PROVAS FINAIS DO 2.º E 3.º CICLO EXAMES FINAIS NACIONAIS DO ES

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1 PROVAS FINAIS DO 2.º E 3.º CICLO EXAMES FINAIS NACIONAIS DO ES NORMA 01/JNE/2013 NORMA 02/JNE/2013 Reunião com aplicadores, 13 de Junho de

2 RESUMO DA NORMA 02/JNE/2013 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO, REAPRECIAÇÃO E RECLAMAÇÃO DAS PROVAS ATENÇÃO Neste resumo, apenas constam os pontos mais importantes da norma 02/JNE/2013, assim como outras informações de interesse.

3 CALENDARIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DO 2º CICLO HORAS Quinta-feira, 20 de Junho 1ª Chamada 2ª Chamada Quinta-feira, 27 de Junho Terça-feira, 2 de Julho Sexta-feira, 5 de Julho 9.30H Português (61) Matemática (62) Português (61) Matemática (62) 3

4 CALENDARIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DO 3º CICLO HORAS Quinta-feira, 20 de Junho 1ª Chamada 2ª Chamada Quinta-feira, 27 de Junho Terça-feira, 2 de Julho Sexta-feira, 5 de Julho 14.00H Português (91) Matemática (92) Português (91) Matemática (92) 4

5 CALENDARIZAÇÃO DOS EXAMES FINAIS DO ES HORAS 1ª Fase 2ª Fase Terça-feira, 18 de Junho HORAS Quarta-feira, 17 de Julho 09.30H 10º/11º anos Biologia e Geologia (702) 14.00H 10º/11º anos Biologia e Geologia (702) 5

6 CALENDARIZAÇÃO DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO 2º CICLO 2013 Disciplina Tipo Duração Calendário Exames/Provas Inglês Escrita +Oral /06 História Escrita 90 18/06 Ciências Naturais Escrita 90 19/06 Ed. Visual Escrita /06 Ed. Tecnológica Escrita +Prática /06 Ed. Musical Escrita +Prática /06 Ed. Física Escrita +Prática /06 Nota: 17 a 28 de Junho 1ª Fase; Este calendário poderá ser ajustado em conformidade com os exames solicitados pelos alunos. 6

7 CALENDARIZAÇÃO DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO 3º CICLO 2013 Disciplina Tipo Duração Calendário Exames Inglês Escrita +Oral /06 Francês Escrita +Oral /06 História Escrita 90 19/06 Geografia Escrita 90 21/06 Ciências Naturais Escrita 90 24/06 Físico-Química Escrita 90 25/06 Ed. Visual Escrita /06 TIC Escrita 90 28/06 Ed. Física Escrita +Prática /06 Nota: 17 a 28 de Junho 1ª Fase; Este calendário poderá ser ajustado em conformidade com os exames solicitados pelos alunos. 7

8 AFIXAÇÃO DOS RESULTADOS Provas finais de ciclo de Português e de Matemática dos 2.º e 3.º ciclos são afixadas a 15 de julho de 2013; 2ª Chamada, a 22 de Julho de Provas de equivalência à frequência da 1ª fase das restantes disciplinas devem ser afixadas até ao dia 15 de julho de RESULTADOS DOS PROCESSOS DE REAPRECIAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO Provas finais de ciclo e das provas de equivalência à frequência da 1ª fase são afixados a 12 de agosto de

9 Matemática - 62 HORÁRIO DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS 9.00h Comparência na escola de professores e alunos. 9.15h Chamada dos alunos na entrada das respetivas salas e leitura de instruções. 9

10 HORÁRIO DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS Português 61; Português 91; Matemática h Comparência na escola de professores e alunos. 9.15h Chamada dos alunos na entrada das respetivas salas e leitura de instruções; Preenchimento do cabeçalho do papel da prova. 9.30h Abertura dos sacos e distribuição dos enunciados. 9.31h Início da prova h Final do tempo regulamentar da prova h Final da tolerância da prova. 10

11 HORÁRIO DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS Biologia e Geologia h Comparência na escola de professores e alunos. 9.15h Chamada dos alunos na entrada das respetivas salas e leitura de instruções; Preenchimento do cabeçalho do papel da prova. 9.30h Abertura dos sacos e distribuição dos enunciados. 9.31h Início da prova h Final do tempo regulamentar da prova h Final da tolerância da prova. 11

12 HORÁRIO DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS A hora de início e de conclusão da prova tem de ser obrigatoriamente escrita no quadro, fazendo também referência ao período de tolerância. Os alunos que pretendam usufruir da tolerância só podem abandonar a sala no final do tempo suplementar. 12

13 MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO Nas disciplinas de Matemática e Português do 2º ciclo as respostas são dadas no próprio enunciado. Na disciplina de Português e Matemática do 3.º ciclo do Ensino Básico e no Exame do Secundário as respostas são dadas em folhas de prova enviadas pela Editorial do Ministério da Educação. O papel de rascunho não pode ser entregue ao examinando, antes da distribuição dos enunciados. É datado e rubricado por um dos professores vigilantes. O aluno apenas pode usar o seu material. 13

14 MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO PORTUGUÊS O examinando apenas pode usar, como material de escrita, caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Não é permitido o uso de dicionário. Não é permitido o uso de corretor. 14

15 MATEMÁTICA MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO O examinando apenas pode usar caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. O uso de lápis só é permitido nas construções que envolvam a utilização de material de desenho. O examinando deve ser portador de: Material especifico de desenho e de medição; Máquina de calcular com que trabalha habitualmente (gráfica ou não). Não é permitido o uso de corretor. 15

16 MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO O secretariado de exames, em conjunto com o professor coadjuvante, define os procedimentos para verificação do material a usar pelos alunos. Tal verificação deve ocorrer, sempre que possível, antes do início da prova, salvaguardando o caso dos alunos referidos no n.º 10.1 em que essa verificação decorre com a maior brevidade, após a sua entrada na sala de exames. 16

17 MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO O papel de rascunho (formato A4) é fornecido pela escola devidamente carimbado e é datado e rubricado por um dos professores responsáveis pela vigilância. O papel de rascunho não pode ser entregue ao examinando antes da distribuição dos enunciados. 17

18 MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO Sempre que um aluno se apresente nas provas finais de ciclo com calculadora com funções diferentes das permitidas, a máquina é retirada e o aluno realiza a prova sem máquina calculadora. Nesta situação, é preenchido obrigatoriamente o Modelo 03/JNE, que fica arquivado na escola para eventual consulta. Caso se venha a confirmar o uso de máquina calculadora com características técnicas diferentes das previstas, a prova de exame é anulada. Os alunos só podem levar para a sala de exame uma única calculadora. 18

19 MATERIAL ESPECÍFICO AUTORIZADO O Secretariado de Exames, em conjunto com o professor coadjuvante, define os procedimentos para verificação do material específico a usar pelos alunos. Compete ao professor coadjuvante proceder a essa verificação, antes do início da prova, salvaguardando o caso dos alunos referidos em em que essa verificação decorre com a maior brevidade, após a sua entrada na sala de exames. 19

20 FUNÇÕES/TAREFAS DO PROFESSOR COADJUVANTE a) Verificar e controlar o material específico, tendo em conta as indicações referidas no n.º 4 desta Norma e de acordo com as Informações Prova Final emitidas pelo GAVE, Informações Prova Final/Exame a nível de escola e Informações Exame/Prova de equivalência à frequência, estas da responsabilidade da escola; b) Transmitir esclarecimentos aos alunos sobre o conteúdo das provas, desde que expressamente comunicados ou autorizados pelo JNE; 20

21 FUNÇÕES/TAREFAS DO PROFESSOR COADJUVANTE c) Divulgar informação junto dos alunos sobre gralhas tipográficas ou erros evidentes, desde que expressamente autorizada pelo secretariado de exames; d) Solicitar pedidos de esclarecimento ao GAVE relativos aos conteúdos da prova e ao JNE sobre todas as outras situações. Para os efeitos previstos nas alíneas b), c) e d) do n.º anterior, é distribuído no início da prova um exemplar do respetivo enunciado ao professor coadjuvante, que fica obrigado ao dever de sigilo durante o período da sua realização. 21

22 SALAS E VIGILÂNCIA A distribuição dos professores vigilantes pelas salas compete ao Diretor da Escola, devendo ser assegurada de modo contínuo a presença na sala de um mínimo de dois professores. 22

23 SALAS E VIGILÂNCIA O professor vigilante só pode sair da sala em caso de força maior, sendo substituído por um professor suplente que permanece na sala de exame até ao fim da prova. Os critérios de distribuição dos alunos pelas salas são definidos pelo Diretor da Escola. Não deve estar mais do que um aluno em cada carteira. 23

24 SALAS E VIGILÂNCIA Na distribuição dos alunos dentro das salas de prova deve acautelar-se a conveniente distância entre eles. Esta distribuição deve respeitar sempre a ordem da pauta de chamada, deixando vagos os lugares correspondentes aos alunos que faltem. Antes do início das provas e exames, durante o período de chamada dos alunos e imediatamente antes da sua entrada na sala de prova, os professores vigilantes devem solicitar aos alunos que efetuem uma auto verificação cuidada a fim de se assegurarem que não possuem qualquer material ou equipamento não autorizado, em particular telemóveis. 24

25 SALAS E VIGILÂNCIA Os alunos não podem ter junto de si quaisquer suportes escritos não autorizados como, por exemplo, livros, cadernos, folhas nem quaisquer sistemas de comunicação móvel como computadores portáteis, aparelhos de vídeo ou áudio, incluindo telemóveis, bips, etc.. Os objetos não estritamente necessários para a realização da prova como mochilas, carteiras, estojos, etc. devem ser recolhidos por elementos da escola ou colocados junto à secretária dos professores vigilantes sendo que os equipamentos de comunicação deverão aí ser colocados devidamente desligados. ATENÇÃO (IMPORTANTE) Qualquer telemóvel ou outro meio de comunicação móvel que seja detetado na posse de um aluno, quer esteja ligado ou desligado, determina a anulação da prova pelo Diretor da Escola. 25

26 SALAS E VIGILÂNCIA É igualmente proibida a utilização de quaisquer sistemas de comunicação móvel nas salas de exames por parte dos professores vigilantes. Nas salas, durante a realização da prova, não é permitida a entrada de outras pessoas para além dos professores designados para a vigilância das provas, elementos da direção, membros do secretariado de exames ou o professor coadjuvante. 26

27 SALAS E VIGILÂNCIA Os inspetores da Inspeção-Geral da Educação e Ciência e da Inspeção Regional de Educação das Regiões Autónomas têm acesso livre e direto às salas de exame. As salas de exame devem permanecer com a porta aberta durante a realização das provas. Os professores vigilantes não podem falar entre si e não podem/devem sentar-se durante a realização da prova. 27

28 MUITO IMPORTANTE SALAS E VIGILÂNCIA A função de vigilante de provas de exame é uma das mais importantes e de maior responsabilidade de todo o processo das provas finais de ciclo e dos exames finais nacionais, já que o não cumprimento rigoroso por parte dos professores vigilantes numa única sala poderá pôr em causa toda uma prova a nível nacional. 28

29 CONVOCATÓRIA DOS ALUNOS Os alunos devem apresentar-se no estabelecimento de ensino 30 minutos antes da hora marcada para o início da prova. A chamada faz-se pela ordem constante nas pautas, 15 minutos antes da hora marcada para o início da prova e devem ser seguidos os procedimentos referidos. 29

30 IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS Os alunos não podem prestar provas sem serem portadores do seu cartão de cidadão/bilhete de Identidade ou de documento que legalmente o substitua, desde que este apresente fotografia. O cartão de cidadão/bilhete de identidade ou o documento de substituição devem estar em condições que não suscitem quaisquer dúvidas na identificação do aluno. Para fins de identificação dos alunos não são aceites os recibos de entrega de pedidos de emissão de cartão de cidadão. Os alunos que apresentem este documento são considerados indocumentados. 30

31 IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS Os alunos indocumentados podem realizar a prova, devendo o secretariado de exames elaborar um auto de identificação do aluno utilizando para o efeito os Modelos 01/JNE e 01-A/JNE, respetivamente, para os alunos que frequentam a escola e para os alunos externos à escola. 31

32 ATRASO NA COMPARÊNCIA DOS ALUNOS O atraso na comparência dos alunos às provas não pode ultrapassar os 15 minutos, após a hora do início das mesmas. A estes alunos não é concedido nenhum prolongamento especial, pelo que terminam a prova ao mesmo tempo dos restantes. Os alunos referidos no número anterior devem, obrigatoriamente, realizar todos os procedimentos de identificação e, em particular, a verificação referida no n.º 5.11 (posse de telemóvel). Após os 15 minutos estabelecidos no número anterior, um dos professores responsáveis pela vigilância deve assinalar na pauta os alunos que não compareceram à prova. 32

33 PREENCHIMENTO DO CABEÇALHO DO PAPEL DE PROVA O seu nome completo, de forma legível e sem abreviaturas; O número do cartão de cidadão/bilhete de identidade e local de emissão, no caso de ser portador de bilhete de identidade; Assinatura, conforme o cartão de cidadão/bilhete de identidade; O nome do estabelecimento de ensino: EBS de Arcozelo. NOTA: Caso haja rasura no preenchimento, a alteração registada tem que ficar legível. Esta alteração deve também ser registada no reverso da parte destacável do cabeçalho, sendo neste local apostas as assinaturas dos professores vigilantes e do aluno. 33

34 Português

35 Matemática 62 (Caderno 1) 35

36 Matemática 62 (Caderno 2) 36

37 Cabeçalho da folha de prova final do 3.º ciclo do ensino básico e exames finais nacionais do ensino secundário Atenção 37

38 PREENCHIMENTO DO CABEÇALHO DO PAPEL DE PROVA Os alunos nacionais e estrangeiros que não tenham cartão de cidadão/bi, devem fazer-se acompanhar do número interno de identificação. Estes alunos devem registar, no local destinado ao número do cartão de cidadão/bilhete de identidade, o número interno de identificação que lhes foi atribuído, indicando, como local de emissão, a referência número interno. 38

39 ADVERTÊNCIAS AOS ALUNOS a) As respostas são dadas nas folhas de prova, ou no próprio enunciado no caso do 6º ano; b) Não podem escrever o seu nome em qualquer outro local para além do cabeçalho; c) Não podem escrever comentários despropositados e/ou descontextualizados, nem mesmo invocar matéria não lecionada ou outra particularidade da sua situação escolar; 39

40 ADVERTÊNCIAS AOS ALUNOS d) Só podem usar caneta/esferográfica de tinta preta/azul indelével; e) Não podem utilizar fita ou tinta corretora para correção de qualquer resposta. Em caso de engano devem riscar; f) A utilização do lápis só é permitida na prova de Matemática, nos exercícios com essa indicação; g) As provas ou parte de provas realizadas a lápis, sem indicação expressa, não são consideradas para classificação; 40

41 ADVERTÊNCIAS AOS ALUNOS h) Devem utilizar a língua portuguesa para responder às questões. i) Não podem abandonar a sala antes de terminado o tempo regulamentar da prova. k) Não podem comer durante a realização das provas de exame. Nota: Aos alunos deve também ser dado a conhecer o disposto na Norma 02/JNE/2013, nos números 19. (Desistência da resolução de prova), 21. (Irregularidades), 22. (Fraudes) e 24.7 (Não aceitação de folhas de rascunho para classificação). 41

42 ABERTURA DOS SACOS DE PROVAS Os sacos são abertos na hora de início dentro das salas de prova pelos professores vigilantes e os enunciados distribuídos aos alunos à mesma hora em todo o estabelecimento de ensino. Os professores vigilantes devem verificar, em momento oportuno, após a distribuição dos enunciados, se o número de exemplares, inscrito no exterior do saco de enunciados, corresponde ao número de provas existentes no seu interior, dando urgente conhecimento ao secretariado de exames caso seja detetada discrepância. 42

43 ABERTURA DOS SACOS DE PROVAS Os esclarecimentos ou erratas, caso existam, são distribuídos conjuntamente com os envelopes contendo os enunciados, para que sejam distribuídos aos alunos, se aplicável. O seu conteúdo deve ser lido de imediato aos alunos, sendo simultaneamente transcrito, na íntegra, no quadro. 43

44 VERIFICAÇÕES A REALIZAR PELOS PROFESSORES VIGILANTES a) Conferir a identidade do examinando face ao seu documento de identificação e verificar se o nome coincide com o da pauta de chamada; b) Verificar o correto preenchimento dos elementos de identificação nos cabeçalhos das provas; c) Rubricar as folhas de resposta no local reservado para o efeito, depois de preenchido o cabeçalho pelo aluno (ambos os cadernos, quando aplicável). d) Verificar, no decorrer da prova, se os alunos se encontram a utilizar lápis na resolução da prova, sendo que qualquer prova ou item de prova cuja resposta se encontre escrita a lápis, sem expressa indicação, não é classificada. 44

45 SUBSTITUIÇÃO DAS FOLHAS DE RESPOSTA As provas cujas respostas são dadas nos próprios enunciados não são substituídas, devendo, em caso de engano, os alunos riscar o que não interessa, sem prejuízo do referido no n.º (rasura de cabeçalho) Sempre que ocorra uma situação que possa eventualmente implicar a transcrição de alguma folha de prova, deve, de imediato, o caso ser comunicado ao responsável de agrupamento de exames que decide do procedimento a adotar, à exceção da transcrição prevista para os alunos com necessidades educativas especiais. As folhas eventualmente inutilizadas são imediatamente rasgadas pelos professores vigilantes na presença do aluno. 45

46 DESISTÊNCIA DE REALIZAÇÃO DA PROVA Em caso de desistência de realização da prova não deve ser escrita pelo aluno qualquer declaração formal de desistência, nem no papel da prova nem noutro suporte qualquer. O aluno não pode abandonar a sala antes do fim do tempo regulamentar da prova. 46

47 ABANDONO NÃO AUTORIZADO DA SALA Se, apesar de advertido em contrário, algum aluno abandonar a sala antes do fim do tempo regulamentar da prova, os professores responsáveis vigilantes devem comunicar imediatamente o facto ao diretor da escola. O diretor toma as providências adequadas para impedir a divulgação da prova por parte do aluno referido no ponto anterior, nomeadamente, não permitindo que este leve consigo o enunciado, a folha de resposta e o papel de rascunho, assegurando que o aluno, em caso algum, volte a entrar na sala de exame. Nesta situação, a prova é anulada pelo diretor, ficando esta em arquivo na escola, para eventuais averiguações. 47

48 IRREGULARIDADES A ocorrência de quaisquer situações anómalas durante a realização da prova deve ser comunicada de imediato ao diretor. A indicação no papel de prova de elementos suscetíveis de identificarem o examinando implica a anulação da prova pelo JNE. A utilização de expressões despropositadas, descontextualizadas ou desrespeitosas no papel da prova pode implicar a anulação da mesma, por decisão do JNE. 48

49 FRAUDES Compete aos professores vigilantes suspender imediatamente as provas dos alunos e de eventuais cúmplices que, no decurso da sua realização, cometam ou tentem cometer inequivocamente qualquer fraude, não podendo esses alunos abandonar a sala até ao fim do tempo da sua duração. A situação referida no número anterior deve ser imediatamente comunicada ao diretor da escola, a quem compete a sua anulação. 49

50 PRESTAÇÃO DE ESCLARECIMENTOS ATENÇÃO Aos professores vigilantes são rigorosamente interditos quaisquer procedimentos que possam ajudar os alunos a resolver a prova. 50

51 RECOLHA DAS FOLHAS DE RESPOSTA a) No final da 1.ª parte recolhem o Caderno 1 e calculadoras, mantendo-se os alunos no seu lugar (Matemática 62/52); b) Procedem à sua conferência pela pauta de chamada; c) Verificam se alguma prova ou parte de prova se encontra indevidamente escrita a lápis; d) No final da 2.ª parte da prova recolhem o Caderno 2, o qual deverá ser anexo ao respetivo Caderno 1, enquanto os alunos se mantêm nos seus lugares; 51

52 RECOLHA DAS FOLHAS DE RESPOSTA e) Verificam se alguma prova ou parte de prova se encontra indevidamente escrita a lápis; f) Autorizam finalmente a saída dos alunos, sem prejuízo do referido nos n.ºs 24.4 e (atenção) g) Colocam as provas (Caderno 1 e Caderno 2) e restante documentação em envelopes, tendo em conta que a cada turma/pauta corresponde um envelope. 52

53 RECOLHA DAS FOLHAS DE RESPOSTA a) No final da prova/exame, recolhem as folhas de resposta ; b) Procedem à sua conferência pela pauta de chamada; c) Verificam se alguma prova ou parte de prova se encontra indevidamente escrita a lápis; d) Autorizam finalmente a saída dos alunos, sem prejuízo do referido nos n.ºs 24.4 e (slide seguinte) e) Colocam as provas e restante documentação em envelopes, tendo em conta que a cada turma/pauta corresponde um envelope. 53

54 RECOLHA DAS FOLHAS DE RESPOSTA No caso de os professores vigilantes detetarem alguma prova ou parte de prova escrita a lápis deverão solicitar apoio ao secretariado de exames, que providencia a possibilidade de os alunos, logo a seguir ao termo da prova, poderem rescrever as respostas a caneta; Para o efeito referido no número anterior os alunos em causa deverão permanecer na sala de prova após a saída de todos os restantes alunos e efetuar a reescrita a caneta na presença dos dois professores vigilantes e de um elemento do secretariado de exames, devendo ser assegurado que o aluno respeita integralmente o texto escrito por si a lápis durante a prova; 54

55 RECOLHA DAS FOLHAS DE RESPOSTA As folhas de rascunho não são recolhidas, já que em caso algum podem ser objeto de classificação. Os professores responsáveis pela vigilância entregam ao secretariado de exames as folhas de resposta, a pauta de chamada e os enunciados não utilizados. 55

56 Agradecemos a vossa compreensão e atenção! Obrigado! 56

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