PLANEJAMENTO FAMILIAR

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2 PLANEJAMENTO FAMILIAR O que é? Qual a importância? A quem interessa? Como fazer?

3 PLANEJAMENTO FAMILIAR (cont.) Fundamentação na legislação Constituição Federal Título VII Artigo 226 Parágrafo 7 o. Lei de 1990 (institui o SUS) que atribui à União, por meio do Ministério da Saúde, a competência para instituir políticas públicas nacionais de saúde. Lei 9.263, de 12 de janeiro de Artigo 1 o O planejamento familiar é direito de todo cidadão, observado o disposto nesta Lei. Artigo 2 o Para fins desta Lei, entende-se planejamento familiar como o conjunto de ações de regulação da fecundidade que garanta direitos iguais de constituição, limitação ou aumento da prole pela mulher, pelo homem ou pelo casal.

4 PLANEJAMENTO FAMILIAR (cont.) O planejamento familiar se caracteriza pela possibilidade de o casal programar quantos filhos terá, quando e como os terá. Permite às pessoas a oportunidade de escolher entre ter ou não ter filhos, de acordo com seus planos e expectativas. Programar o crescimento (ou não) da família nos dias de hoje é fundamental. Não apenas porque a vida está mais difícil economicamente, mas também porque muitas vezes investir na carreira pode ser a prioridade do momento tanto para o homem como para a mulher. Para isso, um casal poderá usar métodos de contracepção, para evitar temporariamente a gravidez, ou a esterilização, para evitar a gravidez de modo definitivo. A questão da interrupção voluntária da gravidez (aborto) recai nos dispositivos legais existentes no nosso País.

5 PLANEJAMENTO FAMILIAR (cont.) Aparelho reprodutor masculino Bexiga Osso da pube Vaso deferente Uretra Tecido erétil Pênis Vesícula seminal Próstata Epidídimo Escroto Testículo

6 PLANEJAMENTO FAMILIAR (cont.) Aparelho reprodutor feminino Ovário Útero Vagina Bexiga Lábios internos Lábios externos Clitóris

7 MENSTRUAÇÃO Ciclo menstrual é o período que se inicia no primeiro dia da menstruação e finaliza em torno de vinte e oito dias depois, com o início do novo fluxo menstrual. A menstruação ocorre devido à ação dos hormônios ovarianos sobre o revestimento interno da parede do útero (endométrio). Esses hormônios fazem com que ele cresça e se torne mais espesso para receber o óvulo fecundado (ovo). Quando a fecundação não acontece ou quando o ovo não consegue se fixar no endométrio, esse processo será interrompido. Esse tecido formado no endométrio é eliminado, junto com pequena quantidade de sangue, pela vagina: é o fluxo menstrual. O fluxo menstrual se repete geralmente a cada quatro semanas. A quantidade de sangramento varia de mulher para mulher e, em geral, dura de três a cinco dias.

8 MENSTRUAÇÃO (cont.) Ciclo menstrual de 28 dias Início da perda de sangue

9 GRAVIDEZ Quando ocorre a fecundação do óvulo pelo espermatozóide, forma-se o ovo, que se dirige ao útero para se fixar (implantar) no endométrio (com revestimento próprio para receber o ovo). Temos então a gravidez! Divisão celular do óvulo Espermatozóide Útero Implantação Fecundação Trompa de Falópio Ovulação Revestimento do útero Ovário

10 GRAVIDEZ (cont.) Visão geral das fases de evolução da gravidez 1 o trimestre (0 a 12 semanas) 2 o trimestre (13 a 28 semanas) 3 o trimestre (29 a 40 semanas)

11 Quais são os métodos contraceptivos? MÉTODOS COMPORTAMENTAIS São aqueles que provocam modificações do comportamento sexual do casal. São admitidas duas formas: Abstinência sexual periódica: Rítmico (método de Ogino-Knauss ou tabelinha); Temperatura basal; Muco cervical (método de Billings); Sintotérmico. Ejaculação extravaginal: Coito interrompido; Sexo sem penetração vaginal.

12 MÉTODOS COMPORTAMENTAIS (cont.) Método rítmico (tabelinha ou método de Ogino-Knauss) Os métodos rítmicos dependem da abstinência de relações sexuais durante o período fértil da mulher. Na maioria das mulheres, um óvulo é liberado do ovário aproximadamente 14 dias antes do início da menstruação. Embora o óvulo não fertilizado sobreviva apenas 24 horas, os espermatozóides podem sobreviver três a quatro dias após a relação sexual. Início da perda de sangue A fertilização, então, pode ser decorrente de uma relação ocorrida quatro dias antes da liberação do óvulo. O método do calendário é o menos eficaz, mesmo para as mulheres que apresentam ciclos menstruais regulares. Para calcular quando ela deve evitar relações sexuais, a mulher deve subtrair 18 dias do ciclo menstrual mais curto e 11 dias do ciclo menstrual mais longo dos últimos 12 ciclos menstruais.

13 MÉTODOS COMPORTAMENTAIS (cont.) Método da temperatura basal Esse método, também conhecido como método térmico, baseia-se no fato de a mulher, após a ovulação, apresentar aumento da temperatura basal entre 0,3 a 0,8ºC, devido à ação da progesterona no organismo. A mulher deve anotar a temperatura diariamente, a partir do primeiro dia do ciclo, em um gráfico apropriado. O termômetro deve ser colocado na boca (debaixo da língua) pela manhã, antes de qualquer atividade (ainda na cama), durante pelo menos cinco minutos. Para não engravidar, a mulher deve evitar relações desde o primeiro dia da menstruação até que a temperatura se eleve de 0,3 a 0,8ºC, por três dias consecutivos.

14 MÉTODOS COMPORTAMENTAIS (cont.) Muco cervical (método de Billings) Baseia-se na ocorrência de modificações no muco da região do colo uterino. Essas modificações fazem com que as mulheres percebam se estão no período fértil ou não. A mulher deve pesquisar a presença de muco todos os dias, observando atentamente a sensação ocasionada por ele, percebendo suas mudanças. Deve interromper a atividade sexual ao menor sinal de presença do muco, após o período de secura vaginal que normalmente sucede a menstruação. Deve permanecer em abstinência por, no mínimo, três dias a partir do pico, podendo reiniciar a atividade sexual no quarto dia.

15 MÉTODOS COMPORTAMENTAIS (cont.) Método sintotérmico Baseado na utilização de vários dos métodos anteriormente mencionados. Isso aumenta a capacidade de identificar o início e o final do período de fertilidade, melhorando a eficácia do método e diminuindo o tempo de abstinência.

16 MÉTODOS COMPORTAMENTAIS (cont.) Coito interrompido Nesse método contraceptivo, o homem retira o pênis da vagina antes da ejaculação, quando o esperma é liberado durante o orgasmo. Esse método não é confiável, pois o esperma pode ser liberado antes do orgasmo. Além disso, ele exige que o homem tenha um grau elevado de autocontrole e um senso preciso do momento adequado de interromper o coito. Sexo sem penetração vaginal Dispensa maiores comentários.

17 MÉTODOS DE BARREIRA Os contraceptivos de barreira impedem fisicamente a entrada do esperma no útero da mulher. Eles incluem: Agentes espermaticidas; Preservativo masculino; Preservativo feminino; Diafragma.

18 MÉTODOS DE BARREIRA (cont.) Agentes espermaticidas O objetivo dos agentes espermaticidas é imobilizar e destruir os espermatozóides, dificultando ou impedindo a penetração desses no canal cervical. Geralmente as geléias, pomadas e cremes espermaticidas são utilizados em associação ao diafragma ou ao preservativo feminino. Devem ser aplicados na vagina de 10 a 30 minutos antes da relação. A eficácia do método isolado é muito baixa. Entre os efeitos negativos estão as alergias, que ocorrem em 1 a 5% das usuárias.

19 MÉTODOS DE BARREIRA (cont.) Preservativo masculino (camisinha, condom masculino, camisa-de-vênus) É um dos métodos anticoncepcionais mais difundidos no mundo. Esse método, como contraceptivo, não figura entre os mais eficazes (a taxa de falha é de 5 a 12%), entretanto tem um papel importantíssimo na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. Pode provocar raríssimas vezes reações alérgicas. A eficácia depende da correta utilização/colocação.

20 MÉTODOS DE BARREIRA (cont.) Maneira correta para utilização/colocação do preservativo masculino Coloque a camisinha com o pênis ereto; 2. Aperte a ponta para sair o ar; 3. Desenrole até embaixo; 4. Use apenas lubrificantes à base de água; 5. Retire-a com o pênis ainda ereto, com cuidado para não escapar o sêmen; 6. Após retirá-la, jogue-a no lixo.

21 MÉTODOS DE BARREIRA (cont.) Preservativo feminino (condom feminino, capuz cervical) É um método relativamente novo de anticoncepção. O índice de falha é em torno de 18 a 25%, já tendo sido observadas falhas de, no mínimo, 12% em um ano. Tem a vantagem de também proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis. Maneira correta de utilização/ colocação do preservativo feminino ou capuz cervical

22 MÉTODOS DE BARREIRA (cont.) Diafragma É uma membrana côncava colocada no interior da vagina e que encobre o colo do útero. Os índices de falha variam de 2 a 23%. A falha típica por ano é em torno de 18%. Não figura entre os métodos mais eficazes. Maneira correta de inserção do diafragma Os agentes espermaticidas são utilizados/aplicados tanto no preservativo feminino quanto no diafragma!

23 MÉTODOS HORMONAIS Anticoncepcionais orais; Anticoncepcionais injetáveis; Implante contraceptivo; Adesivo contraceptivo; Dispositivo intra-uterino; Contracepção de emergência.

24 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Anticoncepcionais orais (pílula) É o método mais difundido e usado no mundo. As pílulas são consideradas um método reversível muito eficaz e o mais efetivo entre as medidas medicamentosas. Os contraceptivos orais contêm hormônios. Eles evitam a gravidez impedindo que os ovários liberem óvulos (ovulação) e mantendo a secreção do colo do útero espessa, de modo que os espermatozóides não conseguem atravessá-lo facilmente. O uso de anticoncepcionais orais também reduz as cólicas menstruais, a tensão pré-menstrual, o sangramento irregular (em mulheres cujas menstruações são irregulares), anemia, cistos mamários, cistos de ovários, gravidez tubária (gravidez localizada em uma tuba uterina) e infecções.

25 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Existem diversos tipos de pílulas. As mais comumente receitadas são: Pílulas monofásicas: A mulher toma uma pílula por dia, e todas têm a mesma dosagem de hormônios (estrogênio e progesterona); começa a tomar no 1 o dia da menstruação até a cartela acabar; fica sete dias sem tomar, durante os quais sobrevém a menstruação. Pílulas multifásicas: A mulher toma uma pílula por dia, mas existem pílulas com diferentes dosagens, conforme a fase do ciclo; são tomadas como as pílulas monofásicas, mas têm cores diferentes, de acordo com a dosagem e a fase do ciclo. Elas não podem ser tomadas fora da ordem.

26 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Minipílulas: Têm uma dosagem mais baixa e contêm apenas um hormônio (geralmente progesterona), causando menos efeitos colaterais; seu mecanismo de ação é a alteração do muco cervical (evitando a penetração dos espermatozóides e ocasionando a anovulação); são indicadas durante a amamentação, como uma garantia extra para a mulher. Devem ser tomadas todos os dias, sem interrupção, inclusive na menstruação.

27 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Anticoncepcionais injetáveis Têm o mesmo princípio das pílulas, sendo produzidos com hormônios combinados. Também se usa a progesterona isolada, intramuscular, com obtenção de efeito contraceptivo por períodos de três meses, ou de uma associação de estrogênio e progesterona, intramuscular, mensal. Não podem ser aplicados em mulheres grávidas, com suspeita de gravidez ou que já tiveram aborto retido. São tão eficazes quanto as pílulas, com a vantagem de ser aplicados somente uma vez por mês ou a cada três meses.

28 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Implante contraceptivo O implante contraceptivo é um microbastão plástico que contém hormônio, impedindo que os ovários liberem os óvulos e que os espermatozóides atravessem a secreção presente próxima do colo do útero, que fica mais espessa. É inserido um microbastão sob a pele do braço, acima do cotovelo. Após anestesiar a pele, o médico realiza uma pequena incisão e utiliza uma agulha especial para implantar o microbastão.

29 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Implante contraceptivo Local de aplicação O efeito de inibir a ovulação dura até três anos.

30 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Adesivo contraceptivo Também possui os hormônios da pílula, sendo colocado sobre a pele a partir do primeiro dia da menstruação. Deve ser trocado a cada sete dias, totalizando três por mês. Adesivo contraceptivo Locais de aplicação

31 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Dispositivos Intra-Uterinos (DIUs) São de polietileno, aos quais podem ser adicionados cobre ou hormônio, que são inseridos na cavidade uterina exercendo sua função contraceptiva. Atuam impedindo a fecundação, tornando difícil a passagem do espermatozóide pelo trato reprodutivo feminino. Os dispositivos intra-uterinos apresentam algumas vantagens sobre os contraceptivos orais: os efeitos colaterais são limitados, e o tipo a ser colocado depende da decisão da paciente em relação ao desejo de evitar a gravidez durante 1 ou 10 anos. Embora o médico geralmente coloque o dispositivo no útero durante o período menstrual, o DIU pode ser colocado em qualquer momento do ciclo menstrual, contanto que a mulher não esteja grávida.

32 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) A ação do DIU é principalmente na cavidade uterina. O principal mecanismo de ação do DIU é deixar o interior do útero hostil aos espermatozóides, evitando a sua chegada até as trompas e tendo efeito espermaticida. Existem dois tipos de DIUs disponíveis. Um deles, que libera cobre, é eficaz por no mínimo dez anos. O outro, que libera progesterona, deve ser trocado a cada três anos. Os DIUs sem medicamentos agem principalmente devido a uma reação do organismo ao próprio DIU. Os DIUs que contêm e liberam cobre também provocam uma reação bioquímica e inflamatória no endométrio. A princípio, o cobre não é absorvido pelo organismo.

33 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Os DIUs que liberam progesterona, além da reação bioquímica e inflamatória que provocam no endométrio, causam atrofia das glândulas endometriais, tornando o endométrio mais fino (por isso geralmente diminuem a quantidade de sangramento). Esses DIUs com medicamento ainda têm a ação da progesterona sobre o muco cervical, tornando-o espesso, criando mais uma barreira para os espermatozóides. Eficácia do DIU: Os DIUs com progesterona são mais eficazes do que o DIUs sem progesterona, apresentando chance de gravidez de 0,2% e 0,8%, respectivamente.

34 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Modelos e forma de colocação dos Dispositivos Intra-Uterinos (DIUs) Posição no útero Tipos de DIUs A gravidez raramente ocorre (eficácia alta, variando de 99,2 a 99,8%).

35 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) Contracepção de emergência (pílula do dia seguinte) A contracepção de emergência é um recurso anticoncepcional importante para evitar uma gravidez indesejada, após uma relação sexual desprotegida ou falha de outro método utilizado (por exemplo, quando a camisinha se rompe). Trata-se de um método anticoncepcional cientificamente aceito, aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA). Não é abortiva, pois não interrompe uma gravidez estabelecida. Ela impede o encontro do espermatozóide com o óvulo.

36 MÉTODOS HORMONAIS (cont.) A contracepção de emergência deve ser iniciada até no máximo cinco dias após a relação sexual desprotegida (entretanto, sua eficácia é maior quanto mais precoce for o seu uso), tomando o medicamento de duas formas distintas: em um único comprimido ou na forma de dois comprimidos. Se a escolha for feita pela segunda opção, a paciente tem ainda mais duas maneiras de administração: tomando-se os dois comprimidos de uma só vez ou fracionados em duas doses, sendo a 2 a dose tomada 12 horas após a 1 a. A pílula do dia seguinte, quando tomada até 24 horas após a relação sexual, tem uma eficácia de 95%; quando tomada entre 25 e 48 horas após a relação sexual, tem uma eficácia de 85%; quando tomada entre 49 e 72 horas após a relação sexual, tem uma eficácia de 65%.

37 MÉTODO DEFINITIVO Nos Estados Unidos, aproximadamente um terço dos casais que utilizam métodos de planejamento familiar opta pelo método definitivo (a esterilização) de qualquer um dos parceiros. A esterilização é o método de planejamento familiar mais freqüentemente escolhido por casais nos quais a mulher tem mais de 30 anos de idade. Nos primeiros 10 anos após a esterilização feminina, aproximadamente 2% das mulheres engravidam. O risco de gravidez é inferior a 1% após a esterilização masculina. A esterilização masculina ou feminina deve ser sempre considerada como permanente. No entanto, é possível a realização de uma operação que reconecte os tubos apropriados (reanastomose) para restaurar a fertilidade. A reanastomose é mais complexa e menos eficaz nos homens do que nas mulheres. Nos casais, a taxa de gravidez varia de 45 a 60% após a reanastomose masculina e de 50 a 80% após a reanastomose feminina.

38 MÉTODO DEFINITIVO (cont.) Esterilização feminina Mais complicada do que a vasectomia, a ligadura das tubas uterinas exige a realização de uma cirurgia abdominal e de uma anestesia geral ou local. As mulheres que acabaram de dar à luz podem ser esterilizadas imediatamente após o parto ou no dia seguinte, sem a necessidade de um período de hospitalização maior que o habitual. A esterilização feminina também pode ser planejada antecipadamente e realizada como uma cirurgia eletiva por laparoscopia. Através de um tubo fino (laparoscópio) inserido através de uma pequena incisão no abdômen da paciente, o médico secciona ambas as tubas uterinas e liga as extremidades seccionadas.

39 MÉTODO DEFINITIVO (cont.) Como é realizada a esterilização feminina

40 MÉTODO DEFINITIVO (cont.) Esterilização masculina Os homens são esterilizados através de uma cirurgia denominada vasectomia (corte dos canais deferentes, que conduzem o esperma dos testículos). A vasectomia, realizada por um urologista no consultório, leva cerca de 20 minutos e exige apenas uma anestesia local. A vasectomia não causa impotência!!!

41 MÉTODO DEFINITIVO (cont.) Como é realizada a esterilização masculina Bexiga Próstata Uretra Local da vasectomia Ducto deferente Epidídimo Testículo

42 ABORTO A situação do aborto no mundo varia de um ato ilegal a um ato disponível de acordo com alguns critérios específicos. Aproximadamente dois terços das mulheres no mundo têm acesso ao aborto legal. No Brasil, apesar de haver estatísticas demonstrando que o aborto é praticado em grande quantidade, ele é proibido, com exceção de alguns casos específicos previstos na Lei.

43 SUS O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza todos os métodos de planejamento familiar aqui citados, inclusive a esterilização, tanto feminina quanto masculina, com preferência para a masculina, por ser menos agressiva e não necessitar de internação hospitalar. São oferecidas também diversas formas de orientação através de campanhas e palestras de educação e orientação sobre planejamento familiar.

44 CONCLUSÃO A melhor forma de operacionalizar o planejamento familiar deve ser aquela que, após avaliação médica especializada, se mostrar a mais adequada e mais eficaz para a realidade do casal.

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