O CAPITAL SEMENTE E A DIMENSÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO NA ORIGINAÇÃO DE RECEBÍVEIS. 14/12/05

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O CAPITAL SEMENTE E A DIMENSÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO NA ORIGINAÇÃO DE RECEBÍVEIS. 14/12/05"

Transcrição

1 O CAPITAL SEMENTE E A DIMENSÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO NA ORIGINAÇÃO DE RECEBÍVEIS. 14/12/05

2 IMPASSE SOLUCIONADO PERIODO DE TRANSIÇÃO A SER OBJETO DE MONITORAMENTO MERCADO IMOBILIÁRIO MERCADO FINANCEIRO POSIÇÃO POSIÇÃO total cumprimento da Lei 4380/64 que instituiu o SFH Sistema Financeiro da Habitação Descasamento entre os Prazos de captação e aplicação. Desconfiança quanto a manutenção das regras e condições contratadas no Longo Prazo. Problemas com a execução e retomada dos Imóveis dos adquirentes inadimplentes. Defasagem acentuada entre a Taxa Bruta cobrada nos financiamentos e a SELIC. Paralisação preventiva em função da expectativa de mudanças conjunturais e estruturais.

3 CAPITAL SEMENTE - FCVS CADERNETA DE POUPANÇA - SBPE Faixas de Saldos Composição em dez/04 Poupadores (mil) Depósitos (R$ milhões) Valor Médio (R$) % Poupadores % Valores < ,1% 0,4% > 100 < ,7% 4,0% > 1000 < ,3% 14,1% SUBTOTAL ,1% 18,4% > 5000 < ,0% 12,0% > < ,5% 24,9% > ,4% 44,7% SUBTOTAL ,9% 81,6% TOTAL ,0% 100,0% Fonte: Bacen

4 SBPE UNIDADES FINANCIADAS Ano Unidades Ano Unidades Ano Unidades (52) Média do período 1974 a 1983: mil unidades/ano Média do período 1984 a 1993: 75.6 mil unidades/ano Média do período 1994 a 2003: 39.7 mil unidades/ano Ligeira Inflexão Até Agosto R$2,87 BI Financiados > 58% s/ 2004.

5 O MOMENTO ATUAL MARCO REGULATÓRIO RELEVANTE Tem-se um Marco Institucional representado pelas Leis 8.668/03 ( FII ), 9514/97( SFI), /04 ( PA) e a recente /05 ( MP do Bem ) e as Resoluções 3.005/02, 3073/03, 3155/03 e 3177/04 todas do CMN CMN, conduzindo a um Mercado Secundário Dinâmico e Liquido de Títulos lastreados em Imóveis. MERCADO DE RECEBÍVEIS A TRANSIÇÃO PARA UMA NOVA ERA

6 O NOVO SISTEMA O Sistema em curso resulta da intersecção dos Mercados Imobiliário, Financeiro e de Capitais, fazendo surgir o MERCADO DE RECEBÍVEIS. Onde os todos os Atores (Agentes), estarão sujeitos aos novos paradigmas do Mercado, onde a Confiança, Segurança e a Transparência serão requisitos vitais. A qualidade da GOVERNANÇA CORPORATIVA, em todas as fases, determinará o acesso das empresas aos recursos do novo Sistema (independente( do porte).

7 P INTEGRAÇÃO DOS MERCADOS M F C M N BACEN M I I Conseqüências Maior Segurança Menor Risco Menor Spread. Menor Prazo Maior Especialização Melhor Atendimento SFH Direcionamento CGR Market Maker FFL M C CRESCIMENTO ECONÔMICO Garantia Firme PERÍODO DE TRANSIÇÃO SFI A CONQUISTA DO MERCADO LIBERADO P - POUPADORES I - INVESTIDORES CONFIANÇA, TRANSPARÊNCIA, SEGURANÇA, RENTABILIDADE E LIQUIDEZ Conseqüências Gov. Corporativa Maior Produção Mais Emprego Mais Arrecadação Menos Tensão Social Novos Agentes/Atores Cias. Hipotecárias Cias.Securitizadoras Ag. de Rating Ag. de Servicing Distribuidoras e Corretoras Cias. Seguradoras - Garantia / Crédito

8 FOCO PERMANENTE ESTABILIDADE MACROECONÔMICA Não há sistema de financiamento de longo prazo que possa funcionar de forma satisfatória sem a consolidação desta estabilidade, para o que se faz necessário amplas reformas estruturais. Com os níveis e volatilidade das taxas de juros ainda praticadas no Brasil, não existe política capaz de estimular os financiamentos imobiliários. É fundamental a Constante redução do déficit público e do diferencial entre as taxas de juros domésticas e internacionais, tanto pelo ajuste fiscal como pela redução do Risco Brasil em especial o Institucional Institucional.

9 A EQUAÇÃO Não há mercado sem consumidor Não há consumidor sem financiamento Não há financiamento sem provedor de recursos (poupadores / investidores) Não há provedor sem confiança/segurança segurança, rentabilidade e sobretudo liquidez.

10 PERCEPÇÃO FUNDAMENTAL EQUILIBRIO E HARMONIA 1-Poupador/Investidor 2-Captador/Financiador 3-Produtor/Vendedor 4-Consumidor Rítmo ($) Força Motriz Força Motriz Direção I TRANSPARÊNCIA II CONFIANÇA / SEGURANÇA III - RENTABILIDADE IV - LIQUIDEZ MINIMIZAÇÃO DO RISCO JURÍDICO

11 MERCADO DE CAPITAIS ESTRUTURAS DISPONÍVEIS PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO SISTEMA FINANCEIRO HABITACIONAL SFH FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII SISTEMA FINANCEIRO IMOBILIÁRIO SFI FUNDOS DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS - FIDIC

12 ESQUEMA BÁSICO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA Fontes de Recursos TERRENO / AQUISIÇÃO INVESTIDORES - QUOTISTAS FII RENDA VARIÁVEL INCORPORADOR Procura, seleção, negociação - OPÇÃO Pesquisa, produto, projeto, aprovação Identificação do Administrador Proposta de Permuta Financeira INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Analise da proposta ( Negócio ) Analise imobiliária (consultor) Identifica potenciais investidores QUOTISTAS OPERAÇÃO CONJUNTA DE FECHAMENTO Subscrição das cotas do Fundo FII adquire o terreno proprietário Fiduciário ( Exerce a OPÇÃO ) Incorporador contrata seguro-garantia garantia Incorporador adquire terreno permuta financeira Incorporador registra o Memorial De Incorporação

13 Proj Aprov CAPITAL SEMENTE PROER e FCVS Virtual = R$ 35 BI PROER e FCVS Virtual = Liberação em 50/100 meses Período de Transiçã ção M Inc Reg EFP Banco 0 CPCVR Cia Securit 1 LANÇTO Preço & Condições Obra = 24 meses 2 HABITE-SE Averbado 3 SECURITIZAÇÃO Análise Carteira Rating Séries (Sr / Jr) Seguro MIP/Crédito Trustee ( Patrimônio em Separado) Registro CVM Indexador: TR Desembolso Proporcional Indexador: IGPM CARTA DE GARANTIA DE RECOMPRA E FFL MERCADO SECUNDÁRIO PRODUÇÃO Retorno Integral RETORNO Pelo SAC: 10 anos 15 anos CRI s CGR carência de 20% do prazo transcorrido. Aquisição de 100% C/ Deságio

14 COMO FAZER O SISTEMA FUNCIONAR

15 COMO FAZER O SISTEMA FUNCIONAR A AÇÃO FUNDAMENTAL- LIQUIDEZ PRIMEIRO MOMENTO : CARTA DE GARANTIA DE RECOMPRA RESOLUÇÃO DO CMN N /04 DE 17/12/04 A SER CONFERIDA PELOS BANCOS CAPTADORES DE POUPANÇA, DEDUÇÃO DE 35% DO SEU VALOR DA EXIGIBILIDADE NA DATA DO EXERCICIO. OBS: Não está sendo objeto de uso. SEGUNDO MOMENTO : FUNDO DE FOMENTO E LIQUIDEZ Parte do DIRECIONAMENTO dos recursos da Poupança de forma gradual - (CMN/BACEN) DE 1% a 10% ao final da Transição. Parte dos recursos do FGTS (CMN / C. Curador) 1% Direcionamento FAT/BNDES parte (CMN/BNDES) 1% Parte dos novos Ingressos das Entidades de Previdência Parte das Reservas Técnicas das Seguradoras.

16 COMO FAZER O SISTEMA FUNCIONAR B FATORES DE INDUÇÃO Isenção de Imposto de Renda e CPMF nos títulos do SFI (LCI e CRI) a exemplo da Letras Hipotecárias LH para P. Física.( obtido ). Idem para as Cotas de Fundo Imobiliário ( obtido ) Possibilitar a dedução dos juros pagos nas amortizações de financiamentos habitacionais na declaração do IR.( a obter ) Ajustar a Lei /04, no que diz respeito ao Sistema Tributário Especial, de sorte a incentivar o Patrimônio de Afetação ( Maior segurança em Geral ) Em curso MP denominada do Bem ( ajustado MP do Bem ) )

17 COMO FAZER O SISTEMA FUNCIONAR B FATORES DE INDUÇÃO Definição de um INDEXADOR COMUM (Equilíbrio Transparência nos Spreads a serem praticados ).( a obter ). Com um IGPM acumulado abaixo de 5% (2005), o passivo que entrará para compor os Preços em 2006 e portanto o IPCA, ficará abaixo de d 2%, com isso a Política de Juros será bem menos pressionada. A Inflação poderá estar sendo contida. Celso Ming OESP de 27/05/05. Desafio - Não será o momento para se adotar o IPCA? O MGI( Modelo de Gestão de Investimentos ) da SPC Secretaria de Previdência Complementar), poderia determinar o ajuste gradual das d Aplicações das Entidades de Previdência em Cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários ( a exemplo dos Títulos de Renda Variável ) permitindo melhor equilíbrio atuarial às suas Carteiras de Investimentos. ( a obter ). CRI S 100%.

18 COMO FAZER O SISTEMA FUNCIONAR C RACIONALIZAÇÃO E ADEQUAÇÕES PADRONIZAÇÃO de Contratos e Processos entre os Originadores.. O Agrupamento de Ativos é uma das importantes inovações Financeiras é com a aplicação desse critério que grandes quantidades de Créditos serão agrupados, diluindo custos e favorecendo/facilitando o Mercado Secundário. A Padronização do Processo de Originação e a Documentação Uniforme, são pré-requisitos requisitos para uma análise de risco consistente. Redução da aplicação mínima de R$ 300 Mil (CVM). ( Obtido em parte, pois com limitação de 0,5% p/ Crédito Minimo de 200 Créditos ) - Instrução CVM 414. PULVERIZAÇÃO Cancelar a Incidência de ITBI na retomada do imóvel.( a obter )

19 COMO FAZER O SISTEMA FUNCIONAR C RACIONALIZAÇÃO E ADEQUAÇÕES Redução de Custos Cartorários, tendo em vista o avanço tecnológico co ( a obter ) Instituição de Cadastro Positivo, com as informações completas relativas à capacidade de pagamento dos tomadores de financiamentos. ( obtendo ) Intensificar a utilização da Tecnologia de Informação em larga escala e ( obtendo ) Consolidação da jurisprudência, referente ao procedimento extra-judicial de retomada dos imóveis em caso de inadimplência acima de 90 dias (ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA), inclusive a questão do incontroverso,, constante da Lei /04. ( obtendo e obtido )

20 IMPACTOS

21 EXPECTATIVA DE DESENVOLVIMENTO Produção e Comercialização - Transição Descrição 70/ DESENVOLVIMENTO Unidades (mil) Área de Construção (MM m2) Custo de Construção (R$ bi) 15,0 6,1 9,3 12,5 15,9 19,4 Vol Ger Vendas - VGV (R$ bi) ,2 18,5 25,1 31,8 38,8 EMPRÉSTIMO À PRODUÇÃO Saldo Acumulado (R$ bi) 2,6 4,2 6,0 8,0 9,7 % de participação das CP 2,2% 3,6% 5,0% 6,6% 7,9% DESENVOLVIMENTO CRI's emitidos acumulados 4,2 8,5 13,0 17,6 22,3 Saldo CRI's colocados 4,2 11,1 20,6 32,8 47,4 % s/ EP+Segur 1,5% 3,7% 6,4% 9,4% 12,6% CGR 0,3 1,3 3,3 6,6 11,8 % Provisão s/ C. Poupança. 0,3% 1,1% 2,7% 5,5% 9,6% FONTES (R$ bi) Caderneta de Poupança Entidades de Previdência RT das Seguradoras

22 IMPACTO NÍVEL DE PRODUÇÃO HABITACIONAL (SBPE) E GERAÇÃO DE EMPREGO Itens 1980 (A) ÚLTIMOS 10 ANOS Média Anual (B) 2009 Meta (C) Incremento (C-B) Unidades (1) (1) Valor de Venda (R$ bi) 30,0 5,9 38,8 32,9 Financ. Produção (R$ bi) 10,5 2,4 19,3 (6) 10,3 Financ. Comercial. (R$ bi) 21,0 4,1 27,1 23,0 Custo de Construção (R$ bi) 15,0 3,0 15,9 12,9 Área Construida (m2 milhões) 30,0 5,9 30,0 24,1 População (2) ,0 EMPREGOS Diretos (3) Indiretos (4) Efeito Renda (5) Fontes: Bacen, IBGE e BNDES

23 NOTAS: (1) Fonte Bacen (2) Fonte IBGE (3) 20 empregos para cada R$ 1 MI investidos (50%( do V. de venda) equivalente a ± 0,01 emprego p/ m² m de construçã ção (4) 12 empregos para cada 20 (multiplicador 0,60) (5) 67 empregos para cada 20 (multiplicador 3,35) Obs.: 3, 4 e 5 Fonte: Modelo de Geração de Emprego Metodologia e Resultados, de Autoria de Sheila Najberg e Marcelo Ikeda - BNDES (6) Aproximadamente 10% ( Produção) dos recursos da poupança Obs.: o incremento de emprego de 1,6 milhões es, refere-se ao setor habitacional. Em se considerando a Indústria Imobiliária como um todo estima-se em 6.0 Milhões o incremento de empregos em relação a 70/80.

24 IMPOSTOS E TAXAS Produção e Comercialização Transição (em R$ Bi) Ano VGV RECEITAS DE VENDAS Atual Prev. Increm ,0 12,2 7,2 1,8 1,8 1,8 1, ,0 18,5 13,5 3,4 3,4 3,4 3, ,0 25,1 20,1 5,0 5,0 5,0 5, ,0 31,8 26,8 6,7 6,7 6,7 6, ,0 38,8 33,8 8,4 8,4 8,4 8, ,0 39,4 34,4 8,6 8,6 8, ,0 40,0 35,0 8,7 8, ,0 40,6 35,6 8,9 To tal das Receitas (R$ BI) Tributo s = 38,7% Receitas (R$ BI) Atual Incremento Previsto Atual Incremento Previsto 1,3 2,5 3,8 5,0 5,0 5,0 5,0 5,0 1,8 5,2 10,2 16,9 23,6 28,8 32,5 34,7 3,0 7,7 14,0 21,9 28,6 33,8 37,5 39,7 0,5 1,0 1,5 1,9 1,9 1,9 1,9 1,9 0,7 2,0 3,9 6,5 9,1 11,1 12,6 13,4 1,2 3,0 5,4 8,5 11,1 13,1 14,5 15,3

25 CONCLUSÕES A questão fundamental em se impõe é a manutenção e controle no direcionamento dos Recursos da Poupança ( Capital Semente) em paralelo as Diretrizes e Políticas de Investimentos, visando a conquista de parte dos recursos de longo prazo das Entidades de Previdência e Seguradoras e das P. Fisicas, fazendo surgir e consolidando o MERCADO SECUNDÁRIO DE TÍTULOS COM BASE IMOBILIÁRIA. Estamos portanto diante de um delicado Período de Transição, que deve ser planejado, monitorado e constantemente reavaliado, em prol do CRESCIMENTO ECONÔMICO. QUESTÕES A SEREM OBJETO DE FOCO PERMANENTE NOS ACORDOS TRIMESTRAIS EM CURSO ENTRE A ABECIP E A CBIC, MEDIADOS PELO MF E BACEN.

26 SEMINÁRIO ABRAPP-DF/APIMEC DF/APIMEC- DF/BOVESPA E FUNCEF. Tem como Base os Fundamentos e Propostas constantes do Trabalho intitulado HABITAÇÃO DE MERCADO, elaborado para a CEF, através da FINATEC/UNB, que contou com a Participação e colaboração de : Carlos Osmar de Souza Pedro Klumb Fábio Nogueira Fernando P. Cruz Selmo Nissembaum Sandro M. Pincherle Eduardo Pimenta Machado Carmen Sylvia M. Parkinson Celso Petrucci Coordenação e Apresentação : Arthur M. Parkinson

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS UMA NOVA PERSPECTIVA NO DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS IMOBILIÁRIO E DE CAPITAIS

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS UMA NOVA PERSPECTIVA NO DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS IMOBILIÁRIO E DE CAPITAIS SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS UMA NOVA PERSPECTIVA NO DESENVOLVIMENTO DOS MERCADOS IMOBILIÁRIO E DE CAPITAIS CAPITAL SEMENTE - FCVS CADERNETA DE POUPANÇA - SBPE Faixas de Saldos Composição em dez/04 Poupadores

Leia mais

ABECIP / SECOVI / ORDEM DOS ECONOMISTAS DO BRASIL IMPLEMENTAÇÃO DO SECURITIZAÇÃO NO BRASIL 05/08/2010

ABECIP / SECOVI / ORDEM DOS ECONOMISTAS DO BRASIL IMPLEMENTAÇÃO DO SECURITIZAÇÃO NO BRASIL 05/08/2010 ABECIP / SECOVI / ORDEM DOS ECONOMISTAS DO BRASIL IMPLEMENTAÇÃO DO S.F.I. SECURITIZAÇÃO NO BRASIL 05/08/2010 A IMPORTÂNCIA DO SFI NO BRASIL LEGISLAÇÃO REGULAMENTAÇÃO ARCABOUÇO LEGAL PRONTO Base Legal Fonte

Leia mais

27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC

27.03.12. Paulo Safady Simão Presidente da CBIC 27.03.12 Paulo Safady Simão Presidente da CBIC REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL DAS ENTIDADES EMPRESARIAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E DO MERCADO IMOBILIÁRIO SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E CÂMARAS 62

Leia mais

Osvaldo Correa Fonseca Diretor Geral da ABECI P Rio de Janeiro, 16/ 5/ 2007

Osvaldo Correa Fonseca Diretor Geral da ABECI P Rio de Janeiro, 16/ 5/ 2007 Osvaldo Correa Fonseca Diretor Geral da ABECI P Rio de Janeiro, 16/ 5/ 2007 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POUPANÇA Av. Brigadeiro Faria Lima 1.485 13º Andar São Paulo CEP

Leia mais

Ministério da Fazenda. Conferência Internacional de Crédito Imobiliário Salvador - Bahia

Ministério da Fazenda. Conferência Internacional de Crédito Imobiliário Salvador - Bahia Conferência Internacional de Crédito Imobiliário Salvador - Bahia Novembro 2007 1 Política Governamental e Propostas para Combate do Déficit Habitacional Crédito Imobiliário: Desenvolvendo Mecanismos de

Leia mais

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO. CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEL IMOBILIÁRIO Lastro Pulverizado

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO. CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEL IMOBILIÁRIO Lastro Pulverizado BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEL IMOBILIÁRIO Lastro Pulverizado 1 Brazilian Securities 8 Emissões de CRI s 8 Estrutura da Operação 8 Empresas envolvidas na Operação

Leia mais

O CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL

O CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL O CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL 1 O CRÉDITO EM OUTROS PAÍSES PAÍS TOTAL Crédito Privado / PIB Crédito Imobiliário / PIB Outros Créditos / PIB EUA 160% 68% 92% INGLATERRA 110% 75% 35% ALEMANHA 105% 45%

Leia mais

Mercado de Capitais e o Investimento Imobiliário. 1 Fórum de Investimentos Imobiliários

Mercado de Capitais e o Investimento Imobiliário. 1 Fórum de Investimentos Imobiliários Mercado de Capitais e o Investimento Imobiliário 1 Fórum de Investimentos Imobiliários Abril, 2014 Mercado Imobiliário e Mercado de Capitais Relembrando o Passado Recente Maior renda da população Evolução

Leia mais

Brazilian Finance & Real Estate

Brazilian Finance & Real Estate Brazilian Finance & Real Estate Financiamento do Mercado Imobiliário - Visão do Investidor Letra de Crédito Imobiliário - LCI Estrutura do CRI e sua robustez Características do mercado Brasileiro em relação

Leia mais

As Perspectivas para o Mercado de CRI - Certificados de Recebíveis Imobiliários. Bolsa de Valores de São Paulo

As Perspectivas para o Mercado de CRI - Certificados de Recebíveis Imobiliários. Bolsa de Valores de São Paulo As Perspectivas para o Mercado de CRI - Certificados de Recebíveis Imobiliários Bolsa de Valores de São Paulo Sérgio Darcy da Silva Alves Diretor, Banco Central do Brasil Definição legal de CRI Lei 9.514,

Leia mais

Seminário Crédito Imobiliário Visão do regulador e o mercado externo Banco Central do Brasil (BCB)

Seminário Crédito Imobiliário Visão do regulador e o mercado externo Banco Central do Brasil (BCB) Seminário Crédito Imobiliário Visão do regulador e o mercado externo Banco Central do Brasil (BCB) São Paulo, 20 de março de 2014 Agenda 1. Panorama do Segmento 2. Particularidades do Mercado Brasileiro

Leia mais

CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POLÍTICA HABITACIONAL

CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POLÍTICA HABITACIONAL CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POLÍTICA HABITACIONAL. O déficit habitacional brasileiro é da ordem de 7 milhões de unidades. A demanda por crescimento demográfico do número de famílias é da ordem de 700 MIL unidades

Leia mais

Mercado de Títulos Ligados ao Setor Imobiliário para Fundos de Pensão

Mercado de Títulos Ligados ao Setor Imobiliário para Fundos de Pensão Mercado de Títulos Ligados ao Setor Imobiliário para Fundos de Pensão Marielle Brugnari dos Santos Gerência de Produtos Imobiliários Junho/20111 Desenvolvimento do Mercado Imobiliário Cédula de Crédito

Leia mais

Consultor Legislativo da Área VII Finanças, Direito Comercial, Direito Econômico, Defesa do Consumidor e

Consultor Legislativo da Área VII Finanças, Direito Comercial, Direito Econômico, Defesa do Consumidor e SOBRE AS ALTERAÇÕES NO CRÉDITO IMOBILIÁRIO E OUTRAS REFERENTES À POLÍTICA HABITACIONAL CONTIDAS NA MP 2.212 DE 30/8/01 E NAS MPS 2.221 E 2.223 DE 4/9/01 EDUARDO BASSIT LAMEIRO DA COSTA Consultor Legislativo

Leia mais

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF Conceito 1 Conceito Integração dos mercados imobiliário e de capitais, de modo a permitir a captação de recursos necessários para o desenvolvimento

Leia mais

Diretor Executivo da ABECIP

Diretor Executivo da ABECIP Fontes de Recursos para o Financiamento i Imobiliário Filipe F. Pontual Diretor Executivo da ABECIP 83º ENIC São Paulo, 11 de Agosto de 2011 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E

Leia mais

Desafios do crédito imobiliário no Brasil: fatores importantes para aceleração dos investimentos

Desafios do crédito imobiliário no Brasil: fatores importantes para aceleração dos investimentos Desafios do crédito imobiliário no Brasil: fatores importantes para aceleração dos investimentos Sergio Rosa novembro - 2007 Índice VISÃO GERAL DA PREVI - A PREVI - Desempenho do portfolio em 2007 - Investimentos:

Leia mais

Soluções de Financiamento e Investimento para Projetos Imobiliários Residenciais

Soluções de Financiamento e Investimento para Projetos Imobiliários Residenciais Soluções de Financiamento e Investimento para Projetos Imobiliários Residenciais I. A Conjuntura Econômica II. III. Introdução à RB Capital Soluções Imobiliárias Residenciais Conjuntura Econômica Cenários

Leia mais

Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015. Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP

Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015. Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP Perspectivas para o Setor da Construção Civil em 2015 Celso Petrucci Economista-chefe do Secovi-SP Mercado Imobiliário Brasileiro - VGL 2011-7% 2012 13% 2013 R$ 85,6 bilhões R$ 79,7 bilhões R$ 90,4 bilhões

Leia mais

Alterações na Poupança

Alterações na Poupança PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS INVESTIMENTOS POUPANÇA A conta de poupança foi criada para estimular a economia popular e permite a aplicação de pequenos valores que passam a gerar rendimentos mensalmente.

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII Crédito lastreado em imóveis, alta rentabilidade e fluxo de caixa constante, com a solidez do concreto.

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Outubro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Outubro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Outubro 2014 A Evolução do Funding e as Letras Imobiliárias Garantidas Filipe Pontual Diretor Executivo da ABECIP O crédito imobiliário

Leia mais

relatório mensal BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII

relatório mensal BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII relatório mensal BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII Maio 2015 BB Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário FII O fundo BB Recebíveis Imobiliários FII iniciou

Leia mais

Instrumentos de Financiamento Imobiliário no Brasil Jorge Sant Anna

Instrumentos de Financiamento Imobiliário no Brasil Jorge Sant Anna Instrumentos de Financiamento Imobiliário no Brasil Jorge Sant Anna 1 Março /2010 Evolução do Financiamento Imobiliário 1964 Base Legal Sistema Financeiro de Habitação Lei 4.328 /64 Lei 5.170/66 1997 Base

Leia mais

Filipe F. Pontual Diretor Executivo - ABECIP

Filipe F. Pontual Diretor Executivo - ABECIP Filipe F. Pontual Diretor Executivo - ABECIP Fortaleza CE, Brasil 4 de outubro de 2013 Pauta Descolamento recente: Renda X Preço dos Imóveis Uma Breve História o Pré estabilização o Pós estabilização Crédito

Leia mais

Workshop de Securitização FIDC E CRI. Comitê de FIDCs da ANBIMA Ricardo Augusto Mizukawa

Workshop de Securitização FIDC E CRI. Comitê de FIDCs da ANBIMA Ricardo Augusto Mizukawa Workshop de Securitização FIDC E CRI Comitê de FIDCs da ANBIMA Ricardo Augusto Mizukawa Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Mercado Iniciativas do Mercado - ANBIMA Classificação de FIDCs Formulário

Leia mais

2º Congresso Internacional Gestão de Riscos FEBRABAN 23/10/2012

2º Congresso Internacional Gestão de Riscos FEBRABAN 23/10/2012 2º Congresso Internacional Gestão de Riscos FEBRABAN 23/10/2012 1. Certificados de Recebíveis Imobiliários 2. Mercado de CRI 3. Principais Investidores Conceito de Securitização Imobiliária Operação pela

Leia mais

Letra de Crédito Imobiliário LCI. Estrutura do CRI e sua robustez. Americano. Características do mercado Brasileiro em relação ao

Letra de Crédito Imobiliário LCI. Estrutura do CRI e sua robustez. Americano. Características do mercado Brasileiro em relação ao razilian Finance & Real Estate Financiamento do Mercado Imobiliário - Visão do Investidor Letra de Crédito Imobiliário LCI Estrutura do CRI e sua robustez Características do mercado Brasileiro em relação

Leia mais

CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS CRI

CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS CRI Diversos veículos podem ser utilizados para securitizar recebíveis imobiliários, entretanto o uso dos Certificados de Recebíveis Imobiliários CRI vem caminhando

Leia mais

MUDANÇAS POUPANÇA CADERNETA DE POUPANÇA

MUDANÇAS POUPANÇA CADERNETA DE POUPANÇA MUDANÇAS POUPANÇA CADERNETA DE POUPANÇA Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves JUNHO 2015 Fonte: Abecip e BCB Financiamento Imobiliário SBPE R$ Bilhões 3,4% Construção e Aquisição Apesar do cenário macroeconômico

Leia mais

O Mercado de Investimentos Imobiliários e o Cenário Sócio-Econômico Nacional

O Mercado de Investimentos Imobiliários e o Cenário Sócio-Econômico Nacional O Mercado de Investimentos Imobiliários e o Cenário Sócio-Econômico Nacional JOÃO PAULO MATOS Presidente Fiabci Rio, 1º Vice-Presidente da ADEMI e Presidente do Grupo de Trabalho Estatutário da ADEMI Segurança

Leia mais

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO SERVIÇO DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL Rua Monsenhor Soares nº. 65 Centro Itapetininga SP Fones (015)3271-0728 e 3271-7389(telefax) E-mail: seprem@uol.com.br POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

Leia mais

O Sistema de Financiamento Habitacional no Brasil: Potencial para atender o déficit e a demanda

O Sistema de Financiamento Habitacional no Brasil: Potencial para atender o déficit e a demanda O Sistema de Financiamento Habitacional no Brasil: Potencial para atender o déficit e a demanda Claudia Magalhães Eloy Rio de Janeiro, setembro de 2015 IUHF, UNIAPRAVI Financiamento Habitacional no Brasil

Leia mais

Estrutura do Mercado Financeiro e de Capitais

Estrutura do Mercado Financeiro e de Capitais Estrutura do Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Paulo Berger SIMULADO ATIVOS FINANCEIROS E ATIVOS REAIS. Ativo real, é algo que satisfaz uma necessidade ou desejo, sendo em geral fruto de trabalho

Leia mais

Securitização De Créditos Imobiliários

Securitização De Créditos Imobiliários Securitização De Créditos Imobiliários Operações Imobiliárias A 1. O que é securitização de créditos imobiliários? Securitização é um processo estruturado, coordenado por uma instituição especializada

Leia mais

O Sistema de Financiamento Habitacional no Brasil: Potencial para atender o déficit e a demanda

O Sistema de Financiamento Habitacional no Brasil: Potencial para atender o déficit e a demanda O Sistema de Financiamento Habitacional no Brasil: Potencial para atender o déficit e a demanda Claudia Magalhães Eloy Rio de Janeiro, setembro de 2015 IUHF, UNIAPRAVI Financiamento Habitacional no Brasil

Leia mais

Soluções de Financiamento para Projetos Imobiliários

Soluções de Financiamento para Projetos Imobiliários Soluções de Financiamento para Projetos Imobiliários I. Soluções Imobiliárias Corporativas II. III. Soluções Imobiliárias Residenciais Fundos de Investimento Imobiliário Soluções Imobiliárias Corporativas

Leia mais

Soluções de Financiamento e Investimento para Projetos Imobiliários Residenciais

Soluções de Financiamento e Investimento para Projetos Imobiliários Residenciais Soluções de Financiamento e Investimento para Projetos Imobiliários Residenciais I. A Conjuntura Econômica II. III. Soluções Imobiliárias Residenciais Atuação RB Capital no Setor Imobiliário 2 Conjuntura

Leia mais

DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS NO BRASIL

DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS NO BRASIL DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A INDÚSTRIA DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS NO BRASIL Valdery Albuquerque 2ª Conferência Internacional de Crédito Imobiliário De 17 a 19 de março de 2010 Índice 1. Conceitos e Características

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA JUROS PAGOS PELOS TOMADORES - REMUNERAÇÃO PAGA AOS POUPADORES SPREAD

Leia mais

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Renda Fixa Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Cédula de Crédito Imobiliário Instrumento que facilita a negociabilidade e a portabilidade do crédito imobiliário

Leia mais

Fundo cotado em bolsa desde seu lançamento

Fundo cotado em bolsa desde seu lançamento Fundo cotado em bolsa desde seu lançamento Esta apresentação visa apenas passar informações gerais do fundo que está sendo estruturado, e, não é e não deve ser considerada de nenhuma forma uma oferta firme,

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2015

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2015 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2015 O Brasil Adota o Modelo do Covered Bond Filipe Pontual Diretor Executivo da ABECIP A Medida Provisória 656, de 2014, aprovada

Leia mais

Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI

Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Diversos veículos podem ser utilizados para securitizar recebíveis imobiliários, entretanto o uso dos Certificados de Recebíveis Imobiliários -CRI- vem caminhando

Leia mais

Crédito Imobiliário: Ação Governamental no Brasil

Crédito Imobiliário: Ação Governamental no Brasil Crédito Imobiliário: Ação Governamental no Brasil Secretaria Nacional de Habitação Ministério das Cidades II Conferência Internacional de Crédito Imobiliário Fortaleza 17 de março de 2010 CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Simulado CPA 10 Completo

Simulado CPA 10 Completo Simulado CPA 10 Completo Question 1. O SELIC é um sistema informatizado que cuida da liquidação e custódia de: ( ) Certificado de Depósito Bancário ( ) Contratos de derivativos ( ) Ações negociadas em

Leia mais

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Tema Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Apresentação JOCELI DA SILVA SILVA Analista Administrativo/Gestão Pública Lotado na Assessoria de Coordenação 3ª CCR Especialização UNB Clube

Leia mais

Kinea Renda Imobiliária

Kinea Renda Imobiliária Introdução O é um fundo que busca aplicar recursos em empreendimentos corporativos e centros de distribuição de excelente padrão construtivo, de forma diversificada e preferencialmente prontos. Uma oportunidade

Leia mais

CORREÇÃO MONETÁRIA. Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida

CORREÇÃO MONETÁRIA. Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida CORREÇÃO MONETÁRIA 1 Prof. M. Sc. Jarbas Thaunahy Santos de Almeida Roteiro 2 Roteiro 3 Introdução 4 Introdução 5 Introdução 1. Em maio de 2008, João emprestou R$ 20.000,00 a Pedro, à taxa de juros compostos

Leia mais

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 Solange Honorato Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 Módulo VI CPA10 Demais produtos de Investimentos Pg 70 De 8 a 13 Questões na prova (15% a 25%) Demais produtos de

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2009 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 2 2 OBJETIVOS... 2 2.1 OBJETIVO GERAL... 2 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 2 3 VIGÊNCIA... 3 3.1 MODELO DE GESTÃO... 3 3.2 PROCESSO

Leia mais

Política Anual de Investimentos (PAI)

Política Anual de Investimentos (PAI) Política Anual de Investimentos (PAI) 2013 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 3 2.1 OBJETIVO GERAL... 3 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 3 VIGÊNCIA... 3 4 MODELO DE GESTÃO... 4 5 PROCESSO DE SELEÇÃO

Leia mais

Limites e Regulação Investidores Institucionais. Aguinaldo Lester Landi Coordenador-Geral de Monitoramento de Investimentos da Previc

Limites e Regulação Investidores Institucionais. Aguinaldo Lester Landi Coordenador-Geral de Monitoramento de Investimentos da Previc Limites e Regulação Investidores Institucionais Aguinaldo Lester Landi Coordenador-Geral de Monitoramento de Investimentos da Previc 1 Programa Classificação de Ativos Limites de Alocação Limites de Concentração

Leia mais

Perspectivas para o crédito imobiliário em 2015. José Aguiar Superintendente Abecip

Perspectivas para o crédito imobiliário em 2015. José Aguiar Superintendente Abecip Perspectivas para o crédito imobiliário em 2015 José Aguiar Superintendente Abecip São Paulo, 29 de Outubro de 2014 AGENDA: Overview Pilares do crescimento Crédito imobiliário: situação atual E o funding?

Leia mais

Securitização de Recebíveis Imobiliários (Emissão de CRIs) Vladimir Miranda Abreu

Securitização de Recebíveis Imobiliários (Emissão de CRIs) Vladimir Miranda Abreu Securitização de Recebíveis Imobiliários (Emissão de CRIs) Vladimir Miranda Abreu vabreu@tozzini.com.br Sistema Financeiro Imobiliário - SFI Lei 9.514/97: Promover o financiamento imobiliário em geral,

Leia mais

RESOLUCAO 3.259 ---------------

RESOLUCAO 3.259 --------------- RESOLUCAO 3.259 --------------- Altera o direcionamento de recursos captados em depósitos de poupança pelas entidades integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O BANCO CENTRAL

Leia mais

FINANCIAMENTO À PRODUÇÃO IMÓVEL NA PLANTA ALOCAÇÃO DE RECURSOS

FINANCIAMENTO À PRODUÇÃO IMÓVEL NA PLANTA ALOCAÇÃO DE RECURSOS CAIXA ECONÔMICA FEDERAL FINANCIAMENTO À PRODUÇÃO IMÓVEL NA PLANTA ALOCAÇÃO DE RECURSOS Modalidades IMÓVEL NA PLANTA Produção de empreendimentos habitacionais Financiamento direto às pessoas físicas Organizadas

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG S IMOBILIÁRIOS Luis Fellipe Maia Advogado Formado pela UFMG Sócio da Vivá Capital Membro do Conselho Diretor da Júnior Achievement/MG

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário Workshop para jornalistas. Nov 2011

Fundos de Investimento Imobiliário Workshop para jornalistas. Nov 2011 Fundos de Investimento Imobiliário Workshop para jornalistas Nov 2011 Agenda 4 Definição 4 Tipos de Fundos 4 Vantagens 4 Base Legal 4 Tamanho da Indústria 4 Ambientes de Negociação 4 Liquidez / Precificação

Leia mais

Financiamento de Longo Prazo via Mercado de Capitais: o Novo Mercado de Renda Fixa. Julho de 2011

Financiamento de Longo Prazo via Mercado de Capitais: o Novo Mercado de Renda Fixa. Julho de 2011 Financiamento de Longo Prazo via Mercado de Capitais: o Novo Mercado de Renda Fixa Julho de 2011 Desafio Para crescer 5% ao ano, Brasil precisa investir 22% a 25% do PIB Isso significa algo como R$ 280

Leia mais

Atualidades do Mercado Financeiro

Atualidades do Mercado Financeiro Atualidades do Mercado Financeiro Sistema Financeiro Nacional Dinâmica do Mercado Mercado Bancário Conteúdo 1 Sistema Financeiro Nacional A estrutura funcional do Sistema Financeiro Nacional (SFN) é composta

Leia mais

Curso de CPA 10 CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ANBIMA SÉRIE 10. www.eadempresarial.net.br. www.eadempresarial.net.br - 18 3303-0383

Curso de CPA 10 CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ANBIMA SÉRIE 10. www.eadempresarial.net.br. www.eadempresarial.net.br - 18 3303-0383 Curso de CPA 10 CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ANBIMA SÉRIE 10 www.eadempresarial.net.br SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Uma conceituação bastante abrangente de sistema financeiro poderia ser a de um conjunto de

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC MULT LP MASTER TRADING 13.902.141/0001-41 Informações referentes a Abril de 2013

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC MULT LP MASTER TRADING 13.902.141/0001-41 Informações referentes a Abril de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o HSBC FICFI MULTIMERCADO LONGO PRAZO. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,

Leia mais

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Finanças Corporativas Ambiente Econômico Em suas atividades uma empresa relacionase com: Clientes

Leia mais

Programa de Incentivo ao Mercado de Renda Fixa BNDES

Programa de Incentivo ao Mercado de Renda Fixa BNDES Programa de Incentivo ao Mercado de Renda Fixa BNDES Uso de instrumentos de mercado de capitais em Projetos de Longo Prazo Laura Bedeschi Agosto/2015 Debêntures Adquiridas 2 BNDES Investidor Debêntures

Leia mais

Caderneta de Poupança

Caderneta de Poupança Caderneta de Poupança Maio de 2009 1 OBJETIVO DAS MEDIDAS Garantir que a caderneta de poupança permaneça como o melhor investimento para a poupança da maioria da população brasileira Impedir que a caderneta

Leia mais

BALANÇO DO MERCADO IMOBILIÁRIO

BALANÇO DO MERCADO IMOBILIÁRIO BALANÇO DO MERCADO IMOBILIÁRIO 2001 2010 A DÉCADA DA RETOMADA CELSO PETRUCCI Diretor Executivo Economista chefe do Secovi SP Versão 1005133-20100617 CPE CPE - ACCB/CCMA/JJA/MAB/RSO - ACCB/JJA/MAB/RSO 1/37

Leia mais

ANUÁRIO SECURITIZAÇÃO E FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO. Empresa de Conhecimento Financeiro

ANUÁRIO SECURITIZAÇÃO E FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO. Empresa de Conhecimento Financeiro ANUÁRIO SECURITIZAÇÃO E FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO 2007 Empresa de Conhecimento Financeiro ANUÁRIO 2007 - Securitização e Financiamento Imobiliário Ficha técnica Idealização e Redação Carlos Augusto Lopes,

Leia mais

OU DEFENDEMOS OU PERDEMOS

OU DEFENDEMOS OU PERDEMOS OU DEFENDEMOS OU PERDEMOS Criação: Lei 5.107/66 - Atual Lei 8.036/90-50 ANOS EM 2016 Objetivo: Constituir um pecúlio para o trabalhador quando de sua aposentadoria ou por ocasião da rescisão do contrato

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 5 Balanço Patrimonial Passivo 9 Demonstração do Resultado 12 Demonstração do Resultado

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI. Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI. Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários Instrumento de captação de recursos e de investimentos no mercado imobiliário O produto O Certificado

Leia mais

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda

Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Perspectivas da economia em 2012 e medidas do Governo Guido Mantega Ministro da Fazenda Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 22 de maio de 2012 1 A situação da economia internacional

Leia mais

1. Objetivo e Descrição do fundo

1. Objetivo e Descrição do fundo FATOR VERITÀ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ: 11.664.201/0001-00 Administrado pelo Banco Fator S.A. CNPJ: 33.644.196/0001-06 RELATÓRIO SEMESTRAL 1º. SEM. 2012 1. Objetivo e Descrição do fundo

Leia mais

MERCADO IMOBILIÁRIO PARA ONDE CAMINHA A DEMANDA?

MERCADO IMOBILIÁRIO PARA ONDE CAMINHA A DEMANDA? MERCADO IMOBILIÁRIO PARA ONDE CAMINHA A DEMANDA? CII Comissão da Indústria Imobiliária José da Silva Aguiar Superintendente Técnico da ABECIP Data: 23/maio/2014 Pauta 1) Financiamento Imobiliário SBPE

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

Workshop - Mercado Imobiliário

Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário Workshop - Mercado Imobiliário 1. O que está acontecendo com o Brasil? 2. Por que o Brasil é a bola da vez? 3. Por que o Mercado imobiliário

Leia mais

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros;

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros; CREDIT SUISSE HEDGINGGRIFFO 1. Públicoalvo LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG EQUITY HEDGE LEVANTE FUNDO DE INVESTIMENTO

Leia mais

Mercado Imobiliário. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h9p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/

Mercado Imobiliário. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h9p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Mercado Imobiliário Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h9p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Riqueza brasileira Brasil: ritmo do crescimento populacional e da urbanização Crescimento

Leia mais

ANUÁRIO Securitizaçāo e Financiamento Imobiliário

ANUÁRIO Securitizaçāo e Financiamento Imobiliário 2012 ANUÁRIO Securitizaçāo e Financiamento Imobiliário 2012 Empresa de Conhecimento Financeiro Caro leitor, Securitizaçāo e Financiamento Imobiliário 2012 É com muito entusiasmo que lançamos o Anuário

Leia mais

Tributação do Setor Imobiliário. Ricardo Lacaz Martins

Tributação do Setor Imobiliário. Ricardo Lacaz Martins Tributação do Setor Imobiliário Ricardo Lacaz Martins Abril de 2014 Visão Geral do Mercado Imobiliário Atividades Base legal Incorporação imobiliária Lei nº 4.591/64 Loteamento Lei nº 6.766/79 Compra e

Leia mais

FUNDOS IMOBILIARIOS O GUIA DEFINITIVO

FUNDOS IMOBILIARIOS O GUIA DEFINITIVO 1 FUNDOS IMOBILIARIOS O GUIA DEFINITIVO Autor: Jonatam César Gebing Abril de 2015 2 FUNDOS IMOBILIÁRIOS: O GUIA DEFINITIVO MODULO 01 FUNDOS IMOBILIÁRIOS: O QUE SÃO Fundos Imobiliários, o Guia Definitivo.

Leia mais

BTG Fundo de Fundos. 5ª Emissão. Janeiro, 2013. Para informações adicionais, leia atentamente os Avisos Adicionais no final da apresentação.

BTG Fundo de Fundos. 5ª Emissão. Janeiro, 2013. Para informações adicionais, leia atentamente os Avisos Adicionais no final da apresentação. 5ª Emissão Janeiro, 2013 Para informações adicionais, leia atentamente os Avisos Adicionais no final da apresentação. SEÇÃO 1 Características Características Fundo Carteira Remuneração FUNDO FII fechado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.005 de 30 de julho de 2002.

RESOLUÇÃO Nº 3.005 de 30 de julho de 2002. RESOLUÇÃO Nº 3.005 de 30 de julho de 2002. Dispõe sobre o direcionamento dos recursos captados em depósitos de poupança pelas entidades integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Leia mais

CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL Crescimento Sustentável. ESTRATÉGIA DO BRADESCO Posicionamento/Estratégia

CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL Crescimento Sustentável. ESTRATÉGIA DO BRADESCO Posicionamento/Estratégia CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL Crescimento Sustentável ESTRATÉGIA DO BRADESCO Posicionamento/Estratégia 1 DE 28 1 Crédito Imobiliário no Brasil Crescimento contínuo e sustentável nos últimos anos, aumento

Leia mais

MOVIMENTANDO OPORTUNIDADES gerando investimentos A FORTESEC. securitizadora. Home Empresa Securitização Emissões Fale Conosco

MOVIMENTANDO OPORTUNIDADES gerando investimentos A FORTESEC. securitizadora. Home Empresa Securitização Emissões Fale Conosco MOVIMENTANDO OPORTUNIDADES gerando investimentos Com credibilidade e criatividade, transformamos as novas ideias do mercado SAIBA MAIS A FORTESEC A Fortesec é uma com foco em operações estruturadas de

Leia mais

Como funciona o Sistema Financeiro Nacional. José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013

Como funciona o Sistema Financeiro Nacional. José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013 José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013 Segmentação do Mercado MERCADO MONETÁRIO MERCADO DE CRÉDITO MERCADO FINANCEIRO MERCADO DE CAPITAIS MERCADO CAMBIAL Conceito de Sistema Financeiro Conjunto

Leia mais

Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário - FII

Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário - FII Renda Variável Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário - FII Fundo de Investimento Imobiliário Aplicação no mercado imobiliário sem investir diretamente em imóveis O produto O Fundo de Investimento

Leia mais

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Julho/2008 Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Principal instrumento de captação de recursos de médio e longo prazos, a debênture representa para muitas companhias a porta de entrada no mercado

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário - FII

Fundos de Investimento Imobiliário - FII CONCEITO: Instrumento na forma de condomínio fechado, portanto não admitem resgate (saída a qualquer momento), para aplicação em empreendimentos imobiliários: Ativos imobiliários: propriedade direta de

Leia mais

Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se aos créditos cedidos até 31 de dezembro de 2013.

Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se aos créditos cedidos até 31 de dezembro de 2013. RESOLUÇÃO Nº 3.932 Altera e consolida as normas sobre direcionamento dos recursos captados em depósitos de poupança pelas entidades integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O

Leia mais

CSHG RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

CSHG RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CSHG RECEBIVEIS IMOBILIARIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII CNPJ 11.160.521/0001-22 Administradora: Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. CNPJ: 61.809.182/0001-30 I. Objeto do Fundo

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL BRUNI BRUNI BRUNI BRUNI. Sistema Financeiro Nacional

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL BRUNI BRUNI BRUNI BRUNI. Sistema Financeiro Nacional Capítulo Sistema Financeiro Nacional Bibliografia básica Todo o conteúdo dos slides deve ser acompanhado com o livro Mercados Financeiros, publicado pela Editora Atlas. Objetivos do capítulo Distinguir

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE CEMEC

MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE CEMEC 10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO DE CAPITAIS CENTRO DE ESTUDOS DE MERCADO DE CAPITAIS CEMEC Financiamento de Investimentos no Brasil e nas Empresas São Paulo 29/Novembro/2011 10º. SEMINÁRIO CEMEC DE MERCADO

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Julho 2012

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Julho 2012 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Julho 2012 Perspectivas para os Certificados de Recebíveis Imobiliários diante da queda das Taxas Juros no Brasil Prof. Dr. Fernando Bontorim

Leia mais

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945 Evolução do SFN MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Profa. Dra. Andréa Paula Segatto-Mendes apsm@ufpr.br 1. Primeiro Período: 1808-1914 Abertura dos portos - acordos comerciais diretos Criação do Banco do

Leia mais

Cap. V Produtos Financeiros

Cap. V Produtos Financeiros 5.1 CDB/RDB Cap. V Produtos Financeiros Prof. Uérito Cruz Um banco anuncia pagar 22,6% a.a. para aplicação em CDB de sua emissão. É projetada uma inflação de 7,2% a.a. e o mercado trabalha como taxa referencial

Leia mais

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar:

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar: EDITAL 2012 1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional; bancos

Leia mais

A isenção do imposto de renda na poupança é um subsídio justo e eficiente?

A isenção do imposto de renda na poupança é um subsídio justo e eficiente? A isenção do imposto de renda na poupança é um subsídio justo e eficiente? Marcos Kohler 1 Existe a idéia consolidada na sociedade brasileira de que a caderneta de poupança é um mecanismo que favorece

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC CAMBIAL DOLAR 02.294.024/0001-26 Informações referentes a Abril de 2013

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O HSBC CAMBIAL DOLAR 02.294.024/0001-26 Informações referentes a Abril de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o HSBC FUNDO DE INVESTIMENTO CAMBIAL LONGO PRAZO. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento

Leia mais

Letras Financeiras - LF

Letras Financeiras - LF Renda Fixa Privada Letras Financeiras - LF Letra Financeira Captação de recursos de longo prazo com melhor rentabilidade O produto A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa emitido por instituições

Leia mais