BOVINOCULTURA DE LEITE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL

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1 BOVINOCULTURA DE LEITE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL Aluno: Curso:

2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 ASPECTOS GERAIS...3 I- REPRODUÇÃO Aparelho reprodutor feminino O cio...4 II- CONDIÇÕES IDEAIS PARA A INSEMINAÇÃO Inseminador Instalações Manejo da propriedade...8 III- MATERIAIS UTILIZADOS Botijão de sêmen Sêmen Aplicador universal Estojo do inseminador...10 IV- PROCESSO DA INSEMINAÇÃO...10 V- ESCRITURAÇÃO ZOOTÉCNICA

3 INTRODUÇÃO Segundo a História, a inseminação artificial foi utilizada pela primeira vez em 1332, em cavalos, pelos árabes. Em 1779, o monge italiano, Lázaro Spallanzani, demonstrou, pela primeira vez, a inseminação artificial, colhendo o sêmen de um cachorro, por meio de uma excitação mecânica, e aplicando-o em uma cadela no cio. Esta pariu, após o período gestacional, três lindos filhotes. Nascia, então, a inseminação artificial, processo que revolucionou a reprodução animal. Em 1949, cientistas ingleses descobriram que o sêmen poderia ser conservado, por longo tempo, a baixas temperaturas. Atualmente, a inseminação artificial está difundida em todo o mundo. No Brasil, a primeira inseminação ocorreu em 1940; porém, foi a partir de 1970 que esta técnica se expandiu por todo o país. ASPECTOS GERAIS Desde a criação do mundo, a reprodução dos animais vem sendo feita de forma natural, ou seja, através da monta natural. Nestas ocasiões, não é possível detectar a qualidade do produto a ser gerado; e raríssimas vezes o cruzamento tem resultados positivos. Com o passar dos anos, o homem aprimorou as técnicas, a fim de melhorar a qualidade do rebanho. Originou-se, então, o melhoramento genético. Com o advento da era da engenharia genética também no setor primário, principalmente relacionado à inseminação artificial em animais, foi permitida a reprodução de animais de boa qualidade, com as características desejáveis para determinada criação. A inseminação artificial surgiu, para o melhoramento do rebanho, por meio de sêmen de touros, testados geneticamente, em curto espaço de tempo e a baixo custo. O sucesso da inseminação artificial depende de vários fatores; por isso, o SENAR/SP vem contribuir, ainda mais, com a sua profissionalização para este sucesso. 3

4 I- REPRODUÇÃO É o cruzamento natural ou artificial entre os animais (um macho e uma fêmea), a fim de obter-se uma cria. O cruzamento ocorre quando a fêmea estiver no cio, ou seja, período em que ela aceita a monta, por estar fértil, com grandes possibilidades de ficar prenhe (grávida). Na reprodução, é importantíssimo que os animais, tanto o macho quanto a fêmea, estejam com boa saúde e bem nutridos. Caso o animal tenha algum problema de saúde, a reprodução poderá não ocorrer; portanto, é necessário cuidar e alimentar bem os animais, evitando situações indesejáveis no cruzamento. 1. Aparelho reprodutor feminino O aparelho reprodutor feminino da vaca é formado por: clitóris, vulva, vagina, colo do útero ou cérvix, útero, ovários (esquerdo e direito), trompas (esquerda e direita) e cornos uterinos (esquerdo e direito). O colo uterino ou cérvix é o principal órgão do aparelho reprodutivo para o processo de inseminação artificial. É formado por anéis cartilaginosos circulares, e seu tamanho, espessura e forma diferem de acordo com cada animal. Quando a vaca está no cio, este canal fica dilatado e lubrificado, facilitando a passagem da pipeta. O sêmen será depositado no início do corpo do útero, facilitando o deslocamento dos espermatozóides em direção a ambas as trompas, onde ocorrerá a fertilização do óvulo, a qual poderá dar-se do lado esquerdo ou direito. Vale ressaltar que, normalmente, há apenas um óvulo liberado, e este poderá ser do ovário direito ou esquerdo. ATENÇÃO! Caso o sêmen seja depositado em um dos cornos, poderá não ocorrer a fecundação; pois a ovulação poderá ocorrer no ovário oposto. É na puberdade, passagem da infância (bezerra) para adolescência (novilha), que ocorre o desenvolvimento dos órgãos sexuais na fêmea. Sua primeira ovulação (liberação do óvulo para ser fertilizado) acontece com o aparecimento do cio. 2. O cio Cio é o período em que a fêmea tem o desejo sexual intenso, portanto, é neste momento que há aceitação da monta. Ele se repete a cada vinte e um (21) dias, em média, podendo variar de dezessete (17) a vinte e quatro (24) dias. Sua duração é de 10 a 18 horas. 4

5 O sucesso no processo da inseminação está relacionado com a observação do cio na vaca; para tanto, é preciso que o inseminador verifique de duas (2) a três (3) vezes ao dia, por um período de 30 a 40 minutos, o comportamento das vacas. Os melhores momentos para a observação do cio são: na primeira hora da manhã (antes da ordenha), na primeira hora da tarde e ao anoitecer (após a ordenha). Para auxiliar no processo de observação do cio, poderemos utilizar no rebanho o rufião, o qual serve para procurar as fêmeas que entram no cio. Este tem preso a seu tórax uma esponja com tinta e, ao montar em uma fêmea no cio, deixará uma marca que facilitará a observação do inseminador. O rufião pode ser um touro com um pequeno desvio no pênis (para que não haja penetração) ou uma vaca androgenizada, ou seja, uma vaca que recebeu hormônios, passando, assim, a possuir características masculinas. Vale ressaltar que os dois métodos devem ser realizados por um médico veterinário. Os sinais característicos apresentados por uma vaca no pré-cio, ou seja, antes de aceitar a monta, são: a) vulva inchada e brilhante; b) cauda erguida; c) urina constante; d) inquietação; e) nervosismo; f) muco cristalino e transparente, saindo pela vagina (semelhante à clara de ovo); g) montar em outras fêmeas e não deixar ser montada; h) afastar-se do rebanho. ATENÇÃO! Vaca no cio é aquela que aceita a monta Tipos de cio Ao constatar os sinais característicos do pré-cio, verifique a ficha da vaca, a fim de observar se ela está realmente entrando no cio. Como sabemos, a repetição do cio se dá a cada vinte e um (21) dias, em média, ou sessenta (60) dias após o parto; portanto, pela ficha de controle da vaca, podemos determinar em qual período a vaca se encontra. 5

6 ATENÇÃO! Vacas paridas há menos de quarenta e cinco (45) dias (período reservado para descanso do aparelho reprodutivo), que entram no cio, deverão ser inseminadas somente no próximo cio. Há dois tipos de cio que podem prejudicar o manejo reprodutivo do rebanho: a) Cio do encabelamento: é um cio falso, que ocorre em vacas, no período de gestação. Este cio é provocado por um distúrbio hormonal que ocorre por volta do quinto mês de gestação, época em que se inicia o encabelamento na cria, dentro do útero. Neste caso, a inseminação não poderá ser realizada, pois já há uma cria no útero da vaca; evita-se, assim, o desperdício de sêmen e o possível aborto da cria. b) Cio silencioso: é um cio que não apresenta sinais característicos externos, ou seja, os sinais característicos da vaca no pré-cio. ATENÇÃO! Observe sempre as fichas das vacas, verificando os dados de parições e repetições de cio Etapas do cio O período denominado de cio é dividido em três fases distintas: a) Pré-cio: a vaca apresenta os sinais característicos externos e não aceita a monta. Este período dura, em média, de 4 a 10 horas. b) Cio-aparente: a vaca apresenta os sinais característicos externos, porém, monta em outras vacas e aceita ser montada. Este período dura, aproximadamente, de 10 a 18 horas. c) Pós-cio: neste período, a vaca não aceita mais ser montada e os sinais característicos já não aparecem. Este período dura, em média, 12 horas. Portanto, a inseminação deve ser realizada no final do cio. Para isto, utilizamos a seguinte tabelinha: Observação do cio Manhã Tarde Inseminar À tarde, do mesmo dia Na manhã, do outro dia 6

7 ATENÇÃO! Verifique se a vaca está aceitando a monta, para inseminá-la no horário correto. As vacas inseminadas, segundo o esquema acima, estarão próximas do final do cio (pós-cio), encontrando-se num período de alta fertilidade. Vale lembrar que as vacas, normalmente, entram no cio no período da noite; portanto, serão observadas pela manhã e inseminadas no período da tarde. II- CONDIÇÕES IDEAIS PARA A INSEMINAÇÃO O programa de inseminação artificial, na propriedade, depende de vários fatores para o seu bom desenvolvimento e sucesso. São eles: 1. Inseminador A tarefa do inseminador é fundamental na inseminação artificial. Os resultados dependem do seu profissionalismo e dedicação. É importante que o inseminador esteja bem preparado para executar suas tarefas diárias, pois a observação do cio, o horário em que deve ser feita a inseminação, os cuidados com a higiene do animal e do material etc. devem ser feitos com muita atenção. A higiene pessoal do inseminador é outro fator importante. Este deverá sempre estar de mãos limpas, unhas cortadas, vestimentas limpas (como avental e botas), evitando, assim, disseminações de doenças no rebanho e nele próprio. 2. Instalações A instalação ideal para a realização da inseminação artificial é o brete, pois a vaca fica presa, evitando riscos de acidentes, como o coice, por exemplo. Este local deve ser coberto, pois os raios solares e a água da chuva são prejudiciais ao sêmen. As vacas podem ser inseminadas no próprio estábulo ou mangueira, desde que fiquem bem presas, evitando acidentes. Caso utilize-se este esquema para a inseminação, amarre a vaca com a peia, evitando machucá-la e, principalmente, que ela venha a se mexer e, até mesmo, cair. Os materiais utilizados, como: o botijão e o estojo completo deverão ser guardados em local coberto e longe do alcance de pessoas estranhas e animais. Este local deve ser próximo à área de inseminação, para facilitar o manuseio desses materiais. 7

8 As instalações devem ser mantidas sempre limpas e desinfetadas, evitando a disseminação de doenças. A limpeza deve ser feita antes e após cada operação realizada, para eliminar tanto as fezes e urinas dos animais como outro tipo de sujeira armazenadas neste local. Estas impurezas devem ser retiradas com auxílio de ferramentas (pá, enxada, carrinho de mão etc) que, após seu uso, devem ser lavadas com água e desinfetante. 3. Manejo da propriedade O manejo é todo o trabalho executado no dia-a-dia de uma propriedade. É importante que a propriedade tenha um manejo definido, dentro dos parâmetros técnicos de produtividade, com relação aos diversos setores dentro da propriedade leiteira. Tais manejos são: reprodutivo, nutricional, sanitário de cria, recria, gado adulto e ordenha. Todas estas atividades deverão ser acompanhadas por um técnico especializado e controladas, diariamente, pelos trabalhadores da propriedade. A propriedade, estando bem manejada, certamente terá um bom desenvolvimento na aplicação da inseminação artificial. III- MATERIAIS UTILIZADOS Os materiais utilizados no processo de inseminação artificial são: o botijão de sêmen, o sêmen, o aplicador universal e o estojo do inseminador. 1. Botijão de sêmen O botijão de sêmen é um recipiente térmico utilizado para a conservação do sêmen. O produto que conserva o sêmen é o nitrogênio líquido. Suas características principais são: a) temperatura de -196 C; b) evaporação rápida, quando em contato com o meio ambiente; c) não-tóxico; d) não-inflamável; e) sem cheiro. O botijão é um recipiente frágil; portanto, deve ser armazenado, com cuidado, em local fresco, coberto e ventilado. 8

9 Caso haja necessidade de transportá-lo, isto deverá ser feito dentro de uma caixa de madeira. Este deverá estar bem preso e na posição vertical, evitando, com isso, o vazamento de nitrogênio e eventuais pancadas. O botijão de sêmen é composto dos seguintes elementos: ATENÇÃO! Verifique o fechamento correto do botijão, pois o nitrogênio líquido evapora, constantemente, ocasionando perda de sêmen. É necessário verificar, semanalmente, o nível de nitrogênio do botijão com o medidor apropriado (régua) que acompanha o botijão. Procedimentos para averiguar o nível de nitrogênio no botijão de sêmen: a) mergulhe a régua, apropriada, no botijão, aguardando alguns segundos; b) retire o medidor, fazendo movimentos com ele. Observe, em seguida, a faixa branca que se forma junto à régua. Esta faixa indica a medida do nível de nitrogênio; c) compare a medida do nível com a do manual do fabricante. Caso seja necessário um reabastecimento, chame o responsável técnico. ATENÇÃO! O nível de segurança máxima de nitrogênio, para manter a qualidade do sêmen, é de 15 cm. 2. Sêmen Esse material é essencial para que ocorra a fertilização do óvulo. É ejaculado pelo macho e constituído de plasma seminal e espermatozóides. Os espermatozóides são produzidos nos testículos do macho e carregam as suas informações genéticas, para a formação da futura cria. O sêmen é colhido em centrais especializadas; para tanto, é necessário conhecer a fonte de onde se adquiriu o sêmen. Com a ajuda de um manequim, simulando uma vaca, o touro monta e, imediatamente, com o auxílio de um homem, é colocado um recipiente em seu pênis, simulando uma vagina, onde o touro ejaculará. Após ser colhido o sêmen, este é armazenado e acondicionado no botijão de nitrogênio. As embalagens mais comuns são: 9

10 a) Ampolas: embalagens de vidro utilizadas até pouco tempo atrás. Deixaram de ser utilizadas devido às dificuldades em seu manejo e riscos de acidentes, no momento da abertura do frasco. Foram substituídas pela palheta. b) Palheta: é um tubo plástico de pequena espessura. Existem dois tipos: a fina e a média. A média mede, aproximadamente, 13 cm de comprimento e 2,8 mm de diâmetro. Atualmente, no Brasil, utiliza-se este tipo de palheta devido à sua facilidade de manuseio. 3. Aplicador universal Consiste em uma peça de inox (mais comum), formada de êmbolo e corpo do aplicador. É a peça onde será colocada a palheta de sêmen e que será introduzida na vagina da vaca. 4. Estojo do inseminador Consiste em uma caixa especial composta de: a) luvas descartáveis: utilizadas na mão esquerda, a qual será inserida no reto da vaca; b) bainha: tubo plástico onde será colocada a palheta de sêmen; c) termômetro: utilizado para medir a temperatura da água; d) caixa de isopor: recipiente utilizado para colocar a água aquecida; e) pinça: utilizada para retirar a palheta de sêmen das canecas do botijão; f) cortador de palhetas: utilizado para cortar a ponta da palheta de sêmen. Pode ser um cortador especial para palhetas ou uma gilete. IV- PROCESSO DA INSEMINAÇÃO A seqüência da inseminação consiste numa tarefa fácil, porém exige do inseminador tanto habilidade e agilidade dos movimentos das mãos, bem como sincronismo em relação ao tempo e espaço para a inseminação. Procedimentos para a inseminação artificial: 1. \pnlvlbodyverifique, junto ao rebanho, qual a vaca que apresenta os sinais característicos de cio. Este procedimento poderá ser efetuado no momento da ordenha (manhã e tarde) ou no campo, com o auxílio de um cavalo; 2. a vaca no cio deve ser recolhida calmamente ao estábulo limpo e protegido do sol. No caso de novilhas, deverão ser mantidas em um tronco, por terem sido pouco 10

11 manejadas anteriormente, evitando, assim, acidentes com o animal e com o inseminador. Neste momento, examine o muco da vaca; ATENÇÃO! Caso a vaca elimine um muco escuro e sanguinolento é sinal de que ela está com uma infecção uterina; logo, deverá ser tratada. Quando estiver apresentando um muco transparente e cristalino, deverá ser inseminada. 3. após recolher a vaca, verifique a ficha dela, observando sua identificação e outros dados, como, por exemplo: data da última parição, data da última inseminação, número de repetições de cios perdidos, intervalo entre partos etc.; 4. separe os equipamentos a serem utilizados, já mencionados anteriormente. Estes materiais deverão ser colocados em local adequado, como, por exemplo: uma bancada forrada com papel ou tecido limpo, a fim de não contaminar os equipamentos; 5. contenha a vaca, amarrando-a com uma corda para que, durante a inseminação artificial, ela fique presa e evite movimentar-se; em seguida, peie a vaca. ATENÇÃO! Verifique se a vaca ficou bem imobilizada, evitando que ela se solte durante a inseminação artificial. PRECAUÇÃO: Peie a vaca pelo seu lado direito, evitando coices e pisões. A cauda da vaca deverá ficar presa; para isso, faz-se necessário o auxílio de um ajudante para segurá-la. Existem outros processos a serem utilizados quando não se tem um ajudante por perto; porém, são pouco eficientes e, muitas vezes, ocasionam acidentes. O essencial é que se tenha um ajudante por perto; 6. prepare o aplicador, separando o seu corpo do êmbolo. Em seguida, exponha a bainha para fora do pacote, que estará em cima da bancada. A bainha deve estar bem protegida, a fim de evitar contaminações. Vale lembrar que a palheta de sêmen será colocada dentro da bainha; 7. após o preparo do aplicador, é necessário fazer a higienização da vaca, limpando o reto e a vagina, com a utilização de água e papel-toalha ou higiênico. A limpeza do reto consiste na retirada do excesso de fezes, evitando, assim, que a vaca defeque no momento da inseminação. Procedimentos para higienizar a vaca: 11

12 a) coloque a luva na mão esquerda do lado avesso, pois o lado normal contém emendas, que podem ferir o animal; ATENÇÃO! O inseminador deve estar com as mãos limpas, unhas cortadas, sem nada nos dedos ou braço (anéis, relógio, pulseiras etc.) que possa ferir o reto do animal, causando hemorragias. b) aplique sobre a luva um produto que facilite a penetração do braço esquerdo do inseminador no reto da vaca. Pode ser utilizado o próprio esterco úmido da vaca, vaselina neutra ou glicerina líquida; ATENÇÃO! Sabão, detergente ou quaisquer outros tipos de produtos não devem ser utilizados, pois prejudicam a inseminação artificial, matando os espermatozóides. c) introduza, com cuidado, a mão esquerda no reto da vaca com os dedos em forma de cone, e retire o restante das fezes do reto. Faça movimentos leves e repetidos, sem machucar a vaca, para retirar as fezes existentes; estes movimentos facilitarão, ainda, a eliminação de muco pela vulva. Durante esta operação, procure localizar a cérvix e examine o muco que sai da vagina da vaca; ATENÇÃO! O muco deve estar límpido, transparente, brilhante e de consistência firme. Caso o muco esteja com pus ou sangue preto, não deverá ser feita a inseminação artificial, porque o animal poderá estar doente, necessitando de cuidados médicos. d) após limpar o reto da vaca, deve-se fazer a limpeza de sua vulva. Para isso, é necessário somente água limpa, para retirar as impurezas e depois secá-la bem, com auxílio de um papel-toalha ou higiênico. Após este procedimento, retire a luva com cuidado para não rasgar, deixando-a de lado, em local seguro, a fim de ser reaproveitada, no momento da inseminação artificial; ATENÇÃO! Impeça a entrada de água na vagina da vaca, evitando doenças no aparelho reprodutor. 8. prepare a palheta de sêmen que será utilizada na inseminação, verificando qual o touro escolhido e a localização de seu sêmen no botijão, ou seja, em qual caneca seu sêmen está armazenado. Vale lembrar que cada caneca possui uma identificação. Procedimentos para o preparo da palheta: 12

13 a) o aquecimento da água, para o descongelamento do sêmen, deve ser feito no local da inseminação ou a água aquecida deve ser transportada numa garrafa térmica a uma temperatura acima de 35 C. Quando a água for colocada no recipiente de isopor, deve-se medir sua temperatura até que ela atinja 35 C, temperatura ideal para o descongelamento do sêmen; ATENÇÃO! A água deve ser de boa qualidade e em quantidade suficiente para cobrir a palheta de sêmen. PRECAUÇÃO: Utilize luvas, evitando queimaduras. b) depois que o aplicador e a água, para o descongelamento do sêmen, estiverem preparados, deve-se abrir o botijão e puxar somente a caneca que será utilizada, tomando-se o cuidado para que esta seja mantida entre 5 e 7 cm abaixo da boca do botijão, para não prejudicar a qualidade do sêmen; c) com o auxílio de uma pinça, pegue uma palheta e coloque-a, imediatamente, no isopor com água, aquecida a 35 C por um período de 30 segundos; tempo necessário para o descongelamento do sêmen; ATENÇÃO! Esse processo deve durar por volta de 5 segundos. Não sendo possível realizar essa tarefa neste tempo, volte a caneca no botijão e reinicie o processo. d) após os 30 segundos de espera, deve-se retirar a palheta de sêmen da caixa de isopor, com a pinça, enxugando-a com papel-toalha ou higiênico. Em seguida, segurando a palheta com o papel-toalha ou higiênico, com a parte lacrada para cima, agite-a, fazendo com que o sêmen não fique na parte onde será cortada a palheta, evitando o seu desperdício; e) corte em forma de bisel (ângulo de 45 graus) a palheta de sêmen, na ponta lacrada, utilizando uma lâmina de barbear e, em seguida, encaixe corretamente na bainha. Depois, coloque o anel plástico no aplicador e encaixe nele o êmbolo metálico, com cuidado, até a metade do aplicador, para não correr o risco de perder o sêmen; ATENÇÃO! Tesouras, facas e canivetes não devem ser utilizados, pois podem estragar a ponta da palheta, prejudicando o encaixe na bainha e podendo desperdiçar o sêmen. 13

14 PRECAUÇÃO: Segure firmemente a lâmina, evitando ferimentos. 9. Com o aplicador preparado, deve-se, imediatamente, inseminar a vaca. Vale lembrar de que ela já está contida, inclusive com a cauda segura pelo auxiliar. Neste momento, segure o aplicador nos lábios, para facilitar a colocação da luva. Procedimentos para inseminar a vaca: a) abra a vulva da vaca, com a ajuda do auxiliar. O aplicador deverá ser colocado com a ponta voltada para cima (ângulo de 45 graus) até encontrar o teto da vagina, evitando, assim, atingir a uretra. Posicione o aplicador na horizontal e introduza-o, profundamente, com cuidado e devagar; b) introduza a mão esquerda no reto da vaca, calmamente, localizando o colo uterino ou cérvix. Neste momento, o aplicador deve orientar-se até a entrada da cérvix por meio de movimentos leves, até a completa passagem do aplicador pelos anéis. Lembre-se de que o local exato para a deposição do sêmen é no corpo do útero, ou seja, após o último anel da cérvix; c) ao verificar a passagem total pela cérvix, deve-se depositar lentamente o sêmen; ATENÇÃO! O sêmen deve ser aplicado lentamente, após o último anel da cérvix. d) na seqüência, retire o aplicador da vagina e o braço do reto da vaca, massageando, em seguida, o clitóris da vaca, a fim de relaxá-la e provocar uma melhor distribuição do sêmen internamente; e) retire a bainha do aplicador juntamente com a luva, anotando, na ficha de controle da vaca inseminada, os dados referentes ao sêmen e à data da inseminação; f) em seguida, descarte a bainha e a luva, jogando-as no lixo. Solte a vaca, calmamente, fazendo, na seqüência, a higienização do aplicador. Procedimentos para a higienização do aplicador universal: a) após o descarte da bainha, desmonte o aplicador, desinfetando suas partes com álcool; b) em seguida à higienização, guarde o aplicador no estojo, juntamente com os demais equipamentos, e mantenha-o em local apropriado. ATENÇÃO! O pacote de bainhas, após o uso, deve permanecer fechado sem a presença de outros equipamentos, evitando a contaminação. 14

15 V- ESCRITURAÇÃO ZOOTÉCNICA A Escrituração Zootécnica consiste no levantamento e apontamento dos dados da propriedade. Para o controle reprodutivo, utilizamos fichas com as seguintes informações: a) dados da vaca: seu número, nome, filiação, data de nascimento e raça; b) dados da propriedade: nome da propriedade e do proprietário; c) inseminação: data, nome do touro, nome do inseminador e período de inseminação; d) outros: diagnóstico gestacional e data do parto; e) observações gerais. O criador deve estar munido das fichas de controle, nas quais estarão identificados os animais da propriedade - cada animal em uma ficha - e as observações referentes a eles. Exemplo de uma ficha de controle: Propriedade: Proprietário: Nome da vaca: Nº Raça Data nasc.: / / Inseminação Artificial Diagnóstico Parto Gestacional Data Período Touro Inseminador Data Data Sexo Data Observações 15

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