I Fórum Municipal de Autismo, Acessibilidade e Mobilidade Territorial PROGRAMA DE APOIO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA

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1 I Fórum Municipal de Autismo, Acessibilidade e Mobilidade Territorial PROGRAMA DE APOIO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA

2 OBJETIVO Proporcionar aos trabalhadores com deficiência a obtenção e a manutenção do emprego, atuar na orientação, na qualificação profissional e no empreendimento de ações e eventos que visem ampliar e garantir a inclusão desta população na sociedade.

3 ABRANGÊNCIA O Programa está implantado em todo Estado de São Paulo através dos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PAT s), Poupatempo e site: ou maisemprego.mte.gov.br

4 PÚBLICO ALVO Pessoas com Deficiência a partir de 16 anos de idade. Empresas de todos os segmentos.

5 SERVIÇOS CIDADÃO: Inscrição para vagas de emprego e/ou Cursos de Qualificação Profissional; Informações sobre o mercado de trabalho; Orientação sobre laudo médico e Lei de Cotas; Orientação referente ao Benefício de Prestação Continuada BPC;

6 EMPREGADOR: SERVIÇOS Orientação para o cumprimento da Lei 8.213/91 (Art. 93) Decreto 3298/99 e 5296/04; Palestras de Conscientização; Disponibilização de salas para realização dos processos seletivos. Pré-Seleção e encaminhamento de candidatos; Divulgação das vagas ofertadas em diversos veículos de comunicação em todo Estado.

7 MERCADO DE TRABALHO Todo Ser Humano tem direito ao trabalho sem discriminação alguma. O trabalho é um meio de dignificação da pessoa como fonte de realização pessoal e social.

8 LEI DE COTAS

9 LEI FEDERAL Nº 8.213, DE 24 DE JULHO DE Artigo 93: Determina que as empresas com 100 (cem) ou mais empregados serão obrigadas a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência, na seguinte proporção: I De 100 até 200 empregados... 2% II De 201 a % III De 501 a % IV De em diante... 5% Decreto 3298/99 art.4º - alterado pelo decreto 5296 de 02/12/2004, que deu nova redação da caracterização das deficiências

10 CONCEITO Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas. Fonte: Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

11 TERMINOLOGIA: COMO CHAMAR? Diga: Pessoa com deficiência (física, auditiva, visual ou intelectual) Termo aceito mundialmente. Não Diga: Surdo-mudo, Portador de deficiência ou portador de necessidades especiais. Jamais utilize termos pejorativos como: Deficiente, aleijado, inválido, excepcional, retardado, incapaz, mongolóide, defeituoso, etc. OBSERVAÇÃO: Os termos: Cego e Surdo podem ser utilizados naturalmente.

12 DIFICULDADES? 1. Não há pessoas com deficiência? 2. As pessoas com deficiência não são qualificadas? 3. As pessoas com deficiência preferem o BPC? 4. O mercado está aquecido?

13 CENSO IBGE 2010

14 Emprego formal por tipo de deficiência e gênero Estado de São Paulo Sexo Auditiva Física Intelectual Múltipla Reabilitado Visual Total de pessoas com deficiência Homens Mulheres Total Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. Relação Anual de Informações Sociais - Rais.

15 Emprego formal por tipo de deficiência e escolaridade Estado de São Paulo Nível de escolaridade Auditiva Física Intelectual Múltipla Reabilitado Visual Total de pessoas com deficiência Não alfabetizado ª Série Ensino Fundamental Incompleto ª Série Ensino Fundamental Completo ª Série Ensino Fundamental Incompleto ª Série Ensino Fundamental Completo Ensino Médio Incompleto Ensino Médio Completo Ensino Superior Incompleto Ensino Superior Completo Mestrado Doutorado Total Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. Relação Anual de Informações Sociais - Rais.

16 MUDANÇAS EM 2011 Alteração do Benefício de Prestação Continuada - Lei /11 (Suspende o BPC durante o vínculo empregatício); Lei Aprendiz com Deficiência não tem limite máximo de idade e pode receber salário e BPC durante o contrato de aprendizagem; Visão Monocular Lei Estadual de 13/07/11.

17 MUDANÇAS EM 2013 Redução no tempo de contribuição para fins de aposentadoria de Pessoas com Deficiência Lei Complementar n 142 (09/05/2013). Nos casos de deficiência grave, a aposentadoria será concedida após 25 anos de tempo de contribuição para homens e 20 anos para mulheres. O tempo de contribuição passa para 29 anos para homens e 24 anos para mulheres no caso de deficiência moderada. Nos casos de deficiências leves, 33 anos para homens e 28 anos para mulheres. A nova LC regulamenta o parágrafo 1º do artigo 201 da Constituição Federal. A lei define ainda que, homens poderão se aposentar aos 60 anos e, mulheres aos 55 anos de idade, independentemente do grau de deficiência, desde que cumprido o tempo mínimo de contribuição de 15 anos e comprovada a existência de deficiência durante igual período. DECRETO 8145 DE 03 DE DEZEMBRO DE 2013

18 PRINCIPAIS BARREIRAS 1. Barreira atitudinal 2. Barreira Arquitetônica

19 BARREIRA ATITUDINAL Barreiras Atitudinais: O preconceito é conseqüência do desconhecimento! Uma vez que se estabelece contato com a diversidade humana, torna-se possível a elaboração de um conceito mais condizente com a realidade.

20 BARREIRA ARQUITETÔNICA Barreiras Arquitetônicas: Obstáculos que, num dado local, impede ou dificulta o acesso de pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida.

21 Quando a inclusão for uma realidade e a contratação de pessoas com deficiência se incorporar à prática e aos valores das empresas, sem nenhum tipo de preconceito, a Lei de Cotas será apenas um marco legal na história de nosso país. José Carlos do Carmo, da SRTE-SP

22 Secretário Tadeu Morais Coordenador de Política de Inserção no Mercado de Trabalho Luciano Martins Coordenadora do PADEF Marinalva Cruz Suporte Técnico Andréia Cezarino, Andréia Santos, Beth, Carmen, Edna, Magnólia, Michele e Penha Rua Boa Vista, 170 1º Andar Bloco 04 Centro/SP Telefone: (11) ou (11) Site:

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