REDES DE ATENDIMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO

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1 REDES DE ATENDIMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO SANTA CASA SUSTENTÁVEL

2 3% 97% Km 2 21% Estado de São Paulo 79% BRASIL 33% 67% $

3 São Paulo 44% da Alta Complexidade Do Brasil Km² Habit.

4 Objetivo Demonstrar a incapacidade dos municípios pequenos de prestar um atendimento de saúde de qualidade. Demonstrar a necessidade de especialização e destinação adequadas a hospitais e equipes. Demonstrar a necessidade de formação de redes de atendimento

5 Geografia & Demografia Região Metropolitana de Campinas Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte População Nº de municípios 805 a a a a a Total 645 Região Metropolitana da Baixada Santista Região Metropolitana de São Paulo Fonte: CPS/Gabinete. SESSP

6 MUNICIPIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO SEGUNDO A DEMOGRAFIA POPULAÇÃO Nº % > % a % a % < % 68% TOTAL 645

7 RESULTADO X NUMERO DE ATENDIMENTOS* NO HOSPITAL DE PIOR RESULTADO DIAGNÓSTICO Esperado nº % % óbitos I.A.M ,4% 71 AVC ,4% 67 I.C.C ,2% 50 Laparotomia Exploradora ,1% 50 Colectomia Parcial ,6% 50 Insuficiência Cardíaca ,0% 43 Hemorragia GastroInt ,8% 33 Hemorragia Digestiva ,7% 33 * 47 Hospitais de ensino Ano de 2013

8 ÓBITOS EM RELAÇÃO AOS DO ESTADO* DIAGNÓSTICO INTERNAÇÕES POR ANO ÓBITOS no estado ÓBITOS nos hospitas Embolia Pulmonar 8 24, ,0 C. Aneurisma Aorta Abdominal 2 30, ,3 Hemorragia Cerebral 5 29,0 80 2,8 Craniotomia 4 18,4 75 4,1 I.A.M ,8 71 5,1 AVC 3 17,3 67 3,9 Ressecção Pancreática 3 15,4 66 4,3 Hematoma Intracerebral 18 38,1 56 1,5 Herniorrafia c/res. Intestinal 2 7,1 50 7,0 I.C.C 2 13,1 50 3,8 Laparotomia Exploradora 6 16,1 50 3,1 Ressecção Esofágica 6 16,4 50 3,0 Colectomia Parcial 2 17,8 50 2,8 Tratamento de desnutrição 2 22,6 50 2,2 * Hospital com o pior resultado Ano de 2013 X

9 QUEM MAIS FAZ MELHOR FAZ Concentrar a casuística para criar experiência

10 Conveniados com o SUS UNIDADES HOSPITALARES Estado de São Paulo 2013 Nº. Unidades Leitos existentes Leitos SUS Hospital (geral e especializado) Hospital Psiquiátrico Hospital de Crônicos Pronto Socorro/PA (1) Unidade Mista TOTAL Não conveniados com o SUS Geral e Especializado Psiquiátricos e longa permanência TOTAL Total de Unidades

11 TAXA DE OCUPAÇÃO DE HOSPITAIS SUS Unidade Nº de Unidades Leitos existentes Leitos Dedicados ao SUS Taxa de Ocupação Leitos Vagos Hospital Geral e Especializado % Total de Unidades % %

12 EFICIÊNCIA DE HOSPITAIS SUS Estado de São Paulo Hospitais Gerais 480 Internações (AIH*) Alta Complexidade % de leitos terciários 8% Taxa de Ocupação 58% Taxa de Permanência 5,05* *Taxa de Permanência da rede privada 3,5 dias

13 NECESSIDADE DE LEITOS População Internações por ano 100 Média de permanência 3,5 Leitos dia por ano 350 Leitos necessários 0,96 UM LEITO PARA CADA HABITANTES ( 1 / 0,67 ) x 1,44 = 2,15 58 / 85 = Taxa de ocupação 5,0 / 3,5 = 1,44 taxa de permanência INEFICIÊNCIA DO SUS

14 DISPONIBILIDADE DE LEITOS SUS SAUDE SUPLEMENTAR POPULAÇÃO INTERNAÇÕES LEITOS TERCIÁRIOS LEITOS / 1000 hab. 2,17 1,09

15 NECESSIDADE DE LEITOS NAS REDES Alta Complexidade: Estado 8% Hospitais de ensino 18% POPULAÇÃO / REGIÃO INTERNAÇÕES 10% LEITOS 1 / TERCIÁRIOS 20% 300 UM HOSPITAL DE 300 LEITOS TERCIÁRIOS PODE ASSUMIR TODA A DEMANDA DA REGIÃO

16 HOSPITAIS ESTRUTURANTES CLASSIFICADOS PELA SES Resolutividade - nº leitos de UTI - clínicas especializadas Complexidade Porte Abrangência > três equipes especializadas em alta complexidade > 150 leitos SUS > 15% para outros municípios 38 HOSPITAIS CLASSIFICADOS

17 HOSPITAIS ESTRUTURANTES FILANTRÓPICOS 9 ESTADUAL UNIVERSITÁRIO 6 ESTADUAL OSS 3 ESTADUAL ADMINISTRAÇÃO DIRETA 1 MUNICIPAL 1 FEDERAL 1 HOSPITAIS DE ENSINO 17* TOTAL 38* *50% FILANTRÓPICOS

18 50% dos hospitais filantrópicos 56% dos atendimentos SUS Realizados por FILANTRÓPICOS

19 Programa Santa Casa SUStentável Um programa de cooperação mútua SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

20 Tratar de forma simples o simples e de forma complexa o complexo

21 AUMENTO DA EFICIÊNCIA DOS LEITOS DE ALTA COMPLEXIDADE DOENTES CRÔNICOS Hospital Estruturante TERCIÁRIOS DOENTES DE BAIXA COMPLEXIDADE Hospital de apoio Hospital Estratégico

22 CÉLULA DA REDE DE SAÚDE Hospital de apoio CRÔNICOS HPP Hospital Estruturante UBS UBS Hospital de Apoio CRÔNICOS TERCIÁRIOS UBS Hospital Estratégico ELETIVOS FLUXO NOVO HPP

23 PROGRAMA SANTAS CASAS SUSTENTÁVEIS GESTÃO COMPARTILHADA MESMO SISTEMA DE INFORMAÇÃO

24 17 REGIÕES DE SAÚDE

25

26 DRS Municípios População REDES Araçatuba Araraquara Baixada Santista Barretos Bauru Campinas Franca Marília Piracicaba Presidente Prudente Registro Ribeirão Preto S.João da Boa Vista S.José do Rio Preto Sorocaba Taubaté Grande São Paulo São Paulo Total

27 Programa Santas Casas SUStentáveis ESTRUTURANTES 21 Estaduais 7 Municipais 14 ESTRATÉGICOS 39 Estaduais 9 Municipais 30 APOIO 69 Estaduais 23 Municipais 46 TOTAL 129

28 FORTE APOIO FINANCEIRO ESTUTURANTE 70% sobre o faturamento SUS/MAC ESTRATÉGICO 40% sobre o faturamento SUS/MAC APOIO 10% sobre o faturamento SUS/MAC + R$ 300,00 por leito por dia ( RUE ) R$ ,00

29

30

31 Regulação de Urgências Médicas Absolutas

32 Portal de Regulação da CROSS

33 TELEMEDICINA Com objetivo de : Segunda Opinião

34

35 Auxílio Financeiro às Instituições Filantrópicas Santa Casa SUStentável Resolução SS nº 13, de Determina critérios para acompanhamento e manutenção dos repasses financeiros referentes ao Auxílio Financeiro às Instituições Filantrópicas - Santa Casa SUStentável e dá outras providências. Adesão formalizada por Termo de Compromisso

36 Resolução SS nº 13, de A regulação deverá se dar em cogestão. Disponibilizar os recursos no Portal CROSS Segundo os módulos descritos abaixo : Módulo de Regulação Pré-Hospitalar Módulo de Urgência Módulo de Regulação de Leitos Módulo de Regulação Ambulatorial

37 Resolução SS nº 13, de Implantar protocolo de classificação de risco Atender as demandas de urgência e emergência, 24 Hs. Atender os demais municípios para os quais é referência. Implantar protocolo de Alta Hospitalar Qualificada, Iniciar processo de implantação de custos hospitalares Cumprir as metas da Política Estadual de Humanização

38 Resolução SS nº 13, de MONITORAMENTO DO PROGRAMA Comissão de Monitoramento Estadual : CRS, CSS, CGCSS, CGOF, COSEMS e FEHOSP. Comissão de Monitoramento Regional : DRS, Gestores municipais e Hospitalares. Núcleo Técnico Executivo: elaborar instrumentos para avaliar o desempenho dos hospitais

39 Em que ponto estamos? O programa teve início em janeiro de Já contratualizados os Estruturantes do interior Contratualizados parcialmente os Estratégicos Inicio da avaliação 3º trimestre de Aplicação das regras 4º trimestre de 2014

40 CONTRÔLE DE INDICADORES CROSS 32 indicadores de - PRODUÇÃO - FINANCEIROS - QUALIDADE

41 9,00 8,00 7,00 6,00 5,00 4,00 3,00 CONTRÔLE DE INDICADORES CROSS 2,00 1,00 TEMPO DE PERMANÊNCIA 0, indicadores de - PRODUÇÃO - FINANCEIROS - QUALIDADE 140,00 120,00 100,00 80,00 60,00 40,00 TAXA DE OCUPAÇÃO 20,00 0,

42

43

44

45 MÉDIA COMPLEXIDADE ALTA COMPLEXIDADE JUL/13 JUN/14

46 HOSPITAIS ESTRUTURANTES Transferidos Aceitos VAGA ZERO 1 SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE FRANCA SANTA CASA DE ARAÇATUBA HC DA FMUSP HOSPITAL DAS CLINICAS SANTA CASA DE SAO JOSE DOS CAMPOS HOSP. REG. PRESIDENTE PRUDENTE HOSP. REGIONAL DE OSASCO HOSP. DE CARIDADE SAO VICENTE DE PAULO SANTA CASA DE SAO PAULO HC DE MARÍLIA - I - UN CLINICO-CIRURGICA SANTA CASA DE MOGI GUACU HOSPITAL PADRE ALBINO DE CATANDUVA HOSP. ESTADUAL DE FRANCO DA ROCHA SANTA CASA DE SANTOS SANTA CASA DE ARARAQUARA SANTA CASA DE SÃO CARLOS SANTA CASA DE VOTUPORANGA SANTA CASA DE MISERICORDIA DE ITAPEVA SANTA CASA DE BARRETOS CASA DE SAÚDE STA MARCELINA SAO PAULO HOSPITAL GERAL PIRAJUSSARA HOSPITAL SANTO AMARO HOSP. DS BASE DE SJRP SANTA CASA DE OURINHOS SANTA CASA DE LIMEIRA HOSPITAL REGIONAL VALE DO RIBEIRA Total

47 HOSPITAIS ESTRUTURANTES Aceitos Transferidos VAGA ZERO Total 1 CONJUNTO HOSPITALAR DE SOROCABA HOSPITAL DAS CLINICAS FAEPA RIBEIRAO PRETO HOSP ESTADUAL DE BAURU HC DA UNICAMP HOSP. MARIO COVAS DE SANTO ANDRÉ HOSPITAL UNIVERSITÁRIO SÃO FRANCISCO HOSP REGIONAL VALE DO PARAIBA HC DE BOTUCATU - UNESP HOSP. LUZIA PINHO DE MELO 1 2 3

48 TAXA DE OCUPAÇÃO DOS HOSPITAIS POR PORTE Porte (leitos) Hospitais Taxa de Ocupação % % % Hospitais de Ensino 45 73% Total %

49 HPPs O único equipamento de saúde em 88 municípios

50 HPPs - Proposta Funcionamento 24 horas Estrutura 2 consultórios 2 leitos de estabilização 6 leitos de observação 20 leitos de internação (cuidados prolongados, reabilitação, mental, paliativo) Serviços de Apoio Telemedicina Equipe Médica 02 plantonistas 24hs Ambulância UTI 24hs

51 MODELO DE PLANTA BÁSICA Planta Modelo

52 Os HPPs passam a compor a rede Por serem essenciais á região Por conterem o que é essencial Passam a ser chamados : HOSPITAIS ESSENCIAIS

53 HOSPITAIS ESSENCIAIS - Estimativa de custeio ESPECIFICAÇÃO mensais VALOR % RECURSOS HUMANOS ,00 65,11 Não Médico ,00 24,03 Médico ,00 41,08 MATERIAIS E MEDICAMENTOS ,00 15,61 Não reembolsáveis ,00 71,11 Diversos ,00 28,88 OUTRAS DESPESAS DE CUSTEIO ,00 19,28 Serviços Diversos ,00 67,45 Informatização ,00 32,55 TOTAL : ,00 100,00 * Ambulância financiamento SAMU R$ ,00 mês

54 Escopo da Proposta HOSPITAIS ESSENCIAIS vinculados aos ESTRUTURANTES Hospitais entre 20 e 50 leitos Localizados em municípios sem unidade de urgência (UPA/PA/PS) Municípios com menos de habitantes Hospitais estruturantes Total 91 HOSPITAIS Hospitais essenciais

55 CONCLUSÃO Melhor utilização da capacidade instalada Fluxos adequados e lógica ao sistema Eficiência e economia Satisfação dos clientes

56 OBRIGADO!!

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