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1 Desafio 100 Cidades Resilientes Inscreva-se até o dia 10 de setembro de Transcrição da teleconferência perguntas e respostas do desafio 100 Cidades Resilientes Max Young: Olá a todos, aqui é o Max Young de 100 Cidades Resilientes. Estou aqui com o Michael Berkowitz, nosso presidente e CEO. Bem-vindo à nossa sessão anual de perguntas e respostas do Desafio 100 Cidades Resilientes. Vocês todos apresentaram uma série de perguntas interessantes e Michael dará o melhor de si para responder às suas perguntas na sessão de hoje. Max Young: No ano passado, a iniciativa 100 cidades resilientes selecionou 32 cidades para participar da sua rede. Fale mais sobre o andamento dos trabalho com essas cidades e como elas se beneficiaram como membro da Rede 100 Cidades Resilientes. Michael Berkowitz: Obrigado, Max. Até o momento, nós realmente temos focado nossos esforços no engajamento dessas 32 cidades escolhidas. Realizamos workshops de planejamento dos trabalhos em 25 cidades reunindo um grupo de parceiros fortes e diversos para desenvolvermos o trabalho em conjunto. Os Prefeitos, em cada uma dessas cidades, têm participado desses workshops eventos de relevância que começaram a catalisar a comunidade e seus vários atores ao redor do tema de resiliência. Depois disso, iniciamos nossos trabalhos com as cidades na contratação de seus Diretores Executivos de Resiliência (CROs). Quando da participação nos workshops, as cidades tinham uma ideia do perfil de CRO que eles queriam contratar e muitas vezes mudavam seu entendimento sobre as questões-chave e respectivas oportunidades sobre este papel. Até agora anunciamos 8 CROs e estamos perto de selecionar outros candidatos então, cerca de 20 cidades já possuem seus CROs. E estamos trabalhando nas demais atividades com as cidades. O próximo passo é dar início ao processo de planejamento da estratégia para as cidades, para que elas vejam quais são os riscos, em que estão focando seus trabalhos, quais são suas prioridades e quais seriam as oportunidades para criar resiliência de acordo com as prioridades estabelecidas e como a resiliência pode apoiar as mesmas. Max Young: Então, por que o foco em cidades? Comunidades e áreas rurais também são vulneráveis, porque concentrar esforços exclusivamente em cidades? Michael Berkowitz: Como parte do seu ano centenário, a Rockefeller identificou duas tendências - que o mundo está cada vez mais se tornando um lugar urbano. 100 Resilient Cities is financially supported by The Rockefeller Foundation and managed as a sponsored project by Rockefeller Philanthropy Advisors (RPA), an independent 501(c)(3) nonprofit organization that provides governance and operational infrastructure to its sponsored projects.

2 Pela primeira vez, em 2013, mais de 50% da população mundial vivia em cidades e em 2050 esse número é estimado em até 75%. 3 em cada 4 pessoas vão viver em cidades. Então, essa é uma tendência. Por outro lado, as cidades enfrentam cada vez mais os riscos nas formas de choques e tensões. Como temos visto nos últimos tempos, eles são vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas e impactos sísmicos, por exemplo. Eles estão sob pressão de um crescimento rápido e suas infraestruturas terão dificuldade em manter-se. Muitas das questões mais urgentes são sentidas nas cidades. Isso não quer dizer que as zonas rurais e áreas suburbanas não são importantes também, mas este programa centra-se em cidades. Max Young: Quando você menciona resiliência, como a iniciativa 100RC a define? É diferente de outros atores que estão trabalhando no mesmo campo? Michael Berkowitz: Pode ser um pouco diferente. Tenho certeza que muitos de vocês já viram no site como podemos defini-lo: a capacidade (de indivíduos, comunidades, instituições, empresas e sistemas) dentro de uma cidade para se adaptar e crescer, independente do tipo de estresse crônico ou choques agudos que enfrentaram. Essa definição é muitas vezes mais abrangente do que muitas das outras definições. Eu acho que vai muito na linha de muitas outras coisas que nossos parceiros estão trabalhando, então, eu não acho que isso é um grande passo, mas temos um forte posicionamento de, pelo menos, iniciar a discussão sobre o tema resiliência em um lugar; olhando para ambos choques agudos ou desastres e estresse crônico um ponto de partida para olhar o que são as oportunidades e os principais riscos para a cidade. Max Young: Além das várias definições de resiliência, há uma série de outras iniciativas no mesmo tema. Ouvimos dizer que os potenciais candidatos querem saber como 100RC se diferencia de outras iniciativas (UNISDR, UN Habitat, C40, etc) e se 100 RC está colaborando com estas organizações e não está duplicando esforços. Michael Berkowitz: Deixe-me responder a segunda parte da sua pergunta primeiro: Nós acreditamos fortemente em colaboração e fomos um dos líderes da formação da iniciativa Colaboração Medellín, que foi anunciada com parceiros da ONU e C40 (como anteriormente mencionado) no Fórum Urbano Mundial em Medellín em abril. Resiliência é uma busca absolutamente ampla e importante e não pode ser trabalhada por uma organização isolada mas com o apoio de diversos parceiros e interessados nas cidades, em âmbito internacional. Acreditamos fortemente que há espaço para colaboração e este é um imperativo. Somos diferentes no sentido de que temos uma teoria sobre como ajudar a cidade a organizar-se em torno de seus desafios para aproveitar todas essas outras iniciativas. Nós oferecemos recursos para contratar um Diretor Executivo de Resiliência um profissional sênior para fazer parte da equipe da Prefeitura - e financiamento para ajudar a cidade a completar uma estratégia de resiliência, um processo que ajuda a organizar a cidade em torno de seus desafios. Acreditamos também na organização do mercado. Como você sabe, nós organizamos uma plataforma de serviços e recursos para que as cidades possam ter acesso à melhor curadoria de financiamento, tecnologia, assistência técnica e às melhores práticas que as cidades podem usar para melhorar a sua capacidade de resiliência. Trata-se de uma estrutura aberto em alguns aspectos que pode ajudar as cidades a definir e organizar-se em torno de desafios. Além disso, ajudar o mercado a organizar-se melhor a fim de oferecer apoio às cidades. Vemos todas demais iniciativas em resiliência como complementares pois todas oferecem valor e diferentes capacidades de uma forma ou de outra. Max Young: Você falou um pouco sobre as coisas que as cidades já fizeram. Será que as cidades que já têm um plano de resiliência acabam estabelecendo uma 2

3 preferência sobre o que nós estamos olhando nas fichas de inscrição? Michael Berkowitz: Nós buscamos diversidade. Prestamos atenção na diversidade no nosso primeiro grupo de 32 cidades e nós vamos focar em diversidade no nosso próximo grupo de cidades. Ou seja, diversidade geográfica, em que momento as cidades estão na sua trajetória de criação de resiliência, e em termos de capacidade, tamanho, os riscos em que estão expostos e assim por diante. Nós não vamos necessariamente dar preferência para as cidades que já têm planos de resiliência. Gostamos de cidades mais complexas como, por exemplo, Rotterdam, Nova Iorque e Los Angeles cidades que estão entre nosso primeiro grupo, e todos eles têm alguma forma de um plano de resiliência. Mas também temos cidades que estão bem no início de suas jornadas de resiliência e pensamos que é realmente benéfico como parte desta rede ter uma mistura dessas cidades. Max Young: Já que este é um desafio multi-ano, as cidades inscritas no ano passado podem se inscrever novamente este ano? Em outras palavras, quantas vezes uma cidade pode se candidatar? Michael Berkowitz: Elas podem recandidatar-se para os próximos grupos. Gostaria de mencionar que recebemos muitas inscrições interessantes no ano passado mas muitos deles estavam muito relacionadas ao tema de desenvolvimento e não estavam amarradas às necessidades e desafios da cidade frente aos choques e tensões - elementos-chave do que é resiliência. Acho que houve uma série de inscrições bem pensadas, mas há uma diferença entre pensar sobre os desafios que você tem em termos de resiliência e não apenas em termos de desenvolvimento e as inscrições que refletem resiliência são mais atraentes. Max Young: Porque minha cidade deve candidatar-se se ela não foi selecionada no ano passado? Michael Berkowitz: Com certeza sua cidade deve fazer a inscrição de novo. No ano passado, recebemos 372 candidaturas e só escolhemos 32 cidades. Assim, a seleção foi muito, muito competitiva! Havia muitas inscrições boas que não selecionamos pois a iniciativa 100 Cidades Resilientes não pode comportar o trabalho com mais cidades no nosso primeiro ano. Eu incentivo as cidades que não foram selecionadas no ano passado para fazer a inscrição novamente este ano - porque muitos de vocês tiveram boas inscrições! Max Young: Como as cidades podem se beneficiar da rede sem ser selecionadas? Michael Berkowitz: Nós vamos cada vez mais publicar estudos de caso e orientação sobre as melhores práticas sobre o que a iniciativa 100 Cidades Resilientes está fazendo. Queremos incentivar (na verdade, é parte de nosso indicador de sucesso) as cidades a fazerem isso por conta própria - a contratação de um Executivo de Resiliência, desenvolver uma estratégia de resiliência e construir parcerias com diversos atores na cidade e na sua região. Achamos que isso é importante, independente da sua cidade pertencer ou não à Rede 100 Cidades Resilientes. Continuaremos a buscar formas de interagir e compartilhar informações com a nossa rede expandida de cidades que podem não ter sido selecionadas. Max Young: Ouvimos com frequência de potenciais participantes se eles podem fazer uma inscrição em conjunto ou se eles podem enviar uma inscrição de uma região? O que podemos dizer a eles? Michael Berkowitz: Esta é uma das grandes tensões deste empreendimento. Reconhecemos que a construção da resiliência é absolutamente regional. 3

4 Resiliência frente a choques e tensões muitas vezes não é apenas uma função do governo municipal mas de múltiplas partes interessadas que atuam no âmbite regional, nacional e internacional. Por um lado, é um compromisso muito amplo. Por outro lado, temos de começar por algum ponto e, por isso, uma das nossas principais intervenções é no âmbito municipal por exemplo, contratação do Diretor Executivo de Resiliência para os Prefeitos. Dito isto e para responder à sua pergunta diretamente, queremos que as cidades se inscrevam mas gostamos de inscrições que fazem referência a outras inscrições, que vêm como um grupo. Entendemos completamente essa dinâmica regional. Como muitos de vocês sabem, estamos trabalhando com uma área da baía nos EUA - as cidades de Oakland, Berkeley e San Francisco sobre como eles podem entender e coordenar melhor a resiliência dessa região. Max Young: Se uma cidade for escolhida, por quanto tempo a cidade deverá se comprometer com o programa? As cidades querem se planejar melhor para esse tipo de engajamento com a 100RC. Você pode dar mais alguns detalhes? Michael Berkowitz: O financiamento que nos comprometemos com as cidades selecionadas é 1) contratar um CRO por dois anos e 2) desenvolver uma estratégia de resiliência no primeiro ano. Essa é a primeira parte do compromisso. Na realidade, a construção de resiliência é um processo longo. Você não torna sua cidade resiliente ao longo de dois anos - é apenas o começo. Estaremos por perto por um longo tempo, especialmente por meio da plataforma de serviços e recursos. Continuaremos a buscar parcerias para selecionar o melhor financiamento para tecnologia e recursos de assistência técnica e continuar a canalizar esses recursos para nossas cidades por muitos anos. Max Young: Você mencionou o processo de estratégia de construção de resiliência várias vezes, além de um CRO que é um dos pontos-chave do compromisso com a 100RC. Você pode falar mais sobre o que é o processo de estratégia resiliência? Michael Berkowitz: Sem entrar em muitos detalhes técnicos, é um processo que ajuda as cidades ao longo de um período de 6-9 meses para identificar os seus principais riscos. Não estamos falando apenas sobre os perigos, apesar de que é uma parte importante dela (se uma cidade é vulnerável a terremotos, furacões, tornados, ou acidentes de trabalho), mas também onde se faz bem ou não tão bem em termos de sua capacidade para atender seus cidadãos. Para nós, uma cidade resiliente tem boa resposta de emergência e satisfaz as necessidades dos seus cidadãos. Ele tem diversas economias e cuida tanto da sua infraestrutura construída como de sua infraestrutura natural. A cidade tem uma liderança eficaz, parceiros fortalecidos e um sistema de planejamento integrado. Todas essas coisas são importantes para uma cidade resiliente. Como parte do processo de planejamento, olhamos para os perigos como eu descrevi mas também os pontos fortes e fracos da cidade e suas iniciativas atuais. Por exemplo, se a cidade acaba de completar um plano grande de beira-mar ou plano de desenvolvimento econômico, se for o zoneamento de centro ou se ele está expandindo a linha ferroviária de alta velocidade. Todos esses elementos vão para o início de um processo de planejamento de resiliência. Então, olhamos para outros riscos e oportunidades que estão por trás disso - alguns dos quais já pode ter sido identificado através de outros esforços de planejamento - e saímos com as principais prioridades e quais são algumas iniciativas concretas que podem ser executadas para apoiar essas prioridades. Uma vez feito isto, pensamos que será um roteiro sólido que vai sinalizar o mercado, investidores, ongs e diferentes partes interessadas para que cada um possa desempenhar um papel na execução nessas prioridades. Nós também vamos desempenhar um papel ajudando a canalizar recursos para a cidade de executar essas prioridades. 4

5 Max Young: Agora que já falamos um pouco sobre o que acontece durante o desafio, vamos falar mais sobre o que acontece após a seleção. As cidades selecionadas são obrigadas a dar contrapartidas relacionadas aos custos ou recursos? Michael Berkowitz: Nós não temos regras rígidas sobre isso mas definitivamente incentivamos o co-investimento de cidades. Como já mencionei, enquanto nós ajudarmos as cidades a contratar um CRO por dois anos, muitas vezes este executivo de resiliência é mais eficaz em situações em que ele ou ela tem uma equipe de apoio, um escritório, e assim por diante. Se as cidades ajudarem a coinvestir nisso, fazer disso algo concreto e importante, uma posição sênior, um profissional com experiência, é algo que sinaliza que isso é relevante para que a iniciativa seja bem sucedida na cidade. Assim, enquanto não há regras rígidas sobre o que uma contrapartida deve ou não deve ser, nós vamos prestar atenção nas cidades que estão dispostos a co-investir conosco. Max Young: Da mesma forma, quais são os compromissos da cidade para com a rede? Michael Berkowitz: Agora, o compromisso fundamental com a rede é que o CRO participe de eventos de rede. Temos uma grande encontro a cada ano e uma série de outros eventos menores. O CRO participar desses encontros é importante. (Nós pagamos pelo custo de viagem do CRO para participar do encontro anual e assim por diante). A responsabilidade de uma cidade para com a rede é um pouco maior. Estamos realmente à procura de cidades que estão dispostas a fazer parceria, compartilhar informações, e ser honestas e transparentes sobre seus principais desafios, inovações e sucessos. Estamos à procura de cidades que abertas para este tipo de compartilhamento de informações e parceria. Max Young: Como já falamos antes, as cidades vão entrar na rede com diferentes níveis de esforços em resiliência, como é que a 100RC vai ajudar cada cidade a desenvolver uma linha base de resiliência? Fale sobre como a 100RC ajuda as cidades a criar uma estratégia de resiliência sob medida. Michael Berkowitz: Essa é uma boa pergunta e, francamente, é um tema que mais nos desafia. Temos uma visão muito clara sobre a diversidade das cidades - com cidades em diferentes lugares em desenvolvimento, capacidades diferentes, com diferentes desafios e ajudar todas essas cidades a ter um engajamento significativo é algo que teremos como meta. A estratégia de resiliência tem a ver com a capacidade de identificar quais são as prioridades para a construção de resiliência. Nas cidades mais avançadas que já sabem quais são algumas dessas prioridades, a ideia é identificar projetos reais para a implementação. Por exemplo, se eles querem reforçar um paredão do mar, fazer um retrofit estrutural, incentivar a formação de comunidades em certos bairros ou se concentrar em diversificar a economia. Essas são todas prioridades interessantes para cidades avançadas. Para algumas cidades, muitas das suas prioridades podem estar relacionadas ao melhor entendimento de seus próprios perfis. Sabemos que há muitas cidades que não entendem onde está a força da sua infraestrutura, não têm ideia clara sobre onde sua população em situação de vulnerabilidade está localizada, ainda não identificaram o que impulsiona suas economias e em que pontos poderiam ser vulneráveis ou não. Todos esses tipos entendimento, aprofundamento de análise são próximos passos absolutamente válidos para construção da estratégia de resiliência. Essas poderiam ser as prioridades para cidades menos desenvolvidas ao passo que cidades mais avançadas estarão no caminho da construção, do fazer, da execução. Max Young: Fale sobre as primeiras atividades da cidade depois de ter sido 5

6 convidada a fazer parte da Rede. Como é o ciclo de engajamento? Michael Berkowitz: Depois de alguma atividade de integração, o primeiro grande passo para as cidades é realizar o workshop de planejamento dos trabalhos. Apoiamos as cidades com alguma ajuda técnica para que elas possam organizar um evento de um dia inteiro. É um encontro grande no qual se convoca vários parceiros, insistimos para que o Prefeito participe, eu tento participar do número máximo de workshops para ajudar as cidades a refletirem em um horizonte para resiliência - quais são as principais questões, quem são os principais parceiros, quais serão os grandes desafios e, finalmente, definir a agenda para o resto do processo de construção de resiliência. Em seguida, tentamos obter um acordo para contratar um CRO o mais rápido possível. Em seguida, iniciamos o processo de planejamento da estratégia. Falamos muito a respeito do processo de planejamento estratégico acontecer mais cedo antes da contratação do CRO, mas agora temos uma visão forte de que o CRO deve ser contratado antes que o processo comece. Muitas vezes, o elemento mais lento do processo é a identificação de um profissional sênior com o conjunto de habilidades e temperamento certos para liderar este esforço construção de resiliência. Max Young: Ouvimos das cidades que os workshops são realmente processos benéficos e que os especialistas das cidades têm aprendido muito sobre as suas cidades apenas em um único dia. Poderia falar mais sobre os benefícios dessas oficinas que você já participou? Michael Berkowitz: Muitas vezes as cidades vêm para este processo muito conscientes da do incidente grave ou ameaça mais recentes do qual a cidade vem enfrentando, por exemplo, furacões, assassinato e violência e terremotos. Cidades vêm com lentes focadas sobre o processo de construção de resiliência. O que os workshops ajudam a fazer (de forma abrangente dado que o evento é de apenas um dia) é desconstruir um pouco e chegar a algumas das outras peças acessórias do perfil de risco de uma cidade. Nós trabalhamos com uma cidade que estava muito focada no plano do furação pois foi afetada por uma recentemente. Nós também descobrimos que eles estavam fazendo um trabalho interessante sobre o crime e da redução da violência, bem como na saúde pública. Quando começamos a olhar para as comunidades em que eles estavam trabalhando e algumas das soluções que eles estavam discutindo em torno do espaço público, transporte e oportunidades econômicas, de repente, esses três componentes começaram a se sobrepor. Ficamos muito animados por encontrar sinergias entre eles. Isso é o que pode acontecer no workshop - esses tipos de conexões começam a ser feitos. Max Young: A partir da oficina, o CRO leva o processo adiante. Você pode nos dizer mais sobre como o CRO é selecionado em cada cidade? A 100RC seleciona o CRO ou é um processo conduzido pela cidade? Michael Berkowitz: É um processo conduzido pela cidade. Nós oferecemos apoio no processo de seleção com uma grande empresa de recrutamento caso as cidades desejem. Oferecemos orientação na descrição do cargo para certificarmos de que ele corresponda às nossas expectativas. Mas, ao final do processo, as cidades precisam escolher e estar confortáveis com seu CRO. No final do dia, podemos ser um conselheiro, um questionador, um crítico, um torcedor, mas em última instância, as cidades precisam tomar essas decisões e estar confortáveis com suas decisões. Max Young: Obrigado Michael, essas foram as perguntas que os participantes enviaram. Você tem algum comentário final antes de encerramos? Michael Berkowitz: Não, apenas dizer que estamos realmente ansiosos para 6

7 conhecer o próximo grupo de cidades. Tem sido um ano maravilhoso desde que lançamos essa iniciativa e aguardo ansioso pelos próximos 12 meses de trabalho e um novo grupo! Max Young: Obrigado a todos. Aqui é Max Young novamente, responsável pelo processo do Desafio 100 Cidades Resilientes. Antes de encerramos, gostaria de falar algumas coisas. A transcrição desta sessão será traduzida em árabe, mandarim, francês, português, russo e espanhol e estará disponível na nossa página. Caso você queira revistar nossa conversa, você poderá faze-lo de facilmente. Caso você tenha alguma pergunta adicional, estamos à disposição para responder. Você pode mandar suas perguntas para e nós retornaremos o mais rápido possível. Se você tem interesse em saber mais sobre como as cidades têm se beneficiado do processo, podemos compartilhar isso com você também. Obrigado novamente por ter participado dessa conversa. Eu sei que é muito cedo ou muito tarde dependendo de onde você está localizado no mundo. Agradecemos seu compromisso com a construção de resiliência e contamos com suas inscrições! 7

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