m & m i ú D E 2 a. G R A U m (D (O cn f ö N E R i ß ö R O V A L L E F L O R i A N ö F O L r S

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "m & m i ú D E 2 a. G R A U m (D (O cn f ö N E R i ß ö R O V A L L E F L O R i A N ö F O L r S"

Transcrição

1 O M I V E R ^ Ä! * ; f ï C æ H A U D E í S i W T A f ^ Ö Ö Ö Ä i Ä ö i f t e ^ a v t S O C f O L O Ö t A p o l í t i c a if B Ü R Ö C B B T i Z R C R Ö O B B Ä K B C B D U M E S T l i D O S O B R E Ö C Ö N S ^ H O E S T / Æ ) 0 D E S A N T A D E E X P A N S A O E S T A D U A L O E E D U C A C A O D O m & m i ú D E 2 a. G R A U "T:; i^.' <- i.^ 1 Ô m (D (O cn f ö N E R i ß ö R O V A L L E?Si. F L O R i A N ö F O L r S 1891

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE POS-GRADUAÇRO EM SOCIOLOGIA POLÍTICA B U R O C R A T I Z A Ç R O D A E D U C A Ç R O U m e s t u d o s o b r e o C o n s e l h o E s t a d u a l d e E d u c a ç ã o d o E s t a d o d e S a n t a C a t a r i n a e s e u p a p e l n a P o l í t i c a d e E x p a n s ã o d o E n s i n o d e 2 o. G r a u D i s s e r t a ç ã o d e M e s t r a d o a p r e s e n t a d a a o P r o g r a m a d e P ó s - G r a d u a ç ã o e m S o c i o l o g i a P o l í t i c a d a U n i v e r s i d a d e F e d e r a l d e S a n t a C a t a r i n a, p a r a o b t e n ç ã o d o g r a u d e M e s t r e e m S o c i o l o g i a P o l i t i c a. l o n e R i b e i r o V a l l e F l o r i a n ó p o l i s, n o v e m b r o d e

3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE POS-BRADUACRO EM SOCIOLOGIA POLÍTICA B U R O C R A T I Z A Ç R O D A E D U C A Ç R O U m e s t u d o s o b r e o C o n s e l h o E s t a d u a l d e E d u c a ç ã o d o E s t a d o d e S a n t a C a t a r i n a e s e u p a p e l n a P o l í t i c a d e E x p a n s ã o d o E n s i n o d e 2 o. G r a u l o n e R i b e i r o V a l l e E s t a D i s s e r t a ç ã o f o i j u l g a d a e a p r o v a d a e m s u a f o r m a f i n a l p e l o O r i e n t a d o r e M e m b r o s d a B a n c a E x a m i n a d o r a, c o m p o s t a p e l o s p r o f e s s o r e s : P r o f e s s o r a D r a. N é i d e A l m e i d a F i o r i O r i e n t a d o r a P r o f e s s o r a D r a. L e d a S c h e i b e P r o f e s s o r a D r a. T a m a r a B e n a k o u c h e

4 A eesbria de linha avô Osvaiina. Sua cdragen e seu anor pela huaanidade ensinarai-ib a ser forte e a lutar pela justiça-. A ainha tâe Judith e ao aeu pai Vidal. Suas incobparâveis inteligências e suas energias pessoais proporcionaras-ie o acesso ao conplexo cundo do saber. Ao envolvente cospanheiro Nilton, por partilhar das Binhas dúvidas e dos «eus sonhos. Ao Cícero, por agüentar, nes seapre cos «uita paciência, os draaas da produção acadènica.

5 A G R A D E C I M E N T O S A r e a l i z a ç ï i o d e s t e e s t u d o n'ão t e r i a s i d o poss;[ v e! l. s e m a c o l a b o r a ç S f o d e u m n ú m e r o s i g n cativo d e p e s s o a s» A o r e g i s t r a r m e u a g r a d e c i m e n t o a e s t a s p(?ssoas,, o u s o d e s t a c a r alqumas,, s u a c o l a b o r a ç c í o f o i d a m a i o r re:i.evsncia Aqrad(- ç:o à p r o f e s s o r a N e i d e A l m e i d a F i o r i ^ m i n h a o r i e n t a d o ra,, p o r t e r incentivado,,,:iá n o i n i c i o d o s a n o s 80^ o m e u i n g r e s s o n e s t e P r o g r a m a dc? P ó s "Graduacâ'o S o u p r o f u n d a m e n t e (jrata,, também,, p e la orientaçgiío p r e c i s a e minuciosa,, d e c o r r e n t e d o s e u p r e p a r o intelec-- t.ual (» r i g o r t e ó r i c o - m e t o d o l ó g i c o ; (íi-ites,, p r o p o r c i o n a r a m - m e a s e g u r a n ç a n e c e s s á r i a a o d e s e n v o l v i m e n t o d a pesquisa.. A o s p r ofessores,, fi.uícionái'ioíi> e c o l e g a s d o C u r s o d e P ò s - GraduaçSi'o e m S o c i o l o g i a P o l í t i c a d a U n i v e r s i d a d e F e d e r a l d e S a n t a C a t a r i n a - UF8C;, a g r a d e ç o o apoio., a c o n f i a n ç a e o a q r á d a v e l c o n v í v i o d o s l o n g a s a n o s q u e p r e m a n e c i n o Curso., 1'leu agi'adecifiierrl'.o espec:ial ài::- amigaii^ Z e n i r liaria K o c h e M a r i a d a s D o r e s D a r o s d e A m o r i m p e l o i n c e n t i v o c o n t i n u o e p e l a s c o n t u n - d e n t e s s u g e s t ô ' e s e c r i t i c a s a p o n t a d a s p a r a o a p r i m o r a o i e n t o d o te-xlo,,

6 VI Aciradeço;, ainda., a o s arnicjos M a r i a d a s G r a ç a s Soares., A d é - l;i.a T e r e s i n h a M a s s a r o ( :? W a l d i r Berndt,, p e l o a p o i o d e s c o m p r o m e t i d o e c o r d i a l d u r a n t e t o d o o curso.. S o u grata,, tambo^fn., a o J(:/A'o Francis<:;o V a x Sefuetiba pcela r e vi síí.'o f i n a l d o texto.. N o â m b i t o i n s t i t u c i o n a l,, a g r a d e ç o a o s am:i.gos d a S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a ElducaçSío, e m p a r t i c u l a r d a S u b u n i d a d e d e E n s i n o d e 2o.. Grauj, e s p e c i a l m e n t e á J u r a c i S i l v e s t r e e a o p r o f e s s o r Joíío C a r l o s Pottker,, p e l o a p o i o i m p r e s c i n d í v e l n o f o r n e c i m e n t o d o s d a d o s u t i l i z a d o s p e l a pesquisa,, M e u a g r a d e c i m e n t o abrange,, também,, a l g u n s f u n c i o n á r i o s d o C o n s e l h o Eistadual d e Educa(;:i(o., e m especial,, a s b i b l i o t e c á r i a s M a r i a A p a r e c i d a O r l a n d i e M e l s a I g l e s i a s p e l a d i s p o n i b i l i d a d e n o s e n t i d o d e l e v a n t a r o s d o c u m e n t o s e d i s p o s i t i v o s legais., M e u p a r t i c u l a r a g r a d e c i m e n t o a o s c o m p a n h e i r o s ( p r o f e s s o r e s f u n c i o n á r i o s e a l u n o s ) d a U n i v e r s i d a d e p a r a o D e s e n v o l v i m e n t o d o E s t a d o d e S a n t a C a t a r i n a U D E S C que,, n o s m o m e n t o s d e c i s i v o s d a l u t a p o r m e l h o r e s condií;:wes s a l a r i a i s e d e t r a b a l h o s o u b e r a m c o m p r e e n d e r a s c i r c u n s t â n c i a s q u e e n v o l v e m a produçíío acadêmica,.

7 R E S U M O A ):>c) ;i.c: a e cl n c:a :i.o ii a l cl o E t a cl o <:10 S a t a C; a t a i'-:i.11 a é i'-e «m.ui. t a d o d a c o n j u n t u r a p o l ;[ti ca--social d o s d:i.-ferentes oiomen t o s h i s t ó r i c o s., E s t a e m e r g i u s e m p r e d o a p a r e i h o d e Estado., e s p e c i a l m e n t e d o Poder' Executivo., a p r e s e n t a n d o - s e., portanto,, a r t i c u l a d a a o s i n t e r e s s e s d e s e t o r e s p r i v i l e g i a d o s d a s o c i e d a d e catarinense., ü C o n s e l h o E s t a d u a l d e Eiducaçíío, d o E s t a d o d e S a n t a Catarina., i m p l a n t a d o e m c o m o órgíio coleçjiado d a educatjisío, c a r a c t e r i xou--se e n q u a n t o iníirtífncia m á x i m a d e d e l i b e r a c S o d a p o l í t i c a e d u c a c i o n a l p a r a o Estado;; posi(;;:íío e s t a q u e l h e preservou,, inicialmente,, u m n í v e l d e a u t o n o m i a n o p r o c e s s o d e t o m a d a d e decissfo, e m relacsío a o F'oder Exe-- cutivo,, A p a r t i r d o s a n o s 70,, o C o n s e l h o E s t a d u a l d e E d u c a ç S o p a s s o u a i n t e g r a r a e s t r u t u r a o r g a n i z a c i o n a l d a S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a E d u - cac«(o.. Eista n o v a posi(;;5ío h i e r á r q u i c a r e p r e s e n t o u u m c e r t o " e s v a z i a m e n t o " d o s e u p r o c e s s o p o l i t i c o - d e c i s ó r i o.. Assim,, o órgíío c o l e g i a d o d a educa<;âfo p a s s o u a c o n-figurar -se c o m o m a i s u m a instícncia d e p o d e r d a b u r o c r a c i a pedagógica,, e,, p o r extensafo, d o P o d e r E x e c u t i v o «A condiçiirto d e " s u b o r d i n a c í t o " d o C o n s e l h o Elstadual d e E d u c a c í í o á S e c r e t a r i a d e Eistado d a Educacíío foi p r e c o n i ixada p e l a s F^e-formas A d -

8 m i n i s t r a t i v a s Estaduais:; e s t a s v;i.savam a d a p t a r a s d i v e r s a s i n s t i t u i çiífíes e orçjani:;;aí;:ffes d a s o c i e d a d e a o R e q i m e A u t o r i tá r i o - B u r o c r á ti c o, i m p l a n t a d o n o p a i s n o a n o d e ;l.964 l-r^ste e s t u d o b u s c o u c o m p r e e n d e r o C o n s e l h o Eistadual d e Edi.u:;a - ç;2to,, a p a r t i r d e s u a s i s t e m á t i c a d e e x e r c í c i o d e poder,, c o m p o s i ç:^o ^ funcionamento e t o m a d a d e decisivo,, e s p e c i a l m e n t e q u a n t o a o s s e u s p r o c e d i m e n t o s n a p o l i ti ca d e expans2('o d o e n s i n o d e 2 o grau,, P a r a p r o c e d e r a e s s a a n á l i s e f o i n e c e s s á r i o i d e n t i f i c a r a a t u a ç ã o d o C o n s e l h o Oüstadual d e Educaç:3ío n a elabora<;:íío d o s P l a n o s d e ' E d u c a ç ã o e a relat;:3ío q u e e s s e ó r g à o c o l e g i a d o e s t a b e l e c e u c o m o C o n s e l h o F e d e r a l d e Educação,, n o â m b i t o federal., e c o m a S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a EducaçS^o, n o â m b i t o estadual,, G p r o c e s s o d e c i s ó r i o n o C o n s e l h o E s t a d u a l d e Edu(::acSo foi i n vestigado,, também,, a p a r t i r d e par-âfnetros f o r m a i s d e s u a c o m p o s i ç;:?ío e d a indica^ííío d a s liga^:ôes i n s t i t u c i o n a i s d o s m e m b r o s d o órgíío cole-- g i a d o s p r o c e d i m e n t o e s t e q u e p e r m i t i u a p o n t a r t á t i c a s d i v e r s i f i c a d a s d e m a n u t e n ^ S o d a s i s t e m á t i c a d e e x e r c í c i o d e p o d e r e d o e s t i l o d e a u toridade,.

9 A B S T R A C T T h e e d u c a t i o n a l p o l i c y in S a n t a C a t a r i n a h a s result(-:?d froni t h e s o c i o - p o l i t i c a l c o n j u n c t u r e in d i f f e r e n t h i s t o r i c a l periods,. T h i s p o l i c y h a s a l w a y s e m e r q e d f r o m t h e S t a t e apparatus,, e s p e c i a l l y f r o m t h e a c t i o n s o f t h e E x e c u t i v e Power,, b e i n g t h u s s u b j e c t e d to t h e i n t e r e s t s o f p r i v i l e g e d g r o u p s in t h e s o c i e t y o f S a n t a Catarina.. Tl'ie S t a t e C o u n c i l o f Educat:i.on in S a n t a C a t a r i n a w a s ("rotated in a s t h e o r g a n f o r p o l i t i c a l a n d e d u c a t i o n a l d e l i b e r a t i o n in t h e State., It w a s c h a r a c t e r! zed in i t s i n i t i a l s t a t e by an a u t h o n o m y in t h e d e c i s i o n makirig p r o c e s s f r o m t h e E x e c u t i v e Power., In tlie 's the? Couricil wa;:;. irrt'.(?g r a t e d Lo t h e oi'gai'i i z a ticj" n a l s t r u c t u r e o f t h e s t a t e l-ducation Bureau.. T h i s n e w h i e r a r c h i c a l s i t u a t i o n r e s t r i c t e d i t s a c t i o n in t h e p o l i t i c a l d e c i s i o n - m a k i r i g p r o cess.. U n d e r t h e s e c i r c u n s t a n c e s, t h e c o l l e g i a t e o r g a n o f e d u c a t i o n b e c a m e m e r e l y a n o t h e r i n s t a n c e o f p e d a g o g i c a l b u r e a u c r a c y., a n d a s s u c h s u b j e c t e d to t h e E x e c u t i v e Power., T h e a d m i n i s t r a t i v e r e f o r m i m p o s e d by t h e a u t h o r i t a r i a n avid b u r e a u c r a t i c g o v e r n m e n t i m p l a n t e d in t h e c o u n t r y in 1964., a f f e c t e d d i f f e r e n t i n s t i t u t i o n a n d o r g a n i n a t i o n s a n d s t i p u l a ted t h e s u b o r d i n a t i o n o f t h e S t a t e E d u c a t i o n a l C o u n c i l t o t h e E d u c a t i o n a l Bureau.,

10 X T h i s s t u d y a i m s a t e l u c i d a t i n g t h e f o l l o w i n g p o i n t s c o n c e r n i n g t h e S t a t e E d u c a t i o n CoUncili! i t s s y s t e m a t i c e x e r c i s e o'f p o w e r s i t s c o m p o s i t i o n : ; activities,, a n d t h e d e c i s i o n -making process,, w i t h s p e c i a l -focus on t h e p r o c e d u r e s a d o p t e d in t h e e x p a n s i o n p o l i c y o f <i>econd a r y 1 e v e 1 etju{:;at i on F o r t h i s a n a l y s i s to be c a r r i e d out,, w e had to identi-fy t h e r o l e O 'f t h e S t a t e Eiducation C o u n c i l in l-ducational P o l i c y p l a n n i n g i t s r e l a t i o n s h i p w i t h b o t h t h e F e d e r a l l:::ducation C o u n c i l a n d t h e Sta-- te E!du ca t i ori B u i-eau., T h e a u t o n o m y o f S t a t e E d u c a t i o n C o u n c i l in t h e decision--ma-- k i n g i s a l s o i n v e s t i g a t e d in t h e l i g h t o f f o r m a l p a r a m e t e r s in i t s c o m p o s i t i o n,, a n d o f t h e r e l a t i o n s h i p o f t h e c o l l e g i a t e m e m b e r s w i t h i n s t i t u t i o n s. ri'ii!:;. procedi.u' e p r o v i d e d for ii"idi caticn'i o f diversi-f i(vm:l -l.ac-l.ics to main-l.aii'i -l.he sys-l.ematic exei'cise o f powei-- a n d a u t h o r i t a r y s-l.yle

11 X :ii:; c o e :; INTRODUÇPIO A P R E S E N T A Ç f i O O r i g e m d o E s t u d o P r o c e d i m e n t o s T e ó r i c o - M e t o d o l ó g i c o s Q u a d r o d e R e f e r ê n c i a T e ó r i c o M é t o d o s e T é c n i c a s d e Pesquisa, P A R T E 1 - P O L Í T I C A E D U C A C I O N A L E C O N S E L H O S D E E D U C A Ç R O I - C O N J U N T U R A S O C I O - E C O N O M I C A E P O L Í T I C A E D U C A C I O N A L L e g i s l a ç ã o d o E n s i n o C o n s e l h o s d e E d u c a ç K o i O r g ã o s d e v i a b i l i z a ç ã o d a P o l í t i c a E d u c a c i o n a l C o n s e l h o F e d e r a l e C o n s e l h o s E s t a d u a i s de E d u c a ç ã o : D a D e s c e n t r a l i z a ç ã o A r t i c u l a d a à S u b o r d i n a ç ã o F o r m a l P o l í t i c a E d u c a c i o n a l d o E s t a d o d e S a n t a C a t a r i n a : 0 C o n s e l h o E s t a d u a l d e E d u c a ç ã o e o s P l a n o s d e E d u c a ç ã o

12 XII P A R T E 2 - C O N S E L H O E S T A D U A L D E E D U C A Ç R O D O E S T A D O D E S A N T A C A T A R I N A I - A S P E C T O S C O N T E X T U A I S E L E G A I S L e i d e D i r e t r i z e s e B a s e s d a E d u c a ç à o N a c i o n a l e C o n s e l h o s E s t a d u a i s d e E d u c a ç à o C r i a ç ã o e I m p l a n t a ç ã o E s t r u t u r a O r g a n i a a c i o n «!.... i l O 4 - C o m p e t e ^ ^ ^ A t r i b u i ç õ e s C o m p o s i ç ã o E s t r u t u r a d e T o m a d a d e D e c i s ã o P l e n á r i a ComissCíes P r e s i d ê n c i a II - E X E R C Í C I O D O P O D E R E L E G I T I M I D A D E D e s c e n t r a l i z a ç ã o d o P o d e r e C o n s e l h o s M u n i c i p a i s d e E d u c a ç à o D e I n s t â n c i a P o l i t i c o - D e c i s ó r i a à I n s t â n c i a T é c n i c o - B u r o c r á t i c a C o n s e l h o E s t a d u a l d e E d u c a ç ã o e S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a E d u c a ç ã o : D a S u b o r d i n a ç ã o F o r m a l à C o n v i v ê n c i a III - " A N E I S B U R O C R Á T I C O S " : I N T E R C O N E X A O E N T R E I N T E R E S S E S E S P E C Í F I C O S

13 XIII 1 - Organizações burocráticas e r e l a ç & e s d e p o d e r C o n s e l h e i r o s e s u a s l i g a ç ò e s i n s t i t u c i o n a i s M e m b r o s C o m p o n e n t e s C o n s e l h e i r o s P r e s i d e n t e s O r u p o s f r a g m e n t â r i o s o u d e i n t e r e s s e s C o n s e l h e i r o s v i n c u l a d o s à s I n s t i t u i ç õ e s P ú b l i c a s C o n s e l h e i r o s v i n c u l a d o s è»s I n s t i t u i ç õ e s P r i v a d a s E d u c a c i o n a i s C o n s e l h e i r o s v i n c u l a d o s à s I n s t i t u i ç õ e s d e E n s i n o S u p e r i o r R e c o n d u ç ã o c o m o T á t i c a d e M a n u t e n ç ã o do P o d e r d e G r u p o s F r a g m e n t á r i o s D u t r a s T á t i c a s a p o n t a d a s n a s F a l a s d o s C o n s e l h e i r o s ó P A R T E 3 - P O L Í T I C A D E E X P A N S R O D O E N S I N O D E 2 o - G R A U, E M S A N T A C A T A R I N A I - C O R R E L A Ç f t O D E F O R Ç A E N T R E A S R E D E S D E E N S I N O P l a n o s d e E d u c a ç ã o e E x p a n s ã o d a s R e d e s d e E n s i n o Q u a l i d a d e d o E n s i n o - U m E n f o q u e P e d a g ó g i c o E s c o l a P ú b l i c a X L i b e r d a d e d e E n s i n o

14 XIV 0 d i l e m a d a E s c o l a P a r t i c u l a r m e d i a n t e a E x p anssto d a E s c o l a P ú b l i c a P o l í t i c a d e C o n t e n ç ã o d a R e d e P ú b l i c a E s t a d u a l L i m i t e s d a P o l í t i c a d e C o n t e n ç ã o d a R e d e P ú b l i c a E s t a d u a l d e E n s i n o J o g o P r i v a t l s t a e T o m a d a d e D e c i s ã o n o O r g ã o C o l e g i a d o d a E d u c a ç ã o ft T I T U L O D E C O N C L U S Ã O - P E N S A N D O E M C O N T R I B U I R r e f e r e n c i a s B I B L I O G R A F I C A S L I S T A D E Q U A D R O S Q u a d r o 1 - R e u n i ã o C o n j u n t a d o s C o n s e l h o s d e E d u c a ç ã o / Q u a d r o 2 - P l a n o E s t a d u a l d e E d u c a ç ã o - C o m i s s ã o S u p e r i o r d e E s t u d o s Q u a d r o 3 - C E E - E s t r u t u r a O r g a n i z a c i o n a l / Q u a d r o 4 - C E E - C o m p o s i ç 2 ( o / Q u a d r o 5 - C E E - P o s i ç ã o n a E s t r u t u r a d o S i s t e m a d e E n s i n o / Q u a d r o 6 - C E E - C a r g o s e Ligaçeses I n s t i t u c i o n a i s / Q u a d r o 7 - S E E / C E E - S e c r e t á r i o s d e E s t a d o / M e m b r o s d o C E E / Q u a d r o 8 - S E E / C E E - S e c r e t á r i o s e C o n s e l h e i r o s /

15 XV Q u a d r o 9 - C E E - P e r i o d o d e P e r m a n ê n c i a d o s C o n s e l h e i r o s Q u a d r o C E E - C o n s e l h e i r o s P r e s i d e n t e s / M a n d a t o / Q u a d r o 11 - C E E - R u n i O e s d a Comissêto d o E n s i n o d e 2o. G r a u / Q u a d r o S E E - Previsfto O r ç a m e n t á r i a / A s s i s t ê n c i a à E n t i d a d e s P r i v a d a s d e 2o. G r a u / P r o g r a m a d e B o l s a s d e E s t u d o / Q u a d r o S E E - P r e v i s ã o O r ç a m e n t á r i a / E n s i n o d e 2o. G r a u / A s s i s t è n c i a E n t i d a d e s P r i v a d a s d e 2o. G r a u / P r o g r a m a B o l s a s d e E s t u d o / Q u a d r o 14 - S E E - B o l s a s d e E s t u d o C o n c e d i d a s / P o r U C R E / Q u a d r o S E E - Previsâto O r ç a m e n t á r i a / E n s i n o d e lo. e 2o. G r a u s / Q u a d r o A - C E E - E n s i n o d e 2o. G r a u / P r o c e s s o s d e E x p a n s a o / J u s t i f i c a t i v a ( A n e x o 12) Q u a d r o B - C E E - E n s i n o d e 2o. G r a u / P r o c e s s o s d e ExpansSfo/Opçcto p e l o C u r s o Q u a d r o C - C E E - E n s i n o d e 2o. G r a u / P r o c e s s o s d e E x p a n s ã o / E n v o l v i m e n t o d a C o m u n i d a d e ( A n e x o 12) Q u a d r o D - C E E - E n s i n o d e 2o. G r a u / P r o c e s s o s d e E x p a n s c f o / C u r s o s ( A n e x o 12) L I S T A D E G R Á F I C O S G r á f i c o 1 - E n s i n o d e 2o. G r a u / B o l s a s d e E s t u d o /

16 XVI G r á f i c o 2 - E n s i n o d e 2o. G r a u / M a t r i c u l a I n i c i a l p o r D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a / G r á f i c o 3 - E n s i n o d e 2o. G r a u / U n i d a d e s E s c o l a r e s p o r D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a / G r á f i c o 4 - E n s i n o d e 2o. G r a u / M a t r i c u l a I n i c i a l T o t a l / G r a f i c o 5 - E n s i n o d e 2o. G r a u / M a t r i c u l a p o r S e t o r da E c o n o m i a / '^*fico 6 - E n s i n o d e 2o. G r a u / T o t a l d e U n i d a d e s E s c o l a r e s / G r a f i c o 7 - E n s i n o d e 2o. G r a u / H a b i 1 i t a ç ò e s p o r D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a / G r á f i c o 8 - E n s i n o d e 2o. G r a u / M a t r i c u l a I n i c i a l / C u r s o s S e m H a b i l i t a ç ã o / G r á f i c o 9 - E n s i n o d e 2o. G r a u / C u r s o s s e m H a b i l i t a ç ã o p o r D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a / L I S T A D E A N E X O S A n e x o 1 - O r g a n o g r a m a d a S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a E d u c a ç ã o A n e x o 2 - O r g a n o g r a m a d a S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a E d u c a ç S o A n e x o 3 - S E E / U N O E / S U E S G - P a r e c e r A n e x o 4 - C N E C - O f i c i o no / A n e x o 5 - C N E C - O f i c i o no / A n e x o 6 - C N E C - O f i c i o no / A n e x o 7 - C N E C - D e c l a r a ç ê f o - P r o c e s s o no /

17 XVII A n e x o 8 - S E E / G a b i n e t e d o S e c r a t ô r i o - E x p o s i ç ã o d e M o t i v o s A n e x o 9 - S E E / G a b i n e t e d o S e c r e t á r i o - E x p o s i ç ã o d e M o t i v o s A n e x o S E E / S U E S G - P a r e c e r - P r o c e s s o no / A n e x o 11 - C a r a c t e r i z a ç ã o d a E x p a n s ã o A n e x o 12 - P r o c e s s o s d e c r i a ç ã o d a s r e d e s d e e n s i n o - A s p e c t o s T é c n i c o - B u r o c r á t i c o s L I S T A D E T A B E L A S T a b e l a 1 - E n s i n o d e 2o. G r a u / M a t r i c u l a I n i c i a l p o r D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a / ( A n e x o 11) T a b e l a 2 - E n s i n o d e 2o. G r a u / U n i d a d e s E s c o l a r e s p o r D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a / ( A n e x o 11) T a b e l a 3 - E n s i n o d e 2o. G r a u / H a b i 1 itaçftes p o r D e p e n d ê n c i a A d m i n i s t r a t i v a / ( A n e x o 11) T a b e l a 4 - E n s i n o d e 2 o. G r a u / C u r s o s o f e r e c i d o s ( A n e x o 11)

18 X r - B - i! " II--M" ii::;:n 11.. J c íií^ iih ;;;:» l:;!<;i.te e <;ít i.i<;lo a ]:>i'-e e n l.a cl o e n cj ia a n t o D :i.íü i-i-e i'-t a ç;:s o c! e M e íü 1 1'-a cl o, p r o p Ô B - s e a i n v e s t i g a r a l g u m a s cias i m p i i c:at:(ííes d e p r o c e s s o d e tcjínada d e d e c i s a b n o C o n s e l h o E s t a d u a l d e Elducacííc:. d o Estadcj d e S a n t a C a t a rina., a b r a n g e n d o o periodc? c o m p r e e n d i d o e n t r e a c r i a c S o d o órgíivo c o - l e g i a d o d a educaç^fo (;1.962) a t é ;l.9b7.. P a r a tanto,, p r o c u r o u c a r a c t e r i z a r a d i n â m i c a d e criaçgjq p r e c r i a ç ã o cio C o n s e l h o l-stadual d e EducacSo,, cjuantc? acjs a s p e c t o s r e l a c i o n a d o s à e s t r u t u r a o r g a n i z a c i o n a l,, à compcssicsío, acj - f u n c i c j n a m e n t o e a o p r o c e s s o decisório., A ccjmpreensívo d e s t a d i n â m i c a d e criacsvci e r e c r i a ç ã o fcji f u n d a m e n t a d a n a s conceptiffes t e ó r i c a s r e f e r e n t e s à s or- ganizaçílíes b u r o c r á t i c a s,, c o m # n f a s e à s i s t e m á t i c a d e e x e r c i cici d o pcjd e I'- e e s t ;i. ;i,o cl e a u t o i'-i d a d e,, c: a i" a c: t e r' i t i c: o <;: d e ta :i. í:í o r g a ri ;i. z a ç: (Se í;-.., E s t a p e s q u i s a p r o c u r o u apreender., n a P a r t e 1 a s i n f l u ê n c i a s p r e d o m i n a n t e s d o s d i f e r e n t e s m o m e n t o s h i s t ó r i c o s s o b r e o s C o n s e l h o s d e Educaçào,, e m geral., e s o b r e o C o n s e l h o E s t a d u a l d e EducaçSfo d o E s t a d o d e S a n t a Catarina,, e m particular;; t a i s i n f l u ê n c i a s f o r a m i d e n t i f i c a d a s n o n a c i o n a l i s m o c l e s e n v o l v i m e n t i s t a d o s a n o s 50;; luj prcjcesso d e in t e r n a c i o n a l i zacíio d a eccínomia,, c a r a c t e r í sti ccj dcjs ancjs 60;; n o R e q i m e Autcjritário-Burcjcrático,, i m p l e m e n t a d o n o p a í s d u r a n t e o s a n o s 70;i n a s fcjrças d e m o c r á t i c a s,, e m e m e r g ê n c i a ncjs a n o s 80..

19 A b r e v e a n á l i s e d a s d i s t i n t a s con j u n t u r a s p o l :[t i c o - e c o n ô m i - - c:as o f e r e c e u i n d i c a d o r e s á c o m p r e e n s i v o d a p o l :[t:i. ca e d u c a c i o n a l e x pressa,, a n i v e l federal., ::iela;:> L e i s no,, /6:l. (I...ei d e D i r e t r i z e s B a s e s d a E d u c a ç í í o Nacional)., no / 6 8 ( R e f o r m a d o E n s i n o S u p e r i o r ) e no., 5,.692/71 ( R e f o r m a d o E n s i n o d e :l.o» e 2o.. Graus).. P o s s i b i litou., tambéfiij n o ííímbito d o Estado,, i n f e r i r a r e s p e i t o d o s p r o c e d i m e n t o s a d o t a d o s p e l a b u r o c r a c i a p e d a q ó y i c a e s t a d u a l ( S e c r e t a r i a, d e liüstado d a EducaçSfo e Cíonselho l-stadual d e li^ducaçáo), n o s e n t i d o d e v i a b i l i z a r a pol líti ca e d u c a c i o n a l o r i u n d a d a e s f e r a f e d e r a l ; e s t e s p r o c e d i m e n t o s f o r a m e x p l i c i t a d o s a t r a v é s d o s l-'lanos d e E d u c a c A o e d e d ;i.íip o s i t :i.voi;:- 1 e q a i ííí c:om pü. e m e n ta r e;:i. A P a r t e 2 d e s t a p e s q u i s a a n a l i s o u o Ciionsel ho Eistadual d e Educaçííío d o E s t a d o d e S a n t a C]:atarina,, n o p e r i o d o c o m p r e e n d i d o e n t r e i962/;!.987., c o m ê n f a s e à d é c a d a ;l.977/1987,. T a l a n á l i s e f u n d a m e n t o u - s e n a c o m p a r a ç S í o e n t r e o s d i s p o s i t i v o s l e q a i s r e f e r e n t e s ao ó r g S o (::ole q i a d o d a edt.u::a^:áo,, a p r o v a d o s rtos d:i.fer en teí;i- m o m e n t o s hist(í>r i c o s E s t e s d i s p o s i t i v o s p e r m i t i r a m i d e n t i f i c a r a s i s t e m á t i c a d e e x e r c í c i o d o p o d e r d o órqáfo e o s p r o c e d i m e n t o s v o l t a d o s á b u s c a d e s u a l e q i t i m i d a - d e J u n t o á c o l e t i v i d a d e,, P e r mitiram,, também,, c a r a c t e r i z á - l o c o m o i n s - târicia p o l i t i c o - d e c i s ó r i a n o p e r í o d o c o m p r e e n d i d o e n t r e 1962/1987,, e e n q u a n t o i n s t â n c i a té c:n i co-bi.u'cjcrá ti c a, a part:i.r' d e 1970,, E s t a c a r a c terizaçsto f o i o r e s u l t a d o d a fiiudan^a n a posií;:5io h i e r á r q u i c a d o ó r q á o c: o 1 e q i a d o n o S :i.íiít e m a E íü t a d u a ;i. d e 1;:!i'i<;>i n c:) N e s t a P a r t e 'foram i d e n t i f i ç a d a s., ainda., a l q u m a s daiii ],i q a - çiiíííes i n s t i t u c i o n a i s d o s m e m b r o s d o C o n s e l h o l-stadual d e EducacíSo e o p e r i o d o d e p e r m a n ê n c i a d o s m e s m o s n o c a r q o d e C^onsel hei r o. E s t e s f e n ô m e n o s i n d i c a m a c o m p l e x a t e i a d e i n t e r c o n e x í V o e n t r e os i n t e r e s s e s c o n t e m p l a d o s n o a p a r e l h o d e E s t a d o e x p r e s s a s n a c o n s t i tui ç;<?(o d e

20 "ariéis burocrát:i.cos" p o s s i b i l i t a m a confiqura(;:sío d e q r u p o s fragíiien - t á r i o s e a p o n t a m a l q u m a s t á t i c a s v o l t a d a s á manutenç;:ííío d o s i n t e r e s s e s d e s s e s çirupos e d a s i s t e m á t i c a d e ex(?rci c:io d o p o d e r n a iiíter i o r dc:< órqá'o.. J á a P a r t e 3., d e s t e estudo,, e n f o c o u o p r o c e s s o d e t o m a d a d e decisívo n o C o n s e l h o E s t a d u a l d e EducacíXo q u a n t o á p o l i t i c a d e e x p a n - sííio d o e n s i n o d e 2o.. qrau,, e m S a n t a Catarina,, c o m fí?nfase á d é c a d a /.l F'ara tanto,, f o r a m analii-iados o s F'lanos de? EducaçiíVo e o s d i s p o s i tivoi::- leqais,, c a r a c t e r í s t i c o s d a expansíío d o ensirio (F'lanc:is d e llatricula e P l a n o s d e ExpansíVo);; t a i s d i s p o s i t i v o s indicaram,, n o i n t e r i o r d a b u r o c r a c i a p e d a q ó q i c a,, u m c o m p l e x o.:ioqo d e forças,, c a r a c t e r i z a d o p e l a p r e d o m i n â n c i a d o s i n t e r e s s e s p r i v a t i s t a s l i q a d o s á e d u c a - 0 p r o c e s s o d e t o m a d a d e decisív'o n o C o n s e l h o E s t a d u Educatíáo,, r e f e r e n t e á p o l i t i c a d e expansívo d o e n s i n o d e 2o.. q r a u e m S a n t a Catarina,, consistiu,, f u n d a m e n t a l m e n t e,, e m r e a f i r m a r a s d i r e t r i z e s d a S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a Educa^;a'o., Assim,, n u m p r i m e i r o momoírito ( d é c a d a s d e 6 0 e 70) a p o l i t i c a d e expansá^o d o e n s i n o d e 2o.. q r a u c a - r a c t e r i z o u - s e p e l a c o n t e n ç S o d o c r e s c i m e n t o d a r e d e p ú b l i c a e s t a d u a l e., n u m s e q u n d o m o m e n t o (a p a r t i r d o s a n o s 80) f o r a m i n d i c a d o s o s l i m i t e s d a p o l i t i c a d e content;;íí'o d o c r e s c i m e n t o d e s s a rede,, f a t o e s t e q u e p r o p o r c i o n o u u m a retraçisvo n a r e d e p a r t i c u l a r d o ensino,,

21 4 H " ifi:: ie;;; s ; iie: ii-ii "t g ipt!ii:;:;ii O R I G E M D O E S T U D O F'ara s e c o m p r e e n d e r a s v i c i s s i t u d e s p e l a s q u a i s p a s s a o p e s q u i s a d o r e m b u s c a d e s e u tema,, é i m p o r t a n t e c o n s i d e r a r que,, m u i t a s ve:íeiii,, fa:i;--ii:-e necessái''io q u e se,;ia(ií en foc:adas experifí?ncias vi veri c:i.a-- d a s n o t r a bailio p r o f i<:isional E s t a s ex pei' i(?ncia;::- sívo relevante.;ii.is-- t a m e n t e p o r q u e a b r i g a m a gtínese d a opi;:í(o p e l o tema,, a l é m d e a p r e s e n t a r e m u m a b o a g a m a d e i n d i c a d o r e s p a r a o d e s e n v o l v i m e n t o d a pesquisa,, E s t e é o m e u caso,. A s s i m sendo,, a i n s p i racsio p a r a o e s t u d o d o p r o c e s s o d e c i s ó r i o n o C o n s e l h o E s t a d u a l d e EducaçííVo d o E s t a d o d e S a n t a C a t a r i n a t e m s u a o r i g e m n a m i n h a atuaçívo j u n t o à S e c r e t a r i a d e E s t a d o d a EducacíV^o,, n a S u b u n i d a d e d e E n s i n o d e 2o Grati (SUESG),, s u b o r d i n a d a á U n i d a d e O p e r a c i o n a l d e E n s i n o (ÜNOE)., l i g a d a d i r e t a m e n t e a o S e c r e t á r i o d a Educaç<tiO!i o f a t o d e u - s e n o p e r i o d o c o m p r e e r i d i d o e n t r e 1983/1986., n a condiç^to d e t é c n i c a d e e d u c a c S o e n a q u a l i d a d e d e c h e f e d e s s a S u b u n i dade., d u r a n t e o a n o d e

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to.

GASTRONOMIA. Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. GASTRONOMIA Instruções Cer ti fi que-se de que está es cre ven do de acor do com o tema pro pos to e dê um tí tu lo a seu tex to. Res pe i te mar gens e en tra das de pa rá gra fo. Use as in for ma ções

Leia mais

soluções sustentáveis soluções sustentáveis

soluções sustentáveis soluções sustentáveis soluções sustentáveis 1 1 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 2 2 1 2 3 KEYAS S OCIADOS UNIDADES DE NEGÓCIO ALGUNS CLIENTES 3 3 APRES ENTAÇÃO A KEYAS S OCIADOS a tu a d e s d e 1

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O

U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D O P A R A N Á L E T Í C I A M A R I A G R O B É R I O A B O R T O : U M A Q U E S T Ã O M O R A L, L E G A L, C U L T U R A L E E C O N Ô M I C A C U R I T I B A

Leia mais

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E J A R D I M

P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E J A R D I M N Ú C L E O D E C O M P R A S E L I C I T A Ç Ã O A U T O R I Z A Ç Ã O P A R A R E A L I Z A Ç Ã O D E C E R T A M E L I C I T A T Ó R I O M O D A L I D A D E P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 027/ 2

Leia mais

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário

10.1 Objetivos, Conceitos e Funções. Os obje ti vos prin ci pais do con tro le orça men tá rio são: Responsabilidade pelo Controle Orçamentário Capítulo 10 Controle Orçamentário Essa etapa acon te ce após a exe cu ção das tran sa ções dos even tos eco nô mi cos pre vis - tos no plano orça men tá rio. Não se con ce be um plano orça men tá rio sem

Leia mais

A N E X O P L A N O M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O 2 0 1 5 2024

A N E X O P L A N O M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O 2 0 1 5 2024 E S T A D O D E S A N T A C A T A R I N A P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E M A J O R V I E I R A S E C R E T A R I A M U N I C I P A L D E E D U C A Ç Ã O, C U L T U R A E D E S P O R T O C N

Leia mais

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades

Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades PNV 289 Casa, acolhida e libertação para as primeiras comunidades Orides Bernardino São Leopoldo/RS 2012 Centro de Estudos Bíblicos Rua João Batista de Freitas, 558 B. Scharlau Caixa Postal 1051 93121-970

Leia mais

lh e c o n fe re o in c is o II d o a rt. 4 º d o Re g u la m e n to d o D e p a rta m e n to -G e ra l d o Pe s s o a l (R-1 56 ), a p ro v a d o

lh e c o n fe re o in c is o II d o a rt. 4 º d o Re g u la m e n to d o D e p a rta m e n to -G e ra l d o Pe s s o a l (R-1 56 ), a p ro v a d o PORTARIA Nº 1 6 4 -D G P, D E 4 D E NOV E M B RO D E 2 0 1 1. Alte ra a d is trib u iç ã o d e e fe tiv o d e m ilita re s te m p o rá rio s, p a ra o a n o d e 2 0 1 1. O CHEFE DO DEPARTAMENTO-GERAL DO

Leia mais

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País

Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Embarque no Turismo O Papel do Turismo no Desenvolvimento do País Belo Horizonte/MG, 21 de junho de 2010 Segmentação A s eg mentação es tá pres ente em todos os mercados, incluindo o mercado do turis mo;

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde

O P a pel da M ídia no C o ntro le da s P o lític a s de S a úde B ra s ília, 26 de s etem bro de 2009 C o ntro le da s P o lític a s de L uiz R ibeiro FU N Ç Ã O D O J O R N A L I S M O J o r n a lis m o é a a tiv id a d e p r o fis s io n a l q u e c o n s is te e

Leia mais

Prgrmçã O Mu s u Év r, p r l ém f rcr s s i g ns «vi s i t s cl áss i cs» qu cri m s p nt s c nt ct nt r s di v rs s p úb l ic s qu vi s it m s c nt ú d s d s u ri c s p ó l i, p r cu r, c nc m i t nt

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

IN S A In s titu t N a tio n a l

IN S A In s titu t N a tio n a l IN S A : U m a re d e d e 5 e s c o la s s u p e rio re s d e e n g e n h a ria O INS A de Rennes existe desde 1966 R ouen O INS A de Rouen existe desde 1985 O INS A de S trasbourg existe desde 2003 R

Leia mais

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA

HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA HABERMAS E A ESFERA PÚBLICA: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DE UMA IDEIA Filipe Carreira da Silva Resumo Este artigo tem por objectivo discutir a noção de esfera pública proposta por Jürgen Habermas. Para tanto,

Leia mais

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro

RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro RELAÇÕES ENTRE MUNDO RURAL E MUNDO URBANO Evolução histórica, situação actual e pistas para o futuro João Ferrão Resumo As visões recentes sobre o mundo rural revelam grande permeabilidade à ideia de património

Leia mais

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA

PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA PADRÕES DE VIDA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS NOS PROCESSOS DE TRANSIÇÃO PARA A VIDA ADULTA Rosário Mauritti Resumo Este artigo começa por analisar a influência das origens sociais nas trajectórias de

Leia mais

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA

w w w. v o c e s a. c o m. b r SEFAZ BAHIA sumário executivo w w w. v o c e s a. c o m. b r w w w. e x a m e. c o m. b r melhores empresas para você trabalhar São Pau lo, setembro de 2010. Pre za do(a) Sr(a)., SEFAZ BAHIA Em pri mei ro lu gar,

Leia mais

1. A cessan do o S I G P R H

1. A cessan do o S I G P R H 1. A cessan do o S I G P R H A c esse o en de reç o w w w.si3.ufc.br e selec i o ne a o p ç ã o S I G P R H (Siste m a I n te g ra d o de P la ne ja m e n t o, G estã o e R e c u rs os H u m a n os). Se

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Geografia feita pelo Intergraus. 12.01.2010 UNICAMP 2010 - GEOGRAFIA 13. Ob serve o gráfico abaixo e responda às questões: a) Indi que a(s) re gião(ões) do glo bo com ta xa de es pe ran ça de vi da ao nas cer in fe ri or à mé dia mun di al, nos

Leia mais

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL

Si Mesmo. Logosófica. Carlos Bernardo González Pecotche. Editora RAUMSOL Carlos Bernardo González Pecotche RAUMSOL A Herança de Si Mesmo Editora Logosófica A HerAnçA de Si Mesmo Ao publicar o presente tra balho, o autor levou em conta a repercussão que ele pode alcançar no

Leia mais

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média

KEITH CAMERON SMITH. As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média KEITH CAMERON SMITH As 10 principais diferenças entre os milionários e a classe média Prefácio Por que es cre vi es te livro? Três mo ti vos me le va ram a es cre ver es te li vro. O pri - meiro foi a

Leia mais

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011

Oferta Significado 2011. Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão. Setembro 2011 Oferta Significado 2011 Candidaturas POPH 3.2, 8.3.2 e 9.3.2 Formação para a Inovação e Gestão Setembro 2011 Data para submissão das Candidaturas: Até 10 de Outubro 2011 Financiamento Formação Geral Micro

Leia mais

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS

MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS MODALIDADES DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS QUADROS SUPERIORES NAS EMPRESAS João Pedro Cordeiro Resumo O presente artigo versa sobre as práticas de gestão de recursos humanos pelas empresas, e mais especificamente

Leia mais

Programa Copa do Mundo 2014

Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Programa Copa do Mundo 2014 Gerente do Programa: Mario Queiroz Guimarães Neto Rede do Programa: Rede de Cidades Objetivo do Programa: Organizar com excelência os eventos FIFA

Leia mais

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT

COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT RECENSÃO COASTAL TOURISM, ENVIRONMENT, AND SUSTAINABLE LOCAL DEVELOPMENT [Lígia Noronha, Nelson Lourenço, João Paulo Lobo-Ferreira, Anna Lleopart, Enrico Feoli, Kalidas Sawkar, e A. G. Chachadi (2003),

Leia mais

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net.

In for má ti ca, ar qui vos, me mó ria, in ter net. UMA MEMÓRIA PARA A TECNOLOGIA Fa us to Co lom bo Re su mo O tema da me mó ria, quan do as so ci a do ao das no vas tec no lo gi as, pro duz in te res san tes cor re la ções na me di da em que a in for

Leia mais

En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta

En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta QUÓ RUM ACA DÉ MI CO Vol. 11 Nº 1, ene ro-junio 2014, Pp. 11-23 Uni ver si dad del Zu lia ISSN 1690-7582 En si no de jor na lis mo no Bra sil: re fle xões so bre a for ma ção do jor na lis ta Ma ría Eli

Leia mais

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil.

LEI Nº 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973. Insti tui o Código de Processo Ci vil. Outubro de 2003 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Sexta-feira 31 34351 ares, me diante a exibição de ofí cio ou mandado em forma regular. 1º So men te se ex pe di rá pre ca tó ria, quando, por essa for ma, for

Leia mais

A Gonçalves no México I N F O R M A

A Gonçalves no México I N F O R M A I N F O R M A Novembro de 2007 Depois de atuar por quase três anos no México com um escritório comercial, a Gonçalves investe em uma unidade industrial no país, que entrará em operação no início de 2008.

Leia mais

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas

Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Informativo mensal da unidade Contagem da PUC Minas nº 78 Agosto de 2008 Uni ver si da de lan ça gri fe com a mar ca PUC Mi nas Com três li nhas de pro du tos bá si ca, es cri tó rio e es por ti va, a

Leia mais

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19

C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C ontextualização his tórica da operacionalização da R es olução C onama 258/99 1/19 C iclo de vida : Do pneu novo ao pneu us ado FABRICAÇÃO IMPORTAÇÃO MERCADO Pneus Novos EXPORTADOS Pneus novos Fora do

Leia mais

Ainda há Tempo, Volta

Ainda há Tempo, Volta Ainda há empo, Volta Letra e Música: Diogo Marques oprano ontralto Intro Envolvente (q = 60) enor aixo Piano Ó Œ. R.. F m7 2 A b 2 E b.. 2 Ó Œ É 2 Ó Œ F m7 2.. 2 2 A b 2 2 Ainda há empo, Volta Estrofe

Leia mais

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira.

REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES ANTIGAS ASSINATURA. 30/7/2014 Salão de Gramado encerra nesta quinta-feira. Q u a, 3 0 d e J u l h o d e 2 0 1 4 search... REVIS TA CONTATO LEITOR GALERIA COLUNAS EDIÇÕES Selecione a Edição ANTIGAS C l i q u e n o l i n k a b a i xo p a r a a c e s s a r a s e d i ç õ e s a n

Leia mais

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA

AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA AGÊNCIA AMBIENTAL FEDERAL AMERICANA - USEPA Emenda ao 40 CFR Parts 261, 266, 268 e 271 Documento: FERTILIZANTES À BASE DE ZINCO PRODUZIDOS A PARTIR DE MATERIAL SECUNDÁRIO PERIGOSO Julho/2002 S U M Á R

Leia mais

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009

VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 VESTIBULAR UNICAMP 2010-1ª FASE - NOVEMBRO/2009 Comentário da Redação Nes te ano, a pro va de Re da ção da Uni camp foi ex ce len te. Em pri me i ro lu gar, pelo res pe i to ao for ma to tra di ci o nal

Leia mais

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins:

Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: Fa la de Ben to Ser ras, co bra dor de bi lhe tes, nas ci do e mo ra dor em Amo rins: «Diz que quer con tar tu do dos prin cí pios? Dos prin cí pios a gen te nun ca sa be. Quan do é o ca so de se lhe pôr

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

J u i n 2 0 0 9 L e ttr e d 'i n fo r m a ti o n n 1 9 E d i to r i al E p p u r si m u o ve «E t p o u r ta n t e l l e b o u g e» m u r m u r a G a l l i l é e s u r s o n c h a m p e s t l a r g e.

Leia mais

andréa del fuego os malaquias

andréa del fuego os malaquias andréa del fuego os malaquias 1 Serra Morena é ín gre me, úmi da e fértil. Aos pés de la vi vem os Malaquias, ja ne la com ta manho de porta, porta com autoridade de madeira escura. Corre, Adolfo! Donana

Leia mais

A history of child's rights in Portuguese speaking countries.

A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), vol. 25, núm. 50, 2012, pp. 475-478. A history of child's rights in Portuguese speaking countries. Arend, Silvia Maria Favero. Cita: Arend, Silvia Maria Favero (2012).

Leia mais

UNICAMP 2012 (2ª Fase)

UNICAMP 2012 (2ª Fase) 1. Re so lu ção (se rá con si de ra do ape nas o que es ti ver den tro des te es pa ço). a)...in te res se do pú bli co (L1): Tra ta-se de um subs tan ti vo pos to que de ter mi na do pe lo ar ti go o,

Leia mais

Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião AESBE 10/02/09

Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião AESBE 10/02/09 Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP Associação das Empresas Estaduais de Saneamento Básico - AESBE Padrões de lançamento para Estações de Tratamento de Esgotos Domésticos Reunião

Leia mais

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re

A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua lida de em D es envo lvim ento de S o ftw a re Rafael Espinha, Msc rafael.espinha@primeup.com.br +55 21 9470-9289 Maiores informações: http://www.primeup.com.br contato@primeup.com.br +55 21 2512-6005 A va lia ç ã o de R is c o s A plic a da à Q ua

Leia mais

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II)

ABRI AS PORTAS A CRISTO (Hino ao Beato João Paulo II) Órg. 6 11 q = 60 me mf ortas a ris to! Não te mais, não te nhais do: 'scanca rai o vosso cora ção ao mor de Deus. RI POR RIO (Hino ao eato João Paulo II) ortas a ris to! Não te mais não te nhais me do;

Leia mais

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP

DATAPREV Divisão de Gestão Operacional e Controle - D1GC Serviço Técnico a Softwares de Produção STSP GIS Gertran Integration Suite Guia de T ransferência de Arquivos Entidade x DATAPREV Versão 1.0 HTTPS G I S G ui a de T ra n sf er ên ci a d e Ar qu i vo s 1/ 8 ÍNDICE ANALÍT ICO 1. INTRODU ÇÃO......4

Leia mais

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010

Correção da Unicamp 2010 2ª fase - Física feita pelo Intergraus. 12.01.2010 da Unicamp 010 ª fase - Física 1.01.010 UNICAMP 010 - FÍSICA Esta prova aborda fenômenos físicos em situações do cotidiano, em experimentos científicos e em avanços tecnológicos da humanidade. Em algumas

Leia mais

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009

Correção da Unicamp 2009 2ª fase - Matemática feita pelo Intergraus. 14.01.2009 MATEMÁTICA 1. O transporte de carga ao porto de Santos é feito por meio de rodovias, ferrovias e dutovias. A tabela abaixo for ne ce al guns da dos re la ti vos ao trans por te ao por to no pri me i ro

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE

A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE AUDITORIA IA CLÍNICA A IMPORTÂNCIA DA INTERDISCIPLINARIDADE EM SAÚDE Auditoria é em um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar

Leia mais

IX FÓRUM APCER. EXCELÊNCIA EMPRESARIAL PARA PME s

IX FÓRUM APCER. EXCELÊNCIA EMPRESARIAL PARA PME s IX FÓRUM APCER EXCELÊNCIA EMPRESARIAL PARA PME s AGENDA Breve Apresentação AIP Projecto Excelência Empresarial Modelo EFQM Associação Industrial Portuguesa Criada em 1837 MISSÃO É uma instituição privada

Leia mais

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22

botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 botika búfalo Bufalo v7.indd 3 17/09/10 17:22 sumário Introdução... 17 Gua ra ná Porrada... 25 Muletas... 39 Exó ti cas gan gues... 47 Um mons tro e um pinguim... 55 Si ga o cão... 61 Dia de campeão...

Leia mais

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia

IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia IMPLICAÇÕES DEMOCRÁTICAS DAS ASSOCIAÇÕES VOLUNTÁRIAS O caso português numa perspectiva comparativa europeia José Manuel Leite Viegas Introdução Na úl ti ma dé ca da do sé cu lo pas sa do as sis tiu-se

Leia mais

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I 1 3Mr P e re s, R e s e r h D i re t r I D C B rs i l Br 0 0metr Cis e Bn L rg n Brsil, 2005-201 0 R e s l t s P ri m e i r T ri m e s t re e 2 0 0 7 Prer r Prer r Met e Bn Lrg em 2 0 1 0 n Brs i l : 10

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o NPQV Variável Educação Prof. Responsáv v el :: Ra ph aa el BB ii cc uu dd o ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO 2º Semestre de 2003 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO As atividades realizadas

Leia mais

Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná.

Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná. Advo ga dos Exmo. Sr. Des. Anto nio Lo yo la Vi e i ra do Órgão Espe ci al do Tri bu nal de Jus ti ça do Esta - do do Pa ra ná. Man da do de Se gu ran ça 768.003-5 Jul ga men to: Órgão Espe ci al. Rel.:

Leia mais

12 ru e d e R ib e a u v illé. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : Ed it é le 13 /05/2016 à 17 :23 Page : 1 / 12

12 ru e d e R ib e a u v illé. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : Ed it é le 13 /05/2016 à 17 :23 Page : 1 / 12 R A M F A R A N D O L E 12 ru e d e R ib e a u v illé 6 7 7 3 0 C H A T E N O IS R e s p o n s a b le s d u R e la is : B ie g e l H. - R o e s c h C. T é l. :03.88.57.51.7 1 / Fa x : * * * * * * * * *

Leia mais

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto

FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto FORMAÇÃO, TENDÊNCIAS RECENTES E PERSPECTIVAS DE DESENVOLVIMENTO DA SOCIOLOGIA EM PORTUGAL José Madureira Pinto Primórdios Afir mar que a so ci o lo gia por tu gue sa só co me çou ver da de i ra men te

Leia mais

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL REGULAÇÃO POLÍTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL José Nuno Lacerda Fonseca Resumo Analisando vários indícios da existência de efeitos anti-sociais da actividade dos meios de comunicação social, reflecte-se

Leia mais

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de

MÃE. M esmo q u e o s eu f ilho j á t enha sido regi strad o procu r e o cartóri o d e R egi stro Civil de APRESENTAÇÃO O T r i b u n a l d e J u st i ç a d e S ã o P a u l o d e s e n v o l ve, d e s d e 2 0 0 7, o P r o j e to P a t e r n i d a d e R e s p o n s á v e l. S u a d i s c i p l i n a e s t á

Leia mais

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO IESMA PROGRAMA DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Reconhecido Pela Portaria Nº 1.705 De 18 de Outubro de 2010,

Leia mais

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana

Cadastro Territorial Multifinalitário no planejamento e gestão territorial urbana Mundo Geo Connect Seminário Geotecnologia na Gestão Municipal Sessão Desafios para as Prefeituras: o CTM como instrumento de política fiscal e urbana São Paulo, 16 de junho de 2011 Cadastro Territorial

Leia mais

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem Quadro de conteúdos Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano Língua Portuguesa Matemática História Geografia Ciências Naturais Arte Inglês ABC da passarinhada O alfabeto Quantidade A ideia de quantidade Eu, criança

Leia mais

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA

UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA UM MODELO DE ANÁLISE DA DRAMATIZAÇÃO NA IMPRENSA ESCRITA Pedro Diniz de Sousa Resumo Parte-se de uma definição do conceito de dramatização e da identificação das funções que o discurso dramático pode desempenhar

Leia mais

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1

ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 ÉTICA, LIBERDADE DE INFORMAÇÃO, DIREITO À PRIVACIDADE E REPARAÇÃO CIVIL PELOS ILÍCITOS DE IMPRENSA 1 Eládio Torret Rocha Ju iz de Direito do TJSC SUMÁRIO: 1. Intro du ção; 2. A im pren sa e a li mi ta

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2

O siste ma foi de se nvolvido e m C # atra vé s da fe rrame nta Microsoft Visual S tudio 2008. Banco de dados Microsoft S QL S e rve r 2008 r2 His tó ric o O de s e nvolvime nto do S is te ma Voto E le trônico do Ministé rio P úblico do E stado de S ão P aulo te ve s e u início e m 2009 com a fina lidade de automatiza r os proce ssos e le itorais

Leia mais

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI

REFORMA POLÍTICA. Capítulo VI REFORMA POLÍTICA Capítulo VI REFORMA QUE O GOVERNO LULA E O CONGRESSO NACIONAL DEVEM PRIORIZAR [espontânea e única, em %] Pe so 1 0 0 % Re fe rê ncia s a re form a s Re form a Agrá ria 7 Re form a Tra

Leia mais

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos

Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Pesqui Odontol Bras 2003;17(Supl 1):33-41 Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos Conselho Nacional de Saúde - Resolução 196/96 Pes qui sa Qu a li fi ca ção do pesquisador

Leia mais

SÊNECA Sobre os enganos do mundo

SÊNECA Sobre os enganos do mundo coleção idealizada e coordenada por Gustavo Piqueira SÊNECA Sobre os enganos do mundo fotos Olegario Schmitt 3 são paulo 2011 Quem se la men ta de que al guém te nha mor ri do se la men ta de ter nas

Leia mais

Fabiano Leoni. William Corbo

Fabiano Leoni. William Corbo Fabiano Leoni William Corbo O CURSO Este é um curso pensado especialmente para líderes inquietos e cheios de vontade de mergulhar fundo em PESSOAS. O curso Cultura & Encantamento pretende fornecer importantes

Leia mais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais Datas Comemorativas White Paper Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais As datas comemorativas podem ser exploradas para rentabilizar o seu comércio, seja ele físico ou online. Dedique

Leia mais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais

Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Responsabilidade civil do Estado por da nos pro ve nien tes de vei cu laç ão de da dos nos si tes dos tri bu nais Má rio Antônio LOBATO DE PAIVA Resumen Má rio Antônio Loba to De Pai va ini cia su ar tícu

Leia mais

SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós. Pedro Abrantes

SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós. Pedro Abrantes SOCIOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO A distância entre nós Pedro Abrantes A aná li se so ci al dos fe nó me nos edu ca ti vos cons ti tui, hoje, uma ac ti vi da de im por - tan te quer da so ci o lo gia quer

Leia mais

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil

Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Mapeamento de Ações e Discursos de Combate às Desigualdades Raciais no Brasil Rosana Heringer Resumo O ar ti go apre sen ta as prin ci pa is con clu sões da pes qui sa Ma pe a - men to de Ações e Dis cur

Leia mais

mas, en quan to ob jec tos ma te riais da lin gua gem, foi de ta lha da men te ana li za da; o fac to de as pa la vras al fa e be ta pos suí rem le

mas, en quan to ob jec tos ma te riais da lin gua gem, foi de ta lha da men te ana li za da; o fac to de as pa la vras al fa e be ta pos suí rem le A Subjectivação da Linguagem Para comunicarem entre si, os homens edificaram, pouco a pouco, no decurso dos séculos, uma massa de sonoridades que constituem a linguagem. Michel Sages As for mas es cri

Leia mais

Proposta de Revisão Metodológica

Proposta de Revisão Metodológica Proposta de Revisão Metodológica Gestão do Desempenho Dezembro de 20 DIDE/SVDC Propostas para 202 Nova sist em át ic a de pac t uaç ão e avaliaç ão de m et as set oriais e de equipe; Avaliaç ão de De s

Leia mais

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico

Alencar Instalações. Resolvo seu problema elétrico Alencar Instalações Resolvo seu problema elétrico T r a b a lh a m o s c o m : Manutenção elétrica predial, residencial, comercial e em condomínios Redes lógicas Venda de material elétrico em geral. Aterramentos

Leia mais

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL

CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL CONHECIMENTOS TRADICIONAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL Miguel Correia Pinto e Manuel Mira Godinho Resumo Com os avanços nos domínios da biotecnologia registados nas décadas mais recentes, os conhecimentos

Leia mais

7a. Edição Editora Atlas

7a. Edição Editora Atlas FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU Pós-graduação em Auditoria, Controladoria e Finanças Disciplina: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO Slide 1 Professor: MASAKAZU HOJI ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA

A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA A SEGMENTAÇÃO DO ESPAÇO DE INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA PORTUGUESA Luísa Oliveira e Helena Carvalho Resumo A inovação tecnológica como força motriz de um novo padrão de competitividade coloca, como questão central,

Leia mais

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Edição Nº Nº 030/2012 00004 Sexta-Feira Quit-Feira 08 11 de Março Janeiro de de 2012 2013 A Prefeitura Municipal de Santa Barbara, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Nº

Leia mais

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR O Sonho de Renato O Sonho de Renato a e i o u A E I O U so nho de Re na to Eu sou Renato Valadares Batista. Tenho 14 anos. Sou filho de Pedro Batista e Luzia Valadares.

Leia mais

O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet

O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet O PODER DAS REDES OU AS REDES DO PODER Análise estratégica numa organização com intranet Sandra Pereira Introdução O po der é um pro ble ma cen tral nas or ga ni za ções en quan to es pa ços de con fli

Leia mais

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19

ÍN DICE GERAL. das sociedades (artigo 64.! 1 do CSC)... 19 ÍN DICE GERAL P ro g ra m a d a s J o rn a d a s so b re a R e fo rm a d o C ó d ig o d a s S o c ie d a d e s C o m e r c ia is... 5 A p re s e n ta ç ã o... 9 D isc u rso d o M in istro d e E sta d o

Leia mais

Capítulo 6 Orçamento de Despesas Departamentais

Capítulo 6 Orçamento de Despesas Departamentais Capítulo 6 Orçamento de Despesas Departamentais A ter cei ra fase da ela bo ra ção das peças orça men tá rias está liga da à orça men ta ção das des pe sas depar ta men tais. É a parte mais tra ba lho

Leia mais

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente

PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente PROTAGONISTAS E CONTEXTOS DA PRODUÇÃO TECNOLÓGICA EM PORTUGAL O caso da invenção independente Cristina Palma Conceição Resumo Tendo como pano de fundo algumas das questões suscitadas pelo debate teórico

Leia mais

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo

Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Análise sobre a (não) caracterização do crime de racismo no Tri bu nal de Justiça de São Paulo Anal y sis of the (non) char ac ter iza tion of the crime of rac ism in São Paulo Court of Jus tice Simone

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL Termo de Apreensão de mercadorias e outros bens (Artigo 859, 8º - RICMS/RO) (NR dada pelo Dec. 18976, de 30.06.14 efeitos a partir de 30.06.14) GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA D.R.F. AR/PF TERMO DE APREENSÃO

Leia mais

Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são

Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são Informativo mensal da PUC Minas em Betim nº 91 Agosto de 2009 Fi si o te ra pia re a li za jor na da aca dê mi ca nos 40 anos da pro fis são As ins cri çõ es para apre sen ta ção de pôs ter es tão aber

Leia mais

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de

White Paper. Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server. O correio eletrônico é uma das ferramentas de White Paper Mais produtividade e mobilidade com Exchange Server Entenda como usar melhor a plataforma de correio eletrônico da Microsoft para ganhar mais eficiência na comunicação da sua empresa O correio

Leia mais

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP

White Paper. Flexibilidade e economia na era IP White Paper Flexibilidade e economia na era IP Saiba como utilizar as tecnologias mais modernas de comunicação de voz pela internet para conseguir mais economia e rapidez em telefonia para sua empresa

Leia mais