Aprendendo a Interpretar Dados Financeiros de uma Empresa Usando Estatística de Forma Simples e Prática

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aprendendo a Interpretar Dados Financeiros de uma Empresa Usando Estatística de Forma Simples e Prática"

Transcrição

1 Aprendendo a Interpretar Dados Financeiros de uma Empresa Usando Estatística de Forma Simples e Prática Ederson Luis Posselt Eduardo Urnau Eloy Metz Ismael Cristofer Baierle 1. Introdução Interpretar os dados financeiros de uma empresa requer um grau de conhecimento no mínimo razoável, tomar decisão requer perfil empreendedor baseado em dados obtidos e tratados por ferramentas eletrônicas ou de forma manual. Empresas de grande porte são na maioria dotados de profissionais e ferramentas para levantamento e tratamento de dados, porém empresas pequenas e algumas de porte médio, não possuem funcionários e nem conhecimentos de ferramentas para essa atividade. O fato de não analisar os dados ou simplesmente analisá-los de forma a perceber lucro e prejuízo faz com que a empresa não explore de melhor forma o seu mercado, provavelmente deixando de obter melhores resultados. Com base na dificuldade de empresas menores o presente artigo tem como objetivo demonstrar a aplicação e interpretação dos dados financeiros. Para exemplificar as técnicas utilizouse o banco de dados de uma butique, localizada no estado do Rio Grande do Sul, onde as vendas a prazo e à vista estão totalizadas por mês dentro de um período de cinco anos, compreendido entre 2004 e Metodologia O presente trabalho refere-se a uma pesquisa aplicada de natureza descritiva e experimental. Também é de natureza exploratória, baseada em dados bibliográficos para a criação de uma metodologia para empresas de pequeno e médio porte. Para contemplar o presente artigo que se destina a criação de uma metodologia simples para a análise de dados financeiros para pequenas e médias empresas. As etapas a seguir descrevem as metodologias utilizadas: Processo de vendas: análise do processo de vendas da empresa analisada como modelo para

2 análise financeira. Gráfico linear: destinado a observar as movimentações financeiras em relação ao tempo; Gráfico de barras: destinado a observação da movimentação em um determinando período com o objetivo de comparação entre períodos distintos; BoxPlot: análise de variação em determinados períodos; Gráfico de probabilidade normal: verificar se os dados apresentados possuem um comportamento normal; Cartas de controle: identificar se o processo de vendas está dentro de controle; Autocorrelação: verificar se existe relação entre os dados financeiros agrupados por mês; 3. Fundamentação Teórica A estatística é a ciência que lida com a coleta, processamento e disposição de dados (informação), facilitando o estabelecimento de conclusões confiáveis sobre algum fenômeno que esteja acontecendo. As ferramentas e técnicas de estatística são muito úteis para o controle de qualidade tanto de bens quanto de serviços. Um processo ou serviço sempre irá apresentar variabilidade, sejam por diferença em matérias-primas, condição de equipamentos, métodos de trabalho, operadores envolvidos, sazonalidade, entre outros. Essa variabilidade torna mais difícil a tomada de decisões, planejamentos da empresa, e para que isto não ocorra é necessário que o cenário seja previsível, sendo isso possível somente se ele estiver sob controle estatístico. Para se entender melhor dados e números relativos à revenda de produtos, podemos ser auxiliados por diversas ferramentas, tanto para controle como para que sejam estimados valore futuros e explicados fenômenos que estão ocorrendo. Uma das ferramentas e métodos mais comuns, e que nos facilitam a visualização de dados são os gráficos de controle, pois são eles que nos informam se o processo está ou não sob controle estatístico. A figura 2 apresenta o gráfico de regressão linear, que é um método para se estimar a condicional (valor esperado) de uma variável y, dados os valores de algumas outras variáveis x. Este gráfico permite que seja melhor visualizado a evolução dos números de maneira mais clara. Gráficos de barra e de linha nos ajudam a ter uma noção de como é a evolução/incremento de uma venda, um processo de fabricação de produto, que nos permite criar um foco e visualizar de forma clara quais são os períodos de alta, períodos de baixa e onde provavelmente está o gargalo do processo, ou seja, qual o fenômeno que faz com que esses dados variem. Com à ajuda do software Minitab 15, é possível fazer a análise e interpretação dos dados através de diversos gráficos. Nas figuras 9 e 10, temos os gráficos de Boxplot, que pode ser útil para mostrar as diferenças entre as populações sem fazer quaisquer suposições da distribuição

3 estatística subjacente: eles são não-paramétricos. Os espaçamentos entre as diferentes partes da caixa ajudam a indicar o grau de dispersão (disseminação) e assimetria nos dados, e identificar outliers. Boxplots pode ser tirada horizontal ou verticalmente. Para o controle específico das causas e efeitos da variabilidade e/ou problemas e defeitos nos processos, podem-se utilizar umas das 7 ferramentas da qualidade. A carta de controle é um tipo de gráfico, comumente utilizado para o acompanhamento durante um processo, determina uma faixa chamada de tolerância limitada pela linha superior (limite superior de controle) e uma linha inferior (limite inferior de controle) e uma linha média do processo (limite central), que foram estatisticamente determinadas. Realizada em amostras extraídas durante o processo, supõe-se distribuição normal das características da qualidade. O objetivo é verificar se o processo está sob controle. Este controle é feito através do gráfico, como pode-se observar na figura12. Dados podem ser influenciados por diversos fatores, internos ou externos. O que pode ajudar a detectar a causa das influências é o gráfico de autocorrelação, que é uma medida que informa o quanto o valor de uma variável aleatória é capaz de influenciar seus vizinhos, ou seja, o quanto a existência de um valor mais alto condiciona valores também altos de seus vizinhos. Existem várias interpretações físicas da autocorrelação, e mesmo várias definições. Segundo a definição da estatística, o valor da autocorrelação está entre 1 (correlação perfeita) e -1, o que significa anti-correlação perfeita. O valor 0 significa total ausência de correlação. Com essas ferramentas, é possivel ter o controle de vendas de uma empresa revendedora de produtos masculinos e femininos, podendo assim ser estudado depois quais os motivos e/ou fatores que influenciam a sazonalidade. 4. Conhecendo o Processo da Empresa Para trabalhar os dados de uma empresa, é necessário conhecer os processos envolvidos diretamente na arrecadação dos dados financeiros. No estudo de caso analisado, o processo de vendas deve ser analisado. Isso se faz necessário, pois indiretamente problemas de organização podem inibir um faturamento superior. A Figura 1 apresenta o fluxograma de vendas da butique analisada, em uma análise inicial, não é possível perceber problemas no processo que prejudiquem o faturamento. Esse fato não gera garantias, além de analisar o fluxo é importante verificar se as pessoas seguem o procedimento. O fato dos funcionários entrarem em contato direto com o cliente, faz com que seja necessário um trabalho continuo a fim de aperfeiçoar o processo de vendas e assim ampliar os resultados.

4 Figura 1 - Fluxograma do processo de venda Na análise da butique o presente artigo não fez o monitoramento das atividades dos vendedores a fim de verificar a execução dos procedimentos descritos. 4.1 Análise dos Dados de Vendas Entender os dados de uma empresa é fundamental para uma boa gerencia e tomada de decisões. As informações devem ser claras a ponto de estabelecerem limites e tendências sobre os dados financeiros. Para gerar o gráfico da Figura 2 foi utilizado a ferramenta BrOffice, software de distribuição gratuita. Atualmente no mercado existem várias ferramentas gratuitas e pagas para análise de dados, sejam esses dados financeiros ou não. O fato mais importante é a interpretação das informações. A Figura 2 apresenta o gráfico linear dotado de linha média e linha de tendência. Esse gráfico é composto de duas linhas de valor em reais em relação ao tempo, sendo a linha na cor azul correspondente ás vendas à vista e a linha na cor vermelha as vendas a prazo. Para criar um maior entendimento sobre os dados, foram adicionadas 2 linhas para cada tipo de faturamento. As linhas na cor verde correspondem a linhas de tendência e as linhas na cor laranja as médias. O intervalo de dados financeiros analisado corresponde a um período de 5 anos e 2 meses.

5 O fato mais visível neste gráfico está relacionado à constância das vendas a prazo (linha vermelha) em todo o período analisado. Para comprovar essa relação basta que seja visualizado a linha de tendência e média. Essas duas linhas estão quase sobrepostas, exibindo o padrão das vendas a prazo. Outro fator visível é o crescimento do faturamento à vista (linha azul), observando-se o gráfico de uma forma básica, podem ser percebidas duas fases separadas pela data de junho de Figura 2 - Gráfico linear - Faturamento em relação ao tempo Codificar os resultados de uma empresa em gráficos faz com que esses resultados sejam de fácil interpretação. As Figuras 3, 4, 5, 6 e 7 apresentam gráficos de barras para o faturamento mensal da butique organizado por ano. Gráfico de barras é uma das ferramentas mais simples de serem entendidas e para simplificar essa informação basta visualizar a Figura 3. Analisando o gráfico da Figura 3 observa-se com facilidade que o mês de Dezembro representou o melhor faturamento do ano de 2004 e o mês de Janeiro representou o pior faturamento do ano de A informação mais importante é a análise comparativa entre os resultados de um conjunto maior de dados, para isso, as Figuras 3, 4, 5, 6 e 7 apresentam os resultados agrupados mensalmente divididos em períodos anuais. Analisando esses gráficos, é possível reconhecer padrões, o mais notável é o fato de que todos os meses, o melhor mês de vendas esta relacionado a Dezembro e o pior mês de vendas está relacionado a Janeiro e Fevereiro. Essas informações são normais para uma butique, e isso se deve a datas comemorativas como Natal. Porém reconhecer esses fatores faz com que a empresa possa dirigir forças de venda para os meses de menor faturamento para tentar

6 equilibrar os rendimentos , , , , , , , , , ,00 Rendimento em 2004 por mês 0,00 01/04 02/04 03/04 04/04 05/04 06/04 07/04 08/04 09/04 10/04 11/04 12/04 Figura 3 - Gráfico de barras das vendas de , , , , , , ,00 Rendimentos em 2006 por mês 0,00 01/06 02/06 03/06 04/06 05/06 06/06 07/06 08/06 09/06 10/06 11/06 12/06 Figura 5 - Gráfico de barras das vendas de , , , , , , , ,00 Rendimentos em 2008 por mês 01/08 02/08 03/08 04/08 05/08 06/08 07/08 08/08 09/08 10/08 11/08 12/ , , , , , ,00 Rendimentos em 2005 por mês 0,00 01/05 02/05 03/05 04/05 05/05 06/05 07/05 08/05 09/05 10/05 11/05 12/05 Figura 4 - Gráfico de barras das vendas de , , , , , , , ,00 Rendimentos em 2007 por mês 0,00 01/07 02/07 03/07 04/07 05/07 06/07 07/07 08/07 09/07 10/07 11/07 12/07 Figura 6 - Gráfico de barras das vendas de ,00 Figura 7 - Gráfico de barras das vendas de 2008

7 Em todos os gráficos apresentados até o momento não era possível ter uma noção de crescimento da empresa. Para gerar uma visão da evolução do faturamento da empresa é necessário ter a informação financeira em nível macro, isso significa agrupar as informações em grandes grupos, e no caso da butique as informações foram agrupadas por ano. O gráfico apresentado na figura 8 apresenta um gráfico linear com valores totalizados em períodos anuais. Apresentando 3 linhas, sendo a linha negra referente ao valor total das vendas, representado pela soma das vendas à vista e a prazo. A linha na cor vermelha representa as vendas à vista e a linha azul as vendas a prazo. Para visualizar a evolução da empresa basta analisar a linha negra, essa linha exibe o crescimento da empresa entre o ano de 2004 até 2007 com uma pequena queda nos faturamento do ano de 2008 em relação a Outro fato importante a ser interpretado é o fato das vendas à vista estarem relacionados diretamente com faturamento. Vendas à vista representam uma vantagem para a empresa, pois ela conta com recursos para investimentos. É importante reparar que o valor de vendas a prazo tem reduzido, e esse fato está associado diretamente com o crescimento do uso de cartões de crédito. Figura 8 - Gráfico de linhas totalizado por ano Para analisar a variação em determinados períodos utilizou-se o gráfico de BoxPlot. A

8 intenção é analisar a variabilidade dos dados em um determinado período. O gráfico exibido na figura 9 apresenta a variação dos dados por mês entre os anos de 2004 e Observando-se esse gráfico fica fácil reconhecer padrões de comportamento em determinados períodos do ano. Os meses de Janeiro, Fevereiro e Julho apresentaram pequena variação nos seus dados em relação há outros meses. Esse comportamento faz com que a empresa possa projetar uma visão futura. Os meses de Março, Abril e Maio, possuem uma grande variação nos seus dados, o que implica num grau pequeno de certeza no faturamento futuro. O restante dos meses apresenta um comportamento intermediário. Figura 9 - Boxplot com dados de 2004 a 2008 Na figura 10 foi realizado o mesmo gráfico apresentado na Figura 9, porém o gráfico da Figura 10 faz a análise do ano 2005 até A intenção é de eliminar o ano de 2004 da análise, uma vez que esse ano apresentou os menores valores de faturamento. Observando a Figura 10 observou-se que os meses de Fevereiro, Julho e Agosto apresentaram menor variação. Essa observação variou em relação à análise do gráfico apresentado na figura 9. Porém na análise dos meses de maior variação se mantiveram.

9 Figura 10 - Boxplot com dados de 2005 a 2008 Analisando os dados do gráfico de probabilidade apresentado na Figura 11 temos o valor de P maior que 0.5, onde tem se a informação que os dados são normais, pois a maioria cai sobre a linha da média que é de R$ Vemos também que entre as 60 amostras dos 5 anos temos um desvio padrão de R$ Figura 11 - Gráfico de probabilidade normal

10 Com a finalidade de acompanhar os faturamentos ao longo dos meses, a carta de controle exibida na Figura 12 apresenta os faturamentos efetivamente realizados pela empresa. Demonstrando que as variações entre os faturamentos, que apresentam um acréscimo ou decréscimo em relação à média. O crescimento do faturamento oscilou dentro de variações controladas, representando que os avanços foram planejados e a empresa preparou-se para suportar o crescimento das vendas. E quando as variações representaram uma margem abaixo da média, a empresa utilizou de capital de giro para suportar a redução das vendas. Demonstrando um excelente controle dos recursos financeiro. Outra informação a ser analisada são os pontos próximos a linha superior de controle. Esses pontos indicam um faturamento maior, por conseqüência uma quantidade maior de produtos vendidos. A preocupação pode ficar relacionada ao estoque. Se a empresa não possuir o estoque adequando a demanda, pode estar prejudicando o seu faturamento. Essa análise cabe ao empresário, mas ela pode ser prevista utilizando-se os níveis de variação apresentados anteriormente nos gráficos de BoxPlot. Figura 12 - Carta de controle sobre os totais de vendas

11 A correlação entre as leg s 1, 6 e 12 indicam um possível componente auto regressivo sazonal. 5. Conclusão Através deste artigo foi possível criar um método simples e eficaz para análise de faturamento para pequenas e médias empresas que não possuam o conhecimento necessário ou estrutura para a execução desta tarefa. A relação entre o faturamento e fatos históricos da empresa é de responsabilidade da mesma. Porém na empresa analisada, percebeu-se que essa teve um crescimento financeiro no mínimo interessante. Uma possibilidade para esse crescimento pode estar relacionado à informatização. No ano de 2004 essa empresa adotou sistemas para fazer o controle de vendas, estoque e financeiro. Todos os gráficos apresentados no artigo são cabíveis de aplicação a qualquer empresa que queira obter maiores informações referentes os rendimentos. Referências WERKEMA, Maria C. C.; Ferramentas Estatísticas Básicas para o Gerenciamento de Processos. Volume 2. Minas Gerais, acessado em 14 de setembro de 2009.

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

4 Gráficos de controle

4 Gráficos de controle 4 Gráficos de controle O gráfico de controle é uma ferramenta poderosa do Controle Estatístico de Processo (CEP) para examinar a variabilidade em dados orientados no tempo. O CEP é composto por um conjunto

Leia mais

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade

Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade Escola de Engenharia de Lorena - EEL Controle Estatístico de Processos CEP Prof. MSc. Fabrício Maciel Gomes Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Conceito de

Leia mais

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA

Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Módulo 4 PREVISÃO DE DEMANDA Conceitos Iniciais Prever é a arte e a ciência de predizer eventos futuros, utilizando-se de dados históricos e sua projeção para o futuro, de fatores subjetivos ou intuitivos,

Leia mais

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) NOVEMBRO/2013

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) NOVEMBRO/2013 16 de dezembro de 2013 Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) NOVEMBRO/2013 O ICEC é um indicador da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que visa medir o nível

Leia mais

Métodos Matemáticos para Gestão da Informação

Métodos Matemáticos para Gestão da Informação Métodos Matemáticos para Gestão da Informação Aula 05 Taxas de variação e função lineares III Dalton Martins dmartins@gmail.com Bacharelado em Gestão da Informação Faculdade de Informação e Comunicação

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO 1º P TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA Técnicas de leitura, interpretação e produção de textos, expressão oral e apresentação de trabalhos acadêmicos, argumentação científica.

Leia mais

Análise Exploratória de Dados

Análise Exploratória de Dados Análise Exploratória de Dados Profª Alcione Miranda dos Santos Departamento de Saúde Pública UFMA Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva email: alcione.miranda@gmail.com Introdução O primeiro passo

Leia mais

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO É a etapa do processo do planejamento estratégico em que se estima (projeta) e determina a melhor relação entre resultados e despesas para atender às necessidades

Leia mais

Um estudo amostral dos seguros de automóveis no Brasil

Um estudo amostral dos seguros de automóveis no Brasil Um estudo amostral dos seguros de automóveis no Brasil Francisco Galiza Autor do livro Economia e Seguro: Uma Introdução, publicado pela Funenseg 1) Introdução: Uma configuração atual do ramo O objetivo

Leia mais

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu.

BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br. KUMMER, Aulison André (UTFPR) aulisonk@yahoo.com.br. PONTES, Herus³ (UTFPR) herus@utfpr.edu. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO DE ESTOQUES NO CONTROLE E PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO DE MATÉRIA- PRIMA EM UMA INDÚSTRIA PRODUTORA DE FRANGOS DE CORTE: UM ESTUDO DE CASO BROMBERGER, Dalton (UTFPR) daltonbbr@yahoo.com.br

Leia mais

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil PRÁTICA 1) TÍTULO Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: A Auditoria Interna

Leia mais

AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas

AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas 1 AULAS 04 E 05 Estatísticas Descritivas Ernesto F. L. Amaral 19 e 28 de agosto de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro:

Leia mais

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação

Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Previsão de demanda em uma empresa farmacêutica de manipulação Ana Flávia Brito Rodrigues (Anafla94@hotmail.com / UEPA) Larissa Pinto Marques Queiroz (Larissa_qz@yahoo.com.br / UEPA) Luna Paranhos Ferreira

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston 1 Planejamento e Controle Recursos de entrada a serem transformados Materiais Informação Consumidores AMBIENTE ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

Noções de Pesquisa e Amostragem. André C. R. Martins

Noções de Pesquisa e Amostragem. André C. R. Martins Noções de Pesquisa e Amostragem André C. R. Martins 1 Bibliografia Silva, N. N., Amostragem probabilística, EDUSP. Freedman, D., Pisani, R. e Purves, R., Statistics, Norton. Tamhane, A. C., Dunlop, D.

Leia mais

Proposta de serviços de apoio consultivo para utilização da ferramenta:

Proposta de serviços de apoio consultivo para utilização da ferramenta: Proposta de serviços de apoio consultivo para utilização da ferramenta: EAGLE VIEW Simuladores Estratégicos. A) A METODOS CONSULTORIA. B) OBJETIVOS E PRINCIPAIS BENEFICIOS C) A FERRAMENTA - EAGLE VIEW

Leia mais

Uma análise econômica do seguro-saúde Francisco Galiza Outubro/2005 www.ratingdeseguros.com.br

Uma análise econômica do seguro-saúde Francisco Galiza Outubro/2005 www.ratingdeseguros.com.br Uma análise econômica do seguro-saúde Francisco Galiza Outubro/2005 www.ratingdeseguros.com.br Um dos ramos mais importantes do mercado segurador brasileiro é o de saúde. Surgido sobretudo com uma opção

Leia mais

AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão

AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão 1 AULAS 13, 14 E 15 Correlação e Regressão Ernesto F. L. Amaral 23, 28 e 30 de setembro de 2010 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de

Leia mais

INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A

INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A INDICADORES DE RENTABILIDADE: UMA ANÁLISE ECONOMICO FINANCEIRA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS DA INDÚSTRIA ROMIA S/A AUTOR ANTONIA TASSILA FARIAS DE ARAÚJO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ RESUMO O presente

Leia mais

DESEMPENHO DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO

DESEMPENHO DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS E PROCESSOS INDUSTRIAIS Fundamentos de Instrumentação para Controle de Processos RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA DESEMPENHO DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO Ederson Luis Posselt,

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica

Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Mestrado Profissionalizante 2015 Karla Donato Fook karladf@ifma.edu.br IFMA / DAI Análise Espacial 2 1 Distribuição Espacial A compreensão da distribuição

Leia mais

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior

Estatística Aplicada. Gestão de TI. Evanivaldo Castro Silva Júnior Gestão de TI Evanivaldo Castro Silva Júnior Porque estudar Estatística em um curso de Gestão de TI? TI trabalha com dados Geralmente grandes bases de dados Com grande variabilidade Difícil manipulação,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA

PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA CAVALCANTE & PERGUNTAS E RESPOSTAS QUE TODO EXECUTIVO FINANCEIRO GOSTARIA DE FAZER SOBRE ANÁLISE ECONÔMICA! O conceito de econômico e financeiro! Como concluir com base em indicadores! Construção de índices

Leia mais

MEDIDAS DE DISPERSÃO

MEDIDAS DE DISPERSÃO MEDIDAS DE DISPERSÃO 1) (PETROBRAS) A variância da lista (1; 1; 2; 4) é igual a: a) 0,5 b) 0,75 c) 1 d) 1,25 e) 1,5 2) (AFPS ESAF) Dada a seqüência de valores 4, 4, 2, 7 e 3 assinale a opção que dá o valor

Leia mais

PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR

PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR DEZEMBRO/2010 PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR RELATÓRIO MENSAL DA PESQUISA DE INTENÇÃO DE COMPRA E CONFIANÇA DO CONSUMIDOR DE MANAUS, ANO 2010 - N 12 MANAUS AM 67,2% dos consumidores

Leia mais

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009 Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia Novembro de 2009 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. METODOLOGIA... 2 2.1. BASE DE DADOS... 2 2.2. MÉTODO DE ANÁLISE... 3 3. EVOLUÇÃO DOS

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Leia mais

Estatística I Aula 1. Prof.: Patricia Maria Bortolon, D. Sc.

Estatística I Aula 1. Prof.: Patricia Maria Bortolon, D. Sc. Estatística I Aula 1 Prof.: Patricia Maria Bortolon, D. Sc. Estatística Estatística

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

Unidade III RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS. Profa. Marinalva Barboza

Unidade III RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS. Profa. Marinalva Barboza Unidade III RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Profa. Marinalva Barboza Atividades da gestão de materiais e a logística Segundo Pozo, as atividades logísticas podem ser vistas por duas grandes áreas: atividades

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia Balanced Scorecard Da estratégia às ações do dia-a-dia Perspectivas Em se tratando de gerenciamento de desempenho, perspectivas são os grandes vetores debaixo dos quais são agrupados objetivos, indicadores

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Sistema de Informação Sistemas de Informação em Negócios e SIG Francisco Rodrigues Sistemas de Informação em Negócios Ajudam os funcionários na execução das tarefas, principalmente

Leia mais

AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA PRÁTICA GLOSSÁRIO

AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA PRÁTICA GLOSSÁRIO 1 AVALIAÇÃO DE IMPACTO NA PRÁTICA GLOSSÁRIO Amostra aleatória. Também conhecida como amostra probabilística. A melhor maneira de evitar uma amostra enviesada ou não-representativa é selecionar uma amostra

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Capítulo 7 Medidas de dispersão

Capítulo 7 Medidas de dispersão Capítulo 7 Medidas de dispersão Introdução Para a compreensão deste capítulo, é necessário que você tenha entendido os conceitos apresentados nos capítulos 4 (ponto médio, classes e frequência) e 6 (média).

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder

COMENTÁRIO AFRM/RS 2012 ESTATÍSTICA Prof. Sérgio Altenfelder Comentário Geral: Prova muito difícil, muito fora dos padrões das provas do TCE administração e Economia, praticamente só caiu teoria. Existem três questões (4, 45 e 47) que devem ser anuladas, por tratarem

Leia mais

Doutorando de Ciências Ambientais, Sustentabilidade e Inovação da Universidade católica. Docente da UNOESTE e Fatec

Doutorando de Ciências Ambientais, Sustentabilidade e Inovação da Universidade católica. Docente da UNOESTE e Fatec Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 126 MODELAGEM PARA NEGÓCIOS SUSTENTAVEIS. Moisés da Silva Martins Doutorando de Ciências Ambientais, Sustentabilidade

Leia mais

ESTRATÉGIA PARA AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL SEGUNDO A

ESTRATÉGIA PARA AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL SEGUNDO A ESTRATÉGIA PARA AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL SEGUNDO A AIHA (AMERICAN INDUSTRIAL HYGIENE ASSOCIATION) O problema básico na avaliação da exposição ocupacional é reconhecer todas as exposições, avaliar

Leia mais

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS

MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo MODELOS ESPACIAIS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO COM ÓBITOS Murilo Castanho dos Santos Cira Souza Pitombo Universidade

Leia mais

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC

INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA. Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC INDICADORES ECONÔMICOS PARA ANÁLISE DE CONJUNTURA Fernando J. Ribeiro Grupo de Estudos de Conjuntura (GECON) - DIMAC FORTALEZA, Agosto de 2013 SUMÁRIO 1. Fundamentos da Análise de Conjuntura. 2. Tipos

Leia mais

Distribuição de Freqüência

Distribuição de Freqüência Distribuição de Freqüência Representação do conjunto de dados Distribuições de freqüência Freqüência relativa Freqüência acumulada Representação Gráfica Histogramas Organização dos dados Os métodos utilizados

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES

CURSO ON-LINE PROFESSOR GUILHERME NEVES Olá pessoal! Neste ponto resolverei a prova de Matemática Financeira e Estatística para APOFP/SEFAZ-SP/FCC/2010 realizada no último final de semana. A prova foi enviada por um aluno e o tipo é 005. Os

Leia mais

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO

www.analise-grafica.com SIMULAÇÃO DE VIABILIDADE DE NEGÓCIOS INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 Olá! Tudo Bem? JOSÉ CARLOS GONÇALVES falando! Muito Obrigado por ter comprado este infoproduto! Espero que você tenha lido o e-book GERIR CUSTOS & FORMAR PREÇOS que disponibilizei

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - X GRUPO DE ESTUDOS DE DESEMPENHO DE SISTEMAS ELÈTRICOS - GDS ESTUDO

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

PRO FOR WINDOWS (FPW)

PRO FOR WINDOWS (FPW) INTRODUÇÃO OAO FORECAST PRO FOR WINDOWS (FPW) Considerações Básicas Introdução ao Forecast Pro Software para análise e previsão de séries temporais. Características importantes Roda sob as diversas versões

Leia mais

PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO

PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO PREVISÃO DE VENDAS DE CERVEJA PARA UMA INDÚSTRIA DE RIBEIRÃO PRETO José Gilberto S. Rinaldi (UNESP/Presidente Prudente) Randal Farago (Faculdades Integradas FAFIBE) Resumo: Este trabalho aborda técnicas

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 28. Propriedade para Investimento

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 28. Propriedade para Investimento COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 28 Propriedade para Investimento Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 40 Índice OBJETIVO 1 Item ALCANCE 2 4 DEFINIÇÕES

Leia mais

Modelagem da Venda de Revistas. Mônica Barros. Julho de 1999. info@mbarros.com 1

Modelagem da Venda de Revistas. Mônica Barros. Julho de 1999. info@mbarros.com 1 Modelagem da Venda de Revistas Mônica Barros Julho de 1999 info@mbarros.com 1 Modelagem Matemática e Previsão de Negócios Em todas as empresas, grandes e pequenas, é necessário fazer projeções. Em muitos

Leia mais

Descobrimos que os testes 1, 2 e 7 foram os mais úteis para avaliação da estabilidade do gráfico Xbar na carta I:

Descobrimos que os testes 1, 2 e 7 foram os mais úteis para avaliação da estabilidade do gráfico Xbar na carta I: Este artigo é parte de uma série de artigos que explicam a pesquisa conduzida pelos estatísticos do Minitab para desenvolver os métodos e verificações de dados usados no Assistente no Software Estatístico

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

Proposta de otimização do fluxo de veículos em um semáforo de trânsito intenso

Proposta de otimização do fluxo de veículos em um semáforo de trânsito intenso Proposta de otimização do fluxo de veículos em um semáforo de trânsito intenso Ederson Luis posselt (edersonlp@yahoo.com.br) Eloy Maury Metz (eloy@softersul.com.br) Resumo Analisando o fluxo de veículos

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

6 Análise dos resultados

6 Análise dos resultados 6 Análise dos resultados Os cálculos para análise econômica de um projeto E&P, devem considerar que os dados empregados são imprecisos e sem certeza da ocorrência dos resultados esperados, apesar de estarem

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Uberlândia Curso: Administração Disciplina: Administração de Materiais. Unidade 1 Previsão de Demanda. Revisão 0, de 07/08/2012

Faculdade Pitágoras de Uberlândia Curso: Administração Disciplina: Administração de Materiais. Unidade 1 Previsão de Demanda. Revisão 0, de 07/08/2012 Faculdade Pitágoras de Uberlândia Curso: Administração Disciplina: Administração de Materiais Unidade 1 Previsão de Demanda Revisão 0, de 07/08/2012 Prof. João Paulo Seno jpseno.pitagoras@gmail.com O que

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A METODOLOGIA DE CÁLCULO DOS CUSTOS OPERACIONAIS. Audiência Pública 040 2ª Etapa Nota técnica 101/2011 SER/ANEEL

CONSIDERAÇÕES SOBRE A METODOLOGIA DE CÁLCULO DOS CUSTOS OPERACIONAIS. Audiência Pública 040 2ª Etapa Nota técnica 101/2011 SER/ANEEL CONSIDERAÇÕES SOBRE A METODOLOGIA DE CÁLCULO DOS CUSTOS OPERACIONAIS Audiência Pública 040 2ª Etapa Nota técnica 101/2011 SER/ANEEL Adriano Provezano Gomes Professor Associado do Departamento de Economia

Leia mais

ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO. Todos os Direitos Reservados

ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO. Todos os Direitos Reservados Curso Online 1 2 ESSE CURSO FOI CRIADO E É PROMOVIDO PELA INSTITUIÇÃO Todos os Direitos Reservados 3 1 O Que é Fluxo de Caixa _Fatores que Afetam o Fluxo de Caixa (Internos e Externos) _Desequilíbrio Financeiro

Leia mais

Aula 8 Planejamento e Análise de Experimentos

Aula 8 Planejamento e Análise de Experimentos Aula 8 Planejamento e Análise de Experimentos Professores Miguel Antonio Sovierzoski, Dr. miguelaso@utfpr.edu.br; Vicente Machado Neto, Dr. vmachado@utfpr.edu.br; A maioria das medições industriais usam

Leia mais

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade II MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade II MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Preço em varejo Preço Uma das variáveis mais impactantes em: Competitividade; Volume de vendas; Margens e Lucro; Muitas vezes é o mote

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

MONTE CARLO NA PROJEÇÃO DE CENÁRIOS PARA GESTÃO DE CUSTOS NA ÁREA DE LATICÍNIOS

MONTE CARLO NA PROJEÇÃO DE CENÁRIOS PARA GESTÃO DE CUSTOS NA ÁREA DE LATICÍNIOS www.iem.efei.br/edson CONTRIBUIÇÃO DA SIMULAÇÃO DE MONTE CARLO NA PROJEÇÃO DE CENÁRIOS PARA GESTÃO DE CUSTOS NA ÁREA DE LATICÍNIOS Edson de Oliveira Pamplona Wander Fonseca da Silva 2005 www.iem.efei.br/edson

Leia mais

TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO/ANÁLISE DE DADOS AULA 09. Universidade Federal Fluminense

TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO/ANÁLISE DE DADOS AULA 09. Universidade Federal Fluminense CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE MATEMÁTICA INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA 7 DE OUTUBRO DE 2014 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO/ANÁLISE DE DADOS AULA 09 Humberto José Bortolossi http://www.professores.uff.br/hjbortol/

Leia mais

As ferramentas da QUALIDADE

As ferramentas da QUALIDADE As ferramentas da QUALIDADE Aprendendo a aplicar para solucionar problemas EXPEDIENTE Textos: EPSE Editora e Paulo César Jatobá Edição: Hayrton Rodrigues do Prado Filho Designer gráfico: Adilson Aparecido

Leia mais

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 SUMÁRIO Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita de

Leia mais

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Janeiro de 2011 p2 Usuários comerciais e organizações precisam

Leia mais

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009

Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga. Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes de carga Um artigo técnico da Oracle Junho de 2009 Identificação rápida de gargalos Uma forma mais eficiente de realizar testes

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

IMES Catanduva. Probabilidades e Estatística. no Excel. Matemática. Bertolo, L.A.

IMES Catanduva. Probabilidades e Estatística. no Excel. Matemática. Bertolo, L.A. IMES Catanduva Probabilidades e Estatística Estatística no Excel Matemática Bertolo, L.A. Aplicada Versão BETA Maio 2010 Bertolo Estatística Aplicada no Excel Capítulo 3 Dados Bivariados São pares de valores

Leia mais

Carga dos alimentadores

Carga dos alimentadores 50 Análise de consumo de energia e aplicações Capítulo V Carga dos alimentadores Por Manuel Luís Barreira Martinez* Em continuidade ao capítulo anterior, Locação de cargas métodos para a locação de carga

Leia mais

Contabilidade Gerencial 2. Contabilidade Gerencial. Projeção do orçamento. Administração. Prof: Marcelo dos Santos. Projeção Orçamento

Contabilidade Gerencial 2. Contabilidade Gerencial. Projeção do orçamento. Administração. Prof: Marcelo dos Santos. Projeção Orçamento Administração Prof: Marcelo dos Santos Contabilidade Gerencial 2 Contabilidade Gerencial Projeção Orçamento Análise de Desempenho Projeção do orçamento Uma projeção De orçamento deve Se iniciar pela vendas.

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.ufma.br

Leia mais

6 Construção de Cenários

6 Construção de Cenários 6 Construção de Cenários Neste capítulo será mostrada a metodologia utilizada para mensuração dos parâmetros estocásticos (ou incertos) e construção dos cenários com respectivas probabilidades de ocorrência.

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL EMENTA DAS DISCIPLINAS 1º Período GADM 7712-TGA - TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO (4.0.0) 4 Introdução; Antecedentes Históricos;

Leia mais

Exemplo Regressão Linear Múltipla

Exemplo Regressão Linear Múltipla Exemplo Regressão Linear Múltipla Gilberto A. Paula Departamento de Estatística IME-USP, Brasil giapaula@ime.usp.br 1 o Semestre 2013 G. A. Paula (IME-USP) Salário de Executivos 1 o Semestre 2013 1 / 27

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Indicadores sócio-econômicos. Campos Gerais. Paraná.

PALAVRAS-CHAVE Indicadores sócio-econômicos. Campos Gerais. Paraná. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( x ) TRABALHO

Leia mais

1. Conceitos Básicos de Avaliação de Projetos 2. Classificação dos Projetos de Investimento 3. Estudos prévios

1. Conceitos Básicos de Avaliação de Projetos 2. Classificação dos Projetos de Investimento 3. Estudos prévios 1. Conceitos Básicos de Avaliação de Projetos... 1.1. Valor Atual... 1.2. Capital Investido... 1.3. Cash Flow... 1.4. Valor residual do investimento... 1.5. Vida económica do equipamento... 2. Classificação

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

Ementário e Bibliografia do curso de. Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04

Ementário e Bibliografia do curso de. Ciências Contábeis. Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 01 - ADMINISTRAÇÃO Fase: II Carga Horária: 60h/a Créditos: 04 Introdução à Administração. Antecedentes históricos da Administração. Escolas de Administração. Administração e suas perspectivas. Variáveis

Leia mais

Controle estatístico de processo: algumas ferramentas estatísticas. Linda Lee Ho Depto Eng de Produção EPUSP 2009

Controle estatístico de processo: algumas ferramentas estatísticas. Linda Lee Ho Depto Eng de Produção EPUSP 2009 Controle estatístico de processo: algumas ferramentas estatísticas Linda Lee Ho Depto Eng de Produção EPUSP 2009 Controle estatístico de Processo (CEP) Verificar estabilidade processo Coleção de ferramentas

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. GESTÃO DE ESTOQUE 1.1 Conceito de Gestão de estoques Refere-se a decisões sobre quando e quanto ressuprir

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR. Suzano

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR. Suzano CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR Suzano PROJETO INTEGRADOR 1. Introdução O mercado atual de trabalho exige dos profissionais a capacidade de aplicar os conhecimentos

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

Análise do Laudo de Avaliação do Ed. Santa Clara

Análise do Laudo de Avaliação do Ed. Santa Clara Análise do Laudo de Avaliação do Ed. Santa Clara Objeto da análise: Laudo de Avaliação n 0 7128.7128.632314/2012.01.01.01 SEQ.002 Autor do laudo: Eng. Denis Francisco Lunardi. Solicitante do laudo: Caixa

Leia mais

Curva ABC. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br

Curva ABC. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br Curva ABC Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br Sumário Introdução... 3 Utilização no sistema TCar-Win... 3 Configuração da curva ABC... 4 Configuração

Leia mais

Práticas de Marketing relacionadas com o sucesso no lançamento de novos produtos

Práticas de Marketing relacionadas com o sucesso no lançamento de novos produtos Práticas de Marketing relacionadas com o sucesso no lançamento de novos produtos Revista de Administração, v. 18, n. 1, Janeiro/Março 1983, p. 44 a 51 Fauze Najib Mattar Entre os vários fatores internos

Leia mais

Sistema OMMINI. http://www.ommini.com.br/home/

Sistema OMMINI. http://www.ommini.com.br/home/ Sistema OMMINI http://www.ommini.com.br/home/ Sistema integrado a qualquer aplicativo ERP com análises precisas de Inteligência Empresarial ou Business Intelligence. O conceito surgiu na década de 90 e

Leia mais

TIR Taxa Interna de Retorno

TIR Taxa Interna de Retorno Universidade Católica Dom Bosco Departamento de Pós-Graduação Lato Sensu Pós-Graduação em Contabilidade Financeira e Controladoria TIR Taxa Interna de Retorno Andressa Agostinis Bianca da Costa Lima Brandão

Leia mais

PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL

PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL Técnicas de Pesquisas Experimentais LUIS HENRIQUE STOCCO MARCIO TENÓRIO SANDRA MARCHI Introdução O Planejamento de Experimentos (Design of Experiments, DoE), técnica utilizada

Leia mais

Cálculo de amostra para monitoria de qualidade em Call Center

Cálculo de amostra para monitoria de qualidade em Call Center Cálculo de amostra para monitoria de qualidade em Call Center Esta metodologia tem como objetivo definir o tamanho mínimo ideal da amostra, garantindo a representatividade da população de chamadas em um

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA A GEOMETRIA DO VaR: (Value at risk) Aplicações computacionais AUTOR: RODOLFO VENDRASCO TACIN PROFESSOR

Leia mais

1.2. Estado da arte.

1.2. Estado da arte. 1. Introdução A história recente do Sistema Elétrico Brasileiro é interessante. Depois de um longo período de monopólio estatal, o setor passou por profundas mudanças legais para tentar aumentar a eficiência

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO (MARKETING) «21. É falacioso falar que o marketing é filho do capitalismo e, portanto, apenas ajudaria a concentrar a renda satisfazendo necessidades supérfluas

Leia mais