Remediações e reconfigurações do rádio na web

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1 Remediações e reconfigurações do rádio na web Gisele Sayeg Nunes Ferreira 1 Resumo: Este artigo pretende problematizar o conceito (e a própria nomenclatura) de rádio presente na web. Tão importante quanto identificar e refletir sobre as formas alternativas de emissão radiofônica no ambiente virtual, é preciso repensar as noções do que analogicamente nos habituamos a classificar como rádio, agora inserido num ambiente que ultrapassa as características intrínsecas a qualquer veículo. Para ilustrar a discussão, analisaremos os processos de remediação e reconfiguração das estruturas noticiosas de três emissoras na web: a Rádio Livre Muda (Campinas, SP), a Rádio Comunitária Curumim FM (Potirendaba, SP) e a Rádio Jovem Pan (São Paulo, SP). Palavras-chave: rádio na web; jornalismo alternativo; remediação; reconfiguração. 1. Introdução O que diferencia uma mídia de outra? Do ponto de vista analógico, suporte, formato e linguagem definem jornal e revista impressos, TV e rádio. As marcas e características são muito significativas e operam como elementos de diferenciação entre um veículo e outro: a palavra escrita, a imagem em movimento, o som (ou as imagens sonoras), etc. Do ponto de vista da cultura de rede, essas diferenças se limitam à identidade visual de cada veículo de comunicação. Sem levar em conta o design da página, na maior parte dos casos, isso significa que, ao digitarmos uma URL, só identificamos (ou diferenciamos) com precisão onde estamos por causa da marca, quer dizer, da identidade visual do veículo responsável pela manutenção da página. Uma maneira simples de per- 1 Jornalista e radialista, doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, é professora do Curso de Rádio e TV da Universidade Anhembi Morumbi (SP), nas disciplinas Introdução ao Rádio e Introdução à TV.

2 ceber com mais precisão do que estamos falando é ocultar o cabeçalho da página e a URL: mais do mesmo se sucede em grande parte da web uma associação de texto, imagem em movimento, fotografia, áudio confundindo e dificultando a exata identificação da fonte. Trata-se do que BOLTER e GRUISIN chamam de remediação, a representação de um meio no outro. (1999, 45) Para os autores, a remediação é a característica que definiria a nova mídia digital: what is new about digital media lies in their particular strategies for remediating television, film, photography, and painting. (Ibidem, 50) Assim, no limite, as potencialidades da www são exploradas completamente pelo veículo informativo memória, interatividade, hipertextualidade, multimidialidade, conteúdo dinâmico, e hibridização. (PALÁCIOS, 1999; PAVLIK, 2001; DEUZE, 2003; MURRAY, 2003; MANOVICH, 2008) Ou seja, na tela de computador, uma revista, um jornal impresso, TV ou rádio acabam por apresentar, de modo geral, as mesmas características, quais sejam, a conjunção de textos, imagens fotográficas, arquivos de áudio, hiperkink, etc. No entanto, a web é muito mais que uma simples plataforma de publicação e distribuição de conteúdo. (ECHEVERRIA, 1999; WOLTON, 2004) Trata-se de uma nova forma social, que produz uma nova prática social. Nessa perspectiva, é que possibilita ações específicas. (ECHEVERRIA, 1999) No contexto de novas práticas sociais e ações específicas é que MANOVICH a- firma que no século XXI o ambiente digital muda por completo o paradigma de comunicação em vigor. Assim, para o autor: The arrival of a new paradigm has been reflected in and supported by a set of new terms. Twentieth century terms broadcasting and publishing and reception have been joined (and in many contexts, replaced), by new terms that describe new operations now possible in relation to media messages. They include embed, annotate, comment, respond, syndicate, aggregate, upload, download, rip, and share. (2008, 226) 2 Diante disso, este artigo propõe discutir o conceito de rádio na web, em uma cultura de rede, um ambiente que permite (e acaba mesmo por se constituir) a partir da 2 O surgimento de um novo paradigma tem sido refletida em e apoiada por uma série de novos termos. Aos termos do século 21 broadcasting e recepção se juntaram (e em muitos outros contextos, substituíram) novos termos que descrevem novas operações agora possíveis em relação às mensagens midiáticas. Eles incluem agregar, anotar, comentar, responder, publicar, agregar, upload, download, extrair, compartilhar. [Tradução livre]

3 superação e reconfiguração daquelas características que, analogicamente, nos habituamos a nomear como intrínsecas a qualquer veículo (como por exemplo, a imagem sonora determinando o rádio; a palavra escrita, definindo o meio impresso, etc.). Tradicionalmente associado à mídia radical e alternativa em função, sobretudo, do custo mais baixo e da grande facilidade de operação, como aponta DOWNING (2002), também o rádio se reconfigura em rede, ganhando outros/novos contornos. Por isso, tão importante como refletir sobre as (re)configurações de emissões radiofônicas no ambiente virtual, é repensar as noções e conceitos com as quais nos habituamos a classificar o veículo analógico e que, quase sempre, reproduzimos ao tratar do digital. Para pensar tal processo de ruptura, este trabalho toma como exemplo as estruturas noticiosas de três emissoras na web: a Rádio Jovem Pan Online (http://jovempan.uol.com.br ) 3, a Rádio Muda, rádio livre que opera há quase 20 anos desde Barão Geraldo, Campinas, SP (http://muda.radiolivre.org), subdividindo-se em um site principal ((http://muda.radiolivre.org/pag01.htm) e um site colaborativo ((http://muda.radiolivre.org/drupal) 4 ; e a rádio comunitária Curumim FM (http://www.curumimfm.com.br) 5, legalmente autorizada a operar na cidade de Potirendaba, SP. Se por um lado (ao menos por enquanto), grande parte dos veículos está simplesmente remediando conteúdo em rede, ou seja, apropriando-se e reproduzindo conteúdo de outros meios na internet, por outro, não podemos ignorar que os veículos mesmos se apresentam remediados, num suporte (computador) que é também uma máquina de remediar. (Ibidem, 38) São as novas possibilidades de re-configuração facilitadas por esse ambiente que nos permitem pensar em uma nova linguagem visual híbrida, conforme explica MANOVICH, (Ibidem, 84-85) com novas propriedades, as quais, por sua vez, exigem nova(s) nomenclatura(s). Ainda que apoiando-se no trabalho dos mesmos profissionais e reproduzindo a mesma estrutura noticiosa do analógico, seria a Rádio Jovem Pan Online uma simples extensão da Rádio Jovem Pan AM que escutamos no dial? A Rádio Muda do dial e- missora que marca a história nacional dos veículos radiofônicos alternativos, afirmando- 3 Último acesso em 08/08/ Último acesso em 08/08/ Último acesso em 08/08/2009.

4 se como uma rádio livre há quase 20 anos, pode ser analisada e classificada como a mesma também na web? Será que podemos utilizar a mesma nomenclatura tanto para a Rádio Curumim que transmite pelo dial para os mais de habitantes de Potirendaba (distante 450 quilômetros de São Paulo)? Por que, então, lançamos mão do mesmo arcabouço conceitual e das mesmas nomeações para analisar experiências que, definitivamente, são tão distintas? 2. As características que definem o veículo analógico De forma geral, o rádio é um dispositivo que permite a transmissão de mensagens sonoras entre dois pontos e à distância, por meio de ondas eletromagnéticas. A transmissão é massiva e se dá em fluxo; a produção é centralizada e institucionalizada. Ao analisar a estrutura radiofônica, ORTRIWANO destaca as características intrínsecas ao meio, ou seja, as características que o distinguem e o diferenciam em relação aos demais: imediatismo, instantaneidade, linguagem oral, penetração geográfica, mobilidade de emissão e recepção, sensorialidade, baixo custo de produção e recepção, e autonomia. (1985, p ) O rádio desenvolveu linguagem própria, coloquial, onde se destacam: clareza, objetividade e, sobretudo, simplicidade. Trata-se, segundo Ortriwano, da linguagem comum, meio termo entre a linguagem culta e a popular, que pode ser compreendida por todas as camadas de ouvinte. (1990, p. 101) A linguagem radiofônica não é, entretanto, exclusivamente verbal-oral, mas resultado de uma semiose de elementos sonoros (trilha, efeito, ruído e silêncio) que perdem sua unidade ao serem inseridos em um meio acústico coordenado pelo tempo para comporem um todo, que é a obra radiofônica. (SILVA, 1999, p. 17). Com o transistor, o rádio ficou livre de fios e tomadas e ganhou mobilidade. A audiência deixou de ser coletiva e se individualizou, e a linguagem radiofônica passou a explorar a intimidade/proximidade (ORTRIWANO, 1985: 81), passando a falar para cada um individualmente. A mobilidade possibilitou tanto o imediatismo ou seja, a transmissão do fato no mesmo momento em que ele acontece, muito antes do jornalismo impresso, muitas vezes antes mesmo que a televisão (que exige um aparato técnico muito maior e complexo) ou a Internet como a instantaneidade ligada à recepção,

5 que é simultânea em relação à transmissão, mas não necessariamente à ocorrência do fato. (Ibidem, ) É a noção de que no rádio o tempo é sempre presente, ainda que a mensagem tenha sido previamente gravada. Por isso, ela exige redundância, ou seja, supõe repetição das informações principais para que a mensagem mantenha sua totalidade e compreensão por parte do ouvinte. Como pensar a instantaneidade a partir da Internet, que possibilita a disponibilização de arquivos sonoros? O rádio possui baixo custo de produção e recepção: é acessível a uma gama de pessoas em escala exponencial; e sua instalação, operação, produção e manutenção também custam bem menos que em outros meios. Some-se a isso, a penetração geográfica grandiosa do rádio, que, a princípio, não possui limitações para chegar às regiões mais distantes. Em função de sua sensorialidade, o rádio envolve o receptor em um diálogo mental. Para Ortriwano, o ouvinte visualiza o fato narrado através dos estímulos sonoros que recebe, da entonação vocal, da tonalidade, do ritmo da mensagem. (Ibidem, 105) A emoção gerada pelo rádio não pode ser definida somente pela oralidade. Ela também reside na mediação técnica. Ou seja, para não quebrar a fantasia criada pela transmissão, veículo e ouvinte estabelecem vínculos mediadores, um contrato tácito: o locutor/emissor instaura um jogo, alimentando a idéia de que o espaço ficcional e o real são uma única coisa; e o ouvinte finge que está na companhia de alguém, interagindo com os programas. Assim, se articularmos todas as características acima arroladas chegaremos à essência daquilo que poderíamos classificar como núcleo duro do rádio. Observe-se que o uso da linguagem adequada concomitantemente à sua alta sensorialidade levaram o meio a estabelecer historicamente uma relação de intensa proximidade com o ouvinte. Além disso, o fato de apoiar-se apenas nas imagens sonoras permitiu com que o rádio falasse ao ouvinte de forma mais direta e individual que qualquer outro meio. Residiria aí a grande capacidade de mobilização social atribuída ao veículo analógico. O rádio digital implica em uma profunda alteração nesse paradigma. Em essência, ele é feito para ser ouvido em sendo visto, portanto, ele é cada vez mais visual, exponenciando aquilo que vinha sendo apontado pelo rádio analógico. (FERRARA) Também o rádio digital é marcado pela possibilidade de mobilização social, em função de

6 suas múltiplas possibilidades de interatividade. Ocorre que, ao contrário da rigidez e unidade do analógico, a mobilização agora é fluida, fragmentada, desterritorializada e em fluxo. 6 Semelhante à batida profunda de um tambor tribal, o rádio [analógico], segundo MCLUHAN, é um meio quente na medida em que prolonga um único de nossos sentidos e em alta definição [ou seja] a um estado de alta saturação de dados. (2007, p. 38) Se por um lado permitiria menos a participação do que um meio frio (como a televisão e o telefone, por exemplo), por outro, poderia exercer um efeito violento ou perturbador em culturas frias ou pouco ou não letradas. O rádio, nessa perspectiva, não é apenas um poderoso ressuscitador de animosidades, forças e memórias arcaicas, mas também uma força descentralizadora e pluralística tal como acontece com todos os meios e forças elétricas. (Id. Ibid., 344) O digital eleva essa força descentralizadora e pluralística à máxima potência, a tal ponto que a divergência se torna improdutiva na comunicação, levando-nos a buscar não mais o que diferencia um determinado meio, mas o que há de outros meios nele mesmo. (NUNES-FERREIRA, 2008) Enquanto em MCLUHAN esse intercâmbio parece resultar na mistura e conseqüente transformação dos meios, BOLTER e GRUSIN falam em remediation (remediação), ou seja, a representação de um meio em outro. Não se trata, para esses autores, da transformação de um meio em outro, mas de apropriação e remodelagem de meios anteriores, característica da nova mídia digital. (1998, 45) Esse processo se dá a partir de duas lógicas: imediation (imediação) 7 ou hipermediation (hipermediação), a transparência e a opacidade, ou seja, quando o meio tende a desaparecer buscando nos deixar na presença da coisa representada; ou exatamente o oposto, quando o meio deixa transparecer o processo de mediação. Para LEV MANOVICH (2001), a nova mídia surge a partir da convergência entre formas culturais contemporâneas (interfaces digitais, hipertexto e bases de dados) e modelos anteriores, entre os quais, ele aponta o cinema. O autor considera como forma cultural modalidades tecnológicas pelas quais pode haver uma relação homemconteúdo. Assim, all existing media are translated into numerical data acessible for the 6 Obviamente, há profundas diferenças na inserção dos dois veículos: enquanto o rádio está presente em quase 90% dos domicílios brasileiros, o acesso à Internet ainda é privilégio de uma minoria. 7 Giselle Beiguelman adota a forma a-mediação, pois afirma tratar-se da ausência de mediação.

7 computer. The result: graphics, moving images, sounds, shapes, spaces, and texts become computable, that is, simply sets of computer data. In short, media become new media. (MANOVICH, 2001, p. 25). 8 Não se trata, para o pesquisador russo, de buscar na nova mídia uma lógica de transposição de formas culturais existentes ou mesmo de projetar um novo modelo a partir da simples remissão a modelos anteriores. Ao contrário, a nova mídia deve operar no sentido de migração ou de deslocamento, buscando ampliar os atuais modelos narrativos. (MOHERDAUI, 2008) Para SAAD CORRÊA, a convergência é a condição de existência da mídia digital: computadores e internet são os elementos determinantes, ou o espaço de configuração da convergência. (2003, 4) Vale destacar, aliás, que o entendimento de convergência na nova mídia passa pelos conceitos de multimídia, amplificado com o surgimento da web, (DEUZE, 2001), de remediação, representação de uma mídia em outra (BOL- TER e GRUSIN, 2003), intermediação, inter-relação entre diferentes formas de representação que se fundem em um novo meio (HIGGINS, 1965), e de hibridização, uma vez que, a rigor, todas as mídias, desde o jornal até as mídias mais recentes, são formas híbridas de linguagem, isto é, nascem na conjugação simultânea de diversas linguagens. (SANTAELLA, 1996, 43). Nesse sentido, também o rádio não estaria imune hoje ao que MACHADO (2007) denomina como interpenetração dos círculos definidores dos meios. A partir da web e da era do predomínio das imagens, quais seriam, então, as zonas de interpenetração às quais ele estaria sujeito? De que forma elas podem ser identificadas? No tocante às emissões alternativas e comunitárias, há uma nova emissora? Será que o rádio ainda permanece rádio? Sobre esses aspectos, este trabalho se debruçará agora, partindo da observação da estrutura noticiosa de três emissoras na web. 8 Toda mídia existente é traduzida para dados numéricos acessíveis pelo computador. Como resultado: gráficos, imagens em movimento, sons, formas, espaços e textos tornam-se computáveis, isto é, simplesmente peças de dados de computador. Em resumo: a mídia torna-se uma nova mídia. [Tradução livre]

8 3. Pela ampliação do debate: a necessidade de uma nova nomenclatura Depois de reinar absoluto como o principal meio de comunicação de massa por quatro décadas, o rádio foi, sem dúvida, destronado de sua hegemonia após o advento da TV e, mais tarde, o surgimento da Internet. Para sobreviver e se adaptar à era de predomínio das imagens visuais, na web, o rádio acaba por fazer a remediação das outras mídias, incorporando o texto impresso e a imagem em movimento. A questão que se coloca é: ainda pode ser chamado rádio ou esse não seria mais um dos equívocos terminológicos que cometemos em relação à vivência no suporte digital? Segundo BEIGUELMAN (2003), ainda hoje nos limitamos a reproduzir no digital as metáforas do analógico. O universo da leitura e da escrita on-line, por exemplo, ainda tem como referência central o livro escrito e, por isso, não conseguiu desenvolver um vocabulário próprio. (Ibidem, 11-19) O uso da metáfora site para designar a nãolocalidade do ciberespaço, a própria conformação do computador com uma mesa de trabalho, lixeira, pastas e arquivos remetendo metaforicamente a um local de trabalho (escritório) são exemplos desses enganos terminológicos que não são inconvenientes por serem errôneos, mas por mascararem a situação inédita de uma espacialidade independente da localização de um espaço tridimensional. (Ibidem, 12) Desse modo, buscando compreender a dinâmica da emissão radiofônica via web e refletir sobre a adequação do uso da terminologia rádio no ambiente virtual, foram analisados os sites das três emissoras a partir de algumas das características e formatos usualmente presentes no jornalismo digital, já apontados por PALÁCIOS (1999), PA- VLIK (2001), DEUZE (2003), MURRAY (2003) e MANOVICH (2008), quais sejam: memória, interatividade, hipertextualidade, multimidialidade, conteúdo dinâmico, hibridização, e participação. Como lembra DEUZE, a interatividade não surgiu com a web. Ao contrário, é uma das mais importantes características das emissões radiofônicas, nas quais o ouvinte pode trazer informações sobre o trânsito, participar de entrevistas, opinar sobre a programação, conversar ao vivo com o locutor, etc. Mas sem dúvida, foi amplificada à máxima potência pelo www. Agora o ouvinte-usuário não apenas interage dentro de limites estritamente determinados: ele pode também produzir, manipular, distribuir informação. Para MANOVICH (2001) a nova mídia é por essência interativa, na medida em que o

9 próprio hipertexto tem como princípio a interatividade. Nesse sentido convém, aqui, para efeito de análise, estabelecer a distinção entre participação e interatividade: no primeiro caso, partimos do entendimento de que o usuário pode trocar s, opinar em fóruns e chats, navegar pelo hipertexto sem, contudo, ter aberta a possibilidade de alterar substancialmente o conteúdo; já a participação (ou colaboração), vai além, na medida em que comporta ainda a possibilidade de veicular e acrescentar informações, inserir informações na base de dados (fotos, gráficos, etc.), editar o conteúdo, criar e acrescentar tags àquelas já criadas, etc. A hipertextualidade diz respeito à possibilidade de acessar e conectar textos distintos por meio de links internos e externos, complementando a informação com sites relacionados, material de arquivo, etc.; enquanto a multimidialidade refere-se ao uso de formatos de mídias tradicionais no tratamento da informação veiculada, como por e- xemplo, a associação de som, de imagem em movimento e texto de forma a complementar a notícia. O conteúdo dinâmico está relacionado com o ritmo de atualização das notícias e da home page como um todo, ou seja, enquetes, fóruns de discussão, blogs, s, narrativas multimídia, games, mapas, comentários em matéria, descentralização do conteúdo e uso de fotos randômicas dão aos portais e sites noticiosos o dinamismo que faz parte da lógica de jornalismo digital. (MOHERDAUI, 2007, ) A memória diz respeito à acumulação de informação (facilitada sobremaneira com o digital). Finalmente, por hibridização, entendemos não a colagem de linguagem ou de veículos, ou seja, o simples agrupamento ou acomodação de linguagens, como por e- xemplo a justaposição do visual e do sonoro, conservando as características intrínsecas a cada um dos meios. Ao contrário, na esteira de MANOVICH, a hibridização supõe um remix de formatos e softwares, em que se destacam três elementos: variable continuously changing forms, use of 3D space as a common platform for media design, and systematic integration of previously non-compatible media techniques. 9 (2008, 104) Portanto, a hibridização não se resume nem pode ser confundida com uma remediação, pois não se trata mais apenas da soma de diferentes partes de outras mídias, e sim de um produto absolutamente novo que se configuraria em uma nova estética: 9 formas variáveis mudando continuamente, uso do espaço 3D como uma plataforma comum para design de mídia, e integração sistemática de técnicas de mídia anteriormente não compatíveis. [Tradução livre]

10 uma linguagem visual híbrida de imagens em movimento. (Ibidem, 103) That is, the result of the hybridization process is not simply a mechanical sum of the previously existing parts but a new species a new kind of visual aesthetics that did not exist previously. 10 (Ibidem, 106) A análise dos sites das emissoras nos forneceu o seguinte quadro: Tabela-Resumo 1 Características do conteúdo das páginas na web JOVEM PAN CURUMIM MUDA Remediação X X X Hibridização JOVEM PAN CURUMIM MUDA Hipertextualidade X Multimidialidade X X X Interatividade X X Participação Memória X X X Conteúdo dinâmico X Hibridização Jovem Pan Online O site Jovem Pan Online é uma espécie de equivalente virtual à Jovem Pan AM, na medida em que se utiliza e reproduz (em áudio, texto e vídeo) o material produzido pelos mesmos profissionais responsáveis pela programação analógica. Na web, a JP ganha o apoio de outros profissionais especializados, entre os quais, o diretor de arte Nilton Travesso (egresso da televisão), além de cinegrafistas de estúdio e de externa, diretores de TV, produtores, profissionais de estúdio e editores de imagem. O conteúdo é gerado pela equipe jornalística da emissora. 10 Isto é, o resultado do processo de hibridização não é a simples soma mecânica de partes previamente existentes mas uma nova espécie - um novo tipo de estética visual que não existia anteriormente. [Tradução livre]

11 Figura 1. Jovem Pan Online: estrutura e diagramação dos textos impressos Apesar da grande quantidade de imagens (sobretudo fotografias) disponíveis na página de abertura, há a predominância de texto escrito na composição da página. A interatividade está presente na forma da enquête JP, em comentários que podem ser postados pelos usuários, e mesmo nos arquivos de áudio em MP3 (o mesmo material transmitido pelo dial) disponibilizado para download. Não há, dentro das categorizações propostas por este trabalho, participação do ouvinte-usuário. A hipertextualidade pode ser verificada tanto nas tags (subdivididas por sua vez em Tag Notícias e Tags Populares ) e como nas fotografias que levam a arquivos de imagens. A multimidialidade se realiza na reunião de arquivos de áudio, vídeo e textos. O mecanismo de busca garante a memória. Constantemente atualizado, o conteúdo da Jovem Pan Online é dinâmico. No entanto, não se pode falar em mídia híbrida, na medida em que a página se limita apenas a reproduzir os formatos de outras mídias. Os vídeos postados, por exemplo, espelham a conformação e configuração dos telejornais mais tradicionais: basicamente, um apresentador, sentado em uma bancada, lê os fatos mais importantes até o momento. Mesmo em produções que recebem tratamento diferenciado, como por e- xemplo, as poesias interpretadas por Patrícia Rizzo ou mesmo os comentários e crônicas

12 de O Poeta, Álvaro Alves de Faria, a opção é pela linguagem televisiva (enquadramento, iluminação, etc). A Rádio Jovem Pan analógica (que nomeia o próprio site) só pode ser localizada em links que, de tão discretos, parecem que se diluem e desaparecem na página: no canto superior esquerdo, integrado ao logo JP ( Ouça ao vivo ), ou inserido no canal Jovem Pan AM (link Rádio ao vivo ). Arquivos de áudio dos programas completos ou reportagens veiculadas pelo dial podem ser acessados e baixados pelo usuário, subvertendo algumas das características intrínsecas apontadas por ORTRIWANO, como por exemplo, o imediatismo e a instantaneidade e, por conseqüência, a necessidade de redundância e repetição na construção da texto. Agora, o áudio pode ser conferido pelo ouvinte quantas vezes forem necessárias para o entendimento e assimilação da mensagem. Também as imagens sonoras (engendradas graças à alta sensorialidade do rádio) são agora definitivamente transformadas pelas imagens visuais que são a elas acopladas. A mera presença do locutor (mesmo que apenas lendo na tela a mesma informação veiculada pelo dial) subverte a idéia original de emissão radiofônica, acrescentando outros/novos sentidos à informação: sua gestualidade, olhar, entonação, postura, etc., reelaboram a informação original. O simples fato de acrescentar a imagem fotográfica do entrevistado transforma em definitivo o dado sonoro. Não se pode mais afirmar tão firmemente que se trata de rádio. Também já não é mais possível assegurar que seja televisão. Por que, então, nos agarramos tão firmemente a essa terminologia, a essas metáforas analógicas que não dão conta de traduzirem com precisão a experiência no digital? 3.2 Rádio Comunitária Curumim FM Na página da Rádio Curumim FM, verificamos apenas a presença de multimidialidade (além dos muitos textos, há vídeos de eventos, festas e fotos da comunidade) e de memória (na possibilidade de acessar não apenas as informações atualizadas, mas também arquivos de notícias). Nenhum dos demais elementos foi encontrado.

13 Figura 2 Figura 2. Rádio Comunitária Curumim FM: imprimindo novos sentidos à noção de comunidade No entanto, a ausência das demais características não pode, de forma alguma, significar a definição do meio como rádio: definitivamente, estamos diante de outra coisa que. De qualquer forma, vale observar, mais uma vez, a extrema semelhança com a diagramação e conformação do texto impresso (BEIGUELMAN, 2003): as informações estão em coluna e se apresentam equilibradas em relação às imagens fotográficas dispostas. As editorias encaminham o olhar e o percurso. Ainda que não possamos falar em mídia híbrida, visto que os processos de remediação se mantém, o termo rádio comunitária definitivamente não pode mais abarcar a infinidade de novas possibilidades que se apresentam agora. A começar pela própria noção de comunidade, redimensionada no ciberespaço na forma de redes sociais, que passam a possibilitar novas formas de associação e troca. (GRANOVETTER, 2006; COSTA, 2005) Nas redes sociais, é cada indivíduo que está apto a construir sua

14 própria rede de relações, sem que essa rede possa ser definida precisamente como comunidade. (COSTA, 2005, 247) 3.3 Rádio Livre Muda Figura 3. Página principal da Rádio Muda: o vídeo-manifesto tem mais destaque que o link para o áudio Figura 4. Site colaborativo e site principal da Muda: o fanzine impresso como modelo

15 No site da Rádio Muda, além da multimidialidade (em razão da oferta de vídeos e do próprio áudio da emissora), há a possibilidade de participação (ou colaboração) (graças à enquête e da possibilidade de comentários oferecidos no site colaborativo) e memória (em função dos arquivos, principalmente de textos, disponíveis para consulta). Interessante aqui é a reprodução, no site principal, de textos escritos, dispostos com a estrutura de fanzines, simplesmente digitalizados e veiculados em rede. Mais uma vez, uma sucessão de meios remediados (fanzine, vídeo experimental, textos escritos distribuídos de forma semelhante a capítulos de livros, etc.). 4. Algumas observações finais Obviamente, o presente artigo não se propõe a esgotar o tema ou mesmo apresentar soluções. Trata-se apenas de uma provocação: trazer à tona o debate sobre a propriedade de continuarmos adotando metáforas analógicas para a conceituação e análise de experiências que, definitivamente, têm se mostrado absolutamente distintas; ou seja, sobre a adequação de reproduzirmos cotidianamente uma nomenclatura que não consegue dar conta dos fenômenos que se apresentam na não-localidade do ciberespaço. MANOVICH (2008), BEIGUELMAN (2003), MOHERDAUI (2008), entre outros, já vêm alertando sobre a necessidade desse debate e, sobretudo, revisão, dessa que talvez se constitua na mais complexa questão para o campo jornalístico destrinchar, principalmente por conta de sua organização, que dificulta romper com repertórios culturais existentes (MOHERDAUI, 2008) e que compromete a compreensão da mudança de paradigma em curso após a implosão dos limites claros daquilo que nos habituamos a classificar como mídias sonoras, visuais e textuais. (BEIGUELMAN, 2003; MACHADO, 2007) Como alerta BEIGUELMAN, não se trata apenas de um problema de erro de termos, mas [de] um problema epistemológico. (2003,11) Ao sistematizar os gêneros do radiojornalismo nas redes digitais, ALVES discute três formas de rádio na rede : a rádio convencional (emissoras que transmitem tanto pelo dial como pela internet); webrádios (emissoras que se constituem e atuam apenas no www); e a rede de rádios na web (emissoras convencionais que se unem na rede para alcançar maior representatividade). (2004, 24-26)

16 TRIGO-DE-SOUZA também fala em três categorias de emissoras presentes na Internet: rádios offline (que transmitem pelo dial e estão presentes apenas institucionalmente na rede, ou seja, até disponibilizam alguns tipos de áudio, mas não necessariamente uma programação radiofônica); as rádios online (que existem no mundo nãovirtual e que veiculam programação na web); e as NetRadios (emissoras criadas exclusivamente para a rede). ( , 94-95) Os trabalhos das duas autoras são pioneiros e trazem contribuições significativas ao pensarem o conteúdo e possibilidades de configuração na web. No entanto, observando a partir da perspectiva estrutural e espistemológica, não colocam em debate a falta de nomenclatura específica para a nova mídia. MEDEIROS, por sua vez, ao refletir sobre o fenômeno podcast, 11 não o considera um programa de rádio, mas acredita que o Podacsting ainda será considerado uma rádio via Internet, já que não existe uma definição mais contundente para classificar esse tipo de transmissão sonora digital. (2005, 8) É essa falta de definição que consideramos premente discutir. Ao ingressar na rede com textos, fotos e vídeos, as emissoras na web não remediam apenas o áudio, mas também o conteúdo dos demais veículos apropriados. Nesse processo de migração para a rede, desaparecem as identificações da marca do suporte. Assim, só sabemos que estamos acessando a Rádio Jovem Pan porque digitamos o nome da emissora. Se o nome (que localiza na medida em que também é seu próprio endereço) e a logomarca forem ocultados, não há como saber onde estamos. E aí, a página da Jovem Pan Online é facilmente confundida com qualquer outra página ou portal de conteúdo. Mesmo a proposta de uma emissora comunitária ou alternativa, distante dos moldes comerciais (segundo o próprio video-manifesto da Rádio Muda) perde o sentido quando inserida na mesma plataforma que tem toda sorte de operadores, inclusive os grandes conglomerados de comunicação. 12 Como diferenciar o que é grande imprensa ou mesmo grupo hegemônico do que é imprensa alternativa ou comunitária, se ain- 11 Basicamente, arquivos de áudio distribuídos em rede, que podem ser ouvidos em streaming ou recebidos automaticamente via um agregador como RSS. 12 Não há ingenuidade na afirmação, pois sabemos que, no Brasil, a internet ainda é privilégio de uma minoria, apesar do crescimento expressivo no número de acesso nos últimos anos.

17 da não sabemos o que é rádio na web; se não sabemos nem mesmo se efetivamente ainda podemos falar em rádio! Aliás, assim como comunidade, que outros sentidos a palavra alternativo assume com o digital. Alternativo a quê no mar de opções infinitas que se abre para o novo ouvinte-interator-usuário? Construído para ser visto (e também manipulado, distribuído, alterado, comentado etc.) em sendo ouvido, o rádio na web é outra coisa que, portanto, não pode ser nomeado a partir das amarras do analógico. As características intrínsecas e a linearidade (um programa após o outro, uma música após a outra), que explicam e estruturam o veículo analógico, não se aplicam, não dão conta e, portanto, não podem ser adotadas na observação e definição dos fenômenos que se constroem na internet, que é muito mais que uma plataforma de reprodução de conteúdo. Daí não podermos mais chamar rádio na web de rádio. E o que seria então? Está aberto o debate. 5. Referências ALVES, Raquel P.A.S. O radiojornalismo nas redes digitais: um estudo do conteúdo informativo em emissoras presentes no ciberespaço. Dissertação (Mestrado). Salvador, Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Comunicação, f. BEIGUELMAN, G. O livro depois do livro. São Paulo: Peirópolis, BOLTER, J. D.; GRUSIN, R. Remediation: understanding new media. Cambridge: The MIT Press, COSTA, Rogério da. Por um novo conceito de comunidade: redes sociais, comunidades pessoas, inteligência coletiva. Interface Comunic., Saúde, Educ., V.9, n.17, p , mar/ago DEUZE, M. Online Journalism: modeling the first generation of news media on the world wide web Disponível em: Acesso em 31 de julho de DOWNING, John D. H. Mídia Radical. São Paulo: Editora Senac, ECHEVERRÍA, J. Los señores del aire: telépolis y el tercer entorno. Barcelona: Destino, FERRARA, Lucrécia D Alessio (org.). Espaços Comunicantes. São Paulo: Annablume; Grupo ESPACC, Processos midiáticos e produção de conhecimento Semioses do espaço. Disciplina ministrada no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica. PUC-SP, mar-jul Apontamentos. GRANOVETTER, Mark. A construção social da corrupção. Política e Sociedade, América do Sul, V. 5, n.9, outubro de Disponível em: Acesso jul HIGGINS, D. Synesthesia and Intersenses: Intermedia, Disponível em Acesso ago 2008.

18 MACHADO, Arlindo. Arte e mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem. São Paulo: Cultrix, MANOVICH, L. The language of new media. Cambridge: MIT, Software takes command. 20 nov Disponível em: Último acesso em ago MEDEIROS,M.S.D.. Podcasting: produção descentralizada de conteúdo sonoro. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 28., Rio de Janeiro. Anais... São Paulo: Intercom, MOHERDAUI, L. Em busca de um modelo de composição para os jornais digitais. Contemporânea Revista de Comunicação e Cultura. V. 6, n. 2, dez Salvador: UFBA, Disponível: Acesso em ago Guia de estilo web: produção e edição de notícias on-line. 3 a ed. rev. e ampl. São Paulo: Editora Senac São Paulo, MURRAY, J. Hamlet on the holodeck: the future of narrative in cyberspace. EUA: The MIT Press, NUNES-FERREIRA, G.S. Convergências e divergências de uma RadCom na web. Artigo apresentado no IV ComCult - Cultura da Imagem (CISC), realizado de 14 e 15 de novembro de 2008, no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (SP), no GT Imagens Sonoras e Audioculturas. ORTRIWANO, Gisela S. A informação no rádio: os grupos de poder e a determinação dos conteúdos. São Paulo: Summus, PALACIOS. M. O que há de (realmente) novo no Jornalismo Online? Conferência proferida concurso público para Professor Titular na FACOM/UFBA, Salvador, Bahia, em 21 set PAVLIK, J. V. Journalism tools for the Digital Age. In: 7 Fórum Mundial de Editores. Rio de Janeiro, 7 jun SAAD CORRÊA, E. Estratégias para a mídia digital. São Paulo: Senac, SALAVERRÍA, R. Redacción periodística en Internet. Pamplona: EUNSA, SANTAELLA, Lúcia. Cultura das mídias. São Paulo: Experimento, SILVA, Júlia L.O. Albano da. Rádio: oralidade mediatizada: o spot e os elementos da linguagem radiofônica. São Paulo: Annablume, TRIGO-DE-SOUZA, Lígia Maria. Rádios.Internet.br: o rádio que caiu na rede... In: Revista USP. Dossiê 80 anos de rádio. N. 56. dezembro/janeiro/fevereiro pp WOLTON, Dominique. Pensar a internet. Revista Famecos, n. 15 Porto Alegre, ago Em: Acesso em jul.2009.

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