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1 Plano de Atividades 2014

2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO Missão Atribuições da DGPJ Legislação e regulamentação interna Organograma CARATERIZAÇÃO DO AMBIENTE EXTERNO E INTERNO Principais utilizadores/destinatários Tipificação dos serviços prestados OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS Enquadramento Objetivos estratégicos e operacionais PROJETOS E ATIVIDADES A DESENVOLVER Projetos a desenvolver no cumprimento dos Objetivos Estratégicos Atividades não diretamente relacionadas com os Objetivos Operacionais RECURSOS HUMANOS E FINANCEIROS Recursos Humanos Recursos Financeiros

3 Siglas e acrónimos Unidades orgânicas da DGPJ: CDI Centro de Documentação e Informação DEJ Divisão de Estatísticas da Justiça DGRH Divisão de Gestão de Recursos Humanos DGRMF Divisão de Gestão de Recursos Materiais e Financeiros DI - Divisão Informática DSEJI Direção de Serviços das Estatísticas da Justiça e Informática DSGR Direção de Serviços de Gestão de Recursos GRI Gabinete Relações Internacionais PE Planeamento Estratégico PL Política Legislativa UCI Unidade de Cooperação Internacional UJC Unidade para a Justiça Civil, Cidadania e Contencioso Internacional UJP Unidade para a Justiça Penal Outras siglas e acrónimos utilizados no texto do presente Plano: ADSE - Assistência na Doença aos Servidores Civis do Estado ANCP - Agência Nacional de Compras Públicas APSDI - Associação para a Promoção e desenvolvimento da Sociedade de Informação BEP - Bolsa de Emprego Público CCAS - Conselho Coordenador de Avaliação de Serviços CGA - Caixa Geral de Aposentações CMJPLOP Conferência dos Ministros da Justiça dos Países de Língua Oficial Portuguesa COMJIB Conferência Ministros Justiça Ibero Americanos CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa DGO - Direção-Geral do Orçamento DGPJ - Direção-Geral da Política de Justiça DIAP - Departamento de Investigação e Ação Penal FUESEN - Ficheiro de Unidades Estatísticas para o Sistema Estatístico Nacional GeADAP Gestão Integrada da Avaliação de Desempenho da Administração Pública GAFI - Grupo de Ação Financeira Internacional 3

4 GAFISUD - Grupo de Ação Financeira da América do Sul contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo GERFIP - Gestão de Recursos Financeiros em modo partilhado GOP Grandes Opções do Plano IGFEJ, I. P. - Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos de Justiça, I. P. INE - Instituto Nacional de Estatística JOUE - Jornal Oficial da União Europeia MJ- Ministério da Justiça MNE - Ministério dos Negócios Estrangeiros MRAL - Meios de Resolução Alternativa de Litígios OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico OE Orçamento de Estado PALOP Países Africanos Língua Oficial Portuguesa PER - Processo Especial de Revitalização PG - Programa do Governo PIDDAC - Plano de Investimento e Desenvolvimento da Administração Central PLOP Países Língua Oficial Portuguesa PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PRACE - Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado QUAR Quadro de Avaliação e Responsabilização RCLUE / NCLEU - Rede de Cooperação Legislativa dos Ministérios da Justiça da União Europeia RCTFP - Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas SGPS - Sociedade Gestora de Participações Sociais SIADAP - Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública SIEJ - Sistema de Informação das Estatísticas da Justiça SIOE - Sistema de Informação da Organização do Estado SMF - Sistema de Mediação Familiar SML - Sistema de Mediação Laboral SMP - Sistema de Mediação Penal TEDH - Tribunal Europeu dos Direitos do Homem TJUE - Tribunal de Justiça da União Europeia UNODC - United Nations Office on Drugs and Crime 4

5 1. INTRODUÇÃO 1.1 Missão A Direção-Geral da Política de Justiça (DGPJ) é um serviço central da administração direta do Estado, dotado de autonomia administrativa e tem por missão prestar apoio técnico, acompanhar e monitorizar políticas, organizar e fomentar o recurso aos tribunais arbitrais, aos julgados de paz e a outros meios extrajudiciais de resolução de conflitos, assegurando o planeamento estratégico e a coordenação das relações externas e de cooperação, e é responsável pela informação estatística da área da justiça (artigo 2º, n.º 1 do Decreto-Lei n.º 163/2012, de 31 de julho). 1.2 Atribuições da DGPJ A DGPJ prossegue as seguintes atribuições definidas na sua lei orgânica (artigo 2º, n.º 2 do Decreto-Lei n.º 163/2012, de 31 de julho): Apoiar o planeamento, a conceção, o acompanhamento e a avaliação das políticas, objetivos e prioridades do Ministério da Justiça (MJ), bem como o desenvolvimento de meios extrajudiciais de resolução de conflitos e a definição e execução de políticas no domínio da justiça com a União Europeia, outros governos e organizações internacionais; Conceber, preparar, analisar e apoiar tecnicamente a execução de iniciativas, medidas legislativas, políticas e programas no âmbito do MJ e proceder à sua avaliação; Apoiar a criação e a operacionalização de meios extrajudiciais de composição de conflitos, designadamente a mediação, a conciliação e a arbitragem; Promover a criação e apoiar o funcionamento de centros de arbitragem, julgados de paz e sistemas de mediação; Assegurar os mecanismos adequados de acesso ao direito, designadamente nos domínios da informação e consultas jurídicas e do apoio judiciário; 5

6 Participar na conceção e colaborar com o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos de Justiça, I. P. (IGFEJ, I. P.), no desenvolvimento, na implantação, no funcionamento e na evolução dos sistemas de informação; Coordenar a preparação dos planos de ação, anual e de médio prazo, do MJ, numa ótica de gestão por objetivos, procedendo ao seu acompanhamento e à avaliação da sua execução; Coordenar e orientar os processos setoriais de planeamento do MJ, auxiliando no desenvolvimento de planos estratégicos para a rede judiciária e para os diversos serviços da administração da justiça, antecipando e acompanhando as alterações sociais, económicas e normativas na caracterização, localização e atividade dos órgãos, serviços e organismos na área da justiça; Proceder à elaboração de documentos estratégicos para a área da justiça, nomeadamente através da formulação de contributos para as Grandes Opções do Plano, acompanhando e avaliando a sua execução; Conceber, elaborar e difundir instrumentos de planeamento e de avaliação das políticas desenvolvidas no âmbito do MJ; Assegurar o desenvolvimento dos sistemas de avaliação de serviços e organismos no âmbito do MJ, coordenar e controlar a sua aplicação e exercer as demais competências que sejam atribuídas pela lei aos órgãos de planeamento e controlo departamental do sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública (SIADAP); Liquidar, cobrar e registar as receitas próprias; Assegurar a recolha, utilização, tratamento, análise e difusão da informação estatística da justiça, no quadro do sistema estatístico nacional, definindo normas e procedimentos a observar pelos serviços e organismos do MJ, desenvolvendo as operações necessárias ao aperfeiçoamento da produção estatística de interesse para a área da justiça; Conduzir a política e articular as ações de cooperação na área da justiça, coordenar a ação e prestar apoio aos representantes do Estado Português nos órgãos internacionais do setor e promover e apoiar as medidas de cooperação jurídica e judiciária com outros Estados, sem prejuízo das atribuições próprias do Ministério dos Negócios Estrangeiros; Acompanhar e apoiar a política internacional do Estado Português na área da justiça, coordenando a representação do MJ na negociação de convenções, acordos e tratados 6

7 internacionais, bem como em comissões, reuniões, conferências ou organizações similares; Acompanhar as questões relativas ao contencioso da União Europeia nas matérias da área da justiça; Recolher e estudar as normas de direito internacional e de direito da União Europeia aplicáveis ou em relação às quais o Estado Português se pretenda vincular, bem como estudar e divulgar a jurisprudência, a doutrina e a política da União Europeia para o sector; Assegurar o desenvolvimento e a manutenção do Sistema de Informação das Estatísticas da Justiça (SIEJ), designadamente das componentes tecnológicas e aplicacional. 1.3 Legislação e regulamentação interna A lei orgânica da DGPJ foi fixada pelo Decreto-Lei n.º 163/2012, de 31 de julho, que define a missão, as atribuições e o tipo de organização interna. A estrutura nuclear dos serviços e as competências das respetivas unidades orgânicas, bem como o número máximo de unidades orgânicas flexíveis foram aprovadas pela Portaria n.º 389/2012, de 29 de novembro. A referida Portaria refere que a DGPJ se estrutura em quatro unidades orgânicas nucleares: a Direção de Serviços de Estatísticas da Justiça e Informática; o Gabinete de Relações Internacionais, o Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios e a Direção de Serviços de Gestão de Recursos. O limite máximo de unidades orgânicas flexíveis da DGPJ é fixado em nove, sendo da competência do dirigente máximo da DGPJ a criação das respetivas unidades orgânicas flexíveis e a definição das respetivas atribuições e competências. 7

8 1.4 Organograma 8

9 2. CARATERIZAÇÃO DO AMBIENTE EXTERNO E INTERNO 2.1 Principais utilizadores/destinatários Os serviços fornecidos pela DGPJ destinam-se fundamentalmente às seguintes entidades: 1. Gabinete da Ministra da Justiça e gabinete do Senhor Secretário de Estado da Justiça e demais gabinetes governamentais; 2. Assembleia da República; 3. Cidadãos; 4. Tribunais, Conselho Superior da Magistratura, Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, Procuradoria-Geral da República e Ministério Público; 5. Serviços e organismos da Administração Pública, com particular relevo para os serviços e organismos do Ministério da Justiça, do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Ministério da Administração Interna; 6. Instituto Nacional de Estatística; 7. Conselho dos Oficiais de Justiça, Ordem dos Solicitadores, Ordem dos Advogados e Ordem dos Notários; 8. Conselho dos Julgados de Paz, Julgados de Paz, Centros de Arbitragem e Mediadores; 9. Entidades formadoras de mediadores; 10. Autarquias; 11. Organizações internacionais ou supranacionais, nomeadamente a União Europeia, a Organização das Nações Unidas, o Conselho da Europa e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico, entre outras; 12. Universidades, outros estabelecimentos de ensino e centros de investigação; 13. Órgãos de comunicação social. 9

10 2.2 Tipificação dos serviços prestados Na prossecução das suas atribuições, a DGPJ presta os seguintes tipos de serviços: 1. Conceber, preparar, analisar e apoiar tecnicamente a execução de iniciativas legislativas, políticas e programas no âmbito do Ministério da Justiça e proceder à respetiva avaliação; 2. Conduzir a política e articular as ações de cooperação na área da Justiça, coordenar a ação e apoiar os representantes do Estado Português nos órgãos internacionais do sector e promover e apoiar as medidas de cooperação jurídica e judiciária com outros Estados; 3. Recolher, utilizar, tratar e analisar a informação estatística da Justiça e proceder à difusão dos respetivos resultados, no quadro do sistema estatístico nacional; 4. Editar e publicar documentos vários, elaborados no âmbito das suas atribuições; 5. Coordenar e acompanhar a avaliação de desempenho dos serviços e organismos do Ministério da Justiça (SIADAP 1); 6. Acompanhar a criação, operacionalização e monitorização de meios extrajudiciais para a resolução de conflitos (Julgados de Paz, centros de arbitragem institucionalizada e sistemas públicos de mediação). 10

11 3. OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS 3.1 Enquadramento O presente Plano foi elaborado atendendo às principais linhas de orientação inscritas no Programa do XIX Governo Constitucional e nas Grandes Opções do Plano para o horizonte temporal Assim, dando sequência às políticas de ação constantes no Programa do Governo, a Direção-Geral da Política de Justiça irá assegurar a continuidade dos projetos iniciados em 2013 e concretizará novos projetos e atividades em 2014 com vista ao desenvolvimento e à melhoria de um serviço público de excelência na Justiça. O sistema de Justiça é um pilar do Estado de Direito e uma das funções de soberania fundamentais do Estado, que tem como desígnio primeiro o cidadão, na defesa de direitos, liberdades e garantias e é um fator de eficiência da economia, sendo transversal a sua importância na vida política e social. Importa melhorar a qualidade do Estado de Direito, reforçar a cidadania, dignificar a Justiça e os seus agentes e combater a corrupção, bem como agilizar os sistemas processuais. As reformas a empreender só podem ser levadas à prática com o envolvimento dos órgãos de soberania, dos operadores judiciários e respetivas instituições e da sociedade. Neste sentido, de modo a contribuir para a prossecução desta finalidade a DGPJ prosseguirá em 2014 os trabalhos da Reforma do Acesso ao Direito e aos Tribunais, comprometendo-se a elaborar um estudo de Avaliação de Impacto Prévio sobre o Regime de Acesso ao Direito e aos Tribunais; a acompanhar os trabalhos de implementação do Código do Processo Civil; a acompanhar o regime da insolvência e do PER; a acompanhar os trabalhos de Reforma da Organização Judiciária e a acompanhar a revisão dos principais instrumentos legais da justiça administrativa, designadamente o Código de Processo nos Tribunais Administrativos e o Código de Procedimento Administrativo. 11

12 Como novas iniciativas, a DGPJ propõe para o próximo ano, o lançamento das bases para a preparação da comemoração dos 50 anos do Código Civil. Proceder-se-á ainda à elaboração de um estudo de avaliação sucessiva do regime dos jovens delinquentes. Ao nível da simplificação e desburocratização da Justiça, tem-se mantido como objetivo para esta Direção-Geral a simplificação da linguagem, através da elaboração de projetos de clarificação da linguagem jurídica, nas comunicações dos tribunais aos cidadãos e nas notificações com especial incidência no regime jurídico da injunção. Igualmente relevante é a preocupação com a satisfação dos utentes dos Julgados de Paz, Sistemas de Mediação e Arbitragem, apoiados pelo Ministério da Justiça, propondo-se para 2014 a elaboração de um relatório com base nas respostas recolhidas junto dos utentes, por via da aplicação de inquéritos. Para prestar um serviço público de excelência na Justiça, esta Direção-Geral continuará a assegurar o fornecimento de estatísticas da justiça que constituam um instrumento de planeamento, gestão e avaliação do sistema de Justiça, procurando aumentar a utilização e a qualidade das mesmas. Contribui para a prossecução deste objetivo o esforço para manter baixo o tempo de resposta a pedidos de esclarecimento de informação estatística e o alargamento do âmbito das estatísticas a novos temas. Importa, ainda, salientar o empenho da DGPJ na promoção do sistema de consulta das estatísticas da Justiça a entidades externas, através da realização de sessões de apresentação. As Grandes Opções do Plano aprovadas pela Lei n.º 64-A/2011, de 30 de dezembro, fundamentam a orientação estratégica da política de desenvolvimento nacional. O sector da Justiça surge no ponto 3.2 da 3ª opção Cidadania, Sociedade, Justiça e Segurança e identifica como principais prioridades para o sector: Reforço do sistema de justiça; Fomento de um acesso efetivo e universal à justiça e ao direito; Gestão coerente dos recursos humanos bem como de todos os recursos disponíveis; Combate à morosidade da justiça; 12

13 Criação de um novo paradigma para o processo civil, que garanta a conclusão dos processos em tempo útil; Reavaliação do mapa judiciário; Combate à corrupção; Reforço da justiça penal; Revisão do Código do Processo dos Tribunais Administrativos e Fiscais; Revisão do Código de Insolvência e de Recuperação de Empresas; Revisão do Regime de Acesso ao Direito. Neste contexto foram definidos os objetivos estratégicos e operacionais para o QUAR, pretendendo-se que até 2015 sejam cumpridas todas as medidas previstas nas GOP. No âmbito dos Meios de Resolução Alternativa de Litígios (MRAL), a DGPJ tenciona promovê-los através de sessões de esclarecimento junto de públicos específicos e do estabelecimento de protocolos com organismos que visem a sua divulgação. Para além disso, prevê contribuir para a eficiência dos centros de arbitragem apoiados financeiramente pelo Ministério da Justiça, tendo planeado um estudo pelo qual se proceda à definição de critérios aferidores dos montantes de financiamento a afetar a cada um dos centros de arbitragem institucionalizada apoiados pelo MJ. No que concerne às Relações Internacionais serão prosseguidos os trabalhos de coordenação e acompanhamento da negociação internacional de instrumentos, na área da Justiça, bem como serão desenvolvidas as atividades relacionadas com o cumprimento das obrigações de Portugal no âmbito dos processos de avaliação e monitorização de instrumentos jurídicos internacionais. Em relação à área da cooperação internacional é intuito da DGPJ aumentar a visibilidade da cooperação na área da Justiça e divulgar e promover externamente a matriz do ordenamento jurídico português, os modelos e os produtos da Justiça. Para além disso, a realização de encontros de Direito Internacional é uma iniciativa que, dada a sua relevância, se irá manter para 2014, bem como a realização de consultas públicas sobre novos instrumentos internacionais/europeus. 13

14 Ao nível da Política Legislativa, importa referir que será assegurada, sempre que seja solicitado, a elaboração e a participação na feitura de atos legislativos e regulamentares incluindo os relativos à transposição de direito da União Europeia e de adequação do direito nacional a obrigações decorrentes de instrumentos internacionais. Por último, o Planeamento Estratégico irá apoiar a avaliação e a monitorização dos Quadros de Avaliação e Responsabilização dos serviços do MJ, com vista a enraizar uma cultura de avaliação por objetivos e de compromisso dos dirigentes na prossecução dos projetos prioritários para o sector da Justiça. 3.2 Objetivos estratégicos e operacionais Foram definidos para a DGPJ os seguintes objetivos estratégicos: 1. Acompanhar e facilitar a definição das políticas no domínio da Justiça no âmbito nacional e internacional/europeu, designadamente através da negociação internacional de instrumentos jurídicos e da elaboração de projetos de atos legislativos e regulamentares, bem como de tratados, convenções, acordos e outros instrumentos internacionais; 2. Conduzir e/ou coordenar as intervenções/negociações em estruturas de coordenação técnica interministeriais e em organizações e organismos internacionais e europeus na área da Justiça; 3. Dinamizar a cooperação na área da Justiça; 4. Consolidar a imagem da DGPJ e reforçar sinergias com os parceiros institucionais, a sociedade civil e a academia; 5. Assegurar que as estatísticas da justiça constituem um instrumento de planeamento, gestão e avaliação do sistema de justiça; 6. Monitorizar e divulgar os Meios de Resolução Alternativa de Litígios (MRAL); 7. Aumentar a eficiência dos centros de arbitragem apoiados financeiramente pelo Ministério da Justiça. Os objetivos supra referidos estão interligados com os quinze objetivos operacionais que se repartem por objetivos de Eficácia, Eficiência e Qualidade. A dimensão com maior peso 14

15 percentual é a da Eficácia com 40% por ser também a que mais objetivos integra (num total de 8 objetivos), seguindo-se a dimensão da Eficiência e da Qualidade com igual peso (30%). Os objetivos operacionais estão definidos no QUAR da DGPJ para 2014 (vd. anexo 1). 15

16 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 2014 Acompanhar e facilitar a definição das políticas no domínio da Justiça no âmbito nacional e internacional/europeu, designadamente através da negociação internacional de instrumentos jurídicos e da elaboração de projetos de atos legislativos e regulamentares, bem como de tratados, convenções, acordos e outros instrumentos internacionais OBJETIVO 1 Conduzir e/ou coordenar as intervenções/negociações em estruturas de coordenação técnica interministeriais e em organizações e organismos internacionais e europeus na área da Justiça OBJETIVO 2 Dinamizar a cooperação na área da Justiça OBJETIVO 3 Consolidar a imagem da DGPJ e reforçar sinergias com os parceiros institucionais, a sociedade civil e a academia ALINHAMENTO DOS OBJETIVOS OPERACIONAIS DAS UNIDADES ORGÂNICAS COM OS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS FIXADOS OBJETIVO 4 Realização de Encontros de Direito Internacional; Elaboração e envio de contributos para feitura de atos legislativos e regulamentares sempre que seja solicitado; Acompanhar e facilitar a política internacional/europeia do Estado português na área da Justiça; Estudo de Avaliação de Impacto Prévio sobre o Regime de Acesso ao Direito e aos Tribunais. PL / GRI Participação e/ou acompanhamento nos grupos de trabalho, nos grupos de peritos, comités e outras formações da União Europeia e de organizações e organismos internacionais; Participação e/ou acompanhamento dos processos de avaliação e monitorização de instrumentos jurídicos internacionais/europeus. GRI Planear, monitorizar e avaliar a cooperação para o desenvolvimento na área da Justiça. GRI Realização de consultas públicas sobre novos instrumentos internacionais/europeus; Aumentar a visibilidade da cooperação na área da Justiça, divulgar e promover externamente a matriz do ordenamento jurídico português, os modelos e os produtos da Justiça; Assegurar o acompanhamento e a monitorização do SIADAP 1 no Ministério da Justiça. GRI/PE 16

17 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 2014 Assegurar que as estatísticas da justiça constituem um instrumento de planeamento, gestão e avaliação do sistema de justiça OBJETIVO 5 Monitorizar e divulgar os Meios de Resolução Alternativa de Litígios (MRAL) OBJETIVO 6 Aumentar a eficiência dos centros de arbitragem apoiados financeiramente pelo Ministério da Justiça OBJETIVO 7 ALINHAMENTO DOS OBJETIVOS OPERACIONAIS DAS DIREÇÕES COM OS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS FIXADOS Aumentar a utilização das estatísticas da Justiça; Consolidar os processos internos de produção das estatísticas da Justiça; Aumentar a qualidade das estatísticas da Justiça. DSEJI Promoção dos Meios de Resolução Alternativa de Litígios. GRAL Contribuir para a eficiência dos centros de arbitragem apoiados financeiramente pelo Ministério da Justiça GRAL 17

18 4. PROJETOS E ATIVIDADES A DESENVOLVER EM Projetos a desenvolver no cumprimento dos Objetivos Estratégicos OBJETIVO ESTRATÉGICO OE 1 Acompanhar e facilitar a definição das políticas no domínio da Justiça no âmbito nacional e internacional/europeu, designadamente através da negociação internacional de instrumentos jurídicos e da elaboração de projetos de atos legislativos e regulamentares, bem como de tratados, convenções, acordos e outros instrumentos internacionais OBJETIVO OPERACIONAL OO Elaborar e participar na feitura de atos legislativos e regulamentares, incluindo os relativos à transposição de direito da União Europeia e de adequação do direito nacional a obrigações decorrentes de instrumentos internacionais N.º 1 INDICADOR Elaboração e envio de contributos para feitura de atos legislativos e regulamentares sempre que seja solicitado (QUAR OB1) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO 90% 100% Submissão ao GMJ RESPONSABILIDADE PL 18

19 OBJETIVO OPERACIONAL OO Acompanhar e facilitar a política internacional/europeia do Estado Português na área da Justiça N.º 1 2 INDICADOR Preparação de pastas para os membros do Governo que participem em reuniões internacionais/europeias que incidam sobre aspetos da Justiça sempre que solicitado (dias antes da reunião) (QUAR OB11) Elaboração de informações sobre propostas legislativas da União Europeia (QUAR OB11) OBJETIVO OPERACIONAL OO Cumprimento do Programa da Presidência Portuguesa da CMJPLOP N.º 1 INDICADOR Rácio entre o número de medidas realizadas / previstas INDICADORES DE REALIZAÇÃO META VALOR MEIO DE CRÍTICO VERIFICAÇÃO Submissão ao Gabinete do 5 7 membro do Governo e/ou ao MNE Rácio entre o número de 80% 100% informações / número de propostas INDICADORES DE REALIZAÇÃO META VALOR MEIO DE CRÍTICO VERIFICAÇÃO Submissão à 85% 100% Direção do Balanço da Presidência RESPONSABILIDADE GRI GRI RESPONSABILIDADE GRI 19

20 OBJETIVO OPERACIONAL OO Rever as comunicações efetuadas por Portugal ao abrigo da legislação da União Europeia N.º 1 INDICADOR Desvio face ao prazo de revisão das comunicações (em semanas) META Semana 44 INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR CRÍTICO MEIO DE VERIFICAÇÃO RESPONSABILIDADE Semana 40 Envio ao MNE GRI OBJETIVO OPERACIONAL OO Compilação de jurisprudência relativamente a alguns instrumentos europeus e internacionais N.º INDICADOR Desvio face ao prazo de compilação, relativamente à jurisprudência nacional (em semanas) Desvio face ao prazo de compilação, relativamente à jurisprudência nacional (em semanas) Desvio face ao prazo de compilação, relativamente à jurisprudência nacional (em semanas) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO Semana Fichas de Semana jurisprudência Semana Fichas de Semana jurisprudência Semana Fichas de Semana jurisprudência RESPONSABILIDADE GRI GRI GRI 20

21 OBJETIVO OPERACIONAL OO Estudo de Avaliação de Impacto Prévio sobre o Regime de Acesso ao Direito e aos Tribunais N.º 1 INDICADOR Desvio face ao prazo de entrega à Direção de relatório preliminar (em semanas) (QUAR OB13) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO Submissão de Semana Semana 50 relatório preliminar 52 à Direção RESPONSABILIDADE PL OBJETIVO ESTRATÉGICO OE 2 Conduzir e/ou coordenar as intervenções/negociações em estruturas de coordenação técnica interministeriais e em organizações e organismos internacionais e europeus na área da Justiça OBJETIVO OPERACIONAL OO 2.1 Participação e/ou acompanhamento nos grupos de trabalho, nos grupos de peritos, comités e outras formações da União Europeia e de organizações e organismos internacionais N.º 1 INDICADOR Percentagem de acompanhamento e participação em grupos de trabalho, nos grupos de peritos, comités e outras formações da União Europeia e de organizações e organismos internacionais (QUAR OB3) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO 70% 100% Rácio entre o número de avaliações realizadas e participadas RESPONSABILIDADE GRI 21

22 OBJETIVO OPERACIONAL OO 2.2 Participação e/ou acompanhamento dos processos de avaliação e monitorização de instrumentos jurídicos internacionais/europeus N.º 1 INDICADOR Percentagem de participação e acompanhamento dos processos de avaliação e monitorização de instrumentos jurídicos internacionais (QUAR OB4) INDICADORES DE REALIZAÇÃO META VALOR MEIO DE CRÍTICO VERIFICAÇÃO Rácio entre o número 75% 100% de solicitações e participações / acompanhamento RESPONSABILIDADE GRI OBJETIVO OPERACIONAL OO 2.3 Participar no desenho do Programa de Estocolmo N.º 1 INDICADOR Desvio face ao prazo de preparação de Informação após apresentação da primeira proposta (em semanas) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE RESPONSABILIDADE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO 10 8 Semanas Submissão à Direção GRI Semanas OBJETIVO OPERACIONAL OO 2.4 Elaborar observações em processos de questões prejudiciais junto do TJUE INDICADORES DE REALIZAÇÃO N.º INDICADOR VALOR MEIO DE RESPONSABILIDADE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO 1 N.º de observações elaboradas 4 6 Envio ao MNE GRI 22

23 OBJETIVO OPERACIONAL OO 2.5 Apresentar proposta que contemple as alterações legislativas impostas por avaliações internacionais respeitantes ao Direito Penal e Processual Penal N.º 1 INDICADOR Desvio face ao prazo de apresentação da proposta (em semanas) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE RESPONSABILIDADE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO Semana Semana 36 Submissão à Direção GRI 39 OBJETIVO ESTRATÉGICO OE 3 Dinamizar a cooperação na área da Justiça OBJETIVO OPERACIONAL OO 3.1 Planear, monitorizar e avaliar a cooperação para o desenvolvimento na área da Justiça N.º 1 INDICADOR Percentagem de atividades realizadas em relação às previstas (QUAR OB15) INDICADORES DE REALIZAÇÃO META VALOR MEIO DE CRÍTICO VERIFICAÇÃO Rácio entre o número de atividades 80% 100% realizadas / número de atividades previstas RESPONSABILIDADE GRI 23

24 OBJETIVO OPERACIONAL OO 3.2 Editar três Newsletters da Cooperação N.º INDICADOR Desvio face ao prazo de edição da 1ª Newsletter (em semanas) Desvio face ao prazo de edição da 2ª Newsletter (em semanas) Desvio face ao prazo de edição da 3ª Newsletter em língua inglesa (em semanas) INDICADORES DE REALIZAÇÃO META VALOR MEIO DE RESPONSABILIDADE CRÍTICO VERIFICAÇÃO Semana 30 Semana 29 Envio de Newsletter GRI Semana 52 Semana 51 Envio de Newsletter GRI Semana 52 Semana 51 Envio de Newsletter GRI OBJETIVO OPERACIONAL OO 3.3 Elaboração dos Guias da Cooperação N.º 1 INDICADOR Desvio face ao prazo de elaboração de Guias (em semanas) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE RESPONSABILIDADE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO Semana Semana 9 Guias de Cooperação GRI 11 24

25 OBJETIVO ESTRATÉGICO OE 4 Consolidar a imagem da DGPJ e reforçar sinergias com os parceiros institucionais, a sociedade civil e a academia OBJETIVO OPERACIONAL OO 4.1 Realização de Encontros de Direito Internacional N.º 1 INDICADOR Número de Encontros de Direito Internacional (QUAR OB5) INDICADORES DE REALIZAÇÃO VALOR MEIO DE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO Realização dos 1 2 encontros (notícia) RESPONSABILIDADE GRI OBJETIVO OPERACIONAL OO 4.2 Realização de consultas públicas sobre novos instrumentos internacionais/europeus INDICADORES DE REALIZAÇÃO N.º INDICADOR VALOR MEIO DE META CRÍTICO VERIFICAÇÃO Consultas inseridas 1 Número de consultas públicas efetuadas (QUAR OB6) 80% 100% no sítio eletrónico da DGPJ RESPONSABILIDADE GRI 25

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