PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO

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1 a Área da Assistência Social PENSANDO NA PRÁTICA: AS AÇÕES E ATIVIDADES EXECUTADAS NOS CRAS/CREAS FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO

2 Assistência Social na PNAS Situada como proteção social não contributiva; Realização de ações direcionadas para proteger os cidadãos contra os riscos sociais inerentes aos ciclos de vida e para o atendimento de necessidades individuais e sociais.

3 PROTEÇÃO SOCIAL O sentido de proteção (protectione, do latim) supõe antes de tudo tomar a defesa de algo, impedir sua destruição, sua alteração. A ideia de proteção contém um caráter preservacionista não da precariedade, mas da vida -, supõe apoio, guarda, socorro e amparo. Esse sentido preservacionista é que exige a noção de segurança social como a de direitos sociais. (Sposati, 2009)

4 PROTEÇÃO SOCIAL Exige forte mudança na organização das atenções- superar a concepção de que se atua nas situações só depois de instaladas. Depois que ocorre uma desproteção ; Desproteção destaca o usual sentido de ações emergenciais historicamente atribuído e operado no campo da assistência social; Proteção exige ações preventivas. O modelo brasileiro de proteção social passa a ter três funções: para além da proteção social; vigilância social; defesa de direitos socioassistenciais. (Sposati, 2009)

5 VIGILÂNCIA SOCIAL Capacidade de detectar, monitorar as ocorrências de vulnerabilidades e fragilidade que possam causar a desproteção, além da ocorrência de riscos e vitimizações. DEFESA DE DIREITOS Trata-se de uma preocupação com os procedimentos dos serviços no alcance de direitos socioassistenciais e na criação de espaços de defesa para além dos conselhos de gestão da política. PROTEÇÃO SOCIAL Inclui a rede hierarquisadade serviços e benefícios. Tratase aqui de duas formas complementares de atenção.

6 Rede de Proteção Social Proteção Social Básica Proteção Social Especial Serviços Serviços Benefícios Programas e Projetos Programas e Projetos

7 A desigualdade social e a pobreza, inerentes à sociedade capitalista contemporânea, engendram diferentes modalidades de desproteção social que exigem atenção estatal diferenciada para o seu enfrentamento. Couto; Yazbek e Raichelis (2011)

8 Proteção Social Básica Tem caráter preventivo e processador de inclusão social; Objetivos: Prevenir situações de risco através do desenvolvimento de potencialidades e aquisições; Fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Destina-se a segmentos da população que vive em condição de vulnerabilidade social; Atendimento através do CRAS.

9 Como funciona? Por meio de um conjunto de ações fortalecedoras dos recursos que indivíduos e famílias devem utilizar para enfrentar os desafios de seu cotidiano. Só assim, a proteção social básica alcança prevenir a violação de direitos e reduzi vulnerabilidades e riscos. Esse tipo de proteção atua sob o princípio de que a superação da exposição a situações de risco pode e deve ser garantida pela convivência familiar e comunitária, traduzidos em serviços de convivência, socialização, atendimento a necessidades e orientação para as famílias. Na proteção social básica estão ainda assegurados os projetos e serviços específicos deste nível de proteção para públicos diferentes.

10 É uma unidade pública estatal de base territorial; Localizado em áreas de vulnerabilidade social, que abrange um total de até famílias/ano. Executa serviços de proteção social básica; Organiza e coordena a rede de serviços socioassistenciais locais da política de assistência social.

11 SERVIÇOS OFERTADOS E/OU REFERENCIADOS PELO CRAS NOME DO SERVIÇO Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família- PAIF Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos -Criançasaté6anos; -Criançaseadolescentesde6a15anos; -Adolescentesejovensde15a17anos; -Idosos. OFERTA Deve ser ofertado por toda Unidade CRAS. Pode ser ofertado pelo CRAS ou unidade específica referenciada ao CRAS, nos territórios onde se identificar demanda. Serviço de Proteção Básica no Domicílio para Pessoas com Deficiência e Idosas Ofertado pelo CRAS nos domicílios dos usuários.

12 Cinco intervenções destacam-se no cotidiano do CRAS: 1. visita às famílias, 2. a escuta, a orientação e a referência, 3. os grupos socioeducativos, 4. oficinas de capacitação e 5. campanhas socioeducativas.

13 Fonte: Secretaria Nacional de Assistência Social

14 Proteção Social Especial Destinada a famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco pessoal e social, por ocorrência de abandono, maus tratos físicos e, ou, psíquicos, abuso sexual, uso de substâncias psicoativas, cumprimento de medidas sócioeducativas, situação de rua, situação de trabalho infantil, entre outras. São serviços que requerem acompanhamento individual e maior flexibilidade nas soluções protetivas. Encaminhamentos monitorados, apoios e processos que assegurem qualidade na atenção protetiva e efetividade na reinserção almejada. Estreita interface com o sistema de garantia de direito exigindo, muitas vezes, uma gestão mais complexa e compartilhada com o Poder Judiciário, Ministério Público e outros órgãos e ações do Executivo.

15

16 Proteção Social Especial de Média Complexidade São considerados serviços de média complexidade aqueles que oferecem atendimentos às famílias e indivíduos com seus direitos violados, mas cujos vínculos familiar e comunitário não foram rompidos. Requerem maior estruturação técnico operacional e atenção especializada e mais individualizada, e, ou, de acompanhamento sistemático e monitorado, tais como: Serviço de orientação e apoio sociofamiliar. Plantão Social. Abordagem de Rua. Cuidado no Domicílio. Serviço de Habilitação e Reabilitação na comunidade das pessoas com deficiência. Medidas socioeducativas em meio-aberto (Prestação de Serviços à Comunidade PSC e Liberdade Assistida LA).

17 CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CREAS Pólo de referência, coordenador e articulador da proteção social especial de média e alta complexidade, sendo responsável pela orientação, apoio especializado e continuado de assistência social a sujeitos e familiares com seus direitos violados. Articular os serviços de média e alta complexidade. Operar com a rede de serviços socioassistenciais da proteção básica e especial, com as demais políticas públicas e instituições que compõem o Sistema de Garantia de Direitos.

18 Proteção Social Especial Famílias em risco social Proteção Causas abandono maus tratos abuso Ações Serviços FAMÍLIAS E INDIVÍDUOS

19 Qual público deve ser atendido pelo CREAS Famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social, por violações de direitos, tais como: violência física, psicológica e negligência; violência sexual: abuso e exploração sexual; afastamento do convívio familiar devido à aplicação de medida de proteção; situação de rua; abandono; vivência de trabalho infantil; discriminação em decorrência da orientação sexual e/ou raça/etnia; descumprimento de condicionalidades do PBF e do PETI em decorrência de situações de risco pessoal e social, por violações de direitos, cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto de L.A. e P.S.C. por adolescentes, dentre outras...

20 Quais são os eixos norteadores da atenção ofertada nos CREAS? -Atenção especializada e qualificação do atendimento; - Território e localização do CREAS; - Acesso a direitos socioassistenciais; - Centralidade na Família; - Mobilização e participação social; - Trabalho em rede.

21 CREAS tem competências relativas a: Oferta e referenciamento de serviços socioassisentciais especializados; Coordenação direta dos serviços ofertados; Coordenação dos processos de trabalho e da equipe da Unidade; Articulação entre serviços prestados diretamente, pela própria Unidade, e serviços referenciados ao CREAS; Atuação em rede, por meio da articulação com a PSB e a PSE de Alta Complexidade, e articulação intersetorial com a rede de serviços das demais políticas públicas e dos órgãos de defesa de direitos.

22 Serviços ofertados e/ou referenciados pelo CREAS NOME DO SERVIÇO Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos - PAEFI Serviço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa de Liberdade Assistida e de Prestação de Serviços à Comunidade Serviço Especializado em Abordagem Social Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias OFERTA Deve ser ofertado por toda Unidade CREAS. Deve ser ofertado pelo CREAS, no caso de possuir mais de um Centro, o município tem autonomia para a definição daquelas unidades que deverão ofertar este serviço, observada a relação com o território -DEMANDA. Pode ser ofertado pelo CREAS ou unidade específica referenciada ao CREAS, nos territórios onde se identificar demanda. Pode ser ofertado pelo CREAS, unidade referenciada ao CREAS ou Centro-Dia, nos territórios onde se identificar demanda.

23 Quais são as principais ações/atividades que constituem o trabalho social essencial aos serviços a serem realizados pela equipe do Creas? ACOLHIDA; ESCUTA; INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E DEFESA DE DIREITOS; APOIO À FAMÍLIA NA SUA FUNÇÃO PROTETIVA; ESTÍMULO AO CONVÍVIO FAMILIAR, GRUPAL E SOCIAL; ESTUDO SOCIAL; DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO; REFERÊNCIA E CONTRA- REFERÊNCIA; ACESSO À DOCUMENTAÇÃO PESSOAL; ELABORAÇÃO DE RELATÓRIOS E/OU PRONTUÁRIOS; MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO SERVIÇO; ORIENTAÇÃO JURÍDICO-SOCIAL; MOBILIZAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO DA FAMÍLIA EXTENSA OU AMPLIADA; TRABALHO INTERDISCIPLINAR; ORIENTAÇÃO E ENCAMINHAMENTOS PARA A REDE DE SERVIÇOS LOCAIS; ATENDIMENTO PSICOSSOCIAL; ARTICULAÇÃO DA REDE DE SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS; MOBILIZAÇÃO PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA; CONSTRUÇÃO DE PLANO INDIVIDUAL E/OU FAMILIAR DE ATENDIMENTO; ORIENTAÇÃO SÓCIO- FAMILIAR; ARTICULAÇÃO COM OS SERVIÇOS DE OUTRAS POLÍTICAS PÚBLICAS SETORIAIS; ARTICULAÇÃO INTERINSTITUCIONAL COM OS DEMAIS ÓRGÃOS DO SGD;

24 PAEFI É o serviço de apoio, orientação e acompanhamento a famílias com um ou mais de seus membros em situação de ameaça ou violação de direitos. Compreende atendimento e orientações direcionadas para a promoção de direitos, a preservação e o fortalecimento de vínculos familiares, comunitários e sociais e para o fortalecimento da função protetiva das famílias diante do conjunto de condições que as vulnerabilizam e/ou as submetem a situações de risco pessoal e social.

25 Atividades essenciais do PAEFI: Entrevistas de acolhida e avaliação inicial; Atendimento psicossocial (individual, familiar e em grupo); Construção do Plano de Acompanhamento Individual e/ou Familiar; Orientação jurídico-social; Elaboração de relatórios técnicos sobre o acompanhamento realizado; Ações de mobilização e enfrentamento; Acompanhamento dos encaminhamentos; Visita domiciliar; Articulação com a rede.

26 Serviço de Prot. Social em Cumprimento de Medida Socioeducativa de L.A. e de P.S.C.: O serviço tem por finalidade prover atenção socioassistencial e acompanhamento a adolescentes e jovens em cumprimento de MSE em meio aberto, determinadas judicialmente. Deve contribuir para o acesso a direitos e para a ressignificação de valores da vida pessoal e social dos adolescentes e jovens.

27 Atividades essenciais doserviço de Prot. Social em Cumprimento de Medida Socioeducativa de L.A. e de P.S.C.: Elaboração do PIA; Atendimento do adolescente (individual e em grupo); Atendimento da família em articulação com o PAEFI; Acompanhamento da frequência escolar dos adolescentes; Elaboração e encaminhamento de relatórios sobre o acompanhamento dos adolescentes ao MP e ao Poder Judiciário; Elaboração e encaminhamento de relatórios quantitativos ao órgão gestor sobre atendimentos realizados; Articulação com a rede.

28 Serviço Especializado em Abordagem Social É ofertado de forma continuada e programada com a finalidade de assegurar trabalho social de abordagem e busca ativa que identifique, nos territórios, a incidência de trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, situação de rua, dentre outras.

29 Atividades essenciais do Serviço de Abordagem Social Conhecimento do território; Informação, comunicação e defesa de direitos; Escuta, orientação e encaminhamentos sobre/para a rede de serviços locais com resolutividade; Articulação da rede de serviços socioassistenciais; Articulação interinstitucional com os demais órgãos do SGD; Geoprocessamento e georeferenciamento de informações; Elaboração de relatórios.

30 Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosos e suas Famílias Oferta atendimento especializado a famílias com pessoas com deficiência e idosos com algum grau de dependência, que tiveram suas limitações agravadas por violações de direitos, tais como: exploração da imagem, isolamento, confinamento, atitudes discriminatórias e preconceituosas no seio da família, falta de cuidados adequados por parte do cuidador, alto grau de estresse do cuidador, desvalorização da potencialidade/capacidade da pessoa, dentre outras que agravam a dependência e comprometem o desenvolvimento da autonomia.

31 Atividades essenciais do Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosos e suas Famílias Acolhida e escuta; Informação, comunicação e defesa de direitos; Articulação com os serviços de políticas setoriais; Articulação da rede de serviços socioassistenciais; Articulação interinstitucional com os demais serviços do SGD; Atividades de convívio e de organização da vida cotidiana; Orientação e encaminhamento para a rede de serviços locais; Construção de Plano Individual e/ou Familiar de atendimento; Orientação sociofamiliar; Estudo social e cuidados pessoais; Desenvolvimento do convívio familiar, grupal e social; Acesso à documentação pessoal; Apoio à família na sua função protetiva; Mobilização da família extensa ou ampliada; Mobilização e fortalecimento do convívio e de redes sociais de apoio; Mobilização para o exercício da cidadania; Elaboração de relatórios e/ou prontuários.

32 Com a implementação do SUAS no país e a aprovação da tipificação nacional de serviços socioassistenciais como ficou o Programa sentinela e o serviço de enfrentamento à Violência, ao abuso e à exploração sexual contra Criança e adolescentes? O atendimento anteriormente ofertado pelo Programa Sentinela, foi incorporado ao Serviço de Enfrentamento à Violência, ao Abuso e à Exploração Sexual contra Criança e Adolescentes ofertado pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social CREAS, no âmbito da Proteção Social Especial de Média Complexidade. Com a tipificação, este serviço foi incorporado ao serviço de proteção e atendimento especializado a família e indivíduos - PAEFI.

33 Referência e Contrarreferência CRAS, demais políticas e SGD Plano de Acompanhamento Familiar ou Plano Individual de Atendimento Fluxo da Assistência Social - CREAS Busca Ativa no território Acompanhamento Demandas Escuta qualificada Conselhos Tutelares, Vara da Infância e Juventude, Promotoria de Justiça e da Juventude, pela rede socioassistencial, por equipe responsável pela busca ativa de indivíduos e famílias em situação de risco ou violação de direitos, denúncia, ou ainda por demanda espontânea dos usuários. Demanda espontânea, denúncia e encaminhamento de outros setores Atendimento Encaminhamento REDE A situação deverá ser reportada às autoridades competentes quando o caso assim o exigir. Alta Complexidade Acompanhamento Particularizado Acompanhamento em Grupo Básica Intervenção em ações particularizadas Inserção em ações do PAEFI Mediações periódicas Avaliação Plano de Acompanhamento Familiar ou P I A Intervenção em grupos de famílias Inserção em ações do PAEFI Mediações periódicas Desligamento Básica ou não Órgãos de Defesa Encaminhamentos

34 Equipe de referência PORTE NÍVEL DE GESTÃO CAPACIDADE DE ATENDIMENTO/ ACOMPANHAMENTO EQUIPE DE REFERÊNCIA Pequeno Porte I e II e Médio Porte Gestão Inicial, Básica Ou Plena 50 Casos (famílias/ indivíduos) 1 Coordenador 1 Assistentes Sociais 1 Psicólogos 1 Advogado 2 Profissionais de nível superior ou médio (abordagem do usuários) 1 Auxiliares administrativos

35 Equipe de referência PORTE NÍVEL DE GESTÃO CAPACIDADE DE ATENDIMENTO/ ACOMPANHAMENTO EQUIPE DE REFERÊNCIA Grande Porte, Metrópole e DF Gestão Inicial, Básica Ou Plena 80 Casos (famílias/ indivíduos) 1 Coordenador 2 Assistentes Sociais 2 Psicólogos 1 Advogado 4 Profissionais de nível superior ou médio (abordagem do usuários) 2 Auxiliares administrativos A Portaria nº843, de 28 de dezembro de 2010, ao dispor sobre a composição das equipes de referência do CREAS, passou a considerar, para além do nível de gestão, disposto na NOB-RH/SUAS (2006), o porte dos municípios como um elemento fundamental no planejamento da capacidade e da definição das equipes do CREAS. Fonte: Orientações Técnicas: Centro de referência Especializado de Assistência Social.

36 Importante!!! A Portaria nº843, de 28 de dezembro de 2010, ao dispor sobre a composição das equipes de referência do CREAS, passou a considerar, para além do nível de gestão, disposto na NOB-RH/SUAS (2006), o porte dos municípios como um elemento fundamental no planejamento da capacidade e da definição das equipes do CREAS. Fonte: Orientações Técnicas: Centro de referência Especializado de Assistência Social.

37 Unidade de acesso aos direitos socioassistenciais, o CRASefetivaareferênciaea contrarreferência do usuário na rede socioassistencial do SUAS, onde está incluído o CREAS

38 Como diferenciar as competências de gestão do CREAS das competências do Órgão gestor de assistência social? Cabe ao órgão gestor o desempenho dos macroprocessos relativos à gestão da proteção social especial na localidade, inclusive do CREAS e seus serviços. À unidade CREAS cabe a coordenação técnica e administrativa da Unidade, dos fluxos de trabalho e da oferta, no cotidiano, dos serviços especializados.

39 A contrarreferência é exercida sempre que a equipe do CRAS recebe encaminhamento do nível de maior complexidade (proteção social especial) e garante a proteção básica, inserindo o usuário em serviço, benefício, programa e/ou projeto de proteção básica

40 Quantos CREAS podem ser implantados em cada município?

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