Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna da BR - 262/MS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna da BR - 262/MS"

Transcrição

1 Introdução A BR-262 atravessa o estado do Mato Grosso do Sul de Leste a Oeste, a partir do município de Três Lagoas (divisa com estado de São Paulo), passando pela capital, Campo Grande, até o município de Corumbá (fronteira com a Bolívia). A implantação da BR-262, entre as cidades de Campo Grande e Corumbá, remonta à década de 1960, e foi realizada com o intuito de expandir a fronteira agrícola. Até então, os principais meios de acesso a Corumbá restringiam-se à navegação através do rio Paraguai e de alguns de seus tributários, bem como à estrada de ferro Noroeste, cujo trajeto se assemelha ao da atual rodovia. BR-262/MS Porém, no trecho entre as cidades de Miranda e Corumbá, a pavimentação foi realizada somente na década de 1980, tendo em vista a notória precariedade da via, agravada constantemente pelas frequentes inundações da planície pantaneira. Neste trecho de pouco mais de 200 km, houve a necessidade de implantação de diversos aterros e obras de arte, com destaque para a ponte sobre o rio Paraguai, a mais extensa, construída apenas em 1998, substituindo a travessia outrora realizada por balsa. Trata-se, atualmente, do principal eixo viário da região, estabelecendo ligação entre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna da BR - 262/MS Trecho Anastácio a Corumbá, 284,2 Km Resultados Preliminares Marcela Barcelos Sobanski Márcio Luiz Bittencourt Eduardo Ratton Contudo, a fragmentação de hábitat causada pela construção de estradas caracteriza-se como um mecanismo de alto impacto, uma vez que remove a cobertura vegetal original gerando efeito de borda e alterando a estrutura e função da paisagem (Prado et al., 2005). Os impactos negativos das rodovias sobre a fauna nativa manifestam-se desde a fase de construção até sua operação, com efeitos diretos e indiretos nas populações, tais como: perda de hábitat, efeito de barreira, dispersão de espécies exóticas, intensificação da presença humana e mortalidade por atropelamento (Ascensão & Mira, 2006). Assim, os melhoramentos na rodovia BR-262/MS, trecho Anastácio a Corumbá, e o decorrente aumento de velocidade podem favorecer e aumentar significativamente os atropelamentos de fauna. Estes incidentes, por outro lado, podem colocar em risco a segurança dos usuários da rodovia, uma vez que confrontos de veículos pequenos com animais podem ocasionar a perda de direção ou mesmo freadas 14 MONITORAMENTO E MITIGAÇÃO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA 15 MONITORAMENTO E MITIGAÇÃO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA

2 bruscas, determinando vários tipos de acidentes rodoviários. Consequentemente, a redução dos atropelamentos na Rodovia, além de contribuir para a conservação da fauna local, poderá melhorar a segurança do tráfego na região. Por estes motivos, a execução do Programa de Monitoramento de Atropelamentos de Fauna, na BR-262/MS, faz parte das condicionantes da Licença de Instalação nº 733/2010/IBAMA relativa às obras de recuperação e implantação de acostamento no trecho de Anastácio a Corumbá, com extensão de 284,2 km (Figura 1). O Programa é executado pela Universidade Federal do Paraná/Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura através do Termo de Cooperação nº 472/ e visa identificar os trechos de maior mortalidade através da avaliação da distribuição espacial e temporal dos atropelamentos para qualificar e adequar o planejamento de ações de mitigação. Objetivos O Monitoramento dos Atropelamentos de Fauna na rodovia BR-262/MS, trecho Anastácio a Corumbá, tem como objetivos: Quantificar o atropelamento de animais, avaliando as proporções em que as espécies são atingidas; Identificar os possíveis fatores que influenciam estes valores; Estudar as possíveis variações das taxas de atropelamento ao longo do ano e fatores associados à sazonalidade; Identificar os pontos de maior incidência de atropelamentos avaliando sua distribuição espacial; Gerar um banco de dados sobre as espécies de vertebrados associadas à BR-262/MS; Gerar resultados estatísticos sobre as ocorrências de atropelamentos da fauna silvestre no trecho da rodovia em estudo; Implantar medidas mitigadoras e testar a eficiência de alternativas de proteção à fauna. Metodologia O período de amostragem compreende doze (12) meses (junho de 2011 a maio de 2012), para contemplar a sazonalidade e obtenção de dados comparáveis a estudos anteriores às obras de instalação de acostamentos e melhorias no pavimento do trecho em questão. As inspeções foram realizadas percorrendo o trecho de Anastácio a Corumbá, uma vez por semana, a velocidade padrão de 60 km/h, com a presença de um auxiliar para visualização das carcaças. Todas as ocorrências foram anotadas em planilha, onde foram tabulados dados referentes a espécie, posição geográfica, características da vegetação, conservação da pista nas redondezas e registro fotográfico. Figura 1 - Área de estudo de monitoramento de atropelamentos de fauna BR-262/MS, trecho de Anastácio a Corumbá. Ademais, todas as carcaças registradas foram removidas da rodovia para evitar a atração de animais necrófagos, que podiam ser atropelados, além de evitar que fossem contabilizadas novamente. 16 MONITORAMENTO E MITIGAÇÃO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA 17

3 Resultados Parciais e Discussão De junho a setembro de 2011, foram identificadas 30 espécies, sendo que 81% são mamíferos, 11% répteis e 8% aves, com um total de 192 registros de atropelamentos (Fig. 2). Figura 3 - Cachorro-do-mato ou lobinho (C. thous) Figura 4 - Tamanduá-mirim (T. tetradactyla) Figura 2 Percentagem das espécies registradas por Classe Dos atropelamentos de mamíferos, foram mais comuns: o cachorro-do-mato ou lobinho (Cerdocyon thous) (Fig. 3) com 43 registros, o tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) (Fig. 4) com 27 registros, a capivara (Hydrochaerys hydrochaerys) (Fig. 5) com 17 registros, o mão-pelada (Procyon cancrivorous) (Fig. 6) com 12 registros, e o tatu-peludo (Euphractus sexcintus) (Fig. 7) com 10 registros. Estas cinco espécies juntas contabilizaram 56,8% do total dos registros de atropelamentos. Das espécies raras e/ou ameaçadas de extinção, houve o registro do tamanduábandeira (Myrmecophaga tridactyla) (Fig. 8). Figura 5 - Capivara (H. hydrochaerys) Figura 6 - Mão-pelada (P. cancrivorous) 18 MONITORAMENTO E MITIGAÇÃO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA 19

4 A Tabela 1 apresenta os registros dos atropelamentos para período de junho a setembro de Figura 7 - Tatu-peludo (E. sexcintus) Figura 8 - Tamanduá-bandeira (M.tridactyla) 20 MONITORAMENTO E MITIGAÇÃO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA 21

5 Considerações Finais Referências Bibliográficas Os registros de atropelamentos até o mês de setembro de 2011 foram, provavelmente, subestimados. Esta subestimativa ocorreu devido a dois fatores: baixa detectabilidade e tempo de permanência das carcaças na rodovia, sendo que a baixa detectabilidade pode estar relacionada ao pequeno tempo de permanência da carcaça na rodovia. Segundo Prosser et al. (2008, apud Teixeira, 2011), a detectabilidade da carcaça é afetada por dois fatores principais: a remoção da carcaça entre o tempo de morte do animal e inspeção de campo para sua detecção, e a eficiência do pesquisador em encontrar a carcaça na rodovia, que pode ser influenciada por fatores como clima, tamanho da carcaça e quantidade de vegetação nas margens da rodovia. Teixeira (2010) encontrou diferenças significativas na detectabilidade entre amostragens realizadas a pé e com automóvel, como também no tempo de permanência das carcaças na rodovia, ambas com relação à abundância de indivíduos de cada grupo taxonômico. Assim, animais de tamanho corporal menor foram menos detectados do que animais maiores, e mais rapidamente removidos da rodovia, gerando uma subestimativa da magnitude de animais atropelados em alguns grupos taxonômicos. ASCENSÃO, F. & MIRA, A. Impactos das Vias Rodoviárias na Fauna Silvestre. Universidade de Évora. Portugal Disponível em: <http://www.estradasdeportugal.pt/index.php/pt/phocadownload-/category/11-ambiente?download =205%3 Aimpactes-das-vias-rodovirias-na-faunasilvestre >. Acesso em: 12/08/2011. BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Secretaria de Biodiversidade e Florestas. Departamento de Conservação da Biodiversidade. Brasília HOBDAY, A. J. & MINSTRELL, M.L. Distribution and abundance of roadkill on asmanian highways: human management options. Wildlife Research, 35, TEIXEIRA, F.Z. Detectabilidade da fauna atropelada: efeito do método de amostragem e da remoção de carcaças. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Porto Alegre TEIXEIRA, F.Z. Fauna atropelada: estimativas de mortalidade e identificação de zonas de agregação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências. Programa de Pós- Graduação em Ecologia. Porto Alegre PRADO, T. R.; FERREIRA, A. A.; GUIMARÃES, Z. F. S. Monitoramento de Animais Silvestres Atropelados em um trecho de Mata Fragmentado pela Br-153/Go-060. VII Congresso de Ecologia do Brasil. Minas Gerais Disponível em: <http: //www.seb-ecologia.org.br/viiceb/ resumos/270a.pdf>. Acesso em: 12/08/2011. Quanto à abundância dos registros de algumas espécies, Hobday & Minstrell (2008) colocam que, embora sejam desagradáveis, os atropelamentos de espécies abundantes pode não ser fator condicionante para levar a um declínio da população, a não ser que estas estejam sob estresse de outros fatores, como pressão de caça ou doenças. Contudo, das espécies registradas atropeladas, M. tridactyla e L. pardalis estão na Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção (BRASIL - MMA, 2008) e, novamente, o tamanduá-bandeira (M. tridactyla) e a anta (T. terrestris) também estão classificados como vulneráveis na Lista Vermelha da IUCN (VERSÃO ). Assim, estas espécies apresentam interesse de conservação alta. Como resultados finais deste monitoramento, pretendeu-se, além de estimar taxas de mortalidade, avaliar espacialmente sua distribuição e identificar trechos de maior mortalidade para quantificar, dimensionar e localizar as medidas mitigadoras no trecho em estudo da BR-262/MS. 22 MONITORAMENTO E MITIGAÇÃO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA 23

Eixo Temático ET-01-016 - Gestão Ambiental PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA NA BR-262/MS

Eixo Temático ET-01-016 - Gestão Ambiental PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA NA BR-262/MS 122 Eixo Temático ET-01-016 - Gestão Ambiental PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE ATROPELAMENTOS DE FAUNA NA BR-262/MS Joana Pinto Santos 1, Marcela Barcelos Sobanski 2 1 Analista em Infraestrutura de Transportes

Leia mais

Qual o objetivo do Programa de Monitoramento de Atropelamento de Fauna?

Qual o objetivo do Programa de Monitoramento de Atropelamento de Fauna? Bióloga explica monitoramento de animais atropelados na BR 262/MS Desde junho, número de atropelamentos chega a quase 200. Entre os registros há espécies ameaçadas de extinção Só em setembro, 42 animais

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 CAMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Ricardo Izar) Dispõe sobre a adoção de medidas que assegurem a circulação segura de animais silvestres no território nacional, com a redução de acidentes

Leia mais

TÍTULO: MONITORAMENTO DA FAUNA SILVESTRE ATROPELADA NAS RODOVIAS BR-277, PR-508 E PR-407, NO LITORAL DO PARANÁ.

TÍTULO: MONITORAMENTO DA FAUNA SILVESTRE ATROPELADA NAS RODOVIAS BR-277, PR-508 E PR-407, NO LITORAL DO PARANÁ. TÍTULO: MONITORAMENTO DA FAUNA SILVESTRE ATROPELADA NAS RODOVIAS BR-277, PR-508 E PR-407, NO LITORAL DO PARANÁ. INTRODUÇÃO O Brasil figura com louvor entre os países que detêm as maiores biodiversidades

Leia mais

Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos

Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos 383 Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO PARANÁ NA GESTÃO AMBIENTAL DA CONSTRUÇÃO DA PONTE RODOVIÁRIA - BR- 262/SP/MS Jhonatan Tilio Zonta¹,* ; Eduardo

Leia mais

Monitoramento e Mitigação de Atropelamentos de Fauna

Monitoramento e Mitigação de Atropelamentos de Fauna Ministério dos Transportes Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes Diretoria de Planejamento e Pesquisa Coordenação Geral de Meio Ambiente Monitoramento e Mitigação de Atropelamentos de

Leia mais

SEGURANÇA RODOVIÁRIA E CONSERVAÇÃO DA VIDA SELVAGEM

SEGURANÇA RODOVIÁRIA E CONSERVAÇÃO DA VIDA SELVAGEM SEGURANÇA RODOVIÁRIA E CONSERVAÇÃO DA VIDA SELVAGEM Marcela Barcelos Sobanski Universidade Federal do Paraná UFPR Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura - ITTI Philipe Ratton Universidade

Leia mais

Atropelamentos. Não seja mais uma vítima! Gestão Ambiental da nova BR-135

Atropelamentos. Não seja mais uma vítima! Gestão Ambiental da nova BR-135 Atropelamentos Não seja mais uma vítima! Gestão Ambiental da nova BR-135 2 Atropelamentos 3 Cartilha de Educação Ambiental Tema: Atropelamentos Ano II, número 1, III trimestre de 2011 Redação, Diagramação

Leia mais

ADEQUAÇÃO AMBIENTAL PARA CERTIFICAÇÃO RAS (RAINFOREST ALLIANCE) DA FAZENDA DO BUGRE, PRATA, MG.

ADEQUAÇÃO AMBIENTAL PARA CERTIFICAÇÃO RAS (RAINFOREST ALLIANCE) DA FAZENDA DO BUGRE, PRATA, MG. RELATÓRIO ADEQUAÇÃO AMBIENTAL PARA CERTIFICAÇÃO RAS (RAINFOREST ALLIANCE) DA FAZENDA DO BUGRE, PRATA, MG. PRINCÍPIO 3: PROTEÇÃO DA VIDA SILVESTRE Roberto de Lara Haddad Camila Schlieper de Castilho Dezembro

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Respostas da fauna às mudanças climáticas IUCN e espécies ameaçadas

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Respostas da fauna às mudanças climáticas IUCN e espécies ameaçadas Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Respostas da fauna às mudanças climáticas IUCN e espécies ameaçadas AQUECIMENTO GLOBAL Respostas da fauna às mudanças climáticas O exemplo dos anfíbios. Em princípio,

Leia mais

Objetivos Quantificar as proporções das ocorrências nas diferentes espécies ou taxa encontrados;

Objetivos Quantificar as proporções das ocorrências nas diferentes espécies ou taxa encontrados; QUANTIFICAÇÃO DE ATROPELAMENTOS DE VERTEBRADOS SILVESTRES EM UM TRECHO DA GO 213. Kaio César Damacena Silva (UEG) kaiodamacena@gmail.com Dhesy Allax Cândido de Freitas (UEG) dhesy_allax@hotmail.com Kyrly

Leia mais

PUBLICADA NO DOE 21-07-2011 SEÇÃO I PÁG 66-67

PUBLICADA NO DOE 21-07-2011 SEÇÃO I PÁG 66-67 PUBLICADA NO DOE 21-07-2011 SEÇÃO I PÁG 66-67 RESOLUÇÃO CONJUNTA SMA/SLT Nº 001 DE 20 DE JULHO DE 2011 Dispõe sobre a implementação dos Planos de Implantação e de Gestão e Operação da Rodovia Arlindo Béttio

Leia mais

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso Biodiversidade Pode ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Pode ser entendida como uma associação de vários

Leia mais

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA INTRODUÇÃO O presente Termo de Referência tem como objetivo

Leia mais

RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364

RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364 RELATÓRIO SITUAÇÃO DA BR 163/364 Fevereiro/2014 1 1. Introdução O Movimento Pró-Logística, que reúne as entidades Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (APROSOJA), Associação

Leia mais

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso Nos termos do Contrato de Concessão, bem como dos regulamentos administrativos impostos pelo Poder Concedente, compete à ECO101 Concessionária

Leia mais

3. O documento foi elaborado pela empresa Golder Associates e contêm um total de 76 páginas.

3. O documento foi elaborado pela empresa Golder Associates e contêm um total de 76 páginas. NOT. TEC. 02001.000088/2016-51 CGAUF/IBAMA Brasília, 21 de janeiro de 2016 Assunto: Análise do Plano apresentado pela empresa SAMARCO em atendimento à notificação 8261/E. Origem: INTRODUÇÃO Ementa: Análise

Leia mais

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM Matriz de Transporte Brasil Estado de São Paulo Modal Participação Modal Participação Rodoviário 61,20% Ferroviário 20,70% Hidroviário 13,60% Dutoviário 4,20% Aéreo 0,40% Rodoviário 93,10% Ferroviário

Leia mais

Impactos ambientais do turismo e modificações na paisagem: um estudo de caso em cidades pantaneiras

Impactos ambientais do turismo e modificações na paisagem: um estudo de caso em cidades pantaneiras Impactos ambientais do turismo e modificações na paisagem: um estudo de caso em cidades pantaneiras Carla Moura de Paulo Gestora Ambiental, Mestra e Doutoranda em Ciência Ambiental PROCAM/USP carla.moura@usp.br

Leia mais

NOVEMBRO 2013 1º RELATÓRIO DE ANDAMENTO

NOVEMBRO 2013 1º RELATÓRIO DE ANDAMENTO NOVEMBRO 2013 ESTUDO PRELIMINAR PARA IMPLANTAÇÃO DE PONTE SOBRE O RIO SÃO FRANCISCO, ENTRE OS MUNICÍPIOS DE PENEDO/AL E NEÓPOLIS/SE 1º RELATÓRIO DE ANDAMENTO ESTUDO PRELIMINAR PARA IMPLANTAÇÃO DE PONTE

Leia mais

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Norte Descrição Concessão à iniciativa privada dos principais eixos rodoviários de acesso ao litoral norte de Alagoas, visando a melhoria operacional, manutenção,

Leia mais

Anexo 12.3.3-6: Resultados obtidos pela utilização do software SIRIEMA v.1.1 com os dados da fauna atropelada de fev/11 a nov/12

Anexo 12.3.3-6: Resultados obtidos pela utilização do software SIRIEMA v.1.1 com os dados da fauna atropelada de fev/11 a nov/12 Anexo 12.3.3-6: Resultados obtidos pela utilização do software SIRIEMA v.1.1 com os dados da fauna atropelada de fev/11 a nov/12 Nas figuras apresentadas abaixo, intensidades de agregação significativas,

Leia mais

PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS 4.8 Programa de Acompanhamento e Resgate de Fauna durante a Limpeza e Enchimento da Área do Reservatório Revisão 00 NOV/2013

Leia mais

Nome da Unidade de Conservação: Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. UGR (Unidade Gestora Responsável): Representação do IBAMA no Maranhão

Nome da Unidade de Conservação: Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. UGR (Unidade Gestora Responsável): Representação do IBAMA no Maranhão 1 1.1 INTRODUÇÃO As crescentes ameaças à biodiversidade brasileira e sua variabilidade genética apontam para uma contínua e preocupante redução desse patrimônio. Essas ameaças são observadas em quase todos

Leia mais

O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas

O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais DIRUR Eixo Temático: Sustentabilidade

Leia mais

Bioma : CERRADO. Alessandro Mocelin Rodrigo Witaski Gabriel Kroeff Thiago Pereira

Bioma : CERRADO. Alessandro Mocelin Rodrigo Witaski Gabriel Kroeff Thiago Pereira Bioma : CERRADO Alessandro Mocelin Rodrigo Witaski Gabriel Kroeff Thiago Pereira Dados Geográficos - Segunda maior formação vegetal da América do Sul - Abrange os estados do Centro-Oeste(Goiás, Mato Grosso,

Leia mais

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO 4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO Conceitualmente, Área de Influência abrange todo o espaço suscetível às ações diretas e indiretas do empreendimento, tanto na fase de implantação como na de operação,

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA. FICHA DE INSCRIÇÃO PARA QUESTIONAMENTOS (preencha de forma clara, legível e objetiva os campos abaixo)

AUDIÊNCIA PÚBLICA. FICHA DE INSCRIÇÃO PARA QUESTIONAMENTOS (preencha de forma clara, legível e objetiva os campos abaixo) NOME: RENATO SILVA JUNIOR ÓRGÃO/ENTIDADE/EMPRESA: PREFEITURA SANTA LUZIA DO ITANHY Como no trecho do Rio Piaui que liga a zona urbana a zona rural do Município de Estância, logo há um grande fluxo de veiculo

Leia mais

AGO-13 CBR&C. Tarifa de Pedágio X Economia no Transporte

AGO-13 CBR&C. Tarifa de Pedágio X Economia no Transporte AGO-13 CBR&C Tarifa de Pedágio X Economia no Transporte 00. Introdução O pedágio em rodovias brasileiras 1960-70 Devido a problemas no financiamento de infraestrutura rodoviária, o Estado passou a avaliar

Leia mais

PROJETO BR-116 BR-381 BR 116 BR 381 PESQUISAS E ESTUDOS DE VIABILIDADE DE PPP. Sistema Rodoviário Federal - Minas Gerais.

PROJETO BR-116 BR-381 BR 116 BR 381 PESQUISAS E ESTUDOS DE VIABILIDADE DE PPP. Sistema Rodoviário Federal - Minas Gerais. BNDES PESQUISAS E ESTUDOS DE VIABILIDADE DE PPP Sistema Rodoviário Federal - Minas Gerais GO BA DISTRITO FEDERAL MINAS GERAIS GOIÁS BR 116 BR 040 PROJETO BR-116 BR-381 BR 381 ES SP RJ Produto 3A ESTUDOS

Leia mais

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS

NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS VALEC NAVA - 02 1 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS VALEC NAVA - 02 2 de 12 NORMA AMBIENTAL VALEC Nº 02 PLANTIOS PAISAGÍSTICOS SUMÁRIO 1. OBJETO... 2 2. CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2

Leia mais

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal 1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal Ações do Governo Federal Visando à Valorização e Conservação da Biodiversidade Vegetal João de Deus Medeiros joao.medeiros@mma.gov.br Departamento

Leia mais

IS MA 19 PROCEDIMENTOS PARA LEVANTAMENTO DE PASSIVOS AMBIENTAIS. 1. Conceituação de passivo ambiental

IS MA 19 PROCEDIMENTOS PARA LEVANTAMENTO DE PASSIVOS AMBIENTAIS. 1. Conceituação de passivo ambiental SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO ESTADUAL DE INFRA-ESTRUTURA IS MA 19 PROCEDIMENTOS PARA LEVANTAMENTO DE PASSIVOS AMBIENTAIS 1. Conceituação de passivo ambiental Na conceituação ambiental

Leia mais

POR QUE NA PEGADA DO PARQUE?

POR QUE NA PEGADA DO PARQUE? POR QUE NA PEGADA DO PARQUE? Após uma série de pesquisas no Parque Municipal Arthur Thomas, a 10 kms do centro de Londrina - uma área de 85 hectares de floresta de Mata Atlântica cercada pela zona urbana

Leia mais

Desastres Naturais no Brasil: vulnerabilidades sociais e econômicas e adaptação às mudanças climáticas

Desastres Naturais no Brasil: vulnerabilidades sociais e econômicas e adaptação às mudanças climáticas Desastres Naturais no Brasil: vulnerabilidades sociais e econômicas e adaptação às mudanças climáticas Geólogo Agostinho Tadashi Ogura Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT DESASTRE NATURAL (DN) =

Leia mais

Ações de Conservação da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção

Ações de Conservação da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção Ações de Conservação da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção Diretoria de Fauna e Recursos Pesqueiros DIFAP Rômulo Mello Coordenção Geral de Fauna CGFAU Ricardo Soavinski Coordenação de Conservação da

Leia mais

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM. ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo

Secretaria de Logística e Transportes DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM. ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo Matriz de Transporte Modal Brasil Participação Estado de São Paulo Modal Participação Rodoviário 61,20% Ferroviário 20,70% Hidroviário 13,60% Dutoviário 4,20% Aéreo 0,40% Rodoviário 93,10% Ferroviário

Leia mais

Sumário. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2. 1.2 Hidrografia 2. 1.3 Topografia 2. 1.4 - Área de reserva florestal legal 3

Sumário. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2. 1.2 Hidrografia 2. 1.3 Topografia 2. 1.4 - Área de reserva florestal legal 3 Sumário Pág. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2 1.2 Hidrografia 2 1.3 Topografia 2 1.4 - Área de reserva florestal legal 3 1.5 Acesso 3 2 Objetivo Geral 4 3 Metodologia 5 3.1

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR

1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR ANEXO 7 - TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA O presente Termo de Referência tem como objetivo estabelecer um referencial para a elaboração do Relatório de Controle

Leia mais

SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS. Outubro/2008

SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS. Outubro/2008 SAU SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS Outubro/2008 O QUE É O SAU? SERVIÇOS DE ATENDIMENTO A USUÁRIOS PROJETO PILOTO ABRANGENDO 421,2 KM DE TRECHOS DAS RODOVIAS FEDERAIS BR-040, BR- 060 E BR-153, NO DISTRITO

Leia mais

Federal do Espírito Santo. Santo. *Email para correspondência: 92.tomas@gmail.com

Federal do Espírito Santo. Santo. *Email para correspondência: 92.tomas@gmail.com III SIMPÓSIO SOBRE A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA. 2014 425 Atropelamento de Herpetofauna na Reserva Biológica de Sooretama, Espirito Santo, Brasil T. L. Rocha 1*, A. Banhos 2, P. L. V. Peloso 3, R.

Leia mais

Diante dos diversos furtos de equipamentos ocorridos, não foi possível monitorar a zoopassagem 1.

Diante dos diversos furtos de equipamentos ocorridos, não foi possível monitorar a zoopassagem 1. 4.- PROGRAMA DE MONITORAMENTO AMBIENTAL 4..1 Programa de Monitoramento de Fauna O Programa de Monitoramento da Fauna tem como objetivo maximizar o conhecimento sobre as alterações nas populações e comunidades

Leia mais

Professores de Três Lagoas trabalham conceitos ambientais em sala de aula

Professores de Três Lagoas trabalham conceitos ambientais em sala de aula CLIPPING AMBIENTAL CGMAB/DPP/DNIT 02/08 a 07/08 de 2012 02/08/2012 Professores de Três Lagoas trabalham conceitos ambientais em sala de aula Na primeira fase de oficinas, em junho, 120 professores de Três

Leia mais

- Local para a disposição final de lixo e esgoto gerados a bordo da embarcação identificada;

- Local para a disposição final de lixo e esgoto gerados a bordo da embarcação identificada; 413 - Escritório de apoio administrativo e Posto de Informação implantado; - Visitantes informados sobre o Parque, seus objetivos e atividades de visitação disponíveis; - Local para a disposição final

Leia mais

Na Amazônia, câmeras na floresta 'flagram' 95 animais de 16 espécies

Na Amazônia, câmeras na floresta 'flagram' 95 animais de 16 espécies Page 1 of 8 Natureza 17/07/2012 08h00 - Atualizado em 17/07/2012 17h41 Na Amazônia, câmeras na floresta 'flagram' 95 animais de 16 espécies Armadilhas fotográficas captaram movimentação durante 25 dias.

Leia mais

INFORMAÇÕES GERAIS EDIÇÃO 1 2º TRIMESTRE ANO 2014

INFORMAÇÕES GERAIS EDIÇÃO 1 2º TRIMESTRE ANO 2014 EDIÇÃO 1 2º TRIMESTRE ANO 2014 INFORMAÇÕES GERAIS A Estação Ecológica de Corumbá é uma unidade de conservação de proteção integral situada no Centro-Oeste de MG, região do Alto São Francisco, na porção

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO MUTUM DE ALAGOAS

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO MUTUM DE ALAGOAS OBJETIVO GERAL OBJETIVO ESPECÍFICO 1 Proteção da espécie e seu habitat OBJETIVO ESPECÍFICO 3 Manejo das populações em cativeiro OBJETIVO ESPECÍFICO 5 Projetos de reintrodução PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2006

PROJETO DE LEI N o, DE 2006 PROJETO DE LEI N o, DE 2006 (Do Sr. Antônio Carlos Biffi) Altera dispositivos da Lei nº 5.197, de 03 de janeiro de 1967. O Congresso Nacional decreta: janeiro de 1967. Art. 1 o Fica revogado o art. 2º

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009 - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151 4.5 Programa de Resgate e Controle de Atropelamento da Fauna Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.5 Programa

Leia mais

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares de Assuncao Michelle Andrade INSTRUMENTO DE AUDITORIA DE SEGURANÇA VIÁRIA PARA PROJETOS RODOVIÁRIOS Lucinei Tavares

Leia mais

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Mais de 100 mil km percorridos Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Estudo da CNT mostra que 57,3% têm alguma deficiência no estado geral; 86,5% dos trechos são de pista simples e

Leia mais

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Sul

Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Sul Concessão Rodoviária Estadual Trecho Litoral Sul Descrição Concessão à iniciativa privada dos principais eixos rodoviários de acesso ao litoral sul de Alagoas, visando a melhoria operacional, manutenção,

Leia mais

Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010

Segurança do trânsito 9. Velocidade e distância de parada Fevereiro 2010 9. Velocidade e distância de parada Aula Interdisciplinar Indicação: 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental Ilustração do Manual de Direção Defensiva do DENATRAN A velocidade é um dos maiores fatores de risco

Leia mais

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA GRADAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL PARA FINS DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL, DE QUE TRATA A LEI Nº 9.985, DE 18/07/2000. A Comissão

Leia mais

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia Bioma Conjunto de vida, vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação, condições

Leia mais

Principais características geográficas do estado do Goiás

Principais características geográficas do estado do Goiás Principais características geográficas do estado do Goiás Laércio de Mello 1 Para iniciarmos o estudo sobre o estado de Goiás é importante primeiramente localizá-lo dentro do território brasileiro. Para

Leia mais

DIAGNÓSTICO NACIONAL UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E IMPACTOS DE EMPREENDIMENTOS LINEARES

DIAGNÓSTICO NACIONAL UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E IMPACTOS DE EMPREENDIMENTOS LINEARES UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E IMPACTOS DE EMPREENDIMENTOS LINEARES DIAGNÓSTICO NACIONAL 1 Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas - Universidade Federal de Lavras SUMÁRIO SUMÁRIO EXECUTIVO 3 PESSOAL

Leia mais

PESQUISAS E PRÁTICAS INOVADORAS EM PROJETO GEOMÉTRICO RODOVIÁRIO

PESQUISAS E PRÁTICAS INOVADORAS EM PROJETO GEOMÉTRICO RODOVIÁRIO PESQUISAS E PRÁTICAS INOVADORAS EM PROJETO GEOMÉTRICO RODOVIÁRIO UM POUCO DE HISTÓRIA 1894 Primeiro carro produzido no mundo, Benz Motor Car Velocipede Of 1894 Fonte: emercedesbenz.com Tropas do exército,

Leia mais

ANEXO XII TERMO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL OBRAS DE MOBILIDADE URBANA DA COPA DO MUNDO 2014

ANEXO XII TERMO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL OBRAS DE MOBILIDADE URBANA DA COPA DO MUNDO 2014 ANEXO XII TERMO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL OBRAS DE MOBILIDADE URBANA DA COPA DO MUNDO 2014 1. INTRODUÇÃO O presente termo de referência visa subsidiar a análise dos impactos ambientais

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Previsão Legal Objetivos Categorias Finalidades Gestão do Sistema Quantitativos Outros Espaços Protegidos Distribuição Espacial Relevância O Brasil possui alguns

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS

CADERNO DE EXERCÍCIOS GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Disciplina: Ecologia de Ecossistema e da Paisagem

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica 304

IV Seminário de Iniciação Científica 304 IV Seminário de Iniciação Científica 304 IMPACTO DO ATROPELAMENTO DE ANIMAIS SILVESTRES NA RODOVIA GO 060, TRECHO GOIÂNIA - IPORÁ. Fabiane Geralda Alves Moreira 1, Silvania de Sousa Silva 1, Hélida Ferreira

Leia mais

Uso de Localizador GPS Aplicado à Manutenção de Linhas de Transmissão de 69kV e 138kV.

Uso de Localizador GPS Aplicado à Manutenção de Linhas de Transmissão de 69kV e 138kV. XIX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2010 22 a 26 de novembro São Paulo - SP - Brasil Uso de Localizador GPS Aplicado à Manutenção de Linhas de Transmissão de 69kV e 138kV.

Leia mais

Educação Ambiental. Cartilha do Trabalhador. Ferrovia de Integração Oeste Leste - FIOL

Educação Ambiental. Cartilha do Trabalhador. Ferrovia de Integração Oeste Leste - FIOL Educação Ambiental Cartilha do Trabalhador Ferrovia de Integração Oeste Leste - FIOL 2 Introdução Esta cartilha foi elaborada pelo Programa de Educação Ambiental da Ferrovia de Integração Oeste Leste -

Leia mais

Centro de Conhecimento em Biodiversidade Tropical - Ecotropical

Centro de Conhecimento em Biodiversidade Tropical - Ecotropical Centro de Conhecimento em Biodiversidade Tropical - Ecotropical Realização: Instituto Energias do Brasil Endereço: Rua Bandeira Paulista, 530 11º andar CEP: 04532-001 São Paulo São Paulo, Brasil. Responsável:

Leia mais

SEINFRA SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA JUNHO/2015

SEINFRA SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA JUNHO/2015 SEINFRA SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA JUNHO/2015 Corredores de Ônibus Manaus: Atendem três condicionantes: 1) Plano de Estruturação da Malha Viária do Governo do Estado do Amazonas; 2) Demanda

Leia mais

ANEXO NOTIFICAÇÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL SOLICITAÇÃO DE ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL

ANEXO NOTIFICAÇÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL SOLICITAÇÃO DE ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL ANEXO NOTIFICAÇÃO DE EMERGÊNCIA AMBIENTAL SOLICITAÇÃO DE ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL A: Tel:( ) Em caso de emergência somente: ( ) Fax: ( )...ou (...)... Correio eletrônico: Internet: http://www. De: Nome:

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS RODOVIÁRIOS ESTUDO DE CASO BR-262/MS

GESTÃO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS RODOVIÁRIOS ESTUDO DE CASO BR-262/MS GESTÃO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS RODOVIÁRIOS ESTUDO DE CASO BR-262/MS Philipe Ratton Universidade Federal do Paraná Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura Marcela Barcelos Sobanski Universidade

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências

Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Biociências Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Biociências DETECTABILIDADE DA FAUNA ATROPELADA: EFEITO DO MÉTODO DE AMOSTRAGEM E DA REMOÇÃO DE CARCAÇAS Fernanda Zimmermann Teixeira Monografia de

Leia mais

Estudo de Impacto Ambiental

Estudo de Impacto Ambiental UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Estudo de Impacto Ambiental Prof Luís César da Silva, Dr UFES/CCA O que é Impacto Ambiental? Corresponde as alterações das propriedades físicas, químicas e biológicas

Leia mais

3 PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA

3 PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA 3 PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA 3.1 ÁREAS PARA CONVERSÃO EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO 3.1.1 - Justificativa O Brasil possui uma das biotas mais notáveis do planeta, mas ela

Leia mais

Projeto. Governo Inves2mentos de 133 bilhões em logís2ca Pesquisa. Conheça o Projeto Malha. Pesquisa veterinária com animais atropelados

Projeto. Governo Inves2mentos de 133 bilhões em logís2ca Pesquisa. Conheça o Projeto Malha. Pesquisa veterinária com animais atropelados CENTRO BRASILEIRO UDOS EM ECOLOGIA RADAS Linearidades Projeto Conheça o Projeto Malha Governo Inves2mentos de 133 bilhões em logís2ca Pesquisa 1 Pesquisa veterinária com animais atropelados O SILEIR O

Leia mais

PROGRAMAS REGIONAIS PROGRAMAS REGIONAIS NORTE FRONTEIRA NORTE NORDESTE ARAGUAIA- TOCANTINS FRONTEIRA NORTE OESTE NORTE SÃO FRANCISCO SUDOESTE LESTE

PROGRAMAS REGIONAIS PROGRAMAS REGIONAIS NORTE FRONTEIRA NORTE NORDESTE ARAGUAIA- TOCANTINS FRONTEIRA NORTE OESTE NORTE SÃO FRANCISCO SUDOESTE LESTE PROGRAMAS REGIONAIS PROGRAMAS REGIONAIS BR-174 BR-364 BR-317 BR-319 BR-230 BR-230 BR-163 BR-364 BR-230 BR-158 BR-364 MT-170 BR-010 BR-316 PA-150 BR-222 BR-020 BR-020 BR-230 BR-230 BR-304 BR-407 BR-101

Leia mais

1 de 5 ESPELHO DE EMENDAS DE INCLUSÃO DE META

1 de 5 ESPELHO DE EMENDAS DE INCLUSÃO DE META COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS E FISCALIZ S AO PLN 0001 / 2008 - LDO Página: 2726 de 2993 1 de 5 ESPELHO DE S DE INCLUSÃO DE META AUTOR DA 71260001 1220 Assistência Ambulatorial e Hospitalar Especializada

Leia mais

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( )

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR NOME / RAZÃO SOCIAL *: End.: rua/av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) e-mail: CNPJ (CGC/MF n.º) *: CGC/TE n. *: CPF/CIC n. *: End. P/ correspondência:

Leia mais

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global II Congresso de Mineração da Amazônia Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global Vânia Somavilla Vale - Diretora de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Novembro de

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES

GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES I CONGRESSO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES Karla Casagrande Lorencini Bacharel em Ciências

Leia mais

Resumo Público Monitoramento da Fauna e Social Exploração de Manejo Florestal Sustentável

Resumo Público Monitoramento da Fauna e Social Exploração de Manejo Florestal Sustentável Resumo Público Monitoramento da Fauna e Social Exploração de Manejo Florestal Sustentável Abril 2014 INTRODUÇÃO O presente resumo tem como objetivo disponibilizar dados referentes ao monitoramento da flora,

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL Avaliação de Impactos Ambientais

Leia mais

ATE XXII. Índice. 12 - Conclusões... 1. LT 500 kv Marimbondo II - Campinas e Subestações Associadas Conclusões do Empreendimento 1/1

ATE XXII. Índice. 12 - Conclusões... 1. LT 500 kv Marimbondo II - Campinas e Subestações Associadas Conclusões do Empreendimento 1/1 Índice 12 - Conclusões... 1 Índice 1/1 12 - ATE XXII A Linha de Transmissão (LT) 500 kv Marimbondo II Campinas e Subestações Associadas é um empreendimento da ATE XXII Transmissora de Energia S.A a ser

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 O processo administrativo para aprovação e licenciamento de parcelamentos de

Leia mais

TRILHAS. Projeto Trilhas Interpretativas

TRILHAS. Projeto Trilhas Interpretativas TRILHAS Projeto Trilhas Interpretativas O Projeto Trilhas Interpretativas, desenvolvido desde 1996 com uma proposta de educação ambiental informal, realiza atividades de bem estar em áreas naturais. A

Leia mais

25 ANOS. depesquisaseinovaçõesgeoespaciaisparaaagriculturaeambiente. mateusbatistella@embrapa.br

25 ANOS. depesquisaseinovaçõesgeoespaciaisparaaagriculturaeambiente. mateusbatistella@embrapa.br 25 ANOS depesquisaseinovaçõesgeoespaciaisparaaagriculturaeambiente mateusbatistella@embrapa.br 25 Anos em (poucas) Fotos Equipe 1989 1997 Equipe 2006 2013 25 Anos em Relacionamento 25AnosemRelacionamento

Leia mais

O objetivo do Programa de Gestão Ambiental é utilizar ferramentas de gestão que garantam a execução das ações planejadas.

O objetivo do Programa de Gestão Ambiental é utilizar ferramentas de gestão que garantam a execução das ações planejadas. JUNHO 2010 2 de 12 2. PROGRAMAS OBRIGATÓRIOS 2.1. PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL (ESSE ITEM É REFERENTE AO ITEM 5.1.1 DO TERMO DE REFERENCIA) O objetivo do Programa de Gestão Ambiental é utilizar ferramentas

Leia mais

PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014

PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014 PORTARIA MMA Nº 43, DE 31 DE JANEIRO DE 2014 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, e no Decreto nº 6.101,

Leia mais

"Protegendo as nascentes do Pantanal"

Protegendo as nascentes do Pantanal "Protegendo as nascentes do Pantanal" Diagnóstico da Paisagem: Região das Cabeceiras do Rio Paraguai Apresentação O ciclo de garimpo mecanizado (ocorrido nas décadas de 80 e 90), sucedido pelo avanço das

Leia mais

Biomas, Domínios e Ecossistemas

Biomas, Domínios e Ecossistemas Biomas, Domínios e Ecossistemas Bioma, domínio e ecossistema são termos ligados e utilizados ao mesmo tempo nas áreas da biologia, geografia e ecologia, mas, não significando em absoluto que sejam palavras

Leia mais

Guia para identificação de pegadas

Guia para identificação de pegadas Guia para identificação de pegadas Apoio: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo Programa ABC na Educação Científica - Mão na Massa Coordenador do Programa ABC na Educação Científica - Mão

Leia mais

Fauna Silvestre no Ambiente Urbano: licenciamento ambiental. Dra. Renata Cardoso Vieira

Fauna Silvestre no Ambiente Urbano: licenciamento ambiental. Dra. Renata Cardoso Vieira Fauna Silvestre no Ambiente Urbano: licenciamento ambiental Dra. Renata Cardoso Vieira Tipologia de Estudos EIA /RIMA laudo de fauna monitoramento de fauna resgate de fauna IN 146/2007 IBAMA Licenciamento

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Unidade de Conservação Área geograficamente estabelecida para se alcançar um objetivo específico de conservação por meio do uso controlado dos recursos biológicos

Leia mais

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana.

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana. 7. IMPACTOS AMBIENTAIS E MEDIDAS MITIGADORAS RECOMENDADAS 7.1. AVALIAÇÃO GERAL O que é Impacto Ambiental? É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE Página 1 de 6 SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, através do Departamento de

Leia mais

Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos

Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos Tema: Planos de manejo para as epécies ameaçadas no Rio Grande do Sul e no Brasil. Dinâmica: Questões dirigidas aos grupos Bibliografia: Ministério do Meio Ambiente. Espécies ameaçadas de extinção: recomendações

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

A rede cicloviária do D.F.: um avanço na mobilidade urbana ou iniciativa para inglês ver?

A rede cicloviária do D.F.: um avanço na mobilidade urbana ou iniciativa para inglês ver? A rede cicloviária do D.F.: um avanço na mobilidade urbana ou iniciativa para inglês ver? Eliezé Bulhões de Carvalho 1, 2 Michelle Andrade 1 1 - Programa de Pós Graduação em Transportes UnB 2 - GPIT Grupo

Leia mais

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Aluno (a): Disciplina GEOGRAFIA Curso Professor ENSINO MÉDIO FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Série 1ª SÉRIE Número: 1 - Conteúdo: Domínios morfoclimáticos - estudar as interrelações

Leia mais

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA 5. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.1 5.1. METODOLOGIA 5.1 5.2. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.3 5.3. DESCRIÇÃO DOS IMPACTOS

Leia mais

AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AVALIAÇÃO RÁPIDA ESTRATÉGICA (ARE) PARA CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Informações do Processo: Nome do Interessado: Nº do Processo: Data / de 20 Município: Localidade: Vistoria: Data: / / 20 Técnicos

Leia mais

PROJETO MALHA MANUAL PARA EQUIPE DE CAMPO

PROJETO MALHA MANUAL PARA EQUIPE DE CAMPO JULHO/2013 V.1 PROJETO MALHA MANUAL PARA EQUIPE DE CAMPO CENTRO BRASILEIRO DE ESTUDOS EM ECOLOGIA DE ESTRADAS - UFLA Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS

Leia mais

SUMÁRIO: Projeto de recuperação de áreas degradadas. Instrução Normativa Nº. 08

SUMÁRIO: Projeto de recuperação de áreas degradadas. Instrução Normativa Nº. 08 SUMÁRIO: OBJETIVOS:... 2 I DAS DEFINIÇÕES:... 3 II DOS PROCEDIMENTOS:... 3 III INSTRUÇÕES:... 4 ANEXO 1... 6 EXEMPLO DE CROQUI DE REPRESENTAÇÃO DA ÁREA A SER RECUPERADA... 6 ANEXO 2... 7 ENDEREÇO DO DEPARTAMENTO

Leia mais