Cloud computing vale 40 milhões

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5562 DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Quem é Quem TECNOLOGIAS INFORMAÇÃO DE Cloud computing vale 40 milhões Fabrizio Bensch/Reuters Os números e os players da partilha de dados em nuvem Empresas de TI apostam na internacionalização para Angola e Brasil Conheça casos de sucesso no comércio electrónico em Portugal

2 II Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO O que é, como funciona e quem são os players da partilha de dados via nuvem. Manuel Harlan/Bloomberg Saiba tudo sobre cloud computing PÁGINAS 4 A 9 Mais de metade dos empresários de TI já se internacionalizaram PÁGINA 10 Sete jovens empresas que vão dar cartas no futuro PÁGINA 14 Capital de risco investiu quatro milhões em TI até Setembro PÁGINA 15 Director: António Costa Director-executivo: Bruno Proença Subdirectores: Francisco Ferreira da Silva, Helena Cristina Coelho e Pedro Sousa Carvalho Editora: Irina Marcelino Redacção: António de Albuquerque e Sara Piteira Mota Produção: Ana Marques (chefia), Artur Camarão, Carlos Martins e João Santos Departamento Gráfico: Dário Rodrigues (editor) e Ana Maria Almeida Tratamento de Imagem: Samuel Rainho (coordenação), Paulo Garcia e Tiago Maia Presidente: Nuno Vasconcellos Vice-presidente: Rafael Mora Administradores: Paulo Gomes, António Costa e Gonçalo Faria de Carvalho Director Geral Comercial: Bruno Vasconcelos Redacção Rua Vieira da Silva, nº45, Lisboa, Tel.: / Fax: Sites de comércio electrónico crescem 150% em dois anos PÁGINA 16 Empresas de sucesso no e-commerce PÁGINA 17 Quem é Quem nas Tecnologias de Informação PÁGINAS 20 A 27

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4 IV Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Reduzir custos com Cloud Computing. O Diário Económico e a PT Negócios realizam hoje de manhã no Palace Hotel Monte Real, em Leiria, o quarto e último de um ciclo de encontros que pretendem levar o conceito Cloud Computing às PME. Estes encontros visam colocar os empresários e gestores a par das vantagens desta nova tecnologia, nomeadamente para a redução de custos. Cercadeumterçodasempresasportuguesas já utilizará serviços de partilha de dados em nuvem. E 30% prevêem vir a utilizar em breve. Fabrizio Bensch / Reuters Mercado de cloud computing vai ultrapassar os 40 milhões este ano Através da Internet, a partir de qualquer computador, telemóvel ou tablet e em qualquer lugar, pode ter acesso as suas informações, num sistema único, independentemente da plataforma. SARA PITEIRA MOTA Oinvestimento em soluções de cloud computing em Portugaldeveráultrapassaros40 milhões de euros este ano e crescer 28% em 2013, estima a consultora International Data Corporation (IDC). Os serviços de cloud computing são apontados como uma estratégia económica e tecnológica vantajosa para as empresas. Entre as principais prioridades de negócio das empresas portuguesas para os próximos dois anos, está a melhoria de eficiência, a redução de custos, a optimização dos processos de negócio e a melhoria do desempenho através do desenvolvimento de novos produtos e serviços. De acordo com a consultora especializada em tecnologias, o mercado mundial para serviços públicos de tecnologias de informação (TI) na cloud continua a crescer a um ritmo surpreendente, tendo ultrapassado os 22 mil milhões de dólares (17,1 mil milhões de euros) em A IDC prevê que a despesa com estes MERCADO MUNDIAL O mercado mundial para serviços públicos de TI na cloud computing continua a crescer a um ritmo surpreendente. 17,1 mil milhões de euros MERCADO NACIONAL Em Portugal, prevê-se que o mercado deverá ultrapassar os 40 milhões de euros em 2012 e crescer 28% em milhões de euros serviços venha a ultrapassar os 80 mil milhões de dólares (62,5 mil milhões euros) em 2015, com uma taxa de crescimento anual média de 27,6%. Em Portugal existem já muitas empresas a adoptar soluções de cloud computing e muitas a desenvolver serviços. PT, Primavera BSS, PHC, Altitude SW, WeDo são algumas das tecnológicas portugueses que estão a apostar forte nesta tecnologia. Além da utilização de serviços gratuitos como o Gmail e as redes sociais, em Portugal a IDC estima que um terço das organizações já estão a utilizar serviços de cloud computing pagos e cerca de 30% estão já em fase de planeamento ou vão utilizar a curto prazo, refere ao Diário Económico Gabriel Coimbra, directorgeraldaidcportugal. Vantagens para as empresas Num recente estudo elaborado pela IDC Portugal, a consultora inquiriu mais de 600 empresas de média e grande dimensão, onde foram identificados quais os benefícios que as organizações esperavam vir a obter da utilização de serviços públicos de cloud computing. Os dados compilados pela equipa da IDC Portugal permitem evidenciar que a redução de custos de manutenção da infra-estrutura TI e a redução das despesas de capital com estas tecnologias são considerados aspectos muito importantes pelas organizações nacionais para a utilização de serviços públicos de cloud computing. As empresas portuguesas estão a apostar cada vez mais em serviços cloud computing para reduzir custos de funcionamento e melhorar a eficiência das suas organizações. Gabriel Coimbra aconselha as companhias que querem adoptar o cloud computing a identificar três a cinco iniciativas de como esta tecnologia poderá ser favorável ao negócio. Aderir à mudança e liderá-la, de um modo controlado e consistente, é, frequentemente, uma estratégia mais produtiva que resistir e, em seguida, ser empurrado para tal, conclui o responsável.

5 Quinta-feira 29 Novembro 2012 Diário Económico V PUB A IBM escolheu a cidade de Faro como uma das grandes vencedoras deste ano do Concurso Smarter Cities Challenge da IBM (#smartercities), um programa competitivo que procura criar cidades mais inteligentes em todo o mundo. É a primeira vez que uma cidade portuguesa está entre os vencedores. E, de um total de 100 candidaturas, apenas cinco cidades na Europa viram os seus projectos serem laureados. OPINIÃO:???????????????????????????????????????????????? GABRIEL COIMBRA Director-geral da IDC Portugal Partilha de dados através da nuvem vai aumentar 65% O volume de tráfego global nos data centers irá quadriplicar, até 2016, e o tráfego de dados na cloud vai aumentar seis vezes, refere um relatório elaborado pela Cisco, empresa que também fornece este tipo de serviços. Dentro de quatro anos, os dados do cloud computing vão representar 65% do tráfego total processado pelos centros de dados, prevê-se ainda. A troca e partilha de dados através da nuvem faz parte do tráfego total estimado para os data centers. Mas dentro dos tipos de conteúdos transferidos, a cloud é o tipo de tráfego de dados que vai conhecer um crescimento mais rápido, cerca de 44% por ano. As regiões do Médio Oriente e África são as localizações que terão a maior taxa de crescimento em cloud computing até 2016, enquanto a a zona da Ásia-Pacífico será aquela que mais dados processará, ultrapassando mesmo os Estados Unidos e o Canadá. Aderir à mudança e liderá-la, de um modo controlado e consistente, é, frequentemente, uma estratégia mais produtiva que resistir e, em seguida, ser empurrado para tal.

6 VI Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO PERGUNTAS & RESPOSTAS Oqueé a computação na nuvem? Descubra as vantagens desta tecnologia. 1 O que é o cloud computing? O termo cloud computing (computação em nuvem) começou a ser usado em 2008 e designa a ideia de usar uma aplicação informática ou ficheiro em qualquer lugar da Web sem que para isso seja necessário instalá-la ou armazená-lo no computador pessoal. 2 Qual a maior vantagem? A grande vantagem é a maior facilidade de partilha de dados em rede sem que o utilizador tenha de se preocupar com o seu armazenamento, manutenção ou com a existência de cópias de segurança. Um exemplo de cloud computing é o serviço Google Docs, onde os utilizadores podem criar e editar ficheiros de texto sem precisarem de ter instalado no seu computador o programa de edição. A principal vantagem apontada pelas empresas contactadas é a redução de custos. As aplicações correm de forma mais eficiente e segura, com maior utilização de infraestruturas base e criam-se maiores oportunidades para inovação. 3 Que serviços estão disponíveis? A maioria das gigantes tecnológicas já tem serviços que disponibilizam ao utilizador. Google Docs, programas de como o Hotmail e GmaileaAmazon.com são alguns dos exemplos. 4 Que tipo de cloud existem? Existem diferentes tipos de cloud que permitem o acesso dos dados através da web: a Nuvem Pública (recursos são fornecidos pela Internet, através de aplicações e serviços a partir de um fornecedor e geridos por uma entidade externa), a Nuvem Privada (poderá ser apenas acedido pelos funcionários de uma empresa) e a Nuvem Híbrida (conjunção de nuvens públicas e privadas). S.P.M. Otermo cloud computing começou a ser usado em 2008 e designa a ideia de usar uma aplicação informática ou ficheiro em qualquer lugar da Web. Fabrizio Bensch/Reuters

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8 VIII Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO CELFINET, Greenwich Consulting e WeDo Technologies juntaram-se numa visita a Myanmar (antiga Birmânia), aproveitando assim a visita àquele país do presidente norteamericano Barack Obama. As tecnológicas portuguesas, que actuam no sector das telecomunicações, que neste país é praticamente inexistente, tiveram reuniões com o Ministro das Telecomunicações e com representantes do sector. Paulo Figueiredo DR DR DR Mauro Xavier, Microsoft. Andreas Lemke, Alcatel Lucent. Alberto Passos, Refer Telecom. José Tavares, SAP Portugal. As vantagens para as empresas As soluções em cloud computing fidelizam porque respondem às necessidades das empresas. SARA PITEIRA MOTA Em Portugal, o mercado global de Tecnologias de Informação está marcado pela difícil conjuntura económica, que desincentiva o investimento das empresas e retraem o consumo. Apesar deste cenário, existem algumas áreas em que as empresas reconhecem que é importante investir. O cloud computing é, claramente, uma delas. Alguns dos fornecedores de soluções de cloud explicam quais os benefícios desta tecnologia. MICROSOFT Mauro Xavier, director da área de PME da Microsoft >> Pensando nas PME, gostaria de salientar a redução de custos operacionais, tão vital para o aumento da competitividade das empresas portuguesas, através da redução de custos de comunicações, de deslocações, de manutenção de TI. Mas também o aumento de produtividade, com acesso às ferramentas de trabalho em todo o lado, a flexibilidade na adoçam ou a necessidade de investimentos iniciais baixos. ALCATEL-LUCENT Andreas Lemke, director solution marketing da Alcatel-Lucent >> É crucial como um provedor de serviços em nuvem oferecer acesso, qualidade, baixa latência e segurança. REFER TELECOM Alberto Passos, director da Refer Telecom >> As infra-estruturas de TI são hoje um pilar fundamental em quase todos os negócios. Cloud Computing é um novo negócio que possibilita a qualquer empresa capacidade de processamento, armezamentoearquivoàexactamedida das suas necessidades sem ter de fazer grandes investimentos. SAP PORTUGAL José Tavares, senior business developer da SAP Portugal >> As soluções disponibilizadas num modelo cloud computing, pelos benefícios que apresentam, são actualmente uma opção muito válida e pertinente para todas as empresas do mercado nacional. NEC PORTUGAL João Paulo Fernandes, director-geral de vendas e marketing da NEC Portugal >> O principal conselho a dar às empresas seria que a transição para um cenário cloud deve ser adequadamente planeada, se possível com o aconselhamento de especialistas nesta área. CISCO Manuel Piló, business development manager da Cisco >> Identificar objectivos de negócio a atingir, mapear esses objectivos num conjunto de benefícios que esperam obteraomigrarotodooupartedasuainfra-estrutura de TI para Cloud Computing. Deve perceber bem as diferentes ofertas, e benefícios, que se encontram no mercado. ERICSSON Joaquim Santos, headoffixed Broadband & Convergence da Ericsson >> Um programador que tenha a cloud como fim em vista pode contar com capacidades de processamento e memória de armazenamento quase ilimitadas. Existe assim uma oportunidade extraordinária para a criação de um novo tipo de aplicações para consumidores. PHC SOFTWARE Miguel Capelão, administrador da PHC Software >> Os gestores conseguem adquirir apenas o que necessitam, reduzindo o desperdício e adaptando os custos à dimensão da empresa. Reduzem bastante também as necessidades em termos de suportetécnico,queficadoladodofornecedor, tal como a instalação, a manutenção, a segurança, a confidencialidade e os backups. MAINROAD José Pedro Abreu, director de Negócios Data Centers & Continuity Services da Mainroad >> É comum falar-se numa poupança de custos relacionados com TI na ordem dos 25% a 30%, variando esse valor de empresa para empresa. Entre as várias vantagens que podemos enumerar temos a elasticidade/escabilidade, uma vez que permite diminuir ou aumentar os recursos utilizados de forma imediata consoante as necessidades temporais e financeiras do cliente. CA TECHNOLOGIES Jose Ferraz, solution strategist da CA Technologies >> Pensamos que as soluções baseadas em modelo cloud são, claramente e cada vez mais, uma opção a ter em conta, uma vez que disponibilizam tudo isso num modelo financeiro que pode ser muito mais atractivo.

9 Quinta-feira 29 Novembro 2012 Diário Económico IX É A PRIMEIRA APLICAÇÃO móvel do mundo que tem como objectivo auxiliar pessoas que sofrem de daltonismo a identificar cores de forma imediata. A inovação doi lançada pela IT People e estará disponível em várias línguas na Apple Store e brevemente no Google Play e WP Store. O custo de download é de 1,79. A IT People está já a trabalhar no desenvolvimento da aplicação para Android e WP8. A CATÓLICA PORTO desenvolveu um configurador para comércio electrónico em exclusivo para a ADIRA, um dos líderes mundiais no fabrico de máquinas de corte e dobragem de chapa. O primeiro projeto do CEGEA na área do e-commerce possibilita que qualquer cliente efectue uma OPINIÃO: configuração??????????????????? personalizada dos mais diversos equipamentos industriais criados pela multinacional.????????????????????????????? DR DR DR DR João Paulo Fernandes, NEC. Joaquim Santos, Ericsson. Miguel Capelão, PHC. José Pedro Abreu, Mainroad. PUB

10 X Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO OS CONSUMIDORES NORTE-AMERICANOS aproveitaram os enormes descontos oferecidos na sexta-feira ( Black Friday ) para baterem o recorde de compras através da Internet, superando pela primeira vez 770 mil milhões de euros. Os dados da empresa de análise ComScore que revelam um crescimento da procura virtual de produtos contrastam com os números das compras presenciais que terão caído 1,8%. Angola, em particular Luanda (na foto) é um dos mercados favoritos das tecnológicas portuguesas. Mas não só. América Latina e mesmo EUA já são destinos conhecidos das tecnológicas. Walter Fernandes/Expansão Mais de 50% dos empresários nacionais já trabalham para fora de Portugal Mais de 51,9% das empresas definiram estratégias para a conquista de mercados externos, sobretudo fora da UE. ANTÓNIO DE ALBUQUERQUE I nternacionalização passou a ser a palavra de ordem para as empresas nacionais. E as empresas que formam o sector das tecnologias de informação e comunicação não são excepção. Pelo contrário, nos últimos anos o sector tem sido dos mais empenhados em conquistar mercados externos. E os últimos números espelham bem a vontade dos empresários em apostar nesta nova realidade. Mais de 51,9% dos empresários e gestores estão trabalhar na internacionalização das suas empresas, segundo um recente estudo promovido pela associação do sector, Associação Nacional das Empresas das Tecnologias de Informação e Electrónica (Anetie). Pedro Fraga, responsável máximo da empresa tecnológica F3M, que encetou o processo de internacionalização em 2006, tem como meta para o ano um volume de negócios superior a 40% à custa dos mercados externos, como confessou ao Diário Económico. Para 2013 temos uma perspectiva de atingir mais de 40% do nosso volume de negócios no mercadoexterno,emfunçãodeumnovolançamento que iremos fazer em 18 países no início INTERNACIONALIZAÇÃO Mais de 51,9% dos empresários e gestores estão trabalhar na internacionalização das suas empresas. 51,9% MERCADOS ALVO Para 40,5% dos empresários Angola está nos destinos da empresa, seguindo-se o Brasil com 30,4%, enquanto 17,7% indicam Espanha e 13,9% Moçambique. 40,5% do ano, explicou. A Quidgest, liderada por Cristina Marinhas, definiu como estratégica a internacionalização. Curiosamente, a empresa tinha arrancado nos mercados externos em Desde sempre tivemos consciência de que o crescimento da empresa passava pela expansão para os mercados externos, disse a responsável ao Diário Económico. Quando questionada sobre os mercados de destino da empresa elenca a Alemanha, Lituânia, Noruega, Angola, Moçambique, Timor-Leste, Brasil, El Salvador e Macau. E avança uma nova estratégia para conquistar o mercado da América latina: Vamos abrir, em Janeiro, escritórios em Miami. É o local ideal para vender para a América Latina, para a América do Sul e também para os Estados Unidos. Também a F3M assume como estratégico a América latina e África. Em termos de soluções B2B a empresa mantém a sua aposta em mercados africanos com forte potencial de alargamento para mercados da América Latina, afirmou Pedro Fraga. Aliás, o próprio estudo da Anetie revela precisamente a perda de importância do mercado europeu quando os empresários e gestores indicam que Angola e Brasil são os mercados que mais contribuem para os volumes de negócios consolidados das empresas do sector. Muito espírito de sacrifício Vender nos mercados externos não é tarefa fácil e as estratégias tem que ser bem pensadas e tem que existir muita persistência. E acima de tudo, resistência e resiliência, e muito espírito de sacrifício, afirmou Pedro Fraga quando questionado sobre que conselhos daria aos empresários que estão pretendem começar a vender nos mercados internacionais. O empresário acrescenta que o grande desafio das empresas é perceber o mercado e países a que se direccionam, contudo sem perder a identidade que os caracteriza na origem. Diz mesmo que é necessário pensar global, agir local, ou seja, como referiu agir de forma Glocal. Cristina Marinhas, por seu turno, defende uma internacionalização em rede mas também alerta para a necessidade de propostas com referências nacionais validas à escala global. E não deixa de chamara atenção para os decisores públicos. Há muitas decisões, ao nível governamental, que são baseadas na premissa de que se vier lá de fora, é melhor. Ou seja, sem experiências nacionais fica muito difícil vender lá fora.

11 Quinta-feira 29 Novembro 2012 Diário Económico XI O FABRICANTE DE TELECOMUNICAÇÕES sueco Ericsson anunciou hoje que interpôs em tribunal norte-americano um processo contra o rival sul-coreano Samsung por violações de patentes. A Ericsson entregou hoje um processo nos Estados Unidos contra a Samsung por infringir as patentes, depois de quase dois anos de negociações que não alcançaram qualquer acordo, afirma o fabricante sueco em comunicado. A TECNOLÓGICA GOOGLE anunciou esta semana que comprou a ICOA, fornecedora de acesso à Internet sem fios (wi-fi) que opera em zonas de grande tráfego como aeroportos ou hotéis, por 400 milhões de dólares (308 milhões de euros). A ICOA, uma empresa sediada em Warwick, Rhode Island, detém ou opera redes de acesso à Internet sem fios em 40 Estados norte-americanos. OPINIÃO:???????????????????????????????????????????????? CRISTINA MARINHAS Presidente da Quidgest PEDRO FRAGA Presidente da F3M Dos 80 colaboradores, temos uma equipa de cerca de 15 pessoas afectas ao processo de internacionalização. Toda a empresa (cerca de 100 pessoas) opera no mercado. A abertura dos quadros F3M a projectos fora de Portugal tem sido crescente. PUB

12 XII Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO ENTREVISTA ARMINDO MONTEIRO, PRESIDENTE DA ANETIE Angola e Brasil são os principais destinos para a internacionalização As empresas estão apostas na internacionalização mas o financiamento continua crítico. ANTÓNIO DE ALBUQUERQUE Para Armindo Monteiro, presidente da Associação Nacional de Empresas de Tecnologias de Informação e Electrónica (ANETIE), a palavra de ordem é internacionalização e quando questionado sobre os potenciais mercados não hesita referir Angola e Brasil. O que estão a fazer as empresas para ultrapassar a actual crise económica e financeira? A resposta à crise por parte das empresas tecnológicas portuguesas está, sobretudo, na inovação e na internacionalização. Os empresários já perceberam que só através de uma aposta concertada em investigação e desenvolvimento será possível obterem as vantagens competitivas necessárias ao sucesso no mercado global e, desse modo, combaterem a retracção nacional. A internacionalização é então a grande aposta? Semdúvida.Aliás,essaéaprimordialconclusão do estudo Análise do Comportamento das Empresas Portuguesas de Tecnologias de Informação e Electrónica face à Internacionalização. Publicada no início do ano pela Anetie, esta análise demonstrou que o sector português das TIE demonstra uma tendência maioritária para internacionalizar as suas actividades e investimentos, uma vez que 51,9% das empresas da fileira possuem uma estratégia de internacionalização, bem como orçamentos e recursos alocados ao respectivo esforço além-fronteiras. Um dos instrumentos fundamentais na estratégia de promoção da internacionalização é a plataforma LOGIN>P onde cerca de 60% das empresas de desenvolvem uma actividade no estrangeiro. Esta plataforma já conta com mais de 100 empresas, cujo número de trabalhadores ultrapassa os 80 mil e o volume de negócios é superior a 85 biliões de euros. Armindo Monteiro, chama a atenção para o planeamento, parcerias e mercados como fundamentais uma estratégia bem sucedida de internacionalização. Dado Galdieri/Bloomberg Quais têm sido os mercados alvo? Angola e Brasil são os mercados que mais contribuem para os volumes de negócios consolidados das empresas do sector. No âmbito do estudo que referi Angola é destacada nesse sentido por 40,5% dos inquiridos e o Brasil por 30,4%. De resto, para 24,1% dos inquiridos, Angola é o principal destino geográfico para a internacionalização dos respectivos produtos e serviços, ao passo que para 16,5% é o mercado brasileiro. A banca está a acompanhar esta aposta dos empresários? O financiamento continua a revelar-se uma das questões mais críticas nos processos de internacionalização de PME. Mas o bancos dizem que têm dinheiro? Os bancos têm anunciado linhas de crédito específicas de financiamento à exportação de pequenas e médias empresas, sendo que na maioria dos casos essas linhas estão associadas a programas de apoio do Governo, como é o caso da PME Crescimento. Será, no entanto, crucial desenvolver mecanismos que possibilitem reforçar o papel da banca enquanto instrumento essencial ao investimento da economia. A garantia pública no caso dos seguros de crédito comercial e nos créditos para investimentos em países extracomunitários seriam medidas importantes para as empresas nacionais. Em termos de internacionalização que conselho ou conselhos daria aos empresários que estão a pensar internacionalizar as suas empresas? O planeamento, o estabelecimento de parcerias, a actuação em rede e a aposta em mercados onde ser verifica uma maior expansão económica são os principais conselhos que um empresário em vias de internacionalização deve reter. Junto dos potenciais empresários será fundamental introduzir estímulos, no sentido de consciencializar os empreendedores para a necessidade de apurar a vocação global dos negócios tecnológicos, desde as fases mais embrionárias do planeamento empresarial. No que toca à selecção dos mercados, destacaria como importantes para o sector das TIE os países do mundo lusófono, particularmente Brasil, Angola e Moçambique, por serem mercados que têm ainda uma larga margem de progressão. E em Portugal quais têm sido as apostas do sector ao nível de negócios? Por cá, as tecnológicas de vocação inovadora têm vindo a investir em novos produtos e serviços adequados à principal necessidade das empresas nacionais: reduzir custos operacionais para obter ganhos de eficiência. Assistese também cada vez mais ao desenvolvimento de soluções integradas, que acrescentam valor aoquejáexistenomercado.destaque,por exemplo, para as áreas de virtualização e de armazenamento, para os projectos de implementação de cloud computing, para os serviços e produtos de suporte à mobilidade (wireless, smartphones e tablets, por exemplo), bem como para toda a oferta associada à chamada web 2.0.

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14 XIV Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Sete jovens empresas que vão dar cartas no futuro ANTÓNIO DE ALBUQUERQUE Tier One >> Apostar nas parcerias Surge no mercado em 2007 apostando na consultoria em sistemas de informação e TI com a customização de soluções de CRM, arquivo digital, gestor de tarefas, gestão do conhecimento. Representa e comercializa soluções de renome internacional, no âmbito de parcerias com empresas de prestígio e especialistas em diversas áreas e sectores. Innovation Makers >> Conhecer os clientes Com uma sólida estrutura aliada a fortes parcerias estabelecidas, a Innovation Makers desenvolve soluções em mercados inovadores como a área de telecomunicações e de mobilidade para sectores como o da banca. Desde a primeira hora a empresa apostou no conhecimento tecnológico, mas também no profundo conhecimento do negócio dos clientes. Ar Simple >> Controlar despesas Desenvolveu uma ferramenta que pretende eliminar os recibos em papel e juntar todos esses recibos numa plataforma que pode ser consultada. O sistema permite ainda definir critérios tais como a definição de tectos máximos de produtos que se pretende efectuar por mês. O consumidor que vai às compras pode também optar por um recibo electrónico em vez de papel. Biosurfit >> Investimento superior a 5,5 milhões de euros Desenvolve testes rápidos ao sangue, que podem ser feitos durante a consulta médica e mostrar resultados em apenas 15 minutos. Criada em 2006 por João Fonseca, só agora os seus produtos chegaram ao mercado. Pelo meio, houve muito trabalho de Investigação & Desenvolvimento, 15 patentes e mais de 5,5 milhões de euros de investimento. >> ANÚNCIOS EM TELEMÓVEIS VÃO RENDER 4,9 MIL MILHÕES Os grandes anunciantes vão gastar mais de dois mil milhões de euros em anúncios para telemóveis e tablets nos EUA segundo a emarketer. Um valor inferior em 2% da verba total investida em 2011, mas o triplo do valor gasto em Mas existe um grande desafioparaosgigantesdosectorcomoa Millennial Media, AdMob, do Google, e iad, da Apple e o Facebook. É que os anunciantes pagam menos por anúncios móveis do que na web, em grande parte porque os consumidores são menos propensos a fazerem compras via telemóvel. No caso da Google, apesar do aumento das vendas de anúncios para dispositivos móveis, o seu lucro médio com cada um caiu. Na bolsa, o Facebook caiu para metade devido ao temor de que a empresa não estaria a ganhar dinheiro com os seus utilizadores de dispositivos móveis, apesar da empresa ter facturado 115 milhões de euros com anúncios para esses aparelhos, ou 14% do seu total. Aidan Crawley/Bloomberg Bewarket >> Vender no Facebook Comprar e vender produtos é um serviço que também já se encontra disponível no mundo das redes sociaos, e são cada vez mais as pessoas que aderem a sites e páginas de compra e venda online. A Bewarket apostou precisamente em ferramentas para a compra e venda desses mesmos produtos em redes sociais como o Facebook. Uma inovação criada em Portugal. Tomorrow Options >> A primeira aposta foi no Reino Unido A Tomorrow Options é uma start-up portuguesa especializada no desenvolvimento de dispositivos electrónicos inovadores. O primeiro produto da empresa trata-se de dispositivo único para monitorizar os movimentos dos membros inferiores, com várias aplicações: ortopedia, neurologia, cardiologia e podologia. Em 2009 decidiu estabelecer uma subsidiária no Reino Unido. OutSystems >> Empresa que se assume como multinacional Paulo Rosado é o fundador e CEO da OutSystems, que se assume como uma multinacional. A OutSystems expandiu-se para novos mercados, como o Brasil e a Austrália, onde se registou uma grande adesão à sua tecnologia. Líder em tecnologia para software empresarial, tem registado uma forte adesão de novos clientes, particularmente na América do Norte e em novos mercados como o Brasil e a Austrália.

15 Quinta-feira 29 Novembro 2012 Diário Económico XV Capital de risco em TI passou os quatro milhões de euros até Setembro >> O ano de 2008 foi o mais forte no que concerne a investimento de capital de risco em empresas da área de tecnologias de infomação. Nesse ano, o valor investido superou os nove milhões de euros, dizem os dados da APCRI (Associação Portuguesa de Capital de Risco). No ano anterior, apesar do valor injectado por business angels ter sido menor (7,7 milhões de euros), o seu peso no valor global de capital de risco foi maior: 3,7% face a 2,3% em Porém, desde essa altura que o dinheiro proveniente de capital de risco tem vindo quase sempre a decrescer. E se em 2009 o montante atingido foi de 5,3 milhões de euros, em 2009 caiu para cinco milhões e subiu ligeiramente para 5,1 milhões. Este ano, e de acordo com os mesmos dados da APCRI, que já conta com o terceiro trimestre, o montante investido passou os quatro milhões. I.M * INVESTIMENTO % DO INVESTIMENTO TOTAL 3,7 2,3 1,8 2,5 1,4 2,9 Unidade: mil ; *final 3ºT PUB

16 XVI Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Infografia: Marta Carvalho Sites de e-commerce aumentaram 150% Entre Setembro de 2011 e Fevereiro de 2012 os portugueses terão gasto em compras online 1,6 mil milhões de euros. IRINA MARCELINO São legumes à distância de um clique. O slogan já foi muito utilizado, mas neste caso é mesmo uma boa forma de traduzir o que o PROVE faz. Trata-se de um projecto de venda directa de legumes e frutas a partir do produtor, sendo a Internet a sua principal plataforma de negócio. O consumidor só tem de dizer que produtos não aprecia, subscrever o serviço via Internet e todas as semanas terá um cabaz de produtos de agricultores locais à sua disposição. Apesar de ter começado na Península de Setúbal, este projecto está hoje em 50 núcleos (locais onde se podem levantar os produtos) pelo país fora e serve mais de dois mil consumidores. E até França lhe quer seguir o exemplo, tendo a ADREPES, promotora do PROVE, ido várias vezes àquele país para partilhar conhecimento e assinar protocolos. Mas o Prove é apenas um dos muitos projectos de comércio electrónico que estão a ser desenvolvidos por empresas e outras entidades portuguesas. De acordo com o estudo Barómetro da Internet - Portugal 2012, da Brokers, o número de empresas com sites onde se pode encomendar online não pára de aumentar. Entre 2010 e 2012 este número cresceu 150%. Se em 2010 eram apenas os sites que vendiam online, em 2012, antes do ano acabar, passavam já os 17 mil. No entanto, e ten- Um case study na contratação electrónica Portugal é considerado um case-study na área da contratação pública electrónica, uma das muitas vertentesdocomércio electrónico. A União Europeia fez as contas e concluiu que Portugal, no seu primeiro ano de implementação das regras ca contratação pública electrónica, poupou 650 milhões de euros. Mas podia ter poupado 1,2 mil milhões se todas as autoridades e entidades adjudicantes tivessem passado a utilizar as plataformas electrónicas para publicar ou concorrer a concursos públicos. do em conta o número de sites em Portugal, o seu peso ainda é ínfimo. Entre as empresas que vendem na net, haverá para todos os gostos: de micro a grandes. Assim como sites: há alguns com mais e outros com menos qualidade, que nem sempre contribuem para a relação de confiança que deve existir quando se trata de vendas online. Paulo Pinto, CEO da LaRedoute, considera que uma das causas para o ainda insipiente desenvolvimento do comércio electrónico nas empresas portuguesas é o facto de poucas grandes apostarem seriamente nesta área. Há muito apalpar de terreno, mas pouca aposta estruturada. Não é o caso da LaRedoute, que conseguiu transferir parte significativa dos seus compradores por catálogo para o online. Esta é uma área onde, aliás, o peso das compras via Internet ao longo dos anos não tem parado de aumentar e vale hoje mais de 63% nas suas vendas globais. Seremos um País digital no dia em que qualquer Manel do Talho tiver um site de vendas electrónicas. Paulo Pinto, CEO da La Redoute em Portugal, não tem dúvidas: a economia primária pode desenvolver-se mais com o comércio digital. Uma economia sem intermedários e baseada na confiança entre compradores e vendedores. Claroqueavendadirectadoprodutoraoconsumidor é apenas uma vertente do comércio electrónico. E não pode ser descurada pelas empresas. No entanto, tem sido. Na verdade, apenas uma pequena parte das micro e pequenas empresas tem site na Internet - menos de 20% e quase nenhuma vende online - menos de 10%, lembra Alexandre Nilo Fonseca, presidente da Associação do Comércio Eletrónico e da Publicidade Interativa (ACEPI). E afirma ainda: a utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação pelas empresas é factor decisivo para o aumento da produtividade e da competitividade das empresas. O comércio electrónico aumenta a capacidade de vender mais e melhor no mercado interno e sobretudo externo. A desmaterialização dos processos de negócio aumenta a produtividadeeacompetitividadedasorganizações. Nesta área, o responsável destaca o programa PME Digital, iniciativa do Ministério da Economia e do Emprego, promovido pela ACEPI e pelo IAPMEI e cujo objectivo é que mais de 30 mil micro e pequenas empresas entrem na Economia Digital nos próximos três anos. Seja para os produtores, para os intermediários, para as empresas e mesmo para os consumidores, uma coisa é certa: o potencial do comércio electrónico é imenso. Portugal é dos países que mais acesso tem à Internet e o número de compras feitas online ainda é mais baixo que na Europa. De acordo com os dados do Mediascope/ACEPI, os portugueses gastaram entre Setembro de 2011 e Fevereiro de 2012 cerca de 1,6 mil milhões de euros em compras online.

17 Quinta-feira 29 Novembro 2012 Diário Económico XVII Empresas de sucesso online São empresas que têm investido no comércio electrónico e não se arrependem. Prove >> Produtores e consumidores à distância de um clique Mais de 90% das encomendas de frutas e legumes do projecto PROVE são feitas online. Há, residualmente, encomendas feitas directamente aos produtores ou por telefone, revela fonte oficial do projecto de venda directa de cabazes agrícolas. São hoje mais de 50 os núcleos PROVE, que envolvem cerca de 100 produtores agrícolas, respectivos agregados familiares e dois mil consumidores, permitindo a comercialização de 12 toneladas de produtos hortofrutícolas todas as semanas. TAP >> Reservas online da Tap aumentam 38,2% O número de vendas feitas online em 2011 feitas pela TAOP chegaram aos 194 milhões de euros. Entre Janeiro e Setembro, o valor já tinha sido largamente ultrapassado: 207 milhões de euros. Ou seja, mais 38,2% do que em igual período de Curioso é o facto do número de vendas total ter baixado. Se em 2011 chegaram aos milhões de euros, entre Janeiro e Setembro ficaram pelos milhões. A percentagem das vendas online (em receita) sobre o total das receitas: em 2011, foi de 10,4%. Em 2012 será ainda maior. Mesmo que as previsões de vendas electrónicas até ao final do ano sejam optimistas: 330 milhões de euros. De acordo com fonte oficial da Tap, a maioria dos compradores este ano foram portugueses (44,23%), seguidos de brasileiros (14,96%). 59% das reservas foram pagas com cartão de crédito e 41% através do multibanco. Imagem cedida por Prove Continente >> Taxa de crescimento será superior à dos últimos anos O crescimento das vendas online tem sido de dois dígitos ao longo dos últimos anos. Sem entrar em muitos pormenores, fonte do Continente revela que têm tido um crescimento sustentável de clientes sendo que em 2012 e que estão com taxas de crescimento superiores à dos últimos anos. O Continente Online conta hoje com mais de 400 mil clientes registados e mais de 4,5 milhões visitas anuais. La Redoute Mário Proença/Bloomberg Fabrice Dimier/Bloomberg FNAC >> Site com 2,5 milhões de visitas mensais O fortalecimento da interacção entre o canal online e as lojas tem sido a estratégia da FNAC. Estamos especialmente atentos às novas formas de chegar ao cliente e consideramo-las um elemento importante do nosso plano estratégico, referiu fonte oficial ao Diário Económico. A aposta tem corrido bem. O canal de vendas online representa já 6,5% do volume global das vendas FNAC e conta, actualmente, com uma média mensal de 2,5 milhões de visitas e mais de um milhão de visitantes únicos. Interessado por novas tecnologias, o cliente tipo da Fnac segue as tendências de mercado e os interesses a nível global. Por outro lado, não deixa de procurar produtos editoriais, como livros, discos, filmes difíceis de encontrar nas lojas offline. Em média, gasta 80 euros por cada encomenda feita no site. Recentemente, na Black Friday em que eram oferecidos fortes descontos nos mais diversos produtos para detentores do Cartão FNAC, o site sofreu, por breves momentos, uma sobrecarga devido a uma afluência extraordinária. TRÊS MICRO LOJAS Comcortiça >> 30% de vendas online 30% do valor total das vendas da Comcortiça é através da loja online. Ou seja, por mês, são feitos mais de 200 contactosvia net. Criada em Setembro de 2006, a Comcortiça vende hoje para países como França, Brasil ou Arábia Saudita. Imagem cedida por LaRedoute Dot-Baby >> Roupa de bebé via net Todos os meses, a Dotbaby recebe entre 60 a 80 encomendas através do seu site (de uma média de 83 vendas no total). As restantes vendas são feitas através do Facebook e do Show Room. A venda online potenciou as exportações. Hoje vendem para Inglaterra, Espanha, Moçambique e Brasil. O perfil de comprador da Dot-baby são mães entre os 26 e os 40 anos bem como avós entre os 55 e os 65 anos. >> Transformar as clientes de catálogo em internautas Conseguiram transferir a maioria dos seus clientes tipo do catálogo para o site. E é por essa razão que a média de idades do cliente online da LaRedoute seja de pouco mais de 36 anos (no catálogo a média é de 40). Transformamos as nossas clientes em internautas. E elas transferiram-se do papel para o online porque tinham confiança em nós, diz Paulo Pinto, CEO da LaRedoute em Portugal. Prevê-se que no final deste semestre o peso das suas vendas online chegue aos 63%. No ano passado, pela mesma altura, rondava os 57%. Até 2010, o crescimento anual das vendas através do site da companhia era de dois dígitos. Agora, é de um dígito. Já na área do vestuário para criança, o site Vertbaudet tem clientes que nunca passaram pelo catálogo. A maioria das mães que ali compram têm, em média, 32 anos de idade. NailsDivine >> 240mileurosdefacturação Tudo começou com uma pequena loja e, depois, com um blogue. E o Facebook também, tem ajudado. Hoje, têm uma loja online que chega a receber 680 encomendas num só mês. A aposta na internet da NailsDivine tem corrido tão bem que este ano prevêem facturar nesta área cerca de 240 mil euros.

18 XVIII Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO ENTREVISTA ALEXANDRE NILO FONSECA, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO E DA PUBLICIDADE INTERACTIVA Portugal é uma rising star na Europa Mais de 60% da população portuguesa utiliza a Internet, o que faz aumentar o potencial do País. IRINA MARCELINO A ACEPI tem cerca de 200 associados e mais de 800 empresas registadas no seu Directório. É presidida por Alexandre Nilo Fonseca. Alexandre Nilo Fonseca lembra que apenas 10% das micro e pequenas empresas vende online. E que apenas 20% tem site na Internet. Em sua opinião,o que está ainda por melhorar e explorar no comércio electrónico em Portugal? O número de pessoas que utiliza a Internet para escolher e comprar produtos e serviços aumentou exponencialmente: até ao final de 2012 o número de e-shoppers será de mil milhões e serão gastos online em todo o mundo cerca de 850 mil milhões de euros, valor que irá duplicar nos próximos cinco anos. A maior fatia das compras online é realizada na Europa, com cerca de 300 mil milhões de euros, seguida da América do Norte com 270 mil milhões. Portugal é considerada uma rising star na Europa, tendo hoje mais de cinco milhões de utilizadores da Internet, ou seja 60% da população. Quase todos os internautas utiliza já a internet para escolher produtos e serviços e mais de metade fará mesmo compras online regularmente. Segundo o Estudo Mediascope/ACEPI os portugueses gastaram entre setembro de 2011 e Fevereiro de 2012 cerca de 1,6 mil milhões de euros em compras online. E no caso das micro e pequenas empresas? Mas se há cada vez mais cidadãos portugueses a tirar partido da Internet, o mesmo não se pode dizer das micro e pequenas empresas onde apenas uma pequena parte tem site na Internet (menos de 20%) e quase nenhuma vende online (menos de 10%). A utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação pelas empresas é factor decisivo para o aumento da produtividade e da competitividade das empresas. O comércio electrónico aumenta a capacidade de vender mais e melhor no mercado interno e sobretudo externo. A desmaterialização dos processos de negócioaumentaaprodutividadeeacompetitividade das organizações. Para garantir que as empresas portuguesas, em qualquer sector de actividade, passem a ter acesso a soluções tecnológicas em condições mais vantajosas acaba de ser lançado o Programa PME Digital (www.pmedigital.pt), uma iniciativa do Ministério da Economia e do Emprego, promovido pela ACEPI e pelo IAPMEI. O principal objectivo é que mais de 30 mil micro e pequenas empresas entrem na Economia Digital nos próximos três anos. Isto significa aumentar o número de empresas a utilizar as TIC e a vender online com impacto esperado no aumento das exportações, maior eficiência na gestão e um aumento da literacia tecnológica dos recursos humanos das empresas aderentes. A utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação pelas empresas éfactordecisivo para o aumento da produtividade das empresas. O comércio electrónico aumenta a capacidade de vender mais e melhor no mercado interno e sobretudo externo. É verdade que algumas multinacionais do comércio electrónico se preparam para atacar o mercado português? Quais? Hoje uma parte significativa das compras dos portugueses na Internet são já feitas em lojas internacionais e portanto tendo em consideração essa apetência é natural que haja empresas interessadas no mercado português que já vale mais de 1,6 mil milhões de euros. Da mesma forma também há cada vez mais empresas portuguesas a querer vender online paraforadeportugal.omercadoagoraéverdadeiramente global. A uma empresa que queira apostar no comércio online, o que diria? A ACEPI lançou recentemente o manual Comece o seu negócio digital que está disponível para download gratuito no seu site e que explica em 10 simples passos como começar a vender na internet. De forma sumarizada os principais conselhos são: Aposte numa plataforma de comércio electrónico robusta e segura. Consulte o site avalie a concorrência nacional e internacional e replique as melhores práticas, evitando cometer erros; crie formas de comunicação transparentes com os clientes, dando toda a informação sobre os produtos serviços que comercializa, as condições de compra e resolução de eventuais conflitos; personalize. No limite pode ter uma oferta diferente para cada cliente de acordo com o seu conhecimento dos seus interesses e preferências, tirando partido das ferramentas disponíveis nas plataformas online; tire partido do potencial de comunicação das redes sociais e do interesse dos consumidores por estes serviços; valorize os melhores clientes, dando-lhes mais razões para voltarem a comprar na sua loja; invista num bom posicionamento nos motores de busca. A pesquisa é uma das melhores formas de trazer novos clientes à sua loja; analise de forma permanente o desempenho do seu site e a resposta dos clientes e faça ajustes rápidos das falhas, melhorando o nível de resposta. Por fim pense que o mercado ao seu dispor são os mais de 2,4 mil milhões de internautas que existem no mundo. Paulo Figueiredo

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20 XX Diário Económico Quinta-feira 29 Novembro 2012 QUEM É QUEM NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Accenture Actual Training A Accenture é uma organização global de serviços de consultoria de gestão, tecnologias de informação e outsourcing, com 257 mil colaboradores a servir clientes em mais de 120 países. Através da combinação de uma experiência ímpar, um conhecimento profundo dos vários sectores de actividade e funções de negócio, e uma extensa pesquisa sobre as empresas mais bem sucedidas do mundo, a Accenture colabora com os clientes ajudando-os a tornarem-se organizações de alto desempenho. A empresa gerou receitas no valor de 27,9 mil milhões de dólares, no exercício terminado em 31 de Agosto de A homepage da Accenture é Comissão Executiva José Galamba de Oliveira Presidente do Conselho de Administração Luís Nunes Administração Pública esaúde João Pedro Tavares - Banca, Seguros e Mercado de Capitais Eduardo Fitas - Comunicações, Media & Tecnologia Tiago Lousada - Indústria, Distribuição e Consumo, Transportes e Turismo José Gonçalves - Utilities, Energia, Recursos Naturais e Química José Gomes Management Consulting Pedro Lopes - Technology Paula Adrião - Business Process Outsourcing (BPO) JOSÉ GALAMBA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho de Administração Áreas de Actuação Consultoria de Gestão Tecnologias de Informação Outsourcing CONTACTOS Morada: Av. Eng.º Duarte Pacheco Amoreiras,Torre1-16ºPiso Lisboa Portugal Tel.: Fax: Site: Áreas de Atuação / Serviços Formação na área das Tecnologias de Informação Formação na área da Gestão Formação ITIL Consultoria em Sistemas de Informação Outsourcing para Sistemas de Informação Prémios Parceiro Microsoft Learning do Ano 2012 para Portugal Certificações Microsoft Learning Partner Empresa Certificada pela DGERT Parceria Quint ITIL & Prince2 Centro autorizado de Exames Pearson Vue Centro autorizado de Exames Prometric Centro autorizado de Exames Novell NUNO VELHO Managing Partner CONTACTOS Morada: Edifício Multitech, Urbanização do Pólo Tecnológico de Lisboa Lote 6, 2B Lisboa Portugal Tel.: Fax: Site: Ericsson Fujitsu Technology Solutions A Ericsson é o fornecedor líder mundial de tecnologia de comunicações e serviços. A nossa oferta inclui serviços, software e infra-estruturas nas Tecnologias de Informação e Comunicação para operadores de telecomunicações e outras indústrias. Actualmente, mais de 40 por cento do tráfego móvel mundial passa pelas redes da Ericsson e prestamos serviços de suporte a redes que servem mais de 2,5 mil milhões de subscritores. A Ericsson é considerada a oitava maior empresa em serviços de TI. Fundada em 1876 e com sede em Estocolmo, na Suécia, a Ericsson está actualmente presente em 180 países e emprega mais de colaboradores. A Ericsson mantém hoje o compromisso do seu fundador, Lars Magnus Ericsson, em desenvolver a sua visão de Comunicação para Todos através de uma forte aposta em inovação, tecnologia e soluções de negócio sustentáveis. Desde sempre que a Ericsson investe fortemente em Investigação e Desenvolvimento, promovendo activamente standards e sistemas abertos. Como reflexo deste compromisso, a Ericsson detém um portfólio de propriedade intelectual dos mais completos da indústria, englobando mais de patentes. PEDRO QUEIRÓS Presidente Executivo CONTACTOS Morada: Ed. Infante D. Henrique, QuintadaFonte, Paço de Arcos Tel.: (+351) Site: Directores Director Geral Carlos Barros Director Financeiro Alexandre Ferreira Director de Vendas Ricardo Fernandes Director de Canal Antonio Capela Directora de Marketing e da Unidade de Produtos Susana Soares Director de Recursos Humanos e Qualidade Pedro Rocha Pires Directora de Serviços Sofia Sarmento Director da Unidade de Soluções Cloud José Pinto Responsável da Unidade de Manutenção António Enes CARLOS BARROS Director Geral CONTACTOS Morada: Edifício Colombo, Torre Oriente Av. Colégio Militar Nº 37F 3º Piso Lisboa Tel.: Site:

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