Métodos anticoncepcionais: revisão

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1 REVISÃO Métodos anticoncepcionais: revisão Andreza Cristine Lupião Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem. Egle de Lourdes Fontes Jardim Okazaki Docente do Curso de Graduação em Enfermagem. Orientadora. RESUMO Esse trabalho tem como o objetivo de realizar uma revisão sobre os métodos anticoncepcionais, seus efeitos colaterais e reações adversas, para que a enfermagem possa acrescentar em suas orientações com seus clientes. Existem vários métodos de contracepção, porém, recentemente o método denominado de anticoncepção de emergência é capaz de evitar a gravidez após uma relação desprotegida ou indesejada, possui efeitos colaterais, não previne doenças sexualmente transmissíveis e também não pode ser utilizado de forma rotineira. Por este motivo se faz necessário a importância do(a) enfermeiro(a) na orientação de seu uso de forma correta e efetiva para as mulheres que tiver a necessidade de utilizá-lo. Neste trabalho buscou-se esclarecer como funciona e as diferenças do método de anticoncepção de emergência para os outros métodos, relacionando esta atividade com a correta orientação e com a importância que o profissional de enfermagem possui neste meio. Descritores: Anticoncepção; Métodos anticoncepcionais; Enfermagem. Lupião AC, Okazaki ELFJ. Métodos anticoncepcionais: revisão. Rev Enferm UNISA 2011; 12(2): INTRODUÇÃO Em 1995, sete instituições, entre as quais a Organização Mundial de Saúde (OMS), formou-se o consórcio Internacional de Anticoncepção de Emergência (AE), o método passou a integrar a lista de medicamentos essenciais da OMS. No que se refere ao contexto nacional, podem ser destacadas duas datas: 1996, com a inclusão da AE na norma técnica sobre anticoncepção do Ministério da Saúde, e 1999, com a comercialização de um produto específico no mercado brasileiro. Os métodos anticoncepcionais de emergência disponíveis e recomendados pelo Ministério de Saúde são: produto específico (pílula de levonorgestrel) e método Yuzpe (pílulas combinadas comuns usadas em doses especiais) (1). A anticoncepção de emergência (AE) é uma forma de contracepção que pode ser usada pelas mulheres após uma relação sexual desprotegida; gravidez não planejada; uso inadequado de métodos anticoncepcionais, como por exemplo: o esquecimento de duas ou mais pílulas; falha ou acidentes com o uso de preservativos (rotura ou retenção na vagina) ou com o diafragma e também em casos de violência sexual (3). Tem como contra-indicação, suspeita ou confirmação da gravidez (2). Esse método é mais conhecido popularmente como pílula do dia seguinte, e é indicada somente em casos de emergências como citados acima e não como o uso de anticoncepcional de forma rotineira. Ele só se faz eficaz com seu uso em até cinco dias (72 horas) após a relação sexual desprotegida, sendo mais eficaz quanto mais precocemente for usado (2). Devido ao fato de ter essa característica de seu o uso, onde se tem tempo determinado para que haja eficácia desejada, é importante que as mulheres que tenham indicação para o seu uso tenham acesso de maneira rápida, pois pode ser dificultado por vários tipos de barreiras, tais como, falta de informação, percepção equivocada de que esse método poderia ser abortivo, aspectos morais e culturais, preço dos produtos e a exigência de prescrição médico para adquirir em rede pública (1). É importante salientar que esse método não previne contra as doenças sexuais transmissíveis (DST), esclarecer a importância do uso do preservativo nas atividades sexuais e também a existência de outros métodos anticoncepcionais que se usado de maneira correta e adequada atinge uma boa eficácia (4). Esse trabalho tem como o objetivo esclarecer onde e como 136

2 atua o método AE no organismo da mulher, mecanismo de ação, seus efeitos colaterais e reações adversas, para que a enfermagem possa acrescentar em suas orientações com seus clientes. METODOLOGIA O presente estudo trata-se de uma revisão bibliográfica sobre a anticoncepção de emergência e a atuação do enfermeiro em suas orientações, através de artigos publicados com os periódicos de 2000 a 2010, encontrados em base de dados LILACS e SciELO, a partir das palavraschave: anticoncepção de emergência e métodos anticoncepcionais, também foram utilizados livros didáticos em enfermagem, fisiologia e farmacologia, manuais de saúde oferecidos pelo Ministério da Saúde e Dicionário de Especialidades Farmacêuticas (DEF). RESULTADOS E DISCUSSÃO Sistema reprodutor feminino O sistema reprodutor feminino é formado por dois ovários, que produzem e secretam hormônios sexuais, dois ovidutos ou trompas de falópio, útero, cérvix e vagina (5). A fase folicular acontece num determinado período, onde o óvulo aumenta como um tipo de cisto, chamado de folículo de Graaf, até alcançar a superfície do ovário, onde ocorrerá o transporte, o óvulo (ou oócito) é liberado para dentro da cavidade peritoneal. Esse processo de liberação do óvulo periodicamente é conhecida como ovulação, em geral a ovulação acontece duas semanas antes do próximo período menstrual. O óvulo encontra seu caminho geralmente para dentro da tuba de falópio, onde é transportado até o útero, quando ele encontra um espermatozóide e acontece sua união, denominamos então a concepção. Depois da liberação do óvulo, as células do folículo de Graaf sofrem uma rápida alteração, geralmente elas ficam amarelas (corpo lúteo) e produzem a progesterona, hormônio que prepara o útero para receber o óvulo fertilizado, instalando assim a gravidez (6). Não havendo a concepção acontece a manifestação externa do ciclo denominada de menstruação, que ocorre pela descamação do endométrio uterino (5). Ciclo Menstrual O ciclo menstrual é um processo complexo que envolve os sistemas reprodutivos e endócrinos. Começa com a menstruação que leva de 3 6 dias, onde a camada superficial do endométrio é perdida. O endométrio regenera-se após o término do fluxo menstrual durante a fase folicular do ciclo (7). Os ovários produzem hormônios esteróides predominantemente estrogênios e progesterona, vários estrogênios diferentes são produzidos pelo folículo ovariano, sendo dentro deles o mais potente o estradiol. Os estrogênios são responsáveis por desenvolver e manter os órgãos reprodutivos femininos, as características sexuais secundárias associadas à mulher adulta, desempenham um papel importante no desenvolvimento da mama e nas alterações cíclicas mensais no útero. A progesterona também é importante na regulação das alterações que acontecem no útero durante a menstruação, atuando no endométrio estimulando a fase secretória do ciclo, que se traduz em um endométrio susceptível à implantação de um óvulo fertilizado, a progesterona é secretada pelo corpo lúteo, que é folículo ovariano depois que o óvulo foi liberado, tem um efeito termogênico, causando elevação da temperatura até o final do ciclo e também tornando muito importante se ocorrer a gravidez, sendo em grande parte função da placenta, o que se torna essencial para manter uma gravidez normal, além disso, a progesterona atuando com o estrogênio prepara a mama para produzir e secretar o leite (5-6). Através da glândula hipófise são liberados os hormônios gonadotrópicos: FSH (hormônio folículo-estimulante) e o LH (hormônio luteinizante). O FSH é responsável por estimular os ovários a secretar o estrogênio e o LH é responsável por estimular a produção de progesterona. E o hormônio de liberação de gonadotrofina (GnRH) que proveniente do hipotálamo atua na velocidade de liberação do FSH e LH. Os mecanismos de retroalimentação, em parte, regulam a secreção de FSH e LH, ou seja, os níveis elevados de estrogênios no sangue inibem a secreção de FSH, porém promovem a secreção de LH, enquanto os níveis elevados de progesterona inibem a secreção do LH (6). Esse ciclo tem tipicamente 28 dias de duração, podendo também ter muitas variações consideradas normais (21 a 42 dias). Na fase proliferativa, que se dá no início do ciclo, que ocorre exatamente depois da menstruação, o débito de FSH aumenta, estimulando a secreção de estrogênio, com isso faz com que o endométrio se espesse e se torne bem mais vascularizado. Na fase secretora próxima ao tempo médio do ciclo (dia 14 em um ciclo de 28 dias), o débito de LH aumenta, estimulando a ovulação. E assim sob o estímulo combinado de estrogênio e progesterona, o endométrio alcança o máximo de seu espessamento e vascularização. A fase lútea começa depois da ovulação e caracteriza-se pela secreção de progesterona do corpo lúteo (6,8). Se a implantação do óvulo ocorre, os níveis de estrogênios e progesteronas se mantêm altos e evolui para as complexas alterações hormonais da gravidez e se não há implantação do óvulo, cai a secreção de estrogênio e progesterona, o óvulo se desintegra e o endométrio, que havia se tornado espesso e congesto, se torna hemorrágico, ou seja, desencadeando assim a menstruação (7). Conceito de métodos anticoncepcionais São maneiras, medicamentos, objetos e cirurgias, usados pelas pessoas para evitar a gravidez, Existem os métodos femininos e masculinos, os que são considerados reversíveis (volta ter a capacidade de engravidar quando a pessoa para de usar) e os irreversíveis (se utilizado é muito difícil recuperar a capacidade de engravidar), portanto, a pessoa que optar por esse método precisa estar seguro de que realmente não quer mais ter filhos (9). Não existe método 100% eficaz, todos tem uma probabilidade de falha, nenhum é melhor que o outro, existem as vantagens e desvantagens de cada um, sendo importante estar bem informado para uma melhor escolha 137

3 procurando um serviço de saúde para esclarecimentos e informações sobre os métodos anticoncepcionais disponíveis (9). Métodos anticoncepcionais de uso rotineiro Métodos de barreira Os métodos de barreira são aqueles que utilizam produtos ou instrumentos para impedir a passagem dos espermatozóides ao útero. É a forma mais antiga de prevenção de uma gravidez e que ainda se mantém até os dias de hoje (10-11). Condom masculino Trata-se de uma cobertura impermeável para o pênis, com adaptação firme, aplicado ao pênis ereto antes de ter contato com o canal vaginal, antigamente feita de membranas animais, a seguir feito de borracha vulcanizada no Século XIX e hoje de látex. Seu uso se propagou rapidamente como método anticoncepcional em todo mundo (6,10). A eficácia deste método depende do seu uso de forma correta, motivação do casal, experiência com o método, qualidade do produto, armazenamento adequado por parte do usuário. Tendo como vantagens: a proteção contra as DST s, praticidade e fácil acesso, sendo distribuído gratuitamente em postos de saúde. Tem como desvantagens sua manipulação durante o ato sexual e risco de rotura se usado de maneira inadequada. O efeito colateral que pode apresentar é a reação alérgica ao látex (10). Condom Feminino É um novo contraceptivo de barreira vaginal, que consiste em um cilindro de poliuretano, adequadamente posicionado recobre a cérvice uterina, paredes vaginais e parte da vulva, é mais resistente e durável que o condom masculino (11). Sua eficácia aumenta com o uso associado com lubrificantes com capacidade espermicida, tendo como vantagem a proteção mais efetiva contra as DST s, devido oferecer na genital feminina e masculina uma recoberta maior e também por ser inserido fora do intercurso sexual, ficando sob total controle feminino e sua desvantagem engloba a impossibilidade de usar o preservativo em algumas posições de coito (6,11). Diafragma É um dispositivo contraceptivo efetivo que consiste em uma cúpula de borracha de látex flexível, devendo ser usado antes de ser inserido profundamente na vagina cobrindo o colo, uma geléia ou creme espermicida para cobrir o lado côncavo do diafragma, o qual impedirá os espermatozóides de penetrar no canal cervical. O diafragma deve ser medido e adaptado por um médico ou por uma enfermeira durante o exame ginecológico, à sua inserção e remoção requer treinamento específico. O diafragma deve ser inserido um pouco antes da relação sexual, devendo permanecer na posição por no mínimo de 6 horas, não excedendo mais de 12 horas depois do coito. Na sua remoção deve ser limpo com água e sabão neutro, enxugado e seco antes de ser guardado em recipiente próprio para sua proteção (6). Esse método apresenta como desvantagens, reações alérgicas em mulheres sensíveis ao látex, alta incidência de infecções no trato urinário e a síndrome do choque tóxico (se houver uso prolongado acima de horas) (10). Espermecidas Os espermicidas têm como apresentação em forma de cremes, geléias, supositórios, tabletes e espumas, são substâncias que tem como ação de barreira quando colocadas no fundo da vagina inativando os espermatozóides, devido a lesão de sua membrana celular. É recomendável o seu uso associado ao diafragma, o condom ou a outro método qualquer. Tem como vantagem de poder ser usado sem a cooperação do parceiro e suas desvantagens é que pode apresentar queimação, exantema ou irritação em ambos os parceiros, sendo geralmente temporários, podendo aliviar com a troca para outra marca de espermicida (6). Métodos comportamentais Abstinência Sexual Periódica Os métodos de abstinência sexual periódica, conhecido também como métodos naturais, visam evitar a gestação pela observação dos sinais e sintomas da fase fértil do ciclo menstrual, devendo neste período haver a abstinência sexual, assim definido pela Organização Mundial de Saúde (10). Seu mecanismo de ação se dá pelo tempo médio dos espermatozóides no trato genital feminino que é de 72 horas (variando-se entre 2 e 7 dias) e o período de fertilidade do óvulo é de horas, por isso, o período fértil varia entre 3-4 dias antes e 3 dias depois da ovulação, este mecanismo só é eficaz apenas se houver uma interpretação adequada do período fértil adaptando-se aos dias que necessitam então exercer abstinência sexual (10). Tabela Esse método é baseado na observação de vários ciclos menstruais, onde determinará o período fértil do ciclo menstrual da mulher, é um método individual e sua eficácia depende de seu uso correto e da colaboração do casal. A mulher que optar por esse método deve ser orientada marcar em um calendário durante seis meses, o primeiro dia de cada menstruação, para avaliar o número de dias que durou o ciclo menstrual e a partir destes dados calcular o período fértil com a ajuda de um profissional de saúde. Esse método não é indicado em mulheres que possuem ciclos menstruais irregulares, após o parto ou durante a amamentação (9). Muco cervical Esse método é baseado na auto-observação das mudanças do muco cervical e da sensação da umidade vaginal no decorrer do ciclo menstrual, determinando o período fértil. À medida que a ovulação vai se aproximando o muco cervical vai ficando parecido com clara de ovo, elástico, transparente, escorregadio e a vagina fica mais úmida favorecendo a entrada dos espermatozóides no útero, com o aparecimento desse muco indica que a mulher está no seu período fértil, portanto, nesse período devem ser evitadas relações sexuais até o quarto dia após o muco ter desaparecido. Esse método não é indicado quando a mulher apresentar corrimento vaginal, febre, pós parto e durante a amamentação (9). Temperatura Basal Esse método baseia-se nas alterações que os hormônios femininos provocam na temperatura do corpo no decorrer do ciclo menstrual, antes da ovulação, a temperatura basal é mais baixa e permanece assim até a ovulação e quando ocorre 138

4 à ovulação, a temperatura sobe alguns décimos de grau e assim fica até a chegada da menstruação, para fazer uso deste método, a mulher deve medir a temperatura do corpo pela manhã, antes de se levantar e depois ao deitar-se por no mínimo cinco dias, a partir do primeiro dia da menstruação, anotando os resultados em um gráfico. Para prevenir a concepção deve evitar relações sexuais com penetração vaginal no período de 4 a 5 dias antes da data prevista da ovulação até o quarto dia da temperatura alta, seu uso só é eficaz se usado corretamente (9). Coito interrompido Esse método se dá quando o homem retira o pênis da vagina um pouco antes da ejaculação, não deve ser estimulado por apresentar grande possibilidade de falha, devido o líquido que sai pouco antes da ejaculação pode conter espermatozóides e também às vezes o homem não possuem o auto-controle adequado para efetuar esse método, podendo gerar tensão entre o casal, causando a maioria das vezes uma relação incompleta (9). Dispositivo Intra Uterino (DIU) O DIU é o método que consiste em um dispositivo uterino de plástico, que pode ser recoberto de cobre ou conter hormônio, em formato de T, colocado no interior do útero para evitar gravidez, o DIU evita a concepção por provocar uma reação inflamatória local que é tóxica para os espermatozóides, evitando assim a fertilização e não provoca o aborto, sua colocação deve ser feita por um profissional de saúde treinado. Suas desvantagens é um possível sangramento excessivo, cólicas, dores nas costas, infecção pélvica, deslocamento do dispositivo e raramente perfuração do colo e do útero. Se acaso aconteça uma gravidez com o DIU em posição, é retirado imediatamente para evitar uma infecção, podendo ocorrer um aborto espontâneo na sua remoção (6). Contraceptivo Injetável Injetáveis anticoncepcionais Existem dois tipos de injeção anticoncepcional, a injeção mensal (aplicada uma vez ao mês) e injeção trimestral (aplicada de três em três meses) (9). Elas agem impedindo a ovulação, dificultando a passagem dos espermatozóides para o interior do útero. Se usadas de maneira correta o seu uso é bastante eficaz, devendo a mulher ser orientada quanto ao aparecimento de sangramento irregular ou nenhum sangramento e com o seu uso contínuo ocorre amenorréia (ausência da menstruação), podendo ocorrer também como sintomas: enjôos, vômitos, aumento de peso, dor de cabeça leve, tontura, dor nas mamas, mudanças de humor, na maioria das vezes esses sintomas desaparecem, devendo ser procurado um serviço de saúde se persistirem por mais de três meses (6,9). Esse método tem como contra-indicação para mulheres grávidas e para aquelas que apresentam sangramento anormal de origem desconhecida, câncer de mama ou pélvico, porém, tem como vantagens: a redução da menorragia, dismenorréia, anemia, pode reduzir o risco de infecção pélvica e foi associado à melhoria no estado hematológico nas mulheres com anemia devido a sangramento intenso e com doença falciforme e freqüência reduzida de convulsões em mulheres com distúrbios convulsivos (6). Contraceptivos Orais Pílulas anticoncepcionais Existem diferentes tipos de pílulas, as pílulas combinadas (que contêm progesterona e estrogênio) e as minipílulas (que contêm somente a progesterona. As pílulas combinadas podem ser usadas a partir da primeira menstruação se não houver nenhuma contra indicação e para mulheres de qualquer idade. As minipílulas são as únicas que podem ser usadas durante a amamentação, devendo ser iniciada após seis meses após o parto (9). Elas agem impedindo a ovulação e podem ocorrer efeitos colaterais igualmente ao contraceptivo injetável. São muito eficazes se usadas de maneira correta, podendo diminuir o fluxo menstrual (9). Esse método é contra-indicado absolutamente em distúrbio tromboembólico atual ou pregresso; doença vascular cerebral ou doença arterial; câncer de mama suspeito ou conhecido; neoplasia estrogênio-dependente atual ou pregressa, conhecida ou suspeita; gravidez; tumor hepático benigno ou maligno atual ou pregresso; função hepática prejudicada; hiperlipidemia congênita; e sangramento vaginal anormal não diagnosticado e as contra-indicações relativas incluem a hipertensão, icterícia induzida por bile, doença falciforme, mulheres acima dos 35 anos, tabagistas, estão em risco de problemas cardíacos e não devem utilizar contraceptivos orais (6). Anticoncepção de emergência É um método anticonceptivo que pode evitar a gravidez após o ato sexual, com o objetivo de evitar uma gravidez inoportuna ou indesejada, sendo indicada em casos de falha no método de uso rotineiro, como por exemplo, rompimento ou retenção do preservativo, deslocamento do diafragma, esquecimento do anticonceptivo oral, atraso na data do injetável mensal, cálculo incorreto do período fértil e em violência sexual. Não deve ser usado de forma rotineira (12). Tem como contra-indicação em gravidez confirmada, sangramento vaginal anormal e de origem não esclarecida. Em casos pacientes portadoras ou com história de doenças hepáticas ativas ou tumores hepáticos; em doenças da vesícula biliar, carcinoma de mama, útero ou ovário; tromboflebite ativa ou doenças tromboembólicas, cardiopatia isquêmica, acidente vascular cerebral; trombose de retina; embolia pulmonar prévia; diátese hemorrágica; histórico de hipertensão intracraniana idiopática, deve ser administrado após consideração cautelosa da relação risco/ benefício e também em casos de asma, doenças cardiovasculares severas, hipertensão, enxaqueca, epilepsia, doenças renais, diabetes mellitus, hiperlipidemias e história de estados depressivos severos, também requer uma observação cautelosa em sua administração (13). Formas da Anticoncepção de emergência Existem duas formas de oferecer a AE. A primeira é a qual se utiliza anticoncepcionais hormonais orais combinados (AHOC) de uso rotineiro, conhecida como pílulas 139

5 anticoncepcionais, essa é denominada como regime ou método Yuzpe, onde consiste na administração combinada de um estrogênio e um progestágeno sintético, administrados até cinco dias após a relação sexual desprotegida. A recomendada pela OMS, é a que contém etinil-estradiol e levonorgestrel, para finalidade de AE é necessária a dose total de 200 g de etinil-estradiol e 1 mg de levonorgestrel, divididas em duas doses iguais, a cada 12 horas ou administradas em dose única (12). A segunda forma de realizar a AE é com o uso de progestágeno isolado, o levonorgestrel, na dose total de 1,5 mg, dividida em 2 comprimidos iguais de 0,75 mg, a cada 12 horas, ou 2 comprimidos de 0,75 mg juntos, em dose única. Da mesma forma que o método de Yuzpe, o levonorgestrel pode ser utilizado até cinco dias da relação sexual desprotegida (12). Mecanismo de ação e sua efetividade Em relação ao seu mecanismo de ação a AE pode agir de diferentes maneiras dependendo da fase do ciclo menstrual em que se é utilizado: inibindo ou retardando a ovulação; alterando a motilidade tubária e com isso dificultando a passagem do óvulo e/ou do espermatozóide; dificultando a penetração do espermatozóide no muco cervical (13). São utilizadas duas formas diferentes para mensurar a efetividade da AE, a primeira é denominada Índice de Pearl (ou índice de falha), onde calcula o número de gestações por 100 mulheres que utilizam o método no período de um ano e a segunda, mede a eficiência da AE pelo Índice de Efetividade, que calcula o número de gestações prevenidas por cada relação sexual. Segundo, a OMS, o método Yuzpe apresenta taxas de falha de 2% entre 0 e 24 horas, de 4,1% entre 25 e 48 horas e de 4,7% entre 49 e 72 horas. Para os mesmos períodos de tempo, as taxas de falha de levonorgestrel são expressivamente menores, 0,4%, 1,2% e 2,7%, respectivamente. Na média dos três primeiros dias, a taxa é de 3,2% para o método de Yuzpe e de 1,1% para o levonorgestrel. Entre o 4º e o 5º dia, seguramente a taxa de falha AE é mais elevada (12). A AE não atua após fecundação e não impede a implantação, caso a fecundação ocorra, não há indicadores que ela atue após este evento, sendo suficiente para esclarecer a ausência de efeito abortivo (12). Efeitos colaterais Os efeitos mais comuns são náuseas em 40 a 50%, vômitos em 15 a 20%, pode ser utilizado o uso de antieméticos para minimizar esses sintomas. Outros efeitos em uma freqüência menor que podem ocorrer são: cefaléia, dor mamária, vertigens, dor abdominal que desaparecem em 24 horas após a ingestão da anticoncepção de emergência. Se houver vômito nas primeiras duas horas após a ingestão da AE, é recomendado que a dose seja repetida, se dentro deste mesmo prazo ocorrer novamente vômito é recomendado que a administração da AE seja realizada por via vaginal, devido a absorção pelo epitélio da vagina ofereça níveis semelhantes aos da via oral (12). Anticoncepção de emergência e sua regulamentação No Brasil, a AE é medicação aprovado pelos órgãos de vigilância sanitária e disponível, comercialmente, mediante receita médica, está incluída pelo Ministério da Saúde nas normas técnicas de Planejamento Familiar (1996) e Violência Sexual (1998), faz parte das recomendações e orientações da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e da Sociedade Brasileira de Reprodução (SBRH) e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo assegura que a AE é um direito da mulher e acrescenta que negar sua prescrição sem justificativa aceitável, mediante suas possíveis e graves conseqüências, constitui em infração ética passível das medidas disciplinares pertinentes (12). O acolhimento e papel do enfermeiro na saúde da mulher O acolhimento é o vínculo dos profissionais com a população, mediante a reorganização do processo de trabalho em saúde, devendo ser realizado por todos os trabalhadores de saúde e em todos os setores do atendimento, não se limitando ao ato de receber, incorporando uma sequência de atos de atitudes que constituem o processo de trabalho, possibilitando a intervenção de toda a equipe, que se empenha na resolução do problema do usuário (14). O enfermeiro tem um papel importante na promoção as práticas e comportamentos positivos que estão relacionados à saúde reprodutiva e sexual de cada paciente, atuando da seguinte forma: fornecer informações sobre o agendamento de exames regulares para a promoção a saúde, detectar problemas de saúde precocemente, avaliar os problemas em relação à função ginecológica e reprodutiva, discutir as questões relacionadas a função sexual e a sexualidade; promover um ambiente aberto e sem julgamentos, transmitindo compreensão e sensibilidade, sendo essencial ao paciente para que ele fique à vontade em relatar seus problemas pessoais; reconhecer os sinais e sintomas do abuso, proporcionando um atendimento particular e individualizado; reconhecer as diferenças culturais e crenças, respeitar a orientação sexual e as suas preocupações (6). O planejamento familiar proporciona às mulheres os meios de prevenção contra uma gravidez não desejada, desde os anos 60, os programas de planejamento familiar têm ajudado aproximadamente 400 milhões de mulheres a evitar uma gestação indesejada, sendo poupadas as gestações de alto risco, de abortos clandestinos e diminuindo o número de mortalidade materna, além disso, outros métodos de planejamento familiar apresentam outros benefícios à saúde, como por exemplo, alguns métodos hormonais podem prevenir certos tipos de câncer e os condons ajudam a prevenir DST s (15). A orientação e o papel do enfermeiro na anticoncepção de emergência O enfermeiro (a), deve repassar com a paciente as instruções do uso do método, orientar, a mulher que o próximo período de menstruação pode acontecer uns dias antes ou depois do esperado, se não apresentar o período menstrual em 3 semanas fazer retorno para realizar um teste de gravidez e esclarecer todos os efeitos colaterais e 140

6 indicações do método, proporcionando a mulher clareza e esclarecimento em qualquer dúvida que possa surgir, visando reduzir as gestações indesejadas e abortos. E salientar que a AE e os outros métodos anticoncepcionais não oferecem proteção contra as DST s, com exceção do preservativo masculino e feminino, sendo fundamental para o profissional de saúde ter esse conhecimento para ser claro nas orientações em suas consultas de enfermagem e no acolhimento ao paciente (6). De acordo com a portaria SMS.G N 295, de 19 de maio de 2004, a AE pode ser prescrita, orientada e acompanhada por enfermeiro (inclusive para as adolescentes, conforme o item contracepção na adolescência). Para evitar abusos em casos em que a mesma usuária solicitar a contracepção de emergência mais de uma vez num período inferior a 30 dias, deverá ser encaminhada para avaliação médica, a prescrição efetuada pelo enfermeiro só terá validade para dispensação dentro da própria UBS e depois do atendimento de urgência, a usuária deve ser encaminhada para o trabalho educativo (em grupo ou individual) (16). CONSIDERAÇÕES FINAIS Com base no estudo realizado, pode-se concluir que o papel do enfermeiro é muito importante na saúde da mulher, onde ele tem total capacidade de proporcionar a população esclarecimentos e intervenções relacionadas aos métodos de anticoncepção, focando principalmente as vantagens e desvantagens, indicações e efeitos colaterais do método anticoncepção de emergência, deixando bem claro que não deve ser um método de uso rotineiro e que não tem a capacidade de prevenir doenças sexualmente transmissíveis, podendo assim exercer um papel de suma importância para a sociedade. REFERÊNCIAS 1. Costa NFP, Ferraz EA, Souza CT. Acesso à anticoncepção de emergência: velhas barreiras e novas questões. Rev. Bras. Ginecol. 2008; 30(2): Borges ALV, Fujimori E, Hoga LAK. Práticas contraceptivas entre jovens universitários: uso da anticoncepção de emergência. Cad. Saúde Pública. 2010; 26(4): Nogueira AA, Reis JCR, Neto OBP. Anticoncepcionais de emergência - Por que não usar?. Medicina Ribeirão Preto. 2000;; 33: Saito MI, Leal MM. Adolescência e contracepção de emergência: Fórum Rev. Paul. Pediatr. 2007; 25(2) Andrade RGF. Sistema Endócrino. In: Singi G. Fisiologia Dinâmica. 2 a ed. São Paulo: Atheneu; p Furniss KK. Histórico e tratamento dos processos fisiológicos femininos. In: Smeltzer SC, Bare BG. Brunner & Suddarth Tratado de Enfermagem Médico- Cirúrgica. 10 a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; p Souza BR. O sistema reprodutor. In: Rang HP, Dale MM, Ritter JM, Flower RJ. Rang & Dale Farmacologia. 6 a ed. Rio de Janeiro: Elsiever; p Moore WW. Fisiologia da reprodução. In: Selkurt EE. Fisiologia. 5 a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; p Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Direitos sexuais, direitos reprodutivos e métodos anticoncepcionais. Brasília: Ministério da Saúde; Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. Comissão Nacional Especializada de Planejamento FamiliarAnticoncepção: Manual de Orientação. Rio de Janeiro: FEBRASGO; Freitas AT, Corrêa S. Viagem ao mundo da contracepção: um guia sobre os métodos anticoncepcionais. Recife: Rosa dos Tempos; Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Anticoncepção de Emergência: perguntas e respostas para profissionais da saúde. Brasília: Ministério da Saúde; Sousa TC, coordenador. Especialidades farmacêuticas. DEF 2010/ a ed. Rio de Janeiro: Publicações Científicas; Fracolli LA, Zoboli ELP. Acolhimento: uma tecnologia para a assistência. In: Santos AS, Miranda SMR. A enfermagem na gestão em atenção primária à saúde. 3 a ed. Barueri: Manole; p Haltcher RA, Rinehart N, Blackburn R. Pontos essenciais da tecnologia de anticoncepção. Baltimore: Escola de Saúde Pública Johns Hopkins, Programa de Informação de População; Ministério da Saúde (BR). Portaria SMS.G nº 295, de 19 de maio de Brasília: Ministério da Saúde;

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