Polêmica no Rádio. A Jovem Pan na cobertura das eleições municipais de São Paulo

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1 Polêmica no Rádio. A Jovem Pan na cobertura das eleições municipais de São Paulo VALOIS, SÔNIA da Câmara dos Santos, 6º semestre de jornalismo, Universidade Metodista de São Paulo SP Resumo O estudo aborda a cobertura da Rádio Jovem Pan sobre as eleições municipais de São Paulo em 2004, importantes, pois está em jogo o colégio eleitoral da maior cidade do país. Por outro lado o pleito municipal reproduz a disputa de 2002 e se mostra como um contexto do pleito presidencial de O objetivo da análise é verificar a abordagem feita pela Jovem Pan da campanha eleitoral de José Serra do PSDB e Marta Suplicy do PT no Jornal da Manhã no meses de junho e outubro de 2004, marcando o início e o fim da campanha eleitoral. As relações entre comunicação e política estão cada vez mais presentes na sociedade contemporânea e vem ganhando espaço nos estudos de ciências sociais e ciência política, bem como nos estudos de comunicação. Sendo assim, nos cabe apresentar uma breve introdução sobre o assunto, já que as campanhas eleitorais estão ligadas aos veículos de comunicação. Palavras-chave: Comunicação, política, eleição, Jovem Pan Comunicação e Política A comunicação está presente na sociedade contemporânea, fazendo parte de suas relações sociais, econômicas e políticas. Para Venício de Lima (2004,175), a centralidade da mídia é uma das características mais marcantes do início deste novo milênio. No atual mundo globalizado, a mídia tem se tornado palco das disputas pelo poder político. Estudada especialmente por cientistas sociais e políticos, a comunicação política aparece como um dos temas mais analisados desde praticamente os primórdios dos estudos de teoria da comunicação. * Esse texto é uma versão preliminar da pesquisa que faz parte do grupo Mídia, Política, Democracia e Espaço Público e é orientado pela Pofª Dra. Veronica Patricia Aravena Cortes

2 Antonio Rubim (2000,12) defende a existência de uma zona de fronteira entre os estudos de comunicação e política, pois nota que os cientistas políticos e sociais tendem a atribuir uma posição subalterna à comunicação em sua interlocução com a política. Por outro lado, assegura que os estudiosos da comunicação superestimam o papel da mídia nos estudos políticos. Mesmo com as divergências de enfoque entre os campos da política e da comunicação, na sociedade contemporânea, em que é comum o uso das expressões revolução das comunicações, crise da política, neoliberalismo e democracia, encontra-se um ambiente apropriado para redimensionar o enlace entre comunicação e política (Rubim, 2000, 18) Mídia e Eleições Antonio Rubim apresenta a comunicação como esfera do poder especializado que se defronta com outros poderes, entre eles a política. Para a compreensão do lugar de destaque da comunicação na sociedade contemporânea o autor apresenta o termo Idade Mídia, que caracteriza na contemporaneidade uma sociedade ambientada estruturada pela comunicação. (2000,26) Rubim explica que a relação entre eleições e a mídia é significativa para compreensão de novas configurações políticas na Idade Mídia. Exemplo presente na democracia contemporânea, as eleições são vistas como um rito natural da política, no qual se escolhem dirigentes representativos para o exercício de poderes na sociedade em instituições do Estado executivo, legislativo, em alguns países judiciário e da sociedade civil. Ou seja, as eleições escolhem aqueles que estarão no comando. A escolha de governantes os coloca em lugar privilegiado, mas não assegura permanentemente o poder de governar. Para Rubim, o ato de governar deve ser entendido em situações democráticas como uma disputa constante entre ocupantes do governo (partidos políticos, políticos profissionais e cidadãos) e as necessárias oposições. O rito da eleição é a disputa do poder a partir da qual, em sociedades democráticas, deve resultar a governabilidade. É um momento que apresenta

3 procedimentos em que, nos regimes de democracia, o cidadão concentra sua parcela de poder e delega-o através do voto para um representante político. De acordo com o autor a idéia de representação (em regimes democráticos), mesmo com todas as virtudes e defeitos que contém, está ligada ao ato eleitoral. Sendo assim representação e eleições viabilizam-se mutuamente. Portanto, as eleições legitimam a política em seu caráter representativo. Governo e governantes tornam-se legítimos porque são escolhidos pela população.(2000,92) O autor se refere às eleições como um momento singular da política em vários sentidos: obriga a ampliação do número de participantes da política, permite uma oxigenação do universo político e, em especial dos partidos e dos profissionais da política. Além disso apresenta como característica das eleições a aceleração do ritmo da política. (2000,93-94) Outra particularidade das eleições é a visibilidade social da política. Como acontece periodicamente e em situação democrática, a eleição torna-se um momento esperado socialmente e agendado por mecanismo do campo político. Mais do que isso é um momento bastante publicizado. O autor explica: Periodicidade, publicização e interesse, garantem, desse modo, um agendamento temático manifesto e uma visibilidade especial no momento eleitoral para a política na sociedade.(2000,95) No desenrolar do processo eleitoral, a política aciona seus componentes como candidaturas, programas, partidos e principalmente campanhas. As campanhas são realizadas por meio de comícios em ambientes abertos, passeatas, caravanas e no próprio corpo-a-corpo. Além disso, as campanhas precisam de materiais específicos como panfletos, cartazes, símbolos lembrando que até meados do século XIX, a disputa eleitoral era realizada nas ruas e praças e auxiliada por uma nascente imprensa com limitada repercussão.(2000, 96) Já na época moderna, as eleições passaram a exigir um grande investimento em comunicação. Sendo assim, Rubim observa que o momento eleitoral é um momento privilegiado para o estudo da comunicação e de suas relações com a política. O autor mostra que, já que a sociabilidade encontra-se estruturada e ambientada pela mídia cabe uma reflexão acerca das relações entre eleições e comunicação. Há mutações com novas configurações das eleições na Idade Mídia, mesmo de maneira fragmentária, para explicá-las Rubim lembra Alejandro Alonso, este mostra que nota

4 que durante o século XIX e o início do século XX os comícios eram essência de qualquer campanha eleitoral, sendo que esse papel atualmente é desempenhado pelos meios de comunicação.(2000,96) O Rádio no Brasil O rádio chegou ao Brasil em 1923 com a Sociedade Rádio do Rio de Janeiro, fundada por Roquete Pinto, um etnólogo e escrito no dia 20 de abril de 1923 (Tavares, 1997,53), (Moreira, 1991,15). De acordo com Reynaldo Tavares, a cidade de São Paulo com o seu destino empreendedor e a expansão que experimentava não poderia omitir-se e, contribuído historicamente para o advento da radiofonia brasileira, teve sua primeira rádio, a Sociedade Rádio Educadora Paulista, fundada em 30 de novembro de (Tavares, 1997,53). O rádio consolidou-se e teve sua fase de ascensão na década de 50, conhecida como época de ouro do rádio brasileiro, em que o radiojornalismo nasceu e sua noticia se concretizou como parte efetiva de suas programações, explica Valci Regina Mousquer Zuculoto, em estudo divulgado no I Encontro de Pesquisadores em Jornalismo realizado em Brasília no ano de O papel informativo do rádio é notado desde 1941, quando a Rádio Nacional do Rio de Janeiro iniciou as transmissões do Repórter Esso, programa apresentado por Heron Dominges. O Repórter Esso tinha técnica e estilo de locução jornalística que logo foi imitado por todas emissoras brasileiras.(moreira, 1991,27) Com a consolidação da televisão a partir da década de 60, segue-se a chamada fase vitrolão, em que o veículo chegou a ter sua morte anunciada. Contudo não caiu em obsolescência, apenas transformou-se. Nessa transformação, houve avanços tecnológicos que garantiram a sua sobrevivência, como os aparelhos receptores transistorizados, que substituíram os rádios à válvula e passaram a levar mensagens a qualquer lugar e tempo. Essa evolução representou uma grande vantagem em relação à televisão. (Zuculoto, 2003, 2). Para falar das inovações tecnológicas do rádio, Valci Zuculoto lembra Gisela Ortruwano (1990,83-85), que aponta essas inovações como responsáveis pelas transformações em que o rádio encontrou sua sobrevivência nesse período: instrumentos

5 tecnológicos entre os quais estão o gravador magnético, o transístor a freqüência modulada e as unidades móveis de transmissão. No final dos anos 50 inicia-se a política desenvolvimentista do presidente Jucelino Kubitschek, 50 anos em 5, segue-se um período turbulento, propício para que o radiojornalismo se desenvolvesse. Foi nesse período que Leonel Brizola identificou o poder que o rádio detinha ao utilizá-lo na resistência à primeira tentativa de um golpe contra seu cunhado, no início dos anos 60. A autora explica que, pelo baixo custo e pelas facilidades de transmissão e de recepção, o rádio era o então veículo de massa que demonstrava mais condições de informar. (2003, 3). Valci Zuculoto observa o caráter informativo e destaca sua função jornalística no espaço dado à prestação de serviço e a utilidade pública. Também destaca os aspectos informativos que aparecem na notícia e influenciam seu modo de produção. (2003,3) Eduardo Meditsch, em artigo divulgado no I Encontro de Pesquisadores em Jornalismo, se refere ao ouvinte como consumidor do jornalismo, que além da informação imediata e útil (trânsito e tempo) procura uma atualização do seu conhecimento de mundo nos campo da política, economia, ciência e cultura.(2003,4) A Rádio Jovem Pan A Rádio Jovem, que já completou 60 anos de existência, Pan foi inaugurada, com o nome Rádio Panamericana S. A. por Oduvaldo Vianna e Júlio Cosi. Sua primeira programação foi emitida no dia 3 de maio de A programação inaugural começou às 18h00 na rua São Bento. Em novembro do mesmo ano, a emissora é comprada pelo Doutor Paulo Machado de Carvalho e passa a integrar o Grupo das Emissoras Unidas.(Faria, 2002,11) Em 1945, Paulo Machado de Carvalho Filho assume a direção geral. Em 1946, a Rádio Panamericana passou a dedicar maior parte de seu espaço às transmissões esportivas. Com o aparecimento da televisão, o rádio que até então dominava a atenção das massas sofreu um abalo. Em 1952, Paulo Machado de Carvalho Filho sai da Rádio Panamericana e vai para a Rádio Record. A partir daí, a emissora passa por diversos diretores.

6 No início dos anos 60, a Rádio Panamericana estava relegada a uma das últimas posições de audiência. Nessa época, também uma boa parcela do público passou a se mostrar carente de boa informação. Foi quando a emissora de esportes se renovou radicalmente. Tinha assumido a direção da rádio Antônio Augusto Amaral de Carvalho (Tuta), que imediatamente idealizou suprir a lacuna existente no espaço da informação radiofônica, criando a Jovem Pan (Porchat, 1993, 18). Uma das fases marcantes na trajetória da emissora foi a fase da Jovem Guarda, em que houve maior destaque na música e no esporte, mas foi aí que no jornalismo se acrescentaram os serviços de utilidade pública. Em 1973, o rádio brasileiro ganha prestígio sobre a televisão com a agilidade em transmitir informação: Foi a vantagem de atingir o ouvinte no momento exato em que o fato acontece que deu ao rádio o privilegio de prestar serviços. Ficou para trás o outro veículo que dependia de um outro elemento responsáveis pela audiência. Consolidou-se um novo rádio o rádio dependente de uma nova equipe - que conquistou definitivamente um lugar de honra na comunicação do Brasil. (Faria, 1989, 18). Sônia Virginia Moreira cita a Jovem Pan como exemplo de radiojornalismo. A autora caracteriza a Rádio Jovem Pan de São Paulo como uma emissora que tem se destacado no ramo da cobertura jornalística pelo investimento técnico e de recursos humanos no campo do jornalismo radiofônico. De acordo com Sônia Virginia, o modelo da emissora incentivou a tendência de utilizar equipes de reportagem para realizar coberturas jornalísticas com a utilização de todo um aparato técnico a fim de transmitir informações úteis à população.(1991,47) Ao estudar as transformações da notícia de rádio na fase pós-televisão, Valci Zuculoto cita a Jovem Pan como exemplo: As idéias de rádio, que muito influíram no desenvolvimento do jornalismo radiofônico e na sua notícia, tiveram um impulso em meados da década de 60 com as melhorias nas telecomunicações brasileiras. Via Embratel, por linhas telefônicas e micro-ondas, as emissoras entravam em rede e conseguiram, inclusive fazer transmissões simultâneas o vivo. A Jovem Pan, de São Paulo, naquela época, ainda chamada Rádio Panamericana foi uma das que logo lançou mão deste recurso inovador, colocando-o a serviço do seu então crescente radiojornalismo, especialmente do Jornal de Integração, (Zuculoto 2003, 3) Os anos do regime militar marcaram um período obscuro na história da Rádio Jovem Pan, que passou pela censura de algumas notícias. No início de 1971, a Jovem Pan coordenou o primeiro noticiário de conexão nacional que interligava todo o país.

7 Em julho de 1972, surgiu a Jovem Pan 2, emissora de freqüência modulada. Em 1987, obteve a concessão de um canal de televisão, o canal 16 em UHF. Em 1972, o Jornal de Integração Nacional unia vários pontos do país, com informação do Rio de Janeiro, Natal Manaus, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília, o que representou um avanço em relação ao próprio futuro da comunicação, já que, naquela época as informações em circuito nacional eram defasadas. (Faria, 2002, 28-29) A emissora realizou grandes coberturas na história recente do país como o impeachement do ex-presidente Fernando Collor, o movimento Diretas Já, a morte do presidente Tancredo Neves, os incêndios nos edifícios Andraus e Joelma, entre outros acontecimentos.(faria, 2002,29) A identificação da emissora com a cidade de São Paulo está em seu trabalho de prestação de serviço, descrito pelo Jornalista José, atual diretor e vice-presidente da Jovem Pan: (...) antes de tudo, o cidadão que vive em São Paulo tem de ser um homem bem preparado, não só na sua atividade profissional, mas também para enfrentar a vida e as dificuldades na grande metrópole: - Por isso (diz ele) a Jovem Pan é uma emissora de prestação de serviços, porque através desse trabalho a Pan se transforma no canal de comunicação da população com toda infraestrutura que existe para servir o cidadão. Com a Jovem Pan, as pessoas têm melhores possibilidades de encaminhar seus problemas em busca de solução. Desinformado, o cidadão em São Paulo é uma pessoa sozinha. Por esse motivo a Jovem Pan optou pelo jornalismo de informação e prestação de serviço. Por esse motivo, a Joem Pan optou pela cidade. (Faria, 2002,25) O Jornal da Manhã, (foco do nosso estudo) transmitido pela emissora é um amplo noticiário sobre os acontecimentos do Brasil e do mundo, no qual participam repórteres e entrevistados da área política, econômica e social do país. Começa às 05h00 com os principais destaques do dia. Política, destaques internacionais, economia, consumo, medicina, teatro, cinema, música, esporte e manchetes dos principais jornais norte-americanos são abordados nessa edição. Das 6h00 às 7h00, todas as informações são transmitidas para 95 emissoras afiliadas e mais de 17 milhões de ouvintes através da Rede Jovem Pan SAT. Atualmente, segundo a emissora, ela é a maior rede de rádio do Brasil, que conta com 127 emissoras, tem mais de 20 milhões de ouvintes e alcança cidades.

8 Uma referência no radiojornalismo brasileiro, a Jovem Pan está presente em várias regiões do país pelo sistema SAT, levando informação imediata e correta dos fatos nacionais e internacionais. Foi a primeira emissora de rádio no Brasil a enviar um correspondente para a Europa. Atualmente conta com o trabalho de correspondentes em várias capitais do Brasil e também em outros países como Paris, Nova York e Tókio. A polêmica no Rádio A Rádio Jovem Pan despertou-nos interesse de estudo devido à sua característica de prestação de serviço ao cidadão paulistano. O Jornal da Manhã, nosso objeto de estudo, com sua dimensão nacional é transmitido por meio de 95 emissoras afiliadas. De acordo com apropria emissora são mais de 17 milhões de ouvintes. A polêmica que o Jornal da Manhã causou nessa eleição foi gerada por meio da veiculação de enquête realizada no mês de março de 2004, que perguntou ao ouvinte: Em quem você não votaria para prefeito de São Paulo se a eleição fosse hoje? Essa pergunta causou desconforto ao Partido dos Trabalhadores que moveu um processo contra a Rádio Jovem Pan. A emissora, por determinação judicial suspendeu a divulgação e realização da sondagem. Em setembro de 2004 as enquêtes voltaram a ser veiculadas com a autorização da justiça, pois o Partido dos Trabalhadores desistiu de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral, já que não obteve sucesso nas duas primeiras instâncias. A única restrição feita pela Justiça Eleitoral é que deveria haver o esclarecimento de que a enquête não se trata de pesquisa eleitoral, e sim de um mero levantamento de opinião, de acordo com a reportagem transmitida no dia 15 de setembro de 2004 pela própria emissora. Além dessa polêmica particular, a emissora costuma polemizar assuntos não só políticos, mas de interesse do cidadão paulistano, dando espaço para participação do ouvinte, em assuntos como drogas e saúde por exemplo. Os principais candidatos à prefeitura de São Paulo

9 Marta Suplicy, candidata pelo PT, foi a primeira a disputar uma reeleição na cidade de São Paulo. Marta venceu no segundo turno Paulo Maluf nas eleições de 2000 e contou com o apoio do presidente da República na sua campanha em Foi eleita deputada federal em 1995 pelo PT. Em 1998, disputou o governo do Estado com Mário Covas e Paulo Maluf, mas nem chegou ao segundo turno. José Serra, concorrente de Marta pelo PSDB ficou mais conhecido por ter chegado ao segundo turno enfrentando o presidente Lula na eleição presidencial de Em 2004, ocorreu a terceira disputa de José Serra à prefeitura de São Paulo. A primeira vez aconteceu em 1988, e a segunda em Serra já foi deputado federal, senador, ministro do Planejamento e Ministro da Saúde entre 1995 e 2002, quando deixou o cargo para disputar a eleição presidencial. A administração de Marta Suplicy em São Paulo São Paulo, a maior cidade do país, entrou em 2004 comemorando seus 450 anos e sendo atingida duramente pelos problemas nacionais. Em fevereiro, a taxa de desemprego atingiu 19,8% da população paulistana e postos de trabalho foram eliminados, em São Paulo segundo Seade e Dieese. (Veja, 31/03/04). No último ano da administração Marta Suplicy, a cidade apresentava inúmeros problemas, as enchentes e trânsito ganharam destaque nos jornais. No decorrer de sua administração, a prefeitura realizou diversos trabalhos voltados para periferia, beneficiando os setores populares. De acordo com o Datafolha, em outubro de 2002 Marta atingiu sua maior taxa de aprovação (36%)¹ até aquele momento. Essa aprovação pode ser decorrente do aumento do número de beneficiados pelos programas sociais da prefeitura. Foi nesse período que houve a implantação do Vai-e-Volta, programa assistencial que oferecia transporte, uniforme e material escolar para os alunos da rede municipal de ensino. No final do ano de 2002, ao completar dois anos de governo, o Datafolha mostra que o índice de rejeição da prefeita era de 39%, enquanto 23% da população aprovava seu desempenho. ² Podem ter contribuído para isso as denúncias de irregularidade no 1. Dados consultados no site idem

10 setor de transporte e um novo aumento na tarifa do ônibus. Até o início da gestão, as empresas de ônibus eram subsidiadas e tinham um lucro certo, independente do número de passageiros transportados. Em maio de 2001, a prefeitura cancelou o subsídio. Em 2003 afastou as empresas com irregularidades e fez licitações para o setor. (Veja SP 16/04/2003) As mudanças no setor de transporte ocasionaram demissões, greves e conseqüentemente a insatisfação popular. Em entrevista ao programa Cidade Alerta da TV Record, Marta chamou os empresários das Empresas de ônibus de verdadeiros gangsters e disse que houve pouco caso ao assunto nas duas administrações anteriores à dela. (Folha Online, 7/04/2003). Contudo, o pior momento para Marta foi em março de 2003, quando o Datafolha registrou 45% de reprovação ao seu desempenho. A explicação para o recorde dessa reprovação parecia estar na implantação da taxa de lixo e de iluminação pública. Em outubro de 2003 houve a inauguração de algumas unidades dos CÉUs (Centros Educacionais Unificados), mais um dos trabalhos destinados à periferia, que oferecia educação básica, atividades culturais e esportivas. Um dos conflitos da administração da petista foi a desigualdade de atenção dada à classe média e à periferia. Enquanto implantava CÉUs na periferia, a classe média continuava em segundo plano e deveria se conformar com a plantação de coqueiros imperiais na avenida Faria Lima. Na área da saúde, Marta acabou com o PAS e resgatou o Sistema Único de Saúde. Transferiu ao município a gestão dos postos e hospitais estaduais, o que não representou algum tipo de mudança na qualidade do serviço. (Veja SP, 20/10/2004). A dívida pública foi um dos problemas deixados pela ex-prefeita na cidade de São Paulo. De 2000 a agosto de 2004 a dívida da prefeitura aumentou 38%. A prefeitura contraiu empréstimos no valor de 439 milhões de reais do BID Banco Interamericano de Desenvolvimento e do BNDES Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Nacional. Em outubro a dívida atingiu 29,95 bilhões de reais. (Veja SP, 20/10/2004). Marta foi a primeira prefeita da cidade paulista a disputar a reeleição. E nessa disputa em 2004, Marta iniciou a construção do túnel na avenida Rebouças, obra orçamentada em 150 milhões de reais e contribuiu para o aumento a dívida do município. A implantação do Bilhete Único, do Passa Rápido também fizeram parte da propaganda eleitoral de Marta.

11 No mês de outubro de 2004 a ex-prefeita atingiu seu recorde de aprovação, atingindo 48%, de acordo com o Datafolha,³ contra uma taxa de reprovação de 17%, que marcou uma das menores de todo seu governo. Mas apesar disso, Marta já estava em segundo lugar no primeiro turno e acabou derrotada por José Serra do PSDB no segundo turno. As eleições municipais ao som da Jovem Pan O Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan apresentou uma ampla cobertura das eleições municipais de São Paulo, com destaques em sua programação sobre os assuntos da política não só local, como também nacional, contando com o trabalho dos repórteres correspondentes de Brasília. A emissora destacou no Jornal da Manhã um espaço destinado às eleições, que tinha na vinheta a frase Eleições 2004, na Jovem Pan a cobertura total das eleições municipais. Além desse espaço forneceu inúmeras notas, manchetes, boletins e comentários sobre o tema. Dos assuntos tratados pelo Jornal da Manhã cabe perceber a grande importância concedida à economia. Há diversos momentos, como o espaço Brasil, o País dos Impostos, no qual a emissora fala da carga tributária brasileira, o momento Jovem Pan Bolsa destinado a notícias do mercado financeiro e no espaço O dia-a-dia da economia, na Jovem Pan o nosso rico dinheirinho, além dos comentários de Denise Campos de Toledo e das notícias da economia em geral presentes nos noticiários. O contato imediato e a interatividade da emissora com o ouvinte são notados por meio de enquête e do Espaço para o Ouvinte, espaço utilizado pelos ouvintes para fazer comentários e reclamações. Esse espaço contempla a ansiedade de expressão do cidadão paulistano, portanto pode levar a sociedade à reflexão sobre diversos assuntos, inclusive sobre eleições e prefeitura, como ocorreu no dia 15 de outubro, quando um ouvinte reclamou dos transtornos causados pelas construções realizadas pela prefeitura na cidade. Os comentaristas do Jornal da Manhã desempenham papel importante na 3. Dados consultados no site - dia 01 de janeiro de 2005

12 política local e nacional. São: José Nêumane Pinto Direto ao Assunto comenta notícias sobre os bastidores da política, da economia e assuntos diversos; Fernando José, comentários sobre política; Carlos Chagas A Palavra da Corte, com comentários de fatos políticos de Brasília; Denise Campos de Toledo, sobre economia e Joseval Peixoto, com a opinião da Jovem Pan. A cidade de São Paulo é foco de atenção nas eleições municipais de 2004, pois é a maior cidade do país. Durante a última década, a disputa pelo cargo de prefeito da cidade foi realizada entre petistas e malufistas. Em 2004, a disputa deu-se entre Marta Suplicy e José Serra pelos partidos PT e PSDB, importante na política nacional por serem respectivamente os partidos do presidente da República e do governador do estado. A importância dessa eleição estava nos reflexos que pode trazer na disputa do pleito presidencial em A campanha de Marta e Serra no Jornal da Manhã Nessa versão preliminar da pesquisa limitamos o foco do estudo aos dois candidatos principais, Marta Suplicy e José Serra. O estudo foi feito nos meses de julho e outubro de 2004, marcando o início e o fim da campanha eleitoral. Cabe dizer que a mostra do Jornal da Manhã foi coletada durante a segunda semana de cada mês. O Jornal da Manhã dedicou um espaço maior à candidata petista Marta Suplicy do que ao candidato tucano José Serra. Esse fato pode estar vinculado à prefeitura, considerando que Marta Suplicy ainda ocupava o posto de prefeita no período da campanha. O fato de 2004, o último ano da administração petista, ter sido marcado principalmente por obras que interferiram no trânsito da cidade, além das dívidas e dos empréstimos contraídos pela prefeitura contribuiu para que houvesse um maior número de notícias referentes a Marta Suplicy. O Jornal da Manhã transmitiu ao ouvinte uma imagem agressiva de Marta Suplicy, pois tanto no início como no fim da campanha a candidata foi colocada me posição de ataque, conforme notas transmitidas no dia 13 de julho Prefeita Marta Suplicy inicia troca de farpas com José Serra e diz que candidatura tucana é de baixo nível e Candidatos Paulo Maluf e Marta Suplicy iniciam a segunda semana da campanha atacando tucano José Serra.

13 Mesmo sendo atacada pelos adversários, ao se defender, Marta Suplicy foi colocada sempre em posição de ataque no Jornal da Manhã, o que pode ser observado na nota emitida no dia 16 de julho Candidato a vice de Marta ataca tucanos que criticam os CEUs da prefeita dizendo que são obras caras. Essa observação também pode ser feita na nota do dia 14 de julho Prefeita Marta Suplicy e seu marido Luis Favre entram na justiça contra políticos tucanos, em resposta ao ataque feito durante comício de José Serra pelo deputado estadual Celino Cardoso, o qual afirmou que Marta parecia uma menininha que só pensa em viajar e namorar deixando a cidade de lado, conforme nota divulgada pelo Jornal da Manhã no dia anterior. Contudo, a primeira frase dessa notícia não foi direcionada ao ataque feito pelos tucanos, mas a defesa feita pelos petistas Presidente do PT José Genoíno defende Marta Suplicy e diz que os tucanos estão ficando desesperados. A dívida do município foi destaque no Jornal da Manhã, tanto em julho como em outubro, fato diretamente ligado à candidatura de Marta Suplicy, como se pode notar nas notas do dia 12 de julho A prefeita de São Paulo Marta Suplicy afirmou ontem que vai repactuar a dívida de São Paulo com o presidente Luis Inácio Lula da Silva após as eleições e Futuros prefeitos devem receber cidades em melhores condições financeiras que seus antecessores, a exceção é de São Paulo. Em 14 de julho, o Jornal da Manhã divulgou nota sobre os empréstimos feitos pela prefeitura Dados do BNDES comprovam que prefeituras do PT e da base aliada foram privilegiadas pelo banco no primeiro semestre com a concessão de financiamentos. Enquanto a representação de Marta Suplicy ficou centrada na ofensiva, a imagem de José Serra foi transmitida de um sujeito mais pacífico. Observação que pode ser feita em nota transmitida no dia 13 de Julho Tucano José Serra diz que não responderá a ataques da prefeita Marta Suplicy. O candidato José Serra foi representado em sua campanha eleitoral de uma maneira equilibrada, e sempre preocupado com as questões administrativas do município, conforme nota divulgada pelo Jornal da Manhã respectivamente nos dias 13 e 15 de julho Candidato do PSDB a prefeitura de São Paulo afirmou nesta segundafeira que é preciso uma política de austeridade para reduzir a divida do município e O candidato tucano à prefeitura de São Paulo, José Serra afirmou estar preocupado

14 com o déficit do orçamento da prefeitura em 2003, que foi de 600 milhões de reais, segundo analise do Tribunal de Contas do município. Em outubro, já na disputa do segundo turno, de acordo com as pesquisas de intenção de voto, a vitória de José Serra era quase prevista, conforme notas transmitidas nos dias 11 e 12 Primeira pesquisa Datafolha sobre o 2º turno em São Paulo aponta 51% para José Serra e 39% para Marta Suplicy e Pesquisa Ibope confirma liderança de José Serra na eleição para prefeitura de São Paulo. No fim da campanha, José Serra continuou na posição de contra-ataque no Jornal da Manhã, ou seja, só respondia quando era atacado primeiro. Fato notado na manchete do dia 15 de outubro Em debate tenso, Marta Suplicy parte para o ataque contra José Serra que responde. Os dois candidatos protagonizaram um cabo de guerra, o tucano queria falar de assuntos da cidade e a petista queria assuntos federais em pauta. Os assuntos mais noticiados pelo Jornal da manhã no mês de julho estão relacionados a dívidas e empréstimos realizados pela prefeitura e aos conflitos no início da campanha, colocando Marta Suplicy numa posição de ataque. No mês de outubro, já na disputa ao cargo da prefeitura pelo segundo turno, tiveram destaque no Jornal da Manhã informações sobre pesquisas eleitorais, novas alianças entre partidos derrotados no primeiro turno, mas as notícias sobre dívidas do município e a artilharia entre candidatos continuaram em destaque. Bibliografia: ALBUQUERQUE, Afonso. Advertising ou propaganda? O audiovisual político brasilerio numa perspectiva comparativa. XIII COMPOS, São Paulo ALBUQUERQUE, Andrea Moreira. GOMES, Isaltina Maria de Azevedo Mello. O discurso do medo versus o discurso da esperança A Disputa dos Sentidos Decisiva das Eleições de XIII COMPOS, São Paulo ALONSO, Alejandro Muñoz. Campanas electorales y medios de comunicación.in: Política y nueva comunicación. El impacto de los medios en la vida politica. Madrid, Fundesco, 1989, p ALMOND, gabriel (1990) TheStudof Political Culture.In: Almond, gabriel. A Discipline Divided Schools and Sects in Political Science. Newbury Park, CA, Sage. BACZKO, B (1985). Imaginação Social Enciclopédia Einaud, vol. 5, Lisboa, Imprensa Nacional. BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política. (Obras Escolhidas). São Paulo: Brasiliense. 1986, 2ed FARIA, Álvaro Alves de. JP 50 Anos. São Paulo: Editora Maltese

15 FARIA, Álvaro Alves de. Jovem Pan: a voz do rádio.. São Paulo: Rg Editores, GOMES. Wilson. Sobre a transformação da política na era da comunicação. XIII COMPOS, São Paulo GUAZINA, Lisiane. O Conceito de Mídia na Comunicação e na Ciência Política: Desafios interdisciplinares. Intercom, Porto Alegre, LIMA, Venício de. Mídia, Teoria e Política. São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 2ed MEDITSCH, Eduardo. A recepção portátil da informação no rádio. Especificidades do meio que inaugurou o jornalismo eletrônico. I Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo. Brasília, MELO, Rui de. A Rádio e a Sociedade de Informação.Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa MOREIRA, Sonia Virginia. O Rádio no Brasil: Rio de Janeiro: Rio Fundo Editora ORTRIWANO, Gisela Swetlana. Informação no Rádio. Os Grupos de Poder e a Determinação dos Conteúdos. São Paulo: Editora Summuns PORCHAT, Maria Elisa. Manual de Radiojornalismo Jovem Pan. São Paulo: Editora Ática REIS, Abdréa. Meios de Comunicação e Processo político: o começo de uma pesquisa. Intercom, Porto Alegre, RUBIM, Antônio Carlos Canelas. Comunicação E Política. São Paulo: Hacku Editores TAVARES, Reynaldo C. Histórias Que o Rádio Não Contou. São Paulo: Negócio Editora ZUCULOTO, Valci Regina Mousquer. A transformação da notícia de rádio na fase pós televisão. I Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo. Brasília, WEBER, Maria Helena PEREIRA, Marcos V., COELHO, Marja. O voto, a rua e o palco (questões sobre comunicação & política). XIII COMPOS, São Paulo WILLIAMS, R. (1979). Marxismo e Literatura. Rio de Janeiro, Zahar.

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