Porquê uma Campanha Nacional contra o Trabalho não Declarado?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Porquê uma Campanha Nacional contra o Trabalho não Declarado?"

Transcrição

1

2 Porquê uma Campanha Nacional contra o Trabalho não Declarado? O trabalho não declarado é um flagelo aumenta o risco de pobreza dos trabalhadores e favorece condições de trabalho potencialmente perigosas. Prejudica a segurança do emprego, o acesso dos trabalhadores às pensões e aos cuidados de saúde. Priva os governos de receitas fiscais e de segurança social. Os governos, os empregadores e os sindicatos devem cooperar, a nível da UE, para prevenir e desencorajar o trabalho não declarado. László Andor, Comissário para o Emprego, Assuntos Sociais e Inclusão

3 Economia não registada em Portugal Ano ENR/PIB oficial , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,51 Ano ENR/PIB oficial , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,74 Fonte: Observatório de Economia e Gestão de Fraude

4 Economia não registada em Portugal Figura 1. Peso da ENR no PIB oficial (em %), entre , em Portugal y = 0,3348x + 10,771 R² = 0, Fonte: Observatório de Economia e Gestão de Fraude

5 Economia não registada (ENR) em Portugal Tabela 4 Peso do défice no PIB em diferentes cenários, para 2012 PIB Oficial Total sem ENR (a) Total com peso da ENR igual à média da OCDE (b) Défice público Oficial Sem ENR e aplicando uma taxa média de imposto de 20% à ENR (c) Com peso da ENR igual à média da OCDE e aplicando uma taxa média de imposto de 20% à ENR (d) Oficial -6,43% Peso = Défice / PIB Sem ENR e sem cobrança adicional de impostos (e) -5,07% Sem ENR e aplicando uma taxa média de imposto de 20% à ENR (f) -0,85% Com peso da ENR igual à média da OCDE e aplicando uma taxa média de imposto de 20% à ENR (g) -3,77% Notas: (a) = * O peso da (b) = ENR * no (1+(26,74%-16.4%)) PIB oficial em Portugal evoluiu desde 9.23% em 1970, até 25.49% (c) = %*26,74%* em 2011 e 26.74% em 2012 (d) = %* * (26.74%-16.4%) (e) = / Na ausência de ENR o peso do défice no PIB poderia ser apenas de 0.85% (f) = / Há uma relação (g) = -7207/ negativa entre o índice de ENR obtido e o crescimento económico Fonte: Observatório de Economia e Gestão de Fraude

6 Trabalho não declarado em Portugal Estimativas sobre a economia informal em Portugal: 19,4% do PIB Média europeia: 18.4% do PIB ACT em 2013: referenciou trabalhadores totalmente não declarados Segundo o estudo Eurobarómetro 2014: 11% da população inquirida a nível europeu admite ter comprado bens ou serviços que envolvem trabalho não declarado Em Portugal: 10% 4% dos inquiridos a nível europeu declararam que realizaram trabalho não declarado nos últimos 12meses Em Portugal: 2%

7 Número de trabalhadores abrangidos por apuramentos feitos pela ACT Apuramentos Segurança Social Apuramentos retribuições

8 Apuramentos para trabalhadores feitos pela ACT Total Apurados Pagos

9 Apuramentos para Segurança Social feitos pela ACT Total Apurados Pagos

10 O que é Trabalho não declarado? Qualquer atividade remunerada de carácter lícito, mas não declarada aos poderes públicos, tendo em conta as diferenças de carácter legislativo existentes entre os Estados-membros [COM(98) 219, p. 4]. O exercício de qualquer atividade de natureza lícita, que legal ou contratualmente deva ser remunerado, em dinheiro e/ou em espécie, mas cuja remuneração e/ou exercício, apesar de declaração legalmente obrigatória, nos termos da lei vigente em cada país, não foram total ou parcialmente declarados à Administração do Trabalho, à Autoridade Tributária ou à Segurança Social [Robalo dos Santos (2013:103)].

11 Trabalho não declarado 5 elementos constitutivos 1. Atividade profissional 2. Subordinada 3. Remunerada 4. Lícita quanto ao objeto ou fim 5. Total ou parcialmente não declarada Exclui: a) Atividades criminosas b) Atividades não sujeitas a declaração

12 Trabalho totalmente não declarado Trabalhadores não declarados à Administração do Trabalho e à Segurança Social Necessário promover o cumprimento relativo a: Inscrição de trabalhadores na SS Contribuições para o sistema

13 Obrigações do empregador : Comunicação da admissão do trabalhador ao ISS art.º. 29.º Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Admissão do trabalhador deve ser comunicada: pela entidade empregadora no sítio da Internet da segurança social (com exceção dos trabalhadores do serviço doméstico que pode ser qualquer meio escrito) prazo: 24 anteriores ao início da produção de efeitos do contrato de trabalho; 24 horas seguintes ao início da atividade sempre que, por razões excecionais e devidamente fundamentadas, ligadas à celebração de contratos de trabalho de muito curta duração ou à prestação de trabalho por turnos a comunicação não possa ser efetuada no prazo anterior.

14 Em caso de incumprimento: Não comunicação da admissão do trabalhador ao ISS art. 29.º Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Presunções: Presume-se que trabalhador iniciou atividade no 1.º dia do 6.º mês anterior ao da verificação do incumprimento Se trabalhador se encontrar a receber prestações de doença ou de desemprego, presume-se que a prestação de trabalho teve início na data em que começaram a ser concedidas as prestações, sendo a entidade empregadora solidariamente responsável pela devolução da totalidade dos montantes indevidamente recebidos pelo trabalhador Estas presunções são ilidíveis por prova de que resulte a data em que teve, efetivamente, início a prestação do trabalho

15 Em caso de incumprimento: Não comunicação da admissão do trabalhador ao ISS art. 29.º Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Contraordenação pela não comunicação: leve quando seja cumprida nas 24 horas subsequentes ao termo do prazo 29.º/ 7 da Lei n.º 110/2009 grave nas demais situações 29.º/ 7 muito grave se trabalhador estiver a receber prestações de desemprego ou de doença º/ 1

16 Em caso de incumprimento: Não comunicação da admissão do trabalhador ao ISS art. 29.º Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Sanção acessória necessária (artigo 243.º) Privação do acesso a medidas de estímulo à criação de postos de trabalho e à reinserção profissional de pessoas afastadas do mercado de trabalho nos casos de: falta de comunicação do artigo 29.º - relativamente a trabalhadores que se encontram a beneficiar de prestações de desemprego ou de doença não inclusão na declaração de remunerações de trabalhadores que se encontram a receber prestações de desemprego ou de doença

17 Obrigações do empregador : Seguro de acidentes de trabalho Transferência, para seguradora, da responsabilidade emergente de acidente de trabalho - arts. 79º, nº 1, e 171º, da Lei 98/ infração muito grave Referência da seguradora no recibo 177.º, n.º 2, da L 98/2009 infração grave Inclusão nas declarações de todos os trabalhadores ao serviço e da totalidade das retribuições pagas -171.º, n.º 1, al. a), da Lei 98/ infração grave

18 Obrigações do empregador : Proceder ao pagamento das remunerações legal e contratualmente estabelecidas (RMMG, CIT, IRCT) Elaborar e manter atualizado registo de pessoal Elaborar o mapa de horário de trabalho Elaborar e manter atualizado o registo tempos trabalho Proceder à organização dos serviços de SST Proceder à realização dos exames médicos de admissão

19 Trabalho parcialmente não declarado Empregador e trabalhador encontram-se regularizados perante os poderes públicos, no entanto, os rendimentos auferidos não são declarados na sua totalidade.

20 Trabalho parcialmente não declarado Poderá assumir a forma de: Subdeclaração de salários Declaração de trabalho a tempo parcial quando existe prestação de trabalho a tempo inteiro Trabalho suplementar não declarado (o pagamento por fora ) Substituição e camuflagem como «ajudas de custo», fora das respetivas condições legais de atribuição

21 O que arrisca o empregador com o trabalho não declarado Os trabalhadores não declarados são, por vezes, trabalhadores insatisfeitos e que podem não se identificar com a empresa, o que se pode refletir na produtividade e competitividade da empresa Os trabalhadores não declarados não estão abrangidos pelo seguro de acidentes de trabalho, pelo que em caso de acidente é o empregador que assume na íntegra todos os custos O empregador está sujeito a condenação por contraordenações graves, muito graves e crime fiscal O empregador está sujeito a devolver subsídios que tenha recebido e a pagar todas as contribuições em falta, sendo ainda solidariamente responsável relativamente às prestações sociais indevidamente recebidas pelos trabalhadores

22 O que arrisca o trabalhador com o trabalho não declarado O trabalhador não declarado não está coberto por seguro de acidentes de trabalho Em caso de acidente de trabalho, o trabalhador não declarado e a família ficam numa situação desprotegida, não beneficiando da proteção social por parte da Segurança Social Em caso de doença ou desemprego, o trabalhador não declarado não recebe indemnizações nem qualquer subsídio O trabalhador não declarado não tem direito a subsídio por licença parental O tempo de trabalho não declarado e as retribuições não declaradas não contam para efeitos de reforma O trabalhador não declarado está sujeito a devolver quantias eventualmente recebidas da Segurança Social

23 Consequências do Trabalho não declarado Condições de trabalho inadequadas Distorções na concorrência entre empresas Redução das receita fiscais e de contribuições sociais Efeitos negativos sobre a dinâmica do crescimento das empresas e sobre as oportunidades de inovação e melhoria do capital humano Os trabalhadores não declarados podem encontrar-se excluídos das medidas de proteção de segurança e de vigilância da saúde, assim como sujeitos a condições de insegurança salarial e sem qualquer proteção social

24 Objetivos da Campanha Nacional contra o Trabalho não Declarado É objetivo da Campanha contribuir para a passagem de um número significativo de situações para o mercado de trabalho formal e regular, através de: Promoção de cultura de cumprimento e de conhecimento dos direitos e obrigações em matéria laboral Sensibilização da sociedade, empregadores e trabalhadores para as vantagens do trabalho declarado e para os aspetos negativos da sua não declaração Sensibilização, informação e promoção da transformação do trabalho total ou parcialmente não declarado em emprego regular O regresso dos trabalhadores não declarados à economia formal pode constituir um fator importante de recuperação económica

25 Parceiros da Campanha Nacional contra o Trabalho não Declarado Esta Campanha pretende agregar vontades e sinergias entre parceiros sociais e institucionais, gerando um efeito multiplicador no combate a este fenómeno Através de: - ações de informação e sensibilização sobre este fenómeno, em articulação com os parceiros sociais - ações inspetivas com parceiros institucionais com competência na matéria

26 Em caso de dúvidas, contacte PARA MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE

Admissão de trabalhadores

Admissão de trabalhadores Admissão de trabalhadores Quando a empresa pretende contratar um trabalhador, há um conjunto de obrigações legais que devem ser cumpridas e concluídas antes do trabalhador iniciar a sua prestação de trabalho.

Leia mais

GUIA PRÁTICO REGIME DE LAYOFF

GUIA PRÁTICO REGIME DE LAYOFF Manual de GUIA PRÁTICO REGIME DE LAYOFF INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/20 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Regime de Layoff (6006 v1.15) PROPRIEDADE Instituto

Leia mais

NEWSLETTER Fevereiro 2014 SEGURANÇA SOCIAL 2014

NEWSLETTER Fevereiro 2014 SEGURANÇA SOCIAL 2014 NEWSLETTER Fevereiro 2014 SEGURANÇA SOCIAL 2014 SEGURANÇA SOCIAL 2014 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. ALTERAÇÕES SEGURANÇA SOCIAL 4 3. BASES DE INCIDÊNCIA 6 3 1. Introdução Com a entrada em vigor da Lei do Orçamento

Leia mais

GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PORTEIROS DE PRÉDIOS URBANOS E SIMILARES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Porteiros de Prédios Urbanos e Similares (2025 V4.12) PROPRIEDADE Instituto da

Leia mais

Economia Não Registada: Actualização do índice para Portugal

Economia Não Registada: Actualização do índice para Portugal Economia Não Registada: Actualização do índice para Portugal Nuno Gonçalves e Óscar Afonso 1 Nota Prévia 2 O (OBEGEF) constituiu-se no dia 21 de Novembro de 2008, como associação de direito privado sem

Leia mais

Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral

Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral Aspetos legislativos, no domínio sócio-laboral Lei n.º 53/2011, de 14 de outubro, que procede à segunda alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, estabelecendo

Leia mais

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca

www.pwc.pt/tax FCT e FGCT Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca www.pwc.pt/tax Aspetos contabilísticos Carla Massa Aspetos fiscais Rodrigo Rabeca Enquadramento da Lei nº. 70/2013 no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Remunerações no âmbito da IAS 19 / NCRF 28 Benefícios aos

Leia mais

Estímulo Emprego. Promotores

Estímulo Emprego. Promotores Estímulo Emprego Apoio financeiro aos empregadores que celebrem contratos de trabalho a termo certo por prazo igual ou superior a 6 meses ou contratos de trabalho sem termo, a tempo completo ou a tempo

Leia mais

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA

GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA GUIA PRÁTICO MEDIDA EXCECIONAL DE APOIO AO EMPREGO - REDUÇÃO DE 0,75 PONTOS PERCENTUAIS DA TAXA CONTRIBUTIVA A CARGO DA ENTIDADE EMPREGADORA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia

Leia mais

Sessão de Encerramento da Campanha Nacional Contra o Trabalho Não Declarado

Sessão de Encerramento da Campanha Nacional Contra o Trabalho Não Declarado Sessão de Encerramento da Campanha Nacional Contra o Trabalho Não Declarado Lisboa 7 de Abril de 2015 O FENÓMENO DO TRABALHO NÃO DECLARADO A CCP partilha da opinião, expressa num recente parecer do Comité

Leia mais

FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT)

FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT) Informação n.º 3/2013 08/novembro/2013 FUNDO DE COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FCT) MECANISMO EQUIVALENTE (ME) FUNDO DE GARANTIA DA COMPENSAÇÃO DO TRABALHO (FGCT) Legislação O Orçamento de estado para 2013,

Leia mais

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social O Ministro das Finanças apresentou recentemente o "Documento de Estratégia Orçamental 2011-2015", que contém diversas medidas a

Leia mais

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015

Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 SEGURANÇA SOCIAL Subsídio de doença Atualizado em: 06-03-2015 Esta informação destina-se a que cidadãos Trabalhadores por conta de outrem Trabalhadores independentes Seguro social voluntário: Trabalhadores

Leia mais

INFORMAÇÃO SOBRE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS

INFORMAÇÃO SOBRE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS INFORMAÇÃO SOBRE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS Geral Empresa, corpos estatutários e empregados têm de estar inscritos na Segurança Social. Os corpos estatutários poderão ser dispensados dos

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Trabalhadores Independentes de Segurança Social Trabalhadores Independentes Ficha Técnica Autor: (DGSS) - Divisão dos Instrumentos Informativos - Direção de Serviços da Definição de Regimes Editor: DGSS Conceção Gráfica: DGSS / Direção

Leia mais

Perspectiva Fiscal SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA. de 2012. de 2012

Perspectiva Fiscal SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA. de 2012. de 2012 Perspectiva Fiscal SAMUEL FERNANDES DE ALMEIDA de de 2012 ÍNDICE SUJEIÇÃO CONCEITO DE REMUNERAÇÃO REMUNERAÇÃO ACESSÓRIA EXEMPLOS DE REMUNERAÇÕES SUJEITAS BREVE ANÁLISE DO CONCEITO DE REMUNERAÇÃO DO CÓDIGO

Leia mais

Autorização de Permanência e Residência

Autorização de Permanência e Residência Autorização de Permanência e Residência O Direito de Residência dos Cidadãos Europeus Qualquer cidadão da UE tem direito de residir em Portugal, por período até 3 meses, sendo titular de bilhete de identidade

Leia mais

CARTA DO CONTRIBUINTE BRASILEIRO OS TRIBUTOS COMO INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL

CARTA DO CONTRIBUINTE BRASILEIRO OS TRIBUTOS COMO INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CARTA DO CONTRIBUINTE BRASILEIRO OS TRIBUTOS COMO INSTRUMENTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL Recomendações para a construção de um sistema tributário mais justo, que aumente a competitividade do

Leia mais

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento

VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D. Condições de Enquadramento VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO, EMPEENDEDORISMO, E I&D Condições de Enquadramento Portaria nº 57-A/2015 de 27 de Fevereiro de 2015 0 VALES SIMPLIFICADOS - INTERNACIONALIZAÇÃO, INOVAÇÃO,

Leia mais

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer?

Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? Administração Pública Eletrónica 2014 - O Que Falta Fazer? 4 de junho de 2014 Auditório Adriano Moreira ISCSP PATRCINADORES PRATA Com a Colaboração Científica Patrocinadores Globais APDSI OS EVENTOS

Leia mais

Contratação. Contrato de trabalho

Contratação. Contrato de trabalho Contratação Contrato de trabalho O contrato de trabalho pode ser escrito ou verbal. Contudo, os seguintes contratos têm de ser reduzidos a escrito: Contrato de trabalho com trabalhador estrangeiro (exceto

Leia mais

MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO. 23 de outubro de 2014

MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO. 23 de outubro de 2014 MEDIDAS DE APOIO AO EMPREGO 23 de outubro de 2014 APOIOS À CONTRATAÇÃO ESTÍMULO EMPREGO Caracterização Apoio financeiro às entidades empregadoras que celebrem contratos de trabalho com desempregados inscritos

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE ASSISTÊNCIA A FILHOS COM DEFICIÊNCIA OU DOENÇA CRÓNICA INSTITUTO DA DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Subsídio

Leia mais

Regime geral dos trabalhadores por conta de outrem

Regime geral dos trabalhadores por conta de outrem Gastos e operações com o pessoal Os recursos humanos implicam gastos: Remunerações fixas e/ou variáveis recebidas pelos trabalhadores vinculados à empresa por contrato individual de trabalho; Remunerações

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO PARA ASSISTÊNCIA A FILHO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático -Subsídio para Assistência a Filho

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 170 Diário da República, 1.ª série N.º 9 14 de janeiro de 2013 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 3/2013 de 14 de janeiro Primeira alteração ao Decreto -Lei n.º 280/93, de 13 de agosto, que estabelece o regime

Leia mais

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO)

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) Março 2015 V A L E INO V A Ç Ã O Pag. 2 ÍNDICE 1. Enquadramento... 3 2. Objetivo Específico... 3 3. Tipologia de Projetos...

Leia mais

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL

GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL GUIA PRÁTICO INCAPACIDADE TEMPORÁRIA POR DOENÇA PROFISSIONAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Incapacidade Temporária por Doença Profissional (N07

Leia mais

MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: PAULO ELIAS

MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: PAULO ELIAS FORMADORA: MARIA JOSÉ BANHA DEZ/ 2014 TRABALHO REALIZADO POR: MARIA ANTÓNIA PAULO ELIAS SEGURANÇA SOCIAL A Segurança Social Portuguesa está sob a tutela do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social

Leia mais

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo

União das Freguesias de Carregado e Cadafais. Loja Social do Carregado. Regulamento Interno. Preâmbulo Preâmbulo A, no enquadramento legal do artigo 241º, da Constituição da República Portuguesa, e da Lei 75/2013, de 18 de Setembro, é um espaço dinamizado por um corpo de voluntários, com o apoio e promoção

Leia mais

FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL

FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL Sexo FUNDO DE EMERGÊNCIA SOCIAL 1/9 FORMULÁRIO DE CANDIDATURA (nº SM ) Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra 1. Identificação (nome completo), Nascido em (data:) / /, estado civil: género:

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA Artigo 1º Âmbito 1. Este regulamento aplica-se à resposta social Equipa de Intervenção Directa (EID) resposta social dirigida à população toxicodependente, da Unidade de Apoio a Toxicodependentes e Seropositivos

Leia mais

Infrações Fiscais. Contraordenações

Infrações Fiscais. Contraordenações Infrações Fiscais O incumprimento das obrigações fiscais ou a prática de determinas atos que visem evitar ou diminuir ilicitamente os impostos devis podem constituir contraordenações ou ser consideras

Leia mais

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal

Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal Sistemas de Protecção Social: experiência de Portugal José Luís Albuquerque Subdirector-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) VIII

Leia mais

IEFP, I.P. Apoios e Serviços Prestados Programa de Estágios Profissionais PAULA AGOSTINHO (Centro de Emprego de Montemor-o-Novo do IEFP, IP)

IEFP, I.P. Apoios e Serviços Prestados Programa de Estágios Profissionais PAULA AGOSTINHO (Centro de Emprego de Montemor-o-Novo do IEFP, IP) IEFP, I.P. Apoios e Serviços Prestados Programa de Estágios Profissionais PAULA AGOSTINHO (Centro de Emprego de Montemor-o-Novo do IEFP, IP) Montemor, 27 de janeiro de 2012 1. QUEM SOMOS O IEFP - MISSÃO

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado

Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Perguntas Frequentes sobre Voluntariado Juntos podemos fazer da solidariedade um compromisso Índice 1. O que é o Voluntariado? 3 2. Que organizações podem ser promotoras do Voluntariado? 3 3. O que é ser

Leia mais

GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL

GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL GOLDEN VISA Junho 2013 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA ATRAVÉS DE INVESTIMENTO EM PORTUGAL Portugal já está a atribuir os Golden Residence Permit a cidadãos não- Europeus no caso de realização de determinados

Leia mais

ANTEPROPOSTA DE LEI Institui um regime de apoio à Agricultura Familiar na Região Autónoma dos Açores

ANTEPROPOSTA DE LEI Institui um regime de apoio à Agricultura Familiar na Região Autónoma dos Açores ANTEPROPOSTA DE LEI Institui um regime de apoio à Agricultura Familiar na Região Autónoma dos Açores A agricultura familiar, entendida enquanto a pequena atividade agrícola que emprega sobretudo a mão-de-obra

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO PARCIAL

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO PARCIAL GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO PARCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/18 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio de Desemprego Parcial (6002 v4.23) PROPRIEDADE

Leia mais

Autorização de Permanência e Residência O Regime do Golden Visa

Autorização de Permanência e Residência O Regime do Golden Visa Autorização de Permanência e Residência O Regime do Golden Visa O Direito de Residência dos Cidadãos Europeus Qualquer cidadão da UE tem direito de residir em Portugal, por período até 3 meses, sendo titular

Leia mais

Decreto-Lei n.º 140-B/2010. de 30 de Dezembro

Decreto-Lei n.º 140-B/2010. de 30 de Dezembro Decreto-Lei n.º 140-B/2010 de 30 de Dezembro O presente decreto-lei é mais um passo no objectivo do Governo de reafirmar os princípios de convergência e universalização dos regimes de protecção social

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social 2012 3ª Edição Actualização nº 1 CÓDIGO DOS REGIMES CONTRIBUTIVOS DO SISTEMA PREVIDENCIAL DE SEGURANÇA SOCIAL Actualização nº

Leia mais

AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. O que é o regime especial de Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI)? O regime de ARI

Leia mais

TRABALHO TEMPORÁRIO. Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos:

TRABALHO TEMPORÁRIO. Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos: TRABALHO TEMPORÁRIO O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Trabalho Temporário assenta numa relação triangular traduzida nos seguintes contratos: Contrato de Trabalho Temporário Celebrados entre Ou uma empresa de

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Ana Pinelas Pinto 17 e 18 de Fevereiro 2011 QUESTÕES FISCAIS NA EXPATRIAÇÃO 17 e 18 de Fevereiro 2011 Principais Dificuldades/ Riscos Criação de EE para a entidade empregadora não

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações de Desemprego Montante Único

Leia mais

GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático de Declaração de Remunerações (2016 V5.16) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR

Leia mais

I.Estágios/Passaporte Emprego Portaria n.º 225-A/2012, de 31 de julho.

I.Estágios/Passaporte Emprego Portaria n.º 225-A/2012, de 31 de julho. A Resolução do Conselho de Ministros n.º 51-A/2012, de 14 de junho, veio criar o Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção de Empregabilidade Jovem e Apoio às PME s («Impulso Jovem»), que assenta em

Leia mais

Ajuste Directo. (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 02/2015

Ajuste Directo. (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 02/2015 Ajuste Directo (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 02/2015 Aquisição de Serviços de Social Media Marketing e de Criação de espaços virtuais de divulgação CADERNO DE ENCARGOS INDICE CADERNO

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL?

EM QUE CONSISTE? QUAL A LEGISLAÇÃO APLICÁVEL? EM QUE CONSISTE? As entidades devedoras de pensões, com exceção das de alimentos, são obrigadas a reter o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) no momento do seu pagamento ou colocação

Leia mais

A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa).

A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa). Ana Alves A proteção na parentalidade é um direito constitucionalmente reconhecido (artigo 68º da Constituição da República Portuguesa). A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.

Leia mais

Fundo de compensação do trabalho

Fundo de compensação do trabalho PATRÍCIA PINTO ALVES Fundo de compensação do trabalho VERBO jurídico VERBO jurídico Fundo de compensação do trabalho: 2 Fundo de compensação do trabalho PATRÍCIA PINTO ALVES Mestre em Direito pela Escola

Leia mais

PARECER N.º 185/CITE/2013

PARECER N.º 185/CITE/2013 PARECER N.º 185/CITE/2013 I OBJETO A CITE recebeu um pedido de parecer sobre o assunto referido em epígrafe. A Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) tem por missão prosseguir a igualdade

Leia mais

Programa Operacional Competitividade e Internacionalização

Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Programa Operacional Competitividade e Internacionalização Vale Inovação PSZ CONSULTING Maio 2015 Índice 1 O que é?... 2 1.1 Enquadramento... 2 1.2 Objetivos Específicos... 2 1.3 Âmbito Setorial... 2 1.4

Leia mais

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho

07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho 07 de Fevereiro 2013 Direito do Trabalho Estágios Profissionais A matéria relativa aos estágios profissionais encontra-se regulada pelo Decreto-Lei n.º 66/2011, de 1 de Junho («Estágios Profissionais»)

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 3962-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 147 31 de julho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Portaria n.º 225-A/2012 de 31 de julho As importantes reformas que estão a ser implementadas na economia

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge Programa de Apoio à Revitalização das Lojas nos Centros Urbanos LOJA + Objetivo Promover a requalificação e revitalização do comércio dos centros urbanos, tendo em vista a ocupação de espaços devolutos,

Leia mais

INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO

INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO DOSSIER INFORMATIVO 4 INCENTIVOS DE APOIO À CONTRATAÇÃO EMPRESAS 2015 ÍNDICE 1 - Medida Estágio Emprego...4 2 - Medida Estímulo Emprego...10 3 - Medida REATIVAR...16 4 - Dispensa de pagamento de contribuições

Leia mais

Referência: AEN2ABT N.º 03/2015 CADERNO DE ENCARGOS

Referência: AEN2ABT N.º 03/2015 CADERNO DE ENCARGOS Referência: AEN2ABT N.º 03/2015 CADERNO DE ENCARGOS Aquisição de Serviços de Transporte Escolar em Táxi para a Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Fernandes e Escola Básica António Torrado do Agrupamento

Leia mais

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES PENSÃO DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES

GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES PENSÃO DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES Manual de GUIA PRÁTICO FUNDO DE GARANTIA DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES PENSÃO DE ALIMENTOS DEVIDOS A MENORES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL POR ADOÇÃO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL POR ADOÇÃO Manual de GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO SOCIAL POR ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio Social por adoção (3019 v01.12)

Leia mais

GUIA PRÁTICO BONIFICAÇÃO POR DEFICIÊNCIA

GUIA PRÁTICO BONIFICAÇÃO POR DEFICIÊNCIA Manual de GUIA PRÁTICO BONIFICAÇÃO POR DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/14 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Bonificação por Deficiência (4002 v4.20)

Leia mais

Portugal 2020. Regras Gerais para Apoios do Portugal 2020

Portugal 2020. Regras Gerais para Apoios do Portugal 2020 Portugal 2020 Regras Gerais para Apoios do Portugal 2020 Out 2014 1 Apresentação dos Programas Os PO financiados pelos FEEI são os seguintes a) Quatro Programas Operacionais temáticos: Competitividade

Leia mais

GUIA PRÁTICO CONDIÇÃO DE RECURSOS NOTA: EM VIGOR A PARTIR DE 01 DE AGOSTO DE 2010 INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. Manual de

GUIA PRÁTICO CONDIÇÃO DE RECURSOS NOTA: EM VIGOR A PARTIR DE 01 DE AGOSTO DE 2010 INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. Manual de Manual de GUIA PRÁTICO CONDIÇÃO DE RECURSOS NOTA: EM VIGOR A PARTIR DE 01 DE AGOSTO DE 2010 INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/14 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático

Leia mais

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS 2013 MODELO 13 Portaria n.º 415/2012, de 17/12 MODELO 37 Portaria n.º 413/2012, de 17/12 MODELO 39 Portaria n.º 414/2012, de 17/12 MODELO 42 Portaria n.º 416/2012, de 17/12 DMR -

Leia mais

GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático de Declaração de Remunerações (2016 V5.10) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR

Leia mais

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL Prólogo O CLDS SERPE EnReDe, consiste numa estratégia de desenvolvimento social integrado visando a criação de respostas sociais inovadoras e sustentáveis que atendem às

Leia mais

Ajuste Directo. (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 03/2015

Ajuste Directo. (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 03/2015 Ajuste Directo (alínea a) do n.º 1 do artigo 20º do CCP) Procedimento 03/2015 Aquisição de Serviços de Criação de imagem e Fornecimento de Material de divulgação da oferta comercial CADERNO DE ENCARGOS

Leia mais

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO TRABALHO

PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO TRABALHO PRINCIPAIS ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DO TRABALHO Agosto de 2012 Leis n. os 23/2012, de 25 de junho e 47/2012, de 29 de agosto TRABALHO DE MENORES Requisitos de admissão de menor a prestar trabalho no tocante

Leia mais

GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PENSÃO SOCIAL DE VELHICE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pensão Social de Velhice (7009 v 09) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Instituto

Leia mais

REGRAS TÉCNICAS PARA APLICAÇÃO DO REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO

REGRAS TÉCNICAS PARA APLICAÇÃO DO REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO REGRAS TÉCNICAS PARA APLICAÇÃO DO REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Nos termos do disposto no nº2 do Despacho nº 10324-D/97 do D.R. (II Série) de 31 de Outubro, o Conselho de Acção Social dos

Leia mais

INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO

INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO FISCAL N.º 1/2009 JAN/FEV 2009 INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO Nuno Sampayo Ribeiro No Conselho de Ministros de 13 de Dezembro de 2008 foi aprovado um reforço do investimento público. O qual será

Leia mais

Gabinetes dos Secretários de Estado do Orçamento e da Administração Pública DESPACHO

Gabinetes dos Secretários de Estado do Orçamento e da Administração Pública DESPACHO DESPACHO Para efeitos de apoio à implementação das medidas previstas na Lei do Orçamento do Estado para 2013, é aprovada a nota técnica em anexo, a qual deverá ser divulgada pela Direção Geral do Orçamento

Leia mais

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Redação em vigor

Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social. Redação em vigor Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social Redação em vigor Ficha Técnica Autor: Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação

Leia mais

O Novo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho Sua Implicação na Administração Pública

O Novo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho Sua Implicação na Administração Pública O Novo Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho Sua Implicação na Administração Pública 4 de Junho de 2015 Auditório da Casa das Histórias da Paula Rego 1 1991: Arranque das Políticas

Leia mais

PERSPETIVAS SOCIAIS EMPREGO

PERSPETIVAS SOCIAIS EMPREGO sumário executivo Organização Internacional do Trabalho PERSPETIVAS SOCIAIS E DE EMPREGO NO MUNDO Mudança nas modalidades do emprego 2 015 perspetivas sociais e de emprego no mundo Mudança nas modalidades

Leia mais

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO INSCRIÇÃO/ALTERAÇÃO MEMBROS ÓRGÃOS ESTATUTÁRIOS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático - Inscrição/Alteração Membros dos Órgãos Estatutários (MOE) (1008 V5.12)

Leia mais

Incentivos à contratação

Incentivos à contratação Incentivos à contratação A empresa poderá beneficiar de incentivos quando pretende contratar novos trabalhadores. Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES COMPENSATÓRIAS DOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS, NATAL OU OUTROS SEMELHANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações compensatórias dos subsídios

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 14 de outubro de 2015. Série. Número 158

JORNAL OFICIAL. 2.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 14 de outubro de 2015. Série. Número 158 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Série 2.º Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria n.º 191/2015 Regulamenta o Programa

Leia mais

A inscrição das pessoas colectivas na segurança social é obrigatória e é feita oficiosamente:

A inscrição das pessoas colectivas na segurança social é obrigatória e é feita oficiosamente: ENTIDADES EMPREGADORAS 1. Inscrição na segurança social Como é feita a inscrição A inscrição das pessoas colectivas na segurança social é obrigatória e é feita oficiosamente: Através dos elementos remetidos

Leia mais

NORMAS E CRITÉRIOS DE CONCESSÃO DE AUXILIOS ECONÓMICOS ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO

NORMAS E CRITÉRIOS DE CONCESSÃO DE AUXILIOS ECONÓMICOS ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO NORMAS E CRITÉRIOS DE CONCESSÃO DE AUXILIOS ECONÓMICOS ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO NORMAS E CRITÉRIOS DE CONCESSÃO DE AUXILIOS ECONÓMICOS OBJECTIVOS O Decreto-lei 55/2009 estabelece

Leia mais

Regulamento Interno do Voluntariado da APPDA-Viseu

Regulamento Interno do Voluntariado da APPDA-Viseu Regulamento Interno do Voluntariado da APPDA-Viseu Página 1 NORMAS DE FUNCIONAMENTO BANCO DE VOLUNTÁRIOS DA APPDA-VISEU Preâmbulo A perspetiva de promover e garantir a todos os cidadãos a participação

Leia mais

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 8 Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

I - Exposição de motivos

I - Exposição de motivos Projeto de Resolução n.º 14/XIII/1ª Recomenda ao Governo a criação de um programa de desenvolvimento social I - Exposição de motivos «Nos últimos quatro anos, Portugal viveu uma situação excecional e venceu-a;

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Regras Técnicas 2008-2009/2009-2010

Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Regras Técnicas 2008-2009/2009-2010 Regras Técnicas 2008-2009/2009-2010 Considerando o regime de atribuição de bolsas de estudo a estudantes do Ensino Superior Público, determino os critérios e procedimentos técnicos a adoptar pelos Serviços

Leia mais

NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO

NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO 19 de Junho de 2007 NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO Cláudia do Carmo Santos Advogada OBJECTIVOS Desburocratização de procedimentos Adequação da lei em vigor à realidade social Atracção de mão-de-obra estrangeira

Leia mais

Cálculo das contribuições Atualizado em: 12-02-2016

Cálculo das contribuições Atualizado em: 12-02-2016 Cálculo das contribuições Atualizado em: 12-02-2016 Esta informação destina-se a SEGURANÇA SOCIAL Empresa Cálculo das contribuições O montante das contribuições é calculado: Em geral, pela aplicação de

Leia mais

CONSELHO DE MINISTROS DECRETO Nº 50/05 DE 8 DE AGOSTO

CONSELHO DE MINISTROS DECRETO Nº 50/05 DE 8 DE AGOSTO REPÚBLICA DE ANGOLA CONSELHO DE MINISTROS DECRETO Nº 50/05 DE 8 DE AGOSTO Considerando que a protecção na morte integra o âmbito de aplicação material da protecção social obrigatória e visa compensar os

Leia mais

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. DL 197/2012, de 24 de agosto

NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO. DL 197/2012, de 24 de agosto NOVAS REGRAS DE FATURAÇÃO DL 197/2012, de 24 de agosto MSP 2013 Estrutura da Apresentação DLs nº 197 e 198/2012: objetivos Novas regras de faturação: âmbito de aplicação territorial Espécies de faturas

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional

REGULAMENTO INTERNO. Atribuição de Apoios Sociais. Formação Profissional REGULAMENTO INTERNO Atribuição de Formação Profissional Elaborado em Junho de 2012 Introdução A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (A.P.P.A.C.D.M.) de Coimbra é uma Instituição

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO SOCIAL AO ARRENDAMENTO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO SOCIAL AO ARRENDAMENTO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO SOCIAL AO ARRENDAMENTO A Constituição da República Portuguesa consagra como um direito fundamental o acesso a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene

Leia mais

I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1. Incentivos à CONTRATAÇÃO

I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1. Incentivos à CONTRATAÇÃO I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Page 1 Incentivos à CONTRATAÇÃO Abril 2015 I N C E N T I V O S À C O N T R A T A Ç Ã O Pag. 2 ÍNDICE 1. Introdução... 4 1.1. Enquadramento... 4 1.2. Objetivos

Leia mais

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada

FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada FIN ESTÁGIO EMPREGO MEDIDA ESTÁGIO EMPREGO Ficha de informação normalizada Designação Estágios Emprego Considera-se estágio o desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho com o objetivo

Leia mais

Caderno de Encargos. Aquisição de serviços Seguro de. Acidentes de Trabalho De 1 de. Agosto 2015 a 31 de dezembro de

Caderno de Encargos. Aquisição de serviços Seguro de. Acidentes de Trabalho De 1 de. Agosto 2015 a 31 de dezembro de Aquisição de serviços Seguro de Acidentes de Trabalho De 1 de Agosto 2015 a 31 de dezembro de 2017 O Município de Guimarães conta nesta data com 1535 trabalhadores ao seu serviço, com vínculo de emprego

Leia mais

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais