Educação para a saúde

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1 Educação para a saúde (II Parte) Coordenação: Drª Katia Siqueira de Freitas 1 Vice-coordenação: Mara Schwingel 2 Elaboração: Lindnoslen Guelnete Costa Pinna 3 Marli Raquel Dias Souza 4 Revisão: Drª Katia Siqueira de Freitas Eudes Rodrigues da Silva 5 1 Ph.D. em Administração da Educação. Coordenadora do PGP/LIDERE. 2 Pedagoga,UFBA. Especialista em Educação Inclusiva,UNIVATES/RS. 3 Licenciada em Ciências Biológicas,UFRPE. Bolsista do 4 Graduanda em Pedagogia, UFBA. Estagiária do PGP/LIDERE. 5 Licenciado em Geografia, UCSAL. Pós-graduando em Educação Ambiental, IBPEX/PR. Líder de Cursos e Oficinas PGP/LIDERE. 16

2 Sumário Oficina III - Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) Objetivo Habilidades requeridas para os mediadores Fundamentação Teórica I Apresentação das transparências Avaliação Oficina IV - Gravidez na adolescência Objetivo Habilidades requeridas para os mediadores Fundamentação Teórica II Apresentação das transparências Avaliação Referências 53 Anexos Promoção da Saúde O corpo em formação Desenvolvimento na adolescência Dicas de locais que prestam serviços de saúde

3 Oficina III Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) Objetivo: Discutir as causas e conseqüências das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e a importância da prevenção para ter uma vida sexual saudável. Pauta: - Apresentação 5' - Leitura da pauta e objetivos da oficina 5' - Fundamentação Teórica I 30' - Intervalo 10' - Fundamentação Teórica II 20' - Debate 45' - Avaliação 5' Público alvo: Educadores e coordenadores pedagógicos, alunos a partir da 5 a série do Ensino Fundamental ao 3 o ano do Ensino Médio. Habilidades requeridas para os mediadores: Os mediadores deverão possuir o conhecimento básico sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis. Na fundamentação teórica e nos textos de apoio é possível adquirir o conhecimento básico para aplicar a oficina para os alunos. Duração da oficina: 2 horas Recursos necessários - Aparelho retroprojetor ou Data Show - Transparências - Cartaz com a pauta da oficina - Papel e caneta para o debate - Lista de presença - Cópias dos textos de apoio - Fichas de avaliação Fundamentação Teórica I Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) Os adolescentes passam por várias mudanças em seus corpos e sentimentos tendo que lidar com novos comportamentos principalmente na área da afetividade e sexualidade. Nesse contexto de mudança, as informações incompletas e distorcidas adquiridas durante a adolescência sobre sexualidade e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) aumentam o risco de contrair essas doenças e de engravidar precocemente. 18

4 A relação sexual, a masturbação, a gravidez e a AIDS são alguns dos temas ligados à sexualidade que afloram na cabeça dos adolescentes de forma natural, modificam comportamentos e despertam muita curiosidade. Nessa fase os adolescentes descobrem o próprio corpo e o interesse pelo sexo oposto aumenta. Vêem imagens eróticas na TV, acompanham assuntos referentes a sexo em revistas e jornais. É uma fase para a qual a escola não pode fechar os olhos ou transferir a responsabilidade para os pais. Mesmo porque a educação sexual na escola não concorre com a recebida da família, mas a complementa. Os professores desempenham um papel importante para informar aos estudantes sobre questões relacionadas à sexualidade e podem desenvolver um trabalho que contribua para a prevenção de problemas graves, como o abuso sexual, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e a gravidez indesejada. Como tema transversal, os assuntos abordados não devem ter um caráter normativo. A recomendação é que a escola trabalhe com questionamentos e amplie o leque de conhecimentos dos alunos, para que eles tracem seus caminhos. Significa que o professor precisa ficar atento para não entrar na vida particular, na intimidade de cada um. Porém, é fundamental que o debate esteja sempre presente para que os jovens criem condições de formar suas atitudes e opiniões. Para obter bom resultado no trabalho de Orientação Sexual, é fundamental que o professor estabeleça uma relação de confiança com a turma. Isso porque ele é visto como referência para os alunos. Sendo assim, o professor deve se mostrar disponível para dialogar e responder às dúvidas de forma direta e esclarecedora. Durante um debate, deve conduzir as discussões, evitando emitir opiniões pessoais que possam ser vistas como modelo a ser seguido e inibam possíveis questionamentos. Se o tema for virgindade, por exemplo, podem-se levantar todos os aspectos e opiniões entre a classe, discutir seu significado para meninos e meninas, pesquisar suas implicações para diferentes culturas e momentos sem expor opiniões próprias. Os PCNs relacionam uma série de recomendações para postura do professor e da escola no trabalho de Orientação Sexual. O objetivo principal é desvincular a sexualidade dos tabus e preconceitos e como algo ligado ao prazer e à vida; não cabe à escola julgar a educação que cada família oferece a seus filhos. O respeito à diversidade de valores, crenças e comportamentos é uma atitude a ser estimulada no debate entre educadores e alunos. A escola deve atuar de forma integrada com os serviços públicos de saúde da região; é importante que os alunos conheçam os métodos contraceptivos, suas indicações e contra-indicações. Nesse item, cabe destacar o uso da camisinha como meio de prevenção da gravidez e da contaminação de Doenças Sexualmente Transmissíveis, especialmente a AIDS. É necessário que se trabalhe com informações atualizadas sobre transmissão e prevenção e contágio da AIDS, com o histórico da enfermidades, a diferença entre um portador do vírus e uma pessoa que desenvolve a doença e as formas de tratamento; repetição de conteúdos faz bem aos alunos, porque a sexualidade nas pessoas é despertada em momentos diferentes. O assunto pode ser examinado em diferentes disciplinas, como por exemplo: na área de Ciências Naturais pode-se tratar do vírus HIV e das formas de transmissão e prevenção da AIDS. Na disciplina Língua Portuguesa podem ser utilizados textos literários ou artigos de revistas e jornais relativos ao tema. 19

5 Nas aulas de História podem-se comparar diferentes epidemias em outros períodos, como a peste negra ou a gripe espanhola. Nas aulas de Matemática podem entrar dados sobre as epidemias no estudo de gráficos e tabelas. Os países ou as regiões mais afetados e os índices de incidência da doença em diferentes cidades brasileiras podem ser estudados em Geografia. Peças teatrais que versem sobre o relacionamento humano e os cuidados necessários para evitar a infecção pelo HIV podem ser temas de Artes ou de aulas de Educação Física. Todas essas sugestões são para o tema AIDS, podendo haver outras formas de se trabalhar as DST e outros temas de interesse relacionados à sexualidade. Quanto mais informação, melhor. Experiências bem-sucedidas em Orientação Sexual indicam que adolescentes corretamente informados apresentam melhora no rendimento escolar, devido ao alívio de tensão e preocupação com questões da sexualidade e ao aumento da solidariedade e do respeito entre os colegas. Texto adaptado para fins educativos. Disponível em: <http://novaescola.abril.uol.com.br/pcns/or_sexual5_8.pdf.> Acesso em: 25 abr O que são Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)? Doenças sexualmente transmitidas ou DST são doenças infecciosas que podem ser disseminadas através do contato sexual. Algumas podem também ser transmitidas por vias não sexuais, porém formas não-sexuais de transmissão são menos frequentes. A transmissão de todas estas doenças só ocorre através do contato íntimo com a pessoa infectada, porque todos os organismos causadores morrem rapidamente se forem removidos do corpo humano. Apesar de a área de contato ser normalmente a genital, a prática de sexo anal e oral pode também causar infecções. Gonorréia, sífilis e infecção por clamídia podem ser transmitidas de uma portadora grávida ao filho que está sendo gerado, tanto através do útero como através do parto. Apesar das doenças venéreas se manifestarem na genitália externa, elas podem atingir a próstata, o útero, os testículos e outros órgãos internos. Algumas dessas infecções causam apenas uma irritação local, coceira e uma leve dor, porém a gonorréia e clamídia podem causar infertilidade em mulheres. A natureza epidêmica das doenças sexualmente transmitidas as torna de difícil controle. Algumas autoridades em saúde pública atribuem o aumento no número de casos destas doenças ao aumento de atividade sexual. Outro fator que também contribui significativamente é a substituição do uso de camisinha (condom) - que oferece alguma proteção - por pílulas e diafragmas com métodos anticonceptivos. Os padrões das doenças sexualmente transmissíveis são bastante variáveis. Enquanto a sífilis e a gonorréia eram ambas epidêmicas, o uso intensivo de penicilina fez com que a freqüência da sífilis caísse para um nível razoavelmente controlado; a atenção voltou-se então ao controle da gonorréia, foi quando a freqüência da sífilis aumentou novamente. Os casos de herpes genital e clamídia também aumentaram durante a década de 70 e durante o início da década de 80. O tratamento de DSTs é feito basicamente com antibióticos. A penicilina tem sido uma droga eficiente contra a sífilis e a gonorréia, porém muitos dos organismos causadores da gonorréia são hoje 20

6 resistentes à penicilina; usa-se nestes casos o ceftriaxone ou a spectinomicine. A tetraciclina é usada para tratar o linfogranuloma venéreo, o granuloma inguinal e a uterite clamidial. Existem tratamentos específicos para a maioria das doenças sexualmente transmitidas, com exceção do molluscum contagiosum. A droga antivirus aciclovir tem se mostrado útil no tratamento da herpes. A única forma de se prevenir a dispersão das doenças sexualmente transmitidas é através da localização dos indivíduos que tiveram contato sexual com pessoas infectadas e determinar se estes também necessitam tratamento. Localizar a todos, entretanto, é bastante difícil, especialmente porque nem todos os casos são reportados. AIDS (SIDA) e a hepatite B são transmitidas através do contato sexual, porém estas doenças podem também ser transmitidas de outras formas. Doenças Sexualmente Transmissíveis são infecções transmitidas através de uma relação sexual com alguém que já seja portador da infecção. Estas infecções são geralmente transmitidas através do contato sexual, como a relação sexual vaginal, anal e oral. Elas podem ser causadas por parasitas, bactérias ou vírus. Os vírus são causadores de grande parte das DST, como condiloma, herpes genital, hepatite B e a infecção pelo HIV. Já as bactérias são as causas de doenças como a gonorréia, a clamídia, o cancro mole e a sífilis. Finalmente, algumas outras doenças, como a escabiose (sarna), tricomoníase e a infestação por piolho púbico (chato) são causadas por parasitas. A importância destas doenças está no fato de além do alto risco de disseminação, poderem ocasionar graves danos à saúde do indivíduo acometido. As conseqüências podem ser desde distúrbios emocionais, infertilidade, lesões fetais, câncer, além de facilitar a transmissão do vírus da AIDS (HIV) e quando não tratadas a tempo causam complicações graves e até mesmo a morte. A incidência das DSTs vem aumentando nos últimos anos, sendo considerada como um problema de Saúde Pública. Este aumento ocorre em conseqüência das baixas condições socioeconômicas e culturais, das péssimas atuações dos serviços de saúde, do despreparo dos profissionais de saúde e de educação, e da falta de uma educação sexual adequada, principalmente, voltada para os jovens. A ineficácia dos serviços de saúde é notória. A notificação inadequada faz com que as estatísticas sejam falhas, dificultando a orientação de ações necessárias para o controle dessas doenças. Além disso, a automedicação, a prescrição por pessoas inabilitadas, a promiscuidade sexual, a dificuldade de investigação dos parceiros sexuais, a resistência aos antibióticos e o uso inadequado de métodos contraceptivos favorecem à disseminação destas patologias. Classificação No período pós-guerra observou-se aumento de doenças venéreas clássicas (sifílis, gonorréia, linfogranuloma venéreo, cancro mole e donovanose), além do crescimento de um novo grupo de doenças com características epidemiológicas diversas, com um traço comum: a transmissão sexual. 21

7 Em 1982 surgiu uma classificação relacionada à transmissão: 1. Doenças essencialmente transmitidas por contágio sexual: Sífilis Gonorréia Cancro mole Linfogranuloma venéreo 2. Doenças freqüentemente transmitidas por contágio sexual: Donovanose Uretrite não-gonocócica Herpes simples genital Condiloma acuminado Candidíase genital Fitiríase Hepatite B 3. Doenças eventualmente transmitidas por contágio sexual: Pediculose (chato) Escabiose (sarna) Amebíase (ameba) Hoje, devido à multiplicidade de quadros relacionados a um mesmo agente, ou quadros clínicos semelhantes devidos a agentes diversos, torna-se difícil uma classificação mais simplificada e completa destas doenças e alguns autores adotam uma classificação baseada no tipo do agente causador da doença. Vírus Herpes simples. Vírus da hepatite B. Vírus da hepatite A. Papovavírus: condiloma acuminado, Vírus do molusco contagioso: molusco contagioso genital. Citomegalovírus: infecção congênita, mononucleose infecciosa. HIV - AIDS. Bactérias Mycoplasma homínis miocoplasma. Ureaplasma urealiticum ureoplasma. Neisseria gonorrhoeae gonorréia. Chlamydia trachomatis Clamídia. Treponema pallidum: sífilis. Gardnerella vaginallis: bacteriose vaginal. Haemophilus ducreyi: cancro mole. Calymmatobacterium granulomatis: donovanose. 22

8 Fungos Shigella sp: shigelose. Salmonella sp: salmonelose. Campylobacter foetus: enterite e proctite. Streptococcus do grupo B: septicemia e meniginte neonatal. Candida albicans: vulvovaginite, balanite e balanopostite. Protozoários Trichomonas vaginallis: vaginite, uretrite. Entamoeba kystolitica: amebíase. Giardia lamblia: giardíase. Ectoparasitas Phthirus pubis: pediculose do púbis (chato). Sarcoptes scabiei: escabiose (sarna). Texto adaptado para fins educativos. Fonte:Ginecologia e Obstetrícia - Manual Para o TEGO - 1. Ed Disponível em: <http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?libdocid= 2828&ReturnCatID=1802>. Acesso em 23 abr AIDS A AIDS (sigla original da expressão em inglês Acquired Immune Deficiency Syndrome) ou SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é uma síndrome (uma variedade de sintomas e manifestações) causada pela infecção crônica do organismo humano pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). O vírus compromete o funcionamento do sistema imunológico humano, impedindo-o de executar sua tarefa adequadamente, que é a de protegê-lo contra as agressões externas provocadas por bactérias, vírus, parasitas e mesmo por células cancerígenas. Com a progressiva lesão do sistema imunológico o organismo humano se torna cada vez mais vulnerável a determinadas infecções e tumores conhecidos como doenças oportunísticas, que acabam por levar o doente à morte. A transmissão é feita por sangue e líquidos contaminados por sangue, sêmem, secreções vaginais e leite materno. O período de incubação é de três a dez anos entre a contaminação e o aparecimento de sintomas sugestivos da AIDS. Para o tratamento existem drogas que inibem a replicação (multiplicação) do HIV e que devem ser usadas associadas, mas ainda não se pode falar em cura da AIDS. As doenças oportunísticas são em sua maioria tratáveis, mas há necessidade de uso contínuo de medicações para o controle dessas manifestações. 23

9 Prevenção: Na relação sexual se recomenda sexo seguro com o uso de camisinha; Cuidado no manejo de sangue: uso de seringas que devem ser descartáveis; exigir que todo sangue a ser transfundido seja previamente testado para a presença do HIV; Uso de luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados. Não há vacina efetiva para a prevenção da infecção pelo HIV. Cancro mole O cancro mole provoca o surgimento de uma ou mais feridas dolorosas, com pus, mau cheiro, que comprometem principalmente a genitália externa (pênis, no ânus ou na vulva) e podem comprometer também o ânus e mais raramente os lábios, a boca, língua e garganta. Estas feridas são muito contagiosas, auto-inoculáveis e geralmente múltiplas. As feridas podem apresentar sangramento. Além disso, podem surgir gânglios na região da virilha, que se estiverem inflamados podem soltar pus. Os sinônimos mais comuns do cancro mole são: cancróide, cancro venéreo simples, "cavalo". O agente causador da doença é o Haemophilus ducreyi que é transmitido durante a relação sexual e o período de incubação é de 2 a 5 dias. O tratamento é feito através de antibiótico. Prevenção: Camisinha e higienização genital antes e após o relacionamento sexual. Sífilis Doença causada pela bactéria Treponema pallidum, capaz de infectar qualquer órgão ou tecido. É transmitida pela relação sexual, transfusão de sangue contaminado e da gestante para o filho (sífilis congênita). A bactéria atinge o organismo através de pequenas lesões na pele, nas mucosas, ou pela corrente sangüínea. Os sinônimos mais comuns são cancro duro, cancro sifilítico e Lues. A manifestação inicial da sífilis é chamada de Cancro duro. Aproximadamente entre o décimo e o trigésimo dia após o contágio, surge nos genitais uma ferida que não dói, não coça e não arde. A ferida desaparece espontaneamente, entretanto a doença continua a progredir e a ser transmitida. Após a primeira fase, do cancro duro, cerca de dois meses após o sumiço da ferida, aparecem manchas avermelhadas em toda a pele, nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Caso não seja tratada, depois de alguns anos, pode afetar o cérebro, o coração e outros órgãos. Se tratado adequadamente, há cura. Prevenção: a camisinha protege a contaminação dos órgãos genitais. 24

10 Candidíase A candidíase é uma das doenças femininas mais comuns, sendo observada inclusive entre crianças e idosas. O sinônimo mais comum é monilíase e o agente é a Candida albicans. O período de incubação é muito variável e o tratamento é feito com medicamentos locais e sistêmicos. A candidíase habita além da mucosa vaginal, o estômago, intestino, pele e boca. Caracteriza-se por coceira, ardor, dor no ato sexual e eliminação de um corrimento vaginal em grumos, semelhante à nata do leite. Com freqüência, a vulva e a vagina encontram-se inchadas e avermelhadas. No homem apresenta-se com vermelhidão da glande e prepúcio e eventualmente por um leve edema e pela presença de pequenas lesões puntiformes, avermelhadas e pruriginosas. Não é uma doença de transmissão exclusivamente sexual. Sabe-se que algumas situações favorecem o surgimento da infecção: atividade sexual, alguns antibióticos, anticoncepcionais, a gravidez, a menopausa, desequilíbrios hormonais, situações de estresse, roupas sintéticas muito justas etc. Prevenção: Camisinha. Higienização adequada. Evitar roupas muito justas. Infecção por Clamídia A Clamídia é causada pela bactéria Chlamidia trachomatis e é também conhecida como uretrite ou cervicite inespecífica e uretrite não-gonocócica. A clamidíase é caracterizada por um pequeno corrimento, transparente que, geralmente, ocorre pela manhã. Pode ser reconhecida apenas pelo ardor na uretra ou vagina, muitas vezes é o único sintoma. Raramente a secreção pode ser abundante e purulenta. Se não tratada, a Clamídia pode permanecer por anos contaminando as vias genitais dos pacientes e mesmo sem sintomas o portador segue transmitindo a doença. É uma das doenças mais comuns entre as mulheres e pode ser de difícil diagnóstico: localiza-se no colo do útero e é, muitas vezes, assintomática. Sendo assim, junto com a Gonorréia, a Clamidíase pode ter por complicação a Doença Inflamatória Pélvica (DIP), que vem a ser uma das causas de mortalidade feminina. É transmitida pela relação sexual e o período de incubação é de uma/duas semana a um mês ou mais e o tratamento é feito através de antibiótico oral e local. Prevenção: Camisinha e higiene após relação sexual. Condiloma acuminado - HPV Também chamado de crista de galo, jacaré, crista de jacaré ou verruga genital, o condiloma acumulado é uma infecção causada por vírus HPV (Human Papilloma Viruses) que forma lesões 25

11 com aspecto de couve-flor. HPV é um grupo de vírus com mais de 70 tipos. Os condilomas acuminados são apenas uma das manifestações da infecção pelo vírus do grupo HPV. Os sintomas do condiloma acuminado começam com o aparecimento de pequenas verrugas no pênis, ao redor do ânus, na vulva, no períneo, na vagina e no colo do útero da mulher. Com alguma freqüência a lesão é pequena, de difícil visualização. O período de incubação mais comum é de quatro a seis semanas, mas pode levar anos. Pode ser transmitido por contato anal, vaginal ou oral, mesmo que não haja penetração. Eventualmente, pode ocorrer a transmissão de forma vertical - da mãe para o bebê durante o parto. As complicações mais freqüentes são câncer do colo do útero e vulva e, mais raramente, câncer do pênis e também do ânus. O tratamento pode ser a cauterização no local ou intervenção cirúrgica para a retirada das verrugas. É comum a doença voltar a aparecer mesmo com o tratamento adequado. Pode ser também que as lesões desapareçam espontaneamente. Prevenção: Camisinha usada adequadamente, do início ao fim da relação, pode proporcionar alguma proteção. Exame preventivo mais freqüente. Avaliação do(a) parceiro(a). Abstinência sexual durante o tratamento. Infecção por Gardenerella A Gardnerella vaginalis é uma bactéria que faz parte da flora vaginal normal de 20 a 80% das mulheres sexualmente ativas. Quando, por um desequilíbrio dessa flora, ocorre um predomínio dessa bactéria temos um quadro que se convencionou chamar de vaginose bacteriana, caracterizando-se apenas pelo rompimento do equilíbrio microbiano vaginal normal. A vaginose por Gardnerella pode não apresentar manifestações clínicas (sinais ou sintomas). Quando ocorrem, estas manifestações caracterizam-se por um corrimento homogêneo amarelado ou acinzentado e com um odor ativo desagradável. O prurido (coceira) vaginal é citado por algumas pacientes, mas não é comum. Após uma relação sexual, com a presença do esperma (de ph básico) no ambiente vaginal, costuma ocorrer a liberação de odor semelhante ao de peixe podre. No homem pode ser causa de uretrite e, eventualmente, de balanite (inflamação do prepúcio e glande). A uretrite é geralmente assintomática e raramente necessita de tratamento. Quando presentes os sintomas restringem-se a um prurido e um leve ardor (queimação) miccional. Raramente causa secreção (corrimento) uretral. No homem contaminado é que podemos falar efetivamente que se trata de uma DST. 26

12 Os sinônimos mais comuns são vaginite inespecífica e vaginose bacteriana. Causa complicações e conseqüências como: infertilidade, salpingite, endometrite e ruptura prematura de membranas. O período de Incubação é de dois a vinte e um dias e o tratamento é medicamentoso. Prevenção: camisinha. Gonorréia Doença que se caracteriza pela presença de abundante secreção (corrimento) purulenta pela uretra no homem e vagina e/ou uretra na mulher. Este quadro freqüentemente é precedido por coceira na uretra e ardência ao urinar. Em alguns casos podem ocorrer sintomas gerais, como a febre. Nas mulheres os sintomas são mais brandos ou podem estar ausentes na maioria dos casos. Os sinônimos mais comuns são: uretrite gonocócica, blenorragia e fogagem, seu agente é o Neisseria gonorrhoeae. Causa complicações e conseqüências como aborto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto, Doença Inflamatória Pélvica (DIP), infertilidade, epididimite, meningite, miocardite, gravidez ectópica, septicemia, infecção ocular, pneumonia, otite média do recém-nascido, artrite aguda etc. O período de incubação é de dois a dez dias e o tratamento é através de antibióticos. É transmitido pela relação sexual. O risco de transmissão é superior a 90%. O fato de não haver sintomas (caso da maioria das mulheres contaminadas), não afeta a transmissibilidade da doença. Prevenção: camisinha e higiene antes e depois da relação sexual. Granuloma Inguinal O granuloma inguinal é uma doença bacteriana de evolução crônica que se caracteriza pelo aparecimento de lesões granulomatosas (grânulos, caroços), ulceradas (feridas), indolores e autoinoculáveis.tais lesões localizam-se na região genital, perianal e inguinal, podendo, eventualmente, ocorrer em outras regiões do organismo, inclusive órgãos internos. Os sinônimos mais comuns são: danovanose, granuloma venéreo, granuloma tropical, granuloma contagioso, úlcera venérea crônica etc. Seu agente é a Donovania granulomatis. Causa complicações e conseqüências como: deformidades genitais, elefantíase e tumores. O período de incubação é variável de três dias a seis meses e o tratamento é sistêmico, através de antibióticos, tratamento local, eventualmente cirúrgico. É transmitido pela relação sexual. Prevenção: camisinha e higienização antes e após a relação sexual. 27

13 Herpes simples genital O herpes inicia-se com coceiras, seguidas de ardor nos órgãos genitais. Posteriormente, surgem pequenas bolhas, que estouram e se transformam em pequenas lesões dolorosas. Estas desaparecem espontaneamente, após um prazo aproximado de dez dias. Entretanto, as lesões retornam ciclicamente, sem tempo definido, principalmente se o portador tem uma baixa em seu sistema imunológico, que pode ser causada por estresse, desgastes emocionais ou físicos, exposição excessiva ao sol e alimentação inadequada. Médicos advertem que não existem remédios capazes de curar o herpes. Causa complicações e conseqüências como: aborto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, infecções neonatais, vaginite, ulcerações genitais etc. O período de incubação é indeterminado e não existe ainda tratamento eficaz que cure a doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises através de antibióticos, tratamento local, eventualmente cirúrgico. É transmitido freqüentemente pela relação sexual. Prevenção: não está provado que a camisinha diminua a transmissibilidade da doença. Higienização genital antes e após o relacionamento sexual é recomendável. Hepatite B Doença que causa a infecção do fígado com o vírus da Hepatite do tipo B (Hepatitis B Virus). O vírus pode ser transmitido pelo sangue, sêmen e secreções vaginais e, até, pela saliva. Os sintomas mais comuns, dentre outros, são: falta de apetite, febre, vômitos, náuseas, diarréia, icterícia (amarelamento da pele e mucosas), dores articulares. Convém destacar que a hepatite pode trazer uma série de conseqüências, como: a hepatite crônica, cirrose hepática, câncer do fígado, coma hepático e, até mesmo, a morte. Infelizmente, não existem remédios para combater diretamente o agente da doença mas os sintomas podem ser tratados. Especialistas indicam repouso domiciliar até que se finde o mal-estar, que poderá durar, em média, quatro semanas. Embora não se deva ingerir bebidas alcoólicas, não há nenhuma restrição alimentar. O período de incubação é de trinta a cento e oitenta dias (em média setenta e cinco dias), não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. Não há medicamento para combater diretamente o agente da doença, trata-se apenas os sintomas e as complicações. É transmitido pelos seguintes líquidos do corpo: sangue e líquidos contaminados por sangue, sêmem, secreções vaginais e, menos comumente, a saliva. Prevenção: vacina, obtida por engenharia genética, com grande eficácia no desenvolvimento de níveis protetores de anticorpos (3 doses). Obs: Recomenda-se os mesmos cuidados descritos na prevenção da AIDS, ou seja, sexo seguro e cuidados com a manipulação do sangue. 28

14 Linfogranuloma venéreo O linfogranuloma venéreo, causado pela Chlamydia trachomatis, também é conhecido como: Doença de Nicolas-Favre, Linfogranuloma Inguinal, Mula, Bubão. Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital (lesão primária) que tem curta duração e que se apresenta como uma ferida ou como uma pápula (elevação da pele). Esta lesão é passageira, dura de 3 a 5 dias e freqüentemente não é identificada pelos pacientes, especialmente do sexo feminino. Após a cura desta lesão primária, em geral depois de duas a seis semanas, surge o bubão inguinal que é uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas (70% dos casos ocorre de um só lado). Se este bubão não for tratado adequadamente ele evolui para o rompimento espontâneo e formação de fístulas que drenam secreção purulenta. As principais complicações são: elefantíase do pênis, escroto, vulva, proctite (inflamação do reto) crônica e estreitamento do reto. Textos adaptados para fins educativos. Disponivéis em: <http://www.dst.com.br> Acesso em Apresentação das transparências Transparência 01 AIDS Sinônimos: SIDA, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, HIV-doença Agente:HIV (Human Immunodeficiency Virus), com 2 subtipos conhecidos: HIV-1e HIV-2 Complicações/Consequências: doenças oportunísticas como a tuberculose miliar e determinadas pneumonias, alguns tipos de tumores, como certos linfomas e o Sarcoma de Kaposi, distúrbios neurológicos. Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 02 Cancro Mole Sinônimos: Cancróide, cancro venéreo simples, cavalo Agente: Haemophilus ducreyi Complicações/ Consequências: Não tem Transmissão: Relação sexual Período de Incubação: 2 à 5 dias Tratamento: antibiótico Prevenção: camisinha, higienização genital antes e após o relacionamento sexual Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/

15 Transparência 03 Cancro Duro (Sífilis) Transmissão: relação sexual, transfusão de sangue contaminado, transplacentária (a partir do quarto mês de gestação) Período de Incubação: 1 semana a3 meses Tratamento: medicamentoso. Com cura, se tratado adequadamente Prevenção: camisinha protege contaminação genital Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 04 Candidíase Sinônimos: Monilíase Agente: candida albicans e outros Complicações/consequências: nenhuma digna de nota Transmissão: pode ser transmitida através da relação sexual. Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 05 Condiloma acuminado - HPV Sinônimos: jacaré, jacaré de crista, crista de galo, verruga genital. Agente: HPV- DNA vírus. HPV é o nome de um grupo de vírus que inclui mais de 70 tipos. As verrugas genitais ou condilomas acuminados são apenas uma das manifestações da infecção pelo vírus do grupo HPV e estão elacionadas com os tipos 6, 11 e 42, entre outros. Alguns tipos (2, 4, 29 e 57) causam lesões nas mãos e pés verrugas) Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 06 Infecção por Gardenerella Sinônimos: vaginite inespecífica. Vaginose bacteriana Agente: Gardnerella vaginalis. Complicações/consequências: infertilidade, salpingite, endometrite, ruptura prematura de membranas. Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/

16 Transparência 07 Gonorréia Sinônimos: Uretrite Gonocócica, Blenorragia, Fogagem Agente: Neisseria gonorrhoeae Complicações/consequências: aborto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto. Doença inflamatória pélvica, infertilidade, pielonefrite, meningite, miocardite, gravidez estópica, septicemia, infecção ocular, pneumonia e otite média do récem-nascido, artite aguda etc. Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 08 Granuloma Inguinal Sinônimos: Danovanose, Granuloma Venéreo, Granuloma Tropical, Granuloma contagioso, Úlcera Venérea Crônica, etc. Agente: Donovania granulomatis (Calymmatobacterium granulomatis) Complicações/Consequências: deformidades genitais, elefantíse, tumores Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 09 Herpes simples genital Sinônimos: Herpes Genital Agente: DNA vírus Complicações/consequências: Aborto espontâneo, natimorto, parto prematuro, baixo peso, endometrite pós-parto, infecções peri e neonatais, vulvite, vaginite, cervicite, ulcerações genitais, proctite etc. Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 10 Hepatite B Sinônimos: Hepatite sérica Agente:HBV (Hepatitis B vírus), que é um vírus DNA (hepadnavirus) Complicações/Consequências: Hepatite crônica, Cirrose hepática, Câncer do fígado (Hepatocarcinoma), além de formas agudas severas com coma hepático e óbito. Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/

17 Transparência 11 Linfogranuloma venéreo Sinônimos: doença de Nicolas-Favre, Linfogranuloma Inguinal, Mula, Bubão Agente: Chamydia trachomatis Complicações/Consequências: elefantíase do pênis, escroto, vulva, Proctite (inflamação do reto) crônica, estreitamento do reto. Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 12 Tricomoníase Sinônimos: uretrite ou vaginite por Trichomonas, Tricomoníase vaginal ou uretral, uretrite não gonocócica (UNG) Agente: Trichomonas vaginalis (protozoário) Complicações/consequências: Vaginite Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. Transparência 13 Pediculose pubiana Sinônimos: Chato Agente: Phtirus pubis Transmissão: principalmente pelo ato sexual, porém podem ocorrer através de roupas de cama, vestimentas, uso comum de toalhas e vasos sanitários. Tratamento: local Prevenção: Escolha do(a) parceiro(a) Fonte: CERRI, C.R. Doenças sexualmente transmissíveis. Disponível em: <http://www.dst.com.br/index.htm>acesso em: 12/05/2003. ATENÇÃO: As transparências a seguir só podem ser apresentadas após criteriosa avaliação da maturidade do público alvo, cabendo ao mediador decidir se irá apresentá-las ou não. 32

18 Transparência 14 Cancro mole Fonte: Imagem disponível em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/ aids_menu.htm> Acesso em:02/04/2003. Transparência 15 Cancro duro Fonte: Imagens disponíveis em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/aids_menu.htm> Acesso em:02/04/2003. Transparência 16 Candidíase vulvovaginite Fonte: Imagens disponíveis em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/aids_menu.htm> Acesso em:02/04/2003. Transparência 17 Infecção por Clamídia Fonte: Imagem disponível em: <http://ww.dstfacil.hpg.ig.com.br/ aids_menu.htm> Acesso em:02/04/

19 Transparência 18 Condiloma acuminado - HPV Fonte: Imagens disponíveis em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/aids_menu.htm> Acesso em:02/04/2003. Transparência 19 Gonorréia Fonte: Imagens disponíveis em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/aids_menu.htm> Acesso em: 02/04/2003. Transparência 20 Granuloma Inguinal Fonte: Imagem disponível em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/ Transparência 21 Herpes simples genital Fonte: Imagens disponíveis em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/aids_menu.htm> Acesso em: 02/04/

20 Transparência 22 Linfogranuloma venéreo Lesão ulcerada Elefantíase da bolsa escrotal Bulbão inguinal Fonte: Imagens disponíveis em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/aids_menu.htm> Acesso em: 02/04/2003. Transparência 23 Tricomoníase Fonte: Imagem disponível em: <http://www.dstfacil.hpg.ig.com.br/ aids_menu.htm> Acesso em: 02/04/2003. Avaliação Objetivo da atividade: coletar impressões sobre a oficina e desempenho dos mediadores, visando o contínuo aperfeiçoamento da atividade. Tempo aproximado: 5 minutos Material Didático: papel ofício e caneta. Processo de trabalho: O mediador: 1. explica a finalidade da avaliação; 2. esclarece a possibilidade do anonimato dos avaliadores; 3. entrega papel e caneta para os participantes anotarem as avaliações; 4. solicita que completem as frases: a)que tal melhorar... b)que bom... c)recomendo recolhe as avaliações; lê os resultados, compartilhando-os com os participantes da Oficina. 35

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