas quando desejamos buscar valores que não podem ser encontrados apenas com uma única consulta. Consultas Aninhadas Este tipo de consulta pode ser implementada com o uso de blocos select-from-where completos dentro da cláusula WHERE de outra consulta. Uma maneira de utilizar uma consulta interna inicialmente é com o uso do operador IN, que compara um valor com um conjunto de valores ao mesmo tempo. Exemplo básico de consulta com uso do operador IN: SELECT filme.titulooriginalfilme,genero.nomegenero from filme,genero WHERE filme.generofilme = genero.idgenero AND genero.nomegenero IN('Suspense','Comedia', Drama, Terror, Acao ) ORDER BY genero.idgenero; Neste caso estamos procurando vários gêneros ao mesmo tempo, os que se adaptarem a nossa consulta serão retornados a tela. Mas a subconsulta, na verdade tem como objetivo principal reduzir o que estamos digitando e unificar uma pesquisa unindo duas consultas em uma só. Tudo o que temos a fazer é substituir uma parte da consulta anterior pelo que podemos chamar de subconsulta: Exemplo melhor elaborado de consulta com operador IN: SELECT filme.titulooriginalfilme,genero.nomegenero from filme,genero WHERE filme.generofilme = genero.idgenero AND genero.nomegenero IN(SELECT genero.nomegenero,filme.duracaofilme from genero) ORDER BY genero.idgenero; É possível ainda combinar vários tipos de consultas internas incluindo a maioria dos operadores utilizados em consultas e também mais de uma coluna, desde que sejam respeitadas a quantidade de colunas da cláusula e do resultante do que resultar do select mais interno. Pág 57

20 Operadores para subconsultas São operadores que podem ser explicitados nas consultas com subconsultas e consultas onde os argumentos são relacionados(consultas correlacionadas), a tabela a seguir descreve os operadores mais comuns que podem ser utilizados: Utilizando Operadores em SubConsultas Comando Função Exemplo SELECT campos FROM tabela WHERE argumentos OBSERVAÇÕES: IN EXISTS Compara um valor v com um conjunto de valores V e avalia como TRUE se v for um dos elementos em V. Verifica se o resultado de uma consulta aninhada correlacionada é vazio (não contém registros) ou não. Retorna TRUE se o resultado da consulta aninhada tiver ao menos um registro e FALSE se não houverem registros. SELECT filme.titulooriginalfilme,genero.nomegenero from filme,genero WHERE filme.generofilme = genero.idgenero AND genero.nomegenero IN('Suspense','Comedia', Drama, Terror, Acao ) ORDER BY genero.idgenero; -- seleciona filmes apenas dos gêneros listados SELECT f.titulooriginalfilme FROM filme as f WHERE EXISTS(SELECT cipf.cinema_idcinema from cinema_passa_filme as cipf WHERE cipf.filme_idfilme = f.idfilme); -- seleciona os filmes que já passaram; É possível combinar os dois operadores de subconsultas com os demais operadores já utilizados (NOT, AND), e inclusive com o próprio IN ou EXISTS na mesma consulta. Ordenando Informações Em um banco de dados relacional, as linhas de uma tabela formam um grupo, não há ordem intrínseca entre as linhas e então temos de pedir ao MySQL para classificar os resultados se os desejarmos em uma ordem em particular. A tabela a seguir demonstra as maneiras de ordenar a informação recuperada em selects. Ordenando Listagens crescente e decrescente Alguns comandos utilizados em conjunto com a cláusula ORDER BY podem fazer com que a listagem retornada de uma consulta possa ser diferente do esperado, para tanto, existem operadores que podem ser combinados para alterar os resultados obtidos em listagens de dados. Comando Função Exemplo SELECT campos FROM tabela WHERE argumentos ORDER BY coluna DESC ASC Classifica uma coluna em ordenação decrescente. Classifica uma coluna em ordenação crescente, é o padrão de um ORDER BY quando não é informada nenhuma ordenação. SELECT nome FROM drinks ORDER BY nome DESC; SELECT nome FROM drinks ORDER BY nome ASC; Pág 58

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