2 a SÉRIE LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA. Caderno do Professor Volume 1. Linguagens ENSINO MÉDIO

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1 2 a SÉRIE ENSINO MÉDIO Caderno do Professor Volume 1 LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA Linguagens

2 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO MATERIAL DE APOIO AO CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO CADERNO DO PROFESSOR LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA ENSINO MÉDIO 2 a SÉRIE VOLUME 1 Nova edição São Paulo

3 Governo do Estado de São Paulo Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme Afif Domingos Secretário da Educação Herman Voorwald Secretário-Adjunto João Cardoso Palma Filho Chefe de Gabinete Fernando Padula Novaes Subsecretária de Articulação Regional Rosania Morales Morroni Coordenadora da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores EFAP Silvia Andrade da Cunha Galletta Coordenadora de Gestão da Educação Básica Maria Elizabete da Costa Coordenadora de Gestão de Recursos Humanos Cleide Bauab Eid Bochixio Coordenadora de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional Ione Cristina Ribeiro de Assunção Coordenadora de Infraestrutura e Serviços Escolares Ana Leonor Sala Alonso Coordenadora de Orçamento e Finanças Claudia Chiaroni Afuso Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação FDE Barjas Negri

4 Senhoras e senhores docentes, A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo sente-se honrada em tê-los como colaboradores nesta nova edição do Caderno do Professor, realizada a partir dos estudos e análises que permitiram consolidar a articulação do currículo proposto com aquele em ação nas salas de aula de todo o Estado de São Paulo. Para isso, o trabalho realizado em parceria com os PCNP e com os professores da rede de ensino tem sido basal para o aprofundamento analítico e crítico da abordagem dos materiais de apoio ao currículo. Essa ação, efetivada por meio do programa Educação Compromisso de São Paulo, é de fundamental importância para a Pasta, que despende, neste programa, seus maiores esforços ao intensificar ações de avaliação e monitoramento da utilização dos diferentes materiais de apoio à implementação do currículo e ao empregar o Caderno nas ações de formação de professores e gestores da rede de ensino. Além disso, firma seu dever com a busca por uma educação paulista de qualidade ao promover estudos sobre os impactos gerados pelo uso do material do São Paulo Faz Escola nos resultados da rede, por meio do Saresp e do Ideb. Enfim, o Caderno do Professor, criado pelo programa São Paulo Faz Escola, apresenta orientações didático-pedagógicas e traz como base o conteúdo do Currículo Oficial do Estado de São Paulo, que pode ser utilizado como complemento à Matriz Curricular. Observem que as atividades ora propostas podem ser complementadas por outras que julgarem pertinentes ou necessárias, dependendo do seu planejamento e da adequação da proposta de ensino deste material à realidade da sua escola e de seus alunos. O Caderno tem a proposição de apoiá-los no planejamento de suas aulas para que explorem em seus alunos as competências e habilidades necessárias que comportam a construção do saber e a apropriação dos conteúdos das disciplinas, além de permitir uma avaliação constante, por parte dos docentes, das práticas metodológicas em sala de aula, objetivando a diversificação do ensino e a melhoria da qualidade do fazer pedagógico. Revigoram-se assim os esforços desta Secretaria no sentido de apoiá-los e mobilizá-los em seu trabalho e esperamos que o Caderno, ora apresentado, contribua para valorizar o ofício de ensinar e elevar nossos discentes à categoria de protagonistas de sua história. Contamos com nosso Magistério para a efetiva, contínua e renovada implementação do currículo. Bom trabalho! Herman Voorwald Secretário da Educação do Estado de São Paulo

5 SUMÁRIO Orientação sobre os conteúdos do volume 5 Situações de Aprendizagem 8 Situação de Aprendizagem 1 Rindo se criticam os costumes! 8 Situação de Aprendizagem 2 O que faz de alguém um escritor? 19 Situação de Aprendizagem 3 Para gostar de ler literatura 31 Situação de Aprendizagem 4 E o homem disse: Haja a palavra 49 Situação de Aprendizagem 5 A palavra e o tempo 60 Proposta de questões para aplicação em avaliação 68 Proposta de situações de recuperação 70 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão do tema 72 Situação de Aprendizagem 6 O passado se faz presente 73 Situação de Aprendizagem 7 Tempus fugit! Conte-me um conto fantástico! 87 Situação de Aprendizagem 8 O presente do passado hoje 101 Situação de Aprendizagem 9 O presente faz poesia 114 Situação de Aprendizagem 10 Eu gosto da mulher Proposta de questões para aplicação em avaliação 132 Proposta de situações de recuperação 135 Recursos para ampliar a perspectiva do professor e do aluno para a compreensão do tema 136 Quadro de conteúdos do Ensino Médio 137

6 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 ORIENTAÇÃO SOBRE OS CONTEÚDOS DO VOLUME O objetivo deste Caderno é familiarizar o aluno com o universo de estudo da linguagem nesta nova etapa de seu aprendizado. Consideramos que a língua materna é elemento fundamental na formação psicossocial do indivíduo como um ser que se comunica e, desse modo, desenvolve elos. Ler e escrever não são tarefas simples, mas tampouco dependem de talento especial. O trabalho do professor visará a desenvolver no aluno um olhar sobre a realidade e o cotidiano social a partir da perspectiva da linguagem, em suas diferentes manifestações geográficas e históricas, na compreensão da alteridade linguística e literária. Na reflexão literária, textual e linguística, podemos compreender melhor os caminhos que a palavra toma para nos fazer ser quem somos, hoje, na interação com a herança cultural que nos constitui. Podemos, dessa forma, interrogar o presente e projetar um futuro melhor. Desta forma, sua ação docente começa muito antes de entrar na sala de aula. É importante ter lido e compreendido a Situação de Aprendizagem que se desenvolverá. Inicialmente, delimite o que será considerado em cada aula. Depois, identifique quais as habilidades que devem ser desenvolvidas. A seguir, especifique o que efetivamente deseja que seus alunos aprendam após as atividades propostas. Essa questão não pode ser respondida em termos vagos como que escrevam melhor ou que conheçam melhor a língua portuguesa. Para isso, recorra ao quadro que inicia cada Situação de Aprendizagem. Procure compreender como os conteúdos selecionados desenvolvem, de fato, as habilidades propostas. Agora, estabeleça os papéis do educador e dos alunos. Pergunte-se: O que cabe a cada um de nós? De modo geral, ao professor cabe planejar, preparar, orientar, supervisionar, avaliar e colaborar na interpretação dos textos e outros conhecimentos desenvolvidos em aula. No entanto, o aluno é que deve construir seu conhecimento. Ele deve sentir-se também responsável por seu aprendizado. E ele só fará isso se houver um plano de aula que possibilite prever os movimentos do educador e dos educandos. Nesse processo, desejamos continuar desenvolvendo as cinco competências básicas que alicerçam o Currículo da disciplina de Língua Portuguesa. Competências Dominar a norma-padrão da língua portuguesa e fazer uso adequado da linguagem verbal de acordo com os diferentes campos de atividade; construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos linguísticos, da produção da tecnologia e das manifestações artísticas e literárias; selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas para tomar decisões e enfrentar situações-problema; relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas para construir argumentação consistente; recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para a elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. 5

7 Habilidades gerais Distinguir as diferenças entre leitura de entretenimento e leitura literária; distinguir, em um texto, opiniões, teses e argumentos; posicionar-se criticamente perante o futuro por meio de textos verbais; concatenar sintagmas linguísticos a fim de construir frases e textos; adequar a construção linguística à emissão de opiniões e pontos de vista na produção e recepção de textos; concatenar ideias na estruturação de um texto; elaborar estratégias de leitura de diferentes textos relacionando sentido à urdidura textual; inferir tese, tema ou assunto principal em um texto; compreender a literatura como sistema social em que se concretizam valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional; identificar o valor semântico e estilístico de diferentes elementos linguísticos na construção coesiva de um texto; elaborar estratégias de produção de textos argumentativos. Tais competências e habilidades desenvolvidas contemplam tanto os conteúdos gerais trabalhados a longo prazo como os específicos deste Caderno. Além disso, alguns conteúdos próprios das Situações de Aprendizagem ampliam e aprofundam, neste volume, os conteúdos anteriores. Conteúdos gerais a longo prazo Estratégias de pré-leitura; estruturação da atividade escrita; estratégias de pós-leitura; elaboração de projeto de texto; construção linguística da superfície textual; análise estilística; construção da textualidade; identificação de palavras e ideias-chave em um texto; intencionalidade comunicativa. Conteúdos gerais a médio prazo A linguagem e a crítica de valores sociais; leitura de texto literário: romance; o Romantismo: prosa; o indivíduo e os pontos de vista e valores sociais; valores e atitudes culturais no texto literário; argumentação (oral e escrita), expressão de opiniões. Além desses conteúdos, é importante que ortografia, regência e concordância sejam trabalhadas pertinentemente pelo professor conforme as necessidades que observar na sua turma, de acordo com a avaliação que fizer das produções textuais. Metodologia e estratégias Os conteúdos gerais devem ser trabalhados de forma articulada; não podem ser abordados isoladamente. Por exemplo, diante de um texto opinativo, o professor desenvolverá, com seus alunos, diversas estratégias de pré-leitura antes de iniciar a leitura específica do texto. Fará considerações específicas sobre o indivíduo e os pontos de vista e valores sociais, que permitirão aos alunos ver o texto opinativo como palco da construção de uma identidade que interage socialmente visando a atender, pela produção/recepção textual, a uma intencionalidade comunicativa. Como parte desse processo, realizará exercícios de identificação de palavras e ideias- -chave e chegará então a diferentes estratégias de pós-leitura, que incluirão a estruturação da atividade escrita de um novo texto argumenta- 6

8 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 tivo. Nesse processo de leitura e escrita, é necessária a reflexão estilística das construções morfossintáticas e lexicais empregadas, visando compreender as diferentes possibilidades de construção de sentidos. A articulação entre esses diferentes conteúdos no espaço do gênero textual artigo de opinião constrói o caminho que orientará o professor nas suas diferentes atividades e faz emergir os elementos que se deseja avaliar, dentro de uma perspectiva de processo, que considere a dimensão temporal associada a tais conteúdos, tendo em vista as competências a que se aspira desenvolver. Essas estratégias devem ser utilizadas no ensino não somente dos conteúdos definidos para este volume, mas também daqueles que é preciso retomar continuamente porque são constituídos em prazos mais longos. Avaliação As habilidades e competências desenvolvidas ao longo do ano devem ser pautadas em quatro olhares: 1. processo: olhamos de modo comprometido e profissional o desenvolvimento das atividades de nossos alunos em sala de aula, atentos a suas dificuldades e melhoras; 2. produção continuada: olhamos a produção escrita e outras atividades de produção de textos e exercícios solicitados; 3. pontual: olhamos atentamente a prova individual; 4. autoavaliação: surge da elaboração de propostas que desenvolvam a habilidade do aluno de olhar para seu processo de aprendizagem. Essas diferentes avaliações permitem que retomemos nossas reflexões iniciais, aquelas que tomamos antes de entrar em sala de aula. Podemos analisar os pontos que não foram satisfatoriamente atingidos e que devem ser considerados para o próximo planejamento de aulas. Desse modo, completamos um ciclo iniciado no planejamento de nossas aulas, quando compreendemos as habilidades que nos propusemos desenvolver, determinamos os conhecimentos que deveriam ficar claros e desenvolvemos estratégias que permitiram dividir a responsabilidade pelo processo de ensino e aprendizagem entre professor e alunos. Promovemos atividades dinâmicas o que não significa que sejam sempre engraçadas ou porque os alunos gostam, que desenvolvam habilidades e enredem os alunos na construção dos conhecimentos. 7

9 SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 RINDO SE CRITICAM OS COSTUMES! Esta Situação de Aprendizagem tem por objetivo familiarizar o aluno com a leitura e escrita significativa de textos literários, especialmente com a comédia de costumes. Além disso, desejamos que os alunos possam recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens de sistemas de comunicação e entretenimento para resolver e criticar problemas sociais, encaminhando seu olhar já para a próxima Situação de Aprendizagem. Os conhecimentos gramaticais aprofundam as diferenças entre os períodos simples e composto. Conteúdos e temas: comédia de costumes; períodos simples e composto; texto e contexto social. Competências e habilidades: analisar, em um texto, elementos sintáticos utilizados em sua construção; reconhecer diferentes elementos internos e externos que caracterizam uma comédia de costumes, apropriando-se de tais elementos no processo de construção do sentido literário. Sugestão de estratégias: aula interativa, com a participação dialógica do aluno, com a preparação e conhecimento de conteúdos e estratégias por parte do professor; uso de recursos audiovisuais; atitude de sensibilidade diante da realidade local e do aprendizado como uma elaboração processual e contínua. Sugestão de recursos: livro didático; dicionário de língua portuguesa; recursos de áudio. Sugestão de avaliação: resolução de exercícios; elaboração de cartaz de anúncio de serviços; elaboração de texto teatral. Sondagem Professor, o objetivo desta atividade é despertar a sensibilidade dos alunos para a crítica social presente na arte. Para isso, propomos que parta de uma música que manifesta a crítica social. Consideramos aqui a palavra como possibilidade de construir pontes aparentemente ambíguas, em que o riso permite que se critiquem os costumes. Pensamos em uma música cuja discussão possibilite obter informações que desejamos. Sugerimos Não tem tradução, de Noel Rosa. Não tem tradução O cinema falado é o grande culpado da transformação Dessa gente que sente que um barracão prende mais que o xadrez Lá no morro, seu eu fizer uma falseta 8

10 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 A Risoleta desiste logo do francês e do inglês A gíria que o nosso morro criou Bem cedo a cidade aceitou e usou Mais tarde o malandro deixou de sambar, dando pinote Na gafieira dançar o Fox-Trote Essa gente hoje em dia que tem a mania da exibição Não entende que o samba não tem tradução no idioma francês Tudo aquilo que o malandro pronuncia Com voz macia é brasileiro, já passou de português Amor lá no morro é amor pra chuchu As rimas do samba não são I Love you E esse negócio de alô, alô boy e alô Johnny Só pode ser conversa de telefone. ROSA, Noel. Não tem tradução. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/ pesquisa/detalheobraform.do?select_action=&co_obra=84651>. Acesso em: 17 maio Para você, professor! O Dicionário Houaiss da língua portuguesa (edição eletrônica. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007) define falseta como ato falso, desleal. Já pinote, segundo a mesma fonte, apresenta as seguintes acepções: salto que a cavalgadura dá quando escoiceia/salto, pulo, cabriola/ fuga, escapada/ligeiro passeio; volta. 2. Agora, acompanhe com a classe a audição da letra de música Não tem tradução (de Noel Rosa). Escreva a letra no ca derno; ela será útil para a resolução das próximas questões: Ao ouvir a canção, observe como a escolha das palavras e a construção dos versos facilitam a musicalidade e o ritmo. A seguir, propomos algumas atividades para ampliar essa discussão. 1. O chuchu é definido, entre outros sentidos, como Trepadeira cucurbitácea (Sechium edule); chuchuzeiro, maxixe- -francês, machucho, caxixe ou caiota. Normalmente, a expressão pra chuchu é associada a: a) boa forma física e alimentação saudável. b) falta de bom gosto e de refinamento. c) indicação de grande quantidade. d) má saúde e falta de higiene. a) Que crítica está presente na letra da música? O texto critica o excesso de influência das culturas estrangeiras (especialmente a dos EUA) na brasileira. Essa crítica centra-se no samba, para que não perca seu caráter genuinamente brasileiro. b) Reescreva um verso da canção que confirme o sentido figurado que, em geral, associamos a falseta. Há mais de uma possibilidade de resposta, como: Na gafieira dançar o foxtrote, que poderia ser reescrito Na gafieira, dançar ritmos que não combinam com o samba. As respostas para essa atividade serão múltiplas, mas é interessante que você interfira na 9

11 discussão para complementá-la com algumas informações. 3. Discuta com seu professor e colegas: Onde mais encontramos críticas sociais nos meios de comunicação? Em todos os gêneros publicados na imprensa falada e escrita, na literatura e demais formas de arte. Analisar a pertinência de outras respostas. Como a sociedade encara textos como esse que você acabou de ouvir? A sociedade é múltipla e as opiniões, diversas. Há aqueles que percebem a crítica e se identificam com a intenção do autor, aqueles que ficam indiferentes porque não chegam a percebê-las e aqueles que discordam da crítica feita. O que significa, em sua opinião, o trecho Essa gente hoje em dia que tem a mania da exibição/não entende que o samba não tem tradução no idioma francês? As comédias, as charges, as paródias são gêneros que atraem o público por criticarem os costumes por meio do humor e da ironia. No entanto, é preciso observar a interpretação que o aluno dará ao fragmento, tendo em vista seu conhecimento de mundo, uma vez que o enunciado da atividade dá margem para que ele expresse sua opinião. 4. Complete os espaços com os termos adequados ao sentido do texto, escolhendo entre as palavras do quadro a seguir. Irão sobrar dez palavras. contexto programa intenção possibilidade narrativa lugar escritor público carro meio sentido emocional antiguidade realidade cultura diferente ingênuo crítico outros sociedade A letra de música Não tem tradução, de Noel Rosa, é um bom exemplo de texto que tem preocupações sociais, mas não é o único gênero literário que manifesta tais preocupações. Nenhum texto existe independente do _contexto_ de produção. Todo texto é sempre escrito por alguém com uma determinada intenção em um tempo e lugar. Além disso, os textos são divulgados ao _público_ fazendo uso de um veículo, um meio de comunicação. Tudo isso interage na produção do sentido. Por outro lado, interpretar pode ser um desafio, especialmente se levarmos em conta que todo texto se refere a uma _ realidade_ específica que pode não ser a nossa. Isso é o que ocorre com frequência com a obra literária. A literatura é cultura e nela se manifestam todos os temas: amor, ódio, dúvida, união. Os textos literários convidam- -nos a lançar o nosso olhar crítico sobre a sociedade em que vivemos. Há aqueles que procuram fazer-nos rir... e, com humor, criticam os costumes da sociedade. Roteiro para aplicação da Situação de Aprendizagem 1 Os conteúdos a seguir desenvolvem-se, sempre, em rede e progressivamente durante as aulas. Leia todo este roteiro antes de iniciar as suas aulas. A comédia de costumes Conceituar o gênero literário comédia de costumes valorizando a necessidade de o ser humano registrar sua humanidade pela arte. Períodos simples e composto Conceituar e definir frase, oração e períodos simples e composto, introduzindo a análise entre os diferentes termos que compõem o período. Texto e contexto social Relacionar o texto literário lido a seu contexto social de produção e recepção. 10

12 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 Leia, com seus alunos, o texto a seguir, retirado da peça O juiz de paz da roça, do escritor brasileiro Martins Pena (Disponível em: <http:// ObraForm.do?select_action=&co_obra=2115>. Acesso em: 17 maio 2013). Este trecho mostra um juiz analisando um caso de pessoas simples que moram na roça, no século XIX. Para você, professor! É importante fazer dialogar este texto com a letra de música Não tem tradução: ambos apresentam um ponto em comum a crítica social. Esperamos que os alunos notem isso e que consigam estabelecer o diálogo entre os dois textos. Assim, foque seus esforços nesse diálogo. Neste primeiro momento, é sua a maior responsabilidade pela leitura e interpretação do texto. Espera-se que você: construa um significado global para o texto; una o significado dos comentários com o que já foi dito; inter-relacione a informação do texto em um esquema geral, que pode ser do tipo problema/solução ; conecte o texto com os conhecimentos já constituídos; regule o curso das ações: planejando, supervisionando e avaliando o processo. Neste processo de formar leitores, o professor deve ir se retirando gradativamente, o que apenas pode ser feito com a plena consciência do que se está fazendo. Inicialmente, crie um campo de expectativas para o texto, dizendo algo como: Vamos ler uma peça de teatro em que um juiz, na roça, no século XIX, encontra-se envolvido com alguns problemas com os quais não esperava lidar. Prestem atenção na personalidade desse juiz e pensem em como se dariam as coisas nos dias de hoje. Um juiz na roça: o ontem se fazendo presente 1. Você lerá um trecho do escritor brasileiro Martins Pena ( ). Ele foi escrito em 1833 e faz parte da peça de teatro O juiz de paz da roça. Ao lê-lo, pense no mau uso do poder presente hoje em dia na sociedade. 2. Antes de ler o texto, discuta oralmente em classe: Em que situações as pessoas recorrem a um juiz? Que características espera-se encontrar em um juiz? Professor, não temos como prever as respostas dos estudantes. No entanto, o objetivo principal é que expressem o que pensam, tendo em vista o cruzamento entre o que foi perguntado e seu conhecimento de mundo. 3. Observe as palavras em negrito: O juiz de paz da roça. O juiz de paz da cidade. Responda no caderno: Que diferenças de expectativa ocorrem ao mudar a locução adverbial de lugar da roça para da cidade? Professor, inicialmente, observe se os estudantes entendem o que é um adjunto adverbial. Se não tiverem o conceito, você pode registrar para retomar mais adiante, quando trataremos do tema. Não sabemos quais serão as observações sobre a mudança do adjunto; no entanto, espera-se que tragam elementos ligados à roça e à cidade, que são espaços bastante diversos. Na sequência, propomos uma atividade que poderá ajudá-lo nesse processo. Ao fazer isso, você estabelece um objetivo de leitura e orienta o olhar dos alunos sobre o que é importante no texto. 11

13 O juiz de paz da roça Juiz (assentando-se): Era muito capaz de esquecer. Sr. Escrivão, leia o outro requerimento. Escrivão (lendo): Diz Francisco Antônio, natural de Portugal, porém brasileiro, que tendo ele casado com Rosa de Jesus, trouxe esta por dote uma égua. Ora, acontecendo ter a égua de minha mulher um filho, o meu vizinho José da Silva diz que é dele, só porque o dito filho da égua de minha mulher saiu malhado como o seu cavalo. Ora, como os filhos pertencem às mães, e a prova disto é que a minha escrava Maria tem um filho que é meu, peço a V.S. a mande o dito meu vizinho entregar-me o filho da égua que é de minha mulher. Juiz: É de verdade que o senhor tem o filho da égua preso? José da Silva: É verdade; porém o filho me pertence, pois é meu, que é do cavalo. Juiz: Terá a bondade de entregar o filho a seu dono, pois é aqui da mulher do senhor. José da Silva: Mas, Sr. Juiz... Juiz: Nem mais nem meio mais; entregue o filho, senão, cadeia. José da Silva: Eu vou queixar-me ao Presidente. Juiz: Pois vá, que eu tomarei a apelação. José da Silva: E eu embargo. Juiz: Embargue ou não embargue, embargue com trezentos mil diabos, que eu não concederei revista no auto do processo! José da Silva: Eu lhe mostrarei, deixe estar. Juiz: Sr. Escrivão, não dê anistia a este rebelde, e mande-o agarrar para soldado. José da Silva (com humildade): Vossa Senhoria não se arrenegue! Eu entregarei o pequira. Juiz: Pois bem, retirem-se; estão conciliados. (Saem os dous.) Não há mais ninguém? Bom, está fechada a sessão. Hoje cansaram-me! MARTINS PENA, Luís Carlos. O juiz de paz da roça. Fonte: Ministério da Cultura. Fundação Biblioteca Nacional. Departamento Nacional do Livro. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/detalheobraform.do?select_ action=&co_obra=2115>. Acesso em: 17 maio Responda às seguintes questões no caderno: a) A conduta do juiz revela uma personalidade. Descreva-a. Ele é muito autoritário e não parece realmente interessado em resolver os problemas das pessoas, mas antes prefere se ver livre daqueles que vão até ele. Mais ainda, abusa do poder e ameaça as pessoas que não fazem o que ele quer. b) Que palavras dificultaram sua compreensão do texto? Como você resolveu essa dificuldade? Professor, observe as estratégias que os alunos empregam para resolver suas dúvidas. Se achar oportuno, compartilhe com eles diferentes procedimentos, como a contextualização, uso do dicionário, palavras de mesma familiaridade. 2. Em dupla ou em trio, elaborem um pequeno resumo do texto de Martins Pena, procurando encontrar a crítica social presente nele. Lembrem-se de que resumos não apresentam opiniões, limitam-se apenas a sintetizar as ideias do texto de outros. O Juiz teve de julgar a quem pertencia o filho da égua da mulher do senhor Francisco Antônio: se ao dono da égua ou ao dono do cavalo que a emprenhou. A discussão sobre a quem pertence o potro quase faz que José da Silva vá parar no exército, servir como soldado. 12

14 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 3. O texto de Martins Pena foi escrito no século XIX e mantém a forma de se expressar da época. Isso pode trazer alguns desafios para o leitor do século XXI. Por exemplo, o que você entende quando o texto diz: Sr. Escrivão, não dê anistia a este rebelde, e mande-o agarrar para soldado? Responda no caderno. Professor, explique que agarrar para soldado significa enviar a pessoa para servir no exército, como soldado. Discussão oral O tema do abuso do poder presente em O juiz de paz da roça ainda é atual? Por quê? Que exemplos de sua comunidade você consegue relacionar com o texto lido? Por quê? Que semelhanças encontra entre O juiz de paz da roça e a letra da música Não tem tradução? Professor, observe a pertinência das relações propostas pelos alunos, tendo em vista o texto de Martins Pena e o contexto cultural em que os alunos estão inseridos. No caso da relação entre O juiz de paz da roça e a letra da música Não tem tradução, o fator fundamental é encontrar algum elemento de conexão entre os dois textos. Pode ser a simplicidade das pessoas do morro citado por Noel e da comunidade rural na peça, mas é preciso ver outras possibilidades interpretativas. Para você, professor! O que desejamos com esta atividade? A intertextualidade temática aproxima os dois textos que revelam a presença de duas classes sociais. Neles, a classe poderosa (que valoriza a influência das culturas americana e europeia, na letra da música; a do juiz, na peça) é distanciada da classe mais comum, seja por suas referências culturais, seja pelo cargo que ocupa. A dificuldade de trânsito entre essas duas classes é posta em evidência no fato de a letra da música destacar grupos sociais, como os habitantes de morros, os sambistas, entre outros, que resistem a essa influência ou pelo término da sessão, quando o juiz afirma Hoje cansaram-me!. O título da peça de teatro O juiz de paz da roça faz referência a um cargo de grande responsabilidade e poder. Admitia-se que a pessoa que ocupava o cargo havia estudado muito, feito faculdade de Direito, e mandava nos outros. Ainda mais no século XIX, em que as pessoas tinham poucas oportunidades para estudar. Roça, por outro lado, lembra o campo, um ambiente de pessoas mais simples, que dependiam das ordens vindas da cidade e, geralmente, não tinham tanto estudo como o juiz de paz. Esse contato entre campo e cidade ainda hoje rende piadas. Aprofundando conhecimentos As personagens de costumes são, portanto, apresentadas por meio de traços distintivos, fortemente escolhidos e marcados; por meio, em suma, de tudo aquilo que os distingue vistos de fora. Estes traços são fixados de uma vez para sempre e cada vez que a personagem surge na ação, basta invocar um deles. CANDIDO, A. et al. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, A partir desse contexto, se achar oportuno, comente que Martins Pena critica o mau uso do poder. O tom de comédia do texto deixa a crítica mais leve, mas o leitor pode dar-se 13

15 conta de que, mesmo depois de tanto tempo, o mau uso do poder ainda é um tema atual. Pode ser que o texto pareça antiquado, o enredo talvez trate de acontecimentos que não se veem mais nos dias de hoje, mas o tema do abuso do poder se mantém atual. Isso costuma acontecer com os textos literários. Chamamos de comédia de costumes àquela cujo objetivo é promover a crítica social do homem a partir de suas diferenças de classe social, do meio em que vive e da personalidade. Será fácil exemplificar esse conceito, tão difundido, no teatro do século XIX, no texto de Martins Pena. Comente com seus alunos como a televisão herdou a comédia de costumes: sua presença se faz sentir em telenovelas e em programas humorísticos específicos. Nas próximas atividades, vamos aprofundar as análises do texto de Martins Pena. Voltando ao texto de Martins Pena 1. No texto a seguir, encontramos uma palavra que não pertence a ele. Ela tirou o lugar da palavra problema, que ficou de fora. Identifique essa palavra-penetra! Quando pensamos nos muitos casos que lemos, em jornais e revistas, hoje em dia, de pessoas que abusam do poder e da responsabilidade que têm, fazendo mau uso do seu cargo, podemos pensar que esse espaço não é novo no Brasil. Martins Pena é um exemplo de escritor que se sentiu incomodado com o abuso de poder no seu tempo e o transformou em tema de sua obra literária. A crítica ácida da peça de Martins Pena fazia as pessoas rirem e pensarem na realidade ao seu redor. 2. Para finalizar a atividade a, em duplas ou em trios, escrevam, em uma folha à parte, um final para a peça de teatro que leram. Levem em conta aspectos da época e do lugar. Deixem uma margem à direita de aproximadamente cinco centímetros para futuras anotações. Critérios atitudinais Durante a execução da atividade em sala de aula, observe se o aluno: usa o dicionário e outros compêndios de estudo, tais como gramáticas, para dirimir dúvidas sobre o uso da norma-padrão; mantém-se concentrado na execução da atividade, evitando perturbar ou distrair colegas; é respeitoso ao lidar com os colegas e com você. Critérios de correção Ao corrigir a atividade, leve em conta se o texto: tem aproximadamente 20 linhas; apresenta boa organização e clareza das ideias; mantém-se próximo ao estilo de Martins Pena, manifestando crítica social; apresenta letra legível. 3. Após a escrita do texto, troquem-no com outra dupla e anotem, a lápis, no texto de seus colegas, sugestões para melhorar a escrita. Ao receberem seu texto de volta, observem as opiniões dos colegas. Vocês não são obrigados a aceitá-las, mas verifiquem se, de fato, elas melhorariam o texto. Finalmente, após as mudanças que considerarem oportunas, entreguem-no ao professor. a Atividade adaptada de: LANDEIRA, J. L. Quando as palavras resolvem fazer arte. In: MURRIE, Z. F. (Coord.). Linguagens, códigos e suas tecnologias: livro do estudante: Ensino Médio. Brasília: MEC/Inep, p

16 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 Professor, esse é um momento oportuno para verificar a visão que seus alunos têm do processo de reescrita. Se achar conveniente, antes de propor a atividade, discuta com eles que aspectos, de forma geral, podem ser revisados nesse momento. Pode, mesmo, ser criada uma espécie de tabela, em que se colocam os itens da proposta, aspectos textuais e gramaticais, por exemplo. 4. Depois que o professor devolver o texto corrigido, reescrevam-no seguindo as orientações dadas e devolvam-no para correção final. Professor, procure apontar alguns aspectos que chamam mais sua atenção e, se possível, faça algumas correções na lousa, junto aos estudantes. Avançando nas discussões, adentremos em estudos do texto sob aspectos mais especificamente linguísticos. Estudando a ambiguidade Observe: Acontecendo ter a égua de minha mulher um filho, o meu vizinho José da Silva diz que é dele, só porque o dito filho da égua de minha mulher saiu malhado como o seu cavalo. 1. Por que essa passagem provoca riso em muitos leitores? Pela ambiguidade presente em filho da égua de minha mulher, que pode tanto referir-se ao animal, como ser um termo pejorativo dado àquela senhora. 2. Em classe, faça a leitura dramática do texto. Escolha três alunos para fazerem a leitura. Cada um cuidará de uma personagem. Essa atividade pode ser repetida uma ou duas vezes, para que haja maior participação da turma. É importante, também, discutir com a classe aspectos ligados à oralidade, como ritmo, entonação, aspectos não verbais etc. Estudando coesão textual 1. Observe: [...] embargue com trezentos mil diabos, que eu não concederei revista no auto do processo! O trecho apresenta duas orações: (1) embargue com trezentos mil diabos (2) eu não concederei revista no auto do processo Essas orações estão unidas pelo termo que, o qual estabelece entre elas uma relação de: a) explicação: (2) é a explicação de (1). b) adversidade: (2) é o oposto de (1). c) condição: (2) é condição absolutamente necessária para que ocorra (1). d) tempo: (2) indica quando ocorrerá (1). e) lugar: (2) indica onde ocorrerá (1). Vamos fazer uma breve pausa nesta abordagem ao texto teatral para pensar no conceito de períodos simples e composto. Estudando período simples e o composto 1. Consulte o livro didático para elaborar um pequeno texto expositivo no caderno sobre o tema gramatical frase, oração e período. A produção deve ser individual, mas a pesquisa poderá ser feita em dupla. Professor, é importante ressaltar que se trata de um texto. Assim, espera-se que as explicações sejam parafraseadas e formem um todo articulado. 2. Pense na seguinte situação: Xexéu é o apelido de um rapaz que vive de consertar máquinas de lavar roupa. Ele mudou de bairro e quer ficar conhecido na nova vizinhança. Faz, então, um cartaz anunciando seus serviços no bairro: 15

17 Chegou o Xexéu! Você vai precisar de mim se quiser a roupa limpa! Informações aqui! Elabore no caderno um modelo de cartaz para a esposa de Xexéu, que é costureira. Ele deve ter quatro frases: duas nominais e duas verbais. Das verbais, uma deve ser formada por período simples e a outra, por período composto. Professor, vamos retomar alguns conceitos para discutir essa proposta. Frase é a unidade no texto que termina com um ponto, para indicar que se transmitiu um pensamento completo. O cartaz de Xexéu tem três frases que terminam com ponto de exclamação. Recapitule com seus alunos os três símbolos de pontuação que terminam frases na língua portuguesa: ponto final (.); ponto de interrogação (?); ponto de exclamação (!). Para explicar que as frases podem ser verbais ou nominais, utilize o cartaz como exemplo. Chegou o Xexéu! e Você vai precisar de mim se quiser a roupa limpa! são frases verbais, porque fazem uso de verbos: chegou na primeira e vai precisar e quiser na segunda. Informações aqui! é uma frase nominal, porque nela não aparece nenhum verbo. Explique também os conceitos de oração e de períodos simples e composto. A parte da frase que se organiza ao redor de um verbo ou locução verbal denominamos oração. A frase organizada em orações constitui o período, que pode ser simples, quando formado por apenas uma oração, ou composto, quando formado por duas ou mais orações. Você encontra exemplos de todas essas possibilidades no cartaz de Xexéu: período simples: Chegou o Xexéu! (observe que o período é formado por um verbo, chegou ); período composto: Você vai precisar de mim se quiser a roupa limpa!, formado por duas orações: 1. Você vai precisar de mim (oração constituída a partir da locução ou perífrase verbal vai precisar ). 2. se quiser a roupa limpa (oração constituída a partir do verbo quiser ). É importante lembrar que Informações aqui! não é um período, pois não é formado de orações, uma vez que não apresenta verbo. Trata-se, apenas, de uma frase nominal. Além disso, será conveniente consultar o livro didático adotado para exemplos e informações complementares que julgue conveniente. Aproveitando esse momento avaliativo, propomos atividades que retomam os principais temas vistos nesta Situação de Aprendizagem. 1. O que é uma comédia de costumes? A comédia de costumes é aquela cujo objetivo é promover a crítica social do indivíduo com base nas diferenças de classe social, do meio em que vive e traços de personalidade. 2. Podemos dizer que O juiz de paz da roça, de Martins Pena, ainda é um texto atual? Justifique. O tema do abuso do poder, presente no texto de Martins 16

18 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 Pena, ainda se mantém atual. Basta pensarmos em casos que lemos de pessoas que abusam do poder e da responsabilidade que possuem, fazendo mau uso do seu cargo. 3. Você faria alguma mudança para deixar o texto mais cômico? Qual? Resposta pessoal. Observe, no entanto, a pertinência das propostas apresentadas, destacando os recursos linguísticos selecionados para o efeito que se deseja alcançar. 4. Divida os períodos a seguir em orações e destaque o verbo de cada uma delas: a) A menina aprendeu a lição / e a explicou a seus colegas. b) O carro estava com algum problema, / então o mandaram para a oficina. c) Fui a uma festa, / mas não me diverti muito. d) Saímos muito atrasados, / portanto chegamos tarde ao destino. e) Paulo faltou à prova / porque não estudou a lição. 5. Indique a relação que o conectivo destacado estabelece entre as orações dentro dos períodos a seguir: a) Você se sentirá melhor se fizer a lição de casa. Condição. b) Só pensaremos nisso quando Maísa chegar. Tempo. c) Esta é a casa onde nasceram meus pais. Lugar. d) Paulo amava Mariana, mas ela não queria nada com ele. Oposição. e) Fiz isso porque era necessário. Explicação. 6. Reveja os conteúdos considerados até o momento e elabore uma lista, no caderno, das principais dificuldades que encontrou em seu aprendizado. Retome o quadro-resumo da Situação de Aprendizagem 1 e verifique se as respostas dos alunos remetem aos itens que constam dele. 1. Consulte a lista que fez na seção Lição de casa das principais dificuldades que encontrou em seu aprendizado e responda às questões a seguir no caderno: a) Que conteúdo(s) você gostou de estudar? Por quê? b) Que conteúdo(s) não despertou(aram) seu interesse? c) Que medidas você tomou para superar suas dificuldades na disciplina? Professor, essas atividades são uma valiosa oportunidade para o aluno realizar uma metacognição e você levantar temas que precisem de novas intervenções. Para finalizar os estudos dessa Situação de Aprendizagem, propomos atividades de recapitulação dos estilos de época, vistos na 1 a série do Ensino Médio. Recapitulação do aprendizado da 1 a série do Ensino Médio: estilo de época Consulte o livro didático e as anotações do volume 1 do Caderno da 1 a série do Ensino Médio para resolver as atividades a seguir. 1. Assinale V para Verdadeira ou F para Falsa: a) ( V ) o estilo de um texto é resultado de um modo de ver o mundo. b) ( V ) consideramos estilo o conjunto de procedimentos linguísticos escolhidos pelo autor de um texto. 17

19 c) ( V ) o estilo permite que o leitor reconheça um determinado autor ou uma época. d) ( F ) no decorrer da história da humanidade, os textos literários mantiveram apenas um único estilo: o artístico. e) ( V ) o estilo criado pelo autor para os textos que escreve permite ao leitor identificar quem o escreveu, já que o estilo produz efeito de individualidade. 2. Complete o quadro esquemático a seguir. Período Estilo de época Portugal Brasil África lusófona Trovadorismo - - Medieval (final do século XII ao final do século XV) Humanismo - - Renascimento ou Classicismo Quinhentismo - Clássico (século XVI ao XVIII) Barroco - Arcadismo ou neoclassicismo - Romantismo Moderno (a partir do final do século XVIII) Realismo-naturalismo - Parnasianismo Simbolismo Formação da literatura: tendência romântica Modernismo 18

20 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 O QUE FAZ DE ALGUÉM UM ESCRITOR? Escrever não é uma tarefa fácil e também não é um dom para seres superiores e inspirados por entidades divinas. Qualquer um pode escrever bons textos se devidamente orientado. Claro, desde que haja empenho. Esta atividade tem por objetivo motivar o aluno para a escrita significativa em textos argumentativos, em particular, artigos de opinião. Trata-se de gêneros complexos que facilitam a transição entre o universo escolar e extraescolar. Conteúdos e temas: conceito e definição de argumentação; texto argumentativo: artigo de opinião; conectores: conjunções. Competências e habilidades: distinguir enunciados objetivos e enunciados subjetivos; reconhecer as linguagens como elementos integradores de comunicação. Sugestão de estratégias: aula interativa, com a participação dialógica do aluno, com a preparação e conhecimento de conteúdos e estratégias por parte do professor; uso de recursos audiovisuais; valorização do cotidiano escolar e de um aprendizado ativo centrado no fazer. Sugestão de recursos: livro didático; dicionário de língua portuguesa; filmes; textos de livros extraclasse; mural da escola; comunicados escolares; música. Sugestão de avaliação: resolução de exercícios; elaboração de artigo de opinião. Sondagem Verifique com seus alunos as diferenças entre textos informativos e textos de opinião. Isso permitirá que você avalie o que eles já sabem sobre o assunto a ser estudado. Para isso, sugerimos o seguinte exercício. Notícia ou opinião? 1. Identifique quais dos textos a seguir são parte de uma notícia (ou reportagem) e quais são parte de um artigo de opinião: 1 é artigo de opinião, 2 e 3 são notícias. Trecho I A introdução de espécies geneticamente modificadas no Brasil tem como traço marcante a chancela oficial. [...] No lugar de definir estruturas e procedimentos de biossegurança, o Estado vem agindo no sentido de autorizar liberações sem a adequada análise de riscos ambientais e à saúde, desconsiderando impactos socioeconômicos, recusando o debate com a sociedade e evitando a transparência de suas ações. [...] SALAZAR, Andrea Lazzarini. Transgênicos: crescimento sem limites. Le Monde Diplomatique. Disponível em: <www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=745>. Acesso em: 17 maio Trecho II [...] A discussão em torno da possível criação de uma zona livre da plantação de grãos transgênicos nos Estados do Paraná e de Santa Catarina causou reação do governo do Rio Grande do Sul. Enquanto paranaenses e catarinenses analisam supostas vantagens econômicas com a 19

21 produção de alimentos sem modificação genética, gaúchos apostam que os produtores irão rejeitar determinações contrárias à liberação do cultivo de sementes transgênicas [...]. TORTATO, M.; GERCHMANN, L; MARQUES, J. PR e SC discutem criar zona livre ; RS reage. Folha de S.Paulo, 2 out Trecho III [...] Na última safra, mais de 80% da soja plantada no Estado (RS) foi transgênica. Os agricultores gaúchos esperam a decisão do governo para saber se poderão utilizar sementes do organismo modificado geneticamente para a próxima safra ou não. Publicamente, já disseram que, mesmo que sem permissão, pretendem repetir o uso [...]. Da sucursal de Brasília, Folha de S.Paulo, 18 set Para você, professor! É sempre bom lembrar que nosso objetivo, neste momento, é resgatar as ideias da turma a respeito dos conteúdos que serão tratados, estimulando-os para o aprendizado. O Trecho I é um artigo de opinião e os Trechos II e III são notícias. A questão que está sendo discutida é a produção de alimentos transgênicos. 2. Justifique sua resposta à questão anterior dizendo por que definiu os textos como notícia ou como artigo de opinião. Sugestão de resposta: a notícia apresenta uma informação, um fato, de forma direta e sem expressar opinião. Já o artigo de opinião discute um tema, expressando o ponto de vista do autor marcado no uso de alguns verbos e adjetivos, entre outros recursos. 3. Identifique nos trechos de opinião qual questão está sendo discutida e qual a posi- ção do autor em relação a ela. A questão que está sendo discutida no texto é a produção de alimentos transgênicos. O autor é contra essa produção no Trecho 1. Roteiro para aplicação da Situação de Aprendizagem 2 Conceito e definição de argumentação Conceituar a argumentação, considerando alguns aspectos de seu caráter dialógico e das condições próprias da situação comunicativa concreta (a enunciação). Texto argumentativo: artigo de opinião Conceituar o gênero argumentativo artigo de opinião valorizando as relações entre esse gênero e o mundo do trabalho. Conectores: conjunções Usar de modo reflexivo os conectores, especialmente as conjunções, na produção de um texto argumentativo. Inicialmente, vamos definir o que são enunciados que transmitem fatos e enunciados que transmitem opiniões. Peça aos alunos que acompanhem as frases no Caderno do Aluno. Discussão oral 1. Qual é a diferença entre os dois enunciados a seguir? A Terra é um planeta do sistema solar. O rap é uma música de mau gosto. Professor, a primeira é uma verdade científica atualmente aceita, e a segunda, uma opinião pessoal. 2. Para convencer seus colegas de que você tem razão sobre determinado assunto, o que você faz? 20

22 Língua Portuguesa e Literatura 2ª série Volume 1 Para convencer interlocutores em uma discussão, não basta dar opiniões; é preciso sustentá-las com argumentos. Observar a pertinência de outras respostas, pois os alunos podem indicar outras estratégias. A estrutura sintática é a mesma: Sujeito + verbo de ligação + predicativo do sujeito No entanto, a primeira frase afirma uma verdade científica que, considerando o que sabemos sobre nosso sistema solar até hoje, não será contestada. Nem sequer há necessidade de argumentar a favor ou contra. Trata-se de um fato. Ninguém vai perguntar: Por que você pensa assim?. Já a segunda frase manifesta uma opinião. A expressão de mau gosto pode ser contestada por pessoas que tenham posições diferentes nesse assunto. Não será difícil encontrar quem pergunte: Por que você pensa assim?. Para sustentar a segunda frase é necessário argumentar. Naturalmente, com o passar do tempo, uma opinião pode passar a ser considerada um fato. É o que ocorreu, por exemplo, com a ideia de a Terra ter forma semelhante a uma esfera: originalmente, tal ideia foi tida como absurda por alguns, hoje é considerada um fato inquestionável. O que é argumentar? Argumentar é mais do que simplesmente dar a opinião sobre algo é sustentá-la com argumentos, que são razões, evidências, provas, dados etc. que dão suporte à ideia defendida. BARBOSA, J. P. Sequência didática: artigo de opinião. São Paulo: Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, s/d. Aprofundando conhecimentos Pois toda a argumentação visa à adesão dos espíritos e, por isso mesmo, pressupõe a existência de um contato intelectual. PERELMAN, C.; OLBRECHSTS-TYTECA, L. Tratado da argumentação: a nova retórica. Tradução Maria Ermantinca G. G. Pereira. São Paulo: Martins Fontes, A argumentação produz textos dissertativos (também chamados de dissertativo-argumentativos). Em um texto dissertativo, o objetivo do autor é mostrar para seus leitores que ele tem razão em pensar daquela maneira. ABAURRE, M. L. M. A vida em uma sociedade letrada. In: MURRIE, Z. F. (Coord.). Linguagens, códigos e suas tecnologias: livro do estudante: Ensino Médio. Brasília: MEC/Inep, p Questões controversas O passo seguinte é estudar como isso se realiza em um texto. 1. Leia o trecho a seguir. A redação e o vestibular A redação nos chamados grandes vestibulares não é bem o que se apregoa no Ensino Médio. Para atender ao que Unicamp, Unesp e USP, por exemplo, pedem a seus futuros alunos, o candidato deve conseguir superar o modelo oferecido pela maioria dos colégios e cursinhos. Uma redação que siga uma estrutura muito divulgada de introdução, com resumo do assunto abordado, desenvolvimento genérico do tema proposto e conclusão retomando a 21

23 introdução, consegue no máximo uma nota mediana. Muitas redações mal pontuadas escondem o triste paradoxo de o candidato acreditar que havia feito um bom trabalho. [...] LANDEIRA, J. L. A redação e o vestibular. Folha de S.Paulo, 17 fev Disponível em: <http://www1. folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u739.shtml>. Acesso em: 20 maio Pergunte à classe qual o assunto tratado e a opinião do autor a respeito. Solicite que escrevam essa opinião em uma frase. 2. Responda às questões: a) Qual é o assunto tratado no texto? O texto tem como assunto a redação do vestibular. b) Sobre esse assunto, o autor defende a opinião de que: I. fazer uma boa redação deixou de ser importante para aprovação em vestibulares de instituições sérias de Ensino Superior. II. as técnicas de redação ensinadas pela maioria das instituições educacionais não preparam o aluno para o vestibular. III. os alunos são muito fracos na sua capacidade de aprender e por isso não conseguem fazer boas redações. IV. é obrigação do leitor de uma redação se esforçar para entender o que o autor quis dizer com aquilo que escreveu. Não esqueça que uma boa argumentação exige que se discuta uma questão controversa ou polêmica, ou seja, uma afirmação cuja resposta não seja única, permitindo diferentes posicionamentos. Para você, professor! Os termos discutir e criticar costumam ter um sentido negativo no senso comum: como se fossem sinônimos de brigar e falar mal, respectivamente. Em nossa disciplina, isso está muito longe da realidade, uma vez que ela estimula um diálogo constante, mas devidamente fundamentado. Ou seja, não apenas no achismo, mas nas relações que as ideias estabelecem entre si. Se alguém disser A água é importante para a vida humana, não temos uma questão controversa, pois ninguém, com alguma medida de bom senso, vai questionar essa afirmação. No entanto, se for dito que o trabalho infantil desrespeita os direitos da criança, algumas pessoas concordarão; outras discordarão. Trata-se, certamente, de uma questão controversa. As questões controversas podem tanto ser de caráter particular como geral. A decisão entre ficar com um menino ou uma menina não é uma questão particular e não seria matéria para um artigo de opinião. Entretanto, questões sobre política, assuntos científicos, sociais e culturais são de interesse geral, visto que afetam, de uma forma ou de outra, grande número de pessoas direta ou indiretamente. Além disso, não podemos confundir questão polêmica (ou tese) com assunto. Quando se diz o aborto ou as drogas, não há aí uma questão polêmica, mas um assunto. Sobre aborto e drogas, pode haver as mais diferentes questões polêmicas. Por exemplo: o aborto é um crime; o aborto é uma solução; as drogas prejudicam a saúde humana; as drogas prejudicam a economia de um país. 22

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