SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG"

Transcrição

1 SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS PARA A ÁREA COMERCIAL - SIG Newton Morais e Silva (1) Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mestre em Computer Studies pela Essex University Inglaterra. Consultor da Organização Panamericana de Saúde (OPS) e da Procenge - Processamento de Dados e Engenharia de Sistemas Ltda. (PE). João Carlos de Britto Maynard Administrador de Empresas pela Universidade de Pernambuco (UPE). Funcionário da COMPESA desde agosto /1977, tendo ocupado as funções de Gerente Comercial do Recife, Chefe de Gabinete da Presidência, Assessor da Diretoria de Operações, Gerente de Cobrança e Arrecadação, tendo prestado consultoria a diversas empresas de saneamento do país. Endereço (1) : Rua Amaro Bezerra, apto Derby - Recife - PE - CEP: Brasil - Tel: (081) Celular: (081) RESUMO O Sistema de Informações Gerenciais para a Área Comercial - SIG tem por objetivo manter atualizada uma base de dados de informações gerenciais da área comercial das Empresas de Saneamento, de forma totalmente automatizada, tornando-se um instrumento de grande importância para o processo decisório do corpo gerencial da companhia. O sistema é composto de uma base de dados totalmente flexível, que permite a sua seleção nos níveis de Estado, Região, Microrregião, Grupo de Faturamento, Superintendência, Gerência, Localidade ou Município. Dentro de cada nível também é permitido selecionar-se dados mediante os seguintes critérios: a) categoria: residencial, comercial, industrial ou pública; b) tipo: com hidrômetro ou sem hidrômetro; c) situação da ligação de água: potencial, factível, ativa, cortada, suprimida; d) situação da ligação de esgoto: potencial, factível, ligada. É permitida a combinação de todos os critérios supracitados. A partir das opções escolhidas, informadas através de uma tela, o sistema imediatamente disponibiliza um conjunto de informações para o universo selecionado. PALAVRAS-CHAVE: Informação Gerencial, Área Comercial, Dados Históricos, Indicadores Históricos, Tomada de Decisão. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3149

2 INTRODUÇÃO A rapidez na obtenção da informação é de fundamental importância para o processo decisório, em seus diversos níveis. Encontrar uma forma de se manter uma base de dados - obtida sem a interferência humana e contendo dados confiáveis - que permita a análise imediata e no nível desejado das informações comerciais disponíveis tem sido um obstáculo que as Empresas de Saneamento procuram superar, sem sucesso na maioria das vezes. A grande dificuldade encontrada pela área comercial é atender de imediato às diferentes solicitações, tanto de entidades externas quanto internas, em face da grande quantidade de variáveis envolvidas e da necessidade de muitas vezes obter-se uma série histórica dos dados correspondentes a vários meses e anos. O SIG originou-se de uma solicitação da Diretoria da COMPESA, no sentido de que a área comercial elaborasse mensalmente um conjunto de quadros e indicadores de sua área, com informações relativas ao ano presente e ao imediatamente anterior. De vez em quando falava-se na necessidade de estruturação de uma base de dados gerenciais, porém outras prioridades adiavam sempre o início deste trabalho. A partir desta solicitação, porém, houve a determinação de se levar adiante este projeto. Os dados foram segmentados por área (cadastro, micromedição, faturamento e cobrança) e, dentro de cada uma delas, separados os valores de quantidades dos que se referiam a indicadores, através dos quais se pudesse medir o desempenho da Empresa em cada atividade comercial, bem como situá-la em relação a suas congêneres nacionais. A partir da montagem das diversas planilhas com os dados que deveriam constar das mesmas - as quais foram definidas pela área comercial da COMPESA e devidamente aprovadas pela Diretoria, passou-se a atualizá-las mensalmente, mediante um razoável esforço manual, a partir dos relatórios emitidos pelo Sistema Procenge de Gestão Comercial (GCOS). Naquele momento, as informações constantes das planilhas referiamse ao total do Estado. Com o correr do tempo, inúmeras solicitações passaram a ser feitas em outros níveis, tais como município, gerência regional e região geográfica, além de solicitações específicas para determinadas categorias (residencial, comercial, industrial ou pública) ou mesmo para um tipo de serviço prestado (ligações com apenas coleta de esgotos, por exemplo). A obtenção de dados históricos, nesses níveis, resultava num esforço enorme para a coleta dos dados, nem sempre possível. As solicitações eram feitas tanto por outros órgãos governamentais, agentes financiadores de empreendimentos (Caixa Econômica Federal, por exemplo), imprensa quanto por unidades internas da empresa, visando às necessárias análises gerenciais. Desse modo, estimulada pela Superintendência Comercial, a Diretoria da COMPESA decidiu licitar o desenvolvimento de um sistema que permitisse gerar e extrair, quando requerido, boa parte das informações comerciais, no nível e período desejados. A Procenge - empresa sediada em Recife com mais de 20 anos de experiência na área comercial de empresas de saneamento, e que possui como seus clientes a Agespisa, Cagece, Cagepa, Casal, COMPESA, Deso e Embasa - foi a vencedora da licitação, cabendo ao autor principal deste trabalho a concepção e coordenação do desenvolvimento e testes do sistema. O apoio do 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3150

3 corpo gerencial da Superintendência Comercial foi total, tanto na definição e estruturação dos dados quanto no desenvolvimento dos trabalhos, cabendo um destaque especial ao Gerente de Cobrança e Arrecadação, João Carlos de Britto Maynard, o que justificou considerá-lo co-autor deste trabalho, pois sem sua inestimável ajuda e estímulo, o SIG talvez nunca existisse. GERAÇÃO DA BASE DE DADOS Os dados comerciais são obtidos a partir do processamento das rotinas diárias e mensais do Sistema Procenge de Gestão Comercial (GCOS). Quando todos os dados comerciais referentes ao mês já estão gerados, é processada uma rotina para transferi-los para uma base de dados em microcomputador. Neste instante, os dados passam a ficar disponíveis para toda a Empresa, tanto no mainframe quanto no servidor da rede local de processamento. Embora não haja nenhum empecilho para o desenvolvimento de aplicações que permitam a obtenção de dados selecionados a partir do mainframe, optou-se por priorizar, no primeiro instante, o desenvolvimento de aplicações a partir da base de dados do microcomputador, em face das facilidades oferecidas pelos softwares disponíveis para microcomputador. PARÂMETROS DE SELEÇÃO O sistema permite que o usuário defina em tela o universo a ser selecionado, através dos seguintes parâmetros: Nível: Estado, Região, Microrregião, Superintendência, Gerência, Localidade, Município ou Grupo de Faturamento; Categoria: Residencial, Comercial, Industrial, Pública ou Todas; Tipo: Com Hidrômetro, Sem Hidrômetro ou Todos; Situação da Ligação de Água: Potencial, Factível, Ligado, Cortado, Suprimido Parcial, Suprimido Total ou Todos; Situação da Ligação de Esgoto: Potencial, Factível, Ligado ou Todos; A página seguinte apresenta o modelo da tela de seleção da COMPESA. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3151

4 DADOS DISPONÍVEIS a) Dados e Indicadores de Cadastro/Comercialização: - Quantidade de ligações ativas. - Quantidade de ligações cortadas. - Quantidade de ligações parcialmente suprimidas. - Quantidade de ligações totalmente suprimidas. - Quantidade de ligações realizadas no mês. - Quantidade de economias residenciais. - Quantidade de economias comerciais. - Quantidade de economias industriais. - Quantidade de economias públicas. - População urbana atendida com abastecimento de água. - População urbana atendida com coleta de esgoto. - População urbana das localidades atendidas pela Empresa de Saneamento. - Índice de abastecimento de água. - Índice de coleta de esgoto. - Índice de crescimento de ligações de água. - Índice de crescimento de ligações de esgoto. - Índice de crescimento de economias de água. - Índice de crescimento de economias de esgoto. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3152

5 b) Dados e Indicadores de Micromedição: - Economias não medidas, com água, que foram faturadas. - Economias medidas, com água, que foram faturadas. - Ligações não medidas, com água, que foram faturadas. - Ligações medidas, com água, que foram faturadas. - Leituras efetuadas. - Ligações com medição real. - Hidrômetro instalados. - Hidrômetro substituídos. - Volume correspondente ao consumo real. - Volume correspondente a ligações medidas que tiveram consumo estimado. - Volume faturado de água correspondente às ligações medidas. - Volume faturado de água correspondente às ligações não medidas. - Volume faturado de esgoto correspondente às ligações medidas. - Volume faturado de esgoto correspondente às ligações não medidas. - Índice de ligações com hidrômetro. - Índice de medição efetiva. - Eficiência da medição de consumo. - Eficiência da leitura. - Percentual de hidrômetros com anormalidade. - Volume médio das ligações com hidrômetro que tiveram consumo real. - Volume médio das ligações com hidrômetro que tiveram consumo estimado. - Volume faturado por economia. - Percentual do volume medido correspondente a consumo real. - Percentual do volume medido correspondente a consumo estimado. c) Dados e Indicadores do Faturamento: - Quantidade de contas emitidas. - Valor faturado de água. - Valor faturado de esgoto. - Valor faturado correspondente a acréscimos por impontualidade. - Valor faturado correspondente a outros serviços indiretos. - Quantidade de contas do faturamento líquido. - Valor do faturamento líquido. - Valor cobrado nas contas, referente a parcelamentos de débitos. - Valor cobrado nas contas, correspondente a débitos anteriores. - Índice de evolução do faturamento líquido relativo à quantidade de contas. - Índice de evolução do faturamento líquido relativo ao valor. - Faturamento médio por conta. - Faturamento médio por economia. - Tarifa média de água. - Tarifa média de esgoto. - Índice de refaturamento no que diz respeito às contas emitidas. - Índice de refaturamento no que diz respeito ao faturamento líquido. d) Dados e indicadores da cobrança/arrecadação: - Quantidade de contas arrecadadas. - Valor total arrecadado. - Valor arrecadado referente a parcelamentos de débito efetuados. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3153

6 - Quantidade de ligações reais com débito. - Quantidade de ligações suprimidas com débito. - Quantidade de contas na pendência. - Valor da pendência, correspondente às contas em atraso. - Valor da pendência, correspondente aos parcelamentos por cobrar. - Valor da pendência, correspondente aos serviços por cobrar. - Quantidade de cortes realizados. - Quantidade de supressões parciais realizadas. - Quantidade de supressões totais realizadas. - Quantidade de contas que foram parceladas. - Valor do débito parcelado. - Evolução da pendência relativa ao número de contas. - Evolução da pendência relativa ao valor. - Percentual de arrecadação relativo ao número de contas. - Percentual de arrecadação relativo ao valor do faturamento líquido. - Percentual de contas recebidas até o vencimento. - Percentual de contas recebidas no mês, após o vencimento. - Percentual de contas recebidas no mês seguinte ao do vencimento. - Percentual de contas recebidas no segundo mês posterior ao do vencimento. - Percentual de ligações desligadas. - Percentual de ligações suprimidas. CONCLUSÕES O SIG tem apresentado excelentes resultados nos locais onde foi implantado, tornando-se a principal fonte para dados oficiais da Empresa, tendo reduzido substancialmente o esforço para obtenção de dados e indicadores históricos. A disseminação do uso do sistema também tem servido como um instrumento de estímulo na análise dos resultados obtidos e para a elaboração de relatórios gerenciais, possibilitando uma tomada de decisão mais ágil e eficiente. PERSPECTIVAS FUTURAS Com a utilização do sistema descrito, verificou-se a importância da criação de novos níveis de seleção, tais como: Sistema de Abastecimento de Água, Sistema de Coleta de Esgoto, Distrito Operacional, Bairro, etc. A criação desses níveis é perfeitamente possível, mediante pequenas adaptações a serem implementadas no SIG. A facilidade na obtenção de dados desperta na Empresa a necessidade de expansão da base de dados, de modo a tornar o SIG um Sistema de Informações Gerenciais para a Empresa como um todo, e não apenas para a área comercial. Para tal, será necessária a ampliação da base de dados existente. 20 o Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 3154

GSAN. Sistema de Gestão Comercial para empresas de saneamento. Versão Atual do GSAN. Módulos

GSAN. Sistema de Gestão Comercial para empresas de saneamento. Versão Atual do GSAN. Módulos GSAN Sistema de Gestão Comercial para empresas de saneamento Versão Atual do GSAN A PROCENGE é líder nacional no fornecimento de softwares de gestão para companhias de Água e Saneamento, com base na sua

Leia mais

GSAN. Módulo Gerencial. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas

GSAN. Módulo Gerencial. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas GSAN Módulo Gerencial Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas Data de Atualização: 26/02/2014 1 Introdução Este documento contém a documentação de funcionalidades incluídas e alteradas do

Leia mais

Permissões Especiais Projeto GSAN - IPAD

Permissões Especiais Projeto GSAN - IPAD Permissões Especiais Projeto GSAN - IPAD Versão: 0.1 Local: Recife PE Data: 12/11/2012 Índice Histórico de Revisões... 6 1. Introdução... 7 1.1 Objetivo... 7 1.2 Escopo... 7 2. Permissões Especiais...

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão de Serviços de Saneamento

Sistema Integrado de Gestão de Serviços de Saneamento Sistema Integrado de Gestão de Serviços de Saneamento Histórico IPAD surgiu em 1997 com o intuito de desenvolver soluções tecnológicas e científicas. A partir de 2004 foram contratados profissionais experientes

Leia mais

Portfólio. Saneamento SOLUÇÕES INTELIGENTES DE GESTÃO. Tecnologia para decisão

Portfólio. Saneamento SOLUÇÕES INTELIGENTES DE GESTÃO. Tecnologia para decisão Portfólio Saneamento SOLUÇÕES INTELIGENTES DE GESTÃO Tecnologia para decisão Com 40 anos de atuação junto ao setor de Saneamento, a Procenge oferece um portfólio completo de soluções para apoio à gestão

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão de Serviços de Saneamento

Sistema Integrado de Gestão de Serviços de Saneamento Sistema Integrado de Gestão de Serviços de Saneamento Mudança de paradigma softwarepublico.gov.br Empresas De Saneamento Empresas De TI Usuários Características Características de Propriedade - Software

Leia mais

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município

Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Aspectos Técnico-Operacionais da Retomada dos Serviços pelo Município Foco na Gestão Comercial e Operacional Estamos vivenciando atualmente, uma profunda transformação no Setor de Saneamento. As Companhias

Leia mais

23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental V-028 - SISTEMA SUPORTE DE ACOMPANHAMENTO DA ARRECADAÇÃO COMO ALTERNATIVA PARA MANUTENÇÃO DA RELAÇÃO ARRECADAÇÃO X FATURAMENTO E REDUÇÃO DO SCR - ESTUDO DO CASO NO ER ITAPARICA D artagnan Gomes Nascimento

Leia mais

Trabalho Definitivo. Título: Indicadores de Perdas através de Sistemas Informatizados. Tema: Abastecimento de Água

Trabalho Definitivo. Título: Indicadores de Perdas através de Sistemas Informatizados. Tema: Abastecimento de Água Trabalho Definitivo Título: Indicadores de Perdas através de Sistemas Informatizados Tema: Abastecimento de Água Autores: Cristina Helena Fukuda, Emy Kikuchi, Cristiane Costrov da Silva, Ivanir Joaquim

Leia mais

RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL

RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL 1 RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL 2 SUMÁRIO 2.1.1 OBJETIVOS DO RELATÓRIO 5 2.1.2 DISTRIBUIÇÃO DAS DEMANDAS ATUAIS 6 2.1.3 PREVISÃO DAS DEMANDAS FUTURAS POR ROTA / SEDE 15 2.1.4 PREVISÃO

Leia mais

Anexo I QT D ESPECIFICAÇÃO. Vl unit total ITEM UNID.

Anexo I QT D ESPECIFICAÇÃO. Vl unit total ITEM UNID. Anexo I ITEM 01 ESPECIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO SOFTWARE GESTÃO COMERCIAL para faturamentos, cadastros, controle de contas e consumos, dívida ativa, atendimento ao público e auto-atendimento via

Leia mais

I-028 CONTROLE DE PERDAS ATRAVÉS DE MACROMEDIDORES ELETROMAGNÉTICOS

I-028 CONTROLE DE PERDAS ATRAVÉS DE MACROMEDIDORES ELETROMAGNÉTICOS I-28 CONTROLE DE PERDAS ATRAVÉS DE MACROMEDIDORES ELETROMAGNÉTICOS Kleber Castilho Polisel (1) Engenheiro Mecânico pela Universidade de Taubaté 1986. Especialização em Engenharia de Saneamento Básico pela

Leia mais

Retorno do investimento com aplicativos empresariais em celulares.

Retorno do investimento com aplicativos empresariais em celulares. Retorno do investimento com aplicativos empresariais em celulares. Introdução A simulação do retorno sobre o investimento (do inglês ROI return on investment) tem sido utilizada como importante ferramenta

Leia mais

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina III-101 - FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA DIMENSIONAMENTO DE ATERRO SANITÁRIO E ESTIMATIVA

Leia mais

Extração de indicadores Garantias Ocorrências. Agenda de vendas Gestão de qualidade Históricos Agenda de tarefas

Extração de indicadores Garantias Ocorrências. Agenda de vendas Gestão de qualidade Históricos Agenda de tarefas Fenícia CRM & SRM Introdução O Fenícia CRM (Customer Relationship Management - Sistema de Gerenciamento do Relacionamento com os Clientes) é uma ferramenta de gestão com foco no cliente, essencial para

Leia mais

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS Autores: Rita de Cássia Junqueira: Cargo atual: Tecnóloga Sanitarista Formação: Tecnologia Sanitária Universidade de Campinas -

Leia mais

Desenvolvimento de software potencializa gestão de processos e gera economia estimada em R$ 80 milhões para Embasa

Desenvolvimento de software potencializa gestão de processos e gera economia estimada em R$ 80 milhões para Embasa Desenvolvimento de software potencializa gestão de processos e gera economia estimada em R$ 80 milhões para Embasa Perfil A Embasa é uma sociedade de economia mista de capital autorizado, pessoa jurídica

Leia mais

ANEXO III TERMO DE REFERENCIA

ANEXO III TERMO DE REFERENCIA ANEXO III TERMO DE REFERENCIA 1. OBJETO Constitui o objeto destas especificações o detalhamento dos serviços para customização com cessão de técnicas, processos, métodos de negócios, além de implantação,

Leia mais

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE APARTAMENTOS EM EDIFÍCIOS MULTI-FAMILIARES

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE APARTAMENTOS EM EDIFÍCIOS MULTI-FAMILIARES MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE APARTAMENTOS EM EDIFÍCIOS MULTI-FAMILIARES Adalberto Cavalcanti Coêlho (1) Graduado em Engenharia Civil fez Curso de pós-graduação na Área de Recursos Hídricos, obteve o grau

Leia mais

GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO

GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO GSAN SOFTWARE COMERCIAL LIVRE MODELO DE DESENVOLVIMENTO COLABORATIVO José Maria Villac Pinheiro (1) Engenheiro pela Universidade de São Paulo USP Escola de Engenharia de São Carlos EESC. Especialização

Leia mais

Relacionamento Clientes

Relacionamento Clientes FENÍCIA CRM & SRM O Fenícia CRM (Customer Relationship Management - Sistema de Gerenciamento do Relacionamento com os Clientes) é uma ferramenta de gestão com foco no cliente, essencial para angariar e

Leia mais

REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL.

REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL. REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL. TEMA DO TRABALHO: ABASTECIMENTO DE ÁGUA Nome dos Autores: Luiz Eduardo Mendes Divisão de Manutenção e Operação Cargo: Engenheiro Civil - Formação:

Leia mais

MODERNIZAÇÃO DO CADASTRO COMERCIAL

MODERNIZAÇÃO DO CADASTRO COMERCIAL MODERNIZAÇÃO DO CADASTRO COMERCIAL Antônio Carlos Oliveira Coêlho (1) Engenheiro Mecânico - UFPE (1969), Engenheiro Civil - UNICAP (1975), Engenheiro de Segurança do Trabalho-UFPE (1976), Engenheiro da

Leia mais

Cadastro de clientes

Cadastro de clientes Pág.: 1/6 1 Objetivo 1.1 Esta Norma estabelece os critérios e procedimentos a serem adotados para desenvolvimento das atividades de cadastramento e recadastramento de clientes, interrupção de faturamento,

Leia mais

GSAN. Módulo Faturamento. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas

GSAN. Módulo Faturamento. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas GSAN Módulo Faturamento Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas Data de Atualização: 30/01/2015 0 Introdução Este documento contém a documentação de funcionalidades incluídas e alteradas

Leia mais

Conhecendo a Compesa

Conhecendo a Compesa Conhecendo a Compesa Conhecendo a Compesa Informações Gerais Companhia Pernambucana de Saneamento Compesa Economia Mista de Direito Privado 43 anos de existência Faturamento: R$ 1,22 bi (2014) Número de

Leia mais

I-067 MINI DISTRITOS CONSUMO DE LIGAÇÕES NÃO MEDIDAS, CLANDESTINAS E COM FRAUDES

I-067 MINI DISTRITOS CONSUMO DE LIGAÇÕES NÃO MEDIDAS, CLANDESTINAS E COM FRAUDES I-067 MINI DISTRITOS CONSUMO DE LIGAÇÕES NÃO MEDIDAS, CLANDESTINAS E COM FRAUDES Abal Simões de Magalhães (1) Engenheiro Civil pela (UFBa/BA - 1982). Superintendente da Embasa na Região Metropolitana de

Leia mais

O VALOR AGREGADO DA LEITURA SIMULTÂNEA

O VALOR AGREGADO DA LEITURA SIMULTÂNEA O VALOR AGREGADO DA LEITURA SIMULTÂNEA Daisy Menezes, Assessora de Planejamento e Gestão Comercial, CEDAE, Rio de Janeiro, Brasil UM AVANÇO NA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS x DIFICULDADES ENCONTRADAS

Leia mais

OI CONTA EMPRESA MANUAL DO USUÁRIO (exceto Administradores de Conta)

OI CONTA EMPRESA MANUAL DO USUÁRIO (exceto Administradores de Conta) OI CONTA EMPRESA MANUAL DO USUÁRIO (exceto Administradores de Conta) 1 Bem-vindo ao Oi Conta Empresa! A Oi tem o orgulho de lançar mais um produto para nossos clientes corporativos, o Oi Conta Empresa.

Leia mais

Experiência: Emissão de Certidão Negativa de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, via Internet

Experiência: Emissão de Certidão Negativa de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, via Internet Experiência: Emissão de Certidão Negativa de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, via Internet Instituição Responsável : Secretaria da Receita Federal SRF Os integrantes do projeto foram a equipe

Leia mais

VI Seminário Nacional de Saneamento Rural. SNIS Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento

VI Seminário Nacional de Saneamento Rural. SNIS Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento João Pessoa, 07 de novembro de 2012 Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental VI Seminário Nacional de Saneamento Rural SNIS Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Sergio Brasil Abreu Departamento

Leia mais

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A ISO 9001:2000

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A ISO 9001:2000 CONTRATO ESPECIAL DE FIDELIDADE PARA FORNECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL, COLETA/ AFASTAMENTO E TRATAMENTO DE ESGOTO, QUE ENTRE SI CELEBRAM A SOCIEDADE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO - SANASA CAMPINAS

Leia mais

PRONTO ATENDIMENTO RESUMO

PRONTO ATENDIMENTO RESUMO PRONTO ATENDIMENTO Fernando José Moreira Coelho (1) Técnico Industrial em Saneamento - CREA n o 13484 - TD (1992). Cursando o quarto ano do Curso de Administração de Empresas da Faculdade de Ciências Contábeis

Leia mais

SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS.

SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS. SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural GESTÃO NOS ESTADOS DO: CEARÁ, BAHIA E PICOS. Campinas(SP), 23 de junho 2015 APRESENTANDO CENTRAL SEABRA: Central de Associações Comunitárias para Manutenção

Leia mais

SISTEMA DE NORMAS RD Nº 05/2007 de 18/04/07 1 de 7

SISTEMA DE NORMAS RD Nº 05/2007 de 18/04/07 1 de 7 Nº RD e Data de aprovação: PÁGINA : SISTEMA DE NORMAS RD Nº 05/2007 de 18/04/07 1 de 7 CÓDIGO : GECOM/D.C. - 01 TÍTULO DA NORMA : SUBSTITUI : SISTEMA DE MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA 1. PROPÓSITOS: Estabelecer

Leia mais

I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO

I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO Milton Tomoyuki Tsutiya (1) Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da USP (1975). Mestre em Engenharia

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO E EFICIÊNCIA PARA AS REGIONAIS DA CASAN COMO INSTRUMENTO DE GERENCIAMENTO

UTILIZAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO E EFICIÊNCIA PARA AS REGIONAIS DA CASAN COMO INSTRUMENTO DE GERENCIAMENTO UTILIZAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO E EFICIÊNCIA PARA AS REGIONAIS DA CASAN COMO INSTRUMENTO DE GERENCIAMENTO Juarez Nazareno Muniz Moreira (1) Engenheiro Civil pela Universidade Estadual de Maringá

Leia mais

Programa de Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética ÍNDICE Visão Geral das Perdas na SABESP Programa de Redução de Perdas de Água e Eficiência Energética Benefícios do Programa Visão Geral das

Leia mais

Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos

Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos SEMINÁRIO REGIONAL DE SANEAMENTO RURAL Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos Campinas(SP), 23 de Junho 2015 Mobilização

Leia mais

RACIONALIZAÇÃO DO USO DE ENERGIA ELÉTRICA EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DE SANTO ANTONIO DE JESUS

RACIONALIZAÇÃO DO USO DE ENERGIA ELÉTRICA EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DE SANTO ANTONIO DE JESUS RACIONALIZAÇÃO DO USO DE ENERGIA ELÉTRICA EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA UNIDADE DE NEGÓCIOS DE SANTO ANTONIO DE JESUS Pedro Cunha Filho (1) Engenheiro Civil graduado pela UFBA, com cursos nas

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTA TÉCNICA Avaliação Técnica - PONTUAÇÃO. 1) Normas para Avaliação Técnica

ANEXO IV PROPOSTA TÉCNICA Avaliação Técnica - PONTUAÇÃO. 1) Normas para Avaliação Técnica ANEXO IV PROPOSTA TÉCNICA Avaliação Técnica - PONTUAÇÃO 1) Normas para Avaliação Técnica A avaliação técnica será efetuada por Comissão Técnica especialmente designada, em dia e hora determinados no dia

Leia mais

Documentação de Controle de Acesso Descrição das opções disponíveis

Documentação de Controle de Acesso Descrição das opções disponíveis Módulo Cadastro SIGLA Digital Relação de Controles de Acesso Página 1 de 22 Documentação de Controle de Acesso Descrição das opções disponíveis Agenda Telefônica Cadastro simplificado de telefones. Tem

Leia mais

Panorama do Saneamento Básico no Brasil: situação em 2008 e os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014

Panorama do Saneamento Básico no Brasil: situação em 2008 e os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014 Panorama do Saneamento Básico no Brasil: situação em 2008 e os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014 INTRODUÇÃO Reconhecendo a importância da oferta de saneamento para a melhoria da infraestrutura

Leia mais

GSAN. Módulo Atendimento ao Público. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas. Volume II

GSAN. Módulo Atendimento ao Público. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas. Volume II GSAN Módulo Atendimento ao Público Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas Volume II Data de Atualização: 30/01/2015 0 Introdução Este documento contém a documentação de funcionalidades incluídas

Leia mais

PLANO DE REDUÇÃO DE PERDAS FÍSICAS NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE GUARULHOS

PLANO DE REDUÇÃO DE PERDAS FÍSICAS NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE GUARULHOS PLANO DE REDUÇÃO DE PERDAS FÍSICAS NO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE GUARULHOS TEMA I: ABASTECIMENTO DE ÁGUA AUTORES: Silvano Silvério da Costa: Ex-Diretor de Manutenção e Operação do SAAE de Guarulhos.

Leia mais

Revista Anoreg/SP. número 6. Cartório HOJE 1

Revista Anoreg/SP. número 6. Cartório HOJE 1 Revista Anoreg/SP número 6 Cartório HOJE 1 12 +Rapidez Para qualquer população atendida por uma empresa de abastecimento de água é essencial receber o precioso líquido em suas torneiras, como estamos aprendendo

Leia mais

MONTAGEM DE COI CENTRO DE OPERAÇÃO INTEGRADA

MONTAGEM DE COI CENTRO DE OPERAÇÃO INTEGRADA MONTAGEM DE COI CENTRO DE OPERAÇÃO INTEGRADA Wilson Luiz de Castro Diretor Técnico 29/julho/2015 LINEDATA - Empresa brasileira, com atuação há 8 anos, com foco em empresas de Saneamento Públicas e Privadas,

Leia mais

Uso de Sistema de Informações Geográficas na atualização e modernização da área comercial da companhia de saneamento Águas e Esgotos do Piauí S/A

Uso de Sistema de Informações Geográficas na atualização e modernização da área comercial da companhia de saneamento Águas e Esgotos do Piauí S/A Uso de Sistema de Informações Geográficas na atualização e modernização da área comercial da companhia de saneamento Águas e Esgotos do Piauí S/A Elaine Cristina Osório Rocha 1 Valdira de Caldas Brito

Leia mais

Programa Consumo Responsável. Julho 2015

Programa Consumo Responsável. Julho 2015 Programa Consumo Responsável Julho 2015 PORTO ALEGRE - BRASIL População (2014): 1.472.482 habitantes PIB Brasil (2014): R$ 5,52 trilhões PIB Brasil (2012) per capita: R$ 22,6 mil PIB Rio Grande do Sul

Leia mais

1. OBJETIVO Prestar atendimento ao cidadão, de maneira rápida, eficiente e eficaz, de acordo com os requisitos especificados pelo cliente.

1. OBJETIVO Prestar atendimento ao cidadão, de maneira rápida, eficiente e eficaz, de acordo com os requisitos especificados pelo cliente. Sistema de Gestão da Qualidade SUPERINTENDÊNCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO INSTRUÇÃO DE TRABALHO DE ATENDIMENTO AO CIDADÃO - SANEAGO Responsável: Stella Márcia O. Modes Lino Cópia Controlada

Leia mais

ANEXO II ESTRUTURA TARIFÁRIA E VALOR DOS SERVIÇOS

ANEXO II ESTRUTURA TARIFÁRIA E VALOR DOS SERVIÇOS ANEXO II ESTRUTURA TARIFÁRIA E VALOR DOS SERVIÇOS Os valores a serem cobrados dos clientes, resultam na aplicação dos valores da Tarifa Referencial de Água (TRA) e da Tarifa Referencial de Esgoto (TRE),

Leia mais

Taxa de ocupação e. no consumo per capita. As cidades representam demandas. Conexão

Taxa de ocupação e. no consumo per capita. As cidades representam demandas. Conexão 46 Hydro Janeiro 2013 Conexão Taxa de ocupação e o consumo per capita O crescimento da população urbana, o aumento do consumo per capita e a perspectiva de redução da oferta de água impõem a necessidade

Leia mais

Modelo de gestão SISAR. Novo Hamburgo, 03 de Dezembro de 2013

Modelo de gestão SISAR. Novo Hamburgo, 03 de Dezembro de 2013 Modelo de gestão SISAR Novo Hamburgo, 03 de Dezembro de 2013 DADOS POPULACIONAIS Brasil População Total 190.755.799 hab. Ceará População Total 8.452.381 hab. População Urbana 84,35% 160.914.804 hab. População

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras ANEXO VI DESCRIÇÃO DO PROJETO ENERGIA+

Ministério de Minas e Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras ANEXO VI DESCRIÇÃO DO PROJETO ENERGIA+ Ministério de Minas e Energia Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobras ANEXO VI DESCRIÇÃO DO PROJETO ENERGIA+ CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ORGANIZAÇÃO DE CONGRESSOS, EXPOSIÇÕES,

Leia mais

PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA

PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA PROGRAMA DE TRABALHO PARA ESTRUTURAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS LOCALIDADES BENEFICIADAS PELO SISTEMA PRODUTOR SUL- PIRAPAMA SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO; 2. OBJETIVO; 3. LOCALIDADES BENEFICIADAS;

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Método ZOPP, Planejamento Estratégico, Ciclo PDCA, Projeto e Ações Estratégicas e resultados.

PALAVRAS-CHAVE: Método ZOPP, Planejamento Estratégico, Ciclo PDCA, Projeto e Ações Estratégicas e resultados. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA SECRETARIA DE SANEAMENTO DO RECIFE: UMA APLICAÇÃO DO MÉTODO PLANEJAMENTO DE PROJETOS ORIENTADO A RESULTADOS - ZOPP (DO ALEMÃO, ZIEL ORIENTIERTE PROJEKT PLANUNG) LUIS CORDEIRO

Leia mais

CONHECIMENTO DE MERCADO A ANÁLISE DA SEGMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA RECUPERAÇÃO DE RECEITA

CONHECIMENTO DE MERCADO A ANÁLISE DA SEGMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA RECUPERAÇÃO DE RECEITA CONHECIMENTO DE MERCADO A ANÁLISE DA SEGMENTAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA RECUPERAÇÃO DE RECEITA Presidencia Diretoria Superintendencia Candiadata OC Div. Gdes. Consumidores Pólo de Comunicação Administrativo

Leia mais

Cobrança Via URA Integração URA x DISCADOR

Cobrança Via URA Integração URA x DISCADOR 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Cobrança Via URA Integração URA x DISCADOR Renato de Oliveira Ribeiro CPFL Paulista renatoribeiro@cpfl.com.br André Luis F. Rodrigues CPFL Piratininga andreluiz@cpfl.com.br

Leia mais

I-123 - SISTEMA GERENCIADOR DE REDES COLETORAS DO PROJETO TIETÊ

I-123 - SISTEMA GERENCIADOR DE REDES COLETORAS DO PROJETO TIETÊ I-123 - SISTEMA GERENCIADOR DE REDES COLETORAS DO PROJETO TIETÊ Julio Casarin (1) Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da USP. Pós-Graduação em Estruturas e Patologia das Estruturas. Gerente de Divisão

Leia mais

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência O princípio de transmissão de dados de telemetria por rádio freqüência proporciona praticidade, agilidade,

Leia mais

T- 072 FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA

T- 072 FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA T- 072 FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA Tema I: Abastecimento de Água Autores: Jennifer Conceição

Leia mais

LEI Nº 848/01 DE, 01 DE OUTUBRO 2.001.

LEI Nº 848/01 DE, 01 DE OUTUBRO 2.001. LEI Nº 848/01 DE, 01 DE OUTUBRO 2.001. INSTITUI A COTA DE CONTRIBUIÇÃO FINANCEIRA COMUNITÁRIA PARA ILUMINAÇÃO PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal de Jaciara, Estado de Mato Grosso, no

Leia mais

2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO. Valeria Melo

2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO. Valeria Melo 2ª Conferência Internacional do Projeto DESAFIO Valeria Melo Rio de Janeiro(RJ), 28 de Julho de 2015 Fatores e processos facilitadores e obstáculos que contribuem para explicar os sucessos, fracassos e

Leia mais

João Baptista Lapenda e Maria Cândida Beltrão Lapenda 07/10/1951 - Recife/PE - Brasil

João Baptista Lapenda e Maria Cândida Beltrão Lapenda 07/10/1951 - Recife/PE - Brasil Bacharel Licenciada e Formação em Psicologia pela Universidade Católica de Pernambuco, com Graduação (1976) Atualmente é Psicóloga da Universidade de Pernambuco/UPE Experiência em Psicologia do Trabalho

Leia mais

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência. PNQS 2010 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Gestão do Processo de Manutenção Eletromecânica A quebra de paradigmas em busca da excelência.

Leia mais

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015/1 SELEÇÃO PARA CURSOS TECNICOS SUBSEQUENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM AGRIMENSURA Aprovado

Leia mais

Sistema de Gestão Integrado para Cooperativas

Sistema de Gestão Integrado para Cooperativas Sistema de Gestão Integrado para Cooperativas CoopSys 6.0 Release 34C DESCRIÇÃO DOS RECURSOS Recursos Humanos o Cadastro de Cooperados : Informações Cadastrais Básicas Nome, Endereço, CEP, Cidade/UF CPF,

Leia mais

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA SIMISA Sistema Municipal de Informações em Saneamento Básico Serviços Públicos de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário INDICADORES Obs.: R = ano de referência; A = ano anterior ao ano de referência

Leia mais

Net Manager Informática Ltda

Net Manager Informática Ltda Tarifação on-line Módulo WEB Guia do Gerente Versão 7.0 1998-2004 Consulta via HTML utilizando browser Java compatível. O browser deve estar apontado para o endereço fornecido pelo administrador do sistema.

Leia mais

I-061 - AVALIAÇÃO DE FATORES INTERVENIENTES NO CONSUMO PER CAPITA PARA MUNICÍPIOS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE DE MINAS GERAIS

I-061 - AVALIAÇÃO DE FATORES INTERVENIENTES NO CONSUMO PER CAPITA PARA MUNICÍPIOS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE DE MINAS GERAIS 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina I-061 - AVALIAÇÃO DE FATORES INTERVENIENTES NO CONSUMO PER CAPITA PARA MUNICÍPIOS DE PEQUENO

Leia mais

Utility Systems - Gestão 2.0 para gráficas, bureaus e acabamento

Utility Systems - Gestão 2.0 para gráficas, bureaus e acabamento Utility Systems - Gestão 2.0 para gráficas, bureaus e acabamento www.utility.com.br VISÃO GERAL O Utility é um aplicativo web, multiplataforma, que possui cinco módulos independentes capazes de oferecer

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 001/2015 Contratação de Consultoria Nacional Pessoa Física por Produto

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 001/2015 Contratação de Consultoria Nacional Pessoa Física por Produto TERMO DE REFERÊNCIA Nº 001/2015 Contratação de Consultoria Nacional Pessoa Física por Produto Número e Título do Projeto: BRA/12/08 Apoio à implementação do Plano de Reabilitação Participativo do Centro

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE HIDRÔMETROS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE HIDRÔMETROS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE HIDRÔMETROS EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Fernando Inácio dos Santos (1) Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia de Taubaté. Especialista em Engenharia Sanitária pela

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA A MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA COMO UM INSTRUMENTO PARA A DETECÇÃO DE PERDAS Empresa Baiana de Águas e Saneamento S. A. Diretoria Financeira e Comercial - DF O QUE É A MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA? Solução que visa

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Valério da Silva Ramos (*) Administrador de Empresas, pós-graduado em Gestão Econômica e Financeira

Leia mais

Luiz Celso Pinto Gerente de Controle de Perdas CAGECE Brasil. 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL

Luiz Celso Pinto Gerente de Controle de Perdas CAGECE Brasil. 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL Luiz Celso Pinto Gerente de Controle de Perdas CAGECE Brasil 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL Desenvolvimento Interno de Soluções AMI/AMR Advanced Metering

Leia mais

GSAN. Módulo Batch. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas

GSAN. Módulo Batch. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas GSAN Módulo Batch Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas Data de Atualização: 30/01/2015 0 Introdução Este documento contém a documentação de funcionalidades incluídas e alteradas do GSAN

Leia mais

CONCESSÃO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA NOVOS EMPREENDIMENTOS ENG.006.03.2015

CONCESSÃO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA NOVOS EMPREENDIMENTOS ENG.006.03.2015 CONCESSÃO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA NOVOS EMPREENDIMENTOS ENG.006.03.2015 OBJETIVO Estabelecer as regras e procedimentos para concessão de viabilidade técnica, aprovação de projetos e acompanhamento

Leia mais

SISTEMA PRÓPRIO DE GESTÃO INTEGRADO NA ÁREA COMERCIAL E 0800

SISTEMA PRÓPRIO DE GESTÃO INTEGRADO NA ÁREA COMERCIAL E 0800 SISTEMA PRÓPRIO DE GESTÃO INTEGRADO NA ÁREA COMERCIAL E 0800 Mauricio Kato da Silva Graduado em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Campus Poços de Caldas em 2001. Atua

Leia mais

TARIFAS DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA E ESGOTOS NO BRASIL

TARIFAS DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA E ESGOTOS NO BRASIL ESTUDO TARIFAS DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE ÁGUA E ESGOTOS NO BRASIL José de Sena Pereira Jr. Consultor Legislativo da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento Urbano

Leia mais

GSAN. Módulo Cobrança. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas

GSAN. Módulo Cobrança. Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas GSAN Módulo Cobrança Documentação de Funcionalidades Incluídas e Alteradas Data de Atualização: 27/01/2015 0 Introdução Este documento contém a documentação de funcionalidades incluídas e alteradas do

Leia mais

2ª Conferência Latinoamericana de Saneamento LATINOSAN 2010. Fernando Pinto Dias Perrone Gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética

2ª Conferência Latinoamericana de Saneamento LATINOSAN 2010. Fernando Pinto Dias Perrone Gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética 2ª Conferência Latinoamericana de Saneamento LATINOSAN 2010 Fernando Pinto Dias Perrone Gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética Março de 2010 O PROCEL SANEAR Objetivos Promover o uso

Leia mais

Evolução do Sistema de Cadastramento de Redes e Ramais Visando a Redução de Custos Operacionais da SAE de Ituiutaba

Evolução do Sistema de Cadastramento de Redes e Ramais Visando a Redução de Custos Operacionais da SAE de Ituiutaba Evolução do Sistema de Cadastramento de Redes e Ramais Visando a Redução de Custos Operacionais da SAE de Ituiutaba Autores: Ezriel da Silveira Barros Cardoso Cargo atual: Engenheiro Formação: Engenharia

Leia mais

Para aa Fornecedores. Rede de Obras. Serviço de Informações Oportunidades d de obras para comercial, marketing e vendas

Para aa Fornecedores. Rede de Obras. Serviço de Informações Oportunidades d de obras para comercial, marketing e vendas Para aa Fornecedores Rede de Obras Serviço de Informações Oportunidades d de obras para comercial, marketing e vendas Informações de acordo com a sua necessidade Com o objetivo de atender a sua empresa

Leia mais

VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO. Título do Trabalho

VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO. Título do Trabalho ASSEMAE VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO Título do Trabalho Execução do Cadastro de Drenagem do Município de Santo André, por Administração Direta. Currículo do Autor Ceila Castilho

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE

PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE Secretaria de Finanças Secretaria Executiva do Tesouro Gerência Geral de Administração Financeira Gerência de Programação Financeira e Dívida Pública Unidade de Controle

Leia mais

GERENCIAMENTO INFORMATIZADO DA MANUTENÇÃO EM UMA AUTARQUIA DE SANEAMENTO ROTINAS E MELHORIAS DO SISTEMA IMPLANTADO

GERENCIAMENTO INFORMATIZADO DA MANUTENÇÃO EM UMA AUTARQUIA DE SANEAMENTO ROTINAS E MELHORIAS DO SISTEMA IMPLANTADO GERENCIAMENTO INFORMATIZADO DA MANUTENÇÃO EM UMA AUTARQUIA DE SANEAMENTO ROTINAS E MELHORIAS DO SISTEMA IMPLANTADO Celso Garcia Crespo (1) Engenheiro Civil graduado pela Faculdade de Engenharia da Universidade

Leia mais

COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS

COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS Apresentação A Companhia de Saneamento de Minas Gerais, COPASA, criada em 1963, é uma empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política

Leia mais

A primeira parte do cadastro de clientes é formado pela Identificação, com as principais informações do cliente.

A primeira parte do cadastro de clientes é formado pela Identificação, com as principais informações do cliente. 1 CADASTROS 1.1 CLIENTES 1.1.1 IDENTIFICAÇÃO A primeira parte do cadastro de clientes é formado pela Identificação, com as principais informações do cliente. A identificação é composta pelos campos: Código:

Leia mais

GOVERNANÇA COLABORATIVA: GESTÃO LOCAL E COMPARTILHADA

GOVERNANÇA COLABORATIVA: GESTÃO LOCAL E COMPARTILHADA GOVERNANÇA COLABORATIVA: GESTÃO LOCAL E COMPARTILHADA Estado de São Paulo Estado de São Paulo 248.196.960 km 2 População total: 41.262.199 População urbana: 39.585.251 645 municípios Fonte: IBGE, Censo

Leia mais

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE Companhia Pernambucana de Saneamento Compesa Economia Mista de Direito Privado 42 anos de existência

Leia mais

Daisy Cristina Menezes Gerente de Gestão Comercial Companhia Estadual de Águas e Esgotos CEDAE- Rio de Janeiro Brasil

Daisy Cristina Menezes Gerente de Gestão Comercial Companhia Estadual de Águas e Esgotos CEDAE- Rio de Janeiro Brasil Daisy Cristina Menezes Gerente de Gestão Comercial Companhia Estadual de Águas e Esgotos CEDAE- Rio de Janeiro Brasil 28 a 30 de Setembro de 2010 Centro de Convenções Frei Caneca São Paulo BRASIL O diferencial

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES NO SUS Sobre o SUS A Constituição Federal do Brasil define, em seu artigo 196 que a saúde é um direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas,

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA UFMG

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA UFMG IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA UFMG Ilka Soares Cintra (1) Eng a Civil pela Escola de Engenharia da UFMG-1979; Prof a Assistente do Dept o de Cartografia

Leia mais

O SOFTWARE SPP Eucalyptus

O SOFTWARE SPP Eucalyptus Rua Raul Soares, 133/201 - Centro - Lavras MG CEP 37200-000 Fone/Fax: 35 3821 6590 O SOFTWARE SPP Eucalyptus 1/7/2008 Inventar GMB Consultoria Ltda Ivonise Silva Andrade INTRODUÇÃO Um dos grandes problemas

Leia mais

FLEXCRM SISTEMA DE GESTÃO DE CLIENTES [MÓDULO ATENDIMENTO] SUMÁRIO

FLEXCRM SISTEMA DE GESTÃO DE CLIENTES [MÓDULO ATENDIMENTO] SUMÁRIO FLEXCRM SISTEMA DE GESTÃO DE CLIENTES [MÓDULO ATENDIMENTO] SUMÁRIO 1. PORQUE A SW1... 2 2. 10 MOTIVOS PARA CONTRATAR... 2 3. ESTUDO DE CASO... 3 4. SOLUÇÃO PROPOSTA... 3 5. CONDIÇÕES COMERCIAIS... 9 6.

Leia mais

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos...

Relatórios. Financeiro... 3. Detalhes financeiros da classe... 3. Detalhes financeiros do plano... 4. Detalhes financeiros dos alunos... Relatórios Financeiro... 3 Detalhes financeiros da classe... 3 Detalhes financeiros do plano... 4 Detalhes financeiros dos alunos... 5 Vencimento diferenciado... 6 Não emitir boleto... 7 Diferenças entre

Leia mais

CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETIVO

CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETIVO CONTRATO DE INDIVIDUALIZAÇÃO DE LIGAÇÕES DE ÁGUA EM ATENDIMENTO AO ---------------------- -------------------------- DECORRENTE DO PROTOCOLO SANASA Nº. -------- --------/-------. Pelo presente instrumento

Leia mais

Relatório Gerencial. Coordenação de Tecnologia da Informação e Comunicação FUNDEPAG 17/01/2013

Relatório Gerencial. Coordenação de Tecnologia da Informação e Comunicação FUNDEPAG 17/01/2013 2013 Relatório Gerencial Coordenação de Tecnologia da Informação e Comunicação FUNDEPAG 17/01/2013 Sumário 1. Objetivo... 4 2. Seleção dos registros... 4 2.1 Seleção dos executores... 4 2.2 Parâmetros...

Leia mais