MEMORIAL DE REQUISITOS CONSTRUTIVOS

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1 MEMORIAL DE REQUISITOS CONSTRUTIVOS 1. DIMENSIONAMENTO E CLASSIFICAÇÕES 1.1 Área do terreno: 5.000,00 m² (cinco mil metros quadrados); Desenho 1 Lote Hotel vista geral Desenho 2 Lote Hotel

2 INFRAERO FL 2/ Taxa de ocupação do Lote: máxima de 60% (sessenta por cento), conforme tabela 31 - Via Especial Rocha Pombo (VE12) da Lei Complementar nº 61, de 10 de maio de 2011; 1.3 Número máximo de pavimentos: considerando a Análise apresentada pela Área de Navegação Aérea no item 2, em um dos vértices do lote a ser concedido para construção do hotel a altura máxima permitida é de 27,8m (para uma cota de 905m), considerando um pé direito no térreo de aproximadamente 5m e pavimento tipo de 3,10m, resultando em um máximo de 8 (oito) pavimentos incluindo o térreo; 1.4 Classificação do Hotel: O prédio deverá ser construído de forma que os ambientes, sistemas componentes e serviços de atendimento aos clientes se enquadrem na categoria de Hotel igual ou melhor, a classificação de categoria de Hotel Três Estrelas, conforme Sistema de Classificação de Meios de Hospedagem expedido pelo Ministério do Turismo, instituído por meio da Portaria nº 100, de 16 de junho de e de acordo com Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem (SBClass) elaborado em parceria pelo Ministério do Turismo, o Inmetro, a Sociedade Brasileira de Metrologia SBM e a sociedade civil onde são apresentados os requisitos mínimos de infraestrutura, serviços e sustentabilidade conforme categoria desejada. No caso da categoria 3 estrelas, os requisitos mínimos apresentados pelo SBClass são os seguintes: Serviço de recepção aberto por 18 horas e acessível por telefone durante 24 horas; Serviço de mensageiro no período de 16 horas; Área útil da UH, exceto banheiro, com 13 m² (mínimo 80%); Banheiro nas UH com 3 m² (mínimo 80% das UH); Troca de roupas de cama em dias alternados; Troca de roupas de banho diariamente; Serviço de lavanderia; Sala de estar com televisão; Televisão em 100% das UH;

3 INFRAERO FL 3/15 Canais de TV por assinatura em 100% das UH; Acesso à internet nas áreas sociais e nas UH; Serviço de facilidades de escritório virtual; Minirrefrigerador em 100% das UH; Climatização (refrigeração/ventilação forçada/calefação) adequada em 100% das UH; Restaurante; Serviço de café da manhã; Área de estacionamento; Programa de treinamento para empregados; Medidas permanentes para redução do consumo de energia elétrica e de água; Medidas permanentes para o gerenciamento de resíduos sólidos, com foco na redução, reuso e reciclagem; Monitoramento das expectativas e impressões do hóspede em relação aos serviços ofertados, incluindo meios para pesquisar opiniões, reclamações e solucioná-las; Pagamento com cartão de crédito ou de débito. 2 RESTRIÇÕES - De acordo com o Relatório de Análise Técnica 001/NASU/2013 referente aos estudos de impacto das áreas nos Planos de Zona de Proteção de Aeródromo e de Auxílios à Navegação Aérea, são exigidas as seguintes restrições: - Conforme Plano Diretor Aeroportuário foi definida a área 29E da Figura 1 como área para concessão e exploração de hotel. A partir desta figura foi elaborada análise pela área de Navegação Aérea da Superintendência Regional do Sul, onde foram apresentadas nas Tabelas 1 e 2 as estimativas de altura e altitude máximas para construção do hotel.

4 INFRAERO FL 4/15 Figura 1: Imagem de satélite das áreas Figura 2: Imagem do local da análise Lote 29E) E1 E: ,7170 m N: ,6834 m E2 E: ,1416 m N: ,7877 m E3 E: ,6293 m N: ,7828 m E4 E: ,2048 m N: ,6785 m

5 INFRAERO FL 5/15 Tabela-1: Altura máxima de construção - Análise com a PPD 11/29: Vértice Cota aproximada do terreno* Estimativa de altura máxima para construção A1 905m metros A2 885m metros A3 895m metros A4 897m metros B1 896m metros B2 900m metros B3 903m metros B4 900m metros E1 905m metros E2 903m metros E3 901m metros E4 901m metros *Estes dados devem ser usados apenas como parâmetro, pois as informações são de base de dados antigos e pode ter ocorrido movimentação de terra ou alguma obra que possa ter alterado as cotas dos terrenos, o que acarretará em modificação das alturas possível de construção. Tabela-2: Limite estimado de construção - Análise com a PPD 11/29: Vértice Limite de construção Observação A m* A m A m A m* B m B m B m B m E1 E m* m* E m E m SUPERFÍCIE do PBZPA/PBZPANA Transição Transição Aproximação Transição Transição Aproximação Aproximação Transição Transição Transição DVOR DVOR * Valor estimado de limite de construção, tendo em vista que não há definição da cota da futura cabeceira 15R.

6 INFRAERO FL 6/15 Conforme indicado no desenho, as estimativas para a área em análise referemse aos Vértices E1, E2, E3 e E4. - As altitudes e alturas máximas de construção apresentadas servem apenas como expectativa de topo de edificação e não devem ser usadas como realidade absoluta. Sugere-se que para o projeto das edificações seja analisado as superfícies de proteção do aeródromo e auxílios à navegação aérea de forma que a construção seja posicionada dentro dos lotes em locais que possibilitem as cotas necessárias para o empreendimento. -A autoridade responsável para impor os limites de implantações sobre influência das zonas de proteção de aeródromo e auxílios à navegação aérea é o Comando de Aéreo Regional (COMAR). - O Plano de Específico Zoneamento de Ruído do Aeroporto Internacional de Curitiba Afonso Pena foi estabelecido pela Portaria n 0629/GM5 de 02 de Maio de 1984, o qual já contempla a futura pista 15R/33L. Figura 3 Imagem Plano Específico de Zoneamento de Ruído (Portaria 629/GM5-1984) Com a projeção do Plano Específico em vigor sobre a área solicitada, há uma pequena porção da área 25/26B (Figura 4) que sofrerá intervenção conforme

7 INFRAERO FL 7/15 estabelecido na TABELA E-1 do RBAC 161-ANAC, não interferindo na área a ser concedida para construção de hotel. Figura 4 Imagem área de influência no PEZR do SBCT (verde) - Conforme o art. 64 da Portaria 256/GC5, não poderá ocorrer implantação de materiais de natureza perigosa (implantações que produzam ou armazenem material explosivo ou inflamável, que cause perigosos reflexos, irradiações, fumaça ou emanações ou outras que possam proporcionar riscos semelhantes à navegação aérea). As restrições indicadas visam contribuir no entendimento e planejamento de aproveitamento das áreas prevista no PDIR (Plano Diretor Aeroportuário) em relação aos planos básicos de Zona de Proteção de Aeródromo e de Auxílios à Navegação Aérea e não substitui a obrigação legal de encaminhar ao V Comando Aéreo Regional (V COMAR) a solicitação para aproveitamento do solo em área de Plano de Zona de Proteção conforme Art.91 da Portaria 256/GC5; e o Anexo G da Instrução do Comando da Aeronáutica - ICA 11-3 para a autorização de nova edificação nos limites da área patrimonial do Aeroporto Internacional Afonso Pena em Curitiba/PR, tendo em vista que, conforme a Portaria citada e o Código Brasileiro de Aeronáutica, somente o referido órgão possui autoridade para emitir pareceres sobre implantações na área de abrangência dos Planos Básicos de Zona de Proteção de Aeródromos.

8 INFRAERO FL 8/15 3 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ESPECÍFICAS 3.1 Materiais não combustíveis: A estrutura, as paredes do prédio e os forros das áreas de serviços dos apartamentos deverão ser construídos com materiais não combustíveis. 3.2 Sistemas Acústicos: As paredes externas, forros, esquadrias e vidros deverão fornecer aos ambientes isolamentos acústicos que atendam as exigências de conforto, de acordo com normas e leis em vigor (ABNT e leis governamentais). 3.3 Proteção das superfícies: Todas as superfícies permeáveis ou que poderão sofrer infiltrações ou alterações por exposição a intempéries deverão ser tratadas e protegidas adequadamente. 3.4 Instalações contra-incêndio: Deverão ser fornecidos pelo Concessionário, sistemas de prevenção e combate a incêndios, após o mesmo elaborar os respectivos projetos executivos, em conformidade com as Normas Técnicas e Legislação em vigor e correspondente verificação da INFRAERO e aprovação dos Órgãos Governamentais competentes. 3.5 Telefonia e informática: Deverá ser fornecido e instalado, pelo Concessionário, uma rede de VOZ e DADOS com cabeamento estruturado segundo normas da ABNT e principalmente as normas EIA/TIA 568ª e uma rede Wi-fi para dados. Os projetos serão elaborados pelo Concessionário e deverão ser analisados pela INFRAERO e aprovados pelos órgãos governamentais competentes. A rede de telemática deverá ser captada dos Concessionários locais de telefonia, distantes cerca de 500 metros da área destinada à concessão para construção do hotel.

9 INFRAERO FL 9/ Sistemas de Segurança e de Entretenimento: Deverá ser fornecido e instalado, pelo Concessionário, Sistema de TV de Vigilância, Sistema de Distribuição de Sinais de Televisão e de Radio difusão Sonora (antena coletiva de TV e FM) e Sistema de Controle de Acesso e Detecção de Intrusão, após a mesma elaborar os respectivos projetos executivos em conformidade com as Normas Técnicas e Legislação em vigor aplicáveis e obter a correspondente análise da INFRAERO; 3.7 Controle de utilidades e energia: Deverá ser fornecido e instalado, pelo Concessionário, Sistema de Gerenciamento de utilidades e Energia Elétrica, bem como disponibilização de acesso e obtenção de informações pela INFRAERO via meios eletrônicos, após a mesma elaborar o respectivo projeto executivo, em conformidade com as Normas Técnicas e Legislação em vigor, aplicáveis e obter a correspondente aprovação da INFRAERO; 3.8 Abastecimento de água: O abastecimento de água deverá ser dotado de rede de água quente e fria, com sistema permanente de controle de qualidade da água potável. Há disponibilidade de rede de abastecimento de água há aproximadamente 250m do local da área destinada à concessão para construção do hotel. 3.9 Rede de esgoto: A ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) existente no aeroporto possui capacidade para receber o esgoto proveniente do hotel e está situada a menos de 100m da área destinada a concessão para construção do hotel

10 INFRAERO FL 10/ Subestação de energia elétrica: Há disponibilidade de rede de alta tensão da Copel (Companhia Paranaense de Energia) há aproximadamente 250m do local da área destinada à concessão para construção do hotel. O projeto executivo deverá atender às Normas Técnicas e Legislação em vigor aplicáveis, bem como ser encaminhado para análise da INFRAERO e aprovação dos órgãos governamentais competentes. Além disso, o hotel deverá ser provido de gerador de energia no caso de uma falha no fornecimento da mesma Rede Pluvial: A água proveniente da chuva poderá ser descarregada na vala acima da limitação do lote, onde se encontra o Córrego Ressaca. 4 PROJETOS E AS BUILT Todos os projetos deverão ser apresentados pelo Concessionário à INFRAERO para notificação de visto de verificação de projeto e sua posterior execução. Qualquer modificação necessária durante a execução do projeto deverá ser comunicada a INFRAERO para avaliação, devendo o Concessionário apresentar o projeto com as referidas alterações antes de sua execução. O Concessionário deverá fornecer à INFRAERO na conclusão final das obras todos os projetos de engenharia na revisão como construído (plantas, especificações, planilhas, memoriais de cálculo e descritivo) em cópia papel e em mídia digital (Autocad), anteriormente a liberação do Alvará de Funcionamento. 5 LICENÇAS A licitante vencedora fica, a partir da assinatura do contrato, obrigada a obter as licenças junto aos órgãos públicos, necessárias para implantação do

11 INFRAERO FL 11/15 empreendimento, fornecendo os dados técnicos e estudos eventualmente solicitados. 6 NORMAS E LEGISLAÇÃO VIGENTES - Conforme Ofício 214/2013-SEMU enviado pela Secretaria Municipal de Urbanismo da Prefeitura de São José dos Pinhais datado de 04 de julho de 2013 em resposta a consulta feita pelo Aeroporto Internacional Afonso Pena através do ofício 1035/SBCT/(CTCM)/2013 fica condicionada a anuência do Município para a construção do hotel à análise dos projetos pelo Conselho Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, acompanhado do Estudo de Impacto de Vizinhança EIV para posterior análise e aprovação da Secretaria Municipal de Urbanismo, conforme estabelecido em legislação vigente; - No site da Secretaria Municipal de Urbanismo do Município de São José dos Pinhais ( está disponibilizada a seguinte legislação: Lei 16/2005 Zoneamento, o Uso e a Ocupação do Solo e Sistema Viário do Município de São José dos Pinhais, Estado do Paraná; Lei Complementar nº 09, de 23 de Dezembro de Institui o Plano Diretor do Município de São José dos Pinhais, Estado do Paraná; Lei nº44/91 - Código de Obras de São José dos Pinhais; Lei nº44/98 - Altera dispositivos da Lei Municipal nº 44/91, de , e dá outras providências. - Para elaboração dos projetos e execução das obras, deverão ser atendidas as Normas ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas ou Normas Estrangeiras pertinentes. Na inexistência de Normas Nacionais correspondentes, sempre com a aprovação da INFRAERO e demais órgãos competentes, poderão ser aceitas outras

12 INFRAERO FL 12/15 Normas de reconhecida autoridade, que possam garantir o grau de qualidade desejado. - Atendimento pleno às normas de Acessibilidade Universal (NBR9050/2004) e Estatuto do Idoso em todas as áreas dos estacionamentos e edificações. - Atendimento integral ao Código de Incêndio Municipal e normas de segurança aplicáveis, incluindo implantação de rotas de fuga e escadas de emergência. - Atendimento integral às normas da ANVISA, CONAMA, IAP, INFRAERO, COMAR e ANAC. 7 REQUISITOS AMBIENTAIS - Conforme Ofício 542/2012/IAP/GP enviado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) datado de 24 de julho de 2012 em resposta à CF nº1455/gtct/(gtct-2)/2012 de 24 de maio de 2012, o empreendimento necessita de licenciamento completo: Licença Prévia; Licença de Instalação; Licença de Operação. Além disso, o Estudo Ambiental necessário será definido após a análise eventual e emissão de licença prévia. Para instrução do procedimento administrativo deve ser observada a Resolução SEMA/IAP 031/1998, no seu artigo 161, Item I, acrescido do memorial descritivo da obra. - Os projetos deverão seguir o Plano de Controle ambiental de Obra e Requisitos Ambientais (GE.01/000.75/001064/02). - A concepção do empreendimento, os projetos e a execução da obra devem atender as exigências da legislação ambiental nas esferas municipal, estadual e federal;

13 INFRAERO FL 13/15 - Os projetos devem adotar conceitos de sustentabilidade tornando o empreendimento ecologicamente correto e economicamente viável; - Ao longo do processo de implantação, ou seja, durante a fase de obras, devem ser adotadas ações para minimizar o impacto que a construção civil causa aos recursos naturais. 8 REQUISITOS OPERACIONAIS - Para a concessão de área para construção de hotel foram indicadas pela área de Operações algumas condicionantes a fim de disponibilizar facilidades aos usuários do aeroporto e do hotel tais como: - Construção de via de acesso ao hotel com a infraestrutura necessária: sistema de drenagem, iluminação, sinalização e calçamento que permita fácil ligação entre o hotel e o aeroporto, evitando-se a circulação pela frente do Terminal e pela rótula que liga as Ruas Teixeira Soares e Avenida Rocha Pombo, conforme Figura 5 abaixo: Figura 5: Rótula

14 INFRAERO FL 14/15 - Durante a obra de construção do empreendimento, é importante criar um acesso viário para os equipamentos de construção, evitando o trânsito em frente do TPS. - Disponibilização de serviço de transfer entre aeroporto e hotel. Para isso, é importante que haja coordenação com o aeroporto para disponibilização de vaga para a viatura em frente ao meio-fio de embarque/desembarque e até mesmo um balcão para atendimento/reservas, se for o caso. 9 EXECUÇÃO DE INFRAESTRUTURA 9.1 PROJETO O Concessionário apresentará para análise da INFRAERO todos os projetos necessários à construção do empreendimento, acompanhados de memorial descritivo das especificações, cronograma físico-financeiro e orçamento detalhado dos investimentos a serem realizados, conforme previsto no Edital Os projetos deverão seguir as legislações específicas conforme citado no item 6 Normas e Legislações vigentes, bem como o Plano Diretor do Aeroporto e recomendações técnicas específicas do mesmo O fornecimento das informações técnicas será dividido em duas etapas: a) Estudos preliminares: Implantação; Arquitetura; Laudo sondagem; Partido estrutural e Consulta aos órgãos competentes. b) Projeto executivo completo e documentos dissertativos, composto de: Arquitetura;

15 INFRAERO FL 15/15 Urbanização; Infraestrutura e redes externas; Estrutura; Instalações elétricas; Instalações hidrosanitárias; Eletrônica e comunicações; Prevenção e combate a incêndio Comunicação visual; Arquitetura de interiores; Especificações técnicas de materiais e serviços; Cronogramas; Orçamento detalhado; Projetos aprovados pelos órgãos competentes Qualquer alteração em projetos, já analisados pela INFRAERO, deverá ser objeto de entendimentos e nova autorização; Deverão ser considerados nos projetos alguns dos serviços existentes no Terminal de Passageiros e que poderão ser estendidos ao empreendimento, tais como: sistemas informativos de voos, TVs operativas, check-in, etc. 9.2 OBRA Apresentação prévia do planejamento das obras, sob a forma de cronograma detalhado de atividades e sua atualização mensal Fica assegurado à INFRAERO o direito de inspeção e fiscalização, a quaisquer obras, instalações ou outras benfeitorias, a qualquer tempo do seu desenvolvimento, vetando total ou parcialmente aquelas que não estejam sendo executadas de conformidade com os projetos previamente aprovados O prazo máximo para o término da obra é de 18 (dezoito) meses a contar da data de início do Contrato.

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