Administrando o Risco de Crédito. Antônio Carlos de Lauro Castrucci

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2 Administrando o Risco de Crédito Antônio Carlos de Lauro Castrucci

3 Existe o risco que você não pode jamais correr, e existe o risco que você não pode deixar de correr. Peter Drucker

4 RISCO O que é? Qual o maior risco? Relação entre risco e recompensa.

5 RISCO Risco, o que é? No geral é a possibilidade da ocorrência de um evento adverso e que resulte, direta ou indiretamente, em perda econômica.

6 RISCO Qual é o maior risco? Éaquele que você não vê!

7 RISCO Relação risco e retorno Quanto maior o risco, maior o retorno, Se der certo... A busca do equilíbrio e da diversificação!

8 Toda vez que você tiver que retornar a um negócio realizado no passado, você está perdendo dinheiro, portanto, tudo que fizer; o faça bem ponderado e analisado. (Em palavras do expositor) RISCO Peter Drucker

9 RISCO "Existem dois tipos de riscos: Aqueles que não podemos nos dar ao luxo de correr, e aqueles que não podemos nos dar ao luxo de não correr. Peter Drucker

10 Roteiro da Apresentação Estrutura de gerenciamento de risco; Política de risco de crédito; Modelagem; Sistema de informações gerenciais afeta à gestão do risco; Compliance às normas : Resolução CMN e Comunicado ; Modelo de uma política de risco.

11 Estrutura de Gerenciamento de Risco de crédito Objetivos Otimizar a relação risco x retorno; Garantir a permanência futura da instituição; Constante monitoramento do risco; Tomar medidas corretivas antecipadamente.

12 I -Política de Risco de Crédito ESTRUTURA Gerenciamento do Risco de Crédito Conselho de Administração II -Medição do risco Modelos de Classificação III -Sistema de Informações Gerenciais IV - Demais V -Atendimento às Exigências Normativas

13 I - Política de Riscos Deve ser uma proposta do diretor de riscos /diretoria e aprovada pelo Conselho de Administração. Ela deve ter ampla e plena aceitação e divulgação, abordando: Definição de risco; Estabelecimento de Conceitos; Modelagem para classificação de riscos; Padrões e limites de concentração e distribuição dos riscos, perdas, provisões e inadimplência, taxas de retorno sobre capital alocado (ou econômico); Procedimentos para ajuste da carteira aos padrões e aos limites; A estrutura de gestão do risco de crédito e do crédito.

14 I - Política de Riscos - Definição Definição específica para o crédito É a possibilidade de ocorrência de não cumprimento das obrigações financeiras assumidas pelo tomador, com a consequente perda econômica decorrente, redução da classificação do risco (piora) e redução do valor de mercado daquele ativo.

15 I - Política de Riscos - Conceitos Risco Tomador e Operação (Resolução e Comunicado ); Default e Perdas; Spread e Custo funding; Períodos de observância; Safras (default e perdas); Revisão de créditos; PDD gerencial e legal.

16 I - Política de Riscos - Modelagem Desenvolvimento interno; Quais fatores serão imputados no modelo; Segmentação do público alvo; Modelos diversos por segmentação/ produto; Níveis de rating e escala; PD atribuível a cada rating tomador; PP atribuível a cada rating operação.

17 I - Política de Riscos Padrões, Por carteira; Por produto; limites e concentrações Por região geográfica; Por setor econômico; Por rating; Por tomador/grupo - máximos; Taxa retorno; Perdas e Provisões; Inadimplência.

18 A necessidade provêm : I - Política de Riscos Procedimentos para ajustes Do normal desenvolvimento da carteira; De mudanças conjunturais; De aplicação de testes de estresse. Ferramentas: Swapsde defaultde crédito; Venda carteira e securitização ; Ação sobre operações existentes (garantias, clean up, modalidade); Ação sobre novas operações.

19 II - Medição do Risco Classificação de risco de crédito Risco Tomador Default Risco Operação Perda

20 O Banco da Espanha En la vida del señor Palomar hubo un momento en que su regla era esta: Primero, construir en su mente un modelo, el más perfecto, lógico, geométrico posible; segundo, verificar si el modelo se adapta a los casos prácticos observables en la experiencia; tercero, aportar las correcciones necesarias para que modeloy realidad coincidan. ITALO CALVINO, Palomar

21 II - Medição do Risco - Classificação risco de crédito, exemplo: Small Business Pessoa Física Empresas Score Modelo Rating Risco Tomador Rating Risco Tomador

22 II - Medição do Risco - Classificação risco de crédito, exemplo: Demonstrações Financeiras Informações Cadastrais Rating Julgamento Filtro cadastral Rating Risco Tomador

23 II - Medição do Risco - Classificação risco de crédito, exemplo: Rating Operação Matriz Mitigação Risco (garantias e prazos) Rating Tomador

24 II - Medição do Risco - Classificação risco de crédito, exemplo: 2º VIA: Para determinados tipos de operações de varejo, pode-se utilizar um sistema score, apenas classificando o risco operação, ou seja, padrão passa não passa. Veículos CDC; Consignado; Cartão de crédito; Cheque especial.

25 II - Medição do Risco - Classificação risco de crédito, exemplo: As medições associadas ao risco tomador -PD. As medições associadas àoperação -LGD -M. As medições associadas a grupos homogêneos (tomadores e produto) - PP.

26 II - Medição do Risco - Classificação Fatores relevantes: Conjunturais (seleção de fatores) - Setor Econômico; risco de crédito, exemplo: - Ramo de atuação (Produtos); - Natureza de Mercado. Tomador (seleção de fatores) - Situação econômica e financeira (seleção de fatores); -Tempo de constituição; - Principais clientes; - Auditoria externa; - Governança e gerenciamento; - Participação no mercado; - Informações cadastrais.

27 Modelagem - Fatores Relevantes EMPRESA Quantidade de Bancos Credores; Central de Riscos (SISBACEN); Restrições (SERASA, SCPC); Sócios (patrimônio e comportamento); Referências Bancos, Fornecedores e Clientes; Avaliação do Gerente (Relatório de Visita).

28 III -Sistema de Informações Gerenciais VISÕES Geral; Por instituição do conglomerado; Por carteiras ; Por produto; Por região geográfica; Por agência, diretoria, angariador e loja.

29 III -Sistema de Informações Gerenciais Distribuição e concentração das carteiras; Migração de riscos; Probabilidades de default, LGD, M, EAD e de PP, dispersões; Provisões gerenciais e legais (Tier II).

30 III -Sistema de Informações Gerenciais Correlações (aferições): - perdas e rating operação; - default e rating tomador; -ratinge spread. Índices econômicos. Alocação de capital. Legais.

31 IV- Estrutura do Gerenciamento de Risco - Demais componentes da estrutura Sistemas; Classificação dos riscos e revisão; Rotinas, procedimentos e pessoas; Recuperação de crédito; Avaliação de riscos em novas modalidades de operação; Tratamento das exceções; Remuneração executivos; Testes de estresse; Transparência e divulgação.

32 V Compliance Normativo Resolução CMN / 09 Estrutura de Gerenciamento: Necessidade de uma estrutura; Definição de risco de crédito; Identificação, mensuração, controle e mitigação; Existência de uma Política; Validação de modelos; Estabelecimento de perdas associadas; Existência de rotinas e sistemas; Estabelecimento de limites; Cadastro e garantias.

33 Compliance Normativo Resolução CMN 3.721/09 Predição de deterioração; Tratamento das exceções às normas internas; Avaliação risco novas operações; Estresse; SIG; Históricos; Revisão anual; Transparência; Responsabilidades; Remuneração.

34 Compliance Normativo Comunicado / 09 IRB; PD; LGD; EAD e M; Prazos e condições de inadimplência para default; Período de observância para default; Cálculo do M; Distribuição de risco pelas classes; Risco tomador Define mínimo classes e uma para default.

35 Compliance Normativo Comunicado /09 Risco Operação Define a necessidade de suficientes classes de risco; Varejo Grupos Homogêneos (características dos tomadores, garantia e modalidade); Varejo Distribuição homogênea entre classes de risco.

36 Obrigado! Antônio Carlos de Lauro Castrucci

37 Ítalo Calvino O escritor Ítalo Calvino nasceu em 1923, em Cuba, por onde seus pais, cientistas italianos, estavam de passagem. Sua infância foi em San Remo, na Itália. Em 1941, matricula-se na Faculdade de Agronomia de Turim; mas abandona os estudos ao engajar-se na Resistência Italiana contra o exército nazista. Ao final da guerra, Calvino vai morar em Turim, onde se doutora em letras com uma tese sobre Joseph Conrad. Em 1947, lança seu primeiro livro, inspirado em sua participação na Resistência. Passa a trabalhar para o jornal comunista L'Unitàe, depois, na editora Einaudi. Sóa partir dos anos 1950 Calvino começaria a escrever as obras que o tornaram famoso internacionalmente. Seus primeiros grandes sucessos são O Visconde Partido ao Meio (1952), O Barão nas Árvores (1957) e O Cavaleiro Inexistente (1959). Em 1956, Calvino se desliga do Partido Comunista. Em 1972, publica Cidades Invisíveis. Se um Viajante numa Noite de Inverno, de 1979, explora com ironia a relação do leitor com a obra literária. Palomar éde Traduzidos para inúmeras línguas, os três têm lugar de destaque no repertório da literatura pós-moderna da Europa.

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39 POLÍTICA DE RISCO DE CRÉDITO Banco Revisada para apresentação ao Conselho em: I. Objetivo Apresentar para aprovação do Conselho de Administração do Banco a seguinte proposta da Diretoria para a revisão da Política de Risco de Crédito, ora consolidada no que segue. II. Risco de Crédito Conceitua-se como risco de crédito a possibilidade de ocorrência de não cumprimento pelo tomador das obrigações financeiras contratuais assumidas com a consequente perda econômica associada, redução da classificação do risco (piora) e redução do valor de mercado daquele ativo.

40 III. Estrutura de gerenciamento de Risco de Crédito A estrutura de gerenciamento de Crédito e do Risco de Crédito envolve as seguintes áreas: Gestão do Risco de Crédito 1.Política de Crédito; 2.Comitê de Gestão de Risco de Crédito; 3.Relatórios de Acompanhamento do Risco de Crédito SIG; 4.Gerenciamento do Risco de Crédito. Gestão do Crédito Modelos de classificação do risco de crédito Tomador e Operação; Manualização das metodologias de classificação e mitigação de riscos e de procedimentos para encaminhamento, aprovação, formalização, liberação e acompanhamento de vencimentos e controle das garantias; Comitê de Crédito e Comitê Pleno; Formalização das Operações; Acompanhamento de Garantias; Cobrança; Recuperação de Crédito; SIG; Sistemas.

41 IV. METODOLOGIA UTILIZADA PARA A GESTÃO DOS RISCOS CRÉDITO O Banco definiu a Política do Risco de Crédito para as carteiras comerciais, CDC e Cartões de Crédito que norteia as atividades de empréstimos para seus clientes Pessoa Física e Jurídica, ora submetidas à aprovação do Conselho de Administração. A gestão do crédito e a gestão do risco de crédito, atividades fundamentais, com visões e funções bastante diversas, partem da adequada classificação do risco de crédito tomador e do risco de crédito operação. Por outro lado, os modelos e metodologias para classificação do risco de crédito não são absolutos e não isentam da responsabilidade pessoal aqueles que propõem as Operações de Crédito, aqueles que analisam classificam e os que aprovam. A avaliação pessoal, fundamentada na experiência e conhecimento, nas referências e informações comerciais e bancárias, nas informações patrimoniais e balanços por aqueles que propõem a operação e participam da avaliação e da aprovação é condição indispensável. O crédito, antes de ser uma simples análise de Mesa, éuma atividade de Campo e experiência. Uma boa política de gestão de risco de crédito permitiráao banco a manutenção de uma carteira diversificada de ativos de boa liquidez. O objetivo principal deuma adequada estrutura de gestão de crédito e do risco de crédito éotimizar o retorno sobre o capital alocado.

42 V. Da Política A adoção de uma adequada Política do Risco de Crédito e procedimentos decorrentes permitirá ao Banco: A manutenção de uma carteira de ativos de crédito sadia, com níveis de risco controlados e dentro dos níveis de risco estabelecidos pelo Conselho de Administração; Uma análise e avaliação constante das carteiras; Uma avaliação e adequação do modelo de classificação de riscos; Adoção, a tempo, de medidas que mitiguem de forma racional e harmônica o nível do risco de crédito das carteiras; A preservação futura do banco.

43 Princípios Básicos: 2.Distribuição entre carteiras Deverão ser distribuídos harmonicamente e de acordo com a conjuntura os ativos de crédito pelas três carteiras comerciais, CDC e Cartões, com maior ênfase no comercial e cartões. 3.Concentração de Risco por carteira Deverão ser obedecidos aos limites de concentração de risco tomador e risco operação nas carteiras e em relação ao PL do Banco. O desenquadramento, quando ocorrer, deveráoriginar medidas de : Clean up parcial ou total, nos vencimentos, de operações cujos ratingstenham o limite excedido na carteira; Reformulação de garantias naquelas operações de modo a reduzir o risco da operação; Não aceitar novas operações naquele rating até o enquadramento; Securitização.

44 4. Classificação de Riscos A Diretoria propôs a adoção de 10 classes para risco tomador, de 1 a 10, sendo a 10 reservada para tomadores em Defaulte 10 classes para classificação do risco operação, de AA a HH, sendo a décima HH para abrigar as operações levadas a prejuízo. O Banco desenvolveu e deve adotar modelos próprios para classificação do rating tomador, um modelo para empresas (middle e corporate), um modelo para small business e outro para pessoa física, sendo estes dois últimos no critério de score. Estes modelos foram anteriormente expostos em reunião conjunta, diretoria e conselho. Eles devem ser periodicamente aferidos. Uma matriz de mitigação de riscos que associa a um determinado ratingtomador e modalidade de garantia o respectivo rating operação foi desenvolvida e deve ser mantida. Cabe ao departamento de crédito aplicar os modelos atendendo a todas as premissas estabelecidas e ao Comitê de Crédito homologar o rating atribuído pelos modelos.

45 5.Concentração A não concentração de valores quer por tomador, tipo de carteira, classe de riscos mais elevados, setor econômico e até mesmo por região geográfica é prudencial e altamente recomendável. Individual Os valores dos empréstimos, individualmente, devem manter uma relação adequada com o Patrimônio Líquido do Banco, com o valor da carteira, com o porte e com o ratingde crédito do tomador e da operação. A dizer que o valor de crédito concedido a um cliente éfunção de suas características principais e das garantias, como também do porte do banco. O banco adotou um modelo para limites de referência máximos individuais, que devem nortear os limites aprovados por tomador. Por setor econômico e geográfica A distribuição das carteiras pelos setores econômicos e geográfico deve ser harmônica, de modo que nenhum setor apresente concentração excessiva, com extrema atenção e prudência a determinados setores listados nas normas internas de crédito.

46 Por classe de riscos As carteiras deverão ter a maior concentração em riscos tomador classificados de 1 a 4 no e de AA a C no risco operação. Risco tomador 6 e piores não são aceitos na angariação de clientes/operação e os eventualmente registrados nas carteiras são exclusivamente os decorrentes de eventuais deteriorações (migração) de rating. Risco operação D e piores não são aceitos na angariação de clientes/operação e os registrados nas carteiras são exclusivamente os decorrentes de eventuais deteriorações (migração) de rating.

47 6. Parâmetros Concentração de risco individual ou grupo econômico A concentração de riscos por tomador ou grupo econômico, visa um ticket médio de R$700 mil, um ticket máximo normal de atér$1.500 mil, admitidas exceções, então aprovadas em Comitê de crédito Pleno. Naturalmente os riscos anteriores e superiores a estes limites serão administrados, no tempo para buscar aquele enquadramento preconizado Concentração por classe de risco Da mesma forma, o banco estabeleceu targets de distribuição de riscos nas carteiras Por risco crédito tomador

48 O Banco não poderáter concentração, por nível de risco empresa, superior aos limites abaixo. - por risco crédito operação

49 O total dos ativos não poderáter concentração, por risco de operação, na carteira superior aos limites.

50 6.3 Por Setor Econômico. Nenhum setor econômico deverádeter mais do que 20% da Carteira do Banco. Nunca admitido que os 03 maiores setores apresentem concentração superior a 40% da Carteira do Banco. 6.4 Por Região Geográfica. A menos das operações ligadas a cartão de crédito e empréstimos consignados, as operações de crédito deverão se concentrar em regiões geográficas em que os gerentes comerciais do Banco tenham acesso físico economicamente viável, dentro do princípio que o banco não empresta para quem ele não vê.

51 Comentários ao Conselho Desde Julho de 2009, o Banco vem revendo as classificações dos riscos de crédito de clientes e operações que compunham sua carteira, e como resultado, muitas classificações foram rebaixadas, aumentando sobre maneira as provisões. O banco faz um acompanhamento periódico da evolução e distribuição dos riscos de seus clientes, segmentando em classes de risco tomador e classes de risco operação. Tal fato se faz refletir na análise de distribuição da carteira por rating, aumentando a parcela da carteira em riscos D e maior. Por outro lado, como consequência daquele procedimento, as matrizes de migração de riscos tomador e operação apresentaram uma evolução acima da esperada, situação que deverá se estabilizar no futuro. Em relação às operações da carteira comercial o banco tem seguido os modelos de classificação de riscos tomador e da aplicação da matriz de mitigação de riscos (matriz que associa a cada rating tomador e modalidade de garantia um determinado risco operação), todos desenvolvidos internamente com base na experiência dos analistas de crédito. Estes modelos serão aferidos pela adequada correlação entre rating e migração; como consequência tem a matriz de migração importante e fundamental papel na avaliação da adequação dos modelos. O Banco implementou os modelos de classificação de risco tomador empresa (middle e corporat) em sistema por ele desenvolvido e programado por uma Softerhouse;o sistema além de classificar os riscos procede aos ajustes patrimoniais nas demonstrações financeiras das empresas a permitir avalias os créditos em base a demonstrações financeiras mais reais; para score pessoal física é utilizada planilha eletrônica e para small business émanual. Cabe ressaltar que mais de 90% da carteira comercial éempresas (midlle e corporate). O modelo adotado pelo Banco, na carteira comercial é bastante conservador. Nenhum risco de crédito pode ser assumido em qualquer das carteiras, comercial, cartão, CDC, imobiliário, seja individual, seja em Pool (códigos de consignado) sem a aprovação do Comitê de crédito. Uma adequada gestão de risco de crédito implica em informações gerenciais eficazes a implicar em necessárias alterações nos sistemas Autbank de crédito, bem como a utilização de softers inteligentes (BI) que permitam processar convenientemente as bases de dados geradas por aqueles sistemas. Já foram iniciados, em fins de 2010, os trabalhos neste sentido. A diretoria

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