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1 Agradecimentos Quero aqui deixar expressos os meus agradecimentos a todos aqueles que de alguma forma me auxiliaram na realização desta dissertação, nomeadamente: Ao meu orientador, Doutor Manuel Filipe Santos, pelo constante apoio e pelos conselhos prestados. À Universidade do Minho, sobretudo ao pessoal docente e não-docente do Departamento de Sistemas de Informação. Ao Tribunal de Contas, pelas condições proporcionadas, no que diz respeito às fontes de informação trabalhadas e ao acesso a alguns dos meios técnicos essenciais para o processamento dessa informação. Ao Dr. João Carlos Pereira Cardoso, director do Departamento de Sistemas e Tecnologias de Informação da Direcção-Geral do Tribunal de Contas, pelo apoio e facilidades concedidas. Este agradecimento estende-se ao restante pessoal do mesmo serviço, que sempre manifestou o seu apoio. À minha família, pelo apoio e compreensão demonstrados (e pelo cuidado em me mandarem escrever quando era preciso). Ao meu filho, João Francisco, pela ajuda prestada no relembrar dos pormenores mais finos (e traiçoeiros) da gramática da língua portuguesa, e pela paciência demonstrada pelo tempo que um trabalho destes forçosamente ocupa. À Maria do Castelo, por ser a pessoa que melhor me compreende e que apesar de estar a fazer a sua própria dissertação, sempre teve tempo para me apoiar, criticar, comentar e apontar outros caminhos. Página iii

2 Caracterização dos utilizadores de web sites institucionais via web log mining O caso do Tribunal de Contas Resumo É difícil encontrar outro meio de comunicação que tenha crescido tão rapidamente e num volume tão grande como a World Wide Web. Ao mesmo tempo, é díficil encontrar um que encerre em si próprio, de maneira tão abundante, a meta-informação necessária para o seu estudo aprofundado. Ver a WWW como um simples depósito de informação, constitui um ponto de vista redutor. Muito embora, num sentido restrito, seja possível encarar tudo o que ela oferece como sendo informação à nossa disposição, a verdade é que uma das suas grandes virtudes, é o facto de fornecer cada vez mais maneiras de levar os utilizadores a interagir com essa informação para a manipular (ajax), para a alterar (wikis), para a aumentar (blogs), para a transformar e ampliar (mashups), entre outros exemplos e abordagens. Os registos de acesso aos web sites (logs) constituem a principal fonte de informação quanto à forma como a WWW é, de facto, utilizada. Mais do que se basear na análise de factores externos (como qualquer canal de televisão, que tem que perguntar aos tele-espectadores se o viram), qualquer web site pode registar automaticamente todas as consultas que lhe são feitas. Da análise destes acessos depende a correcta compreensão do lugar e funções desempenhadas pelo web site, ao longo da sua vida. Nesta dissertação procuramos reunir os dois mundos. Pretendemos caracterizar a informação disponibilizada num web site (o do Tribunal de Contas), pedindo emprestados alguns conceitos à biologia para traçar uma espécie de ADN de cada documento. Pretendemos também, recorrendo aos logs de acesso, traçar outro ADN, o dos utilizadores do web site, com base nos seus padrões de uso. Os resultados de um trabalho desta natureza poderão auxiliar abordagens futuras a este e outros web sites, no sentido de facilitar um tipo de classificação automática de documentos e de permitir a criação e manutenção no tempo de perfis de utilização, numa tentativa de fazer adequar com maior precisão a informação que é disponibilizada, com as necessidades dos utilizadores. Página iv

3 Institutional web site usage profiling via web log mining. The Portuguese Court of Auditors as an example. Abstract It's hard to find any kind of media with a growth-rate as high as the World Wide Web. At the same time, it's hard to find one that stores within itself such an amount of metadata, useful for an indepth study. It is wrong to look at the WWW simply as a kind of information store. Although all its contents are information one way or the other, truth is there are quite a few ways of letting the users interact with that information, either to manipulate it (via ajax-based applications), to alter it (through the use of wikis), to add to it (via blogs and web sites themselves) or to transform and amplify its meanings (through mashups). These are only a few examples on what can be done today. Web site access logs are the main information source on how the WWW is used. Rather than asking the users if they viewed the pages (such as a TV station might do), any web site has the means to keep a permanent record about its visitors. By analyzing these logs, we are able to get a better understanding of the roles played by the web site. In this document we borrow a few concepts from biology, in order to establish a kind of 'DNA' for each document on the web site of the Portuguese Court of Auditors (Tribunal de Contas). We do this by looking at the WWW as an information source and by processing what we find. At the same time, we try do extend the same approach to the users who looked for those documents, by processing the web access logs. The results of such an approach might enable future uses of automatic document classification, as well as an effective personalization of information delivery. Página v

4 Chractérisation des utilisateurs des web sites institutionelles à travers des téchniques de minération de web logs. L éxample du Cour de Comptes Portugais Résumé Il est très difficile de trouver quelque sorte de média avec une croissance si grande que le World Wide Web. En même façon, il est difficile de trouver un moyen intéractif d'information qui préserve une si grande quantité de métadonnées dans son intérieur, et qui puisse les utiliser por des études en profondeur. Le Web n'est seulement un depôt d'information. On peut bien regarder tout ce qu'il présent comme s'il était de l'information toute simple. Pourtant, aujour'dui il'y a plusieurs moyens à la disposition des utilisateurs pour accomplir une intéraction riche avec les contenus présentés: pour faire sa manipulation (à travers les applications Ajax), pour faire des modifications (à travers les wikis), pour participier dans sa croissance (à travers les blogs et les web sites, êux-mêmes) ou pour faire des transformations (à travers les mashups). Ce ne sont que des examples sur les possibilités d'utilisation offertes. Le logging des pages Web consultées est la première source d'information sur l'utilisation du WWW. Par example, quand on parle d'une châine de télévision, le seul moyen qu'elle a pour connaître les charactéristiques de ses téléspectateurs, est de les demander directement. Par contraire, un web site peut enregistrer automatiquement toutes les visites à ses pages. Quand on analyse ces logs, on peut comprendre parfaitement l'évolution du site et les modes d'intéraction utilisés. Dans ce travail, nous cherchons une façon d'unifier ces deux réalités. D'un coté nous avons l'information disponible dans le web site do Cour des Comptes Portugais (Tribunal de Contas) laquelle sera procéssé pour créer une espéce d'adn pour chaque document. De l'autre coté, nous avons les web logs, qui nous permetront identifier des utilisateurs, et établir aussi son ADN (on parle d'adn d'une façon symbolique, puisque nous créons des séquences d'identification numériques pour chaque document/utilisateur). Les résultats peuvent pêut-être nos approcher d'une classification automatique des documents, et aussi d'une création de profils d'utilisateurs. Página vi

5 Índice de capítulos Agradecimentos... iii Resumo... iv Abstract... v Résumé... vi Índice de capítulos... vii Índice de imagens... ix Índice de tabelas... xi Índice de gráficos... xii Introdução... 1 Objectivos... 3 Contextualização... 4 Motivação... 5 Relevância... 6 Fontes primárias... 7 Hardware e software utilizados... 7 Organização da dissertação... 8 Definição de conceitos... 9 A teoria (e prática) subjacente à utilização de logs de acesso a web sites O software existente O Tribunal de Contas Enquadramento normativo do Tribunal de Contas Organograma do Tribunal de Contas Os Actos do Tribunal de Contas - disponibilização externa e interna Tratamento temático da informação Página vii

6 Classificação e recuperação - considerações finais O web site do Tribunal de Contas Caracterização técnica do web site do TC Escolhas técnicas que foram feitas no processo de desenho do web site Os logs de acesso ao web site do TC Estabelecer um ADN para os documentos do web site do TC Operações de text mining Conclusões Referências: Livros e Artigos Referências: Literatura cinzenta Referências: Normas e standards Referências: Web sites Apêndice 1: Hardware e software utilizados Apêndice 2: O anúncio do primeiro programa de processamento de ficheiros de log de servidores web Apêndice 3: Evolução da estrutura informática do web site do Tribunal de Contas Apêndice 4: Listagens em Basic Apêndice 5: Macro-comandos de Word Página viii

7 Índice de imagens Imagem 1: Sumário da contagem de acessos ao web site BoingBoing Imagem 2: Configuração de definições para acesso à Internet no browser Microsoft Internet Explorer Imagem 3: Caixa de diálogo de definições de cache de páginas web no browser Microsoft Internet Explorer Imagem 4: Uma minúscula amostra de estilos aplicáveis a contadores de acessos a páginas web Imagem 5: Página de uma pequena empresa com um contador localizado no canto inferior esquerdo Imagem 6: O mesmo contador, ampliado Imagem 7: Lista de cookies entregues ao browser Microsoft Internet Explorer Imagem 8: Organograma do Tribunal de Contas, incluindo a Direcção-Geral e as Secções Regionais da Madeira e Açores Imagem 9: Página de acesso aos Actos do Tribunal de Contas na Intranet institucional, tal como estava visível em 17 de Julho de Imagem 10: Formulário de pesquisa do sistema TCJure, tal como é disponibilizado através da intranet do Tribunal de Contas Imagem 11: Página de acesso aos Actos do Tribunal de Contas, disponível no web site institucional Imagem 12: Formulário de pesquisa de Acórdão e Sentenças no web site do Tribunal de Contas, Imagem 13: Estrutura de dados do sistema TCJure, em uso interno no Tribunal de Contas Imagem 14: Aspecto da primeira versão do web site do Tribunal de Contas Página ix

8 Imagem 15: Aspecto da segunda versão do web site, tal como foi disponibilizada em 14 de Março de Imagem 16: Página inicial do web site do Tribunal de Contas em 4 de Fevereiro de Imagem 17: Aspecto da página inicial da terceira versão do web site do TC, que deverá ser activada no início do mês de Maio de Imagem 18: Como se articulam entre si os grandes componentes tecnológicos da actual versão do web site do TC Imagem 19: Página web com informação relativa aos acessos ao web site do Tribunal de Contas Imagem 20: Vista parcial do relatório Executivo, disponibilizado pelo serviço Google Analytics, relativo aos acessos feitos à página inicial do web site do Tribunal de Contas, para o período compreendido entre e Imagem 21: Representação numérica de um ADN baseado nas classes do TCJure, para os 742 documentos em processamento Imagem 22: Representação grafica da mesma informação numérica da imagem anterior. A cada número foi atribuída uma cor específica Página x

9 Índice de tabelas Tabela 1: Excerto da listagem dos descritores atribuídos a documentos constantes do web site do TC Tabela 2: Top Terms identificados para os descritores atribuídos ao documento com o código do sistema TCJure Tabela 3: Top Terms identificados para os descritores atribuídos ao documento com o código do sistema TCJure Tabela 4: Top Terms identificados para os descritores atribuídos ao documento com o código do sistema TCJure Tabela 5: Distribuição de documentos pelas várias classes de topo identificadas no thesaurus associado ao sistema TCJure Tabela 6: Atribuição de números aleatórios a cada um dos 756 documentos identificados para esta etapa de processamento Página xi

10 Índice de gráficos Gráfico 1: Evolução da quantidade de page views no web site do TC, para o perído compreendido entre Março de 2001 e Março de Gráfico 2: Quantidade de documentos por formato, no web site do Tribunal de Contas Gráfico 3: Distribuição dos documentos disponibilizados no web site do TC e registados no sistema TCJure, pelas classes deste sistema de gestão de informação Página xii

11 Introdução A expressão que mais facilmente caracteriza o ambiente no qual todos os web sites se inserem, a World Wide Web ou WWW, é formada por uma só palavra: variedade. Esta variedade nota-se a vários níveis. Por exemplo: Na quantidade potencial de utilizadores que podem aceder ao universo representado pela totalidade dos web sites existentes (cerca de 487 milhões de utilizadores em Janeiro de , para uma quantidade eventual de cerca de 110 milhões de web sites 2 em Março do mesmo ano, dos quais apenas cerca de metade se encontram de facto activos). Na quantidade efectiva de utilizadores que, de facto, acedem a um web site (entre as poucas dezenas e os milhões, consoante o conteúdo, a utilidade e o interesse que desperta). Na quantidade de sistemas operativos diferentes e de browsers que os utilizadores da WWW podem utilizar (vejam-se as cerca de 250 versões principais de sistemas operativos listadas em sem contar com múltiplas variantes, ou os cerca de 70 browsers listados em também com múltiplas variantes) 3. Num outro nível, a variedade torna-se ainda mais notável. Ao falar da WWW, estamos a falar de um universo informativo onde existe um número não contabilizado (e não contabilizável) de documentos, que pode variar entre os e os milhões de páginas web, segundo uma das últimas estimativas 4. Todos os dias vastos milhares destes documentos desaparecem ou são modificados. Outros tantos são adicionados ao conjunto. Não há um índice integral 1 Fonte: Nielsen//NetRatings, acedido em a partir do endereço 2 Fonte: March 2007 Web Server Survey, acedido em a partir do enderço 3 Estamos conscientes quanto à polémica em torno do uso da Wikipedia como fonte de informação para o discurso científico. As opiniões variam entre o cepticismo puro quanto à sua utilidade [Denning, et. al., 2005], o aconselhamento de cautela no seu uso [Read, 2007] e o reconhecimento do seu valor em comparação com outras fontes de conhecimento idênticas [Bernstein, 2006; Stvilia, et. al., 2005]. Quanto a nós, recorremos a ela pontualmente e apenas como ponto de partida para abordar certas questões neste caso contagens de produtos informáticos. 4 Fonte: The size of the World Wide Web, acedido em , a partir do endereço web-size.html, com considerações acessórias sobre o estado da arte no que toca à quantificação do conteúdo da WWW. Página 1

12 do conteúdo e as capacidades de pesquisa ainda são relativamente rudimentares. Os documentos estão dispersos por toda a superfície do planeta (muito embora até pareça que estão todos juntos no mesmo sítio). A consulta é feita através de computadores, os quais (por questões de configuração e/ou capacidade) podem ter mais ou menos dificuldades no acesso à informação. Não há qualquer garantia que um mesmo documento seja visto da mesma maneira por dois utilizadores diferentes, ao mesmo tempo que é impossível saber de antemão que computadores vão ser utilizados. Esta variedade tem um grande impacto na forma como um web site deve estar preparado para responder às solicitações a que está sujeito. Tem também impacto na forma como podem (e devem) ser obtidos e processados elementos que permitam caracterizar numericamente a forma como se acede a esse web site: quem, de onde, quando, de que forma, com que meios técnicos, para fazer o quê, durante quanto tempo, com que fidelidade, etc. É inegável o interesse que desperta a análise dos logs de acesso a um web site. Este procedimento constitui quase sempre a primeira abordagem para caracterizar a população que consulta um web site: Para saber dados técnicos sobre os meios utilizados para aceder à informação (qual o sistema operativo e qual o browser usados para visualizar as páginas do web site). Estes dados podem, de alguma forma, influenciar a estruturação dos conteúdos e a sua própria natureza (maior ou menor conteúdo gráfico, por exemplo). Para ficar a conhecer quais as apetências do público que consulta o web site quais as páginas mais consultadas e os conteúdos mais acedidos. Para recolher informação que permita validar a estrutura do web site. Ao identificar percursos de navegação seguidos pelos utentes, é possível reconhecer gostos e tendências para conteúdos específicos [b052]. A análise dos acessos permite ainda processar e recolher outros tipos de informação. Dependendo da natureza do web site, pode ainda fornecer dados sobre o seu desempenho económico (se for um site com funcionalidades de comércio Página 2

13 electrónico, ou que inclua mecanismos de obtenção de receitas baseadas em publicidade), sobre a amplitude do seu reconhecimento geográfico (identificando os países de onde foram feitos os acessos), sobre o grau de incidência de ataques informáticos (pela identificação de assinaturas conhecidas de exploits devidamente identificados, ou pela detecção de padrões de acesso considerados suspeitos). A lista é extensa e não se esgota nestes exemplos. Objectivos Nesta dissertação propomo-nos abordar um problema que tem vindo a ser alvo de estudo quase desde o início da WWW: de que forma é que, a partir da análise dos logs de acesso a um web site, se torna possível identificar características do universo de utilizadores que faz esse acesso? Para tal, o nosso trabalho vai incidir sobre os logs de acesso ao web site do Tribunal de Contas de Portugal (TC). Tendo em conta as características essenciais do conteúdo deste web site, vamos igualmente procurar definir um conjunto de técnicas que permitam fazer uma classificação dos documentos aí disponibilizados para consulta e download. A correcta aplicação desta técnica deverá depois permitir levar a cabo uma caracterização dos utilizadores do web site, com base na informação por eles consultada. A analogia utilizada para a técnica de classificação é a da cadeia de ADN uma cadeia de elementos de informação, individualizados, que no seu conjunto permitam identificar cada documento. Pelas suas características, esses elementos de informação poderão servir para concretizar agrupamentos de documentos (por ser feito através deles um mapeamento de grandes áreas temáticas e/ou intelectuais). Os elementos de informação a utilizar têm a ver com as grandes áreas temáticas pelas quais os documentos existentes neste web site se distribuem. Essas áreas resultam das características da actividade da Instituição (áreas de incidência da sua actividade, por exemplo), ou de questões relacionadas com a sua estrutura enquanto organismo do Estado. Página 3

14 Contextualização Muito embora esta não seja uma área particularmente nova, em termos do interesse que desperta junto da comunidade académica [b042], é sempre relevante, na medida em que permite reunir informação importante para caracterizar um web site ao longo da sua existência. Ou seja, é uma área que se caracteriza por um intenso dinamismo conteúdos, universo de utilizadores e ritmos de utilização variam ao longo do tempo, sendo assim bons candidatos para operações de descoberta de conhecimento. A utilidade dos resultados obtidos com este género de operações de processamento, extravasa o simples desejo de classificar o universo de utilizadores. Tais resultados podem ser utilizados em fins tão diversos como: Optimizar a estrutura do web site, se um dos resultados obtidos for a definição dos caminhos de navegação mais percorridos pelos utilizadores. Essa optimização pode, inclusivé, ser feita de forma automática [b040]. Optimizar a estrutura de bases de dados que sirvam conteúdos dinâmicos, em função do tipo de consultas que são efectuadas. Levar a cabo uma avaliação da usabilidade de um web site [b020a]. Averiguar o grau de adequação dos meios técnicos que suportam o web site (acompanhando os percursos de navegação e verificando a ocorrência de falhas e erros de acesso). Aferir o grau de eficácia dos conteúdos face aos objectivos pretendidos: para um web site de comércio electrónico, é extremamente importante caracterizar o universo dos seus utilizadores [b046]. Resumindo, pretendemos, levar a cabo a classificação básica dos utilizadores de um web site da Administração Pública portuguesa, em termos do tipo de navegação que é feita, com o objectivo de recolher informações suficientes que permitam melhorar a resposta proporcionada. Página 4

15 Motivação A nossa vontade de abordar este tema em dissertação resulta de interesses e práticas de natureza profissional. Propomos levar a cabo a nossa abordagem utilizando dados de acesso ao web site da instituição onde temos vindo a desenvolver a maior parte do nosso percurso profissional, o Tribunal de Contas. Trabalhamos com dados deste web site desde 1998, caindo dentro das nossas competências a análise dos registos (logs) de acesso. No entanto, até à data, todas as análises privilegiaram aspectos puramente quantitativos por exemplo, quantos acessos foram feitos a partir de um determinado país durante um certo período de tempo. O contacto com estes dados e as análises que até à data efectuámos despertaram o nosso interesse em aprofundar o seu processamento. Os novos conhecimentos proporcionados pelo Mestrado em Sistemas de Informação, no que diz respeito a métodos e técnicas de análise de dados e obtenção de conhecimento, deixaram-nos com a perfeita noção de que estes logs escondem um universo informativo extremamente rico. Ao mesmo tempo, não podemos deixar de sentir vontade de interligar a nossa prática profissional (neste momento a incidir de forma quase exclusiva sobre a Internet) à nossa formação académica de base (História e Gestão de Documentação). Explorar logs de acesso de um web site é, à sua maneira, um trabalho de historiador identificar necessidades de informação ao longo do tempo, acompanhar a evolução tecnológica dos meios de acesso, observar a relação entre conteúdo e utilização desse conteúdo e as formas como os dois elementos se influenciaram e influenciam entre si. Página 5

16 Relevância A abordagem que nos propomos levar a cabo assume um interesse particular no que diz respeito à caracterização dos utilizadores do web site do Tribunal de Contas. Uma vez que, na sua actual versão, não existe qualquer mecanismo de registo de utilizadores, ou referenciação de acessos (via cookies, por exemplo), qualquer esforço de identificação é sempre feito a posteriori, e apenas com base no processamento dos registos desses acessos processamento dos ficheiros de log do servidor web. Numa primeira análise, este tipo de dados permite descobrir características técnicas relativas a cada acesso (proveniência, software utilizado, sistema operativo de base, etc). Paralelamente, permite também quantificar esses acessos (quantos utilizadores num dado período de tempo, quais as páginas e documentos mais concultados, etc). No entanto, no que diga respeito à análise de parâmetros de acesso mais subjectivos, como os interesses dos utilizadores, quaisquer conclusões têm que passar por um trabalho intenso de contagens, relacionamento de acessos e pré-processamento dos conteúdos que são acedidos. Por um lado, o resultado final de um trabalho desta natureza é relevante para a instituição em causa, na medida em que providencia um grau de conhecimento quanto à forma como os conteúdos informativos que disponibiliza são aproveitados, que de outra maneira não seria possível obter. Por outro lado, por incluir um conjunto de operações de processamento de informação que se podem revelar bastante demoradas, não é o género de análise que possa ser levada a cabo de forma muito dinâmica em tempo real, ou com uma periodicidade muito regular. O conhecimento melhorado e aprofundado do universo de utilizadores de uma instituição como o Tribunal de Contas, deverá igualmente contribuir para a melhoria constante da qualidade dos serviços que são prestados ao público. Página 6

17 Fontes primárias As operações de processamento de informação que desenvolvemos para levar a cabo este trabalho utilizaram duas fontes primárias distintas: Ficheiros relativos aos logs de acesso ao web site do TC, abrangendo um período de seis anos, entre 14 de Março de 2001 e 14 de Março de Isto corresponde a um total de ficheiros, com linhas de registos (já depois das etapas de pré-processamento, documentadas mais adiante). Não há uma correspondência 100% exacta entre a quantidade de dias decorridos e a quantidade de ficheiros de log, dado terem ocorrido algumas junções de dias e poderem assim aparecer dois ou três dias juntos no mesmo ficheiro. Ficheiros relativos aos documentos disponibilizados no web site do TC. Estes documentos foram utilizados em operações de text mining, com o objectivo de proceder à extracção de palavras-chave. O seu formato nativo é o PDF, tendo sido convertidos para formato textual simples, para facilitar não só as as operações de text mining 5, como também para permitir posteriores operações de manipulação de texto. Hardware e software utilizados No Apêndice 1 descrevemos todas as configurações de hardware e software utilizadas na realização desta dissertação, com indicação de constrangimentos e soluções adoptadas. 5 Muito embora o software de text mining utilizado, SAS 9.1, possa trabalhar directamente sobre ficheiros em formato PDF, algumas das operações que efectuámos com esse formato não obtiveram bons resultados, do ponto de vista da legibilidade dos conteúdos. A isso não será estranho o facto de os ficheiros PDF utilizados terem sido criados com vários tipos diferentes de software: Adobe Acrobat versões 5, 6, 7 e 8, bem como utilitários de conversão directa do formato DOC para o formato PDF. A conversão prévia para formato TXT revelou-se como a abordagem mais acertada. Página 7

18 Organização da dissertação Esta dissertação vai-se organizar de acordo com a seguinte estrutura: Introdução, cobrindo a abordagem inicial ao tema, os objectivos a que nos propomos, a contextualização do tema, a nossa motivação para levar a cabo este trabalho e a sua relevância. Definição de conceitos, capítulo no qual apresentamos definições para o conjunto de conceitos que estão na base do desenvolvimento do nosso trabalho. Fundamentação teórica, capítulo no qual abordamos os fundamentos das tecnologias sobre as quais o nosso trabalho incide e onde fazemos a definição dos conceitos fundamentais que utilizamos. Estado da arte, capítulo no qual abordamos trabalhos levados a cabo nesta área, com apreciação dos seus resultados, em função dos objectivos que pretendemos alcançar. O Tribunal de Contas, capítulo no qual fazemos uma descrição da instituição em estudo e das características essenciais da sua produção documental. O web site do Tribunal de Contas, capítulo no qual caracterizamos esta estrutura de informação. Estabelecer o DNA dos documentos do web site do TC, capítulo no qual descrevemos a nossa abordagem ao processamento de documentos do web site. Estabelecer o DNA dos utilizadores do web site do TC, capítulo no qual levamos a cabo a caracterização dos utilizadores. Análise dos resultados, capítulo no qual procuramos fazer uma avaliação crítica dos resultados obtidos. Conclusão, momento em que avaliamos o grau de concretização dos objectivos, bem como identificamos pistas para trabalhos futuros. Página 8

19 Definição de conceitos Do ponto de vista da história da tecnologia, a área sobre a qual incide esta dissertação é relativamente recente. Ao mesmo tempo, é uma área que se caracteriza por um intenso dinamismo não apenas em termos de mudanças nas características básicas das tecnologias envolvidas, como também nos usos que lhes são dados. Este dinamismo, benéfico para a utilização e aproveitamento da WWW em geral, acaba por ter o efeito algo perverso de provocar uma variedade de interpretações do significado de alguns dos conceitos utilizados. Vamos apresentar neste capítulo as definições que tomámos por base para o nosso trabalho. ADN - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO O ADN é uma molécula orgânica, responsável pela reprodução do código genético. Os progenitores transmitem partes copiadas do seu ADN para os seus descendentes durante o processo de reprodução, provocando assim a propagação das suas características. A informação no ADN é armazenada como um código, composto por quatro bases azotadas: Adenina (A), Guanina (G), Citosina (C) e Timina (T). Estas bases juntamse em pares, A-T e C-G, para formar os chamados pares-base. Cada base também se liga a uma molécula de açúcar e uma molécula de fosfato. Este conjunto - base, açúcar e fosfato - forma um nucleótido. O ADN é composto por um par de cadeias destes nucleótidos, entrelaçados numa dupla-hélice. A estrutura assemelha-se a uma escada, na medida em que os paresbase formam os degraus, estando ligados uns aos outros pelas moléculas de açúcar e fosfato. A funcionalidade de indentificação associada ao ADN (no que ele tem de unívoco para estabelecer as características de um determinado ser vivo), auxiliou a sua adopção, do ponto de vista conceptual, como metáfora para a identificação de segmentos de informação. É assim que surge a expressão "ADN de um documento" Página 9

20 (b020a), como maneira de designar um conjunto de atributos que identifiquem de forma absoluta um documento perante outros. ADN DE UM DOCUMENTO No âmbito em que estamos a trabalhar, a aplicação de uma metáfora baseada na biologia, não é levada às últimas consequências. Não vamos procurar a definição de cadeias de identificação únicas para cada documento. Quando falamos em ADN de um documento, no contexto deste trabalho, referimo-nos a uma cadeia de valores numéricos, entre 0 e 9, os quais ocupam um determinado número de posições numa cadeia de caracteres, a qual irá servir para posicionar o documento no contexto temático de um web site. Assim sendo, ao contrário de um ADN biológico, este ADN documental pode-se repetir - vários documentos podem partilhar o mesmo âmbito temático, com um elevado grau de precisão. ADN DE UM UTILIZADOR O contraponto ao ADN dos documentos é o ADN dos utilizadores que os tiverem consultado. Com esta expressão designamos uma cadeia de valores numéricos, entre 0 e 9, os quais ocupam um determinado número de posições numa cadeia de caracteres, e que é utilizada para expressar as preferências de cada utilizador em função dos documentos que consulta. Tal como acontece para o ADN dos documentos, também este se pode repetir - vários utilizadores podem ter o mesmo perfil de consulta. BROWSER Programa utilizado para localizar e visualizar PÁGINAS WEB. Tendo começado como simples visualizadores de conteúdos de natureza textual, não suportando sequer a inclusão de imagens nas páginas [b035, pp ], surgem hoje como produtos multifuncionais. Para isto contribuiu a própria evolução da WWW, que tem uma grande tendência aglutinadora, possibilitando a reunião, sob um mesmo interface, de um vasto conjunto de funcionalidades: consulta de páginas web, download de ficheiros, acesso a correio electrónico, participação em fóruns de Página 10

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