NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2"

Transcrição

1 CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA An 2-A APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO N.º Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO A Calculadora Gráfica na sala de aula: a modelação nas disciplinas de Matemática e Ciências Físico Químicas 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO E SUA INSERÇÃO NO PLANO DE ACTIVIDADES DA ENTIDADE PROPONENTE Os actuais programas curriculares das disciplinas de Matemática e Ciências Físico - Químicas incluem a utilização de uma ferramenta de sala de aula extraordinariamente poderosa e pedagogicamente muito interessante - a calculadora gráfica. Além disso também é de utilização obrigatória nos exames nacionais destas duas disciplinas. Nesta acção, pretendemos que os professores utilizem todas as potencialidades da calculadora gráfica, fazendo a ligação da calculadora ao computador, utilizando o software no computador e, desta forma, usufruindo das capacidades desta tecnologia em ambiente de sala de aula. Esta acção visa desenvolver e/ou aprofundar competências específicas dos professores na utilização da calculadora gráfica, ajudando-os na elaboração de fichas de trabalho, fichas de avaliação, utilização de novas ferramentas de trabalho, suscitando a curiosidade dos alunos para que estes, futuramente, e em ambiente de sala de aula, possam investigar, explorar e descobrir a Matemática / Ciências Físico - Químicas no dia-a-dia. Com esta acção, pretendemos juntar a tecnologia com a educação, permitindo que as matérias leccionadas possuam uma componente mais prática e dinâmica. 3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO Professores de Matemática (grupo 500) e Ciências Físico Químicas (510). Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinam-se à gestão automática de certificados e envio de correspondência. O preenchimento dos campos é obrigatório pelo que a falta ou inexactidão das respostas implica o arquivo do processo. Os interessados poderão aceder à informação que lhes diga respeito, presencialmente ou por solicitação escrita ao CCPFC, nos termos dos artigos 27.º e 28.º da lei n.º 10/91 de 19 de fevereiro. Entidade responsável pela gestão da informação: CCPFC - Rua Nossa Senhora do Leite, n.º 7-3.º Braga.

2 4. OBJECTIVOS A ATINGIR Como objectivo principal, e dada a importância do tema, pretendemos que os docentes que não se encontram tão familiarizados com as calculadoras Casio, possam começar a manusear as mesmas. Pretendemos assim, que os docentes: representem todo o tipo de gráficos na calculadora; extraiam e calcular todos os tipos de pontos; gerem tabelas de valores, utilizando todas as funções destes menus, para que assim usufruam de uma forma mais eficaz e eficiente das potencialidades de uma calculadora gráfica na sala de aula; calculem regressões, rectas de regressão e respectivos gráficos; extraiam todos os dados estatísticos e desenhar os diversos tipos de gráficos estatísticos; utilizem a função SOLV; dêem os primeiros passos em programação, elaborando pequenos programas; construam modelos e guiões para a leccionação, bem como materiais passíveis de serem usados no Laboratório de Matemática e/ou Laboratório de Ciências Físico-Químicas; pesquisem, de diversos pontos de vista de modo a construir materiais que, no seu conjunto permitam melhorar a leccionação através da utilização das calculadoras gráficas. Pretendemos ainda que, através da calculadora virtual, os docentes elaborarem fichas de trabalho, fichas de avaliação, efectuem os downloads da Internet (actualização da calculadora, novos programas, etc.) e utilizem a calculadora virtual no quadro interactivo. Pretendemos igualmente que esta acção de formação seja um espaço de reflexão e crítica com o intuído de dar resposta a questões que estão directamente ligadas à disciplina que leccionam, contribuindo para melhorar alguns aspectos didácticos no ensino destas duas disciplinas. 5. CONTEÚDOS DA ACÇÃO (Discriminando, na medida do possível, o número de horas de formação relativo a cada componente) Iniciação à calculadora gráfica (3 horas ) Utilização e explicação do teclado Breve explicação dos menus da janela principal Explicação dos sub-menus Opções (OPTN); Catalogo Explicação do ecrã de configuração Menu Run / Mat - Calculo Manual Cálculo aritmético Diferentes unidades de unidades angulares Funções trigonométricas e trigonométricas inversas Funções logarítmicas e exponenciais

3 - Cálculo Diferencial e Integral Cálculo de derivadas Cálculo de integrais - Números complexos Operações com complexos Módulo, conjugado, argumento Transformação de coordenadas polares em rectangulares, e rectangulares em polares Utilização dos menus Gráficos, Tabelas, Gráficos Dinâmicos, cónicas (7 horas) - No menu Gráficos Gráficos cartesianos, polares e paramétricos Gráficos de funções definidas por ramos Gráficos de inequações Gráficos de derivadas Gráficos estatísticos de distribuição uni e bidimensionais Estudo de gráficos: zeros; máximos e mínimos, intercepção de dois gráficos, coordenadas de um ponto e derivada de uma função num ponto. Rectas: tangentes e normal ao gráfico de uma função num ponto, rectas verticais Deslocação horizontal e vertical do referencial Ampliação de partes do gráfico Gráfico duplo Programação Linear - Tabelas e gráficos Tabelas de funções reais de variável real Articular gráficos e tabelas de valores de funções - Gráficos de famílias de funções Gráficos dinâmicos Utilização dos menus Estatísticos, Sucessões, Equações (7 horas) - Estatística Cálculos estatísticos de distribuições com um variável (moda, média, quartis, mediana, desvio padrão,..., cálculos com a distribuição normal) Cálculos estatísticos com distribuições bidimensionais (regressão linear, polinomial, exponencial logarítmica, sinuosidade,..., estimação de valores) Gráficos estatísticos (gráfico de barras, histogramas, diagrama de extremos e quartis,...)

4 - Sucessões Sucessões definidas pelo termo geral ou por processos de recorrência - Equações Equação polinomiais Sistema de equações lineares Função SOLV Ligação da calculadora gráfica ao computador, download, elaborar fichas de trabalho (3 horas teóricas) - Comunicação de dados (Menu LINK) Entre duas calculadoras Entre a calculadora e um computador pessoal Introdução desses aplicativos na calculadora - Criação de fichas de trabalho Captura de ecrãs pelo emulador (calculadora virtual) para elaboração de fichas de trabalho e actividades para os alunos Avaliação (5 horas) -Apresentação dos trabalhos e discussão em geral sobre o interesse e a utilidade dos diversos trabalhos, bem como forma de os introduzir na leccionação. Resumo: Iniciação à calculadora gráfica (3 horas) Utilização dos menus Gráficos, Tabelas, Gráficos Dinâmicos, cónicas (7 horas ) Utilização dos menus Estatísticos, Sucessões, Equações (7 horas) Ligação da calculadora gráfica ao computador, download, elaborar fichas de trabalho (3 horas teóricas) Avaliação ou reflexão final (5 horas) Duração total: 25 horas

5 6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO (Discriminar, na medida do possível, a tipologia das aulas a ministrar: Teóricas, Teórico/Práticas, Práticas, de Seminário) Com recurso às formulações de metodologias da calculadora gráfica, o formador fundamenta teoricamente a necessidade de melhorar a arte de estudar situações reais. Apresentará alguns exemplos de modelos, bem como esclarecerá a potência da construção de modelos e da utilização de tecnologias gráficas. Os formandos escolherão alguns temas possíveis de tratar em ambiente de sala de aula, bem como apresentarão possíveis estratégias para a sua leccionação. Do mesmo modo elaborarão fichas de apoio para a utilização dos materiais construídos ou para a utilização de tecnologia gráfica. Os trabalhos abordarão temas referentes às duas disciplinas (Matemática e Ciências Físico-Químicas), em que utilizem a calculadora. Como 7. CONDIÇÕES se indicia anteriormente DE FREQUÊNCIA as aulas DA ACÇÃO serão fundamentalmente teórico-práticas não sendo previsível uma Professores grande dos carga grupos teórica. indicados; Propõe-se que cerca de 6 horas sejam teóricas e as restantes sejam práticas (levantamento Frequência de um das mínimo existências, de 2/3 concepção das horas e de elaboração formação, de para materiais a obtenção -guiões de um para certificado utilização de didáctica frequência e trabalhos e avaliação. oficinais de construção). 8. REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS Avaliação quantitativa dos formandos, expressa numa escala de 1 a 10 valores, nos termos da Carta Circular CCPFC - 3/2007, de Setembro de 2007, com base nos seguintes parâmetros: - Participação (considerando a pontualidade, assiduidade, o empenho, interesse e grau de participação) (20%) - Realização das tarefas sobre os temas abordados em cada uma das sessões (20%) - Reflexão / realização de uma tarefa final sobre os temas abordados (60%) Na primeira sessão, serão esclarecidos e consensualizados a ponderação destes parâmetros, os instrumentos de avaliação, bem como itens específicos ou descritores. 9. MODELO DE AVALIAÇÃO DA ACÇÃO - Inquéritos distribuídos a formandos e formador, com consequente tratamento dos dados. - Trabalho final e reflexão critica elaborado pelos formandos. - Relatório circunstanciado do funcionamento da acção, elaborado pelo formador. Se o espaço for insuficiente, anexar fotocópias

6 10. BIBLIOGRAFIA FUNDAMENTAL - Brochuras do DES do 10, 11 e 12 anos e bibliografia nelas consideradas. - Manuais de instruções Casio - Planos curriculares das disciplinas de Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais, e da disciplina de Física. -Soveral, Ana Arede e Silva, Cármen Viegas (2007). Matemática A. Texto Editora. - Ventura, Graça; Fiolhais, Manuel; Filhais, Carlos; Paiva, João e Ferreira, António José (2007). 10FA. Texto Editora. - Davis & Hersh; A experiência Matemática; Ciência Aberta, Gradiva, Lisboa, Mathematics Teacher, National Council of teachers of Mathematics; Reston, USA - Stewart; Os problemas da Matemática, Ciência Aberta, Gradiva, Lisboa, Polya; A arte de resolver Problemas... - Boletim da SPM; SPM, Lisboa Data 5 / 12 / 2010 Assinatura José Carlos Coelho Balsa

APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS

APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE AÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJETO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar á ficha modelo ACC 2

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar á ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Utilizar a Estatística com recurso ao Excel. 3.1.2 Escola(s) a que pertence(m): 3.1.3 Ciclos/Grupos de docência a que pertencem os proponentes:

Utilizar a Estatística com recurso ao Excel. 3.1.2 Escola(s) a que pertence(m): 3.1.3 Ciclos/Grupos de docência a que pertencem os proponentes: CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA b APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA

CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

SIMULADORES VIRTUAIS NO ENSINO EXPERIMENTAL DAS CIÊNCIAS

SIMULADORES VIRTUAIS NO ENSINO EXPERIMENTAL DAS CIÊNCIAS SIMULADORES VIRTUAIS NO ENSINO EXPERIMENTAL DAS CIÊNCIAS 1. Descrição Simuladores Virtuais no Ensino Experimental das Ciências 2. Razões justificativas da ação: Problema/Necessidade de formação identificado

Leia mais

Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação

Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação Regulamento de Funcionamento das Acções de Formação A Ciência Viva tem como missão a difusão da Cultura Científica e Tecnológica apoiando acções dirigidas à promoção da Educação Científica e Tecnológica

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

Leia mais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

Matemática Aplicada às Ciências Sociais DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Matemática Aplicada às Ciências Sociais Ensino Regular Curso Geral de Ciências Sociais e Humanas 10º Ano Planificação 2014/2015 Índice Finalidades... 2 Objectivos e competências

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado

A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA. Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado A IMPORTÂNCIA DO JOOMLA NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO PEDAGÓGICA Razões justificativas da acção: Problema/Necessidade de formação identificado O Plano Tecnológico da Educação (PTE), aprovado pela Resolução de

Leia mais

DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS CAPACIDADE PROFISSIONAL PARA A ACTIVIDADE DE TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS

DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS CAPACIDADE PROFISSIONAL PARA A ACTIVIDADE DE TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS CAPACIDADE PROFISSIONAL PARA A ACTIVIDADE DE TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE MERCADORIAS MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA AS ENTIDADES FORMADORAS ÍNDICE OBJECTIVOS

Leia mais

CURSO: CONTABILIDADE E AUDITORIA

CURSO: CONTABILIDADE E AUDITORIA REGIME ESPECIAL DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PARA MAIORES DE 23 ANOS Ano 2012 ATENÇÃO: PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS SERÁ CONSTITUÍDA POR DOIS MÓDULOS. UM MÓDULO

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO

FICHA TÉCNICA DO CURSO FICHA TÉCNICA DO CURSO PROJECTAR COM REVIT ARCHITECTURE 2014 EDIÇÃO Nº03/2014 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Projectar com Revit Architecture 2014 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER O Revit Architecture é uma plataforma

Leia mais

Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais

Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais Curso de Formação 2011 Índice PROPOSTA FORMATIVA... 3 Introdução... 3 Objectivo geral... 3 Estrutura... 3 Metodologias... 3

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO FOTOGRAFIA DIGITAL E PÓS-PRODUÇÃO DE IMAGEM EDIÇÃO Nº 01/2012

FICHA TÉCNICA DO CURSO FOTOGRAFIA DIGITAL E PÓS-PRODUÇÃO DE IMAGEM EDIÇÃO Nº 01/2012 FICHA TÉCNICA DO CURSO FOTOGRAFIA DIGITAL E PÓS-PRODUÇÃO DE IMAGEM EDIÇÃO Nº 01/2012 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Fotografia Digital e Pós-produção de imagem. 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER O "Curso de Fotografia

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016 UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA Programa da Unidade Curricular ANÁLISE E TRATAMENTO DE DADOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DA MAIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS LICENCIATURA EM SEGURANÇA NO TRABALHO REGULAMENTO INTERNO

INSTITUTO SUPERIOR DA MAIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS LICENCIATURA EM SEGURANÇA NO TRABALHO REGULAMENTO INTERNO INSTITUTO SUPERIOR DA MAIA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS LICENCIATURA EM SEGURANÇA NO TRABALHO REGULAMENTO INTERNO O presente regulamento é estabelecido em conformidade com o Estatuto do ISMAI,

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Especialização em Gestão de Projectos Nível 1 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Este curso constitui

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012

FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012 FICHA TÉCNICA DO CURSO ADOBE MUSE: CRIE E PUBLIQUE O SEU SITE EDIÇÃO Nº 01/2012 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Adobe Muse: crie e publique o seu site 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Acesso a novas oportunidades:

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MATEMÁTICAS GERAIS Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MATEMÁTICAS GERAIS Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular MATEMÁTICAS GERAIS Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Marketing e Publicidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO

FICHA TÉCNICA DO CURSO FICHA TÉCNICA DO CURSO AVALIAÇÃO DE BENS IMOBILIÁRIOS EDIÇÃO Nº01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Avaliação de Bens Imobiliários. 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER No final da formação, os participantes deverão

Leia mais

O NOVO REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE SEGURO. Concepção e Tutoria: Dr.ª Cátia Marisa Gaspar e Dr.ª Maria Manuela Ramalho

O NOVO REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE SEGURO. Concepção e Tutoria: Dr.ª Cátia Marisa Gaspar e Dr.ª Maria Manuela Ramalho O NOVO REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE SEGURO WORKSHOP I O CONTRATO DE SEGURO: PARTE GERAL 1ª Edição 1 de Fevereiro de 2010 Curso on line (formação a distância) CICLO DE CURSOS DE FORMAÇÃO CONTÍNUA Organizado

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DA ACÇÃO. Domínio de Formação. Área de Formação. Modalidade de Formação. Duração: (Número total de horas) 36

ACÇÃO DE FORMAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DA ACÇÃO. Domínio de Formação. Área de Formação. Modalidade de Formação. Duração: (Número total de horas) 36 Plano de Formação 2009 ACÇÃO DE FORMAÇÃO Competências em TIC : Curso A nível 1 CARACTERIZAÇÃO DA ACÇÃO Área de Formação Domínio de Formação Tecnologias de Informática e Comunicação Utilização e/ou Manutenção

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA HABILIDADES CONTEÚDO METODOLOGIA/ESTRATÉGIA HORA/ AULA ANÁLISE GRÁFICA DE FUNÇÕES

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA HABILIDADES CONTEÚDO METODOLOGIA/ESTRATÉGIA HORA/ AULA ANÁLISE GRÁFICA DE FUNÇÕES CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIA DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: MATEMÁTICA I SÉRIE 1.ª CH 68 ANO 2012 COMPETÊNCIAS:.

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO A FOTOGRAFIA (INTRODUÇÃO) E TÉCNICA FOTOGRÁFICA EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO A FOTOGRAFIA (INTRODUÇÃO) E TÉCNICA FOTOGRÁFICA EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO A FOTOGRAFIA (INTRODUÇÃO) E TÉCNICA FOTOGRÁFICA EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO A fotografia (introdução) e Técnica Fotográfica. 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER - Reflectir

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL 2014

PLANEJAMENTO ANUAL 2014 PLANEJAMENTO ANUAL 2014 Disciplina: MATEMÁTICA Período: Anual Professor: AMPARO MAGUILLA RODRIGUEZ Série e segmento: 1º ENSINO MÉDIO 1º TRIMESTRE 2º TRIMESTRE 3º TRIMESTRE Objetivo Geral * Desenvolver

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto

Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM) Instituto Politécnico de Santarém (IPS) Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto Artigo 1º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir

Leia mais

RISCOS E CATÁSTROFES NATURAIS NO ENSINO DE ECONOMIA E GESTÃO

RISCOS E CATÁSTROFES NATURAIS NO ENSINO DE ECONOMIA E GESTÃO CURSO DE FORMAÇÃO RISCOS E CATÁSTROFES NATURAIS NO ENSINO DE ECONOMIA E GESTÃO -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA

PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA PROJECTO MAIS SUCESSO ESCOLAR A MATEMÁTICA 2010/2011 Coordenadora Elvira Maria Azevedo Mendes Projecto: Mais Sucesso Escolar Grupo de Matemática 500 1 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO 1.1 Nome do projecto:

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ARCHICAD 15 EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO ARCHICAD 15 EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO ARCHICAD 15 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Archicad 15. 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER No final da formação o formando deverá ser capaz de criar a simulação de um edifício

Leia mais

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015)

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique, de 1 (mais importante)

Leia mais

POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO

POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO ACÇÃO-TIPO: 2.3.1 ACÇÕES DE FORMAÇÃO NA ROTA DA QUALIFICAÇÃO VALORIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO SECTOR AGRO-ALIMENTAR E TURÍSTICO CURSO N..ºº 11 TTÉCNI

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO

CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO An 2-A Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo

Leia mais

O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas,

O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas, O 1º Ciclo do Ensino Básico é um espaço privilegiado onde se proporcionam aos alunos aprendizagens mais ativas e significativas, pois este é um dos meios de socialização e da aquisição das primeiras competências

Leia mais

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 8B/2010. Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas Estrangeiras Francês/Inglês

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 8B/2010. Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas Estrangeiras Francês/Inglês Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Acção n.º 8B/2010 Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas

Leia mais

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 8A/2010. Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas Estrangeiras Francês/Inglês

Relatório Final de Avaliação. Acção n.º 8A/2010. Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas Estrangeiras Francês/Inglês Centro de Formação de Escolas dos Concelhos de Benavente, Coruche e Salvaterra de Magos Relatório Final de Avaliação Acção n.º 8A/2010 Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Línguas

Leia mais

1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo

1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO: PROBLEMA/NECESSIDADE DE FORMAÇÃO IDENTIFICADO Esta formação de professores visa

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Matemática Básica

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO. Modalidade de Ensino: Componente Curricular: Matemática Básica 1 IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Química Componente Curricular: Matemática Básica Área: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO PLANO DE ENSINO Modalidade de Ensino: Superior

Leia mais

REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR

REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR REGULAMENTO DO XLV CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 1. Introdução O Curso de Especialização em Administração Hospitalar (CEAH) da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Universidade

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE ANÁLISE MATEMÁTICA Ano Lectivo 2010/2011

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE ANÁLISE MATEMÁTICA Ano Lectivo 2010/2011 Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE ANÁLISE MATEMÁTICA Ano Lectivo 2010/2011 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013

PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO PLANO ESTRATÉGICO DE ACÇÃO 2009/2013 SALA DE ESTUDO ORIENTADO 2009/2013 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 PRIORIDADES... 4 OBJECTIVOS DA SALA DE ESTUDO ORIENTADO... 5 Apoio Proposto...

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC 10º C. Planificação de. Curso Profissional de Técnico de Secretariado Escola Básica e Secundária de Velas Planificação de TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC Curso Profissional de Técnico de Secretariado 10º C MÓDULO 1 FOLHA DE CÁLCULO Microsoft Excel Conteúdos

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular 2009/2010

Ficha de Unidade Curricular 2009/2010 Ficha de Unidade Curricular 2009/2010 Unidade Curricular Designação Ferramentas Digitais/Gráficas I Área Científica Design Gráfico e Multimédia Ciclo de Estudos Obrigatório Carácter: Obrigatório Semestre

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto

REGULAMENTO INTERNO. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo Primeiro Objecto REGULAMENTO INTERNO Capítulo I Princípios Gerais Artigo Primeiro Objecto O presente Regulamento define o regime de funcionamento interno do Centro de Formação Ciência Viva reconhecido pelo Ministério da

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA I + II/RELATÓRIO Ano Lectivo 2011/2012

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA I + II/RELATÓRIO Ano Lectivo 2011/2012 Programa da Unidade Curricular PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADA I + II/RELATÓRIO Ano Lectivo 2011/2012 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (2º Ciclo) 2. Curso MESTRADO EM ENSINO DE ARTES VISUAIS

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir

Leia mais

Modelos Avançados de Avaliação Imobiliária

Modelos Avançados de Avaliação Imobiliária Modelos Avançados de Avaliação Imobiliária Introdução A utilização de modelos de análise matemática complexos é uma prática corrente no sistema financeiro, que se tem vindo a estender à Avaliação Imobiliária.

Leia mais

Planejamento Anual 2014. Modalidade: Ensino Médio. Disciplina: Matemática. 1º Ano D. Prof: Alan Ricardo Lorenzon

Planejamento Anual 2014. Modalidade: Ensino Médio. Disciplina: Matemática. 1º Ano D. Prof: Alan Ricardo Lorenzon COLEGIO ESTADUAL DARIO VELLOZO ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL Rua Haroldo Hamilton, 271 Centro - CEP 85905-390 Fone/Fax 45 3378-5343 - Email: colegiodariovellozo@yahoo.com.br Toledo Paraná Planejamento

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS Ano Lectivo 2011/2012

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular FINANÇAS Ano Lectivo 2011/2012 Programa da Unidade Curricular FINANÇAS Ano Lectivo 2011/2012 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Gestão 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular FINANÇAS

Leia mais

Enquadramento 02. Justificação 02. Metodologia de implementação 02. Destinatários 02. Sessões formativas 03

Enquadramento 02. Justificação 02. Metodologia de implementação 02. Destinatários 02. Sessões formativas 03 criação de empresas em espaço rural guia metodológico para criação e apropriação 0 Enquadramento 02 Justificação 02 de implementação 02 Destinatários 02 Sessões formativas 03 Módulos 03 1 e instrumentos

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

[Conteúdo] Manual do e-formando [2010] 1.INTRODUÇÃO... 3 2.METODOLOGIA DIDÁCTICA... 3 3.HORÁRIO... 3 4.TUTORIAS... 4 5.SISTEMA DE TRABALHO...

[Conteúdo] Manual do e-formando [2010] 1.INTRODUÇÃO... 3 2.METODOLOGIA DIDÁCTICA... 3 3.HORÁRIO... 3 4.TUTORIAS... 4 5.SISTEMA DE TRABALHO... [Conteúdo] 1.INTRODUÇÃO... 3 2.METODOLOGIA DIDÁCTICA... 3 3.HORÁRIO... 3 4.TUTORIAS... 4 5.SISTEMA DE TRABALHO... 4 6.1.ACESSO À PLATAFORMA... 4 6.2.FUNCIONAMENTO DIÁRIO DA PLATAFORMA... 7 2 1.INTRODUÇÃO

Leia mais

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Nelas, Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e Vila Nova de Paiva

Centro de Formação de Associação de Escolas dos Concelhos de Nelas, Mangualde, Penalva do Castelo, Sátão e Vila Nova de Paiva Percurso Formativo Acreditado O Diretor de Turma na Escola Atual Jornadas da Coordenação dos Diretores de Turma do Ensino Básico do Agrupamento de Escolas de Mangualde 30 de setembro, 1 e 8 de outubro

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500. Planificação Anual /Critérios de avaliação

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500. Planificação Anual /Critérios de avaliação AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS - Grupo 500 Planificação Anual /Critérios de avaliação Disciplina: Matemática A 10º ano 2014/2015 Início Fim

Leia mais

Data 17/05/2012 Revisão 00 Código R.EM.DE.10

Data 17/05/2012 Revisão 00 Código R.EM.DE.10 Artigo 1º Objectivo e âmbito O Regulamento do Curso de Pós-Graduação em Coordenação de Unidades de Saúde, adiante designado por curso, integra a organização, estrutura curricular e regras de funcionamento

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ECONOMETRIA Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ECONOMETRIA Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular ECONOMETRIA Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Economia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular ECONOMETRIA

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ENSINO EXPERIMENTAL E EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PERSPETIVA INTEGRADA DE TRABALHAR NO AMBIENTE 1. Descrição Educação Ambiental, Ensino Experimental e Educação Especial: Uma perspetiva integrada

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 150253 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS BRAGA OESTE Sede: 343640 Escola dos 2.º e 3.º Ciclos de Cabreiros DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Ano lectivo 2015-2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO No primeiro

Leia mais

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016

PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 PLANIFICAÇÃO MODULAR ANO LECTIVO 2015 / 2016 CURSO/CICLO DE FORMAÇÃO Técnico de Eletrotecnia e Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos / 2015/2018 DISCIPLINA: Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

Curso de especialização em Educação Matemática. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP)

Curso de especialização em Educação Matemática. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP) Curso de especialização em Educação Matemática. Faculdade Campo Limpo Paulista (FACCAMP) 1. Apresentação/Público Alvo Este curso de Pós-Graduação Lato Sensu é destinado especialmente a alunos graduados

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO VILLARET Escola E.B. 2/3 João Villaret Tão importante quanto o que se ensina e se aprende é como se ensina e como se aprende. (César Coll) O Agrupamento de Escolas João Villaret

Leia mais

Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS

Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS Projeto INQUIRE - Formação em Biodiversidade e Sustentabilidade OBJETIVOS Projeto INQUIRE: Formação em biodiversidade e sustentabilidade Objectivos do projeto Inquire O programa pan-europeu INQUIRE é uma

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015

REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015 REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015 ÍNDICE 1. Introdução 1 2. Finalidades e objectivos educacionais 2 3. Organização interna do CEAH 2 4. Habilitações de acesso

Leia mais

Oficina de Formação. O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais

Oficina de Formação. O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais Oficina de Formação O vídeo como dispositivo pedagógico e possibilidades de utilização didática: produção e edição de conteúdos audiovisuais (Data de início: 09/05/2015 - Data de fim: 27/06/2015) I - Autoavaliação

Leia mais

Acção de Formação Contabilidade de Gestão - Primavera v8

Acção de Formação Contabilidade de Gestão - Primavera v8 Acção de Formação Contabilidade de Gestão - Primavera v8 MoreData, Sistemas de Informação Campo Grande 28, 10º E 1700-093 Lisboa 213520171 info@moredata.pt Índice de Conteúdos Introdução...3 Sobre o Curso...4

Leia mais

Manual de Utilização do Sítio da Disciplina

Manual de Utilização do Sítio da Disciplina UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA DSI Manual de Utilização do Sítio da Disciplina para: Docentes Versão 7.00 Palma de Cima 1649-023 Lisboa Portugal Tel. 21 721 42 19 Fax 21721 42 79 helpdesk@lisboa.ucp.pt

Leia mais

Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais. do Instituto Superior de Ciências Educativas

Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais. do Instituto Superior de Ciências Educativas Regulamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais do Instituto Superior de Ciências Educativas O presente regulamento visa aplicar o regime estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 43/2014, de 18 de março,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual da Disciplina de TIC Módulos 1,2,3-10.ºD CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Ano Letivo 2015-2016 Manual adotado:

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO 1) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO REGULAMENTO Itaberaí/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO E DE PÓS-GRADUAÇÃO DO IPVC

PROPOSTA DE REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO E DE PÓS-GRADUAÇÃO DO IPVC PROPOSTA DE REGULAMENTO GERAL CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO E DE PÓS-GRADUAÇÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO Artigo 1º Objectivo e Âmbito de Aplicação 1. O presente regulamento visa orientar

Leia mais

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano

24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano 24 O uso dos manuais de Matemática pelos alunos de 9.º ano Mariana Tavares Colégio Camões, Rio Tinto João Pedro da Ponte Departamento de Educação e Centro de Investigação em Educação Faculdade de Ciências

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL II

PROGRAMA DA DISCIPLINA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL II PROGRAMA DA DISCIPLINA DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL II 3º Ano Regime: 2º Semestre Ano Lectivo: 2006/2007 Carga Horária: 2TP+2P Docente responsável: Eng.º Toni Alves Total de horas de contacto: 60 Corpo Docente:

Leia mais

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Os Conteúdos Programáticos estão enunciados segundo o programa em vigor e as Metas Curriculares definidas pelo ministério da Educação e Ciência.* 1º Período 26/28 aulas previstas

Leia mais

enquadramento objectivos

enquadramento objectivos enquadramento O curso tem uma estrutura holística, integradora e procura trabalhar as competências da gestão de recursos humanos numa perspectiva de marketing interno no âmbito de temas marcadamente actuais,

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO 3DS MAX 2013 PARA ARQUITECTOS nível 2 EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO 3DS MAX 2013 PARA ARQUITECTOS nível 2 EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO 3DS MAX 2013 PARA ARQUITECTOS nível 2 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO 3DS MAX 2013 PARA ARQUITECTOS nível 2 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Com o curso 3ds max 2013 para arquitectos

Leia mais

An 2-A CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO FORMADORES

An 2-A CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO FORMADORES CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE 0726CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. Portaria n.º /2010

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO. Portaria n.º /2010 Portaria n.º /2010 Considerando a experiência obtida pela implementação do Programa Oportunidade, Sub- Programas Integrar e Profissionalizante, enquanto programas específicos de recuperação da escolaridade,

Leia mais

Esta tarefa pretende desenvolver nos alunos algumas competências ao nível dos temas indicados, da comunicação matemática e do trabalho de grupo.

Esta tarefa pretende desenvolver nos alunos algumas competências ao nível dos temas indicados, da comunicação matemática e do trabalho de grupo. TAREFA: Projecto: Instrumentos de Medida Actividade desenvolvida pela Escola Básica 2,3 de Nery Capucho. ENQUADRAMENTO CURRICULAR: Alunos do 3º ciclo Área Temática: Números e Operações. Unidades de Medida.

Leia mais

Proposta de Estágio Ano letivo 2011 / 2012 Tema: SISMS - sistema integrado de suporte e monitorização para serviços comerciais

Proposta de Estágio Ano letivo 2011 / 2012 Tema: SISMS - sistema integrado de suporte e monitorização para serviços comerciais Proposta de Estágio Ano letivo 2011 / 2012 Tema: SISMS - sistema integrado de suporte e monitorização para serviços comerciais A Load Interactive A Load-Interactive Lda. é uma start-up tecnológica que

Leia mais

Praznik Formação Monitores 2015

Praznik Formação Monitores 2015 Praznik Formação Monitores 2015 Índice: 1 Programa 1.1 Objectivos 1.2 A quem se destina 2 O Formando 2.1 Direitos e deveres 2.2 Assiduidade 2.3 Avaliação 3 Plano de Formação 3.1 Áreas de formação e formador

Leia mais

ESCOLA E.B. 2,3 D. AFONSO III. Planificação da disciplina de Matemática - CEF - 2º Ano Ano letivo de 2014/2015

ESCOLA E.B. 2,3 D. AFONSO III. Planificação da disciplina de Matemática - CEF - 2º Ano Ano letivo de 2014/2015 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Planificação da disciplina de Matemática - CEF - 2º Ano Ano letivo de 2014/2015 COMPETÊNCIAS OBJECTIVOS CONCEITOS METEDOLOGIAS /SITUAÇÕES DE APREDIZAGEM AULAS PREVISTAS Módulo 11

Leia mais

GUIA DO FORMANDO DIAGNOSTICAR, AVALIAR E INTERVIR EDIÇÃO DAIB1P ÁREA: PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE

GUIA DO FORMANDO DIAGNOSTICAR, AVALIAR E INTERVIR EDIÇÃO DAIB1P ÁREA: PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE GUIA DO FORMANDO DIAGNOSTICAR, AVALIAR E INTERVIR EDIÇÃO DAIB1P ÁREA: PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE Índice ENQUADRAMENTO DESCRIÇÃO DESTINATÁRIOS OBJETIVOS ESTRUTURA E DURAÇÃO AUTOR METODOLOGIA PEDAGÓGICA

Leia mais

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACCESS 2010 Conceitos Básicos Ficha Informativa Professor : Vanda Pereira módulo didáctico Conceitos Básicos Necessidade das base de dados Permite guardar dados

Leia mais

CENTRO DE FORMAÇÃO DE ENTRE HOMEM E CÁVADO AMARES TERRAS DE BOURO

CENTRO DE FORMAÇÃO DE ENTRE HOMEM E CÁVADO AMARES TERRAS DE BOURO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ENTRE HOMEM E CÁVADO AMARES TERRAS DE BOURO OFICINA DE FORMAÇÃO: TRABALHO PRÁTICO NA PERSPECTIVA DOS NOVOS PROGRAMAS DE FÍSICA, MATEMÁTICA E BIOLOGIA. UMA ABORDAGEM À EXPERIMENTAÇÃO

Leia mais

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR Curso Engenharia Informática Ano letivo 2012-2013 Unidade Curricular Arquitectura de Computadores ECTS 6 Regime Obrigatório Ano 2º Semestre 2ºsem Horas de trabalho globais Docente (s) Luis Figueiredo Total

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: :CIENCIAS DA NATUREZA, MATEMATICA E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular:

Leia mais

F I C H A D A D I S C I P L I N A

F I C H A D A D I S C I P L I N A Pós-Graduações MBA Master em Gestão F I C H A D A D I S C I P L I N A I D E N T I F I C A Ç Ã O D A D I S C I P L I N A Curso: Disciplina: Docente: e-mail: MBA - Master em Gestão Sistemas de Informação

Leia mais

Curso Requisitos da ISO 14001 - Introdução à Implementação da Norma

Curso Requisitos da ISO 14001 - Introdução à Implementação da Norma Curso Requisitos da ISO 14001 - Introdução à Implementação da Norma Referencial do Curso Objectivos Objectivos Gerais Dar a conhecer os requisitos da ISO 14001 e metodologias de resposta aos mesmos. Objectivos

Leia mais

Caracterização dos cursos de licenciatura

Caracterização dos cursos de licenciatura Caracterização dos cursos de licenciatura 1. Identificação do ciclo de estudos em funcionamento Os cursos de 1º ciclo actualmente em funcionamento de cuja reorganização resultam os novos cursos submetidos

Leia mais

F I C H A D A D I S C I P L I N A

F I C H A D A D I S C I P L I N A Pós-Graduações MBA Master em Gestão F I C H A D A D I S C I P L I N A I D E N T I F I C A Ç Ã O D A D I S C I P L I N A Curso: Disciplina: Docente: e-mail: MBA e PGE Gestão de Sistemas de Informação Luis

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS Ano Letivo 201/201 PLANIFICAÇÃO ANUAL Disciplina de MATEMÁTICA - 11º Ano Turma J A PROFESSORA: Paula Cristina Gomes 1 1. OBJECTIVOS GERAIS São finalidades da disciplina no ensino secundário: desenvolver

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

Ação de Formação. Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica. Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8

Ação de Formação. Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica. Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8 Ação de Formação Aquisição da escrita e da leitura: a consciência fonológica Turma A: Maio: 4, 11 e 25 Junho: 8 Turma B: Setembro: 7 Setembro: 13 Setembro: 14 Setembro: 21 Formador: Dr. António Manuel

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTATÍSTICA MULTIVARIADA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTATÍSTICA MULTIVARIADA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular ESTATÍSTICA MULTIVARIADA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão de Recursos Humanos 3. Ciclo de Estudos 1º

Leia mais

Os domínios da Oralidade e da Gramática no ensino básico

Os domínios da Oralidade e da Gramática no ensino básico Ação de Formação Os domínios da Oralidade e da Gramática no ensino básico Fevereiro 7, 28 Março: 7 Abril: 11 Formadora Doutora Carla Gerardo 1- Modalidade: Oficina de Formação Duração: 25 horas+25 horas

Leia mais