AFRICANIDADES. Cuti, um dos mais significativos poetas de origem africana da atualidade,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AFRICANIDADES. Cuti, um dos mais significativos poetas de origem africana da atualidade,"

Transcrição

1 AFRICANIDADES COMO VALORIZAR AS RAÍZES AFRO NAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva 1 escreveu: Cuti, um dos mais significativos poetas de origem africana da atualidade, Quem conhece meus Nilos de dentro meus rios raízes que regam felizes a carne do Brasil? Pois é, quem conhece as raízes africanas da nossa cultura? Já perceberam que muitas pessoas valorizam como contribuições mais importantes para a cultura brasileira as de origem européia? Este é um julgamento que demonstra preconceito contra os índios, os primeiros habitantes deste país, e contra os africanos e seus descendentes. Mais ainda, demonstra ignorância profunda a respeito desses povos. Quem pensa que somente na Europa e nos Estados Unidos são concebidas idéias, iniciativas, invenções importantes para a humanidade, que somente ali se desenvolvem civilizações, está redondamente enganado. Quantos de nós sabem que: a) o ancestral mais antigo de que a humanidade tem notícia é uma mulher africana, cuja ossada foi encontrada no Quênia? b) Antes de os europeus começarem a escravizar africanos, eles mantinham amistosas relações comerciais com diferentes nações do continente africano? Muito antes da chegada dos europeus, na África floresciam respeitáveis civilizações, como a do Reino do Zimbábue, a do Congo, a do Egito. É difícil lembrar que o a Egito é um país africano, quando imagens nos livros e no cinema representam os antigos egípcios com traços europeus. Quando para as América foram trazidos mulheres e homens escravizados, em diferentes pontos da áfrica em diferentes nações desenvolviam-se sistemas 1 Doutora em Educação Professora do Departamento de Metodologia do Ensino da Universidade Federal de São Carlos - SP

2 de pensamento, chamados na Europa de filosofia; complexas sociedades e formas de governo organizavam-se; avançadas criações tecnológicas eram postas em prática. Como, então, acreditar que pessoas oriundas daquele ambiente tenham esquecido tudo que sabiam, ao serem escravizadas, e que nada trouxeram para o Brasil? Africanidades brasileiras Ao dizer africanidades estamos nos referindo ao legado africano, à herança que mulheres e homens escravizados deixaram par nós, povo brasileiro. Os africanos escravizados, afastados de suas nações, separados de suas famílias, vistos como objetos de uso e de dominação, desenraizados de suas culturas, viram-se provocados a reagir, para manterem-se vivos física e moralmente. E reagir, neste caso, significou fugir, organizar os quilombos, criar todas as formas de resistência, inventar um jeito de ser africano, no Brasil, em meio à opressão e aos desprezo pelo que tinham de mais genuíno: a cor de sua pele e sua cultura. Foi essencial reagir contra as ações e atitudes dos europeus brancos e cristãos que de tudo faziam para lhes impor a sua religião, sua visão do mundo, sua organização econômica e social, o contato entre o africano escravizado e o europeu seu senhor não foi uma experiência de trocas, mas de choque, de imposição, de destruição. Os europeus formaram uma imagem negativa do escravizado e seus descendentes não esqueceram esta imagem, nem se importaram em verificar se correspondia, de fato, à realidade. E ficaram por aí, ainda em nossos dias continuam, dizendo que nós, negros, somos feios, pobres e incapazes de sair desta situação, incultos, porque não partilhamos de suas raízes culturais. Talvez algumas pessoas, ainda se perguntem: - Mas, tudo isto não é verdade? Evidente que não é. Voltemso ao legado africano para a cultura brasileira. O que mesmo herdamos, além da culinária, dos ritmos musicais, do gosto pela dança?

3 Sem dúvida, herdamos uma invejável capacidade de resistência, uma forte e esperançosa crença nas pessoas, em Deus, uma ação criadora capaz de enfrentar as continuadas tentativas de extermínio do povo negro. Vejamos alguns exemplos. A religião, importante lugar de refúgio da identidade africana, encontra, em tradições de diferentes culturas africanas, elementos que levaram os escravizados a africanizar os cultos cristãos, criando as congadas, moçambiques, ensaios. Tais tradições também permitiram o reinventar das religiões nativas que, apesar das incessantes perseguições, impuseram-se e permaneceram nas expressões, por exemplo, do batuque, candomblé, macumba, tambor de minas, umbanda. Hoje, descendentes de africanos e, também, muitos de europeus se reúnem, nos terreiros. Ali, uns e outros, todos, não mais africanos nem europeus, mas brasileiros, vão tendo acesso ao sistema de conhecimentos próprio das religiões afro, através da experiência intensamente vivida. Só tem realmente sentido, ensina Helena Teodoro, o que for aprendido pela ação de cada um, informado e apoiado pelos mais experientes. Aprender, pois, implica trocas entre pessoas e construção de caminhos para aprender, trilhados por cada um. Em outras palavras, aprende-se realmente o que se vive, e muito pouco sobre o que unicamente se ouve falar. Já pensaram a importância disso tudo para as propostas de educação que visam a atingir a população negra, de modo especial, e a população brasileira, de um modo geral? E não ficamos nisso. No seio das religiões afro-brasileiras, os cantos e as danças são formas que permitem o relacionamento com Deus. Temos, no ritmo dos atabaques, das palavras (cantos), dos corpos, uma maneira de organizar e de tornar público os pensamentos, desejos, agradecimentos, as propostas, orações. E dizer que a nossa sociedade considera quase que exclusivamente as expressões de pensamento, feitas pelo raciocínio! Mas as africanidades brasileiras não estão presentes apenas nas religiões afro. Também tecnologias forma transportadas da África e aqui recriadas. Cunha aponta que, na época colonial, materiais para construção de casas, bem como as técnicas de edificação empregadas em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia coincidem com os utilizados na África, no mesmo período. Assinala a presença de

4 formatos de engenhos concebidos em África, na construção de equipamentos para beneficiamento do açúcar. Sublinha a semelhança entre os procedimentos para extração do ouro, durante o período escravista, em África e Brasil. Salienta que a produção de instrumentos de ferro era feita por mestres, escravos africanos. Como se vê, os escravizados não serviram apenas como força de trabalho manual, como insistentemente, até nossos dias, posições racistas fazem crer. Para cá trouxeram ciência e tecnologia, entre outros. Como teria surgido Palmares, se os escravizados não soubessem mais do que realizar atividades braçais? E é evidente que todos temos consciência do significado de Palmares, não só para o povo negro, mas para toda a nação brasielira. E por aí vão as africanidades brasileiras. Temos que aprender a conhecê-las, valoriza-las e a aplicá-las em favor do povo brasileiro. Que proposta pedagógica podemos fazer? Em parte, a solução fica em nossas mãos de educadores, estejamos nas escolas, nos centros comunitários, nas oficinas, em atividades formais e não-formais de educação. Para tanto, é preciso que tenhamos permanente cuidado de aprender e ensinar a história do povo da África e da diáspora. Busquemos apoio em grupos do Movimento Negro, para identificar quais são os interesses do povo negro, seus traços culturais, sua contribuição na construção da nacionalidade brasileira. Busquemos também embasamento em estudiosos que se dedicam ao estudo do negro, sua cultura e sua história. São muitas as denúncias de atitudes racistas a que os descendentes de africanos têm de fazer face. São freqüentes e sempre renovadas. Por exemplo, a Leio do Ventre Livre livrou a criança de se tornar escrava, mas não criou nenhum tipo de apoio para lhe garantir bem estar, desenvolvimento sadio, proteção afetiva e material e, hoje, temos crianças nas ruas, tendo violentamente que sobreviver. Para resolver o problema, a solução mais eficaz que muitos segmentos da sociedade vêm encontrando resume-se numa palavra, extermínio.

5 Extermínio! Luta contra ele tem sido a luta do povo negro, há 500 anos no Brasil. Esta tem que ser uma luta fortemente assumida por todos os educadores, que acreditam ser papel seu o de lutar por justiça. Aqui entram as africanidades brasileiras. Sua valorização e presença deliberada, não casual, em atividade educativas, de lazer, de divulgação de raízes culturais é forma contundente de lutar contra o extermínio, seja ele físico ou psicológico. Esta presença não pode ser uma concessão, um gesto paternalista para o s coitadinhos, mas atitude convicta de cidadãos brasileiros que assumem pela raiz a situação trágica em que a sociedade lança o povo e, sentindo-se povo, a combate, contribuindo para construir uma nação realmente livre, ciosa de suas origens. E como conseguir isto? Estudando, conversando, trabalhando, propondo, arriscando, corrigindo, recomeçando, aprendendo a conhecer outros pontos de vista que não os divulgados como únicos certos. Trabalhar em propostas educativas de interesse dos afro-brasileiros implica combater os próprios preconceitos, os gestos de discriminação tão fortemente enraizados na personalidade dos brasileiros, desejo sincero de superar sua ignorância relativamente à história e à cultura deste povo. Como vamos fazer? Há muito trabalho pela frente. Para quem ainda não o iniciou, começando por participar de eventos de resgate da cultura afro-brasileira, lendo sobre o assunto, discutindo-o, assumindo compromissos com a melhora do currículo escolar. Em frente, pois. E um dia chegaremos a propostas educativas que se construam, levando em conta, também, a cultura afro-brasileira, para todos negros e não-negros. BIBLIOGRAFIA SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves. Africanidades. Revista do Professor, Porto Alegre, p.29-30, out./dez

ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA

ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA Cultura afro-brasileira é o resultado do desenvolvimento da cultura africana no Brasil, incluindo as influências recebidas das culturas portuguesa e indígena que se manifestam

Leia mais

Ser humano, sociedade e cultura

Ser humano, sociedade e cultura Ser humano, sociedade e cultura O ser humano somente vive em sociedade! Isolado nenhuma pessoa é capaz de sobreviver. Somos dependentes uns dos outros,e por isso, o ser humano se organiza em sociedade

Leia mais

COTIDIANO QUILOMBOLA EM MITUAÇU

COTIDIANO QUILOMBOLA EM MITUAÇU COTIDIANO QUILOMBOLA EM MITUAÇU Felipe Agenor de Oliveira Cantalice Universidade Estadual da Paraíba/CH Orientador: Prof. Dr. Waldeci Ferreira Chagas Neste trabalho analisamos o cotidiano dos moradores

Leia mais

DIVERSIDADE CULTURAL: A VALORIZAÇÃO ATRAVÉS DO LÚDICO 1

DIVERSIDADE CULTURAL: A VALORIZAÇÃO ATRAVÉS DO LÚDICO 1 DIVERSIDADE CULTURAL: A VALORIZAÇÃO ATRAVÉS DO LÚDICO 1 Naiara de Souza Araújo 2 Raquel Leandro Portal 3 Resumo O Brasil é um país com uma ampla diversidade cultural que necessita ser valorizada e por

Leia mais

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história

Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Projeto - A afrodescendência brasileira: desmistificando a história Tema: Consciência Negra Público-alvo: O projeto é destinado a alunos do Ensino Fundamental - Anos Finais Duração: Um mês Justificativa:

Leia mais

A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A CULTURA AFRO-BRASILEIRA COMO CONTEÚDO A SER ENSINADO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA Vagner Ferreira Reis 1 ; Jacqueline da Silva Nunes Pereira 2 RESUMO:

Leia mais

Religiosidade Africana

Religiosidade Africana UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRPPG MECM CONHECIMENTO E DIVERSIDADE CULTURAL Religiosidade Africana Douglas Aires GOIÂNIA, 2012 Religião Africana O africano tem a religião como um modo de vida que é caracterizada,

Leia mais

AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL AS REPRESENTAÇÕES DO NEGRO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Rosa Maria Cavalheiro Jefferson Olivatto da Silva UNICENTRO Resumo: No Brasil, a abordagem das questões relacionadas História e Cultura Afro-Brasileira e

Leia mais

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes daqueles que consideramos nossos. Costuma indicar desconhecimento

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana)

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana) Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros (textos e fotos Maurício Pestana) Responsável pelo parecer do Conselho Nacional de Educação que instituiu, há alguns anos, a obrigatoridade do ensino

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 28 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 FORMAÇÃO DE PROFESSORES A PARTIR DA LEI 10.639/03: UMA EXPERIÊNCIA NO PROJETO DE EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NO COTIDIANO ESCOLAR, DESENVOLVIDO PELA

Leia mais

Uma Reflexão Sobre o Surgimento do Candomblé

Uma Reflexão Sobre o Surgimento do Candomblé Uma Reflexão Sobre o Surgimento do Candomblé Os estudos sobre a África e as culturas africanas têm ganhado espaço nas últimas décadas. No Brasil esse estudo começou, basicamente, com Nina Rodrigues em

Leia mais

EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS MÓDULOS IV e V. Profa. Dra. Sueli Saraiva (colaboradora)

EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS MÓDULOS IV e V. Profa. Dra. Sueli Saraiva (colaboradora) EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS MÓDULOS IV e V Profa. Dra. Sueli Saraiva (colaboradora) EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS I MÓDULO IV Discutir sobre a educação das relações étnico-raciais na escola,

Leia mais

18/3/2011 EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE. Temas Principais. Tema 5: Sexualidade em sala de aula Tema 6: Religiosidade e Educação

18/3/2011 EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE. Temas Principais. Tema 5: Sexualidade em sala de aula Tema 6: Religiosidade e Educação Para ajudar a proteger sua privacidade, o PowerPoint impediu o download automático desta imagem externa. Para baixar e exibir esta imagem, clique em Opções na Barra de Mensagens e clique em Habilitar conteúdo

Leia mais

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES

ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES ESCOLA PROFESSOR AMÁLIO PINHEIRO ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO EQUIPE MULTIDISCIPLINAR CULTURA AFRO-DESCENDENTES JUSTIFICATIVA Este projeto tem como objetivo maior: Criar mecanismos para efetivar a implementação

Leia mais

Lei nº 10.639/03 Menos Preconceito na Sala de Aula. Palavras-Chave: Educação, Cultura, Preconceito, Lei 10.639, Africano e Afro-brasileiro.

Lei nº 10.639/03 Menos Preconceito na Sala de Aula. Palavras-Chave: Educação, Cultura, Preconceito, Lei 10.639, Africano e Afro-brasileiro. Lei nº 10.639/03 Menos Preconceito na Sala de Aula Palavras-Chave: Educação, Cultura, Preconceito, Lei 10.639, Africano e Afro-brasileiro. Prof.ª Sonia Helena Carneiro Pinto Justificativa: Este projeto

Leia mais

Como utilizar este caderno

Como utilizar este caderno INTRODUÇÃO O objetivo deste livreto é de ajudar os grupos da Pastoral de Jovens do Meio Popular da cidade e do campo a definir a sua identidade. A consciência de classe, ou seja, a consciência de "quem

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

500 anos: O Brasil Colônia na TV

500 anos: O Brasil Colônia na TV 500 anos: O Brasil Colônia na TV Episódio 5: A Conquista da terra e da gente Resumo O episódio 5, A Conquista da terra e da gente, parte da série 500 anos: O Brasil Colônia na TV, apresenta o processo

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM HISTÓRIA PARA INICIO DE ESCOLARIÇÃO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM HISTÓRIA PARA INICIO DE ESCOLARIÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM CURSO DE PEDAGOGIA HISTÓRIA PARA INICIO DE ESCOLARIÇÃO PLANO DE ENSINO: CULTURA AFRO-BRASILEIRA Do

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Palavras chaves: Ensino da História. Relações étnico-raciais. Formação acadêmica.

O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Palavras chaves: Ensino da História. Relações étnico-raciais. Formação acadêmica. O ENSINO DA HISTÓRIA E A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Nilvaci Leite de Magalhães Moreira¹ Resumo: Mesmo após 12 anos da promulgação da Lei nº 10.639/03, a História e cultura afrobrasileira ainda

Leia mais

Acolhida Memorial/Prazer de Casa Equipes Problematização Vídeo Leitura de Imagem. Livro Texto Atividades complementares Interatividades

Acolhida Memorial/Prazer de Casa Equipes Problematização Vídeo Leitura de Imagem. Livro Texto Atividades complementares Interatividades PAUTA DO DIA Acolhida Memorial/Prazer de Casa Equipes Problematização Vídeo Leitura de Imagem PAUTA DO DIA Livro Texto Atividades complementares Interatividades MEMORIAL 1 Elabore uma lista com as mudanças

Leia mais

A invasão do funk: embates entre racismo e conhecimento na sala de aula

A invasão do funk: embates entre racismo e conhecimento na sala de aula CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS VANESSA COUTO SILVA A invasão do funk: embates entre racismo e conhecimento na sala de aula SÃO PAULO 2012 Introdução Este trabalho buscará uma problematização

Leia mais

O QUE HÁ DE ÁFRICA EM NÓS

O QUE HÁ DE ÁFRICA EM NÓS O QUE HÁ DE ÁFRICA EM NÓS Wlamyra Albuquerque e Walter Fraga SUPLEMENTO DE ATIVIDADES ELABORAÇÃO: Maria Clara Wasserman Mestre em História, especialista em História da Arte e pesquisadora. OS AUTORES Walter

Leia mais

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008

AULA 05. Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 AULA 05 Profª Matilde Flório EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PARA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL PMSP-DOT- 2008 FÁBRICA DE IDÉIAS PEDAGÓGICAS CONCURSO PMSP FUND II 2011 (em parceria com a APROFEM e o Jornal dos Concursos)

Leia mais

A LEI Nº. 10.639/03 NO CURRÍCULOESCOLAR: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRODESCENDENTE

A LEI Nº. 10.639/03 NO CURRÍCULOESCOLAR: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRODESCENDENTE A LEI Nº. 10.639/03 NO CURRÍCULOESCOLAR: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRODESCENDENTE Cícera Nunes ciceranunes@hotmail.com Doutoranda em Educação Brasileira - UFC Professora

Leia mais

COTAS RACIAIS. Lab. 11

COTAS RACIAIS. Lab. 11 COTAS RACIAIS Lab. 11 Cotas Raciais Sistema de cotas, ou cotas raciais: medida governamental que cria uma reserva de vagas em instituições públicas ou privadas para classes sociais mais desfavorecidas.

Leia mais

CARTA À POPULAÇÃO BRASILEIRA Construindo um Projeto Político do Povo Negro para o Brasil

CARTA À POPULAÇÃO BRASILEIRA Construindo um Projeto Político do Povo Negro para o Brasil CARTA À POPULAÇÃO BRASILEIRA Construindo um Projeto Político do Povo Negro para o Brasil Há séculos que estamos em luta. Antes contra a escravidão, hoje enfrentamos a discriminação e o racismo. Os anos

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

Fascículo 2 História Unidade 4 Sociedades indígenas e sociedades africanas

Fascículo 2 História Unidade 4 Sociedades indígenas e sociedades africanas Atividade extra Fascículo 2 História Unidade 4 Sociedades indígenas e sociedades africanas Questão 1 O canto das três raças, de Clara Nunes Ninguém ouviu Um soluçar de dor No canto do Brasil Um lamento

Leia mais

SERRANO, Carlos, WALDMAN, Maurício. Memória d África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007. 327 p.

SERRANO, Carlos, WALDMAN, Maurício. Memória d África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007. 327 p. SERRANO, Carlos, WALDMAN, Maurício. Memória d África: a temática africana em sala de aula. São Paulo: Cortez, 2007. 327 p. Ana Cláudia da SILVA A publicação da Lei Nº. 10.639, de 9 de janeiro de 2003,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca o futuro, sem esquecer as nossas

Leia mais

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA SAGRADA Nº 8 - Mar/15 PRESTA atenção RELIGIÃO! BÍBLIA Apresentação Esta nova edição da Coleção Presta Atenção! vai tratar de um assunto muito importante: Religião. A fé é uma questão muito pessoal e cada

Leia mais

CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE. Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014.

CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE. Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014. CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014. DEDICATÓRIA Para todas as crianças negras e de classes populares que são vítimas das atrocidades

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: ( x ) Fundamental ( ) Médio SÉRIE: _5ª_ TURMA: TURNO: DISCIPLINA: HISTÓRIA PROFESSOR(A): Equipe de História Roteiro e Lista de recuperação

Leia mais

RAÇA BRASIL TEMAS & CÓDIGOS GRUPOS TEMÁTICOS

RAÇA BRASIL TEMAS & CÓDIGOS GRUPOS TEMÁTICOS Personalidade Personalidade Carreira 521 Personalidade Personalidade Perfil 412 Estética Cabelos Femininos 157 Negritude Discriminação Racial 130 Sociedade Eventos 122 Estética Moda Feminina & Masculina

Leia mais

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar

1º Período UNIDADE 1. Exercícios; A aventura de navegar 1º Período UNIDADE 1 A aventura de navegar Produtos valiosos Navegar em busca de riquezas Viagens espanholas Viagens portuguesas Ampliação O dia a dia dos marinheiros Conhecer as primeiras especiarias

Leia mais

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO Área Temática: Educação Coordenador: Adilson de Angelo 1 Autoras: Neli Góes Ribeiro Laise dos

Leia mais

EE DR. LUÍS ARRÔBAS MARTINS

EE DR. LUÍS ARRÔBAS MARTINS QUAL É A NOSSA COR? Sala 3 Interdisciplinar EF I EE DR. LUÍS ARRÔBAS MARTINS Professoras Apresentadoras: DÉBORA CARLA M S GENIOLE ELIZABETH REGINA RIBEIRO FABIANA MARTINS MALAGUTI FERNANDA MARIA DE OLIVEIRA

Leia mais

Cultura. patrimônio. Materiale Imaterial; e diversidade cultural no Brasil

Cultura. patrimônio. Materiale Imaterial; e diversidade cultural no Brasil Cultura Materiale Imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil A diversidade cultural engloba as diferenças culturais que existem entre as pessoas, como a linguagem, danças, vestimenta, tradições

Leia mais

Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati

Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati Paranavaí / / 6º ANO TRADIÇÕES RELIGIOSAS TEXTOS SAGRADOS Se as religiões estão para humanizar

Leia mais

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Patrícia Cristina de Aragão Araújo 1 Thaís de Oliveira e Silva 2 A escola existe

Leia mais

A CAMINHADA DO POVO DE DEUS. Ir. KatiaRejaneSassi

A CAMINHADA DO POVO DE DEUS. Ir. KatiaRejaneSassi A CAMINHADA DO POVO DE DEUS Ir. KatiaRejaneSassi Os desafios da travessia Aqueles que viveram a maravilhosa experiência de conseguir libertar-se da dominação egípcia sentem no deserto o desamparo total.

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais

MISTIFICAÇÃO CARICATA DAS RELIGIÕES DE RAIZ AFRICANA NO QUADRO A GALINHA PRETA PINTADINHA DO PROGRAMA TÁ NO AR: A TV NA TV DA REDE GLOBO

MISTIFICAÇÃO CARICATA DAS RELIGIÕES DE RAIZ AFRICANA NO QUADRO A GALINHA PRETA PINTADINHA DO PROGRAMA TÁ NO AR: A TV NA TV DA REDE GLOBO MISTIFICAÇÃO CARICATA DAS RELIGIÕES DE RAIZ AFRICANA NO QUADRO A GALINHA PRETA PINTADINHA DO PROGRAMA TÁ NO AR: A TV NA TV DA REDE GLOBO José Wanderley Pereira Segundo UERN (wanderley.segundo@hotmail.com)

Leia mais

Relações Étnico-raciais no Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Ementa da Disciplina. Teleaula 1. Conceitos Básicos.

Relações Étnico-raciais no Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Ementa da Disciplina. Teleaula 1. Conceitos Básicos. Relações Étnico-raciais no Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana Teleaula 1 Profa. Dra. Marcilene Garcia de Souza Grupo Uninter Ementa da Disciplina Contextos e conceitos históricos sobre

Leia mais

UMA BREVE SOBRE A PINCESA EMÍLIA DE OYA LAJA E A FORMAÇÃO DA NAÇÃO OYO-JEJE NO RIO GRANDE DO SUL

UMA BREVE SOBRE A PINCESA EMÍLIA DE OYA LAJA E A FORMAÇÃO DA NAÇÃO OYO-JEJE NO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE DO RIO GRANDE PÓS-RS SOCIEDADE, POLÍTICA E CULTURA Polo de Santo Antônio da Padrulha Disciplina: História e gênero ALEXANDRE SILVEIRA DOS REIS RONIE ANDERSON PEREIRA UMA BREVE SOBRE A PINCESA

Leia mais

O nosso jeito de falar, de gesticular, de cultuar e rezar, de ser e de viver, é profundamente marcado pela presença dos africanos no Brasil.

O nosso jeito de falar, de gesticular, de cultuar e rezar, de ser e de viver, é profundamente marcado pela presença dos africanos no Brasil. ATIVIDADE 01 MANIFESTAÇÕES DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA O nosso jeito de falar, de gesticular, de cultuar e rezar, de ser e de viver, é profundamente marcado pela presença dos africanos no Brasil. Com eles

Leia mais

ESPIRITUALIDADE E EDUCAÇÃO

ESPIRITUALIDADE E EDUCAÇÃO Instituto de Educação infantil e juvenil Outono, 2013. Londrina, de. Nome: Ano: Tempo Início: término: total: Edição IX MMXIII texto Grupo A ESPIRITUALIDADE E EDUCAÇÃO Há alguns meses estamos trabalhando

Leia mais

Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9

Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9 Diálogo, bem comum, dignidade para todos - Papa no Congresso dos EUA 9 57 Imprimir 2015-09-24 Rádio Vaticana Francisco no Congresso Americano acolhido com grandes aplausos. É a primeira vez que um Papa

Leia mais

Dia_Logos. café teatral

Dia_Logos. café teatral café Café Teatral Para esta seção do Caderno de Registro Macu, a coordenadora do Café Teatral, Marcia Azevedo fala sobre as motivações filosóficas que marcam esses encontros. Partindo da etimologia da

Leia mais

A Capoeira é uma arte marcial afro-brasileira que iria encontrar suas raízes nos métodos de guerra e danças dos povos africanos no tempo da

A Capoeira é uma arte marcial afro-brasileira que iria encontrar suas raízes nos métodos de guerra e danças dos povos africanos no tempo da CAPOEIRA A Capoeira é uma arte marcial afro-brasileira que iria encontrar suas raízes nos métodos de guerra e danças dos povos africanos no tempo da escravatura no Brasil. No século XVI, Portugal tinha

Leia mais

Candomblé: miscigenação genuinamente brasileira uma visão sobre as influências e comportamentos religiosos na cidade de Jataí 2008

Candomblé: miscigenação genuinamente brasileira uma visão sobre as influências e comportamentos religiosos na cidade de Jataí 2008 Candomblé: miscigenação genuinamente brasileira uma visão sobre as influências e comportamentos religiosos na cidade de Jataí 2008 THIAGO LEANDRO DA SILVA* DANIELLE SOUSA MARQUES** Este trabalho é resultado

Leia mais

OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI.

OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI. OFICINAS CULTURAIS E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NEGRA: PET (Re) CONECTANDO E PREVESTI. Sabrina Silveira Silva Universidade Federal de Uberlândia\FACIP sabrinasilveiramgsasa@hotmail.com Luciane Ribeiro Dias

Leia mais

CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MISSIONÁRIAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO COLÉGIO SANTA CLARA PROJETO: AFRICANIDADE BRASILEIRA

CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MISSIONÁRIAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO COLÉGIO SANTA CLARA PROJETO: AFRICANIDADE BRASILEIRA CONGREGAÇÃO DAS IRMÃS MISSIONÁRIAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO COLÉGIO SANTA CLARA PROJETO: AFRICANIDADE BRASILEIRA SANTARÉM 2010 I- IDENTIFICAÇÃO: COLÉGIO SANTA CLARA DIRETORA: Irmã Gizele Maria Pereira Marinho

Leia mais

SINCRETISMO RELIGIOSO, NATAL FESTEJA IEMANJÁ 1

SINCRETISMO RELIGIOSO, NATAL FESTEJA IEMANJÁ 1 SINCRETISMO RELIGIOSO, NATAL FESTEJA IEMANJÁ 1 Antônio da Silva PINTO Netto 2 Joabson Bruno de Araújo COSTA 3 Giovana Alves ARQUELINO 4 Sebastião Faustino PEREIRA Filho 5 Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações

Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senador Pedro Taques Discurso Manifestações Senhor presidente, Senhoras senadoras, senhores senadores Amigos das redes sociais que também estão nas ruas Estamos em época de competição de futebol. Nosso

Leia mais

Congada PROJETOS CULTURAIS. e ucáçá~o I fa til. Justificativa

Congada PROJETOS CULTURAIS. e ucáçá~o I fa til. Justificativa Congada e ucáçá~o I fa til Justificativa PROJETOS CULTURAIS O Brasil é um país com grande diversidade étnica e cultural. É preciso dar importância e valorizar a cultura dentro e fora da escola, criando

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DOS CANDOMBLÉS PARA A EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ETNICORRACIAIS

CONTRIBUIÇÕES DOS CANDOMBLÉS PARA A EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ETNICORRACIAIS CONTRIBUIÇÕES DOS CANDOMBLÉS PARA A EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ETNICORRACIAIS Lúcio André Andrade da Conceição (IFBA) 1 O Candomblé é um tipo de manifestação religiosa criada pelos negros em nosso país.

Leia mais

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola)

Há muito tempo eu escuto esse papo furado Dizendo que o samba acabou Só se foi quando o dia clareou. (Paulinho da Viola) Diego Mattoso USP Online - www.usp.br mattoso@usp.br Julho de 2005 USP Notícias http://noticias.usp.br/canalacontece/artigo.php?id=9397 Pesquisa mostra porque o samba é um dos gêneros mais representativos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CAPOEIRA COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA CAPOEIRA COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA CAPOEIRA COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR BARROS, Lucas Costa Discente do curso de Educação Física da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva SANTOS, Mariol Siqueira

Leia mais

INDÍGENAS NO BRASIL DEMANDAS DOS POVOS E PERCEPÇÕES DA OPINIÃO PÚBLICA

INDÍGENAS NO BRASIL DEMANDAS DOS POVOS E PERCEPÇÕES DA OPINIÃO PÚBLICA Capítulo 14 EDUCAÇÃO INDÍGENA Conhecimento sobre o recebimento e adequação da educação regular (parâmetros nacionais de educação) nas aldeias indígenas Estimulada e única, em % MACRO REGIÕES PROXIMIDADE

Leia mais

A diáspora africana na América do Sul por imagens

A diáspora africana na América do Sul por imagens A diáspora africana na América do Sul por imagens Marcos Rodrigues 1 jmbr@bol.com.br TAVARES. Julio Cesar de. Diásporas Africanas na América do Sul: uma ponte sobre o Atlântico. GARCIA, Januário (fotografia

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan João Paulo I O NORDESTE COLONIAL Professor Felipe Klovan A ECONOMIA AÇUCAREIRA Prof. Felipe Klovan Portugal já possuía experiência no plantio da cana-de-açúcar nas Ilhas Atlânticas. Portugal possuía banqueiros

Leia mais

Economia e Sociedade Açucareira. Alan

Economia e Sociedade Açucareira. Alan Economia e Sociedade Açucareira Alan Características coloniais gerais Colônia de exploração Existência de Pacto Colonial Monopólio Economia de exportação de produtos tropicais Natureza predatória extrativista,

Leia mais

PROJETO DE ENSINO NA ESCOLA: ASPECTOS GEOGRÁFICOS E PRÁTICAS SOCIAIS AFRICANAS E AFRODESCENDENTES

PROJETO DE ENSINO NA ESCOLA: ASPECTOS GEOGRÁFICOS E PRÁTICAS SOCIAIS AFRICANAS E AFRODESCENDENTES 1 PROJETO DE ENSINO NA ESCOLA: ASPECTOS GEOGRÁFICOS E PRÁTICAS SOCIAIS AFRICANAS E AFRODESCENDENTES Frederico Tristão Cruvinel Silva Moizés Rodrigues da Silva Amanda Regina Gonçalves Introdução Há uma

Leia mais

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC

Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM. Cabelos de axé: identidade e resistência Raul Lody. Editora SENAC ÁFRICA Homens da África Ahmadou Kourouma. Edições SM Ricamente ilustrada por fotos e desenhos, esta obra traça um painel detalhado da vida dos habitantes da África do Oeste: sua tradição oral, detalhes

Leia mais

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano

Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano Professor Sebastião Abiceu Colégio Marista São José Montes Claros MG 6º ano A Bíblia, na parte denominada Antigo Testamento (Torá), é o principal documento da história dos hebreus. Foi escrita ao longo

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE Mesmo não acreditando na Educação Criativa, o professor pode fazer uma experiência para ver o resultado. É o caso da professora deste relato. Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

Leia mais

O Movimento de Jesus

O Movimento de Jesus O Movimento de Jesus Tudo começou na Galiléia Quando Jesus começou a percorrer a Palestina, indo das aldeias às cidades, anunciando a Boa Nova do Evangelho, o povo trabalhador ia atrás dele. A fama de

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 14. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 14. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 14 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua MECANISMOS LEGAIS E INSTITUCIONAIS QUANTO A GÊNERO GENERO Programa Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) Central de Atendimento à

Leia mais

SENHORAS E SENHORES RERESENTANTES DOS DIFERENTES ÓRGAOS E ENTIDADES. SENHORAS E SENHORES TRABALHADORES DE EDUCAÇÃO DESTE CENTRO.

SENHORAS E SENHORES RERESENTANTES DOS DIFERENTES ÓRGAOS E ENTIDADES. SENHORAS E SENHORES TRABALHADORES DE EDUCAÇÃO DESTE CENTRO. SENHORAS AUTORIDADES PRESENTES NESTE ATO DE POSSE. SENHORAS E SENHORES RERESENTANTES DOS DIFERENTES ÓRGAOS E ENTIDADES. SENHORAS E SENHORES TRABALHADORES DE EDUCAÇÃO DESTE CENTRO. CAROS ESTUDANTES E DEMAIS

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMO Filosofia de vida da qual deriva uma atitude crítica frente aos factos e perante a sociedade Tomada de consciência Resposta que conduz à mudança, a partir

Leia mais

O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES

O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES O LUGAR DA INFÂNCIA NA RELIGIÃO DE MATRIZ AFRICANA Jaqueline de Fátima Ribeiro UFF Agência Financiadora: CAPES Resumo O texto em questão é parte da pesquisa em desenvolvimento (mestrado) que tem como objetivo

Leia mais

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA Apresentador 1 Merylin Ricieli

Leia mais

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS Sandra Regina Paes Padula * Gostaria aqui fazer um breve histórico de como surgiu os Direitos Humanos para depois entendermos como surgiu a Educação em Direitos Humanos.

Leia mais

InfoReggae - Edição 17 Grupos: Makala Música & Dança 01 de novembro de 2013. Coordenador Executivo José Júnior

InfoReggae - Edição 17 Grupos: Makala Música & Dança 01 de novembro de 2013. Coordenador Executivo José Júnior O Grupo Cultural AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima de jovens das camadas populares.

Leia mais

Estudo Dirigido História -6 o ano Luciana Corrêa

Estudo Dirigido História -6 o ano Luciana Corrêa Conteúdos do 3º bimestre No 3º bimestre de 2015 estudaremos alguns povos que viveram na Ásia, na África e na Europa entre os séculos VII e XVI. Vamos conhecer um pouco como era a vida dos árabes, malinquês

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 416/2006

RESOLUÇÃO Nº 416/2006 RESOLUÇÃO Nº 416/2006 Regulamenta o Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africanas e dá outras providências. O Conselho de Educação do Ceará CEC, no uso de suas atribuições legais no uso de suas

Leia mais

Os africanos contribuíram para a cultura brasileira em uma

Os africanos contribuíram para a cultura brasileira em uma Cultura Negra Cultura Negra Os africanos contribuíram para a cultura brasileira em uma enormidade de aspectos: dança, música, religião, culinária e idioma. Essa influência se faz notar em grande parte

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO

DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO 1 DIVERSIDADE HISTÓRICA, CULTURAL E LINGUÍSTICA NA EDUCAÇÃO INTRODUCÃO Patrícia Edí Ramos Escola Estadual Maria Eduarda Pereira Soldera São José dos Quatro Marcos Este trabalho tem por objetivo uma pesquisa

Leia mais

RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO

RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO RACISMO NA ESCOLA: O LIVRO DIDÁTICO EM DISCUSSÃO Adriana Rosicléia Ferreira CASTRO Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte/ UERN - CAMEAM Pós-graduanda em Psicopedagogia

Leia mais

Relatório Final do Projeto Institucional de Apoio à Diversidade

Relatório Final do Projeto Institucional de Apoio à Diversidade Relatório Final do Projeto Institucional de Apoio à Diversidade Veja o exemplo de relatório do processo de ensino-aprendizagem apresentado pela professora de uma das turmas da CMEB Mário Leal Silva CMEB

Leia mais

Tipo de atividade: Passeio/visita e redação. Objetivo: Conhecer alguns centros e templos religiosos existentes no bairro/cidade e desenvolver

Tipo de atividade: Passeio/visita e redação. Objetivo: Conhecer alguns centros e templos religiosos existentes no bairro/cidade e desenvolver A série Sagrado é composta por programas que, através de um recorte históricocultural, destacam diferentes pontos de vista das tradições religiosas. Dez representantes religiosos respondem aos questionamentos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 36 Discurso por ocasião do jantar

Leia mais

HISTÓRIA E NARRAÇÃO NEGRA: O DIÁRIO DE CAROLINA MARIA DE JESUS

HISTÓRIA E NARRAÇÃO NEGRA: O DIÁRIO DE CAROLINA MARIA DE JESUS HISTÓRIA E NARRAÇÃO NEGRA: O DIÁRIO DE CAROLINA MARIA DE JESUS Aline Cavalcante e Silva (Bolsista PIBIC/CNPq/UFPB) aline.mbz@hotmail.com Orientador: Dr. Elio Chaves Flores (PPGH/UFPB) elioflores@terra.com.br

Leia mais

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: ELEMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DE UMA PRÁTICA DE FORMAÇÃO DOCENTE

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: ELEMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DE UMA PRÁTICA DE FORMAÇÃO DOCENTE 19 EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: ELEMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DE UMA PRÁTICA DE FORMAÇÃO DOCENTE Alexandre do Nascimento - FAETEC - RJ Resumo No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação,

Leia mais

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Heidi Strecker* A filosofia é um saber específico e tem uma história que já dura mais de 2.500 anos. A filosofia nasceu na Grécia antiga - costumamos dizer - com

Leia mais

LITERATURA AFRICANA: EM BUSCA DE CAMINHOS PARA A DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO

LITERATURA AFRICANA: EM BUSCA DE CAMINHOS PARA A DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO 1 LITERATURA AFRICANA: EM BUSCA DE CAMINHOS PARA A DESCONSTRUÇÃO DO RACISMO Vanuza Oliveira do Carmo (UFS) 1- INTRODUÇÃO Presenciamos atualmente muitas discussões acerca da Lei 10.639 aprovada em janeiro

Leia mais

E Deus viu que tudo era bom

E Deus viu que tudo era bom E Deus viu que tudo era bom Nunca pensei que fosse assim O Livro do Gênesis é o livro mais fascinante da Bíblia e o mais complicado. Foi escrito milhares de anos depois dos fatos que ele narra. Foram vários

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais