Gestão da Atenção Especializada e articulação com a Atenção Básica

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1 Gestão da Atenção Especializada e articulação com a Atenção Básica 31º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo Março/ /04/

2 2 2

3 Rede assistencial / pontos de atenção Alta Complexidade Média Complexidade Atenção Básica Demandas em saúde 3 3

4 O modelo de atenção às condições Pirâmide de riscos crônicas para o SUS Fontes: Department of Health ; Porter e Kellogg 4 4

5 O modelo de atenção às condições crônicas para o SUS Manejo de condições crônicas Pessoas usuárias ativas e informadas Interações produtivas Equipe de saúde proativa e preparada Resultados clínicos e funcionais 5 5

6 O modelo de atenção às condições crônicas para o SUS Determinação da doença Fonte: Dahlgren & Whitehead 6 6

7 O modelo de atenção às condições crônicas para o SUS pirâmide de riscos Pessoas usuárias ativas e informadas Interações produtivas Equipe de saúde proativa e preparada Resultados clínicos e funcionais Fonte: Mendes EV. As redes de atenção à saúde. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2011

8 SISTEMAS DE APOIO SISTEMAS LOGÍSTICOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS PONTOS DE ATENÇÃO À SAÚDE SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS A estrutura operacional das Redes de RT 1 Atenção à Saúde RT 2 RT 3 RT n TRANSPORTE EM SAÚDE ACESSO REGULADO REGISTRO ELETRÔNICO APOIO DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICO ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA INFORMAÇÃO EM SAÚDE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Fonte: Mendes (2011) 8 8

9 O MACC e a coordenação do cuidado Território Demanda por saúde Comunicação e matriciamento UBS: Acolhimento Atendimento agudo/ crônico Estratificação de risco Acompanhamento longitudinal Coordenação Atenção especializada: Consulta espec. Multiprofissional Alto risco 9 9

10 Estratificação de risco na AB Objetivo do cuidado é a estabilização do portador de condição crônica Avaliação do risco, em cada contato com a unidade Protocolo de classificação Referenciamento dos casos de alto risco 10 10

11 Coordenação do cuidado na AB Atributo essencial da Atenção Básica (primeiro contato, longitudinalidade, integralidade e coordenação) A articulação entre diversos serviços e ações de atenção à saúde, de modo que, independentemente de onde sejam prestados, estejam em harmonia e voltados ao alcance de um mesmo objetivo 11 11

12 Coordenação do cuidado na AB Exemplo: rastreamento para câncer de mama a partir da Atenção Básica 1. Resultado de exame normal 1. Retorno em 2 anos na AB para novo exame 2. Resultado de exame alterado 1. Exame complementar (USN; biópsia) 1. Exames excluem câncer: Retorno em 2 anos na AB para novo exame 2. Exames confirmam diagnóstico: encaminhamento para serviço especializado 12 12

13 Coordenação do cuidado na AB 2. Exames confirmam diagnóstico: encaminhamento para serviço especializado 1. Cirurgia 2. Quimioterapia 3. Radioterapia 3. Retornos no serviço especializado até alta 2. Seguimento a longo prazo na Atenção Básica 13 13

14 Mas, como está estruturada a rede de atenção no estado de São Paulo? 14 14

15 Atenção Básica Cerca de unidades de saúde Cobertura da ESF 40,7 % (dezembro/2016) Equipes de Saúde da Família Cobertura da Atenção Básica (2015) 86,3 % (médicos na AB por 3 mil hab.) 15 15

16 Cobertura de Saúde da Família dezembro/2015 Fonte: MS/ DAB 16 16

17 Estrutura da Atenção Básica Modalidades variadas de arranjos tecnológicos nas unidades de saúde: Atenção básica tradicional Estratégia de Saúde da Família Atenção básica tradicional + PACS Atenção básica tradicional + ESF Estratégia de Saúde da Família + especialidades básica Outros arranjos 17 17

18 Dispensa medicamento na Unidade No ESP, 67% das Unidades dispensam medicamento Fonte: MS/ PMAQ 2º ciclo 18 18

19 Consulta de pré-natal No ESP, 95% das Unidades ofertam consultas de pré-natal Fonte: MS/ PMAQ 2º ciclo 19 19

20 Sala de Vacina No ESP, 83% das unidades possuem sala de vacina Fonte: MS/ PMAQ 2º ciclo 20 20

21 Estrutura da Atenção Básica UBS com pouco domínio do território Processo burocrático de territorialização Ainda baixa cobertura de ESF & ACS Cadastramento e visitas pouco qualificadas Baixa resolubilidade da UBS Unidades centradas no atendimento às demandas agudas Acolhimento não qualificado Estratificação de risco pouco utilizada Qualificação insuficiente dos profissionais da ESF Apoio insuficiente na formação dos profissionais da AB Coordenação do cuidado incipiente 21 21

22 Atenção especializada Tipo de estabelecimento Gestão estadual Gestão municipal Total Hospital geral Hospital especializado Ambulatório especializado (58 AMEs) SADT Fonte: TabWin SES-SP 22 22

23 Produção ambulatorial especializada - Gestão 2016 Nº de consultas percentual Estadual ,93 Municipal ,07 TOTAL ,00 Fonte: TabWin SES-SP 23 23

24 Produção ambulatorial especializada - Tipo Estabelecim Gestão Estadual Gestão Municipal Total CENTRO DE SAUDE/UBS POLICLINICA HOSPITAL GERAL HOSPITAL ESPECIALIZADO CLINICA ESPECIAL./AMB. ESPECIALIZADO DEMAIS TIPOS DE ESTABELECIMENTO Total Fonte: TabWin SES-SP 24 24

25 AME: perda primária e absenteísmo em consultas percentual Perda primária 1,3 Absenteísmo 19,

26 AME: absenteísmo em consultas agendadas 19,7% 26 26

27 Resumindo... A atenção básica é operada pelos municípios, embora deva receber apoio técnico da SES; A atenção básica não tem sido ordenadora do cuidado nem resolutiva na atenção aos portadores de condições crônicas; A atenção especializada é de responsabilidade das gestões municipal e estadual; Boa parte das consultas especializadas acontece nos ambulatórios hospitalares; 27 27

28 A oferta de atenção básica e especializada é heterogênea, quando se considera as diferentes regiões do estado; Existem evidências de mal aproveitamento dos recursos especializados (acesso? indicação inadequada? tempo para atendimento? etc.?); É muito provável que parte das demandas referenciadas da AB para a AE sejam inadequadas; 28 28

29 Salvo algumas exceções exitosas, não há integração entre a Atenção Especializada e a Atenção Básica; Faltam normas, protocolos, linhas de cuidado pactuadas e implantadas nos diferentes serviços que compõem a Rede de Atenção à Saúde

30 30 30

31 Obrigado Arnaldo Sala Coordenador da Área Técnica de Atenção Básica Secretaria de Estado da Saúde 31 31

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