Tecnologia e inovação a serviço da sociedade

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1 Tecnologia e inovação a serviço da sociedade

2 Apresentação Institucional Novembro de 2005

3 Histórico Institucional GABINETE Gabinete de Resistência de Materiais (Poli) LABORATÓRIO Laboratório de Ensaios de Materiais - LEM INSTITUTO Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT- Administração Direta IPT Autarquia IPT Sociedade Anônima

4 Missões Prover apoio tecnológico ao setor produtivo industrial Dar suporte à concepção e execução de políticas públicasp Aprimorar e dispor seu acervo tecnológico

5 m² de área construída 57 Laboratórios 40 Sessões Técnicas

6

7 O Processo dos 4 R sr O Processo dos 4 R s no IPT Refocalização Reorganização Redimensionamento Recompensa

8 Unidades TécnicasT Engenharia Civil Metalurgia Mecânica Transportes Geologia Centro de Estruturas e Equipamentos Centro de Metrologia de Fluídos Química Centro Tecnológico do Ambiente Construído Centro Tecnológico da Indústria da Moda Florestais e Madeiras Centro de Metrologia Mecânica e Elétrica Centro da Tecnologia da Informação, Automação e Mobilidade Economia e Engenharia de Sistemas Centro de Aperfeiçoamento Tecnológico Centro de Metrologia em Química

9 Novos Centros CMQ Centro de Metrologia em Química CETAC Centro Tecnológico do Ambiente Construído CINTEQ Centro de Integridade de Estruturas e Equipamentos CIAM Centro de Informática, Automação e Mobilidade CETIM Centro Tecnológico da Indústria da Moda CME Centro de Metrologia Mecânica e Elétrica

10 Alguns Clientes...

11 Soluções Tecnológicas Diferenciadas Serviços tecnológicos correntes (ensaios e calibrações); Serviços tecnológicos especializados; Pesquisa e desenvolvimento; Formulação de políticas públicas; Competência em APLs; Programas especiais: PATEM, Prumo e Progex; OTI Observatório de Tendências

12 Áreas de Excelência Metrologia Qualidade de Produtos e Processos Materiais Tecnologia de Construção Geotecnologia Agrotecnologia Tecnologia de Transportes Biotecnologia

13 Áreas de Excelência Tecnologia da Informação Tecnologia de Processos Energia Tecnologia e Gestão do Meio Ambiente Economia e Gestão da Tecnologia Formação em Tecnologia

14

15

16

17 Suporte as Micro e Pequenas Empresas Unidades Móveis - Prumo

18 Exemplos de projetos Energia Renovável: gaseificação de biomassas Plasma térmico para tratamento de resíduos tóxicos Plástico Biodegradável

19 Exemplos de projetos Desenvolvimento de nova liga metálica para os cabeçotes do motor Zetec Rocam Prêmio Henry Ford de Tecnologia

20 I - META FÍSICA 1 Modernização do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica em Média Tensão II - META FÍSICA 2 Implantação de Rede de Gás Natural III - META FÍSICA 3 Substituição do Sistema de Climatização do Laboratório de Metrologia Elétrica IV - META FÍSICA 4 Substituição de Energia Elétrica por Gás Natural no Forno Rotativo de Secagem do Laboratório de Produção de Areia Normal.

21 META FÍSICA I - OBJETIVOS ESPECÍFICOS I - Circuitos alimentadores aéreos a) Substituição dos condutores em cobre nu por cabos de alumínio tipo W.P.P com cobertura em composto termoplástico de PVC, b) Substituição das ferragens, cruzetas, chaves seccionadoras, muflas, pára-raios, isoladores e postes de sustentação da rede. II - Subestações a) Redução de 39 para 34 subestações b) Reforma de 8 subestações c) Construção de 1 subestação d) Reforma da Central de Distribuição e Proteção do Circuitos Alimentadores III - Iluminação Pública a) Substituição do sistema de iluminação das vias do campus por luminárias de alto rendimento e baixo consumo de energia. IV) Fator de potência a) Complementação do banco de capacitores na Central dos Alimentadores.

22 META FÍSICA I - CIRCUITOS ALIMENTADORES AÉREOS

23 META FÍSICA I - CIRCUITOS ALIMENTADORES AÉREOS - ACESSÓRIOS

24 META FÍSICA I Central de Distribuição e Proteção do Circuitos Alimentadores - Sala dos Disjuntores

25 META FÍSICA I Central de Distribuição e Proteção do Circuitos Alimentadores - Disjuntor Geral

26 META FÍSICA I Central de Distribuição e Proteção do Circuitos Alimentadores Banco de Capacitores kVAr

27 META FÍSICA I - Nova Subestação - 2 MVA

28 META FÍSICA I - Gerador 30kVA - Sala de Comunicações

29 META FÍSICA II - OBJETIVOS ESPECÍFICOS I - Disponibilização do Gás Natural no Campus. a) pressão de 1 bar b) vazão de até 950 m 3 / h c) linha tronco primária enterrada em polietileno, d) linha secundária aparente em cobre e) programas de conversões de equipamentos

30 META FÍSICA II EVOLUÇÃO NO USO DE GÁS NATURAL Janeiro Março Maio Julho Setembro Novembro Média

31 META FÍSICA II - EXEMPLO DO USO DE GÁS NATURAL FORNO DE PIRÓLISE COM SERPENTINA NO PLANO CENTRAL (VERTICAL) E QUEIMADORES INSTALADOS NAS PAREDES 4 FILAS COM 10 QUEIMADORES (3 TAMANHOS) INSTALADOS EM CADA LADO DO FORNO

32 META FÍSICA II - EXEMPLO DO USO DE GÁS NATURAL VISTA DE UM QUEIMADOR TÍPICO (MODELO 1) PARA PRODUZIR CHAMAS MURAIS DESCARGA DA MISTURA AR PRIMÁRIO+GÁS

33 META FÍSICA II - EXEMPLO DE USO DE GÁS NATURAL CONJUNTO (QUEIMADOR + PLENUM) MONTADO NA FORNALHA DE TESTES

34 META FÍSICA II - EXEMPLO DE USO DE GÁS ATURAL RESULTADOS OBTIDOS ATÉ O MOMENTO POTÊNCIAS FORNECIDAS EM CADA NÍVEL DE QUEIMADORES (SITUAÇÃO ORIGINAL OUT/04) POT. TOTAL = kw POTÊNCIAS FORNECIDAS EM CADA NÍVEL DE QUEIMADORES (SITUAÇÃO ATUAL AGO/05) POT. TOTAL = kw NÍVEL kw NÍVEL kw APLICAÇÃO PARCIAL DOS RESULTADOS DO TRABALHO NÍVEL kw NÍVEL kw NÍVEL kw NÍVEL kw ECONOMIA DE GÁS NATURAL OBTIDA: ~ 15% NÍVEL kw NÍVEL kw

35 META FÍSICA III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS I - Retrofit no Sistema de Climatização do Laboratório de Metrologia Elétrica a) instalação de novos resfriadores de líquidos e condicionadores de ar b) instalação de um sistema de automação e controle c) substituição geral da rede hidrônica II Energia a) redução de 50% no consumo: de kwh / mês kwh / mês.

36 META FÍSICA III - CHILLER A GÁS NATURAL 3 Chillers de 5 TRs Robur

37 META FÍSICA III - FAIN COIL 6 - Fain Coil de 5 TRs

38 META FÍSICA III - SISTEMA DE AUTOMAÇÃO

39 META FÍSICA III - SISTEMA DE AUTOMAÇÃO Controle das condições ambientais não susceptíveis às quedas de energia elétrica. Comentário: O controle das condições ambientais deixou de ser completamente susceptível às quedas de energia - muito freqüentes no verão. Por conta disso, algumas calibrações que exigiam condicionamento ambiental, antes de serem retomadas (após a queda de energia) tinham de ser refeitas desde o começo, implicando atrasos na programação e mal estar junto ao cliente. Motivação do pessoal. Comentário: A facilidade de operação, a qualidade do sistema e a vanguarda em desfrutar de um sistema alternativo e adequado ao meio ambiente funcionam como significativo fator motivacional à equipe, implicando melhoria de produtividade. Ação preventiva a provável não conformidade do INMETRO relacionada às condições ambientais. Comentário: Nas duas auditorias anteriores à instalação do novo Sistema, o INMETRO sinalizou o risco de ter de empobrecer o escopo de incertezas de medição concedido ao Laboratório, devido às dificuldades para controle ambiental. Melhoria da qualidade e da produtividade dos serviços.

40 META FÍSICA IV - OBJETIVOS ESPECÍFICOS I Programa de Migração de Insumo Energético Forno Rotativo de Secagem do Laboratório de Produção de Areia Normal. a) Materiais de referência padrão definidos na norma ABNT NBR-7214/82. b) O IPT é o único produtor no País c) A produção passou de kg/mês para kg/mês. d) Substituição do gerador elétrico de ar quente por um gerador de gases de combustão a gás natural e) Implantação do sistema de captação de particulado na exaustão dos gases quentes. d) O gerador elétrico fornecia ar quente ao forno rotativo, mantendo-o pressurizado, o que propiciava vazamento de ar quente e de areia fina no ambiente do laboratório e na atmosfera; o sistema de captação de particulado proposto promoverá a despressurização do forno eliminando o vazamento de areia fina e atenuará a emissão de particulados na atmosfera.

41 META FÍSICA IV - FORNO ROTATIVO COM QUEIMADOR ACOPLADO Produção 350 kg/h TEMPERATURA NO INTERIOR DO FORNO: Elétrico: T 100ºC Gás: T 250 ºC Ganho mensal de energia mês kwh

42 META FÍSICA IV - FORNO ROTATIVO - SISTEMA DE EXAUSTÃO DE GASES DE QUEIMA E SÓLIDOS

43 IMPACTOS PREVISTOS I - Foco das Ações: a) estruturar a matriz energética do Instituto com disponibilização eficaz de insumos, b) modernização de instalações de infra-estrutura elétrica, c) implantação de programas de migração de insumos, e d) de eficiência energética. II - Impactos previstos: a) eliminação de desperdícios b) otimização dos recursos energéticos, c) oferta de insumos alternativos, d) obtenção de matriz energética confiável, de boa qualidade e limpa, e) manter estável o índice de redução alcançado no período de racionamento, na ordem de 25%,

44 IMPACTOS PREVISTOS - AÇÕES CONJUNTAS a) realização de diagnósticos e estudos de retrofit nos diversos sistemas elétricos que compõem às instalações de baixa tensão do Instituto; b) elaboração de diretrizes e normas para aquisição de equipamentos, segundo critérios de eficiência energética e coordenadas da matriz energética; c) elaboração de recomendações construtivas, arquitetônicas e de projeto de sistemas elétricos, objetivando orientar as reformas e novas construções no Campus, com vistas a alcançar a maior eficiência energética possível; d) ampliar a campanha de divulgação contra desperdício de energia; e e) incentivar o desenvolvimento de trabalhos de micro e macroplanejamento de programas de conservação e substituição de energéticos nos principais setores consumidores da sociedade

45 Consumo de Energia Elétrica kw r Obrigado! Janeiro Março Maio Julho Setembro Novembro Média

46 Consumo de Energia Elétrica kw kw Ano DEMANDA PONTA DEMANDA FORA DE PONTA

47 MATRIZ ENERGÉTICA INSUMO DISTRIBUIÇÃO Antes Depois Eletricidade 99,00% 90,00% Gás Natural 0,00% 9,50% GLP 0,75% 0,25% Óleo Combustível 0,25% 0,25%

48 RECURSOS META FÍSICA VALOR II - GÁS NATURAL R$ ,00 III - AR CONDICIONADO R$ ,00 IV - FORNO R$ ,00 I - REDE ELÉTRICA R$ ,49 TOTAL R$ ,49

49 r Obrigado! Tecnologia e inovação a serviço da sociedade

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