Universidade Federal de Viçosa CPD - Central de Processamento de Dados Divisão de Desenvolvimento de Sistemas

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1 Universidade Federal de Viçosa CPD - Central de Processamento de Dados Divisão de Desenvolvimento de Sistemas Manual de padrões e convenções para desenvolvimento de sistemas PHP Versão <2.0>

2 Conteúdo 1. Introdução 3 2. Estrutura de diretório padrão para sistemas em PHP 3 3. Padrão para nomenclatura dos objetos, classes, métodos e variáveis CODIFICAÇÃO DEFINIÇÃO DE NOMES COMENTÁRIOS ESTRUTURAS DE CONTROLE COMPOSIÇÃO DE INSTRUÇÕES SQL 6 4. Criando sistemas em PHP INICIANDO UM NOVO SISTEMA CRIANDO A CONEXÃO COM O BANCO DE DADOS CRIANDO AS CLASSES SUPER CLASSE 7 Universidade Federal de Viçosa Página 2 de 2

3 1. Introdução Manual de padrões e convenções para desenvolvimento de sistemas CPD/UFV O propósito deste documento é fornecer diretrizes para programadores durante o processo de construção de código em PHP sem que estilos pessoais ou convenções em amplo uso sejam, respectivamente, ressaltados ou preteridos, devendo ser claro ao leitor a necessidade de padronizar convenções de codificação. O padrão pode ser avaliado e revisado continuamente de forma a melhor se adequar às características da equipe e dos projetos. 2. Estrutura de diretório padrão para sistemas em PHP A Estrutura básica segue o seguinte esquema: desenvolvimento: Pasta onde são testados e desenvolvidos os sistemas (já existente no servidor) seu_nome: Deve ser colocado o seu nome, é a sua pasta de desenvolvimento; nome_do_sistema: Deve ser colocado o nome do sistema que se pretende desenvolver, por exemplo: sisdpa, sisbolsa; includes:nesta pasta são colocados os arquivos necessários a todos os scripts do sistema. Por exemplo: Arquivos de conexão à banco de dados e de verificação de login do usuário (Vigilante); image: Pasta com as imagens do sistema, utilizadas pelo smarty; classes: Neste pasta estão as classes utilizadas no sistema. Estas classes são utilizadas dentro do código do programa para instanciar os objetos. Deve conter as principais regras de negócio do sistema; file: Nesta pasta o Usuário Internet tem acesso a gravação. Ela deve ser usada para guardas os arquivos enviados via upload; smarty: Neste diretório ficam os arquivos dos templates, ele deve possuir as seguintes pastas: o templates_c: Esta pasta deve possuir permissões de escrita pelo servidor, é nela onde irão ser compiladas as telas para exibição. (ver com a Divisão de Suporte este procedimento); o templates: Nesta pasta ficam os arquivos template com extensão tpl (Seção TEMPLATES). É interface de entrada e exibição de dados; o configs: Pasta de configurações do smarty (Não há necessidade de alterações!); cache: Pasta de cache do smarty, para uso do próprio smarty; 3. Padrão para nomenclatura dos objetos, classes, métodos e variáveis. Objetivo: Facilitar a manutenção do código e localização das classes e métodos por outros programadores. 3.1 CODIFICAÇÃO Universidade Federal de Viçosa Página 3 de 3

4 3.1.1 DEFINIÇÃO DE NOMES a) Classes: o nome da classe deve ser um substantivo. A primeira letra é necessariamente maiúscula. Caso o identificador da classe seja formado por mais de uma palavra, então cada palavra é iniciada por maiúscula. Todas as demais letras do identificador devem ser minúsculas. O nome deve ser simples e ao mesmo tempo sugestivo. Use palavras inteiras. Evite abreviações e acrônimos, exceto quando se tratar de caso bem conhecido como URL ou HTML, por exemplo. Ou seja, Livro e UmaClasseComMaisDeUmNome são nomes válidos de classes. O arquivo da classe deve seguir o mesmo padrão de nomenclatura da classe. Exemplo: Arquivo: Empresa.class.php ou EmpresaCliente.classe.php Nome da Classe: Empresa ou EmpresaCliente b) Objetos: o nome do objeto depende da necessidade de cada código, no entanto, por padrão utiliza-se o mesmo nome da classe da qual o mesmo se origina, em letra minúscula precedido pelo prefixo obj. Se existirem dois objetos de uma mesma classe, as demais palavras do nome devem ser iniciadas por letras maiúsculas. Exemplo: Classe: Empresa Nome do objetivo 1: $objempresa1 ou $objempresamicrosoft Nome do objetivo 2: $objempresa2 ou $objempresadell c) Métodos: o nome de métodos deve ser um verbo. Este verbo deve indicar a função do método. O identificador deve seguir a seguinte abordagem: a primeira letra deve ser minúscula. Caso mais de uma palavra faça parte do identificador do método, então as palavras seguintes devem ser iniciadas por letras maiúsculas, todas as demais são minúsculas. Exemplo: executar(); executarrapido(); calcularlucrominimo(); Outros métodos podem ser criados, seguindo estes padrões pré_determinados. d) Variáveis : nomes de variáveis quando formadas por mais de uma palavra, tem a primeira letra minúscula. Todas as demais palavras do nome devem ser iniciadas por letras maiúsculas. Nomes de variáveis não devem iniciar com underscore _. O nome de uma variável deve ser sugestivo, ou seja, lembrar ao leitor a intenção da variável. Os nomes de variáveis formados por um único caractere devem ser evitados, exceto quando se tratar de variáveis temporárias ($i, $j, $k, $m e $n). Exemplo: $nomevariavel ou $nomeempresa Arquivos: o nome dos demais arquivos php deve ter a primeira letra maiúscula. Caso o nome do arquivo seja formado por mais de uma palavra, então cada palavra é iniciada por maiúscula. Todas as demais letras do identificador devem ser minúsculas. O nome deve ser simples e ao mesmo tempo sugestivo. Exemplo: IncluirDisciplina.php ou EditarPermissoesNoticias.php COMENTÁRIOS Universidade Federal de Viçosa Página 4 de 4

5 Cada arquivo.php deve conter um cabeçalho com o nome do sistema, funcionalidade da página, nome do autor, data de modificação e versão do arquivo como no exemplo a seguir: //###################################################################### // Sistema: SisEmpresa // Página de Cadastro de Funcionários // Autor(es): João da Silva // Data de criação: 10/09/2005 // Data de modificação: 20/02/2006 // Versão: 1.01 //###################################################################### Todos os métodos devem ser acompanhados de um comentário explicando a sua finalidade, assim como cada estrutura de controle (if...else) explicando o contexto das mesmas no decorrer do código conforme o exemplo a seguir: //Retorna os funcionários de todas as empresas cadastradas function listafuncionario($db){ //Verifica se a empresa é Microsoft if($empresa == 1){ ) //Caso não seja Microsoft else{ return $funcionarios; // $pagina = new paginacao(0); //Informa a partir de qual item será exibido a lista $pagina->set_indice ($_SESSION[ paginacao"]["indice"]); IMPORTANTE: O código deve ser identado como no exemplo anterior, utilizando tabulações (Tab) para deslocamento dos blocos de código ESTRUTURAS DE CONTROLE Iniciar o bloco de comandos com { na mesma linha após o teste condicional. if ( (condição1) or (condição2) ) ação1; elseif ( (condição3) and (condição4) ){ ação2; ação3; Universidade Federal de Viçosa Página 5 de 5

6 else ação4; switch ( condição ){ case 1: ação1; break; case 2: ação2; break; default: ação3; break; COMPOSIÇÃO DE INSTRUÇÕES SQL Deve-se usar sempre o comando sprintf() para montar as instruções SQL de forma a não permitir tipos dados incompatíveis, aumentando a segurança em relação a instruções SQL maliciosas. Exemplo: $sql = sprintf( SELECT * FROM Empresa Where CodigoEmpresa = %d, $codigoempresa); $sql = sprintf( UPDATE Funcionario set NomeFuncionario = %s Where CodigoFuncionario = %d, $nomefuncionario, $codigofuncionario); Obs:. Os parâmetros %d (decimal) e %s (String) indicam o tipo de dados que poderão ser utilizados para compor a consulta. 4. Criando sistemas em PHP 4.1 INICIANDO UM NOVO SISTEMA Para se criar um novo sistema deve-se: 1. Obter permissão de acesso ao computador PHP-CPD a qual deve ser obtida com a Divisão de Suporte; 2. Criar um diretório neste micro com seu nome, dentro da pasta desenvolvimento; 3. Criar a estrutura de diretórios padrão para sistemas em PHP dentro deste diretório; 4. O servidor verifica de hora em hora novos sistemas criados e fornece as devidas permissões na pasta templates_c, onde são realizadas as recompilações por partes dos templates. Pode-se pedir ao responsável pelo servidor (Divisão de Suporte) que dê estas permissões imediatamente caso seja necessário. Universidade Federal de Viçosa Página 6 de 6

7 5. Copiar o arquivo connect.inc.php para dentro da pasta includes e alterar o mesmo para as suas necessidades, é neste arquivo que deverão ficar armazenadas as conexões com o banco de dados. 6. Copiar o arquivo framesmarty.class.php para dentro da pasta classes, este arquivo é necessário para se gerar os templates. Ele não precisa ser alterado! 7. Pronto, a base do seu novo sistema está concluída! Obs: Os arquivos connect.inc.php e framesmarty.class.php já se encontram no servidor, dentro do modelo padrão de estrutura de diretórios. 4.2 CRIANDO A CONEXÃO COM O BANCO DE DADOS A seguir iremos configurar as conexões do banco de dados no arquivo connect.inic.php Veja a seguir dois exemplos de linha de conexão com um banco de dados: <? include_once( DB.php ); // Conexão com um banco de dados SQL Server 2000 $db = DB:connect ( mssql://(user:password&servidor/base_de_dados ); if (DB::isError($db)) die ($db->getmessage()); // Conexão com um banco de dados MySQL// $db = DB::connect( mysql//(user:password&servidor/base_de_dados ); if (DB::isError($db)) die ($db->getmessage());?> Onde: user é nome do usuário que possui acesso ao banco de dados. password é a senha deste mesmo usuário. servidor é o nome do servidor completo (orion.cpd.ufv.br, centauro.cpd.ufv.br ou mysql.cpd.ufv.br). base_de_dados é o nome da base dentro deste servidor (RH SisDPA SisORD). 4.3 CRIANDO AS CLASSES Para entendermos melhor o modelo de orientação à objetos com PHP, vamos desenvolver uma pequena aplicação, onde iremos usar esta metodologia. Tomemos de início as tabelas que serão usadas para compor o nosso exemplo, gerado no MSSQL Server. (Poderia ser outro BD) SUPER CLASSE Antes, de programarmos as classes é necessário compreendermos um pouco do funcionamento da super classe, responsável pela persistência e manipulação da base de dados de das aplicações que serão criadas em PHP. Existem duas versões da super classe atualmente. Uma para trabalhar com bases de dados geradas Universidade Federal de Viçosa Página 7 de 7

8 no MSSQL Server (mssql.class.php) e outra no MySQL (mysql.class.php). O importante que deve ser comentado sobre essa classe é que todas as outras classes criadas no PHP, que de alguma forma irão interagir com uma base de dados, utilizarão das suas funções e métodos. Isso é feito através de herança como mostrado a seguir: class NomeDaClasse extends mssql { function NomeDaClasse ($db) { $this ->super($db, Tabela ); Obs:. É recomendável nomear a classe com o mesmo nome da tabela a qual a classe referencia. Principais funções da Super Classe upload($db, $array); load($db, $id, $sql); getfields($db); getallfields($db, $sql); execquery($db, $modo, $sql); ultimo_codigo($db); - Carrega os dados do ARRAY para o OBJETO - Carrega um REGISTRO do BD para o OBJETO - Carrega os dados do OBJETO para um ARRAY - Carrega TODOS os REGISTROS do BD para um ARRAY - Executa um método INSERT, UPDATE, DELETE ou um SQL passado - Retorna o código chave que acabou de ser inserido DEFININDO AS CLASSES Tomemos de início o nosso banco de dados criado no MSSQL Server (Poderia ser outro BD) com as seguintes tabelas: Universidade Federal de Viçosa Página 8 de 8

9 O próximo passo no nosso sistema será definir quais classes serão utilizadas, ou seja, criadas. Estas por sua vez serão criadas a partir da super classe, herdando seus métodos e funções. Outras funcionalidades (métodos) que não estejam presentes na super classe poderão ser implementadas nas respectivas classes que estão sendo definidas. No nosso exemplo existem cinco tabelas. A criação das classes irá se basear nas funcionalidades do sistema que está sendo construído. Sendo assim nem toda tabela da base de dados terá um arquivo (NomeDaClasse.class.php) criado. No nosso exemplo será criada apenas uma classe, apesar de existirem cinco tabelas. Observe o código a seguir: <? //###################################################################### // Sistema: PVANET // Classe Questoes // Autor(es): Weksley / Ueverson // Data de Criação: 05/10/2005 // Data de modificação: 10/03/2006 // Versão: 1.05 //###################################################################### include_once("db.php"); include_once("../classes/mssql.class.php"); class Questoes extends super { //Método construtor do OBJETO desta CLASSE function questoes($db) { Universidade Federal de Viçosa Página 9 de 9

10 ?> $this ->super($db, 'Questoes'); //Insere uma nova questão no banco function inserirquestoes($db,$array){ if ($array['codigotipoquestao'] == 1){//Questão discursivo //Cria um objeto de acordo com a tabela QuestaoDiscursiva $objquestaodiscursiva = new super($db,'questaodiscursiva'); $objquestaodiscursiva->upload($db, $array); $objquestaodiscursiva->execquery($db, "insert"); elseif ($array['codigotipoquestao'] == 2){//Questão Multipla Escolha //Cria um objeto de acordo com a tabela QuestaoMultiplaEscolha $objmultiplaescolha = new super($db,'questaomultiplaescolha'); $objmultiplaescolha->upload($db, $array); $objmultiplaescolha->execquery($db, "insert"); elseif ($array['codigotipoquestao'] == 3){//Questão V ou F //Cria um objeto de acordo com a tabela RespostaQuestaoMultiplaEscolha $objquestaovf = new super($db,'questaovf'); $objquestaovf->upload($db, $array); $objquestaovf->execquery($db, "insert"); //Lista as questões disponíveis no banco de dados de questões function listaquestoes($db,$wcodigodisciplina){ $sql = sprintf("select QuestaoDiscursiva.Pergunta + QuestaoMultiplaEscolha.Pergunta + QuestaoVF.Pergunta AS Pergunta, QuestaoDiscursiva.URLImagem + QuestaoMultiplaEscolha.URLImagem + QuestaoVF.URLImagem AS URLImagem, Questoes.CodigoTipoQuestao, Questoes.CodigoQuestao, TipoQuestao.DescricaoTipoQuestao, convert(char(7), QuestaoDiscursiva.CodigoQuestaoDiscursiva) + convert(char(7),questaovf.codigoquestaovf) + convert(char(7),questaomultiplaescolha.codigoquestaomultiplaescolha) AS CampoChave FROM Questoes INNER JOIN TipoQuestao ON Questoes.CodigoTipoQuestao = TipoQuestao.CodigoTipoQuestao LEFT OUTER JOIN QuestaoVF ON Questoes.CodigoQuestao = QuestaoVF.CodigoQuestao LEFT OUTER JOIN QuestaoDiscursiva ON Questoes.CodigoQuestao = QuestaoDiscursiva.CodigoQuestao LEFT OUTER JOIN QuestaoMultiplaEscolha ON Questoes.CodigoQuestao = QuestaoMultiplaEscolha.CodigoQuestao WHERE Questoes.CodigoDisciplina = %d order by TipoQuestao.CodigoTipoQuestao",$wCodigoDisciplina); $questoesdados = Questoes::getAllFields($db, $sql); return $questoesdados; Foi criada apenas a classe Questoes porque as outras três tabelas (QuestaoMultiplaEscolha, QuestaoDiscursiva, QuestaoVF) constituirão variações da classe Questoes. Vamos seguir passo a passo a definição dessa classe. No início da classe, o include_once( DB.php ) faz com que a biblioteca DB.php do PEAR seja Universidade Federal de Viçosa Página 10 de 10

11 utilizado, e é ela que nos dá acesso às funções especiais de acesso ao banco de dados. A linha include_once("../classes/mssql.class.php") faz com que as funções da super classe estejam disponíveis para uso. O trecho a seguir mostra a definição da classe em si, onde são herdadas todas as funcionalidades da super classe (palavra reservada extends): class Questoes extends super { //Método construtor do OBJETO desta CLASSE function Questoes($db) { $this ->super($db, 'Questoes'); Para instruções SQL de inserção(insert), atualização(update) e exclusão (delete), será necessário instancias da super classe para as tabelas com as quais se queira pois para executar essas instruções é feito upload para o objeto da classe (os dados são carregados para o objeto antes de se executar a instrução) como mostrado a seguir: function inserirquestoes($db,$array){ if ($array['codigotipoquestao'] == 1){//Questão discursivo //Cria um objeto de acordo com a tabela QuestaoDiscursiva $objquestaodiscursiva = new super($db,'questaodiscursiva'); $objquestaodiscursiva->upload($db, $array); $objquestaodiscursiva->execquery($db, "insert"); elseif ($array['codigotipoquestao'] == 2){//Questão Multipla Escolha //Cria um objeto de acordo com a tabela QuestaoMultiplaEscolha $objmultiplaescolha = new super($db,'questaomultiplaescolha'); $objmultiplaescolha->upload($db, $array); $objmultiplaescolha->execquery($db, "insert"); elseif ($array['codigotipoquestao'] == 3){//Questão V ou F //Cria um objeto de acordo com a tabela RespostaQuestaoMultiplaEscolha $objquestaovf = new super($db,'questaovf'); $objquestaovf->upload($db, $array); $objquestaovf->execquery($db, "insert"); No caso de instruções SQL de consulta (select), onde são apenas retornados valores, a chamada de método é feita de forma direta sem que precise instanciar a classe (métodos abstratos), utilizando-se NomeDaClasse::método( ) como no trecho a abaixo: function listaquestoes($db,$codigodisciplina){ $sql = sprintf("select QuestaoDiscursiva.Pergunta + QuestaoMultiplaEscolha.Pergunta + QuestaoVF.Pergunta AS Pergunta, QuestaoDiscursiva.URLImagem + QuestaoMultiplaEscolha.URLImagem + QuestaoVF.URLImagem AS URLImagem, Questoes.CodigoTipoQuestao, Questoes.CodigoQuestao, TipoQuestao.DescricaoTipoQuestao, convert(char(7), QuestaoDiscursiva.CodigoQuestaoDiscursiva) + convert(char(7),questaovf.codigoquestaovf) + convert(char(7),questaomultiplaescolha.codigoquestaomultiplaescolha) AS Universidade Federal de Viçosa Página 11 de 11

12 CampoChave FROM Questoes INNER JOIN TipoQuestao ON Questoes.CodigoTipoQuestao = TipoQuestao.CodigoTipoQuestao LEFT OUTER JOIN QuestaoVF ON Questoes.CodigoQuestao = QuestaoVF.CodigoQuestao LEFT OUTER JOIN QuestaoDiscursiva ON Questoes.CodigoQuestao = QuestaoDiscursiva.CodigoQuestao LEFT OUTER JOIN QuestaoMultiplaEscolha ON Questoes.CodigoQuestao = QuestaoMultiplaEscolha.CodigoQuestao WHERE Questoes.CodigoDisciplina = %d order by TipoQuestao.CodigoTipoQuestao",$wCodigoDisciplina); $questoesdados = Questoes::getAllFields($db, $sql); return $questoesdados; Universidade Federal de Viçosa Página 12 de 12

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