AMAZÔNIA: NOVOS MECANISMOS LEGAIS PARA REDUÇÃO DO DESMATAMENTO 1

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1 AMAZÔNIA: NOVOS MECANISMOS LEGAIS PARA REDUÇÃO DO DESMATAMENTO 1 Carlos Felipe de Andrade Abirached², Lívia Marques Borges³ ² Advogado, especialista em Direito Ambiental. Mestrando em Política e Gestão Ambiental. Analista Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, ³ Engenheira Florestal, Mestre em Manejo Florestal. Analista Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, RESUMO Em 2004, o governo federal tomou medidas contundentes para conter o desmatamento, lançando o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAM), cujo resultado prático foi a redução de 59% do desmatamento entre os anos de 2005 e No entanto, os últimos meses de 2007 apresentavam uma preocupante tendência de retomada dos desmates. Com base nesta constatação, foi editado o Decreto Federal n 6.321/07, que definiu critérios de seleção para listagem de municípios prioritários às ações de prevenção e controle dos desmatamentos e também novos institutos jurídicos para o monitoramento e a responsabilização das cadeias produtivas. Assim é que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) editou duas listas com 43 municípios responsáveis por metade dos desmatamentos na região nos últimos anos. Para terem o desmatamento declarado e sob controle, estes municípios precisam dispor de monitoramento remoto de 80% de seu território, por meio de Cadastro Ambiental Rural (CAR), instrumento que delimita e georreferencia as Áreas de Preservação Permanente e a Reserva Legal de imóveis rurais. O CAR orienta o planejamento do imóvel, dá base para a sua regularização ambiental e permite o monitoramento público dos desmatamentos, imóvel a imóvel. Este artigo aborda, portanto, os efeitos do Decreto n 6.321/07 e atos normativos dele decorrentes, com foco no CAR e suas implicações jurídicas na gestão ambiental de imóveis rurais na Amazônia, inclusive quanto ao que dispõe o Decreto nº 6.514/08 sobre a Reserva Legal. O artigo conclui que embora constantes os avanços legais e administrativos, ainda há muito que avançar na gestão ambiental no meio rural, assim como no controle e monitoramento dos desmatamentos na Amazônia. Mas as medidas apontadas, ainda que constituam um grande desafio de implementação, como é o caso do Cadastro Ambiental Rural, podem concretizar e fortalecer as regras do Código Florestal. Palavras-chave: Amazônia, Desmatamento, Código Florestal, Direito Ambiental, Licenciamento Ambiental. 1. INTRODUÇÃO 1 Este texto reflete a opinião pessoal e não necessariamente institucional dos autores.

2 Após três anos consecutivos de queda das taxas de desmatamento na Amazônia, com redução de 59% no período , os últimos meses de 2007 apresentavam uma preocupante tendência de retomada dos desmates. Os esforços até então realizados, fundados no aparato legal até então vigente, se mostraram insuficientes para conter os avanços de atividades ilegais sobre a floresta. Foi constatado que as áreas convertidas de florestas para atividades agropecuárias, antes de grandes extensões, estavam cada vez mais fragmentadas no território, dificultando as ações de controle e fiscalização ambiental. A área dos grandes desmatamentos se reduziu, aumentando relativamente a importância dos pequenos polígonos de desmatamentos. Na prática, controlar os desmatamentos na porta da fazenda, ou caso a caso, se mostrava e ainda se mostra impraticável. A situação apontava para a necessidade de tomar medidas para priorizar áreas de maior pressão agropecuária e também dispor de mecanismos que pudessem verificar quais desmatamentos eram legais ou não. Tendo como base tal constatação, foi editado o Decreto Federal n 6.321, de 21 de dezembro de 2007, que definiu os critérios de seleção de municípios prioritários para ações de prevenção e controle dos desmatamentos. O decreto também trouxe novos institutos jurídicos para o monitoramento e a responsabilização de cadeias produtivas, além de reiterar que a concessão de crédito rural fica condicionada à regularidade ambiental do imóvel. Este artigo tem como objetivo, portanto, abordar os efeitos do Decreto n 6.321/07 e atos normativos dele decorrentes, com foco no CAR e suas implicações jurídicas na gestão ambiental de imóveis rurais na Amazônia, inclusive quanto ao que dispõe o Decreto nº 6.514/08 sobre a Reserva Legal. 2. NOVO DIREITO AMBIENTAL PARA A AMAZÔNIA 2.1. Foco em municípios com altas taxas de desmatamento De acordo com o Decreto nº 6.321/07, o MMA é responsável por editar, anualmente, lista de municípios prioritários em função das altas taxas de desmatamento. Com base nos critérios do decreto, o MMA, por meio das Portarias n 28/08 e n 102/09, elencou 43 municípios sobre os quais incidem ações relativas à proteção de áreas ameaçadas de degradação e à racionalização do uso do solo, de forma a prevenir, monitorar e controlar o desmatamento ilegal. Como primeira decorrência, os imóveis rurais situados nos 43 municípios passaram a ser objeto de atualização cadastral junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para fins de controle fundiário. Os imóveis rurais cujos detentores não procederam à atualização cadastral, tiveram seus respectivos cadastros inibidos junto ao Sistema Nacional de Cadastro Rural. Ficou proibida a emissão de novas autorizações para supressão florestal (corte raso) em extensão superior a cinco hectares por ano, nos imóveis situados naqueles municípios com área superior a quatro módulos fiscais. Novos desmatamentos só podem ser autorizados para os imóveis que possuam a certificação de georreferenciamento. No Seminário Técnico-Científico sobre desmatamento na Amazônia, promovido em dezembro de 2008 pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o MMA, concluiuse que essas medidas implantadas foram acertadas e obtiveram êxito. Recentemente, o Imazon (2009) e Lima et al. (2008) divulgaram estudos com a mesma constatação. Isto sugere o motivo da reversão da tendência de aumento da taxa do ano de 2008 (prevista no final de 2007), mantida no patamar de km² (INPE, 2008).

3 A Portaria MMA nº 103/09 definiu os critérios para os municípios saírem da lista de prioritários para ações de prevenção e combate ao desmatamento e passarem a integrar a lista de municípios com desmatamento monitorado e sob controle. Para tanto, 80% do território dos municípios excetuadas as unidades de conservação de domínio público e terras indígenas homologadas deve estar com seus imóveis rurais devidamente monitorados, por meio de georreferenciamento de sua área total, área de uso alternativo do solo, as áreas de preservação permanente e da Reserva Legal. Isto é, devem promover o Cadastro Ambiental Rural em escala municipal. Além disso, os municípios devem reduzir significativamente sua taxa anual de desmatamento Cadastramento Ambiental Georreferenciado de Imóveis Rurais (CAR) O cadastro ambiental georreferenciado de imóveis rurais é um mecanismo por meio do qual os órgãos ambientais obtêm o registro eletrônico da área total do imóvel, das áreas com atividades agropecuárias, das Áreas de Preservação Permanente (APP) e da Reserva Legal (RL), no âmbito do licenciamento do imóvel. Os vértices dos polígonos de cada imóvel rural, com a delimitação da vegetação nativa nele existente ou não, são lançadas em um sistema informatizado de dados georreferenciados e plotados sobre imagens de satélites, de modo a oferecer precisão ao monitoramento remoto e efetividade das operações de fiscalização em campo. A nova tecnologia pode ser considerada um raio X do imóvel rural, no qual as APPs e a RL são monitoradas por meio de análises de imagens de satélite, imóvel a imóvel. O CAR está previsto apenas na Portaria nº 103/09 do MMA. Mas alguns Estados da Amazônia dispõem de legislação específica sobre o Cadastro Ambiental Rural, como por exemplo, o Mato Grosso e o Pará. Contudo, os proprietários não sentem segurança jurídica para protocolar o cadastro (visando à regularização do imóvel) perante o órgão ambiental, pois temem autuações pelos passivos em APP e Reserva Legal. Além disso, feito o CAR, o interessado deve firmar Termo de Ajuste de Conduta (TAC), comprometendo-se a recuperar as APPs e recompor a Reserva Legal. Desse modo, em geral, o CAR constitui uma etapa prévia ao licenciamento ambiental do imóvel rural 2. Cumpre ressaltar que o cadastro não gera direito fundiário de qualquer natureza, restringindose à esfera ambiental. Mas os sistemas dos órgãos estaduais que recepcionam o CAR devem estar integrados às bases de cadastros fundiários dos órgãos de terra, para fins de gestão e monitoramento conjuntos. Afinal, os desmatamentos estão ligados em grande parte à grilagem de terras e, nesse sentido, a identificação de quem desmatou é determinante para as ações de responsabilização Implicações do Cadastro Ambiental Rural no regime jurídico da Reserva Legal Com o CAR, o órgão estadual de meio ambiente tem condições técnicas precisas para autorizar a melhor localização da Reserva Legal, visando o planejamento da paisagem e a formação de corredores ecológicos. O Cadastro Ambiental Rural estimula a conservação de florestas e da biodiversidade em áreas particulares, sendo estratégico para regiões onde somente existem remanescentes em área privada, além das áreas protegidas. Entretanto, o CAR ainda é visto por produtores rurais como declaração de culpa, com o qual as ações administrativas, civis e penais são conseqüências diretas, o que não corresponde à realidade. Desse modo, a não autuação sobre o passivo identificado com o CAR é o principal atrativo para a adesão. Com efeito, há que se considerar que o CAR é apenas um protocolo de 2 O licenciamento ambiental de imóvel rural difere do licenciamento ambiental da atividade (agrícola ou pecuária), embora pré-requisito desta, e cumpre a função de identificar a legalidade do imóvel quanto às principais exigências do Código Florestal (APP e RL).

4 regularização ambiental de imóvel rural. Para obstar a autuação sobre o passivo ambiental, somente o TAC ou o Termo de Compromisso tem o condão de gerar efeitos jurídicos de evitar a autuação com sanções administrativas. Com efeito, uma vez protocolado o CAR, o interessado tem 90 dias (prazo previsto na Lei de Crimes Ambientais, art. 79, 6º) para firmar o termo de compromisso junto ao órgão estadual, com o qual obsta a aplicação de sanções administrativas, por um prazo de até três anos, prorrogável. A não autuação restringe-se à área objeto do termo, apenas, de modo que cabem autuações por outras ilegalidades em outras áreas do imóvel, se houver. Mas algumas questões de natureza operacional ou executiva ainda se mostram pendentes. A primeira delas é de como comprovar a recomposição da RL quando a alternativa escolhida for o plantio a cada três anos de 1/10 da área total necessária à sua complementação (art. 44, I, do Código Florestal). No Estado do Acre, foi encontrada boa solução: a recomposição da Reserva Legal é feita de modo que permite ao interessado se comprometer com o plantio de 1/10 da área total necessária à recomposição da RL, por meio de sucessivos termos de compromisso ou TAC válidos e exigíveis por três anos. Assim, a cada três anos o proprietário rural recompõe 1/10 da área de Reserva Legal faltante. A medida atende ao Código Florestal e aos prazos da Lei de Crimes Ambientais. Ademais, alivia a tensão em regiões onde o Zoneamento Ecológico-Econômico pode diminuir a RL em até 50% para fins de recomposição no imóvel. Situação desafiadora para os órgãos ambientais, principalmente os estaduais (por força da descentralização prevista na Lei de Gestão de Florestas Públicas Lei nº /06), é a aplicação dos prazos dos arts. 55 e 152 do Decreto Federal nº 6.514/08 (novo regulamento da Lei de Crimes Ambientais, que dispõe sobre Infrações Administrativas Ambientais). O art. 55 tipificou como infração deixar de averbar a reserva legal. O art fixa prazo até 11 de dezembro de 2009 para a entrada em vigor da regra do art. 55. Ou seja, deixar de averbar a RL a partir desta data enseja multa diária de R$ 50,00 a R$ 500,00 por hectare ou fração da área de RL. Mas os parágrafos 1º e 3º do art. 55 ainda conferem 120 dias para o autuado firmar termo de compromisso de averbação e preservação, caso a RL conte com 80% de vegetação nativa. Se não houver vegetação nativa suficiente, o autuado deverá firmar o termo de compromisso de averbação e recomposição, regeneração ou compensação da RL junto ao órgão estadual de meio ambiente. Se assim não o fizer ou descumprir o termo firmado, o proprietário deverá pagar multa diária, desde o dia da lavratura do auto de infração e estará sujeito à ação judicial. A questão é saber, de um lado, se os órgãos estaduais de meio ambiente que têm competência para definir a localização da Reserva Legal dispõem de capacidade executiva para responder à demanda dos interessados na averbação da RL nos termos do Decreto nº 6.514/08. Na Amazônia Legal, o produtor rural protocolará o CAR de seu imóvel (em cujo Estado exista a previsão deste instrumento), fará no TAC a opção pelas alternativas do Código Florestal (recomposição de 1/10 a cada três anos ou regeneração, compensação em outro imóvel e/ou desoneração em unidade de conservação), com a proposta de localização da RL e terá de aguardar manifestação do órgão para que seu imóvel passe a ser considerado em processo de regularização (com o qual ficará apto a pleitear o crédito rural, dentre outros incentivos). Por essa razão, é possível compreender que os prazos do decreto de infrações administrativas ambientais demandarão dos órgãos estaduais de meio ambiente um expressivo reforço de seus quadros técnicos e a modernização de seus procedimentos, a fim de atenderem à demanda que provavelmente será apresentada pelos produtores rurais. 3 Alterado pelo Decreto nº 6.686/08.

5 De outro lado, é fundamental que o setor ruralista ao invés de continuar invocando o inexistente direito adquirido de manter desmatados 30% da Reserva Legal (entre 50 e 80%) passe a encarar no cadastro ambiental rural um instrumento para promover o adequado planejamento do imóvel, inclusive como medida de racionalização do uso do solo, com benefícios para o próprio produtor. Com a regularização do imóvel, o produtor rural dispõe de segurança jurídica para suas atividades. Assim, fica seguro quanto a eventuais fiscalizações, diferencia-se no mercado e perante a opinião pública, faz transações comerciais de seus produtos com segurança e fica apto à obtenção do crédito rural. Ainda, com o CAR, será possível identificar ativos florestais, de modo que o produtor poderá integrar-se no mercado de Cota de Reserva Florestal, e poderá ser compensado por serviços ambientais inclusive o armazenamento de carbono que as matas de seu imóvel provêem à sociedade. Por estes motivos é que o Cadastro Ambiental Rural deve ser expressamente previsto no Código Florestal como instrumento de gestão. O CAR permitirá o monitoramento e o controle em grande escala do desmatamento e permitirá o processo de regularização de imóveis rurais, com o qual um conjunto de oportunidades econômicas se descortinará àqueles que já perceberam que um negócio promissor no meio rural é passar a investir em manutenção e recuperação de florestas. Cumpre destacar, por fim, que a implementação do CAR em sistema de varredura nos 43 municípios da lista envolve um amplo pacto entre a sociedade local. Alguns municípios largaram na frente, principalmente aqueles que já vinham se fortalecendo por meio de processos de planejamento e gestão ambiental e territorial. Estão avançando mais rápido no processo de regularização ambiental e fundiária, apresentam melhores condições para implementar boas práticas na agricultura e na pecuária em todas as escalas, e estão se voltando para o manejo florestal sustentável e projetos de pagamento por serviços ambientais. 5. CONCLUSÕES De acordo com as recentes normas editadas, principalmente o Decreto nº 6.321/2007, esperase que a taxa de desmatamento na Amazônia seja reduzida a um patamar inferior a km², pois as novas medidas de controle das atividades ilegais, em conjunto com as de fomento à produção sustentável, devem ampliar a queda do desmatamento na região. Os novos instrumentos jurídicos (Decreto nº 6.321/2007; Portarias do MMA nº 28/2008, nº 102/2009, nº 103/2009; Decreto nº 6.514/08) editados com o objetivo de criar um conjunto de normas para aumentar a proteção ambiental da Amazônia, criaram um novo e ainda não consolidado regime jurídico que exigirá fortalecimento e atuação eficiente dos órgãos de meio ambiente, mas também a sensibilidade e o efetivo compromisso dos produtores rurais. Infere-se, a partir das normas editadas para proteger a Amazônia das atividades predatórias e do desmatamento ilegal, que a atuação do Estado deve ser cada vez maior e mais presente, inclusive pela demanda crescente advinda com o instrumento do Cadastro Ambiental Rural e as novas regras para a averbação da Reserva Legal. Enquanto não houver sistemas informatizados nos órgãos estaduais de meio ambiente, que permita o monitoramento remoto de cada imóvel rural, o instituto jurídico da Reserva Legal continuará a ser descumprido. O Cadastro Ambiental Rural constitui instrumento promissor para a implantação de uma gestão ambiental rural com foco no uso da terra aliado à proteção ambiental, com benefício para todos: segurança para a produção rural e condições efetivas para a conservação da biodiversidade. Por isso, o CAR deve constar no Código Florestal como instrumento de regularização, monitoramento, controle e gestão ambiental rural.

6 BIBLIOGRAFIA INPE. Monitoramento da Cobertura Florestal da Amazônia por Satélites: sistemas PRODES, DETER, DEGRAD e Queimadas. 47 p IMAZON. Qual o efeito das novas políticas contra o desmatamento na Amazônia? Disponível no endereço eletrônico: acessado em 16 de junho de LIMA, A.; MOUTINHO, P.; CAPOBIANCO, J. P. Desmatamento na Amazônia: medidas e efeitos do Decreto Federal 6.321/07. Brasília: IPAM, 2008.

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