DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO"

Transcrição

1 N. o 035/B/2010-DBS/AMCM Data: 05/10/2010 DIRECTIVA RELATIVA À CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS HIPOTECÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE HABITAÇÃO A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o do seu Estatuto, aprovado pelo Decreto-Lei n. o 14/96/M, de 11 de Março, e pelo Artigo 6. o do Regime Jurídico do Sistema Financeiro (RJSF), aprovado pelo Decreto-Lei n. o 32/93/M, de 5 de Julho, também conhecido por Lei do Sistema Financeiro, determina o seguinte: 1. Introdução 1.1 Considerando a rápida subida dos preços do imobiliário e o aumento considerável da concessão de empréstimos a ele afectos, a AMCM avaliou, através de um estudo aprofundado, as políticas e os procedimentos adoptados pelas instituições de crédito autorizadas relativas às suas actividades de concessão de empréstimos àquele sector. Os resultados dessa avaliação mostraram que as instituições adoptam geralmente uma abordagem prudente e cuidadosa quanto aos seus negócios hipotecários para aquisição de habitação e têm processos de gestão de risco rigorosos para monitorizar e gerir os riscos associados a esses negócios. 1.2 Apesar destas conclusões, a AMCM considera que, para o desenvolvimento a longo prazo dos negócios hipotecários para aquisição de habitação das instituições, será vantajoso estabelecer um limite ao valor do empréstimo (LTV), como referência para a indústria, pois tal poderá criar condições e ajudar as instituições a jogar pelo seguro com o aumento da concorrência. A AMCM gostaria ainda de alertar a indústria para a importância de ser efectuada uma apreciação cuidadosa e prudente à solidez financeira e à capacidade dos mutuários para suportarem os encargos da dívida, em vez de apenas se confiar no valor da garantia real. 1.3 Assim, esta Directiva apresenta os princípios base e as regras sobre concessão de empréstimos hipotecários para aquisição de habitação. Estabelece ainda 1

2 uma supervisão ao limite do LTV referente aos negócios hipotecários para aquisição de habitação, para reflectir o resultado do estudo acima, o qual revela que as instituições apoiaram a intenção da AMCM de conceber esse limite. 1.4 Esta Directiva aplica-se a todas as instituições de crédito autorizadas quer às localmente constituídas, quer às sucursais dos bancos com sede no exterior autorizadas a operar em Macau. Para efeitos desta Directiva, a expressão empréstimos hipotecários para aquisição de habitação aplica-se aos empréstimos concedidos em Macau às pessoas para compra de imóveis para habitação e para compra de espaços destinados a estacionamento. Esta noção de empréstimos hipotecários para aquisição de habitação, não obstante, não impede que as instituições apliquem os mesmos critérios de concessão de empréstimos aos empréstimos com características idênticas. 2. Políticas e Procedimentos 2.1 As instituições de crédito autorizadas devem estabelecer políticas de concessão de empréstimos que apresentem as suas estratégias gerais e os objectivos, bem como definir o nível de risco aceitável pelo seu conselho de administração (ou, no caso das sucursais dos bancos, pelas suas sedes no exterior). Tais políticas devem basear-se numa análise cuidadosa dos factores internos e externos e ser objecto de revisão e aprovação pelo conselho de administração das instituições, pelo menos uma vez por ano. No que se refere aos empréstimos hipotecários para aquisição de habitação, as políticas devem fixar regras claras e mensuráveis a observar, que permitam que o pessoal das instituições afecto à concessão de empréstimos avalie a capacidade dos mutuários para pagarem os empréstimos. As políticas devem pelo menos aludir às seguintes regras: a) montante máximo do empréstimo; b) limite do LTV; c) rácio máximo para suportar os encargos da dívida; d) prazo máximo de vencimento do empréstimo; e) formas de avaliação dos imóveis. 2.2 As instituições devem também estabelecer procedimentos administrativos para a concessão dos seus empréstimos hipotecários para aquisição de habitação. 2

3 Os procedimentos devem aludir ao seguinte, bem como a outras medidas prudenciais que possam ser adoptadas pelas instituições: a) aos documentos ou aos elementos necessários à verificação da informação fornecida pelo mutuário; b) à conclusão do empréstimo e ao seu pagamento (por exemplo, preparação de documentos legais e pagamento de fundos de acordo com o contrato de empréstimo); c) à administração de valores (por exemplo, cobrar prémios de seguro ao mutuário e remeter os fundos à companhia seguradora); d) ao processamento dos pagamentos (por exemplo, receber e diligenciar pelos pagamentos do empréstimo); e) à administração das garantias (por exemplo, manter documentos para reflectir a situação do direito de retenção da instituição sobre a garantia). f) à revisão dos empréstimos; g) às cobranças e à execução das hipotecas. 2.3 Os procedimentos administrativos acima devem assegurar a separação das responsabilidades pelos pagamentos, e pela recepção dos fundos e pelo controlo dos documentos, devido à importância de um registo oportuno das garantias da instituição. Sempre que possível, as instituições devem fazer seguro dos imóveis garantidos (por exemplo, seguro contra fogo), intitulandose elas mesmas suas beneficiárias. Embora o custo do seguro seja para ser suportado pelos mutuários, as instituições devem ter em atenção que muitas apólices de seguro contem uma opção das companhias seguradoras no sentido de limitarem as suas responsabilidades aos montantes necessários para reintegrar ou repor os imóveis hipotecados. Para justificar os custos, as instituições devem assegurar que os montantes seguros não sejam excessivos Para monitorizar de acordo com as suas políticas e procedimentos de concessão de empréstimos, as instituições devem também estabelecer e manter: 1 Por exemplo, será considerado excessivo o montante a segurar até ou para além do valor de mercado do bem imóvel. A prática normal vai no sentido de as instituições limitarem o montante seguro ao montante do empréstimo hipotecário ou aos custos de construção. 3

4 a) funções eficazes de conformidade para assegurarem o cumprimento das políticas e dos procedimentos; b) funções eficazes de auditoria interna para, com objectividade, examinarem, avaliarem e informarem em matéria de adequação e eficácia dos controlos internos das instituições nos negócios. 3. Regras a observar 3.1 Os empréstimos hipotecários para aquisição de habitação prudentemente assumidos devem ter por base regras claras e mensuráveis a observar. As regras base que a AMCM espera que as instituições tenham implementado, são as abaixo apresentadas sob n. os 3.2 a Montante máximo do empréstimo. Os empréstimos hipotecários para aquisição de habitação pertencem à categoria dos activos relativamente ilíquidos. O mercado imobiliário está também sujeito à influência de factores sobre os quais as próprias instituições não têm controlo. Assim, as instituições devem estabelecer um limite aos referidos empréstimos hipotecários para aquisição de habitação para evitar a sua excessiva concentração e facilitar a gestão dos riscos relevantes. O montante máximo dos empréstimos hipotecários para aquisição de habitação pode ser um montante absoluto ou ser expresso por uma percentagem da carteira de empréstimos tendo em conta, relativamente a cada instituição, entre outras características, a sua dimensão, condição financeira, experiência, número de pessoas afectas à concessão de empréstimos, condições de mercado, etc. 3.3 Limite máximo do LTV. O LTV é o rácio, expresso em percentagem, que resulta da divisão entre o montante do empréstimo, a inscrever no numerador, e o valor do imóvel hipotecado, a colocar no denominador (exemplificando: se no início da operação de empréstimo o valor do imóvel a hipotecar for $ ,00 e o empréstimo a conceder for $75.000,00, a operação de divisão indica que o LTV é 75%). Os resultados de certos estudos sugerem que quanto mais baixo for o LTV, mais baixo será o risco de incumprimento. Tendo em conta as condições de mercado do imobiliário, a AMCM considera prudente que as instituições respeitem um limite máximo de 70% como rácio do LTV. No entanto, no caso de imóveis adquiridos por residentes de Macau 2 por um 2 Para efeitos desta Directiva, entende-se por residentes de Macau os indivíduos portadores de BIR Bilhete de Identidade de Residente de Macau e de Bilhete de Identidade de Residente Não Permanente. 4

5 valor igual ou inferior a MOP 3,3 milhões, pode ser aplicado um rácio LTV mais elevado até 90%, mas o montante do empréstimo não deve exceder 70% de MOP 3.3 milhões 3. As instituições devem observar estes limites de supervisão ao estabelecerem os seus próprios limites internos e adoptar o custo de aquisição real mais baixo para o mutuário ou a estimativa do valor apresentado numa avaliação ou apreciação no cálculo do LTV. 3.4 Rácio máximo para suportar os encargos da dívida. É importante definir um rácio prudente para suportar os encargos da dívida, de forma a assegurar que o mutuário será capaz de pagar os seus empréstimos. Um rácio prudente para suportar os encargos da dívida, de acordo com as regras do mercado, é 50%; a AMCM espera que as instituições adoptem este rácio como seu rácio máximo para suportar os encargos da dívida nas suas políticas de concessão de empréstimos. Para calcular este rácio, na operação de divisão o numerador deve incluir o montante da prestação mensal do empréstimo hipotecário mais outras responsabilidades conhecidas que o mutuário deve restituir mensalmente; por exemplo, os pagamentos resultantes de empréstimos pessoais mutuados pelo banco credor hipotecário ou por outros bancos e os pagamentos resultantes de outros empréstimos hipotecários. O denominador deve incluir os rendimentos mensais do mutuário Prazo máximo de vencimento do empréstimo. As instituições devem estabelecer o prazo máximo de vencimento dos empréstimos hipotecários para aquisição de habitação. Em resposta à competição desenfreada e à rápida subida dos preços, algumas instituições podem estar na disposição de prorrogar o prazo de vencimento dos seus empréstimos hipotecários para aquisição de habitação por 20 ou 30 anos. A prorrogação do prazo de vencimento do empréstimo ajudará a melhorar o rácio para suportar os encargos da dívida dos mutuários, especialmente a faixa de clientes de rendimentos mais baixos. Não obstante, tal situação aumentará, ao mesmo tempo, o risco das instituições. Deste modo, como regra, a AMCM não deseja que uma instituição conceda empréstimos para além da idade de reforma do mutuário. Esta regra vale mesmo para os casos em que um fiador jovem garante o empréstimo. 3 O objectivo deste limite é evitar situações anormais, como a que resultaria se o montante máximo que um comprador de um imóvel de valor ligeiramente inferior a MOP 3,3 milhões pudesse pedir emprestado, fosse maior do que o que viesse a ser pedido para um imóvel avaliado em MOP 3,3 milhões. 4 Deve incluir-se aqui também qualquer outro mutuário. Assim, se o mutuário e o seu cônjuge estiverem casados sob o regime da comunhão de bens, as responsabilidades e os rendimentos mensais do cônjuge do mutuário devem ser incluídos no cálculo do rácio do serviço de dívida. 5

6 3.6 Formas de avaliação dos imóveis. As instituições devem estabelecer procedimentos claros para avaliação dos imóveis a hipotecar. Mesmo que as instituições especializadas em concessão de empréstimos hipotecários para aquisição de habitação possam ter os seus próprios departamentos de avaliação, a AMCM espera que as instituições utilizem os serviços de peritos profissionais independentes para avaliar imóveis de elevado valor. As políticas das instituições devem, não obstante, revelar claramente quando é que um perito profissional independente é utilizado. Uma abordagem vulgarmente utilizada seria a utilização de peritos profissionais independentes nos casos de concessão de empréstimos que excedam determinado montante. Nos casos em que a avaliação interna seja utilizada, os procedimentos devem ser adequados para assegurar que as avaliações são realizadas por pessoal qualificado e adequadamente treinado e que o mesmo não está envolvido no processo de aprovação dos empréstimos. Para assegurar que tal avaliação não está em contradição com o valor real do mercado ou que haja uma sobreavaliação, as instituições devem cruzar a avaliação interna com a avaliação profissional, mediante amostragem, de tempos a tempos. No que respeita às avaliações interna e externa, ambas devem conter informação suficiente e análise para apoiar a decisão das instituições em se envolverem nas transacções. Por exemplo, informação e análise sobre idade, localização, condições, construção, layout e equipamento, bem como relativa a outros factores que sejam decisivos para determinar o valor de mercado dos imóveis em causa. 3.7 Algumas instituições, para além da concessão de empréstimos hipotecários para aquisição de habitação, podem colocar à disposição dos mutuários hipotecários empréstimos pessoais. Não obstante, a AMCM não gostaria de saber que os empréstimos pessoais são, de facto, empréstimos quasehipotecários concedidos para contornar os limites de supervisão do LTV (vide n. o 3.3 acima). Assim, as instituições não devem criar condições especiais para empréstimos pessoais concedidos àqueles seus clientes. Por exemplo, o montante do empréstimo pessoal não deve ser expresso como uma percentagem do valor do imóvel a ser hipotecado; não deve ser incluído no pacote de crédito de tal modo que apenas esteja à disposição dos compradores de um projecto imobiliário particular; o vencimento do empréstimo pessoal não deve ir além das regras de mercado para tais negócios; e, no caso de um empréstimo para fins de obras de decoração, a sua utilização efectiva não deve ocorrer antes da data de conclusão da compra do imóvel em questão. 4. Excepções 4.1 Reconhece-se que, empréstimo a empréstimo, as instituições possam ter boas razões justificativas (por exemplo, o mutuário ser digno de crédito e beneficiar 6

7 de crédito adicional) que prevaleçam sobre a obrigação de aplicar estritamente todas as regras acima mencionadas. Pode, não obstante, em casos especiais, ser oportuno que as instituições concedam empréstimos hipotecários para aquisição de habitação excepcionais. 4.2 O conselho de administração deve ser responsável pela criação das regras relativas à aprovação e à revisão dos empréstimos excepcionais. Para evitar que as regras a observar sejam enfraquecidas e assegurar que o volume dos empréstimos excepcionais não seja excessivo, o conselho de administração de cada instituição deve também pensar em estabelecer um limite ao montante total dos seus empréstimos excepcionais. 4.3 A aprovação de empréstimos excepcionais deve ser baseada em justificações escritas que apresentem com clareza todos os factores de crédito relevantes que fundamentaram a decisão de aprovação. Estas justificações e documentos de aprovação devem ser mantidos como parte permanente do dossier do empréstimo. O montante total dos empréstimos excepcionais deve ser objecto de relatório a submeter ao conselho de administração das instituições, pelo menos trimestralmente. 5. Autoridade de supervisão 5.1 De tempos a tempos, a AMCM avaliará a adequação das políticas e das práticas das instituições relativas à concessão de empréstimos hipotecários para aquisição de habitação, para determinar se estão de acordo com esta Directiva e com as boas e saudáveis práticas sobre concessão de empréstimos. 5.2 No decurso das acções de supervisão, a AMCM analisará também os relatórios relativos aos empréstimos excepcionais para determinar se as excepções das instituições se encontram adequadamente documentadas e são apropriadas à luz de todas as considerações de crédito relevantes. 7

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

- Aviso n.º 14/2009-AMCM -

- Aviso n.º 14/2009-AMCM - - Aviso n.º 14/2009-AMCM - ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA GUIA PARA AS INSTITUIÇÕES SEGURADORAS AUTORIZADAS REFERENTE AO TRATAMENTO DE QUEIXAS DE TOMADORES DOS SEGUROS/CLIENTES/TERCEIROS

Leia mais

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Fundos de Investimento Imobiliário Registo e Autorização de Peritos Avaliadores B.O n.º 18 - I Série Regulamento nº 1/2008 12 de Maio Fundos de Investimento

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 27 Demonstrações

Leia mais

Ficha de Informação Geral

Ficha de Informação Geral Objectivo da Ficha de Informação Geral Oferecer aos Clientes informação de carácter geral sobre o crédito à habitação, o mais transparente, sistemático e rigorosamente possível, antes da formalização de

Leia mais

FINANCIAMENTO À HABITAÇÃO

FINANCIAMENTO À HABITAÇÃO FINANCIAMENTO À HABITAÇÃO WORKSHOP FINANCIAMENTO ÀS INFRA-ESTRUTURAS, À AGRICULTURA E À AGRO-INDÚSTRIA APRESENTADO POR: EDSON VAZ PRESIDENTE DA COMISSÃO EXECUTIVA DO FUNDO DE FOMENTO HABITACIONAL INSTRUMENTOS

Leia mais

Novas regras na habitação

Novas regras na habitação Novas regras na habitação PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 7 DE JANEIRO DE 2013 POR JM A lei n.º 59/2012, de novembro, cria salvaguardas para os mutuários de crédito à habitação e altera o decreto-lei

Leia mais

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS

DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS DIRECTRIZ CONTABILÍSTICA N. o 1/91 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÃO DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 Objectivo A presente directriz visa normalizar os procedimentos contabilísticos necessários para

Leia mais

Decreto-Lei n.º 15/97/M. de 5 de Maio

Decreto-Lei n.º 15/97/M. de 5 de Maio Decreto-Lei n.º 15/97/M de 5 de Maio Desenvolveram-se, nos últimos tempos, as sociedades dedicadas à entrega rápida de pequenos valores em numerário, entre diversos países e territórios, prestando serviços,

Leia mais

Regime dos Planos de Poupança em Acções

Regime dos Planos de Poupança em Acções Decreto-Lei n.º 204/95 de 5 de Agosto * A constituição de planos individuais de poupança em acções, além de procurar estimular a canalização dos recursos das famílias para a poupança de longo prazo, visa

Leia mais

I. Em primeiro lugar apresente a queixa à instituição seguradora autorizada

I. Em primeiro lugar apresente a queixa à instituição seguradora autorizada DECLARAÇÃO DE POLÍTICA A PROSSEGUIR NO TRATAMENTO DE QUEIXAS CONTRA SEGURADORAS, MEDIADORES DE SEGUROS E SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES DE DIREITO PRIVADO Introdução 1. Ao abrigo do Estatuto

Leia mais

Autorização para o exercício da actividade de seguros

Autorização para o exercício da actividade de seguros Autorização para o exercício da actividade de seguros Entidade competente: Seguros (AMCM DSG) Autoridade Monetária de Macau Departamento de Supervisão de Endereço :Calçada do Gaio, N 24 e 26, Macau Telefone

Leia mais

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário;

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário; ACORDO EUROPEU SOBRE UM CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ( ACORDO ) O presente Acordo foi negociado e adoptado pelas

Leia mais

Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro

Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro Cria um instrumento financeiro denominado obrigações hipotecárias. B.O. n.º 40 - I Série Decreto n.º 63/99 de 2 de Novembro O presente diploma, dando sequência à reforma

Leia mais

ANEXO III EXPOSIÇÕES ANALISADAS INDIVIDUALMENTE. Parte 1 Valor Recuperável do Crédito

ANEXO III EXPOSIÇÕES ANALISADAS INDIVIDUALMENTE. Parte 1 Valor Recuperável do Crédito ANEXO III EXPOSIÇÕES ANALISADAS INDIVIDUALMENTE Parte 1 Valor Recuperável do Crédito O cálculo do valor recuperável do crédito deverá atender aos aspectos que caracterizam cada exposição creditícia e/ou

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO Índice Finalidades do crédito à habitação Avaliação da capacidade financeira Ficha de Informação Normalizada (FIN) Prazo Modalidades de reembolso

Leia mais

Deliberação n.º 156/09

Deliberação n.º 156/09 Deliberação n.º 156/09 Princípios aplicáveis aos tratamentos de dados pessoais no âmbito de Gestão de Informação com a finalidade de Prospecção de Opções de Crédito A Comissão Nacional de Protecção de

Leia mais

BIG Alocação Condições Gerais

BIG Alocação Condições Gerais ARTIGO PRELIMINAR Entre a, e o Tomador do Seguro mencionado nas Condições Particulares é estabelecido o contrato de seguro que se regula pelas, Especiais e Particulares da Apólice, de acordo com as declarações

Leia mais

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 A Instrução n.º 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão n.º 2001/193/CE, de 1 de Março de 2001,

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

Código de Conduta Voluntário

Código de Conduta Voluntário O Banif, SA, ao formalizar a sua adesão ao Código de Conduta Voluntário do crédito à habitação, no âmbito da Federação Hipotecária Europeia, e de acordo com as recomendações da Comissão Europeia e do Banco

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL

Leia mais

Simulação de Crédito Imobiliário

Simulação de Crédito Imobiliário Simulação de Crédito Imobiliário Data de Impressão: 16-02-2015 19:42 Número de Simulação: 14616115 / x944719 Gestor de Projeto: MIGUEL VELEZ (211126702) Resumo Prestação inicial Prestação Comissão manutenção

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo do BANCO PRIMUS, SA, contém o Folheto de e Despesas (que incorpora

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PÚBLICA ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O P Ú B L I C A ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros O revisor oficial de contas (ROC) é reconhecido na legislação e regulamentação em vigor

Leia mais

CRÉDITO À HABITAÇÃO. Banco de Cabo Verde

CRÉDITO À HABITAÇÃO. Banco de Cabo Verde S DO BANCO DE CABO VERDE CRÉDITO À HABITAÇÃO Banco de Cabo Verde Banco de Cabo Verde Crédito à Habitação Banco de Cabo Verde Cidade da Praia 013 Ficha Técnica Título: Crédito à Habitação Autor: Banco de

Leia mais

Decreto-Lei n.º 15/83/M. de 26 de Fevereiro

Decreto-Lei n.º 15/83/M. de 26 de Fevereiro Decreto-Lei n.º 15/83/M de 26 de Fevereiro O Decreto-Lei n.º 35/82/M, de 3 de Agosto, ao regular o sistema de crédito e a estrutura financeira do Território, introduziu modificações importantes na organização

Leia mais

Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Mod. Versão 65.01 Informação actualizada a: 04/04/2011 Designação Comercial: Fidelity Poupança Data de início de Comercialização: 01/02/2007 Empresa de Seguros Entidade Comercializadora Autoridades de

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 34/2005 17/02 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/49/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa a um regime fiscal comum

Leia mais

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90 EMISSOR : Ministério das Finanças DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I PÁGINAS DO DR : 1808 a 1810 Decreto-Lei n.º 125/90, de 16 de Abril

Leia mais

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Enquanto o mercado dos produtos e serviços financeiros foi regulado de forma administrativa, a procura que lhes era dirigida defrontava condições do lado da oferta

Leia mais

15 de Janeiro 2013 Contencioso de Cobrança

15 de Janeiro 2013 Contencioso de Cobrança O último trimestre de 2012 fica marcado pela aprovação de alguns diplomas legais com incidência nas operações bancárias relativas a contratos de crédito, que visam, genericamente, assegurar uma maior protecção

Leia mais

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional

Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ORGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCALIZAÇÃO 1. Objectivos da Política de Remuneração dos órgãos de administração e fiscalização da Companhia de Seguros Açoreana, SA (

Leia mais

NCRF 1 Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras

NCRF 1 Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras NCRF 1 Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 1 - Apresentação de Demonstrações Financeiras,

Leia mais

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE PROSPECTO SIMPLIFICADO ICAE INSTRUMENTO DE CAPTAÇÃO DE AFORRO ESTRUTURADO (NÃO NORMALIZADO) Os elementos constantes deste Prospecto Simplificado reportam-se a 30 de Abril de 2009

Leia mais

SOLARH. Legislação aplicável: Definição e Objectivos:

SOLARH. Legislação aplicável: Definição e Objectivos: Legislação aplicável: Decreto-Lei n.o 39/2001 revoga o Decreto-Lei nº 7/99, de 8 de Janeiro. SOLARH Definição e Objectivos: O Apoio Financeiro Especial para Obras em Habitação Permanente (SOLARH), visa

Leia mais

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO

IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL PROPOSTA DE LEI N.º /2010 DE DE FUNDO FINANCEIRO IMOBILIÁRIO A presente Lei cria o Fundo Financeiro Imobiliário e estabelece o respectivo regime jurídico. Os princípios de planeamento,

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 97/11 Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário

Regulamento da CMVM n.º 97/11 Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República Regulamento da CMVM n.º 97/11 Critérios de Avaliação e Peritos Avaliadores dos Imóveis dos Fundos de Investimento Imobiliário O Decreto

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Princípios aplicáveis ao desenvolvimento dos Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros As melhores práticas internacionais na regulamentação

Leia mais

DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS

DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS Circular No. 169/B/2002-DSB/AMCM (Data: 21/11/2002) DIRECTIVAS PARA O CONTROLE INTERNO DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO AUTORIZADAS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), com os poderes conferidos pelo artigo

Leia mais

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação; 14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a)

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO NOÇÕES BÁSICAS SOBRE CRÉDITO

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO NOÇÕES BÁSICAS SOBRE CRÉDITO ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO NOÇÕES BÁSICAS SOBRE CRÉDITO Índice Conceito de empréstimo Avaliação da capacidade financeira Principais tipos de crédito Ficha de Informação Normalizada Principais características

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo do BANCO PRIMUS, SA, contém o Folheto de e Despesas (que incorpora

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR OBTENÇÃO E ELABORAÇÃO DOS DADOS ACTUARIAIS E ESTATÍSTICOS DE BASE NO CASO DE EVENTUAIS DIFERENCIAÇÕES EM RAZÃO DO SEXO NOS PRÉMIOS E PRESTAÇÕES INDIVIDUAIS DE SEGUROS E DE

Leia mais

Crédito para Estudantes do Ensino Superior com Garantia Mútua

Crédito para Estudantes do Ensino Superior com Garantia Mútua Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Crédito para Estudantes do Ensino Superior com Garantia Mútua Termos de referência para as condições mínimas de acesso ao Fundo de Contragarantia Mútua,

Leia mais

2 3 4 5 6 Parte I - Identificação Destina-se ao preenchimento dos dados pessoais de identificação do declarante e do seu cônjuge ou unido de facto. 1. Motivo da apresentação da declaração (1) Início do

Leia mais

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura).

(c) Activos biológicos relacionados com a actividade agrícola e produto agrícola na altura da colheita (ver a NCRF 17 - Agricultura). NCRF 18 Inventários Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 2 - Inventários, adoptada pelo texto original do Regulamento (CE) n.º 1126/2008

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito

REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU. CAPITULO I Disposições Gerais. Artigo 1º Âmbito REGULAMENTO DAS BOLSAS CENTRO CIENTÍFICO E CULTURAL DE MACAU CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ao abrigo da Lei

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS FUNDOS ESPECIAIS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S M I S T O S ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII)

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 300 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 300 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 300 PLANEAMENTO Junho de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-4 Planeamento do Trabalho 5-8 Plano Global de Revisão / Auditoria 9-10 Programa de Revisão / Auditoria 11-12

Leia mais

RELATÓRIO DE RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO

RELATÓRIO DE RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO RELATÓRIO DE RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO 2013 MARÇO DE 2014 2 ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 1. RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE CRÉDITO... 3 2. RISCO DE CONCENTRAÇÃO DE MERCADO... 4 3. CONCENTRAÇÃO DE RISCO

Leia mais

Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro

Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro Não dispensa a consulta do regulamento publicado em Diário da República NORMA REGULAMENTAR N.º 19/2007-R, de 31 de Dezembro Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto de e Despesas: 01-set-2015 Data de Entrada em vigor do

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Janeiro de 2009 Resultados para Portugal I. Apreciação Geral De acordo com os resultados do inquérito realizado em Janeiro de 2009, os cinco grupos bancários

Leia mais

Anexo ao Aviso do Banco de Portugal nº 8/2007 Anexo VII - Utilização de Modelos Internos para o Cálculo dos Requisitos de Fundos Próprios

Anexo ao Aviso do Banco de Portugal nº 8/2007 Anexo VII - Utilização de Modelos Internos para o Cálculo dos Requisitos de Fundos Próprios Anexo ao Aviso do Banco de Portugal nº 8/2007 Anexo VII - Utilização de Modelos Internos para o Cálculo dos Requisitos de Fundos Próprios 1 - O Banco de Portugal, nas condições definidas no presente Anexo,

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 04/2013 De 31 de Julho

INSTRUTIVO N.º 04/2013 De 31 de Julho INSTRUTIVO N.º 04/2013 De 31 de Julho ASSUNTO: CASAS DE CÂMBIO - REGRAS OPERACIONAIS Considerando a necessidade de se adequar as regras operacionais das casas de câmbio, ao efectivo monitoramento do fluxo

Leia mais

Impostos Diferidos e o SNC

Impostos Diferidos e o SNC Impostos Diferidos e o SNC Na vigência do anterior Plano Oficial de Contabilidade (POC) a Directriz Contabilistica (DC) nº 28, da Comissão de Normalização Contabilística (CNC) veio, em tempo, estabelecer

Leia mais

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques

IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques IMPOSTO DO SELO Particularidades da sua aplicação Abílio Marques Neste artigo, o leitor encontrará, tratadas e comentadas, várias questões respeitantes ao Imposto do Selo, o qual, se já não era de fácil

Leia mais

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO CVGARANTE SOCIEDADE DE GARANTIA MÚTUA PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO 14 de Outubro de 2010 O que é a Garantia Mútua? É um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às empresas,

Leia mais

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo.

1. Os AFT devem ser contabilisticamente mensurados no reconhecimento inicial pelo seu custo. Classificação: 00 0. 0 1. 0 9 GABINETE DO DIRECTOR GERAL Direcção de Serviços do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas Activos Fixos Tangíveis Código do IRC Decreto Regulamentar n.º 25/2009,

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004

PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 PROSPECTO SIMPLIFICADO (actualizado a 31 de Dezembro de 2008) Designação: Liberty PPR Data início de comercialização: 19 de Abril de 2004 Empresa de Seguros Entidades comercializadoras Autoridades de Supervisão

Leia mais

Lei n. o 64/2014 26-08-2014

Lei n. o 64/2014 26-08-2014 Lei n. o 64/2014 26-08-2014 Assunto: Aprova o regime de concessão de crédito bonificado à habitação a pessoa com deficiência e revoga os Decretos-Leis n. os 541/80, de 10 de novembro, e 98/86, de 17 de

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Banif SA - Pag. 1 de 13

Banif SA - Pag. 1 de 13 FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA - CRÉDITO À HABITAÇÃO E DE CRÉDITO CONEXO PARTE I - CONDIÇÕES FINANCEIRAS DO CRÉDITO À HABITAÇÃO A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO E OBSERVAÇÕES 1. Identificação da Instituição

Leia mais

Ficha de Informação Geral

Ficha de Informação Geral Objectivo da Ficha de Informação Geral Oferecer aos Clientes informação de carácter geral sobre o crédito à habitação, o mais transparente, sistemática e rigorosamente possível, antes da formalização de

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008,

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DE 29 DE MAIO E PELO DECRETO-LEI N.º 192/2009, DE 17 DE AGOSTO Regula as práticas comerciais das instituições de crédito no

Leia mais

TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1

TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 TRATAMENTO CONTABILÍSTICO DE CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS 1 Os procedimentos contabilísticos a adoptar nas operações de concentração de actividades empresariais são definidos nas seguintes

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento Industrial e de Comercialização Boletim de candidatura ao Plano de apoio a jovens empreendedores

Fundo de Desenvolvimento Industrial e de Comercialização Boletim de candidatura ao Plano de apoio a jovens empreendedores 1/5 1ª Parte Dados do empresário candidato 1.1 Nome do empresário Nº de contribuinte: Chinês : Português : CHAN TAI MAN Inglês : Preencha o nome de contribuinte e o Nº de contribuinte constantes da declaração

Leia mais

até 31.08.87 100% até 30.09.87 95% até 30.10.87 90% até 30.11.87 85% até 31.12.87 80% Circular n 1214, de 4 de agosto de 1987

até 31.08.87 100% até 30.09.87 95% até 30.10.87 90% até 30.11.87 85% até 31.12.87 80% Circular n 1214, de 4 de agosto de 1987 1 06/01/1988. CIRCULAR Nº 1.214 Documento normativo revogado pela Circular 1278, de 05/01/1988, a partir de Às Sociedades de Crédito Imobiliário, Associações de Poupança e Empréstimo e Caixas Econômicas

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO GERAL DE CRÉDITO À HABITAÇÃO Versão 7/11 1Julho 2011

FICHA DE INFORMAÇÃO GERAL DE CRÉDITO À HABITAÇÃO Versão 7/11 1Julho 2011 Observações preliminares O presente documento não constitui uma oferta juridicamente vinculativa. Os dados quantificados são fornecidos de boa fé e constituem uma descrição exacta da oferta que o mutuante

Leia mais

Contratos financeiros

Contratos financeiros Contratos financeiros Dos vários contratos financeiros existentes, dois merecem especial destaque: o leasing e o factoring. LEASING OU LOCAÇÃO FINANCEIRA O leasing, ou a locação financeira, é o contrato

Leia mais

Através da sua rede de Balcões do Banco Espírito Santo, S.A.. Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Através da sua rede de Balcões do Banco Espírito Santo, S.A.. Instituto de Seguros de Portugal e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Mod. Versão 91-60 Informação actualizada a: 19/04/2011 Designação Comercial: Operação de Capitalização T- 1ª Série (ICAE- Não Normalizado) Período de Comercialização: de17/12/2008 a 17/12/20 Empresa de

Leia mais

INSTRUÇ Õ ES SOBRE APRESENTAÇ Ã O DE PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO DE:

INSTRUÇ Õ ES SOBRE APRESENTAÇ Ã O DE PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO DE: INSTRUÇ Õ ES SOBRE APRESENTAÇ Ã O DE PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO DE: Instituições de Crédito (incluindo Bancos); Instituições Financeiras Offshore (Incluindo Bancos Offshore) 1 ; Sociedades Financeiras; Intermediários

Leia mais

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Data início de comercialização: 2007/05 por tempo indeterminado Empresa de Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Popular, com sede social na - 1099-090

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE ÍNDICE Artigo 1.º Instituição

Leia mais

Aviso n.º 012/2011-AMCM

Aviso n.º 012/2011-AMCM Aviso n.º 012/2011-AMCM ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA REVISÃO DAS NORMAS REFERENTES ÀS ILUSTRAÇÕES-PADRÃO PARA AS APÓLICES DE VIDA NÃO-INDEXADAS Tendo em atenção a experiência obtida na

Leia mais

REGULAMENTO DO CRÉDITO À HABITAÇÃO

REGULAMENTO DO CRÉDITO À HABITAÇÃO REGULAMENTO DO CRÉDITO À HABITAÇÃO CAPÍTULO I Disposições Gerais ARTIGO 1.º Fins dos empréstimos 1. Os empréstimos, objecto deste Regulamento, visam proporcionar aos trabalhadores bancários a possibilidade

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA N.º 8/2010 Projecto de Orientação Técnica relativa ao desenvolvimento dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno das entidades gestoras de fundos de pensões 31

Leia mais

Simulação de Crédito Imobiliário

Simulação de Crédito Imobiliário Simulação de Crédito Imobiliário Data de Impressão: 03-07-2015 13:39 Número de Simulação: 14856576 Resumo Prestação Comissão de Processamento (mensal) (Acresce Imposto do Selo à Taxa em vigor) Vida Risco

Leia mais

SEGUROS DE VIDA IRS 2015

SEGUROS DE VIDA IRS 2015 SEGUROS DE VIDA IRS 2015 (Lei n.º 82-B/2014 de 31 de Dezembro e Lei n.º 82-E/2014, de 31 de Dezembro) generali.pt 2 IRS 2015 - Seguros de Vida Índice I II III Seguros de Vida 1. Dedução dos prémios 2.

Leia mais

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer interpretativo da ERSE (ao abrigo do artigo 290.º do Regulamento de Relações Comerciais) Julho de 2005 ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS GAN PORTUGAL SEGUROS 2004

RELATÓRIO E CONTAS GAN PORTUGAL SEGUROS 2004 Relatório sobre a Fiscalização Exmos. Senhores, Introdução 1 O presente Relatório é emitido nos termos do nº 2 do artº 451º do Código das Sociedades Comerciais e da alínea a) do nº 1 do artº 52º do Decreto-Lei

Leia mais

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Publicado no Diário da República, I.ª Série, n.º 60, de 28 de Março AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Havendo necessidade de regulamentar a concessão e a classificação das operações de créditos pelas instituições

Leia mais

REGULAMENTO DE OPERAÇÕES DO FIEAE

REGULAMENTO DE OPERAÇÕES DO FIEAE REGULAMENTO DE OPERAÇÕES DO FIEAE FIEAE - Fundo Imobiliário Especial de Apoio às Empresas ( FIEAE ) 4 de Junho de 2009 Capítulo I ÂMBITO Artigo 1º 1 - O presente regulamento define a tramitação dos procedimentos

Leia mais

Tendo em conta objectivos de sistematização dos relatórios de controlo interno, em base individual e consolidada;

Tendo em conta objectivos de sistematização dos relatórios de controlo interno, em base individual e consolidada; Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 3/2006 Considerando que todas as instituições de crédito e sociedades financeiras, bem como os grupos financeiros, devem possuir um sistema de controlo interno adaptado

Leia mais

3.2 Companhias de seguros

3.2 Companhias de seguros Desenvolvimento de produtos e serviços Tendo em conta o elevado grau de concorrência dos serviços bancários, os bancos têm vindo a prestar uma vasta gama de produtos e serviços financeiros, por um lado

Leia mais

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 FISCAL N.º 4/2009 OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 INCENTIVOS FISCAIS A PROJECTOS DE INVESTIMENTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO No passado mês de Setembro foram publicados dois decretos-lei que completaram e alteraram o

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 FISCAL E FINANÇAS LOCAIS NEWSLETTER RVR 2 Maio de 2007 ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO IRS DL 238/2006 E LEI 53-A/2006 Sandra Cristina Pinto spinto@rvr.pt O Decreto Lei nº 238/2006 e a Lei nº 53-A/2006, publicados

Leia mais

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental Banco de Portugal EUROSISTEMA INSTRUÇÃO N.º 10/2010 Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental Folha 1 ASSUNTO: Ficha de Informação Normalizada de Crédito à Habitação e de Crédito Conexo O Banco de Portugal

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

MINUTA. Ccent. n.º [identificação da operação de concentração] DOCUMENTO DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS PERANTE A AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA

MINUTA. Ccent. n.º [identificação da operação de concentração] DOCUMENTO DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS PERANTE A AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA MINUTA Ccent. n.º [identificação da operação de concentração] DOCUMENTO DE COMPROMISSOS ASSUMIDOS PERANTE A AUTORIDADE DA CONCORRÊNCIA 1. Nos termos do n.º 3 do artigo 35.º da Lei n.º 18/2003, de 11 de

Leia mais

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR

FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR FUNDOS FECHADOS DE SUBSCRIÇÃO PARTICULAR ASPECTOS FUNDAMENTAIS 1 F U N D O S F E C H A D O S D E S U B S C R I Ç Ã O PA R T I C U L A R ASPECTOS FUNDAMENTAIS RE GIM E JURÍDICO O enquadramento jurídico

Leia mais

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho

AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho Publicado em DR I.ª Série n.º 129 de 9 de Julho AVISO N.º 10/2013 de 9 de Julho ASSUNTO: AQUISIÇÃO OU AUMENTO DE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Havendo a necessidade de se adequar

Leia mais