A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA"

Transcrição

1 A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA

2 DINÂMICA DA AGRICULTURA BRASILEIRA DIMENSÃO ECONÔMICA, AMBIENTAL E SOCIAL

3 ÁREAS PROTEGIDAS BRASIL & MUNDO 30 % DE ÁREA PROTEGIDA (países com mais de 2 M km²) MÉDIA 0 Fonte: IUCN - International Union for Conservation of Nature (2009)

4 ÁREAS PROTEGIDAS BRASIL & MUNDO ÁREAS TERRESTRES (2009) ORDEM PAÍS ÁREA DO PAÍS (KM2) ÁREA PROTEGIDA (Km2) % De área protegida (países com mais de 2 M km²) Brasil China Est. Unidos Austrália Congo Rússia Canadá Argélia Argentina Índia Sudão Cazaquistão , , , , , , , , , , , ,52 Média 10,08 Fonte: IUCN - International Union for Conservation of Nature (2009)

5 Bilhões de dólares SALDO DA BALANÇA COMERCIAL Outros setores Agronegócio Saldo Brasil Fonte: SECEX/MDIC

6 CEREAIS, LEGUMINOSAS E OLEAGINOSAS ÁREA E PRODUÇÃO BRASIL (1980 A 2012)

7 PAÍS COM SEGURANÇA ALIMENTAR PREÇO DA CESTA BÁSICA DE JANEIRO DE 1975 A ABRIL DE 2010

8 PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA NACIONAL 166 MILHÕES DE TONELADAS DE GRÃOS em cerca de 55 milhões de hectares em 2011/2 SE A PRODUTIVIDADE FOSSE A DE 1972 seriam necessários 155 milhões de hectares A área cultivada cresceu 80% e a produção mais de 500%. PRINCIPAL VETOR DE CRESCIMENTO: TECNOLOGIA

9 A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI I - ALIMENTOS II - FIBRAS III - PRODUTOS DIFERENCIADOS IV - ENERGIA

10 ALIMENTOS

11 AVANÇOS TECNOLÓGICOS COM GANHOS AMBIENTAIS PLANTIO DIRETO DE SOJA SEM ARAÇÃO OGMs: REDUÇÃO DO USO DE PESTICIDAS CONTROLE BIOLÓGICO: PULVERIZAÇÃO AÉREA DE MICROORGANISMOS AGRICULTURA DE PRECISÃO: RACIONALIZAÇÃO NO USO DE FERTILIZANTES MECANIZAÇÃO CRESCENTE DE PEQUENAS PROPRIEDADES

12 GANHOS DE PRODUÇÃO EXEMPLOS SOJA + MILHO = 130 MILHÕES DE TONELADAS ARROZ : 12 MILHÕES DE TONELADAS, 61% NO RS, 98% IRRIGADO FEIJÃO : 3,2 M DE TONELADAS, 20% PRODUÇÃO MUNDIAL, R$ 5 BILHÕES

13 TERRA PÚBLICA, PLANTAÇÃO DE SOJA, MATO GROSSO DO SUL, 10 m x 5 km

14 PRODUÇÃO DE ALIMENTOS 180 MILHÕES DE TONELADAS DE GRÃOS em cerca de 55 milhões de ha em 2012/3 (mais de 35 milhões de ha sem aração) PRODUÇÃO ATUAL DE GRÃOS DARIA PARA ALIMENTAR Mais DE 3 VEZES A POPULAÇÃO BRASILEIRA TUBÉRCULOS (MANDIOCA, BATATA, INHAME, OUTROS...) HORTALIÇAS, FRUTAS, ÓLEOS COMESTÍVEIS... PALMITOS, CASTANHAS, AMENDOIM... A PRODUÇÃO ATUAL ALIMENTA MAIS DE UM BILHÃO DE PESSOAS

15 EXEMPLOS COM FRUTAS E HORTALIÇAS 22 FRUTAS: 2,9 milhões de ha, R$ 21 bilhões HORTALIÇAS OGMs: alface com ácido fólico e outras MAÇÃS: variedades nacionais, proteção contra o granizo MAMÃO Ogm: multivitamínico BANANA OGM: com insulina FEIJÃO OGM: resiste a doença do mosaico dourado VITIVINICULTURA no semiárido (Vale do São Francisco)

16 VALE DO SÃO FRANCISCO (PE): IRRIGAÇÃO

17 LARANJA PRODUÇÃO 2010: 18 MILHÕES DE TONELADAS VALOR DA PRODUÇÃO 2010: R$ 6 BILHÕES EXPORTAÇÃO ANUAL: US$ 2,0 BILHÕES 75% DA EXPORTAÇÃO MUNDIAL EXPORTAÇÃO DE OUTROS PRODUTOS

18 CANA DE AÇÚCAR - 8 MILHÕES DE HA - 3% DA ÁREA AGRÍCOLA AÇÚCAR PRODUÇÃO 2011: 38 MILHÕES DE TONELADAS EXPORTAÇÃO 2011: US$ 15 BILHÕES E 26 MILHÕES DE TONELADAS

19 PRODUÇÃO PECUÁRIA NACIONAL 1º EXPORTADOR DE CARNE BOVINA E FRANGO (2012) POR ANO: 42 MILHÕES DE ABATES DE BOVINOS 35 MILHÕES DE ABATES DE SUÍNOS 5,5 BILHÕES DE ABATES DE FRANGOS 31 BILHÕES DE LITROS DE LEITE 2,5 BILHÕES DE DÚZIAS DE OVOS

20 AQUICULTURA: EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO (mil toneladas) RAÇÃO PARA PEIXES RAÇÃO PARA CAMARÕES

21 PROTEÍNAS DE ORIGEM ANIMAL CARNES: VENDAS DE R$ 150 bilhões CONSUMO NACIONAL DE CARNES (2011): BOVINA: 45 kg/hab/ano FRANGOS: 50 kg/hab/ano SUÍNOS: 15 kg/hab/ano OUTRAS: ovinos, caprinos, coelhos, outras aves, peixes, crustáceos... SUPERIOR A 120 KG/CARNE/HABITANTE EM 2012 CONSUMO DE LEITE, LATICÍNIOS E OVOS

22 II - FIBRAS INOVAÇÃO & BIOECONOMIA

23 FIBRA DE CELULOSE 24 MILHÕES DE TONELADAS

24 CELULOSE Cerca de 61,3 milhões de m3 de eucalipto, pínus e outros Produção 2010: 14 milhões de toneladas de fibra de celulose e 9,9 milhões de toneladas de papel Valor bruto 2010: R$ 35 bilhões Exportações 2010: 8,5 milhões de toneladas, valor de US$ 5,6 bilhões

25 CRESCIMENTO ACELERADO O eucalipto transgênico ocupa menos tempo no campo e é mais rentável. TEMPO DE MATURAÇÃO A inserção de um novo gen reduz o tempo entre plantio y corte PRODUÇÃO DE CELULOSE O eucalipto transgênico produz mais 20% de celulose porque o tronco é mais largo que o tradicional

26 ALGODÃO E OUTRAS FIBRAS Produção : mais de 2 milhões de toneladas A área plantada caiu de cerca de 4 milhões de hectares para menos de 1,5 milhão de hectares Exportação primeiro semestre 2012: US$ 617 milhões Evolução tecnológica, produtividade, OGM... Côco, bambu, madeira, sisal, piaçava, juta, malva, vime, buriti, lã, seda...

27 III - PRODUTOS ESPECIAIS INOVAÇÃO & BIOECONOMIA BORRACHA, TABACO, FLORES, PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS, MADEIRAS ESPECIAIS, VINHOS, AGUARDENTES, CACAU, CAFÉ...

28 PRODUTOS ESPECIAIS E DIFERENCIADOS BORRACHA IMPORTAÇÃO 2010: US$ 790 MILHÕES ( TONELADAS) BORRACHA : ha (SP, MS, MG) OPORTUNIDADE PARA PEQUENOS FLORES: VALOR BRUTO 2011: R$ 1,2 BILHÃO FLORES: EM 2000, EXPORTAÇÕES : US$ 12 MILHÕES, HOJE US$ 28 MILHÕES MADEIRA (PAINÉIS, TRATADOS...): 45 MILHÕES METROS CÚBICOS VINHO PRODUÇÃO : 520 MILHÕES DE LITROS, VINÍCOLAS UVA: PRODUÇÃO ANUAL 1,4 MILHÃO DE TONELADAS, MÉDIA 2 ha CACHAÇA: VENDAS DE US$ 2 M (2012) CACHAÇA: PEQUENOS PRODUTORES RÓTULOS TABACO: PRODUÇÃO ANUAL TONELADAS TABACO: VALOR EM 2010: R$ 4,5 BILHÕES, EXPORTAÇÃO : US$ 2,7 BILHÕES CAFÉ: 26% DA EXPORTAÇÃO - CERTIFICADO GOURMET E SUPERIOR

29 IV - ENERGIA INOVAÇÃO & BIOECONOMIA

30 PIB ($ / habitante / ano) ENERGIA = RIQUEZA $ 20,000 50,000 10,000 U.K. Japão França RIQUEZA E.U.A. Canada Brasil Coréia do Sul México Polônia (Antiga U.S.S.R.) $ China 100 POBREZA Bangladesh kw/habitante

31 Matriz Energética Brasileira 2010 (BEN) MUNDO Y OCDE Petróleo e derivados 3,8% 18,1% 37,9% 10,1% 15,2% 8,8% 1,4% 4,8% Gás natural Carvão mineral e derivados Urânio e derivados Energia hidráulica e eletricidade Lenha e carvão vegetal Produtos de cana-deaçúcar outros renováveis ENERGIA RENOVÁVEL 47,3 % ENERGIA NÃO RENOVÁVEL 52,7%

32 BOSQUES PLANTADOS HECTARES PRODUÇÃO ANUAL SUPERIOR A 170 MILHÕES DE METROS CÚBICOS

33 COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS CARVÃO Produção Anual: 17 milhões de metros cúbicos LENHA INDUSTRIAL Produção Anual: 44,7 milhões de metros cúbicos TOTAL EM 2011 Produção Anual: 61,7 milhões de metros cúbicos

34 VENDA DE VEÍCULOS NO BRASIL Fonte: UNICA e ANFAVEA.

35 VENDA DE VEÍCULOS NO BRASIL AnO Fonte: UNICA e ANFAVEA.

36 COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS ETANOL SAFRA Cana de açúcar Etanol (mil m³) (mil toneladas) Anidro Hidratado Total 2005/ / / / / / / BIODIESEL Produção 2010: 2,4 MM de litros (B100) Capacidade instalada: 5,8 MM de litros (B100) Consumo de diesel 2011: 49 MM de litros (B5)

37 2009: USINAS DE CANA X REFINARIAS Usinas de Cana (aprox. 400) Refinarias (14) Área de cana: 7 milhões de hectares Produção: 700 milhões de toneladas Fonte: ANEEL Fonte: Petrobras

38 CORREDOR DE ETANOL E REFINARIAS Fonte: EPE

39 COMBUSTÍVEL GASOSO BIOGÁS: potencial: 4 milhões de metros cúbicos/dia

40 INSTALAÇÃO DE BIOGÁS PARA CALEFAÇÃO DE INCUBADORA

41 BIOELECTRICIDADE (RESÍDUOS) BIOMASSA E CO-GERAÇÃO BAGAÇO DE CANA kw (6,3%) VINHAÇA kw RESÍDUOS DE MADEIRA kw CASCA DE ARROZ kw BIOGÁS kw TOTAL DE BIOMASSA kw (7,7%)

42 ENERGIA DA AGRICULTURA = ENERGIA SUSTENTÁVEL PARTICIPAÇÃO EM MATRIZ ENERGÉTICA AGRICULTURA PRODUZ = 30,5% OU 68.3 M DE TEP AGRICULTURA CONSOME = 4,5% OU 9.1 M DE TEP TEP = TONELADA EQUIVALENTE DE PETRÓLEO BEN BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL EPE https://ben.epe.gov.br/

43 OS 20 PAÍSES MAIORES EMISSORES DE CO2 EM 2010 PAIS MILHÕES DE TONELADAS DE CO2 FÓSSIL EM 2010 PORCENTAGEM EM RELAÇÃO AO MUNDO PORCENTAGEM ACUMULADA 1 China 8.320,96 26,18% 26,18% 2 Estados Unidos 5.610,11 17,65% 43,84% 3 Índia 1.695,62 5,34% 49,17% 4 Rússia 1.633,80 5,14% 54,31% 5 Japão 1.164,47 3,66% 57,98% 6 Alemanha 793,66 2,50% 60,47% 7 Coréia do Norte 578,97 1,82% 62,30% 8 Irã 560,33 1,76% 64,06% 9 Canadá 548,75 1,73% 65,78% 10 Reino Unido e Irlanda do Norte 532,44 1,68% 67,46% 11 Arábia Saudita 478,41 1,51% 68,97% 12 África do Sul 465,10 1,46% 70,43% 13 Brasil 453,87 1,43% 71,86% 14 México 445,28 1,40% 73,26% 15 Itália 416,37 1,31% 74,57% 16 Austrália 405,34 1,28% 75,84% 17 França 395,20 1,24% 77,09% 18 Indonésia 389,43 1,23% 78,31% 19 Espanha 316,43 1,00% 79,31% 20 Taiwan 305,38 0,96% 80,27% Total de los 20 mayores ,92 80,27% Total del mundo ,36 Fonte: US IEA - International Energy Statistics:

44 EMISSÕES DE CO2 POR HABITANTE EM 2010* PAÍS TONELADAS PER CAPITA 1 Emirados Árabes Unidos 40,07 2 Kuwait 29,16 3 Austrália 18,84 4 Omã 18,60 5 Arábia Saudita 18,59 6 Estados Unidos da América 18,08 7 Canadá 16,25 8 Estônia 15,92 9 Holanda 15,70 10 Turquemenistão 12,56 11 Bélgica 12,20 12 Cazaquistão 11,93 13 Coréia do Norte 11,90 14 Rússia 11,72 15 Islândia 10,87 16 Finlândia 10,35 17 Alemanha 9,65 18 Groenlândia 9,64 19 Israel 9,56 20 Africa do Sul 9,47 21 Líbia 9,38 22 Nova Zelândia 9,31 23 Japão 9,18 24 Noruega 8,94 25 República Tcheca 8,90 26 Irlanda 8,76 27 Eslovênia 8,70 28 Grécia 8,65 29 Reino Unido e Irlanda do Norte 8,50 30 Áustria 8,46 80 Brasil 2,26 EUA 6º Rusia 14º China 43º India 93º *Retirados países e ilhas com área menor que km2

45 EMISSÕES DE CO2 POR ÁREA (KM2) EM 2010* *Retirados países e ilhas com área menor que km2 PAÍS TONELADAS POR KM2 1 Holanda 7.422,25 2 Kuwait 4.788,51 3 Coréia do Norte 4.727,37 4 Bélgica 4.172,91 5 Israel 3.385,09 6 Japão 3.121,48 7 Emirados Árabes Unidos 2.798,78 8 Alemanha 2.228,69 9 Reino Unido e Irlanda do Norte 2.189,88 10 Líbano 1.488,10 11 Itália 1.383,39 12 República Tcheca 1.157,09 13 Suíça 1.106,07 14 Dinamarca 1.077,13 15 Chipre 1.003,26 16 Polônia 977,41 17 China 891,00 18 Eslovênia 860,64 19 Jamaica 834,58 20 Áustria 829,49 21 França 722,84 22 Eslováquia 710,03 23 Grécia 705,27 24 Coréia do Sul 647,66 25 Espanha 625,75 26 Estados Unidos da América 593,62 27 Irlanda 583,40 28 Portugal 558,45 29 Malásia 550,84 30 Índia 548,87 94 Brasil 53,35

46 EMISSÕES DE CO2 POR PIB (PPP*) EM 2010** PAIS TONELADAS POR PIB 1 Turquemenistão 3,19 2 Cuba 1,82 3 Usbequistão 1,50 4 Emirados Árabes Unidos 1,12 5 Coréia do Sul 1,07 6 Cazaquistão 1,06 7 Ucrânia 1,01 8 África do Sul 0,99 9 Mongólia 0,97 10 Estônia 0,93 11 China 0,90 12 Suriname 0,90 13 Arábia Saudita 0,85 14 Libéria 0,82 15 Rússia 0,82 16 Irã 0,77 17 Moldávia 0,76 18 Armênia 0,76 19 Bósnia-Herzegovina 0,73 20 Líbia 0,70 21 Fiji 0,69 22 Oman 0,67 23 Síria 0,66 24 Jordânia 0,64 25 Bielo-Rússia 0,62 26 Kuwait 0,58 27 Coréia do Norte 0,54 28 Tailândia 0,53 29 Bulgária 0,51 30 Austrália 0,51 99 Brasil 0,24 * Purchasing Power Parities (Toneladas de Carbono por mil dólares americanos do ano de 2005) **Retirados países e ilhas com área menor que km2

47 EMISSÕES DE CO2: PAÍSES INDUSTRIALIZADOS E BRASIL PARA ALCANÇAR 1 AÑO DE EMISSÃO DE CO2 DO BRASIL País Milhões de toneladas/dia em 2010 Alcança a emissão do Brasil de 2010 em: Japão 3,19 4 meses e 22 dias Rússia 4,48 3 meses e 11 dias Índia 4,65 3 meses e 7 dias União Européia 10,82 1 mês e 12 dias Estados Unidos 15,37 29 dias China 22,80 20 dias G8 30,40 15 dias OCDE 32,96 14 dias BRASIL: Emissão de CO2 fóssil em 2010: 453,87 milhões de toneladas

48 EMISSÕES DE CO2: PAÍSES INDUSTRIALIZADOS E BRASIL PARA IGUALAR A EMISSÃO ACUMULADA DE CO2 DE 1993 A 2010, O BRASIL LEVARIA PAÍS MILHÕES DE TONELADAS ANOS Japão ,41 46,67 Rússia ,73 61,59 Índia ,63 43,38 União Européia ,43 163,93 Estados Unidos ,82 225,12 China ,39 172,63 G ,09 445,33 OCDE ,74 480,71 BRASIL: Emissão de CO2 fóssil em 2010: 453,87 milhões de toneladas

49 AGRICULTURA BRASILEIRA (ALIMENTOS, ENERGIA, FIBRAS E PRODUTOS ESPECIAIS) 1 MONTANTE DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS: Indústria para a agricultura Serviços e comércio 2 - ATIVIDADES AGRÍCOLAS PROPRIAMENTE DITAS: Cadeias produtivas Serviços e comércio 3 JUSANTE DAS ATIVIDADES AGRÍCOLAS: Indústria de base agrícola Indústria consumidora de produtos agrícolas Serviços e comércio

50 MUITO OBRIGADO! Dr. Evaristo E. de Miranda Crédito das fotos e imagens: José Roberto Miranda Liana John e Embrapa

A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA

A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA INTRODUÇÃO DIMENSÃO ECONÔMICA, AMBIENTAL E SOCIAL, DINÂMICA DA AGRICULTURA BRASILEIRA

Leia mais

em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento

em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento agronegócio brasileiro em números Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento 2010 ranking Ranking Brasileiro da Produção e Exportação Fonte: USDA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA

A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA A AGRICULTURA NO BRASIL DO SÉCULO XXI EVARISTO EDUARDO DE MIRANDA, AGRÔNOMO, DOUTOR EM ECOLOGIA, PESQUISADOR DA EMBRAPA INTRODUÇÃO DIMENSÃO ECONÔMICA, AMBIENTAL E SOCIAL, DINÂMICA DA AGRICULTURA BRASILEIRA

Leia mais

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO

PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO PERFIL DO AGRONEGÓCIO MUNDIAL SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO Março/2013 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Mundial 05. População ocupada 06. PIB Mundial 07. PIB per capita Mundial 08. Exportação Mundial

Leia mais

Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios

Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios Brasil como maior exportador mundial de carne bovina: conquistas e desafios João Ricardo Albanez Superintendente de Política e Economia Agrícola, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de

Leia mais

A aceleração da inflação de alimentos é resultado da combinação de fatores:

A aceleração da inflação de alimentos é resultado da combinação de fatores: SEGURIDADE ALIMENTARIA: apuesta por la agricultura familiar Seminario: Crisis alimentaria y energética: oportunidades y desafios para América Latina e el Caribe O cenário mundial coloca os preços agrícolas

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC UNIÃO EUROPEIA Comércio Exterior Intercâmbio comercial com o Brasil

Leia mais

BRASIL. Francisca Peixoto

BRASIL. Francisca Peixoto BRASIL Francisca Peixoto INTRODUÇÃO BRASIL Um dos principais fornecedores de alimentos e matériasprimas do mundo Dotação única em recursos naturais Política agropecuária alinhada com estratégia nacional

Leia mais

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL - VIII Congresso Internacional de Compensado e Madeira Tropical - Marcus Vinicius da Silva Alves, Ph.D. Chefe do Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal

Leia mais

Caminhos da Soja Conquistas da Soja no Brasil

Caminhos da Soja Conquistas da Soja no Brasil Caminhos da Soja Conquistas da Soja no Brasil Francisco Sérgio Turra Presidente Executivo Soja no Mundo Mil toneladas Evolução da produção de soja por país (mil toneladas) 100 75 50 Brasil - 84 EUA - 82

Leia mais

Portugal Leaping forward

Portugal Leaping forward Portugal Leaping forward Dr. Pedro Reis Presidente da AICEP Lisboa, 16 de Março 2012 Enquadramento internacional Fonte: EIU (Fev 2012) Nota: PIB a preços de mercado Variação (%) Enquadramento internacional

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 05/11/10 05/12/10 05/01/11 05/02/11 05/03/11 05/04/11 05/05/11 05/06/11 05/07/11 05/08/11 05/09/11 05/10/11 05/11/11 05/12/11 05/01/12 05/02/12 05/03/12

Leia mais

O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira

O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira O papel da APROSOJA na promoção da sustentabilidade na cadeia produtiva da soja brasileira Clusters para exportação sustentável nas cadeias produtivas da carne bovina e soja Eng Agrônomo Lucas Galvan Diretor

Leia mais

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis Biocombustíveis Também chamados de agrocombustíveis Biomassa É o combustível obtido a partir da biomassa: material orgânico vegetal ou animal Uso tradicional: lenha, excrementos Etanol: álcool combustível.

Leia mais

Preçário dos Cartões Telefónicos PT

Preçário dos Cartões Telefónicos PT Preçário dos Cartões Telefónicos PT Cartão Telefónico PT 5 e (Continente)... 2 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma dos Açores)... 6 Cartão Telefónico PT 5 e (Região Autónoma da Madeira)... 10 Cartão

Leia mais

Panorama Atual e Plano de Desenvolvimento para a Caprinovinocultura

Panorama Atual e Plano de Desenvolvimento para a Caprinovinocultura Panorama Atual e Plano de Desenvolvimento para a Caprinovinocultura Francisco Edilson Maia Presidente da Comissão Nacional de Caprinos e Ovinos CNA Presidente da Câmara Setorial e Temática de Ovinos e

Leia mais

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES

MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 05/07/11 02/08/11 30/08/11 27/09/11 25/10/11 22/11/11 20/12/11 17/01/12 14/02/12 13/03/12 10/04/12 08/05/12 05/06/12 03/07/12 31/07/12 28/08/12 25/09/12

Leia mais

Exportações Brasileiras de Carne Bovina Brazilian Beef Exports. Fonte / Source: SECEX-MDIC

Exportações Brasileiras de Carne Bovina Brazilian Beef Exports. Fonte / Source: SECEX-MDIC Categorias / Products:, INDUSTRIALIZADA / PROCESSED,,, 1 de 16 2000 1999 %(2000x1999) Janeiro / January US$ (000) US$/Ton 25.537 9.793 2.608 15.392 4.375 3.518 66% 124% -26% INDUSTRIALIZADA / PROCESSED

Leia mais

Melhoramento de Plantas: Produção de Biocombustíveis vs Produção de Alimentos

Melhoramento de Plantas: Produção de Biocombustíveis vs Produção de Alimentos Melhoramento de Plantas: Produção de Biocombustíveis vs Produção de Alimentos Leonardo Lopes Bhering leonardo.bhering@embrapa.br In: 5º Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas Guarapari ES, 13

Leia mais

Necessidade de visto para. Não

Necessidade de visto para. Não País Necessidade de visto para Turismo Negócios Afeganistão África do Sul Albânia, Alemanha Andorra Angola Antígua e Barbuda Arábia Saudita Argélia. Argentina Ingresso permitido com Cédula de Identidade

Leia mais

Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso

Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso Índice 1 - Conceito de Agronegócio e a atuação do Imea 2 - Agronegócio no Brasil e em Mato Grosso 2.1 Agronegócio Soja 2.2 Agronegócio Milho 2.3 Agronegócio Algodão

Leia mais

Energia e Meio Ambiente Política de Energia e Mudança Climática: Histórico, Perspectivas e Alternativas. Luiz Pinguelli Rosa

Energia e Meio Ambiente Política de Energia e Mudança Climática: Histórico, Perspectivas e Alternativas. Luiz Pinguelli Rosa Luiz Pinguelli Rosa O BRASIL NO CONTEXTO DA AMÉRICA LATINA E A QUESTÃO DA ESQUERDA NO GOVERNO Superar a identificação da esquerda estritamente com o socialismo de tipo soviético O QUADRO POLÍTICO NACIONAL,

Leia mais

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares Ciências Militares no Século XXI Situação Atual e Desafios Futuros Geopolítica dos Recursos Naturais Fontes Alternativas

Leia mais

Recursos Energéticos e Meio Ambiente. Professor Sandro Donnini Mancini. 20 - Biomassa. Sorocaba, Maio de 2015.

Recursos Energéticos e Meio Ambiente. Professor Sandro Donnini Mancini. 20 - Biomassa. Sorocaba, Maio de 2015. Campus Experimental de Sorocaba Recursos Energéticos e Meio Ambiente Professor Sandro Donnini Mancini 20 - Biomassa Sorocaba, Maio de 2015. ATLAS de Energia Elétrica do Brasil. Agência Nacional de Elétrica

Leia mais

LIGA ÁRABE Comércio Exterior

LIGA ÁRABE Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC LIGA ÁRABE Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil

Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil Confederação Nacional da Indústria Matriz energética e emissão de gases de efeito estufa Fatos sobre o Brasil Edição revisada Brasília, 2008 Nota técnica Os gráficos desta cartilha foram elaborados a partir

Leia mais

A visão de longo prazo contempla: Produção Exportações líquidas Estoques. Área plantada Produtividade Consumo doméstico (total e per capita)

A visão de longo prazo contempla: Produção Exportações líquidas Estoques. Área plantada Produtividade Consumo doméstico (total e per capita) Fornecer aos agentes envolvidos no agronegócio, notadamente as indústrias de insumos agropecuários e de alimentos, além dos produtores, Governo e academia, informações estratégicas sobre a dinâmica futura

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO. PERFIL DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Janeiro/2015

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO. PERFIL DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Janeiro/2015 SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO PERFIL DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Janeiro/2015 2 ÍNDICE 03. Apresentação 04. População Rural 05. Habitantes no

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS

AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS AGRONEGÓCIOS AGRONEGÓCIO NO MUNDO PRINCIPAIS PLAYERS Argentina Estados Unidos Indonésia Brasil Canadá Russia Índia Japão Austrália China México Área Agricultável > 30 milhões de ha População urbana > 80

Leia mais

RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012

RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Atualizado até 30/09/2011 RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012 1 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Autorizações

Leia mais

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR

FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR FÓRUM ESTADÃO BRASIL COMPETITIVO COMÉRCIO EXTERIOR PAINEL 1 COMO AUMENTAR A PARTICIPAÇÃO DO PAÍS NO COMÉRCIO INTERNACIONAL E A COMPETITIVIDADE DOS PRODUTOS BRASILEIROS JOSÉ AUGUSTO DE CASTRO São Paulo,

Leia mais

RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012

RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Atualizado até 30/09/2011 RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012 1 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Autorizações

Leia mais

Milho Perspectivas do mercado 2011/12

Milho Perspectivas do mercado 2011/12 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA Milho Perspectivas do mercado 2011/12 março de 2012 Milho - Oferta e Demanda - Mundo milhões de t. Safras 2008/09 2009/10

Leia mais

Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente

Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente Disponibilização e consumo de energia: implicações sobre o meio ambiente Ipea Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Gesmar Rosa dos Santos Antenor Lopes Conteúdo Características gerais da Oferta Interna

Leia mais

Exportação Brasileira de Tangerinas por País de Destino 2010

Exportação Brasileira de Tangerinas por País de Destino 2010 Exportação Brasileira de Laranjas por País de Destino 2010 ESPANHA 5.293.450 12.795.098 PAISES BAIXOS (HOLANDA) 4.669.412 10.464.800 REINO UNIDO 2.015.486 5.479.520 PORTUGAL 1.723.603 3.763.800 ARABIA

Leia mais

PROJEÇÕES DO AGRONEGÓCIO Brasil 2009/10 a 2019/20

PROJEÇÕES DO AGRONEGÓCIO Brasil 2009/10 a 2019/20 PROJEÇÕES DO AGRONEGÓCIO Brasil 2009/10 a 2019/20 AGE - ASSESSORIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA Chefe da AGE: Derli Dossa. E-mail: derli.dossa@agricultura.gov.br Equipe Técnica: José Garcia Gasques. E-mail: jose.gasques@agricultura.gov.br

Leia mais

O Mercado Mundial de Commodities. Palestrante: André Pessôa (Agroconsult) Debatedor: André Nassar (Icone)

O Mercado Mundial de Commodities. Palestrante: André Pessôa (Agroconsult) Debatedor: André Nassar (Icone) O Mercado Mundial de Commodities Palestrante: André Pessôa (Agroconsult) Debatedor: André Nassar (Icone) Um mercado em desequilíbrio: choque de demanda Relação Estoque/Uso (soja, milho, trigo e arroz)

Leia mais

Balanço Energético Nacional 2014

Balanço Energético Nacional 2014 Balanço Energético Nacional 2014 Relatório Síntese ano base 2013 Empresa de Pesquisa Energética - EPE Rio de Janeiro, RJ Maio de 2014 BEN 2014 Relatório Síntese ano base 2013 Ministério de Minas e Energia

Leia mais

Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja

Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos Consumo Mundial de Suco de Laranja Câmara Setorial da Citricultura Brasília, 6 de setembro de 2011. TRANSPARÊNCIA E INFORMAÇÃO AGO/2010 OUT/2010 NOV-DEZ/2010

Leia mais

BLAIRO MAGGI Governador do Estado Email: blairo@terra.com.br

BLAIRO MAGGI Governador do Estado Email: blairo@terra.com.br BLAIRO MAGGI Governador do Estado Email: blairo@terra.com.br CONHECENDO A AMAZÔNIA BIOMAS DA AMAZONIA LEGAL Bioma Amazônia Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE Bioma Cerrado Biomas Território

Leia mais

Anexo 4 - Projeção de Demanda de Energia e da Geração Elétrica em Unidades de Serviço Público (Resultados)

Anexo 4 - Projeção de Demanda de Energia e da Geração Elétrica em Unidades de Serviço Público (Resultados) Anexo 4: Demanda de Eletricidade 1 Anexo 4 - de Demanda de Energia e da Geração Elétrica em Unidades de Serviço Público (Resultados) O Conceito de Energia Equivalente As fontes energéticas classificadas

Leia mais

Relação Econômica Bilateral Japão e Brasil

Relação Econômica Bilateral Japão e Brasil Relação Econômica Bilateral e Ⅰ.Comércio Exterior e Os principais parceiros de intercâmbio comercial brasileiro são os, a e a. A presença do não é significativa comparando a esses países. As exportações

Leia mais

Fortaleza, junho de 2015

Fortaleza, junho de 2015 Fortaleza, junho de 2015 All About Energy 2015 Política de Energia e Mudança Climática Luiz Pinguelli Rosa Diretor da COPPE UFRJ * Secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas Membro da Academia

Leia mais

Entre no Clima, Faça sua parte por. um MUNDO melhor.

Entre no Clima, Faça sua parte por. um MUNDO melhor. Entre no Clima, Faça sua parte por um MUNDO melhor. Aquecimento Global Conheça abaixo os principais gases responsáveis pelo aquecimento global: MUDANÇAS CLIMÁTICAS E O AQUECIMENTO GLOBAL Desde a revolução

Leia mais

Mudanças na composição agropecuária e florestal paulista - 1999 e 2008

Mudanças na composição agropecuária e florestal paulista - 1999 e 2008 Mudanças na composição agropecuária e florestal paulista - 1999 e 2008 José Alberto Ângelo Danton Leonel de Camargo Bini Denise Viane Caser Paulo José Coelho Carlos Nabil Ghobril alberto@iea.sp.gov.br

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil País Afeganistão África do Sul Albânia Alemanha Andorra Angola Antígua e Barbuda Arábia Saudita Argélia Argentina Armênia Austrália

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Apesar do bom crescimento de Produtos Alimentícios e Máquinas e Equipamentos,

Leia mais

Estrutura da Energia no Brasil: Órgãos e Sistemas

Estrutura da Energia no Brasil: Órgãos e Sistemas Centro Universitário Fundação Santo André MBA Gestão de Energia Estrutura da Energia no Brasil: Órgãos e Sistemas Prof. Eduardo Matsudo MATRIZ ENERGÉTICA E DADOS ESTATÍSTICOS Santo André, 21 de março de

Leia mais

PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006. PT Prime Preçário Voz Empresarial 2006

PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006. PT Prime Preçário Voz Empresarial 2006 PT PRIME PREÇÁRIOS DE VOZ EMPRESARIAL 2006 Versão: 1.0 Pág.: 1/7 1. ACESSO DIRECTO Chamadas DENTRO DO PAÍS Não Corp Corp Local 0,0201 0,0079 Local Alargado 0,0287 0,0105 Nacional 0,0287 0,0105 FIXO MÓVEL

Leia mais

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro

SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR. Viana do Castelo, 11de Fevereiro SEMINÁRIO EXPORTAR, EXPORTAR, EXPORTAR Viana do Castelo, 11de Fevereiro www.cosec.pt COSEC Companhia de Seguro de Créditos, S.A. 2014 Índice Sobre a COSEC Seguro de Créditos Soluções à medida em resumo

Leia mais

CAPÍTULO 28 A QUESTÃO ENERGÉTICA. Professor: Gelson Alves Pereira 2ª Série Ensino Médio

CAPÍTULO 28 A QUESTÃO ENERGÉTICA. Professor: Gelson Alves Pereira 2ª Série Ensino Médio CAPÍTULO 28 A QUESTÃO ENERGÉTICA Professor: Gelson Alves Pereira 2ª Série Ensino Médio 1- Introdução Nos últimos 250 anos, houve um grande consumo de energia e combustíveis. Acredita-se que, até 2030,

Leia mais

CAPÍTULO 28 A QUESTÃO ENERGÉTICA

CAPÍTULO 28 A QUESTÃO ENERGÉTICA Disciplina - Geografia 2 a Série Ensino Médio CAPÍTULO 28 A QUESTÃO ENERGÉTICA Professor: Gelson Alves Pereira 1- INTRODUÇÃO Nos últimos 250 anos, houve um grande consumo de energia e combustíveis. Acredita-se

Leia mais

Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria

Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria VII Seminário ABMR&A da Cadeia Produtiva de Carne Bovina Feicorte 2007 Mercado internacional da carne bovina: a visão da indústria Médica Veterinária Andréa Veríssimo M. Appl. Sc. Farm Management Lincoln

Leia mais

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil FACT-SHEET Cana-de-Açúcar, Milho e Soja Programa Agricultura e Meio Ambiente WWF - Brasília Março 28 WWF- Secretaria Geral Denise Hamú Superintendência de Conservação de Programas Temáticos Carlos Alberto

Leia mais

Governo do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP

Governo do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Governo do Brasil Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento de Cooperativismo e Associativismo DENACOOP Integração Contratual para Acesso a Mercado Rodolfo Osorio de Oliveira Coordenador

Leia mais

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável Gilberto Hollauer Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético Abril de 2015 1 Sumário Política Energética

Leia mais

POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL

POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL Política energética sustentável: objetivos Segurança de suprimentos Compatibilidade ambiental Mix energético balanceado Eficiência econômica Carvão mineral no mundo

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2012

Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Volume 39 Ano base 2011 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2010-2011

Leia mais

A RENTABILIDADE FUTURA DO OLIVAL DE REGADIO UMA OPORTUNIDADE PARA PORTUGAL. Manuela Nina Jorge Prof. Francisco Avillez

A RENTABILIDADE FUTURA DO OLIVAL DE REGADIO UMA OPORTUNIDADE PARA PORTUGAL. Manuela Nina Jorge Prof. Francisco Avillez A RENTABILIDADE FUTURA DO OLIVAL DE REGADIO UMA OPORTUNIDADE PARA PORTUGAL Manuela Nina Jorge Prof. Francisco Avillez SUMÁRIO Uma oportunidade Definição das tecnologias Conceitos Análise da Rentabilidade

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2015

Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Volume 42 Ano base 2014 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2013-2014

Leia mais

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações Carta de Conjuntura nº2 Dezembro de 2015 Setor Externo As cotações do dólar recuaram em relação aos últimos meses, chegando a taxa média em novembro a ficar em R$ 3,77, cerca de 2,77% abaixo da taxa média

Leia mais

BANGLADESH Comércio Exterior

BANGLADESH Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BANGLADESH Comércio Exterior Fevereiro de 2015 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2011 - Indicadores DSPDCE - 2012

Ação Cultural Externa Relatório Anual 2011 - Indicadores DSPDCE - 2012 Ação Cultural Externa Relatório Anual 0 Indicadores DSPDCE 0 .Iniciativas apoiadas pelo IC a) Número (total): 0 b) Montante global:.0,0,* Áreas Geográficas África América Ásia Europa Médio Oriente e Magrebe

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa Universidade Federal do Ceará Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Universidade Federal do Ceará Biomassa Professora: Ruth Pastôra Saraiva

Leia mais

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação Afeganistão Visto exigido Visto exigido África do Sul Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Albânia Dispensa de visto,

Leia mais

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR

Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR Paraná Cooperativo EDIÇÃO ESPECIAL EXPORTAÇÕES Informe Diário nº 2.092 Sexta-feira, 08 de maio de 2009 Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR EXPORTAÇÕES DAS COOPERATIVAS NO AGRONEGÓCIO EM 1. RESULTADO

Leia mais

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL GESEL / SINERGIA / EDF A OPÇÃO NUCLEAR PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento

Leia mais

Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional. Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB

Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional. Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB Despesas em Propaganda no Brasil e sua Interligação com a Economia Internacional Fábio Pesavento ESPM/SUL André M. Marques UFPB O NÚCLEO DE ECONOMIA EMPRESARIAL ESPM-SUL PESQUISA E APOIO 1. Despesas em

Leia mais

Disciplina: Eletrificação Rural. Unidade 1 Energia elétrica no âmbito do desenvolvimento sustentável: balanço energético nacional

Disciplina: Eletrificação Rural. Unidade 1 Energia elétrica no âmbito do desenvolvimento sustentável: balanço energético nacional UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRÍCOLA Disciplina: Eletrificação Rural Unidade 1 Energia elétrica no âmbito do desenvolvimento sustentável:

Leia mais

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017) Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)

Leia mais

Infraestrutura,alternativas

Infraestrutura,alternativas Demandas crescentes em Infraestrutura,alternativas energéticas. Hitachi South America Ltda TOSHIRO IWAYAMA Diretor, Conselheiro Especial A MATRIZ ENERGÉTICA DO BRASIL (FONTE: ANEEL) INTRODUÇÃO: RESUMO:

Leia mais

II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP. Redução de Custos no Comércio Exterior

II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP. Redução de Custos no Comércio Exterior II Seminário O Comércio Exterior e a Indústria - FIEP PALESTRA Redução de Custos no Comércio Exterior Fábio Martins Faria Curitiba, 29 de outubro de 2014 1 - REALIDADE BRASIL: PAÍS EXPORTADOR DE PESO 2

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO CARACTERIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Eduardo Pereira Nunes Elisio Contini Apresentação à Diretoria da ABAG 13 de setembro de 2000 - São Paulo O PROBLEMA Controvérsias sobre contribuição

Leia mais

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Encontro Econômico Brasil-Alemanha Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Jackson Schneider Presidente Anfavea Blumenau, 19 de novembro de 2007 1 Conteúdo 2 1. Representatividade

Leia mais

Potencial dos Biocombustíveis

Potencial dos Biocombustíveis Potencial dos Biocombustíveis Mozart Schmitt de Queiroz Gerente Executivo de Desenvolvimento Energético Diretoria de Gás e Energia Petrobras S.A. Belo Horizonte, 17 de outubro de 2007 Evolução da Capacidade

Leia mais

21º Congresso Internacional do Trigo Abitrigo. O mercado de Commodities e as Novas Tendências para o Trigo. Alexandre Mendonça da Barros

21º Congresso Internacional do Trigo Abitrigo. O mercado de Commodities e as Novas Tendências para o Trigo. Alexandre Mendonça da Barros 21º Congresso Internacional do Trigo Abitrigo O mercado de Commodities e as Novas Tendências para o Trigo Alexandre Mendonça da Barros 20 de Outubro de 2014 Índice As transformações da economia agrícola

Leia mais

BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL. I Relatório Síntese I ano base 2012

BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL. I Relatório Síntese I ano base 2012 BALANÇO ENERGÉTICO NACIONAL 2013 I Relatório Síntese I ano base 2012 Brasil. Empresa de Pesquisa Energética. Balanço Energético Nacional 2013 Ano base 2012: Relatório Síntese Rio de Janeiro: EPE, 2013

Leia mais

1.a. Atividades principais concepção, produção, desenvolvimento e distribuição de bens duráveis e produtos profissionais. São três as suas divisões:

1.a. Atividades principais concepção, produção, desenvolvimento e distribuição de bens duráveis e produtos profissionais. São três as suas divisões: Electrolux AB 1. Principais Características Matriz: Electrolux AB Localização: Estocolmo, Suécia Ano de fundação: 1901 Internet: www.electrolux.com Faturamento (2000): US$ 11.537 mi Empregados (2000):

Leia mais

PÚBLICO ALVO: Promotores de viagens; agentes de viagens; consultores de viagens; operadores de emissivo e receptivo; atendentes.

PÚBLICO ALVO: Promotores de viagens; agentes de viagens; consultores de viagens; operadores de emissivo e receptivo; atendentes. 3. Geografia Turística 3.1 Geografia Turística: Brasil de Ponta a Ponta Proporcionar ao participante melhor compreensão geográfica do país; Apresentar as principais especificidades existentes nos continentes

Leia mais

PERSPECTIVAS PARA OS MERCADOS DE AÇÚCAR E ETANOL

PERSPECTIVAS PARA OS MERCADOS DE AÇÚCAR E ETANOL PERSPECTIVAS PARA OS MERCADOS DE AÇÚCAR E ETANOL Marcos Sawaya Jank Presidente da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (UNICA) São Paulo, 26 de maio de 2011 SOBRE A UNICA Maior organização representativa

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul.

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

Redes de apoio às empresas portuguesas no estrangeiro

Redes de apoio às empresas portuguesas no estrangeiro SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA ECONÓMICA Documento de Inteligência Económica TEMA: Redes de apoio às empresas portuguesas no estrangeiro 1. Importância para as empresas em processo de internacionalização A ação

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO (VBP) AGROPECUÁRIO Julho/2015 R$ milhões VBP PRINCIPAIS PRODUTOS AGRÍCOLAS LAVOURAS

Leia mais

O Brasil como Destino de Investimentos Externos

O Brasil como Destino de Investimentos Externos O Brasil como Destino de Investimentos Externos Marco Aurélio Fontes Maio de 2003 Agenda O Brasil que Poucos Conhecem Ambiente de IED A Investe Brasil Brasil Um País de Proporções Continentais Data (2001)

Leia mais

Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA)

Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA) Alicia Ruiz Olalde Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA) Exportações Agronegócio (CEPEA) Em 2012, a receita das exportações do agronegócio brasileiro alcançou US$ 97 bilhões. Em 2014,

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL

PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL 1º SEMINÁRIO PARANAENSE DE ENERGIA DE BIOMASSA RESIDUAL AGRÍCOLA 06 DE DEZEMBRO DE 2013 LOCAL: SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL

Leia mais

O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS

O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS O Futuro da Indústria Química CARLOS FADIGAS A indústria química é relevante para o Brasil... Faturamento da Indústria Química Brasileira (US$ bilhões) +6% a.a. 166 160 162 124 129 101 2008 2009 2010 2011

Leia mais

PAÍSES AIEA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA

PAÍSES AIEA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA PAÍSES AIEA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA 1. Canadá 2. Comunidade da Austrália 3. Estado da Líbia 4. Estados Unidos da América 5. Federação Russa 6. Japão 7. Reino da Arábia Saudita 8. Reino

Leia mais

ACESSOS À BVS-PSI MEDIDOS PELO GOOGLE ANALYTICS

ACESSOS À BVS-PSI MEDIDOS PELO GOOGLE ANALYTICS ACESSOS À BVS-PSI MEDIDOS PELO GOOGLE ANALYTICS 1º. Semestre 2013 O Google Analytics é um serviço gratuito oferecido pelo Google que permite analisar as estatísticas de visitação de um site. Este é o primeiro

Leia mais

Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho

Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho Petróleo no Brasil e no Mundo e Situação atual da Petrobras Armando Guedes Coelho Membro do Conselho de Administração do IBP Presidente do Conselho Empresarial de Energia da FIRJAN Panorama Mundial Século

Leia mais

Maria Paula Martins Diretora Geral

Maria Paula Martins Diretora Geral Maria Paula Martins Diretora Geral Evolução da Matriz Energética Brasileira 1970 2010 2030 38% 48% 14% 18% 7% 29% 35% Petróleo Carvão Hidráulica Cana Gás Urânio Lenha Outras renováveis 6% 12% 46% 2000

Leia mais

o Diretor Executivo da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento - FAPED, no uso de suas atribuições legais,

o Diretor Executivo da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento - FAPED, no uso de suas atribuições legais, Deliberação 01 de 23 de fevereiro de 2015. o Diretor Executivo da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento - FAPED, no uso de suas atribuições legais, CONSIDERANDO o que dispõe a Lei n." 8.958, de

Leia mais

SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL

SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL II ENCONTRO BRASILEIRO DE SILVICULTURA Campinas, Abril 2011 SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL JOSÉ OTÁVIO BRITO Professor Titular jobrito@usp.br CONJUNTURA MUNDIAL CONSUMO MUNDIAL

Leia mais

A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento

A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento A produção mundial e nacional de leite - a raça girolando - sua formação e melhoramento Duarte Vilela chgeral@cnpgl.embrapa.br Audiência Pública - 18/05/2010 Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento

Leia mais

Mercado de Painéis de Madeira Reconstituída. Graça B. Gnoatto 31/10/2014

Mercado de Painéis de Madeira Reconstituída. Graça B. Gnoatto 31/10/2014 Mercado de Painéis de Madeira Reconstituída Graça B. Gnoatto 31/10/2014 Ibá Inédita união de quatro associações de empresas de produtos de base florestal plantada, com valores intrínsecos de desenvolvimento

Leia mais

Ranking Mundial de Juros Reais Mar/13

Ranking Mundial de Juros Reais Mar/13 Ranking Mundial de Juros Reais Mar/13 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas

Leia mais

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - FIESP CONSELHO SUPERIOR DE COMÉRCIO EXTERIOR DA FIESP - COSCEX PALESTRA AS DIFICULDADES DO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO NA ARGENTINA, VENEZUELA, EUA E

Leia mais