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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE MOTIVOS PELO QUAL PUÉRPERAS ENTRE 14 A 20 ANOS QUE NÃO PLANEJARAM A GRAVIDEZ NÃO PARTICIPARAM DO PROGRAMA DE PLANEJAMENTO FAMILIAR EM SEU BAIRRO: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO EM MATERNIDADE Por: Áurea Cypriano Efgem DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL Orientador Profª. Drª. Maria da Conceição Maggioni Poppe Vitória 2008

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE MOTIVOS PELO QUAL PUÉRPERAS ENTRE 14 A 20 ANOS QUE NÃO PLANEJARAM A GRAVIDEZ NÃO PARTICIPARAM DO PROGRAMA DE PLANEJAMENTO FAMILIAR EM SEU BAIRRO: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO EM MATERNIDADE Apresentação de monografia à Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista Saúde da Família Por: Áurea Cypriano Efgem

3 3 AGRADECIMENTOS Ao grande e Eterno EU SOU, pelo privilégio de ser chamada sua filha. Sem ti nada poderia ter feito. Aos pacientes. Sem vocês, nossa profissão não teria sentido. À mãe e meu avô, muito obrigada pelas palavras de incentivo e orações. Em vocês sempre encontrei forças para continuar a caminhada. A toda minha família sou grata pelo apoio e confiança depositada. Ao meu esposo e eterno namorado. Obrigada amor por tudo, principalmente, por ter compreendido todas as vezes que eu dizia não ter tempo. À minha orientadora, Profª. Maria da Conceição Maggioni Poppe, pelo direcionamento, dedicação, e experiências compartilhadas.

4 4 DEDICATÓRIA... Dedico este trabalho monográfico a Deus, aos meus pais, amigos, ao meu esposo, toda minha família, e por todas as pessoas que torcem por minha vitória...

5 5 RESUMO Trata-se de um estudo quanti-qualitativo e exploratório, com o objetivo de identificar os motivos pelo qual mulheres entre 14 e 20 anos que não planejaram a gravidez não participaram do programa de planejamento familiar em seu bairro. Esta pesquisa foi realizada na Maternidade Pró-Matre em Vitória E.S, através de um formulário com perguntas abertas e fechadas, constando dados de identificação, idade, escolaridade, profissão/ocupação e perguntas acerca do planejamento familiar (ver apêndice A). A amostra constituiu de 16 sujeitos, destas 13 solteiras, onde a faixa etária de maior proporção foi a de 17 e de 20 anos, 11 entrevistadas, não têm conhecimento da existência do programa, algumas (3 sujeitos), não sabiam a finalidade do planejamento familiar. Outra entrevistada, disse que não participa do programa, pois não tem unidade de saúde em seu bairro. Das 16 mulheres 15 não participaram do planejamento familiar. Em relação ao conhecimento sobre o programa ficou evidente que 12 entrevistadas não sabem o que é o planejamento familiar e 4 possuem informações incompletas sobre tal. Através destes dados, consideramos que o governo deve investir em campanhas educativas, já que o planejamento familiar, é um programa de suma importância, para a saúde pública. Além disso, todo profissional da área da saúde, deve se preocupar em informar ao casal e/ou a mulher sobre os métodos contraceptivos, e encaminhe-los para participar do programa. Para isso, também é muito importante investimentos das instituições de ensino, pois a prática do profissional está ligada diretamente com sua formação acadêmica. Palavras chaves: Planejamento familiar, Mulheres entre 14 e 20 anos, Métodos contraceptivos.

6 6 METODOLOGIA A pesquisa trata-se de uma abordagem quanti-qualitativa, exploratória. Para Leopardi (2002) a pesquisa qualitativa é apropriada se o interesse não está focalizado em contar o número de vezes em que uma variável aparece,mas sim o que elas apresentam Um estudo exploratório para a mesma autora, é aquele que propicia ao pesquisador [...] aumentar sua experiência em torno de um determinado problema (op.cit. 2002,p.119). Este estudo foi realizado na Materinade Pró-matre em Vitória E.S, no período de 25 de agosto a 3 de setembro. Foi aplicado um formulário com perguntas abertas e fechadas constando dados de identificação, idade, escolaridade, profissão/ocupação e perguntas acerca do Planejamento Familiar(ver apêndice A), sendo a população alvo mulheres de 14 a 20 anos. A amostra foi composta de 16 sujeitos selecionados de forma aleatória. A maternidade possui em média 350 partos normais e 200 cesariano. Possui uma equipe multidiscilplinar, e ainda consta com o programa de parto humanizado onde a parturiente possui o direito de ter um acompanhamente de sua escolha durante o trabalho de parto, parto e puerpério. Esta instituição atende pacientes de Vitória, e da grande Vitória como : Cariacica, Viana, Vila Velha entre outras. A clientela é diversificada, ou seja, adolescentes, jovens e adultos.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I -ÓRGÃO REPRODUTOR MASCULINO E FEMININO Órgãos genitais femininos Ógãos genitais masculinos Sexualidade na adolescência 14 CAPÍTULO II- MÉTODOS CONTRACEPTIVOS MÉTODOS NATURAIS E MÉTODOS ARTIFICIAIS MÉTODOS NATURAIS Tabelinha Temperatura corporal basal Método de ovulação ou bilings Sinto térmico MÉTODOS ARTIFICIAIS Preservativo Diafragma Espermicidas Anticoncepcional hormonal oral Anticoncepcional hormonal injetável Esterilização Ligadura Tubária Vasectomia Dispositivo intra uterino 32 CAPÍTULO III- RESULTADOS E DISCUSSÃO 34 CONSIDERAÇÕES FINAIS 40 BIBLIOGRAFIA 41 APÊNDICES 43

8 8 INTRODUÇÃO O tema deste trabalho monográfico é Planejamento Familiar, e o objeto de estudo será Motivos pelo qual puérperas entre 14 e 20 anos que não planejaram a gravidez não participaram do programa de planejamento familiar em seu bairro. Durante a graduação em enfermagem, aprendemos, dentre outros aprendizados, as várias funções do(a) enfermeiro (a) e mantive minha atenção dentre estas os papéis de educador e pesquisador. Defini que tinha afinidade pela Saúde Coletiva. Logo após a graduação dei início a especialização em Saúde da Família, queria pesquisar um assunto dentro dela, mas não sabía exatamente o quê, pois sua abrangência é extensa. Mantive sempre em mente que as enfermeiras devem estar constantemente alertas para os problemas de enfermagem e questões importantes relacionadas aos cuidados do paciente que podem servir como base para questões pesquisáveis. (SMELTZER E BARE, 2002) O interesse surgiu após a experiência de quatro meses em uma Maternidade em Cariacica E.S, onde era comum gestantes/parturientes solteiras e que não desejaram a gravidez entre a idade de 14 a 20 anos, e às vezes enfrentando as complicações de abortamentos provocados. Sabendo da existência do programa, quis entender o porquê da ocorrência de gravidez indesejada tendo em vista o conceito deste programa que é: a possibilidade do homem, da mulher ou do casal poder escolher livre e conscientemente o número de filhos que quer ter, quando têlos e o espaçamento entre eles, usando para isso qualquer método contraceptivo existente, sendo totalmente gratuito pelo Sistema Único de Saúde. Outra relevância em se estudar este assunto é que na Lei de N.º 9.263, de 12 de janeiro de 1996 no art.4º diz: O planejamento familiar orienta-se por ações preventivas e educativas e pela garantia de acesso igualitário a informações, meios, métodos e técnicas disponíveis para a regulação da fecundidade. E para que esse direito possa ser efetivamente exercido, é necessário que os

9 9 indivíduos tenham conhecimento das possibilidades de influir no ritmo da procriação e tenham acesso às informações e aos meios para que possam intervir, se assim o desejarem, para separar o exercício da sexualidade da função reprodutiva, e em conseqüência, exercer na plenitude o planejamento da sua prole... (BRASIL,1985). Sabendo disso, surgiu o interesse em identificar: Quais os motivos puérperas entre 14 e 20 anos que não planejaram a gravidez não participaram do programa de planejamento familiar em seu bairro? No bairro onde essa puérpera reside, existe o programa? Se existe o programa está funcionando? Uma possível hipótese que responderá o problema será: Falta de conhecimento acerca do programa de planejamento familiar e a ausência do programa no local onde reside essa paciente. Veremos o que será analisado em cada capítulo: No capítulo I, será abordado, anatomia e fisiologia do órgão reprodutor feminino (internos e externos), e masculino, e também sobre a sexualidade na adolescência. No capítulo II, serão apresentados, todos os métodos contraceptivos, naturais e artificiais, como: tabelinha, temperatura corporal basal, sinto térmico, preservativo, diafragma, esterilização, etc. Suas indicações, contra-indicações, vantagens, desvantagens, como utilizar o método, além dos efeitos colaterais. No capítulo III, será mencionado sobre a sexualidade na adolescência. Neste Tópico, veremos o complexo de Édipo sobre a concepção de Freud. Sabemos que a identidade sexual, começa a se organizar, desde o nascimento, mas é na adolescência que ela adquire sua estrutura, e seu perfil definitivo. Por isso, vemos a necessidade de uma adequada orientação sexual, evitando-se assim doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada e consequentemente mortes materno/infantis, devido abortos provocados. No capítulo IV, analisaremos os resultados deste trabalho monográfico, que

10 10 foi dividido em: I- Identificação dos sujeitos; II- Nível de participação dos sujeitos no programa de planejamento familiar; III- Motivos da não participação dos sujeitos no programa.

11 11 CAPÍTULO I ÓRGÃOS REPRODUTORES MASCULINOS E FEMININOS O ser homano sempre estar em busca do prazer. Podemos percebê-los através de todos os nossos sentidos e em diversas situações, como por exemplio, saboreando uma comida gostosa, vendo uma bela paisagem, sentindo cheiro da chuva na terra, enfim: prazer é sensação gostosa, é bem estar, é se sentir feliz. Nosso corpo também é uma grande fonte de prazer. E esse prazer tende a aumentar a medida que conhecemos melhor nosso corpo. (BEMFAM, 1999) Quando conhecemos bem nosso corpo e como ele funciona, torna-se mais fácil identificar problemas e mesmo previnir o aparecimento de algumas doenças. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) No entanto, muitos passam a vida inteira convivendo com ele sem precebê-lo integralmente, sem tocá-lo. Um grande passo para gostar de si mesmo é se ver, se aceitar, se descobrir. (BEMFAM,1999) 1.1 ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS O corpo da mulher é bem diferente do corpo do homem. Quadris mais largos, seios desenvolvidos, menor quantidade de pêlos no corpo e formas mais arredondadas, sem falar nos órgãos internos que possibilitam a gestação.(bemfam,1999) Exteriormente podemos visualizar os grandes lábios, pequenos lábios, o clitóris, entrada da vagina e o ânus. Interiormente o corpo feminino é composto por ovários, trompas de falópio, útero e canal vaginal. Grandes lábios: são duas saliências alongadas, constituída principalmente de tecido adiposo, que protegem a entrada da vagina e a abertura da uretra contendo folículos pilosos. (RODRIGUES; JACOMO;FIGUEIRA,1990)

12 12 Pequenos lábios: são equivalentes aos pequenos lábios, porém sem pêlos, sendo avermelhado e sensívei.(bemfam,1999) Clitóris: é uma projeção com a formade uma ervilha, de tecido erétil, com nervos e vasos sanguíneos. Encontram-se logo que se abrem os grandes lábios na junção dos pequenos lábios. É importante na excitação sexual da mulher sendo estimulado diretamente ao toque e indiretamente a penetração. (JACOB; FRANCONE;LOSSOW,1989) Uretra: ligação da bexiga ao meio externo, sendo um orifício por onde se elimina a urina. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) Entrada da vagina: por essa abertura é que passam o fluxo menstrual e o feto, na hora do parto. É também por entra o pênis. Quando são virgens, as ulheres possuem uma membrana cahamada hímem, que recobre parcialmente à abertura.(bemfam,1999) Útero: é um órgão em forma de pêra invertida do tamanho de um punho fechado, sendo composto de canal cervical e corpo de útero, onde o bebê se desenvolve. Ele é feito de músculos bastante elásticos, possibilitando o crescimento e desenvolvimento do feto durante a gravidez. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1996) Ovários: tem o tamanho de uma amêndoa. São órgãos de secreção interna, produzindo os hormônios femininos (estrogeni e projesterona) e de secreção externa, pois, em cada ciclo menstrual, a partir da puberdade, amadurece em um dos ovários, um óvulo chamado também, de célula germinativa feminina. (SCHEID,1989) Trompas: são canais responsáveis pelo transporte do óvulo para o útero, é onde se da a concepção (encontro do óvulo com o espermatozóide), quando não ocorre a fecundação, o mesmo se desintergra ocasionando a menstruação. MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995)

13 13 Durante a adolescência o corpo da menina começa a transformar-se, tomamdo formas cada vez mais adulatas. Essas mudanças externas são decorrentes às transformações que acontecem no o rganismo, que irão permitir a reprodução da espécie. Ou seja, a partir dessas transformações, a mulher estará preparada para a gravidez, à gestação e, para o parto.(bemfam,1999) O ciclo mesntrual é o espaço de tempo que vai do primeiro dia de menstruação, até a véspera da próxima. Estes ciclos podem durar em média 28 dias variando de mulher para mulher. A cada mês, um óvulo vai amadurecendo num dos ovários, e em torno do décimo quarto dia, ocorre a ovulação, isto é, o óvulo é liberado pelo ovário, caindo na trompa, onde poderá ser fertilizado, caso se encontre com esprematozóides pelo caminho. Enquanto o óvulo estará amadurecendo, o útero vai se forrando com tecidos macios, para receber o feto, caso haja a fecundação. Sabemos que só ocorre a fecundação quando o espermatozóide e o óvulo se encontram. Não havendo esse encontro, a forração do útero não tem mais finalidade. E, então, o sangue sai pela vagina, durante mais ou menos quatro a sete dias. A isso cahmamos menstruação.(bemfam,1999) 1.2 ÓRGÃO GENITAIS MASCULINOS São composto por pênis, saco escrotal e tstículos, que constituem os órgãos externos existindo ainda órgãos internos como o canal deferente, epidídimo, vesícula seminal e próstata.(bemfam,1999) Pênis: está localizado logo acima do escroto, onde se encontram os testículos, e é revestido por uma pele fina. Internamente, é formado por um tipo de tecido que se enche de sangue durante a estimulação sexual, o que permite que aconteça a ereção quando o pênis fica rígido. Na sua ponta está a glande, isto é, a cabeça do pênis, onde podemos ver o orifício da uretra, que é por onde saem a urina e o sêmem, durante a ejaculação, ejeção do líquido masculino pelo canal da urina. (OP. CIT) Saco escrotal e testículos: é uma bolsa, com pele enrugada, que gurada os

14 14 dois testículos. Nos tubos que compõe os testículos é que são desenvolvidos os espermatozóides, que passam pelos canais deferentes, e vão até a vesícula seminal (glândulas que armazenam os elementos que integram esperma) e a prostata, onde é produzido o sêmem. O sêmem é o líquido onde os espermatozóides vem sendo transportados durante a ejaculação. (OP. CIT) 1.3 SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA A sexualidade talves seja uma dos assuntos mais importantes e difíceis, de ser abordados pelos adolescentes, seus pais e também para a sociedade como um todo. Embora que a identidade sexual, comece a se organizar desde o nascimento, mas é na adolescência que ela adquire sua estrutura, e seu perfil definitivo. Uma pesquisa realizada pela universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, denominada saúde reprodutiva do adulto jovem, feita entre 1987 e 1989, revelou que a idade média da primeira relação sexual, para as mulheres é de 17 anos e para homens 15 anos. Esses dados nos mostra a necessidade de uma adequada orientação sexual, evitando-se assim doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada e consequentemente mortes materno/infantis devido abortos provocados. O complexo de Édipo, que faz parte do desenvolvimento dos indivíduos, ocorre, sob a concepção de Freud, no período de três a cinco anos, sendo diferente nos meninos e meninas. O omplexo de Édipo é habitualmente conhecido apenas na sua forma positiva, ou seja, por exemplo, o menino em rivalidade com o pai e apaixonado pela mãe, porque, acredito, sua forma negativa produz ansiedade e consequentemente negação. A forma negativa do complexo de édipo é o enamoramento do menino pelo próprio pai. Na adolescência se dá a passagem da bissexualidade para a heterosexualidade, ou seja, reconhecer que somos incompletos, e que necessitamos do outro para uma vida sexual adulta. É nesta fase que ocorre a escolha do parceiro, que se caracteriza por paixão intensa. É interessante fazer uma distinção entre paixão e amor. Paixão é um sentimento súbito, que domina a

15 15 vontade, sentimento de impulsos e fantasias. Já o amor, é uma relação em que a escolha do objeto se dá de uma maneira mais real, de um curso mais lento e duradouro. Na adolescência caracteriza-se o sentimento de paixão.

16 16 CAPÍTULO II MÉTODOS CONTRACEPTIVOS 2.1 MÉTODOS NATURAIS E MÉTODOS ARTIFICIAIS Para que o planejamento familiar possa ocorrer, o casal ou indivíduo deve se dispor de várias alternativas, como os métodos naturais e os métodos articifiais. Os métodos naturais de planejamento familiar referem-se as técnicas para obster ou espaçar a gravidez, mediante a alta observação de sinais e sintomas que ocorrem naturalmente no organismo feminino ao longo do ciclo menstrual. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1996,p.34) A igreja defende que todo método de planejamento famiiardeve ser utilizado desde que respeite a vida e a dignidade humana e não acarrete prejuízos a pessoa. Dessa maneira, deve escolher um método que se baseie na própria natureza e não fruste as relações sexuais, sendo eles os métodos naturais. (GIBBONS; SANTAMARIA, 1980) VANTAGENS As principais vantagens destes métodos é que poderão ser utilizado pela mulher ou pelo casal em qualquer momento desde a menarca até a menopausa não importando se há regularidade do ciclo menstrual, se está no período da amamentação, ou se está no período de pré-menopausa, bem como, a ausência de efeitos colaterais físicos; a facilidade de ser ensinado por pessoas leigas, porém capacitadas e a maior comunicação e cooperação do casal, pois dividem a responsabilidade do planejamento familiar. (HYPPÓLITO, 2005) DESVANTAGENS Possuem menor eficácia;requerem aconselhamento prolongado; podem tornr

17 17 se cansativos, desagradáveis e até mesmo difíceis para algumas mulheres, pois requerem controle diário das funções corpóreas, abstinência sexual, além de causarem problemas maritais e estresse psicológico. Mulheres com irregularidades menstrual e na fase de adolescência, podem ter dificuldade na utilização destes métodos devido às variações no ciclo menstrual podem fazer com que o método da tabela seja de difícil uso. Adequedados ou não, os métodos naturais geralmente são os que os adolescentes mais conhecem e utilizam, seja em virtude da falta de acesso a outros métodos aos serviços de planejamento familiar, ou pelo pensamento mágicode que nada lhes acontecerá. Os adolescentes devem ter acesso a informação e orientação sobre todos os métodos contraceptivos disponíveis, incluindo os métodos naturais. Mas, eles precisam saber que a eficácia desses métodos depende quase exclusivamente do usuário. Os profissionais de saúde não devem subestimar o potencial de efetividade desses métodos, nem desencorajar os adolescentes para seu uso, pois eles proporcionam certa proteção e são amplamente utilizados. (HALBE,2000) A outra forma é o método artificial ou método de barreira no qual, sãoconhecidos como anticonceptivo, nos quais são métodos que colocam obstáculos mecânicos ou químicos a penetração dos espermatozóides no canal cervical, provocando várias consequências para a saúde das mulheres e sendo que na maioris deles hoje, provoca o aborto na fase inicial da vida e ainda sérias implicações éticas e morais. (HYPPÓLITO, 2005) MÉTODOS NATURAIS TABELINHA Esse método procura identificar o período do mês em que a mulher está fertil. Para utilizar este método, é preciso que a mulher anote em um calendário pelo menos durante seis meses, o dia da chegada da menstruação. Portanto, como

18 18 exemplo, ela observará qual foi o intervalo mais curto e o mais longo, 27 e 33, (conforme tabela), depois calcular a diferença entre eles: 33-27: 6. Se a diferença entre o ciclo mais curto e o mais longo for maior que 10 dias, a mulher não deverá usar este método, pois o período de abstinência sexual será muito longo, e o método poderá falhar mais facilmente. Do ciclo mais curto (exemplo 27), é preciso diminuir 18. fazendo a conta, encontramos 9, que é o dia do início do período fértil. Do ciclo mais longo, diminui-se 11, e encontramos o último dia do período fértil que, no exemplo, é 33-11, igual a 22. O período fértil dessa mulher será sempre entre o 9º e o 22º dia do ciclo, sendo que o primeiro dia do ciclo é o dia da chegada da menstruação. (BEMFAM,1999) Mês 1º Dia da regra Intervalo entre o ciclo e outro Março 4 27 Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro INDICAÇÃO Este método deverá ser utilizadosomente por casais altamente motivados, mulheres com ciclos menstruais regulares, mulheres que não tem risco de contrair uma gravidez de alto risco e por aquelas que não desejam, ou que não possam utilizar outros métodos contraceptivos. (HALBE, 2000) VANTAGENS As leis biológicas da reprodução, respeitam a vida no seu início e em todas as etapas do seu desenvolvimento, promovendo uma atitude positiva com relação a criança, além de considerar a fecundidade como uma riqueza que pode e deve ser utilizada em momento oportuno. São fáceis de aprender, seguras, desde que sejam bem seguida, aumenta o

19 19 conhecimento e a capacidade de autocontrole, pode ser utilizada em todas as condições sócio econômicas, inclusive mulheres cegas e analfabetas e consequentemente ajuda o homem e a mulher a assumir conjuntamente, a responsabilidade da fertilidade fortalecendo o amor conjugal. (HIPPÓLITO,2005,P.8) EFEITOS COLATERAIS Não possui efeitos colaterais, e não altera os processos naturais do organismo, constituindo um valioso guia para o bem estar ginecológico, pois alertam para problemas ou irregularidades do ciclo. (HIPPÓLITO,2005) CONTRA-INDICAÇÕES Adolescentes, que ainda não menstruam com regularidade, que acabaram de parir ou abortar, ou mesmo pararam recentemente de tomar pílula e aquelas no qual retiraram recentemente o DIU. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) TEMPERATURA CORPORAL BASAL O método ajuda a conhecer a época do ciclo menstrual em que a mulher pode ficar grávida (período da ovulação). Ele é realizado, através da tomada da temperatura mais baixa que o corpo de uma mulher sadia atinge durante horas em repouso. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) Antes da ovulação, a temperatura corporal basal permanece em nível baixo; após a ovulação, ela se eleva ligeiramente, permanecendo nesse nível até a próxima menstruação. Esse aumento de temperatura é resultado da elevação dos níveis de progesterona, hormônio termogênico que permite a mensuração diária da temperatura corporal basal, determinando a fase infértil pós-ovulatória. ( Souza, 2000, p.816) FORMA E UTILIZAÇÃO DO MÉTODO Para medir a temperatura, o termômetro pode ser colocado na boca, vagina ou reto. Uma vez escolhido o local de uso ele deverá ser mantido. (SOUZA,2000)

20 20 A temperatura deve ser medida a cada dia do ciclo menstrual após 3 a 5 horas de sono. Deve observar, se ocorreu um aumento na temperatura de no mínimo 0,2º C durante a averiguação por 4 dias concecutivos. O período fértil termina na manhã do 4º dia em que for observada a temperatura elevada. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) INDICAÇÃO Mulheres sem risco reprodutivo, disciplinadas, que consigam medir corretamente a sua temperatura, e casais que confiam em sua capacidade de abstinência durante toda a primeira fase do ciclo menstrual. (BEMFAM, 1999) CONTRA-INDICAÇÃO Amenorréia, ciclo menstruais irregulares, pertubações psíquicas, períodos de sono interrompido ou irregular. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) DESVANTAGENS Não detecção com antecedência do dia da ovulação, permitindo somente relações sexuais na segunda fase do ciclo, sendo que as vezes torna-se difícil a leitura da curva da temperatura, pois ele se modifica com estados febris, emoções e trabalho noturno. Além disso, a curva térmica é de leitura fácil e muitas mulheres não o consideram práticas. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1995) MÉTODO DE OVULAÇÃO OU BILINGS É um método natural, que não prejudica o corpo, sendo seguro e fácil. Pode ser usado em qualquer época: depois de uma gestação, amamentação ou não, depois de deixar de usar pílula, ao aproximar-se da menopausa, mulheres com ciclos irregulares, etc. (GIBBONS;SANTAMARIA,1980)

21 21 Baseia-se na identificação do período fértil, através da auto-observação das características do muco cervical e da sensação por ele provocada na vulva da mulher. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1996) Inevitavelmente, a mulher nota esse fluxo no decorrer de suas atividades normais. É absolutamente desnecessário que faça qualquer exame interno. Se tiver dificuldades em se lembrar do padão de um ou dois ciclos menstruais deve aprender logo interpretar, com bastante precisão, sua fisiologia reprodutiva normal. E, de fato, pode compreender bem a atividade cíclica sadia que ocorre no organismo de qualquer mulher normal, tranquilizando-se quanto as observações que não eram entendidas anteriormente e que poderão ter sido fonte de inquietação. (BILLINGS,1980) Por meio deste método natural, a mulher pode identificar a fase fértil do seu ciclo menstrual, isto é, o período no qual ela pode conceber. Essa fase apresenta, sintomas físicos e específicos que precedem e acompanham a ovulação podendo ser identificados facilmente. (SCHEID, 1989) A ovulação determina a distribuição dos dias fecundados e infecundados de um ciclo menstrual. O Método baseia-se no fato de que o período de fertilidade da mulher é acompanhado pela secreção de um tipo particular de muco que precede e acompanha a ovulação. O processo de maturação do óvulo no folículo (pequena bolsa que contém o óvulo), leva a produção de hormônios que estimulam a célula cérvix ou colo do útero (parte estreita do muco que liga a vagina) a produzir o muco cervical que tem a propriedade de facilitar a mobilidade dos espermatozóides nas vias genitais femininas, garantindo-lhes a sobrevivência, estendendo-a até três dias. (OP.CIT) O muco cervical, no início, forma uma verdadeira rolha no colo uterino, impedindo que os espermatozóides penetrem pelo canal cervical. É um muco pegajoso, branco ou amarelo, grumoso, que dá uma sensação de secura na vulva. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1996) O muco cervical sob ação estrogênica, produz, na vulva, uma sensação de

22 22 umidade e lubrificação, indicando o tempo de fertilidade, momento em que os espermatozóides tem maior facilidade de penetração no colo uterino. Este muco é transparente, elástico, escorregadio, fluido, semelhante à clara de ovo. (SCHEID,1989) A mulher toma assim consciência dos detalhes básicos essenciais que permitirá, que ela seja realmente capaz de planejar sozinha, o controle. Entretanto, se continuar fazendo essas observações por mais alguns ciclos, os detalhes acima descritos lhe ficarão cada vez mais claros e ela verá como é fácil perceber as características mutáveis do muco, que antes não se notavam. Poderá assim, perceber que o seu padão individual de fertilidade é visível no gráfico. Anotando os dias férteis verá que, se quiser qualquer contato sexual íntimo durante os dias de muco, deverá quardar alguns dias depois do ponto máximo de fertilidade para retomarem o relacionamento sexual. Muitas mulheres sabem que a duração de seus ciclos menstruais podem variar a qualquer momento, as vezes de maneira considerável, e que a localização do sintoma mucoso é a mesma em relação ao período menstrual que encerra o ciclo. Isso indica que a mulher sempre poderá prever com antecedência de um ou mais dias de seu período menstrual esta para chegar. Ela perceberá também que, na medida em que for capaz, de reconhecer o padão de fertilidade (muco) durante o ciclo, qualque que seja sua duração e irregularidade não constituirá o menor problema. Não precisará se preocupar em manter o registro, em calendário, das datas em que seus períodos começaram, nem haverá necessidade de contar os dias do ciclo. (BILLINGS,1980) Modificações do muco cervical ao longo do ciclo menstrual Fase pré-ovulatória Ao término da menstruação, inicia-se a fase infértil, ou seja, nos dias secos após a menstruação, as relações sexuais devem limoitar-se à noite e em dias alternados. Isto para assegurar uma correta observação e identificação do início do

23 23 sintoma mucoso, que poderia ser dificultada pela presença, mesmo pequena, do líquido seminal da relação anterior. (SCHEID, 1989) As vezes o muco aparece na própria menstruação ou logo no primeiro dia de seu término, especialmente nos casos em que o período menstrual é longo e o ciclo é curto. (BEMFAM,1999) Fase ovulatória Chamada também de fase fértil, onde tem início a sensação de umidade durante todo o tempo em que estiver presente o muco até o 3º dia completo depois do ápice, inclusive a noite. O muco, quando aparece, com a sensação de umidade na mulher, é opaco,pegajoso e grudento. O ápice é o último dia em que aparece o muco, já então claro, elástico, transparente e filante, que forma fios. (SCHEID, 1989, p.167) Havendo fluxo mucoso e sensação de lubrificação, o casal deve abster-se de relações sexuais, quando não deseja a gravidez. Fase pós-ovulatória Na quarta noite após o dia ápice, a mulher entra no período de infertilidade, que dura mais ou menos duas semanas. Nesse período, o casal pode ter relações sexuais, pois os indicadores do período fértil (muco e ovulação) já ocorreram e desapareceram. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1996) O sucesso da aplicação do método da ovulação depende da instrução adequada, da observação diária, da anotações noturnas, de motivação e cooperação mútua entre os cônjuges e do aompanhamento durante o aprebdizado do método, onde a mulher deve ter pleno conhecimento sobre seu ciclo. Esse método é contra-indicado para pessoas que possuem alterações psíquicas graves que impeçam o uso correto do mesmo. (SCHEID, 1989) SINTO TÉRMICO Esse método utiliza uma associação de todas as técnicas citadas mais outros

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