A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1"

Transcrição

1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia Dal Bem 5, RODRIGUES, Isabela Lencina 6, CIELO, Cibele 7, ROSA, Natanna Da 8 1 Trabalho de Iniciação Científica 2 Acadêmica do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil. 3 Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Docente do Curso de Enfermagem e da Pos Graduação em Enfermagem (PPGEnf) da UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. 4 Enfermeira. Mestranda do PPGEnf da UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. 5 Enfermeira. Especialista em Terapia Intensiva. Gerente da Unidade Clínica Médica II do Hospital Universitário da UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. 6 Acadêmica do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). 7 Acadêmica do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). 8 Acadêmica do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) RESUMO O objetivo deste estudo é relatar a vivência como estudante de enfermagem junto à equipe de uma Unidade de Clínica Médica sob o ponto de vista da espiritualidade no cuidado de famílias que tem um familiar com doença crônica. Trata-se de um relato de experiência vivenciado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM). Identificou-se que a família tem um papel central na formação de crenças, valores e conhecimentos do indivíduo. A espiritualidade ajuda as famílias a enfrentarem a doença e o sofrimento, transmitindo tranquilidade emocional para o paciente. Notou-se ainda, que a equipe de enfermagem apresenta dificuldades para lidar com as manifestações de sofrimento e espirituais. Conclui-se que a espiritualidade é uma das estratégias de enfrentamento para lidar com a doença crônica e esta, torna-se um aspecto importante na vida da maioria das pessoas, permeando por muitas culturas. Palavras-chave: Família; Espiritualidade; Doença Crônica; Enfermagem. 1. INTRODUÇÃO O surgimento de uma doença crônica tem um profundo impacto na vida das pessoas e essa realidade se intensifica ainda mais, uma vez que o tempo de internação e os cuidados necessários podem ser prolongados, trazendo mudanças na rotina diária e alterando a qualidade de vida. Esse agravo compromete pessoas de todas as idades, gêneros, classe social e crenças, afetando de forma direta ou indireta todos que convivem com o doente. Nesse contexto, muda não apenas a vida do paciente, mas a de todas as pessoas que estão ao seu redor, como os familiares, amigos e profissionais de saúde que tiveram a oportunidade de conviver com esta pessoa (VISONÁ; PREVEDELLO; SOUZA, 2012). 1

2 Assim, essas pessoas envolvidas começam a vivenciar diferentes emoções e medos frente ao adoecimento, levando consigo uma carga de expectativas das mais variadas. O envolvimento com uma doença crônica provoca mudanças de hábitos, da rotina e o funcionamento da vida familiar, tendo que ter força, ânimo e até mesmo fé para suportar esta experiência. Frente a isso, começam aparecer buscas por estratégias de enfrentamento para lidar com a doença crônica ou até mesmo durante o processo de adoecimento, o qual destaca-se a espiritualidade. Neste sentido, a espiritualidade pode fortalecer a família, contribuindo para a formação das suas crenças e valores, incentivando práticas saudáveis, interações sociais e ajudando a lidar com as crises e transições da vida (PAULA; NASCIMENTO; ROCHA, 2009). A espiritualidade pode ser considerada como aquilo que cada pessoa acredita ser para si, podendo aparecer nas formas de propósito de vida, conexão com uma força maior e autoconhecimento. Face ao exposto, percebe-se que a família tem papel fundamental junto ao paciente no enfrentamento da doença crônica. Os familiares que irão conviver com o paciente na trajetória de descobrimento e processo do adoecer encontram na espiritualidade um suporte para as perdas e limitações que a doença impõe. Diante disso, o cuidado de enfermagem torna-se importante no período de adoecimento e exige dos profissionais de saúde conhecimento sobre família para incluí-la como objeto de cuidado. Além disso, o cuidado espiritual deve ser compreendido como parte do cuidado à familia e não como uma dimensão alheia a assistência de enfermagem. É importante que, durante o planejamento do cuidado, a espiritualidade seja considerada como um aspecto individual, mas também relativa aos valores e experiência familiar. Nesse sentido, o presente trabalho revela o percurso do acadêmico de Enfermagem acerca do atendimento a pacientes crônicos, bem como de seus familiares, destacando a importância da espiritualidade para os familiares lidarem com as dificuldades enfrentadas nas suas experiências de cuidarem de um membro com doença crônica, tendo em vista que a mesma se impõe cada vez mais como uma necessidade a ser abordada pela enfermagem. 2. OBJETIVO Este estudo tem como objetivo relatar a vivência de estudante de enfermagem junto à equipe de uma Unidade de Clínica Médica sob o ponto de vista da espiritualidade no cuidado de famílias que tem um familiar internado com doença crônica. 3. METODOLOGIA 2

3 Trata-se de um relato de vivência realizada em um Hospital Universitário cuja atuação está voltada para o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da assistência em saúde. As atividades desenvolvidas e relatadas neste estudo, são de natureza extracurricular, realizada por meio do Programa de Formação Complementar em Enfermagem (PROFCEN) do Curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, que estimula os estudantes a vivenciarem o cotidiano da prática profissional, articulando ensino e extensão nos espaços de atenção à saúde e ampliando o processo de formação acadêmica (BEUTER; NEVES; MAGNAGO; WEILLER, 2009). A atividade referida foi desenvolvida em uma unidade hospitalar de Clínica Médica e ocorreu no mês de janeiro de 2011, com duração de vinte dias, perfazendo 120 horas. A escolha da unidade foi determinada pelo interesse pessoal da estudante e a importância percebida, durante as atividades realizadas nas aulas teórico-práticas, do cuidado de enfermagem à pacientes portadores de doenças crônicas. Nesta unidade atuam profissionais de diferentes áreas e formação acadêmica, tais como: médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, técnicos e auxiliares de enfermagem, acadêmicos dos cursos de graduação da área da saúde, entre outros. De acordo com as características da unidade, os pacientes internados são adultos e idosos, de ambos os sexos, que apresentam doenças oncológicas, infecto-contagiosas, neurológicas, cardíacas, pulmonares e gastroenterológica, apresentando alto grau de dependência de cuidados, sendo muitos procedentes da Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). O objetivo traçado para a realização da atividade extracurrilular foi acompanhar o enfermeiro nas ações de sua competência, dando enfoque para os cuidados à família. As atividades envolveram o manuseio dos prontuários dos pacientes, a troca de experiências com os profissionais da equipe (técnico-científico), realização de orientações, cuidados aos pacientes e seus familiares e acompanhamento da dinâmica da unidade. 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES Durante o percurso acadêmico, o primeiro contato com a unidade de Clínica Médica foi durante as aulas teórico-práticas. O interesse relacionado aos cuidados de enfermagem à pacientes crônicos e seus familiares foi sendo reforçado, sobretudo, no decorrer da realização das atividades extracurriculares proporcionadas pelo curso de graduação em enfermagem. As observações e as experiências vividas no contexto da unidade suscitaram reflexões e questionamentos acerca da família que acompanha o familiar doente pois, geralmente, a equipe de enfermagem e até mesmos os acadêmicos, centram a atenção na demanda de cuidados dos pacientes e não percebem como a família, representada pelo(s) 3

4 familiar(es) presente(s), está lidando com a situação, se está sofrendo, precisando de ajuda seja física, emocional ou até mesmo espiritual. A experiência como acadêmica de enfermagem nesta unidade permitiu perceber que os pacientes e seus familiares vivenciam diferentes emoções, principalmente frente à proximidade da morte, e que, muitas vezes, é difícil contornar essa situação com tranquilidade. A família tem um papel central na formação de crenças, valores e conhecimentos do indivíduo. Em geral, quando um indivíduo adoece toda a família sofre e sente as consequências do momento vivenciado, lançando mão de diferentes estratégias para lidar com a situação, incluindo-se, dentre essas, a espiritualidade (MARQUES; FERRAZ,2004).. Durante o período de realização das atividades, não houve preocupação com o tempo disponível para o desenvolvimento das demandas técnicas. Foi prioridade estar presente, o quanto fosse necessário, com os doentes e seus familiares, oferecendo-lhes apoio e informações e escutando com atenção e sensibilidade suas demandas e questionamentos. Ao dialogar com as famílias sobre os procedimentos, as condições da pessoa doente, a internação e em como estavam se sentindo diante da experiência que estavam vivendo, pode-se observar a frequente referência à fé em Deus e à necessidade de se apegar a uma força maior para superar aquele momento de dor e sofrimento, advindo do adoecimento do familiar. Além disso, observou-se comportamentos e atitudes da família, que expressavam suas práticas espirituais, como a presença de um Terço próximo ao enfermo, ler a Bíblia ou mantê-la junto a cabeceira do leito ou o acompanhante rezando orações junto ao paciente. Estudos tem apontado que a espiritualidade influencia no bem estar e na capacidade de enfrentamento de pacientes e famílias diante de doenças graves e do sofrimento. Além disso pode constituir-se num recurso que ajuda a transmitir tranquilidade emocional e esperança para o paciente (GUERRERO; ZAGO; SAWADA; PINTO, 2011). Contudo, foi observado que, geralmente, a equipe de enfermagem parece ter dificuldades para lidar com as manifestações de desconforto emocional e de sofrimento por parte da família, bem como parece não ater-se aos sinais de espiritualidade manifestados pelos familiares e pelos pacientes. Deste modo não incluem essa dimensão como uma necessidade a ser atendida, assim como não recorrem a esse recurso para fortalecer a família De acordo com Paula, Nascimento e Rocha (2009) é importante que os enfermeiros reconheçam o sofrimento e os sofredores da doença crônica, ouvindo suas histórias, criando vínculos e ajudando-os no enfrentamento do adoecimento. Esses profissionais têm a possibilidade de identificar o interesse e facilitar o acesso aos recursos espirituais, reconhecendo e respeitando as opções e práticas espirituais das famílias. Para isso a enfermagem precisa incluir a família em seus cuidados, procurando reconhecer sentimentos 4

5 de desesperança e comportamentos depressivos, auxiliando-a a encontrar significados de vida. 5. CONCLUSÃO As vivências no âmbito hospitalar permitiram perceber que a espiritualidade é um aspecto importante na vida da maioria das pessoas e em muitas culturas. Nesse sentido, ampliar as possibilidades de entendimento e valorização da espiritualidade, considerando o contexto biopsicossocial e cultural das famílias e indivíduos, por parte dos profissionais que lidam com a saúde e sofrimento humano, em especial, os enfermeiros, pode representar uma alternativa a contribuir na promoção da saúde e qualidade de vida das pessoas. A família tem, dentre suas inúmeras características, a proteção de seus membros. Diante disso, foi possível observar que, independente da doença, do contexto e do modo como esta surge em suas vidas, é a família que se mobiliza e reúne recursos emocionais, espirituais e financeiros para o cuidado do familiar doente. Sendo assim, ressalta-se que é preciso uma atenção a família como um todo. Intervenções que utilize a escuta atenta e sensível aliada a uma postura acolhedora e respeitosa para sentir e perceber os seres cuidados em suas singularidades e complexidades e a habilidade para atender integralmente as demandas apresentadas, deve fazer parte do cuidado oferecido pela equipe de enfermagem. Portanto, no cuidado de enfermagem o reconhecimento da espiritualidade e o conhecimento das práticas espirituais da familia como forma de elaborar e ajudar a suportar situações adversas, pode constituir-se numa estratégia de aproximação e vínculo com o paciente e sua família, indo ao encontro das políticas de humanização na assistência à saúde. REFERÊNCIAS BEUTER, M.; NEVES, E. T.; MAGNAGO, T. S. B. S.; WEILLER, T. H. Programa de Formação Complementar em Enfermagem/PROFCEN. Santa Maria, (digitado) GUERRERO, G. P.; ZAGO, M. M. F.; SAWADA, N. O.; PINTO, M. H. Relação entre espiritualidade e câncer: perspectiva do paciente. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 64, n. 1, p. 53-9,

6 MARQUES, S. M.; FERRAZ, A. F. A vivência do cuidado domiciliar durante o processo de morrer: a perspectiva de familiares cuidadores. Revista Mineira de Enfermagem, Belo Horizonte, v. 8, n. 1, p , PAULA, E. S.; NASCIMENTO, L. C.; ROCHA, S. M. M. Religião e espiritualidade: experiência de famílias de crianças com Insuficiência Renal Crônica. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v.62, n.1, p , VISONÁ, F.; PREVEDELLO, M.; SOUZA, E. N. Câncer na família: percepções de familiares. Revista de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, v. 2, n.1, p ,

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO A IMPORTÂNCIA DO VOLUNTARIADO NO PROCESSO DO HUMANIZAR FERNANDO BASTOS fernandobastosmoura@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E PROFISSIONAIS DE SAÚDE DIAGNÓSTICO

Leia mais

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR MANUAL 1 E L A B O R A Ç Ã O HGWA: Fernanda Azevedo de Souza: Coordenação, UCE Adulto (UCE I e AVC Subagudo) e Cuidados Paliativos Isabelle de Freitas Luz - Clínica Pediátrica, UCE Pediátrica e PAD Pediátrico

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1

A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1 A PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISAS E A OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO E VISIBILIDADE DA ENFERMAGEM 1 NASCIMENTO, Letícia 2 ; NEVES, Eliane Tatsch 3 ; PIESZAK, Greice Machado 4 ; POTRICH, Tassiana 5 RESUMO

Leia mais

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde Valdir Reginato Espiritualidade

Leia mais

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CUIDADOS PALIATIVOS DIRECIONADOS A PACIENTES ONCOLÓGICOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Júlio César Coelho do Nascimento (Enfermeiro Pós-graduando em Oncologia Clínica- Centro de Especialização em Enfermagem

Leia mais

INTERVENÇÕES LÚDICAS COM PACIENTES HEMATO-ONCOLÓGICOS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1

INTERVENÇÕES LÚDICAS COM PACIENTES HEMATO-ONCOLÓGICOS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 INTERVENÇÕES LÚDICAS COM PACIENTES HEMATO-ONCOLÓGICOS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 VIERO, Natieli Cavalheiro²; PERES, Roger Rodrigues³; GRECO, Patricia Bitencourt Toscani 4 ; SOCCOL, Keity Laís Siepmann

Leia mais

CUIDADO PREVENTIVO EM PRECAUÇÕES DE CONTATO: ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 1

CUIDADO PREVENTIVO EM PRECAUÇÕES DE CONTATO: ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 1 CUIDADO PREVENTIVO EM PRECAUÇÕES DE CONTATO: ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene 3 ; MISTURA, Claudelí 4 ; ROSO, Camila Castro 5

Leia mais

O CUIDADO DA CRIANÇA COM CANCER FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS: UM DESAFIO À ENFERMAGEM1

O CUIDADO DA CRIANÇA COM CANCER FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS: UM DESAFIO À ENFERMAGEM1 O CUIDADO DA CRIANÇA COM CANCER FORA DE POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS: UM DESAFIO À ENFERMAGEM1 REIS, Thamiza Laureany da Rosa dos 2 ; BIN, Aline 3 1 Trabalho de Pesquisa 2 Curso de Graduação em Enfermagem

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista

Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Fazendo a diferença nos Serviços de Saúde: Visão do Técnico Especialista Tec. de Enfermagem Claudia Sterque claudiasterque@yahoo.com.br 11 de novembro de 2010 VISÃO DO TÉCNICO ESPECIALISTA Quando comecei

Leia mais

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Graziela Silva do Nascimento Discente do curso de Enfermagem da UFPB. E-mail: graziela_nascimento_@hotmail.com

Leia mais

CUIDADO DE ENFERMAGEM, ÉTICA E INOVAÇÃO

CUIDADO DE ENFERMAGEM, ÉTICA E INOVAÇÃO CUIDADO DE ENFERMAGEM, ÉTICA E INOVAÇÃO Dra. Leila Brito Bergold Hospital Central do Exército Semana de Enfermagem do INCA 2011 Inovação x Ética - Abordagem acerca do Cuidado de Enfermagem através do CARITAS

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO AO ACADÊMICO Projeto de Funcionamento

NÚCLEO DE APOIO AO ACADÊMICO Projeto de Funcionamento NÚCLEO DE APOIO AO ACADÊMICO Projeto de Funcionamento Responsável: Psic. Juliana Cohen MANAUS/AM APRESENTAÇÃO O Núcleo de Apoio ao Acadêmico (NAA) da Faculdade La Salle/Manaus-AM, em consonância com a

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015

Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Junho/ 2015 Juliana S. Amaral Rocha Enfermeira de Práticas Assistenciais Hospital Alemão Oswaldo Cruz Junho/ 2015 MODELO ASSISTENCIAL - DEFINIÇÃO Forma como atribuições de tarefas, responsabilidade e autoridade são

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA: CUIDADO AO INDIVÍDUO COM ESTOMIA E SUA FAMÍLIA

ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA: CUIDADO AO INDIVÍDUO COM ESTOMIA E SUA FAMÍLIA ENFERMEIRO ESTOMATERAPEUTA: CUIDADO AO INDIVÍDUO COM ESTOMIA E SUA FAMÍLIA SIMON 1, Bruna Sodré; BUDÓ 2, Maria de Lourdes Denardin; GARCIA 3, Raquel Potter; SCHIMITH 4, Maria Denise; SILVA 5, Marciele

Leia mais

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R As fases do câncer ANTERIOR AO DIAGNÓSTICO RECUPERAÇÃO OU MORTE DIAGNÓSTICO A FASE

Leia mais

especialidade Psic. Raquel Pusch pusch11@terra.com.br www.psicosaude.com.br

especialidade Psic. Raquel Pusch pusch11@terra.com.br www.psicosaude.com.br Psicologia Intensiva uma especialidade Psic. Raquel Pusch pusch11@terra.com.br www.psicosaude.com.br PSICOLOGIA INTENSIVA O intensivismo é uma especialidade que apresenta um caráter interdisciplinar voltado

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O EXTENSIONISMO NO PET-SAÚDE E O FORTALECIMENTO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM PONTA GROSSA

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O EXTENSIONISMO NO PET-SAÚDE E O FORTALECIMENTO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM PONTA GROSSA 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA RELATO DE

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

A INTERVENÇÃO RIME COMO RECURSO PARA O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM OSTOMIA EM PÓS- OPERATÓRIO MEDIATO

A INTERVENÇÃO RIME COMO RECURSO PARA O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM OSTOMIA EM PÓS- OPERATÓRIO MEDIATO A INTERVENÇÃO RIME COMO RECURSO PARA O BEM-ESTAR DE PACIENTES COM OSTOMIA EM PÓS- OPERATÓRIO MEDIATO Roberta Oliveira Barbosa Ribeiro- Instituto do Câncer do Estado de São Paulo - São Paulo. Ana Catarina

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE CAPACITAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PARA ESTUDANTES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE CAPACITAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PARA ESTUDANTES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE CAPACITAÇÃO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA PARA ESTUDANTES E TÉCNICOS DE ENFERMAGEM MOTA 1, Carla Pimentel; FARIAS 2, Creusa Ferreira; PEDROSA 3, Ivanilda Lacerda 1 Aluno bolsista;

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL De 19 a 22 de Julho de 2013 1) Tipo e título da atividade proposta: a)

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1

COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1 COMPREENDENDO A POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER: UMA REFLEXÃO ACADÊMICA 1 BISOGNIN, Patrícia 2 ; SIQUEIRA, Alessandro 2 ; BÖELTER, Débora Cardoso 2 ; FONSECA, Mariana 2 ; PRUNZEL

Leia mais

A INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO NO PET-SAÚDE PARA O FORTALECIMENTO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

A INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO NO PET-SAÚDE PARA O FORTALECIMENTO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA A INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO NO PET-SAÚDE PARA O FORTALECIMENTO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Resumo BORGES, Pollyanna Kássia de Oliveira Borges 1 - UEPG ZARPELLON, Lídia Dalgallo 2 - UEPG ZIMMERMANN,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC: DR. JOSÉ LUÍZ VIANA COUTINHO CÓDIGO: 073 EIXO TECNOLÓGICO: HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: QUALIFICAÇÃO: MÓDULO: COMPONENTE CURRICULAR: C.H. SEMANAL: PROFESSOR:

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DO BRINCAR NA HOSPITALIZAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS COM CÂNCER 1

A CONTRIBUIÇÃO DO BRINCAR NA HOSPITALIZAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS COM CÂNCER 1 A CONTRIBUIÇÃO DO BRINCAR NA HOSPITALIZAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS COM CÂNCER 1 REIS, Thamiza L. Da Rosa dos 2 ; BIN, Aline 3 ; ANTUNES, Bibiana Sales 4 ; FERREIRA, Emanuelli Manico 5 1 Trabalho de

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM

A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM A POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO E AS IMPLICAÇÕES DE UM NASCIMENTO PREMATURO Francisca Daniela de Morais Roberto moraisfrancisca@bol.com.br Regina Célia Pinheiro da Silva Orientadora UNITAU regcps@yahoo.com.br

Leia mais

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

Assistência na Fase Final da Vida e Luto: Assistência à Família. Ana Paula M. Bragança dos Santos Assistente Social/INCA

Assistência na Fase Final da Vida e Luto: Assistência à Família. Ana Paula M. Bragança dos Santos Assistente Social/INCA Assistência na Fase Final da Vida e Luto: Assistência à Família Ana Paula M. Bragança dos Santos Assistente Social/INCA De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) "Cuidados Paliativos consistem

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO. TEMA: A transversalidade da Ética no processo de humanização hospitalar

PROJETO DE INTERVENÇÃO. TEMA: A transversalidade da Ética no processo de humanização hospitalar PROJETO DE INTERVENÇÃO ELABORAÇÃO: Equipe Multiprofissional TEMA: A transversalidade da Ética no processo de humanização hospitalar INTRODUÇÃO O projeto de humanização hospitalar HUmanizado, criado e implementado

Leia mais

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Fernanda Diniz de Sá 1, Leonildo Santos do Nascimento Júnior, Daniele Nascimento dos Santos, Magdalena Muryelle Silva Brilhante (UFRN

Leia mais

ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR

ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR SUMÁRIO 1. identificação da atividade 02 2. Caracterização da atividade 02 3. Resumo das ações 04 4. Justificativa 04 5. Objetivos 05 6. Metodologia 05

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC: DR. JOSÉ LUÍZ VIANA COUTINHO CÓDIGO: 073 EIXO TECNOLÓGICO: HABILITAÇÃO PROFISSIONAL: QUALIFICAÇÃO: MÓDULO: COMPONENTE CURRICULAR: C.H. SEMANAL: PROFESSOR:

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F.

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. dos Santos A aids é ainda uma doença ameaçadora. Apesar de todos os avanços no

Leia mais

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba:

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Tem por objetivo prestar atendimento aos pacientes internados ou de forma ambulatorial no Hospital, bem como aos seus familiares,

Leia mais

CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR

CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR CUIDANDO DO IDOSO E CUIDANDO DO CUIDADOR Jorge Wilker Bezerra Clares 1 Rozzana Oliveira Tabosa 2 Carliene Bezerra da Costa 3 Maria Célia de Freitas 4 RESUMO Trata-se de um relato de experiência vivenciado

Leia mais

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA Maria Lucia Ziroldo 1 ; Mateus Dias Antunes 2 ; Daniela Saldanha Wittig 3 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 4 RESUMO: A dor lombar é uma das

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS SENADO FEDERAL BRASÍLIA, 16 DE MAIO DE 2013 Criação de um novo departamento dentro da SAS: DAET- Departamento de Atenção

Leia mais

CARTA DE PRAGA. Apela se aos governantes para aliviarem o sofrimento e assegurarem o direito e acesso aos cuidados paliativos

CARTA DE PRAGA. Apela se aos governantes para aliviarem o sofrimento e assegurarem o direito e acesso aos cuidados paliativos CARTA DE PRAGA Apela se aos governantes para aliviarem o sofrimento e assegurarem o direito e acesso aos cuidados paliativos A Associação Europeia de Cuidados Paliativos (EAPC), a Associação Internacional

Leia mais

ESTIMULAR BRINCANDO: DESENVONVIMENTO DE BRINQUEDO, FERRAMENTA DE AUXILIO LÚDICO-EDUCATIVO NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTIL

ESTIMULAR BRINCANDO: DESENVONVIMENTO DE BRINQUEDO, FERRAMENTA DE AUXILIO LÚDICO-EDUCATIVO NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTIL ESTIMULAR BRINCANDO: DESENVONVIMENTO DE BRINQUEDO, FERRAMENTA DE AUXILIO LÚDICO-EDUCATIVO NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTIL INTRODUÇÃO Amara Holanda Fabiane Romana Fernanda Oliveira Karen Trage Máuren Mássia

Leia mais

ESPERANÇA E SERVIÇO DA REALIDADE À REALIZAÇÃO

ESPERANÇA E SERVIÇO DA REALIDADE À REALIZAÇÃO ESPERANÇA E SERVIÇO DA REALIDADE À REALIZAÇÃO QUE REALIDADE É ESTA QUE SE DEPARA O PACIENTE QUE TEM UMA DOENÇA GRAVE E INCURÁVEL? A MEDICINA MODERNA TEM MOSTRADO TENDÊNCIA A FOCALIZAR SUA ATENÇÃO APENAS

Leia mais

OFICINAS CORPORAIS, JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS - UMA INTERVENÇÃO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RISCO

OFICINAS CORPORAIS, JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS - UMA INTERVENÇÃO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RISCO OFICINAS CORPORAIS, JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS - UMA INTERVENÇÃO COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE RISCO SANTOS, Fernanda Costa 1 PEREIRA, Bruna Kely da Silva 2 CANEDO, Samara Rodrigues

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio

Leia mais

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version

Create PDF with PDF4U. If you wish to remove this line, please click here to purchase the full version A FAMÍLIA COMO CUIDADOR DO IDOSO: UMA RELAÇÃO FORTALECIDA PELA AJUDA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE OLIVEIRA, Monica Caldas de RESUMO Este artigo acerca da família como cuidador do idoso: uma relação fortalecida

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

SÍNDROME DO CUIDADOR: EM BUSCA DO EQUILÍBRIO ENTRE O CUIDAR E O CUIDAR-SE

SÍNDROME DO CUIDADOR: EM BUSCA DO EQUILÍBRIO ENTRE O CUIDAR E O CUIDAR-SE SÍNDROME DO CUIDADOR: EM BUSCA DO EQUILÍBRIO ENTRE O CUIDAR E O CUIDAR-SE Poliana Pereira Faculdade de Ciências Medicas de Campina Grande FCM (polianapereira7@hotmail.com) Isabella Barros Almeida Faculdade

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA

O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA O CUIDAR HUMANIZADO AO IDOSO: REVISÃO SISTEMÁTICA Jéssyka Cibelly Minervina da Costa Silva (NEPB/UFPB) jessykacibelly@gmail.com Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias (NEPB/UFPB) kalinacoeli@gmail.com Ana

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL A SANTA CASA BH TEM TODOS OS CUIDADOS PARA VOCÊ CONQUISTAR UMA CARREIRA SAUDÁVEL. Missão Humanizar a assistência

Leia mais

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se

relataram que mesmo com os cursos de treinamento oferecidos, muitas vezes se PEDAGOGIA HOSPITALAR: PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR. Bergamo, M.G. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Silva, D.M. (Graduanda em Pedagogia, Faculdades Coc); Moreira, G.M. (Curso de Pedagogia,

Leia mais

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1

AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 AÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA A EMANCIPAÇÃO SOCIAL DE COMUNIDADES VULNERÁVEIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA (2012) 1 DALCIN, Camila Biazus 2 ; GUERRA, Leonardo Rigo 3 ; VOGEL, Gustavo Micheli 4 ; BACKES, Dirce

Leia mais

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM

TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM TÍTULO: A INFLUÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE NO CUIDADO DO USUÁRIO ONCOLÓGICO: OLHAR DA ENFERMAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM: IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO PARA O ALEITAMENTO MATERNO

CONSULTA PUERPERAL DE ENFERMAGEM: IMPORTÂNCIA DA ORIENTAÇÃO PARA O ALEITAMENTO MATERNO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

GRUPO DE ADESÃO AO TRATAMENTO DE PESSOAS VIVENDO COM HIV E AIDS (PVHA): RELATO DE EXPERIÊNCIA

GRUPO DE ADESÃO AO TRATAMENTO DE PESSOAS VIVENDO COM HIV E AIDS (PVHA): RELATO DE EXPERIÊNCIA GRUPO DE ADESÃO AO TRATAMENTO DE PESSOAS VIVENDO COM HIV E AIDS (PVHA): RELATO DE EXPERIÊNCIA GIL, kelli Ariel da Silva; CAVALCANTI, Pacífica Pinheiro; FLORES, Cezar Augusto da Silva; LIMA, Denise Lúcia

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA ATENÇÃO AO CÂNCER: DESAFIOS PARA OS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM ESPECIALIZAÇÃO DO TÉCNICO

Leia mais

A GESTÃO DOS PROCESSOS TRABALHO NO CREAS

A GESTÃO DOS PROCESSOS TRABALHO NO CREAS A GESTÃO DOS PROCESSOS TRABALHO NO CREAS A Gestão inclui: A coordenação dos recursos humanos e do trabalho em equipe interdisciplinar; Planejamento, monitoramento e avaliação; O registro de informações;

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO 2: TERAPIA OCUPACIONAL EM CONTEXTOS HOSPITALARES. - Retrospectiva - II Seminário Nacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional / 2012

GRUPO DE TRABALHO 2: TERAPIA OCUPACIONAL EM CONTEXTOS HOSPITALARES. - Retrospectiva - II Seminário Nacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional / 2012 GRUPO DE TRABALHO 2: TERAPIA OCUPACIONAL EM CONTEXTOS HOSPITALARES Autores: Profa Dra. Marysia Mara Rodrigues do Prado De Carlo Profa Dra. Sandra Maria Galheigo - Retrospectiva - II Seminário Nacional

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA.

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA. SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: A CRIAÇÃO DE UMA FERRAMENTA INFORMATIZADA. ANDRADE 1, Elizandra Faria GRANDO 2, Simone Regina BÖING 3, Jaci Simão VIECELLI 4, Ana Maria SILVA 5, Jeane Barros

Leia mais

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas CLEBER FEIJÓ SILVA DANIELA PATRICIA VAZ TAIS MAZZOTTI cleber.feijo@famesp.com.br danielavaz@famesp.combr tamazzotti@terra.com.br Humanização no atendimento do Profissional Envolvidos Com as Técnicas Radiológicas

Leia mais

Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos

Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos Como desenvolver a resiliência no ambiente de Recursos Humanos Edna Bedani Edna Bedani Mestre em Administração, Pós Graduada em Administração, com especialização em Gestão Estratégica de RH, graduada em

Leia mais

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO Kaisy Pereira Martins - UFPB kaisyjp@hotmail.com Kátia Neyla de Freitas Macêdo Costa UFPB katianeyla@yahoo.com.br Tatiana Ferreira

Leia mais

RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE ENFERMAGEM DA FAMÍLIA

RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE ENFERMAGEM DA FAMÍLIA ENFERMAGEM DA FAMÍLIA A CIÊNCIA É APENAS UM DOS OLHOS POSSÍVEIS NA IMENSA BUSCA DE SIGNIFICADOS INFLUÊNCIAS NAS FAMÍLIAS Valores Tamanho Cuidados de saúde Hábitos sociais EMOÇÕES: MEDO PAZ CULPA ESPERANÇA

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DE DISCIPLINA. Enfermagem em Saúde Coletiva da Criança e do Adolescente (1º Semestre / 2013)

PROGRAMAÇÃO DE DISCIPLINA. Enfermagem em Saúde Coletiva da Criança e do Adolescente (1º Semestre / 2013) PROGRAMAÇÃO DE DISCIPLINA Enfermagem em Saúde Coletiva da Criança e do Adolescente (1º Semestre / 2013) Coordenador: Prof ª Aurea Tamami Minagawa Toriyama Carga horária total: 60 horas 30 horas práticas

Leia mais

6. Considerações Finais

6. Considerações Finais 6. Considerações Finais O estudo desenvolvido não permite nenhuma afirmação conclusiva sobre o significado da família para o enfrentamento da doença, a partir da fala das pessoas que têm HIV, pois nenhum

Leia mais

ATIVIDADE EDUCATIVA NA SALA DE ESPERA: UNINDO CONHECIMENTOS PARA PROMOVER A AMAMENTAÇÃO

ATIVIDADE EDUCATIVA NA SALA DE ESPERA: UNINDO CONHECIMENTOS PARA PROMOVER A AMAMENTAÇÃO ATIVIDADE EDUCATIVA NA SALA DE ESPERA: UNINDO CONHECIMENTOS PARA PROMOVER A AMAMENTAÇÃO SANTOS, Norrama Araújo I ; SANTOS, Simone Silva dos II ; BARCELOS, Ivanildes Solange da Costa III ; SOUZA, Marise

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES DA PRIMEIRA INFÂNCIA,

Leia mais

XI SIBRAD Sustentabilidade Política, Administrativa, Técnica T Financeira

XI SIBRAD Sustentabilidade Política, Administrativa, Técnica T Financeira XI SIBRAD Sustentabilidade Política, Administrativa, Técnica T e Financeira Modelos de contratação de serviços de atena tenção domiciliar Dra. Maura Selvaggi Soares Gerente da Área de Gestão de Saúde AGENDA

Leia mais

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE 1º período Saúde, Trabalho e Meio- Ambiente I 150 10 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE Identificação da relação entre os modos de viver e o processo

Leia mais

CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1

CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1 CAPTAÇÃO DE ALUNOS DO CURSO DE ENFERMAGEM PARA DOAÇÃO DE SANGUE FRENTE A CARÊNCIA VIVENCIADA 1 BENDER, Leticia Silmara 2 ; MARZARI, Carla 3 ; MENEGAZZI, Bruna Boff 4 ; NEVES, Bruna Sartori 5 ; QUADROS,

Leia mais

Orientadora, Docente do Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS.

Orientadora, Docente do Curso de Nutrição do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS. ATUAÇÃO INTERDISCIPLINAR PARA PACIENTES COM DIABETES NA ATENÇÃO BASICA UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 1 BOEIRA, Giana 2 ; CADÓ, Thaís 3 ; FRIGO, Letícia 4 ; MANFIO, Francieli 5 ; MATTOS, Karen 6 ; PIAIA, Eveline

Leia mais

CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1 CHAMADA DE ARTIGOS do SUPLEMENTO TEMÁTICO A EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE No dia 16 de novembro último, durante o 10o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, realizado em Porto

Leia mais

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM.

BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. BIOÉTICA E CUIDADOS PALIATIVOS: UM DESAFIO PARA A ENFERMAGEM. RESUMO Karyn Albrecht SIQUEIRA, 1. Aline MASSAROLI, 2. Ana Paula LICHESKI, 2. Maria Denise Mesadri GIORGI, 3. Introdução: Com os diversos avanços

Leia mais

CONCEITO. Despertar a potencialidade de indivíduos

CONCEITO. Despertar a potencialidade de indivíduos CONCEITO Despertar a potencialidade de indivíduos Utilizar a Arte como meio de comunicação e expressão e a Cultura no resgate de histórias de vida e valores 17 anos de atuação 231 mil atendimentos ARTE

Leia mais

A alma da liderança Por Paulo Alvarenga

A alma da liderança Por Paulo Alvarenga A alma da liderança Por Paulo Alvarenga A palavra liderança é uma palavra grávida, tem vários significados. Desde os primórdios dos tempos a humanidade vivenciou exemplos de grandes líderes. Verdadeiros

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais