BANCO DE DADOS. Professor Marcos Antonio

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1 BANCO DE DADOS Professor Marcos Antonio Atualizada: 27/07/2008

2 Copyright Julho Marcos Antonio Moreira. As várias Marcas Registradas que aparecem no decorrer desta apostila. Mais do que simplesmente listar esses nomes e informar quem possui seus direitos de exploração, ou ainda imprimir o logotipo das mesmas, o autor declara estar utilizando tais nomes apenas para fins editoriais, em benefício exclusivo do dono da marca registrada, sem intenção de infringir as regras de sua utilização.

3 SUMARIO UM POUCO DE HISTÓRIA... 1 VANTAGENS DO SQL... 3 VANTAGENS DO BANCO DE DADOS SGBD... 3 SQL CONJUTO É ALGEBRA RELACIONAL MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO E/R... 6 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA... 7 CARDINALIDADE DE RELACIONAMENTOS... 8 GRAU DO RELACIONAMENTO DERIVAÇÃO DE TABELAS ATRIBUTO IDENTIFICADOR RELACIONAMENTOS ENTRE ENTIDADES NORMALIZAÇÃO DE DADOS TERCEIRA FORMA NORMAL (3FN) AS PARTES DA LIGUAGEM SQL MODELO RELACIONAL APRESENTAÇÃO SIMPLIFICADA ESTRUTURA DA INFORMAÇÃO VISÕES DO BANCO DE DADOS VANTAGENS DO BANCO DE DADOS EM RELAÇÃO À ARQUITETURA TRADICIONAL SQL COMANDOS CREATE TABLE ALTER TABLE DROP TABLE TIPOS DE DADOS SELECT ALL FROM <nome-tabela> [, <nome-tabela>] DEMAIS OPERADORES OPERADORES NEGATIVOS FUNÇÕES DE CARACTERES FUNÇÕES AGREGADAS (OU DE AGRUPAMENTO) AGRUPAMENTOS JOIN - (JUNÇÃO POR IGUALDADE) INNER JOIN - LEFT JOIN RIGHT JOIN E FULL OUTER JOIN AS SUBCONSULTAS INSERÇÕES, ALTERAÇÕES E EXCLUSÕES FERRAMENTA DE GERENCIAMENTO IBEXPERT EXEMPLO PRÁTICO CRIAR UM BANCO DE DADOS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 44

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5 1 P á g i n a UM POUCO DE HISTÓRIA O termo banco de dados foi criado inicialmente pela comunidade de computação, para indicar coleções organizadas de dados armazenados em computadores digitais, porém o termo é atualmente usado para indicar tanto bancos de dados digitais como bancos de dados disponíveis de outra forma. DBMS (Database Management System), também conhecido como Sistema Gerenciador de Bando de Dados SGBD e SQL (Structure Query Language) são frutos de todo um processo de desenvolvimento tecnológico na área de armazenamento e processamento da informação. Foram desenvolvidos com base no modelo hierárquico que dispõe as entidades na forma de uma arvore com diferentes níveis hierárquicos. Em 1970, E.F Codd, membro da equipe do laboratório de pesquisa da IBM em São Jose, Califórnia, publicou um trabalho agora clássico, A Relational Modelo of Data for Large Shared Data Banks um modelo relacional de dados para grandes bancos de dados compartilhados (Coomunications of the ACM, Vol. 13, no 6, junho de 1970) em que se estabeleceu um grupo de princípios abstratos sobre gerencia de banco de dados: Assim chamado Modelo Relacional Todo o campo da tecnologia de banco de dados relacional tem suas origens nesse trabalho. As idéias de Codd incentivaram experiências e pesquisas em universidades, laboratórios de pesquisa industrial e estabelecimento semelhante, que resultaram em diversos produtos relacionais agora disponíveis no mercado. O modelo relacional, proposto por E.F Codd no inicio da década de 70, acabou prevalecendo e constitui a base dos modernos SGDB s atuais. Um aspecto em particular da referida pesquisa era o projeto de implementação de protótipo de uma serie de linguagens relacionais. Uma linguagem relacional é uma linguagem que efetua, em alguma forma sintática ou concreta, alguma ou todas as características do modelo relacional abstrato. Diversas dessas linguagens foram criadas no inicio e no meio doa anos 70. Um dessas linguagens em particular foi a chamada SEQUEL (Structured English Query Language) definida por D.D Chamberlim e outros (1974) no laboratório de pesquisa da IBM em San Jose, Califórnia, e inicialmente implementada em um protótipo da IBM chamado SEQUEL-SRM ( ). Em parte como resultado da experiência com o SEQUEL-XRM foi definida em uma versão revisada do SEQUEL, chamada SEQUEL/2 (O nome foi posteriormente alterado para SQL por razões legais). Começou o trabalho em outro protótipo mais ambicioso da IBM, chamado System R. O system R, uma

6 2 P á g i n a implementação de um grande subconjunto da linguagem SQL, tornou-se operacional em Com o sucesso do System R, tornou-se aparente ao final dos anos 70 que a IBM provavelmente desenvolveria um ou mais produtos baseados na tecnologia System R especificamente, produtos que implementasse a linguagem SQL. Como resultado, outros vendedores também começaram a construir seus próprios produtos baseados no SQL. De fato, pelo menos um desses produtos, a saber, o ORACLE, da Relational Software Inc. hoje, Oracle Corparation, foi introduzido no mercado antes dos próprios produtos da IBM. Depois 1981, a IBM anunciou outra versão do SQL/DS para ambiente VM/CMS (1982), e outra para MVS chamado DB2. Nos anos seguintes, diversos outros vendedores também anunciaram produtos baseados no SQL. O SQL se tornou o padrão no mundo do banco de dados relaciona. O SQL também se tornou o padrão oficial. Em 1982, o American National Standarts Institute (ANSI) encarregou seu Comitê de Banco de Dados (chamado X3H2) de desenvolver uma proposta para uma linguagem relacional padrão. Alguns bancos de dados implementam comandos que não são compatíveis com padrão ANSI tornando seu uso um pouco diferente dos outros SGBDs. A função da linguagem SQL é dar suporte a definição, manipulação e controle dos dados em um banco de dados relacional. Um banco de dados relacional é simplesmente um banco de dados que é percebido pelo usuário como um grupo de tabelas onde tabelas é uma coleção de linhas e colunas. A linguagem SQL assume um papel muito importante nos SGBDs, podendo ter muitos enfoques. Linguagem Interativa de Consulta: Através de comandos SQL, os usuários podem montar consultas poderosas sem a necessidade de criação de um programa; podendo utilizar Forms ou ferramentas de montagem de relatórios; Linguagem de Programação para acesso a BDs: Comandos SQL embutidos em programas de aplicação que acessam dados armazenados; Linguagem de Administração de BDs: O responsável pela administração do banco de dados (DBA) pode utilizar comandos SQL para realizar suas tarefas; Linguagem Cliente/Servidor: Os programas (cliente) dos computadores pessoais usam comandos SQL para se comunicarem através de uma rede local, compartilhando os dados armazenados e um único local (servidor). A arquitetura cliente/servidor minimiza o trafego de dados pela rede. Linguagem de Banco de Dados Distribuído: A SQL auxilia na distribuição dos dados através de vários nós conectados ao sistema de computação.

7 3 P á g i n a VANTAGENS DO SQL Independência de fabricante: SQL é oferecida a praticamente em todos SGBDs. Múltiplas Visões de Dados: A SQL permite ao criador do banco de dados, levarem diferentes visões dos dados a diferentes usuários. Consulta Interativa: A SQL provê um acesso rápido aos dados fornecendo respostas aos usuários a questões complexas, em minutos ou segundos. Redução dos Custos com Treinamento: Baseado no item anterior, as aplicações podem se movimentar de um ambiente para outro sem que seja necessária uma reciclagem da equipe de desenvolvimento. Inglês Estruturado de Alto Nível: A SQL é formada por um conjunto bem simples de sentenças em inglês, oferecendo um rápido e fácil entendimento. Portabilidade de Computadores: A SQL pode ser utilizada desde um computador pessoal, passando por uma estação de trabalho até um computador de grande porte. VANTAGENS DO BANCO DE DADOS SGBD 1 - Redução ou Eliminação de Redundâncias Possibilita a eliminação de dados privativos de cada sistema. Os dados, que eventualmente são comuns a mais de um sistema, são compartilhados por eles, permitindo o acesso a uma única informação sendo consultada por vários sistemas. 2 - Eliminação de Inconsistências Através do armazenamento da informação em um único local com acesso descentralizado e, sendo compartilhada à vários sistemas, os usuários estarão utilizando uma informação confiável. A inconsistência ocorre quando um mesmo campo tem valores diferentes em sistemas diferentes. Exemplo, o estado civil de uma pessoa é solteiro em um sistema e casado em outro. Isto ocorre porque esta pessoa atualizou o campo em um sistema e não o atualizou em outro. Quando o dado é armazenado em um único local e compartilhado pelos sistemas, este problema não ocorre.

8 4 P á g i n a 3 - Compartilhamento dos Dados Permite a utilização simultânea e segura de um dado, por mais de uma aplicação ou usuário, independente da operação que esteja sendo realizada. Deve ser observado apenas o processo de atualização concorrente, para não gerar erros de processamento (atualizar simultaneamente o mesmo campo do mesmo registro). Os aplicativos são por natureza multiusuário. 4 - Restrições de Segurança Define para cada usuário o nível de acesso a ele concedido (leitura, leitura e gravação ou sem acesso) ao arquivo e/ou campo. Este recurso impede que pessoas não autorizadas utilizem ou atualizem um determinado arquivo ou campo. 5 - Padronização dos Dados Permite que os campos armazenados na base de dados sejam padronizados segundo um determinado formato de armazenamento (padronização de tabela, conteúdo de compôs, etc) e ao nome de variáveis seguindo critérios padrões preestabelecido pela empresa. Ex. Para o campo "Sexo" somente será permitido armazenamento dos conteúdos "M" ou "F". 6 - Independência dos Dados Representa a forma física de armazenamento dos dados no Banco de Dados e a recuperação das informações pelos programas de aplicação. Esta recuperação deverá ser totalmente independente da maneira com que os dados estão fisicamente armazenados. Quando um programa retira ou inclui dados o SGBD compacta-os para que haja um menor consumo de espaço no disco. Este conhecimento do formato de armazenamento do campo é totalmente transparente para o usuário. A independência dos dados permite os seguintes recursos: a - Os programas de aplicação definem apenas os campos que serão utilizados independente da estrutura interna dos arquivos b - Quando há inclusão de novos campos no arquivo, será feita manutenção apenas nos programas que utilizam esses campos, não sendo necessário mexer nos demais programas. Obs.: Nos sistemas tradicionais este tipo de operação requer a alteração no lay-out de todos os programas do sistema que utilizam o arquivo. 7 - Manutenção da Integridade Consiste em impedir que um determinado código ou chave em uma tabela não tenha correspondência em outra tabela.

9 5 P á g i n a Ex. Um código de uma determinada disciplina na tabela Histórico Escolar sem a sua descrição na tabela Disciplina. SQL CONJUTO É ALGEBRA RELACIONAL 1 Em banco de dados relacionais as informações são guardadas em tabelas. Para recuperar uma informação necessária ao usuário, deve-se buscá-la em várias tabelas diferentes, estabelecendo-se um relacionamento entre elas. Esta é a origem do nome deste paradigma de banco de dados. Tabelas são na verdade conjuntos. Por exemplo, quando em um sistema existe uma tabela de vendas, esta tabela corresponde ao conjunto de todas as vendas realizadas por empresa. A tabela de vendedores corresponde ao conjunto de vendedores que trabalham em uma empresa. Cada linha ou registro da tabela corresponde a um elemento do conjunto. Consultas e alterações na base de dados correspondem a operações realizadas sobre conjuntos. Estas operações são definidas pela álgebra relacional. SQL CONJUTO É ALGEBRA RELACIONAL 2 Consultas em banco de dados não passam de problemas de álgebra relacional. Assim, como acontecem com a álgebra tradicional, os operadores possuem algumas propriedades. Sabemos que 2 x 3 = 3 x 2. Isto significa que, quando precisamos montar uma expressão de álgebra relacional para chegar a um determinado resultado, podemos fazê-lo de mais de uma forma, pois várias expressões levam ao mesmo resultado. Em outras palavras, quando o banco de dados precisa montar uma expressão algébrica para encontrar um resultado, ele deve escolher uma entre várias. Apesar de apresentarem o mesmo resultado, as expressões são diferentes, e a diferença fará com que o banco de dados adote um diferente caminho para resolver cada uma. Escolher o caminho mais curto e uma das grandes atribuições do banco de dados. Esta é a missão do otimizador, um subsistema do banco de dados, responsável por determinar o plano de execução para uma consulta.

10 6 P á g i n a MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO E/R Definição Consiste em mapear o mundo real do sistema em um modelo gráfico que irá representar o modelo e o relacionamento existente entre os dados. Entidade - Identifica o objeto de interesse do sistema e tem "vida" própria, ou seja, a representação abstrata de um objeto do mundo real sobre o qual desejamos guardar informações. Exemplo: Clientes, Fornecedores, Alunos, Funcionários, Departamentos, etc. Não são entidades: Entidade com apenas um elemento; Operações do sistema; Saídas do sistema; Pessoas que realizam trabalhos (usuários do sistema); Cargos de direção Instância de Entidade - São os elementos da entidade. Exemplo: Cliente 10, Funcionário João, Aluno Pedro, etc. Atributo - Informações que desejamos guardar sobre a instância de entidade. Exemplo: Nome do aluno, Número da turma, Endereço do fornecedor, Sexo do funcionário, etc. Domínio do Atributo - Universo de valores que um atributo pode armazenar. Exemplo: Conjunto de valores do atributo Sexo do funcionário: M ou F; Conjunto de valores do atributo Nome do aluno: 40 caracteres alfanuméricos. Conjunto de valores do atributo salário: inteiro maior que 5000 Relacionamentos Após a identificação das entidades a incluir no esquema da BD, e dos atributos que as definem, é necessário perceber o modo como estas entidades se relacionam entre si. Assim, um relacionamento é uma associação existente entre entidades. Uma entidade é definida por um conjunto de dados que de alguma forma se encontram relacionados. Os dados numa entidade encontram-se divididos em

11 7 P á g i n a campos ou atributos que são os elementos que a caracterizam. A cada ocorrência relativa a uma entidade dá-se o nome de registro. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA - Entidade - Relacionamento Relacionamento Representa a associação entre os elementos do conjunto de uma entidade com outra entidade. Exemplo: O João está matriculado na disciplina de Banco de Dados

12 8 P á g i n a Onde: - João - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome do aluno da entidade Aluno; - Banco de Dados - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome da disciplina da entidade Disciplina; - Matriculado - Ligação existente entre um aluno e uma disciplina. ALUNO MATRICULADO DISCIPLINA CARDINALIDADE DE RELACIONAMENTOS Representa a freqüência com que existe o relacionamento. Exemplo: Relacionamento 1:1 - O João é casado com a Maria.

13 9 P á g i n a Onde: - João - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome da entidade Homem. - Maria - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome da entidade Mulher. - casado - Ligação entre um homem e uma mulher, sendo que um homem pode ser casado com uma e apenas uma mulher, assim como uma mulher pode ser casada com um e apenas um homem. 1 1 HOMEM CASADO MULHER Relacionamento 1:N ou N:1 - O Pedro trabalha no Departamento Pessoal. Onde: - Pedro - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome da entidade Funcionário. - Depart. Pessoal - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome do departamento da entidade Departamento. - trabalha - Ligação entre um Funcionário e um Departamento, onde um funcionário pode trabalhar em um e somente um departamento e um departamento pode ter vários funcionários.

14 10 P á g i n a N 1 EMPREGADO LOTAÇÃO DEPARTAMENTO Relacionamento N : M - O Antônio está matriculado na disciplina Banco de Dados. Onde: - Antônio - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome da entidade Aluno. - Banco de Dados - Elemento do conjunto de valores do atributo Nome da Disciplina da entidade Disciplina. - matriculado - Ligação existente entre um aluno e uma disciplina, onde um aluno pode estar matriculado em várias disciplinas e cada disciplina pode ter vários alunos matriculados. N M ALUNOS MATRICULADO DISCIPLINA GRAU DO RELACIONAMENTO Indica o número de entidade que se relacionam. Relacionamento Binário Quando existe o relacionamento entre apenas duas entidades. Ex. Um fornecedor comercializa materiais que são utilizados em diversos projetos.

15 11 P á g i n a N M FORNECEDOR COMERCIALIZA MATERIAIS N M PROJETOS UTILIZADOS Relacionamento Ternário Quando existe o relacionamento entre três entidades. Ex. Um fornecedor comercializa materiais que são utilizados em projetos específicos. 1 N FORNECEDOR UTILIZADO MATERIAIS N PROJETOS Exemplos de Relacionamento: - O Professor Alberto leciona Estrutura de Dados e o aluno Pedro cursa Linguagem de Programação

16 12 P á g i n a N M PROFESSOR LECIONA DISCIPLINA M N ALUNOS CURSA DERIVAÇÃO DE TABELAS Analisando o grau de relacionamento e a qualidade de participação é possível identificar o número de tabelas necessárias para cada relacionamento. UMA TABELA Relacionamentos de 1:1 com participação obrigatória de ambas as entidades. DUAS TABELAS Relacionamento de 1:1 com participação obrigatória de uma das entidades, em que nesta é adicionada uma chave externa; Relacionamentos de 1:N ou N:1 com participação obrigatória do lado N, em que nesta é adicionada uma chave externa. TRÊS TABELAS A terceira tabela é responsável pelo relacionamento entre as outras duas e nela serão incluído como chaves externas as chaves primárias das outras duas. A esta tabela dá-se o nome de Entidade Associativa.

17 13 P á g i n a ATRIBUTO IDENTIFICADOR Entre os diversos atributos que definem uma entidade deve existir um ou mais campos que identifiquem inequivocamente cada registro. A este(s) atributo(s) dáse o nome de Atributo Identificador. ATRIBUTO IDENTIFICADOR É o atributo que deve identificar sem ambigüidades cada entidade concreta. Para cada entidade deve existir sempre um atributo deste tipo. Geralmente, este atributo desempenha o papel de CHAVE numa entidade ou tabela. Exemplo: Consideremos a entidade Filmes e os seus atributos: FILMES (N_Filme, Título, Ator, Realizador, Duração, Classificação) O campo N_Filme é um atributo identificador pelo fato de identificar inequivocamente cada ocorrência (filme) da entidade. CHAVE PRIMÁRIA CHAVE PRIMÁRIA É um atributo identificador que representa univocamente cada ocorrência ou registro de uma tabela. Existem dois tipos de chave primária: Simples - constituída apenas por um atributo; Composta - constituída por dois ou mais atributos. Uma chave primária deve ser: Unívoca O valor da chave primária deve ser único para todos os registros. Não Redundante No caso de uma chave composta não devem ser incluídos mais campos do que os necessários. Não Nula Nenhum dos valores que compõem a chave primária pode conter valores nulos.

18 14 P á g i n a Exemplos Consideremos a entidade DVD que é caracterizada pelos seguintes atributos: ( N_DVD, Título, Intérprete, Editora) O atributo que a identifica univocamente é Nº de DVD visto ser o único cujos valores nunca se irão repetir. Deste modo, conclui-se que a chave primária da entidade DVD é simples. Consideremos a entidade FAIXA de um DVD que é caracterizada pelos seguintes atributos: Faixas ( N_DVD, N_FAIXA, Título, Duração, Gênero) Neste caso, os atributos que a identificam univocamente são N_DVD e N_FAIXA, visto serem os únicos cujos valores nunca se irão repetir. Deste modo, conclui-se que a chave primária da entidade Faixas é composta. CHAVE ESTRANGEIRA OU EXTERNA É um atributo que definido como chave primária de uma tabela é incluído na estrutura de outra tabela. Exemplo: Consideremos as entidades DVD e FAIXA, que identificam um DVD e as suas respectivas Faixas. DVD ( N_DVD, Título, Intérprete, Editora) FAIXA ( N_DVD, N_FAIXA, Título, Duração, Gênero) O atributo N_DVD da entidade FAIXA faz parte da sua chave primária, no entanto como é chave primária da entidade DVD é considerado uma chave estrangeira na entidade FAIXA.

19 15 P á g i n a RELACIONAMENTOS ENTRE ENTIDADES O relacionamento entre entidades é um dos propósitos das bases de dados relacionais, daí a importância dada à seleção da chave primária, pois é através destas que são estabelecidas as associações entre as diferentes entidades. Os símbolos convencionados para se representar estes relacionamentos são em número reduzido, com significados específicos e fáceis de distinguir: NORMALIZAÇÃO DE DADOS A normalização é um processo que consiste em estruturar as tabelas e atributos de forma a eliminar redundâncias e evitar problemas com a inserção, eliminação e atualização dos dados. Este processo é composto pelas chamadas formas normais: - 1ª Forma Normal (1ª FN); - 2ª Forma Normal (2ª FN); - 3ª Forma Normal (3ª FN); Um modelo de base de dados que respeite os princípios estipulados até a 3ª FN é considerado adequadamente elaborado para funcionar num SGBD relacional. A normalização é feita, através da análise dos dados que compõem as estruturas utilizando o conceito chamado "Formas Normais (FN)". As FN são conjuntos de restrições nos quais os dados devem satisfazê-las. Exemplo pode-se dizer que a estrutura está na primeira forma normal (1FN), se os dados que a compõem satisfizerem as restrições definidas para esta etapa.

20 16 P á g i n a A normalização completa dos dados é feita, seguindo as restrições das quatro formas normais existentes, sendo que a passagem de uma FN para outra é feita tendo como base o resultado obtido na etapa anterior, ou seja, na FN anterior. Para realizar a normalização dos dados, é primordial que seja definido um campo chave para a estrutura, campo este que permite identificar os demais campos da estrutura. Formas Normais existentes: PRIMEIRA FORMA NORMAL (1FN) Consistem em retirar da estrutura os elementos repetitivos, ou seja, aqueles dados que podem compor uma estrutura de vetor. Podemos afirma que uma estrutura está normalizada na 1FN, se não possuir elementos repetitivos. Exemplo: Estrutura original: Arquivo de Notas Fiscais (Num. NF, Série, Data emissão, Cod. do Cliente, Nome do cliente, Endereço do cliente, CGC do cliente, Relação das mercadorias vendidas (onde para cada mercadoria temos: Código da Mercadoria, Descrição da Mercadoria, Quantidade vendida, Preço de venda e Total da venda desta mercadoria) e Total Geral da Nota) Analisando a estrutura acima, observamos que existem várias mercadorias em uma única Nota Fiscal, sendo, portanto elementos repetitivos que deverão ser retirados. Estrutura na primeira forma normal (1FN): Entidade de Notas Fiscais (Num. NF, Série, Data emissão, Código do Cliente, Nome Cliente, Endereço do cliente, CGC do cliente e Total Geral da Nota) Entidade de Vendas (Num. NF, Código da Mercadoria, Descrição da Mercadoria, Quantidade vendida, Preço de venda e Total da venda desta mercadoria) Obs. Os campos sublinhados identificam as chaves das estruturas. Como resultado desta etapa ocorre um desdobramento dos dados em duas estruturas, a saber:

21 17 P á g i n a - Primeira estrutura (Entidade de Notas Fiscais): Dados que compõem a estrutura original, excluindo os elementos repetitivos. - Segundo estrutura (Entidade de Vendas): Dados que compõem os elementos repetitivos da estrutura original, tendo como chave o campo chave da estrutura original (Num. NF) e o campo chave da estrutura de repetição (Código da Mercadoria). SEGUNDA FORMA NORMAL (2FN) Consistem em retirar das estruturas que possuem chaves compostas (campo chave sendo formado por mais de um campo), os elementos que são funcionalmente dependentes de parte da chave. Podemos afirmar que uma estrutura está na 2FN, se ela estiver na 1FN e não possuir campos que são funcionalmente dependentes de parte da chave. Exemplo: Estrutura na primeira forma normal (1FN): Entidade de Notas Fiscais (Num. NF, Série, Data emissão, Código do Cliente, Nome do cliente, Endereço do cliente, CGC do cliente e Total Geral da Nota) Entidade de Vendas (Num. NF, Código da Mercadoria, Descrição da Mercadoria, Quantidade vendida, Preço de venda e Total da venda desta mercadoria) Estrutura na segunda forma normal (2FN): Entidade de Notas Fiscais (Num. NF, Série, Data emissão, Código do Cliente, Nome do cliente, Endereço do cliente, CGC do cliente e Total Geral da Nota) Entidade de Vendas (Num. NF, Código da Mercadoria, Quantidade vendida e Total da venda desta mercadoria)

22 18 P á g i n a Entidade de Mercadorias (Código da Mercadoria, Descrição da Mercadoria, Preço de venda) Como resultado desta etapa, houve um desdobramento da Entidade de Vendas (a entidade Notas Fiscais, não foi alterado, por não possuir chave composta) em duas estruturas a saber: - Primeira estrutura (Entidade de Vendas): Contém os elementos originais, sendo excluídos os dados que são dependentes apenas do campo Código da Mercadoria. - Segundo estrutura (Entidade de Mercadorias): Contém os elementos que são identificados apenas pelo Código da Mercadoria, ou seja, independentemente da Nota Fiscal, a descrição e o preço de venda serão constantes. TERCEIRA FORMA NORMAL (3FN) Consistem em retirar das estruturas os campos que são funcionalmente dependentes de outros campos que não são chaves. Podemos afirmar que uma estrutura está na 3FN, se ela estiver na 2FN e não possuir campos dependentes de outros campos não chaves. Exemplo: Estrutura na segunda forma normal (2FN): Entidade de Notas Fiscais (Num. NF, Série, Data emissão, Código do Cliente, Nome do cliente, Endereço do cliente, CGC do cliente e Total Geral da Nota) Entidade de Vendas (Num. NF, Código da Mercadoria, Quantidade vendida e Total da venda desta mercadoria) Entidade de Mercadorias (Código da Mercadoria, Descrição da Mercadoria, Preço de venda)

23 19 P á g i n a Estrutura na terceira forma normal (3FN): Entidade de Notas Fiscais (Num. NF, Série, Data emissão, Código do Cliente e Total Geral da Nota) Entidade de Vendas (Num. NF, Código da Mercadoria, Quantidade vendida e Total da venda desta mercadoria) Entidade de Mercadorias (Código da Mercadoria, Descrição da Mercadoria, Preço de venda) Entidade de Clientes (Código do Cliente, Nome do cliente, Endereço do cliente e CGC do cliente) Como resultado desta etapa, houve um desdobramento da entidade Notas Fiscais, por ser o único que possuía campos que não eram dependentes da chave principal (Num. NF), uma vez que independente da Nota Fiscal, o Nome, Endereço e CGC do cliente são inalterados. Este procedimento permite evitar inconsistência nos dados dos arquivos e economizar espaço por eliminar o armazenamento freqüente e repetidas vezes destes dados. A cada nota fiscal comprada pelo cliente, haverá o armazenamento destes dados e poderá ocorrer divergência entre eles. As estruturas alteradas foram pelos motivos, a saber: - Primeira estrutura (Entidade de Notas Fiscais): Contém os elementos originais, sendo excluídos os dados que são dependentes apenas do campo Código do Cliente (informações referentes ao cliente). - Segundo estrutura (Entidade de Clientes): Contém os elementos que são identificados apenas pelo Código do Cliente, ou seja, independente da Nota Fiscal, o Nome, Endereço e CGC dos clientes serão constantes. Após a normalização, as estruturas dos dados estão projetadas para eliminar as inconsistências e redundâncias dos dados, eliminando desta forma qualquer problema de atualização e operacionalização do sistema. A versão final dos dados poderá sofrer alguma alteração, para atender as necessidades específicas do

24 20 P á g i n a sistema, a critério do analista de desenvolvimento durante o projeto físico do sistema. Chave Primária Seu conceito está associado ao campo ou conjunto de campos de uma tabela que possuirá um único valor, que não será repetido para nenhum outro registro. Como exemplo desta situação podem-se considerar os números de CPF, CNPJ, RG ou qualquer código de controle utilizado. Chave Estrangeira Caracteriza-se por ser uma chave de uma tabela que possui associação com a chave primária de outra tabela. Assim sendo, podem ocorrer três situações de utilização de chave estrangeira: Relacionamento Um para Um A chave estrangeira pode ser criada em qualquer uma das tabelas; Relacionamento Um para Muitos A chave estrangeira pode ser criada apenas na tabela do lado muita ; Relacionamento Muitos para Muitos - A chave estrangeira deve ser criada numa terceira tabela que faça o relacionamento entre as outras duas tabelas. Integridade Referencial - é um mecanismo utilizado que evita a quebra de ligação entre os relacionamentos estabelecidos entre tabelas. AS PARTES DA LIGUAGEM SQL A linguagem SQL pode ser dividida nas seguintes partes: Data Definition Language DDL (Linguagem Definição de Dados) A SQL DDL fornece comandos para definição e modificação de esquemas de relação, remoção de relações e criação de índices. Os principais comandos que fazem parte da DDL são: CREATE, ALTER, DROP...

25 21 P á g i n a Data Manipulation Language DML (Linguagem de manipulação de Dados) A SQL DML inclui uma linguagem de consulta baseada na álgebra relacional e no calculo relacional. Compreende também comandos para inserir, remover e modificar informações em um banco de dados. Os comandos básicos da DML são: SELECT, INSERT, UPDATE, DELETE... Data Control Language DCL (Linguagem de Controle de Dados) Comando que fazem o cadastramento de usuários e determina seu nível de privilegio para os objetos do banco de dados. Os principais comandos são: GRANT, REVOKE. Transaction Control (Controle de Transação ) A SQL inclui comandos para especificação do inicio e fim das transações. Diversar implementações permitem o trancamento explicito de dados para o controle de concorrência. (COMMIT, ROLLBACK E SAVEPOINT) MODELO RELACIONAL APRESENTAÇÃO SIMPLIFICADA Todos SGBD s atuais, são baseados no modelo de dados relacional (também conhecido como modelo entidade e relacionamento E/R). Assim sendo, temos que os dados contidos nos modernos SGBD s, não importa o produto/fabricante (Oracle, Sybase, Informix, Interbase, Firebird, MySQL, SQl Server, etc.), são passiveis de ser acessados por programas escritos em varias linguagens de programação, por intermédio de instruções padrão de SQL.

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