VI CONGRESSO CAPIXABA DE PECUÁRIA BOVINA

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1 VI CONGRESSO CAPIXABA DE PECUÁRIA BOVINA ADEMIR DE MORAES FERREIRA PESQUISADOR APOSENTADO DA EMBRAPA GADO DE LEITE E PROFESSOR UNIVERSITÁRIO TELEFONE: (32) E (32)

2 Mestrado UFMG Prof. Megale

3 2010 ONDE ADQUIRIR O LIVRO 1. Associação dos Empregados da Embrapa (AEE): com ( ) 2. Autor ( ): 3. Livraria da UFV

4 2012 ONDE ADQUIRIR O LIVRO 1. Associação dos Empregados da Embrapa (AEE): com ( ) 2. Autor ( ): 3. Livraria da UFV

5 2013 Produzido e vendido pela Livraria e Editora da UFViçosa

6 BIOTECNOLOGIAS E RENTABILIDADE?

7 BIOTECNOLOGIAS: Rentabilidade certa para as Empresas que trabalham no ramo, senão já teriam fechado ou encerrado as atividades. Inseminação artificial é atualmente a única das biotecnologias reprodutivas com retorno financeiro garantido. Para os produtores de leite (afirmação talvez não válida para vendedores de genética) não existem trabalhos científico comprovando a rentabilidade com uso de biotecnologias reprodutivas, o que certamente vai depender de muitos fatores:. Melhoria da eficiência das técnicas;. Mérito genético e valor de mercado do rebanho e suas crias;. Facilidade de venda das crias nascidas via biotecnologias;. Disponibilidade de recursos financeiros do produtor

8 PESQUISAS NOVIDADES PARA O SETOR LEITEIRO: O QUE VEM POR AÍ?

9 1. AVANÇOS EM REPRODUÇÃO 1. TOUROS (solto com as vacas) 2. TOUROS DE BOM PEDIGREE Preso (vacas em cio levadas até ele) 3. INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL (IA) Touros testados (com teste de progênie) ou não. (Até aqui 1 bezerro/vaca/ano) 4. TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÃO (TE) Consegue 8-12 bezerros/vaca/ano 5. FECUNDAÇÃO IN VITRO (FIV) Consegue ± 50 bezerros/vaca/ano 6. CLONAGEM (Ovelha Dolly) Consegue número infinito de bezerros/vaca/ano 7. TRANSGENIA (Aftosa, Celulase, HSP 70 - resistência calor).

10 2. NANOTECNOLOGIA (II) Nanoencapsulamento: protege o fármaco contra agentes enzimáticos, oxidantes ou mesmo possíveis interações químicas com outras moléculas. Com isso pode ser aplicado menos doses e em menor concentração durante tratamento. O fármaco vai direto para a célula alvo com menor perdas e menos efeitos colaterais. Aplicação de fármacos e outros produtos de alta performance com materiais que tenham uma dimensão nanométrica, encapsulados ou não (1 bilhão de nanômetros = 1 metro e um só fio de cabelo possui nanômetros de diâmetro) Marco inicial: físico americano Rychard Feynman em 29/12/1959 e o termo nanotecnologia pelo japonês Norio Taniguchi em USA (2009): 1091 produtos cadastrados no programa de nanotecnologia. PARA QUE SERVE? (I) Implantação de microchips para detecção de doenças e acompanhamento metabólico (glicose, corpos cetônicos, ureia)

11 2. NANOTECNOLOGIA (continua) (III) Novas vias de aplicação de vacinas ou remédios (oral ou cutâneo), incorporados à ração, sal mineral ou gotejamento sobre a pele do bovino (dispensa agulha e reduz estresse do animal). (V) Em minerais impede que alguns reajam quimicamente com outros, prejudicando sua absorção ou ação, aumentando a sua disponibilidade quando misturados, etc... A NANOTECNOLOGIA NÃO É APENAS UM SONHO QUE PODE SE TORNAR REALIDADE, VEIO PARA FICAR

12 3. GENOMA Estudos iniciais em 1977, mas o estudo de sequenciamento do genoma humano foi proposto nos anos 80 e concluído em 2001 (Thatcher et al., 2011) Estudo genoma sequencial de bovinos anunciado em 2003 e sequenciado em 2004 nos USA (US$ 53 bilhões). Colaboração de pesquisadores de todo o mundo. Identificar genes importantes para diversas características Transgênese: transferência de genes de uma espécie para outra que não o possui (resistência à aftosa: do equino para embrião bovino) Utilização de Marcadores Genéticos: identificar vacas de maior fertilidade (ovulação, crescimento folicular, formação e função do corpo lúteo), vacas propensas a maior ou menor BEN, animais mais resistentes a determinadas doenças, etc. (McCarthy et al., 2010)

13 MANEJO: O QUE ESTÁ MUDANDO OU PODE MUDAR? SECAGEM DA VACA dias antes do parto ao invés de 60 dias. INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL Apenas uma vez ao dia (manhã ou tarde) KIT DE PROGESTERONA (LEITE OU SANGUE) Diagnóstico de gestação 21 dias após a inseminação ou monta (progesterona no leite)

14 1) INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL (Rentável) (i) IA é a biotecnologia reprodutiva de maior sucesso e eficiência em produção animal. Gordon (1994) estima que cerca de 50% dos avanços obtidos na produção deleite na 2ª metade do século passado são devidos tão somente ao uso desta técnica, com os demais 50% representando um somatório dos resultados com melhorias das condições sanitárias, nutricionais e de manejo. Biotecnologia comprovadamente rentável para o produtor de leite no Brasil e no Mundo: em 2005 mais de milhões de vacas foram inseminadas no mundo (Ribeiro e Thatcher, 2012). BRASIL: 8-9% de vacas leiteiras são inseminadas e ± 13% de vacas de corte. Nos USA ± 55% das fazendas usam IA após detecção do cio. Sêmen sexado: mais fêmeas (50 x 89%), mas maior custo e menor taxa de gestação (20-25% menos), segundo Norman et al. (2010). Custo: US$ 6 para convencional e US$ 18 dólares para sexado.

15 1) INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL (ii) A reprodução continua a ser um componente crítico e relevante para manter a fazenda leiteira economicamente viável (Ribeiro e Thatcher, 2012). Redução do intervalo de partos é mais uma decisão baseada mais no aspecto econômico que no biológico (Groennendaal et al., 2004). Ideal é IP de 12 meses (De Vries, 2011). Brasil: 8-9% de vacas leiteiras são inseminadas e ± 13% de vacas de corte. Nos USA ± 55% das fazendas usam IA após detecção do cio, enquanto 33% usam monta natural (touro: 25% dos bezerros nascidos), embora nesta caso haja risco de transmissão de doenças venéreas, alto custo da alimentação do touro (70% da vaca lactante), risco de trauma-acidente durante acasalamento, impossibilidade de selecionar touro para menor distocia, incerteza no melhoramento genético e risco para a pessoa. Como vantagem não exige mão de obra e nem compromisso pessoal.

16 2) INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO (IATF): PROTOCOLOS HORMONAIS O QUE É IATF? Inseminação artificial da fêmea bovina (vaca ou novilha) um certo tempo (fixo) após aplicação de certos hormônios (protocolo hormonal), sem necessidade do cio ser observado ou identificado (inseminar sem cio observado). Protocolos hormonais: vários são usados. VANTAGENS APRESENTADA AO PRODUTOR PARA USAR IATF Não precisa observar/identificar o cio das vacas e novilhas para que elas sejam inseminadas. IMPORTÂNCIA: falha na identificação ou observação de cios é o principal problema da inseminação artificial.

17 A ARGUMENTAÇÃO É VERDADEIRA? Não. Não seria preciso observar cio se a taxa de gestação fosse de 100% (não precisas só na 1ª IA pós hormônios). Uma prática não elimina ou descarta a outra. Depois da 1ª IATF tem de ter uma intensivo e preciso sistema de identificação de cios para inseminar as vacas ou novilhas que retornam ao cio (Ribeiro e Thatcher, 2012), cerca de 60 a 65% das fêmeas. Só justifica usar IATF (seguida ou não de observação de cio) em rebanhos com 60% ou menos de detecção de cio (Ribeiro e Thatcher, 2012). Programas de IATF (com ou sem observação de cio) são benéficos apenas em fazendas com baixa taxa de detecção de cios (Tenhagen et al., 2004). USA: menos de 4% de IATF em novilhas em 2007.

18 CUSTOS DA IATF: a) Hormônios (Protocolos) b) Honorários do Médico Veterinário. c) Sêmen (sexado aumenta custo: cai fertilidade) d) Mão de obra (cada animal tem de ser preso ou contido várias vezes para colocação e retirada de implantes + aplicação de hormônios, etc.). CASO: ESPÍRITO SANTO (25 /02 /2005): Produtor solicitou na Justiça ressarcimento de R$ ,00 após usar IATF em 100 vacas: a) R$ ,00 para 80 bezerros que deixaram de nascer (R$ 150,00 cada). b) R$ 2.000,00 de Sêmen. c) R$ 3.200,00 de Hormônios. d) R$ 2.800,00 de Mão de Obra.

19 AVANÇOS NA SINCRONIZAÇÃO DE CIO E DA OVULAÇÃO (IATF) Mac Millan (J.R.D., Supll. S42-47, 2010) O Programa básico de protocolo hormonal para IATF é o Ovsynch ( ). Numerosas variações têm sido testadas e desenvolvidas, mas nenhuma tem consistentemente atingido ou alcançado Taxa de Gestação que ULTRAPASSE OU EXCEDA 40% E POUCAS TÊM REDUZIDO A TAXA DE MORTE EMBRIONÁRIA. Esses Programas de sincronização não têm superado as consequências de menor fertilidade associado com alto nível de produção, formas de nutrição e fatores ambientais como estresse calórico, que tem profundo efeito na fisiologia e metabolismo de vacas de alta produção. Vacas sem qualquer hormônio antes do cio tem maior Taxa de Concepção

20 RESULTADOS COM IATF (continua) (3) CBRA / 2004 /Congresso) = - Baruselli et al. (CIDR + PGF2 + E2): 50 a 70% de Ovulação - Rajamahendran et al.: Ovsynch (31 14,9%) + CIDR (42 14,2%) - Barreteu et al. (Ovsynch + Crestar): 45% de Gestação. - BÓ et al. = 69,5% de Ovulação (Taxa gestação será menor). IATF com cio observado ou não (TG respectivamente de 35% x 18,8%). REPEAT BREEDER : cios observados ou não (TG de 30,1% x 22,3%) (KASIMANICKAM et al., T 63(9): , 2005) IATF (Ovsynch + CIDR): vários protocolos (45,9-48,3-58,7-66,1% detaxa Gestação). (AMBROSE et al., T 64(7): , 2005). Em 53 artigos revisados: TG Ovsynch e suas modificações foi igual cruzamento natural (RABLEE et al.,jds, 88: , 2005). GnRH + CIDR (6dias) PGF2 + Remoção CIDR + ecg ou não (2dias) GnRH (12 h) ou E2 (48 h) IATF (Taxa de concepção: 21,8 a 40% dependendo da CC. (Vasconcelos et al., 2005)

21 (V) RESULTADOS COM IATF (continua) (4) IATF (3.559 vacas em 14 rebanhos da Nova Zelândia e Austrália em estação de monta): 35,7% de Gestação (cio - ciclando) x 33,2% (cio não observado). TG aumentou após 40 dias pósparto em vacas com melhor CC e ciclando. IA contínua por 25 dias após IATF: 69,7% TG no 42º dia. (SHEPARD, AVJ 83(12) , 2005) Falhas de ovulação 3,9 vezes mais na estação quente do ano (LOPEZ-GATIUS et al., 2005) IATF: vários protocolos em vacas ciclando 37% de gestação. (LARSON et al., JAS 84(2): , 2006) Maior eficiência Ovsynch quando ocorreu ovulação no 1º GnRH pela maior resposta à PGF2 7 dias depois: 92,7 x 77,1% e maior taxa de ovulação sincronizada (87,9 x 62,9%). (BELLO et al., JDS 89(9): , 2006) GnRH + CIDR (7 dias) remoção CIDR + PGF2 (1dia depois) E2 (2 dias) IATF (TC de 32,9% pós- IATF com CL). (Vasconcelos et al., 2006)

22 (v) RESULTADOS COM IATF (continua) (5) FAZENDA-RJ (Valença ): 33% de TG com IATF(Corte) GOIÁS (2006): CIDR (7 dias) PGF2, RI (1 dia) E2 (+ 48h) IATF. R$ 65,00 a Prenhez (Somente Hormônios) etaxa de Gestação de 36,9%. CUSTO DO PROTOCOLO: R$ 24,00 SBTE (2006): - 43,8% / 24,4% (nº 383) = DG 28 dias US - 21,8% / 35,3% (nº 386) = DG 30 dias US - 33,3% / 36,7% / 36,5% (nº 387) = DG 30 dias US - 48,3% / 45,5% / 40,2% (nº 391) = DG 28 dias US - 49,4% / 39,2% / 41,1% (nº 401) = DG 30 dias US - 25,8% / 32,3% / 28,1% / 29,2% (nº 404) = DG 30 dias US - 22,2% / 42,5% / 44,0% (nº 410) = DG 45 dias PR - 40% / 50% / 30,7% (nº 423) = DG dias US - 29,4% / 32,0% / 35,7% (nº 428) = DG 30 dias US

23 ARTIGO SOBRE IATF: 2/8/2005 Vários experimentos mostram: IATF reduziu IP em 30 a 40 dias em condições médias brasileiras (QUAIS ARTIGOS?). Custo do protocolo: R$ 20,00 (Protocolo usado? Não cita). Rebanho 100 vacas / kg lactação = lucro líquido obtido por ano = R$ ,00 ( R$ 1.000,00 / mês). Conclui: IATF é viável econômicamente em rebanhos brasileiros = Capital recuperado é maior que o investido. QUESTIONAMENTOS SOBRE O ARTIGO Análise econômica simplificada. E o que a vaca comeu para produzir o leite a mais atribuido ao uso da IATF? Por acaso vaca faz FOTOSSÍNTESE? (Fabiano Santos Junqueira, 5/8/2005, Doutorando UFMG) Honorários do Médico Veterinário? Mão Obra adicional: contenção e manejo dos animais, aplicação dos hormônios, alimentação suplementar, etc.

24 SUBSTITUIR IATF? INSEMINAÇÃO EM REBANHO LEITEIRO DE 120 VACAS: COMO OBSERVAR CIO APENAS 4 DIAS POR MÊS SEM INSEMINAR SÁBADO E DOMINGO (USO CORRETO DA PGF2α) SÁBADO DOMINGO 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª PGF2α: vacas com CL, boa CC e mais tempo de paridas (25-30% vazias) No dia da visita técnica mensal OBSERVAR CIO 4 a 5 DIAS POR MÊS INSEMINAR ANIMAIS VISTOS EM CIO: SEM OBRIGATORIEDADE DE OBSERVAÇÃO

25 2. PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES (PIVE) OU FERTILIZAÇÃO IN VITRO (FIV) PRODUÇÃO PELA PIVE Coleta de ovócitos duas (2) vezes por semana na vaca doadora. Por quanto tempo? Pesquisas na Embrapa: 3 meses de coleta apareceram pontos de fibrose nos ovários (Viana et al. 2006) PESQUISAS MAIS IMEDIATAS PARA PIVE Ovócitos a embriões: 30% para 50% (1,6 embriões por coleta, segundo Ribeiro e Thatcher, 2012); Gestação (embrião congelado): 20% para 40% Sexagem de espermatozoides (realidade). UTILIZAÇÃO DA PIVE Rebanho geneticamente superior (alto valor de marcado), conhecido e famoso com facilidade de venda de seus produtos (machos, bezerras,novilhas, vacas) a preços compensadores.

26 MANEJO E RENTABILIDADE

27 1. PREJUÍZOS DO LONGO INTERVALO DE PARTOS?

28 AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM REBANHOS LEITEIROS Reduzir intervalo de partos Diferença entre produção e produtividade Produtividade 80 vacas x 5 litros cada 50 vacas x 8 litros cada 20 vacas x 20 litros cada Produção 400 Litros / dia

29 COMO AUMENTAR A PRODUTIVIDADE DE REBANHOS LEITEIROS NÃO DEIXAR VACA PARIR MAGRA (NEM GORDA) FAZER VACA PARIR COM BOA CONDIÇÃOCORPORAL ( BOM ESTADO DE CARNE ) Cio aparece rapidamente depois do parto ENCURTA INTERVALO DE PARTOS MAIOR PRODUÇÃO DE LEITE E DE BEZERROS NO REBANHO: MENOR CUSTO DE PRODUÇÃO

30 USO DE HORMÔNIOS COMO ROTINA : É REALMENTE NECESSÁRIO? 1. INTERVALO DE PARTOS: MESES Há 35 anos atrás já se conseguia em rebanhos mestiços: Sem as milhares de informações técnicas geradas nestes anos e que hoje estão disponíveis. Sem usar Hormônios (mesmo porque não existiam na época). POR QUÊ NÃO HOJE? 2. CAMPANHA FOME ZERO PARA A POPULAÇÃO BOVINA: O Brasil ganharia muito mais com uma Campanha Fome Zero para Bovinos que usando hormônios como ROTINA 7-8 bilhões litros leite/ano deixam de ser produzidos (com o rebanho existente), devido ANESTRO por subnutrição. Vaca muito magra com ovários inativos: existe hormônio milagroso capaz de fazê-la apresentar cio fértil?

31 INTERVALO DE PARTOS: MAIS LONGO OU CURTO? DURAÇÃO DO INTERVALO DE PARTO É UMA DECISÃO MAIS BASEADA NO ASPECTO ECONÔMICO QUE NO BIOLÓGICO e/ou ZOOTÉCNICO (Stevenson, HD, 41(10): 408,1996; Groennendaal et al., 2004). ASPECTO ECONÔMICO DO INTERVALO DE PARTOS VENDEDOR DE GENÉTICA: melhor IP é 2 meses. * Pesquisas para emprenhar a vaca 1 dia depois do parto e reduzir o período de gestação normal de 9 meses e 10 dias para menos de 2 meses. * Renda bruta da atividade leiteira acima de 30-40% com venda de animais: vendedor de genética (?). PRODUTOR DE LEITE: melhor IP é de 12 meses (maior produção) Faltando comprador para crias, ideal é aumentar o IP pensando mais no leite, desde que seja atendida a taxa de reposição (depende também: duração da lactação e persistência na produção).

32 HORMÔNIOS PARA REDUZIR MUITO O INTERVALO DE PARTOS? É ECONÔMICO OU VANTAJOSO? Vem sendo muito indicado hormônios para tentar acelerar a involução uterina e o cio pós-parto. Objetivo: encurtar intervalo de partos? É uma decisão mais zootécnica/econômica que biológica PERGUNTA: zootécnica e economicamente vale a pena encurtar muito o intervalo de partos, abaixo dos 12 meses recomendados? IP de 12 meses: bom manejo resolve Aumenta o número de vacas nos dois primeiros meses de lactação, mas também o número de vacas secas (De Vries, 2011).

33 PARTO Emprenhar Secar PARTO PARTO a) IP DE 12 MESES (REBANHO 60 VACAS) 10 vacas (16,7%) pico lactação Emprenhar Secar PARTO vacas (16,7%) secas b) IP DE 10 MESES (REBANHO 60 VACAS) 12 vacas (20%) pico lactação 12 vacas (20%) secas

34 PREJUIZOS DO LONGO INTERVALO DE PARTOS IMPORTÂNCIA ECONÔMICA - ZOOTÉCNICA DO INTERVALO DE PARTOS PREJUÍZOS CAUSADOS PELO LONGO INTERVALO DE PARTOS: 1. MENOR PRODUÇÃO DE LEITE POR DIA DE INTERVALO DE PARTOS OU VACA/ANO 2. MAIS VACAS SECAS NO REBANHO 3. MENOS BEZERROS NASCIDOS 4. MENOR PRODUÇÃO DE LEITE NO REBANHO

35 1 LONGO INTERVALO PARTOS: MENOS LEITE POR DIA DE INTERVALO DE PARTOS E POR VACA/ANO PDIP = Produção por dia de Intervalo Partos MAIS IMPORTANTE QUE PRODUÇÃO POR LACTAÇÃO MELHOR ÍNDICE DE EFICIÊNCIA ZOOTÉCNICA DA ATIVIDADE LEITEIRA PDIP = PRODUÇÃO (Leite produzido na lactação kg) IP (dias de Intervalo de partos) EXEMPLOS : IDEAL : Vaca A = 3.650Kg Leite = 10Kg/dia IP 365 dias (+ 1 bezerro) Vaca B = 5.840Kg Leite = 8Kg/dia IP 730 dias MESTIÇO = 10 (8-12kg /dia): 3.650Kg em 365 dias HOLANDÊS = 15 (13-17kg / dia): 6.000Kg em 400 dias)

36 2 LONGO INTERVALO DE PARTOS = MENOR PRODUÇÃO DE LEITE NO REBANHO BEZERROS: 1 2 PARTO PARTO PARTO kg Leite kg Leite BEZERROS: PARTO PARTO PARTO PARTO kg Leite kg Leite kg Leite DIFERENÇA : 6.000kg / 3 anos = 2.000kg/ano 9.000kg / 3 anos = kg/ano kg Leite (50%) Fazenda com 50 vacas deixa de produzir + 17 bezerros /ano (1,5/mês) e litros leite/ano ou litros/mês

37 AUMENTO (%) NA PRODUÇÃO DE LEITE REDUZINDO INTERVALO DE PARTOS PARA 12 MESES Produção leite do rebanho aumenta 8,33% cada mês de redução do IP para 12 meses (válido apenas para 12 meses). INTERVALO PARTOS: 18 MESES para 12 meses: 6 meses de redução no Intervalo de Partos ( 6 x 8,33/mês = 49,98% = 50% de aumento na produção leite ) INTERVALO PARTOS: 12 MESES EXEMPLO: produção de 400 litros/dia e IP de 18 meses. Qual será a produção diária estimada reduzindo o IP para 12 meses? CÁLCULO: meses = 6 meses x 8,33% = 49,98% (50%). RESPOSTA : de 400 para 600 litros de leite/dia (aumenta 50%).

38 FÓRMULA: CALCULAR VARIAÇÃO (%) NA PRODUÇÃO DE LEITE COM BASE NO INTERVALO DE PARTOS Fórmula para estimar (%) PERDA (maior IP) ou GANHO (menor IP) na produção leite (vaca ou rebanho), variando o Intervalo Partos. Ferreira e Teixeira (2000): Ver.Bras.Rep.Animal, v. 24,n. 4, p VPL = IPe Ipd x 100 IPd - VPL = Variação na Produção de Leite (%) - IPe = Intervalo de Partos Existente - IPd = Intervalo de Partos Desejado REDUÇÃO DO INTERVALO DE PARTOS: EXEMPLO: produção de 500 litros/dia e IP de 20 meses. Qual o aumento estimado (%) na produção diária reduzindo o IP para 13 meses? VPL = IPe IPd x 100 = x 100 = 7 x 100 = 0,5384 x 100 = IPd ,8% (+ 269 litros) Produzirá ± = 769 litros/ dia

39 2. COMO REDUZIR O INTERVALO DE PARTOS (VACA NÃO DEVE PARIR MAGRA E NEM GORDA)

40 NUTRIÇÃO e REPRODUÇÃO - Efeitos da subnutrição Falta de cio Maior intervalo de partos Menos leite e menos bezerros Nutrição e Reprodução em Bovinos:

41 POR QUÊ NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO EM BOVINOS É UM CASAMENTO SEM DIVÓRCIO? Boa alimentação Cria nascida - Novilha - Vaca Dá cio Fica prenhe Reproduz (vai parir)

42 VACA MAGRA NÃO DÁ CIO (CIO ENTRA PELA BOCA) 1. Vaca mal nutrida: não dá cio (não vicia) Ovário 2. Vaca bem nutrida: dá cio (cio entra pela boca) Cresce Folículo Magra Não cresce folículo (vaca não dá cio) Ovário Ovário Hormônio Vaca dá cio Ovário Ovulação Muito Magra Ovário PDL (Pequeno, Duro, Liso) Ovário Ovário Forma corpo lúteo (mantêm a gestação até o parto)

43 Venda de animais Venda de leite Renda do produtor Para produzir leite vaca tem que parir Para parir tem que emprenhar (gestante) Para emprenhar tem que ser coberta Só dou cio se engordar Para ser coberta tem que dar cio Para dar cio Tem que estar bem alimentada: com boa condição corporal (nem magra e nem gorda)

44 Enquanto o patrão não me der comida para engordar, vou continuar com o ovário parado (não dou cio), e assim não vou emprenhar e nem vou parir. A culpa é dele e o prejuízo também, pois só vou lhe dar leite e bezerro se me der comida

45 CIO ENTRA PELA BOCA Cio normal = Animal com boa condição corporal Cérebro Hormônios Nutrientes Rúmen Muitas bactérias (micróbios) Alimento de boa qualidade Muco de cio

46 CIO ENTRA PELA BOCA Cio Falso (sinais de cio): animal magro Cérebro Hormônios Nutrientes Rúmen Poucas bactérias (micróbios) Nada ocorre nos ovários Pouco alimento e de má qualidade Muco de cio falso

47 2 CIO ENTRA PELA BOCA Não existe no mundo um remédio (hormônio) milagroso que faça uma vaca magra ou muito magra com ovários inativos ou PDL (pequeno, duro e liso) apresentar um cio fértil. (SINAIS DE CIO SIM)

48 BOM RUFIÃO : NÃO BASTA A VACA DAR CIO, TEM DE SER IDENTIFICADO PARA SER APROVEITADO

49 DESTINO DO ALIMENTO NO CORPO DA VACA 1. Início da Lactação: até ± 4 meses depois do parto Parto Alimento LEITE CORPO Início Lactação: difícil ganhar peso (ruim para engordar) - Meio da Lactação Final Lactação Sêca Parto Alimentos: - Capim - Silagem - Cana - Concentrado - Minerais - Vitaminas Corpo

50 DESTINO DO ALIMENTO NO CORPO DA VACA 2. Meio da Lactação: 4 até 8 meses pós- parto Parto Alimento Parto Início da Lactação Leite Igual IGUAL = Corpo Final Lactação Sêca Meio Lactação: manter- ganhar pouco peso (produção- alimentação?) Alimentos: - Capim - Silagem - Cana - Concentrado - Minerais - Vitaminas (=) Corpo

51 DESTINO DO ALIMENTO NO CORPO DA VACA 3. Final da Lactação = 2-3 meses antes de secar Período Sêco = 2 meses antes de parir Parto Início da Lactação Meio da Lactação Leite Alimento Corpo Alimentos: - Capim - Silagem - Cana - Concentrado - Minerais - Vitaminas - Parto Feto (-) Leite Secar: Ótimo Secar Bom Engordar (ganhar peso) Corpo

52 PREJUIZO DA VACA MAGRA AO PARTO VACA MAGRA NÃO DÁ CIO (NÃO VICIA) VACA DE BOA PRODUÇÃO LEITEIRA PARINDO MAGRA: até 3-4 meses pós-parto alimento vai mais para leite e menos para o corpo. Assim, a vaca continua magra ou emagrece mais ainda. ATRASA CIO: atrasa inseminação/monta, demora emprenhar, alonga intervalo de partos = menor produção de leite e bezerros. ECC 2 (Magra) Quanto mais leite e pior a alimentação, mais atrasa cio depois do parto. Animal de alta produção não consegue comer o que precisa para atender sua produção = emagrece (perde peso) tirando gordura do corpo para fornecer energia suplementar.

53 VACA DEVE PARIR COM BOA CONDIÇÃO CORPORAL (NEM MAGRA - NEM GORDA) Cio aparece rápido depois do parto e não desperdiça alimento (R$) que formaria gordura em excesso no corpo da vaca. ECC 3 (Moderada = BOA) - USA ECC 4 (BOA) - Embrapa

54 POR QUÊ A VACA NÃO DEVE PARIR MAGRA? Como a boa condição corporal ao parto ajuda encurtar intervalo partos? Parto Cio e Gestação 3 Meses Parto A B 1º Dar Cio (Viciar) Não perder muito peso até 2 3 meses pós- parto. Identificar o Cio Inseminação ou Monta Controlada 2º Ficar prenhe (pegar cria emprenhar) - Touro fértil. - IA correta. - Vaca: metrite? - Manejo: calor, alimento. 3º Não perder a cria (não abortar) Doenças Manejo Alimentos Vaca parindo magra: Atrasa cio (não vicia) (+) RP (fica resto) (+) Parto Distócico (difícil) (+) Infecção Uterina

55 EFICIÊNCIA NA PRODUÇÃO DE LEITE FONTE ENERGÉTICA PARA LEITE: ALIMENTO OU GORDURA? MOE (1971) - GARNSWORTH (1988) Excesso de alimento ensilado no corpo da vaca como gordura ALIMENTO GORDURA GORDURA PARTO (+++) Caro Caro ALIMENTO Mais para Leite (+) Barato Final Lactação Período Seco L E I T E

56 VANTAGENS DE NÃO DEIXAR A VACA PARIR MAGRA Vaca bem alimentada - No final da lactação (quando produz pouco leite). - No período em que está sêca (não produz leite). 1. Maior Produção de Leite: (+) leite na lactação seguinte: 1 kg gordura fornece energia para 7-10 litros leite Vai parir com boa condição corporal (nem magra - nem gorda) Produtor não perde dinheiro: retorno vem de 2 maneiras. 2. Melhor reprodução (mais crias): Cio aparece logo depois do parto (menos 90 dias), emprenha mais rápido e encurta Intervalo de Partos.

57 PREJUIZOS DA VACA GORDA AO PARTO 1. EXCESSO DE GORDURA CORPORAL não é necessário para animal produzir mais ou reproduzir bem. 2. ALIMENTO QUE FORMOU EXCESSO DE GORDURA numa vaca, podia ter sido consumido por outra vaca e ser transformado em leite. 3. FAZENDA NO SUL DA BAHIA: litros de leite dentro das vacas em forma de gordura - sem qualquer retorno financeiro (R$) para o bolso do produtor. ECC 5 (Muito Gorda USA) ECC 5 (Gorda Embrapa)

58 Órgãos Genitais (Gordura)

59 3. ERROS DE MANEJO

60 Vacina contra VPT (1) A primeira coisa a fazer na fazenda visitada é saber se o produtor é vacinado ou não contra VPT, uma doença descrita por Primo Quináglia Neto, técnico da Coopereal. QUE DOENÇA É ESTA? - A doença dos VIZINHOS, PARENTES e TÉCNICOS - VPTdrp = desinformados, recalcados e pessimistas. Produtor que quer tentar fazer algo diferente, melhorar, procurar soluções para seus problemas, sempre tem alguma pessoa de mal com a vida torcendo pelo seu fracasso. É um tal de dizer (Camargo, 2011): Isso eu já fiz e não deu certo Esse técnico é doido e vai te quebrar Vai perder tempo e dinheiro, no final não dá em nada Já vi esse filme antes e o final não foi nada bom. Você é doido de ficar acompanhando esses técnicos.

61 Vacina contra VPT : Vizinho, Parente e Técnico (desinformado, recalcado e pessimista) (2) 1) VIZINHOS: tem 3 categorias Os que ajudam e são solidários (não são muitos). Os que não estão nem aí, mas ao menos não atrapalham. Os que incomodam, perturbam e procuram atrapalhar. Fazem de tudo, até denunciam supostas irregularidades, principalmente em questão ambiental, para que o produtor não progrida, não tenha sucesso. 2) PARENTES: nem é bom comentar. Alguns poucos até ajudam, mas a maioria é fardo pesado, recalcado, que não quer ver o crescimento de ninguém, principalmente de parentes. Pode incluir cunhados e genros, que são parentes agregados. 3) TÉCNICOS: alguns que são sempre do contra. Pode prestar assistência ou desassistência técnica (neste caso quando não tem o devido conhecimento e competência). Temos Técnicos de Extensão Rural (os bons), mas também de Extinção Rural (os ruins). Pagar bem o técnico e ser bem atendido Existem Técnicos e vendedores espertalhões que aproveitam a credulidade e boa fé do produtor, capaz de acreditar em qualquer pessoa de boa lábia.

62 PRODUTOR RECLAMA DOS SEGUINTES PROBLEMAS REPRODUTIVOS As causas de problemas reprodutivos em bovinos são muitas, mas no animal se apresenta de três maneiras (o produtor reclama de): 1. FALTA DE CIO (ANESTRO) ALIMENTAÇÃO - comida (vaca magra ou muito magra). Muitas vacas sem dar cio: subnutrição (fome). Uma ou outra (poucas) vacas sem dar cio: problema da vaca e não do manejo. 2. REPETE CIO APÓS MONTA OU INSEMINAÇÃO CONFORTO TÉRMICO MANEJO INCORRETO (inseminação mal feita, sêmen ruim, problema com touro, doenças febris, dor, nervosa, calor). 3. ABORTOS (PERDER OU MOVER CRIA) SANIDADE SAÚDE (doenças febris ou infectocontagiosas)

63 CIO FALSO (sinais de cio): animal magro (injeção de estrógeno) Cérebro Hormônios Sangue Nutrientes RÚMEN Poucas bactérias (micróbios) Pouco alimento de má qualidade Muco de cio falso

64 Não se pode construir uma casa começando pelo telhado A CASA DO SUCESSO PARA PRODUÇÃO DE LEITE Genética (o telhado da casa) Instalações e Equipamentos Sanidade - Reprodução - Manejo Sistema de alimentação Correção do solo e Produção de alimentos

65 CONCENTRADO: USO CORRETO Parto (vaca magra) Concentrado (pouco: adaptar) Final de lactação (pouco leite) Vaca seca (nenhum leite) Muito concentrado Início da lactação Concentrado Volumoso (verde) Rúmen (bucho) Flora microbiana Passa direto

66 CONCENTRADO: USO INCORRETO Parto (vaca magra) Nenhum concentrado Final de lactação (pouco leite) Vaca seca (nenhum leite) Muito concentrado Início da lactação Concentrado Volumoso (verde) Rúmen (bucho) Flora microbiana Passa direto

67 A) Verde de boa qualidade, sem mineral Energia + proteínas + minerais da planta B) Verde de má qualidade + mineral Bem pouca energia e proteína Mineral

68 PESQUISA: VACAS SEM CIO OBSERVADO PÓS- PARTO? Vacas/100 rebanhos = 14% Prenhes - 49% Anestro - 37% Ciclando FAZENDA (1) = 70 kms Juiz de Fora e com litros leite /dia vacas para aplicar PGF2 (Ciosin, Lutalyse, Veteglan...) - Comprou 40 doses de PGF2 : 2 doses/vaca com intervalo de 11 dias. - Principal ação do hormônio é Eliminar Corpo Lúteo (CL) - 40 doses x R$ 8,00 /dose = R$ 320,00 ( = 320 litros leite a R$ 1,00) PARA FAZER O QUÊ? 20 VACAS 3 PRENHES 3 VAZIAS (com CL) = cio não observado 14 MAGRAS: Ovários PDL (SEM CL) Cio 2-3 dias 3 Abortos Sincronizar 3 cios Aplicar água (14 vacas) Sem CL remédio não atua RESULTADO : 320 litros leite gastos para provocar 3 abortos, sincronizar 3 cios (bastava observar cio) e aplicar água em 14 vacas

69 REPRODUTOR: MANEJO INCORRETO

70 FAZENDA: SUDOESTE MG (DIVISA SP) = ERRO MANEJO 1. SITUAÇÃO ENCONTRADA: a) litros de leite/dia. b) Rebanho Holandês - PO (maioria) e PC. c) Sêmen caro. d) Vacas magras ou muito magras. 2. PERGUNTA: O QUE PRETENDE? RESPOSTA: minha meta é chegar a litros/dia. Para isto invisto em genética. 3. INTERVALO DE PARTOS = 21 meses (amostra: 20 vacas ao acaso) 4. MANEJO CORRETO DO REBANHO = reduzindo IP para 14 meses (+ 50%: litros = litros), para 13 meses (+ 61,5%: lts = litros) ou para 12 meses (+ 75%: lts = litros). 5. CONCLUSÃO: produtor já tem rebanho para produzir o que deseja (3.000 lts /dia), falta apenas manejo correto. 6. RISCO SE SITUAÇÃO CONTINUASSE: aumentar Intervalo de Partos. - Filhas produzirão mais que mães (uso de sêmen caro e bom). - Recebendo mesmo manejo da mãe, vão tirar reserva corporal para fornecer energia. - Emagrecem mais e aumentam Intervalo de Partos. - Produção total de leite fica igual, aumenta pouco ou até reduz.

71 USO DE TOUROS LEITEIROS: SOLUÇÃO OU PROBLEMA? Produtor compra e usa um bom touro leiteiro e consegue filhas de maior produção que as mães. Não melhora alimentação e os cuidados sanitários do rebanho (controle de doenças). Filha melhor de leite recebendo mesmo manejo que a mãe recebia Parto 18 meses O QUE ACONTECE? Parto Touro Holandês Vaca Zebu Parto Parto 22 meses 26 meses Parto Parto Touro Holandês Vaca 1/2 sangue Vaca 3/4 HZ

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