V JORNADA E IV MOSTRA CIENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA

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1 V JORNADA E IV MOSTRA CIENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA Rio Verde GO Novembro

2 ANAIS DA V JORNADA E IV MOSTRA CIENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

3 ÍNDICE PROGRAMAÇÃO...5 COMISSÃO ORGANIZADORA...6 RESUMOS...7 ANIMAIS DE COMPANHIA Diabetes mellitus canina: relato de caso...9 Estudo retrospectivo das dermatopatias mais prevalentes em cães e gatos na cidade de Rio Verde-GO, Brasil...10 Hábitos alimentares de cães em Rio Verde, GO...11 Megaesôfago idiopático congênito canino: relato de caso...12 Métodos de diagnóstico usados nas dermatopatias de cães e gatos na cidade de Rio Verde-GO, Brasil...13 Ocorrência de piodermites em cães na cidade de Rio Verde-GO, Brasil...14 Prevalência das dermatopatias alérgicas em cães e gatos na cidade de Rio Verde-GO, Brasil...15 Prevalência das dermatopatias parasitárias em cães e gatos na cidade de Rio Verde-GO, Brasil...16 Prevalência de fungos nas dermatopatias de cães e gatos na cidade de Rio Verde-GO, Brasil...17 Relação entre o gênero do proprietário e o peso e a prática de atividades físicas de cães...18 Relato de caso: luxação coxofemural...19 Ureter ectópico em fêmea canina: relato de caso...20 PRODUÇÃO ANIMAL Bezerra da raça Nelore com hernia inguinal submetida à cirurgia relato de caso...22 Correção da persistência do úraco em bovino: relato de caso...23 Desempenho de frangos aos 42 dias de idade criados em camas tratadas com diferentes condicionadores...24 Desempenho de três grupos de cordeiros confinados com dietas contendo diferentes relações volumoso:concentrado...25 Distribuição dos nascimentos de cordeiros no Setor de Ovinos da Universidade de Rio Verde...26

4 Estudo da mastite subclínica em uma propriedade leiteira: diagnóstico, cultura e antibiograma...27 Mortalidade de cordeiros no Setor de Ovinos da Universidade de Rio Verde...28 Percepções do bem-estar de animais de produção pelo consumidor de Rio Verde, GO..29 Peso ao nascer de cordeiros machos e fêmeas de parto simples e duplo...30 Qualidade da cama de frango de terceiro lote tratada com diferentes condicionadores...31 Qualidade microbiológica de leite pasteurizado tipo C comercializado na cidade de Rio Verde-GO...32 FORRAGICULTURA Produção de matéria seca de Brachiaria brizantha cv. Marandu utilizando residual de adubações orgânicas e química...34 Produção de matéria seca de Cynodon dactylon cv. Tifton 85 utilizando residual de abubações orgânicas e química...35 Residual no solo de Ca e Mg, utilizando Panicum maximum cv. Tanzânia como alternativa forrageira...36 Residual no solo de Mn, Zn e Cu utilizando Panicum maximum cv. Tanzânia como alternativa forrageira...37 Residual no solo de P e K, utilizando Panicum maximum cv. Tanzânia como alternativa forrageira...38

5 Data: 24/11/2009 8:00 Abertura com show artístico PROGRAMAÇÃO 8:30 Palestra Cirúrgia ortopédica em pequenos animais Marcus Vinícius Machado Especialização em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais Universidade Castelo Branco RJ 9:30 Café com prosa 10:00 Palestra Sexagem espermática animal MSc Edson Ramos de Siqueira Filho Uberaba MG 13:30 Palestra Ética na medicina veterinária Paulo César Eliam CRMV GO 14:30 Café com prosa 15:00 Palestra Nutrição clínica e obesidade em cães e gatos Dr. Rodrigo Bazolli Jaboticabal - SP Data: 25/11/2009 8:00 Palestra Atualização em sanidade suína cenário da circovirose Alisson C. A. Pereira BrasilFood S/A 9:00 Café com prosa 9:30 Apresentação e avaliação dos resumos da IV Mostra Científica 13:30 Palestra Medicina de Animais Selvagens Gisele Rodrigues Duarte Zoológico de Brasília 14:30 Café com prosa 15:00 Palestra Registro genealógico de bovinos Murilo Sousa Carrijo FESURV

6 COMISSÃO ORGANIZADORA Coordenador Geral do Evento Prof. MSc. Marcos Lima do Carmo Comissão Organizadora Profa. Dra. Vivian Alonso Profa. MSc. Amanda Carla Acipreste Galvão Profa. Andréa Cruvinel Rocha Silva Prof. Murici Belo Segato Profa. Aline Carvalho Martins Profa. Dra. Maria Cristina de Oliveira Discentes Alex Lucas da Silva Andressa Marques Lima Arilene Cândida Gonçalves Bruno Fernandes de Faria Caio Eduardo Selaysim Costa Débora Delfino Duarte Dionatan da Silva Fernando Carlos Loch Ildefonso Luiz de Freitas Neto Patryck Bruno Cruvinel Cabral Rogério Wagner Carrara do Amaral Vinicius Silva Rezende Virgínia Gouvêa da Silva Comissão Avaliadora dos Resumos Profa. MSc. Fabiana Ramos dos Santos IF Goiano Profa. MSc. Lucilene Tavares Medeiros Universidade de Rio Verde Med. Veterinário Ubirajara Oliveira Bilego COMIGO Editoração Profa. Dra. Maria Cristina de Oliveira

7 RESUMOS

8 8 ANIMAIS DE COMPANHIA

9 9 DIABETES MELLITUS CANINA: RELATO DE CASO CA OLIVEIRA¹, ACR SILVA¹*, MC OLIVEIRA 1 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO. *Autor para correspondência: Trata-se da doença endócrina de maior incidência na clínica de pequenos animais (25%) (5). Diabetes mellitus (DM) caracteriza-se por alterações do metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas, resultante de uma insuficiência relativa ou absoluta de insulina e subseqüente hiperglicemia, acompanhada por glicosúria persistente, somando-se aos sinais clínicos clássicos: poliúria, polidipsia, polifagia e perda de peso, para definição do diagnóstico (4). Pode ser classificada em: DM dependente de insulina (tipo 1) e DM não dependente de insulina (tipo 2) (6). Ao contrário dos gatos, praticamente todos os cães são insulino-dependentes no momento do diagnóstico (3). Infecções virais, pancreatite, obesidade, administração exógena de glicocorticóides ou progestágenos são alguns dos fatores desencadeantes da doença (6). Os cães diabéticos que sobrevivem aos primeiros 6 meses podem viver mais que 5 anos com a doença, caso haja a devida atenção dos proprietários, avaliações regulares do médico veterinário e boa comunicação cliente-veterinário (1). O objetivo deste trabalho é descrever um caso de DM tipo 1 em uma cadela. Relato do Caso Um cão da raça Poodle, 6 anos, fêmea, pesando 6,4kg, foi atendido no Hospital Veterinário da FESURV, tendo como queixa principal polidipsia e poliúria. O animal apresentou diarréia, anorexia, hálito cetônico, abdome aumentado e apatia. O proprietário relatou que a alimentação da cadela baseava-se em comida caseira e ração e que administrava anticoncepcional periodicamente. Apresentou-se ao exame clínico magro, com catarata bilateral, lesões cutâneas na região lombar, mucosas congestas e hipocoradas, secreção na genitália e taquipnéia. De acordo com os sinais clínicos suspeitou-se de piometra ou distúrbios endócrinos, como a cetoacidose diabética, que é definida como uma disfunção metabólica grave causada pela deficiência relativa ou absoluta de insulina (1). Foram solicitados exames complementares como: hemograma completo, perfil bioquímico e urinálise. Ao hemograma, a cadela apresentou anemia discreta, com leucócitos normais, descartando-se a piometra. O perfil renal, hepático, colesterol e hormônios tireoidianos estavam dentro dos padrões normais para a espécie. Entretanto constatou-se severa hiperglicemia de jejum (618 mg/dl), e ao exame de urina, apresentou hipostenúria (densidade=1005) e glicosúria, diagnosticou-se, assim diabetes mellitus tipo 1. Instituiu-se o tratamento com insulina, NPH (100 UI / ml), dose inicial de 0,05ml, de 12 em 12 horas, via subcutânea. Informações foram passadas ao proprietário a respeito de tudo que envolvia a doença e o tratamento, inclusive sobre a avaliação semanal da glicemia e curvas glicêmicas, até alcançar a dosagem, o tipo e a freqüência ideais de insulina. Monitorou-se também o peso do animal, estabelecendo-se tanto um manejo dietético adequado quanto a prática de exercícios físicos, para prevenir a obesidade e ajudar reduzir a glicose. Os proprietários estão geralmente dispostos a aceitar os cuidados de um animal diabético se forem atenuados os temores relacionados às complicações crônicas observadas em humanos diabéticos, como nefropatia, vasculopatia, doença arterial coronariana, que exigem 10 a 20 anos ou mais da doença para se desenvolver e, por isso, são incomuns em cães diabéticos (1). Após duas semanas de tratamento, não se verificou mais os sintomas de diabetes. Três semanas depois, realizou-se a primeira curva glicêmica, cujos resultados levaram à diminuição da dose de insulina para 0,03ml, de 12 em 12 horas, pois o nadir de dextrose foi muito baixo, 58 mg/dl, em relação ao nadir mínimo recomendado de 72mg/dl (1). A cada reajuste de dose ou troca do tipo de insulina, o controle da glicemia deve ser reavaliado a cada 7 a 14 dias (2). Conclui-se que a expectativa e a qualidade de vida do animal com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1, dependerá do compromisso do proprietário para tratar a enfermidade, do controle da glicemia, da reversibilidade e/ou prevenção de complicações crônicas relacionadas ao estado diabético. 1. Greco, DS Compendium on Continuing Education for the Practicing Veterinarian. V.19. pp Davison, LJ et al. Journal of Small Animal Practice, v.44, n. 10, pp , Nelson, RW et al. Journal of the American Veterinary Medical Association, v. 216, n. 8, p , Nelson, RW Medicina interna de pequenos animais. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p Pöppl, AG et al. Acta Scientiae Veterinariae, v.33, n.1, p.33-44, Vargas, AM In: Congresso Paulista de Clinicos Veterinários de Pequenos Animais. São Paulo: p

10 10 ESTUDO RETROSPECTIVO DAS DERMATOPATIAS MAIS PREVALENTES EM CÃES E GATOS NA CIDADE DE RIO VERDE - GO, BRASIL AS TEIXEIRA¹, ML MENDONÇA¹, VD GONÇALVES¹, LF RODRIGUES¹, ACR SILVA¹ *, RG RIBEIRO¹ 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: Estudos brasileiros mostram que as dermatopatias representam aproximadamente 30 a 40% das casuísticas na clínica médica de animais de companhia, independente da localização geográfica e do desenvolvimento socioeconômico do país (1,3). Essa alta prevalência se deve, provavelmente, ao fato de que alterações de pele chamam a atenção e causam repulsa, fazendo o proprietário procurar auxílio veterinário (2). As dermatoses causadas por ácaros (parasitárias), alérgicas, bacterianas (piodermites), fúngicas e tumores são os distúrbios mais descritos (3). A magnitude de ocorrência, o estresse dos animais, a existência de poucos dados sobre a demografia dos distúrbios cutâneos e o fato de alguns constituírem antropozoonoses de alta incidência em pacientes humanos, motivaram este trabalho, que teve como objetivo determinar a prevalência das dermatopatias que acometem cães e gatos em nosso meio e, assim, auxiliar os médicos veterinários no diagnóstico dessas condições tão rotineiras. No presente estudo, foram revistos 4765 prontuários de animais atendidos no período de janeiro de 2007 a outubro de 2009, no Hospital Veterinário da FESURV e em todas as clínicas veterinárias ativas do município de Rio Verde GO. O levantamento da casuística foi executado através dessa revisão, selecionando-se 546 registros dermatológicos de cães e gatos, colhendo-se dados que foram minuciosamente avaliados, segundo a espécie, a raça, idade, sexo e diagnóstico. Cada diagnóstico correspondendo a uma dermatose. Animais com dois ou mais diagnósticos tiveram duas ou mais dermatoses concomitantes. Portanto, o número de diagnósticos foi superior ao número de animais. Utilizou-se para análise dos dados, a distribuição de freqüência simples. Neste levantamento, as dermatopatias corresponderam a 11,5% (546 / 4765) dos casos clínicos atendidos no período, sendo 600 diagnósticos estabelecidos dentre primários e secundários, destes, 33,16% foram causados por bactérias, 31,17% causados por fungos, 12,0% causados por ácaros e 23,67% por causas diversas (Tab.1). A tabela 2 demonstra os dados estatísticos das variáveis analisadas nesta pesquisa, utilizando n de acordo com os registros avaliados, onde se notou que a espécie mais acometida foi a canina (96,34%) e quanto a idade, os adultos (1 a 8 anos) com 67,03%. Quanto ao sexo, as dermatopatias foram mais freqüentes nas fêmeas, 54,95% dos casos. A predisposição racial também foi avaliada, sendo que as raças mais acometidas foram os cães Sem Raça Definida (32,42%), talvez pelo seu maior número populacional, depois o Poodle com 13,19%, o Yorkshire (10,80%) e o Shih Tzu (6,96%). Tabela 1. Distribuição de freqüência dos diagnósticos dermatológicos (n total = 600 diagnósticos). Variável n / Freq. Simples (%) Piodermites 199 / 33,16 Dermatoses fúngicas 187 / 31,17 Dermatoses parasitárias 72 / 12,00 Demais dermatopatias 142 / 23,67 n = nº de diagnósticos totais Tabela 2. Dados demográficos (n total = 546 animais) Variáveis n / Freq. Simples (%) Espécie Canina 526 (96,34) Felina 20 (3,66) Sexo Macho 246 (45,05) Fêmea 300 (54,95) Faixa etária (categoria) Filhote (0 a 11 meses) 123 (22,53) Adulto (1 a 8 anos) 366 (67,03) Idoso (mais de 9 anos) 33 (6,04) Idade não determinada 24 (4,40) Raça (cães) Cão SRD 177 (32,42) Poodle 72 (13,19) Yorkshire 59 (10,80) Shih Tzu 38 (6,96) Pinscher 24 (4,40) Chow Chow 24 (4,40) Pit Bull 20 (3,66) Dachshund 18 (3,29) Demais raças 114 (20,88) Os dados estão descritos como números (n) e porcentagens. Conclusão Conclui-se que as três dermatopatias mais prevalentes em animais de companhia de Rio Verde - GO são as piodermites, as fúngicas e as parasitárias, nesta ordem. 1. Larsson, CE Boletim Informativo Salsbury Laboratórios Anais do IV Ciclo Regional de Atualização Clínica. V.15. pp Souza TM et al. Ciência Rural, v. 36, n. 2, p Willense, T. Dermatologia clínica de cães e gatos. Barueri: Manole, p.

11 11 HÁBITOS ALIMENTARES DE CÃES EM RIO VERDE, GO BCL NASCIMENTO 1, LF LEÃO 1, RWC AMARAL 1, D SILVA 1, MC OLIVEIRA 1*, ACR SILVA 1 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO. * Autor para correspondência: Nas últimas décadas, mudanças ocorreram no manejo dos cães por seus proprietários. Diferente do que acontecia no passado, em que a população canina vivia livre na natureza e ingeria pequenas presas, os animais passaram a conviver diretamente com seus proprietários e adquiriram hábitos humanos, principalmente no que diz respeito à alimentação. Atualmente os caninos habitam o interior de casas ou apartamentos, com pouco acesso ao exterior e ingerem uma dieta rica em carboidratos (4). Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de determinar alguns hábitos alimentares de cães em Rio Verde, GO. Foram entrevistados 35 proprietários de cães por meio de questionários divididos em três blocos distintos. O primeiro bloco se referia a questões relativas ao proprietário, o segundo bloco se referia aos hábitos de alimentação do animal (se recebia ração comercial, comida caseira ou outros tipos de alimentos e de que forma o alimento era fornecido) e o terceiro bloco se referia a questões relativas ao próprio animal. As entrevistas foram realizadas durante consultas no Hospital Veterinário nos meses de julho a setembro. Para a análise dos dados, utilizou-se a técnica de análise de distribuição de freqüência simples. A maioria dos entrevistados disse oferecer rações comerciais aos animais (Tab. 1). Os animais controlam a quantidade de alimento ingerido, mas devido à alta palatabilidade dos alimentos comerciais, eles ingerem uma quantidade maior de alimento do que seria necessário para sua manutenção (1). Dentre os proprietários, 45,45% disseram oferecer rações do tipo standard e, segundo (2), geralmente cães obesos são alimentados com alimentos mais baratos. O alimento é fornecido duas vezes/d por 45,72% dos proprietários. A obesidade em cães está associada com o número de refeições ingeridas e com a alimentação com restos de comida (2). Com relação ao consumo de restos de comida, 57,15% disseram que ofereciam este alimento aos cães. Geralmente cães obesos comem restos de comida, além de suas refeições. Isso indica que a alimentação do cão é usada pelo proprietário como forma amigável de comunicação e interação com o cão (3). No presente estudo, 60,00% dos entrevistados disseram oferecer guloseimas, frutas e outros petiscos aos animais. Com o desenvolvimento sócio-econômico, a vida humana tornou-se atribulada e os proprietários de animais viram-se sem tempo de dispensar aos seus animais a merecida atenção, surgindo a culpa por deixá-los sozinhos. Como prêmio à vida solitária de seus animais, muitos proprietários costumam fornecerlhes petiscos ricos em carboidratos, o que culmina também com o desenvolvimento da obesidade (4). Tabela 1. Distribuição de freqüência dos hábitos alimentares de cães de Rio Verde, GO Variável Porcentagem (%) O cão consome ração comercial? Sim 85,71 Não 14,29 Qual o tipo de ração comercial é utilizada? Standard 45,45 Premium 36,36 Super Premium 18,19 Quantas vezes o alimento é fornecido por dia? Uma vez ao dia 20,00 Duas vezes ao dia 45,72 Três vezes ao dia 8,57 Mais que três vezes ao dia 25,71 Como o alimento é fornecido ao animal? Deixa a ração em uma vasilha e o 51,43 animal come à vontade Controla a quantidade fornecida, 8,57 de acordo com o rótulo do produto Remove o alimento após algum 40,00 tempo se o animal não ingere tudo Além da ração, é fornecido comida caseira? Sim 57,15 Não 42,85 O animal recebe algum outro tipo de alimento? (biscoitos, guloseimas, frutas, etc.?) Sim 60,00 Não 40,00 Os cães são alimentados com rações comerciais, do tipo standard principalmente, duas vezes ao dia, sendo que a ração permanece na vasilha à vontade. Além disso, recebem restos de comida além de outros petiscos. 1.Butterwick, RF et al. Journal of Nutrition, v. 128, n.12, p. 2771S-2775S, German, AJ Journal of Nutrition, v. 136, n. 7, p. 1940S-1946S, Kienzle, E et al. Journal of Nutrition, v. 128, n. 12, p. 2779S-2782S, Veiga, APM Suscetibilidade a diabetes mellitus em cães obesos. Tese, UFRS, Porto Alegre, 2007.

12 12 V Jornada a e IV Mostra Científica MEGAESÔFAGO IDIOPÁTICO CONGÊNITO CANINO: RELATO DE CASO RP BARROS¹, ACR SILVA¹* 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: O termo megaesôfago é comumente utilizado quando um distúrbio de motilidade difuso grave resulta em um esôfago largo e flácido, referindo-se a uma diminuição no tônus ou peristaltismo esofagianos, que pode ser segmentário ou difuso (1). O megaesôfago pode ser congênito ou adquirido, sendo que a maioria dos casos tem natureza congênita e há evidências de que esta condição seja hereditária tanto no cão como no gato, sendo normalmente de etiologia desconhecida (Megaesôfago idiopático) (4). Megaesôfago congênito é caracterizado por hipomotilidade esofageana generalizada, dilatação, disfagia e regurgitação (5). Esse trabalho visa relatar um caso de megaesôfago idiopático congênito em um filhote de cão, no qual se obteve sucesso com o tratamento adequado. Relato do Caso Um cão da raça Dachshund, de 2 meses, macho, pesando 2,9 kg, foi atendido no Hospital Veterinário da Universidade de Rio Verde FESURV, com histórico de após a desmama, que aconteceu aos 40 dias de vida, ao se alimentar ou beber água, formar um grande volume na região esquerda do pescoço, apresentando também apetite voraz e, às vezes, algumas horas depois, regurgitando parte do alimento. Ao exame clínico, fez-se o teste, oferecendo ração ao animal, podendo-se constatar, com exceção da regurgitação, todas as anormalidades descritas pelo proprietário, com ênfase para a enorme dilatação no pescoço e polifagia. Não se observou dificuldade de preensão e deglutição, que pudesse sugerir disfagia orofaringeana. À palpação do esôfago cervical, antes de fornecer alimento ao cão, não se detectou massas nem corpos estranhos. Não apresentava febre, odinofagia, ptialismo, deglutição exagerada, vômito, perda de peso (talvez pelo pouco tempo de desmama), fraqueza muscular, atrofia nem tosse. Nenhum déficit neurológico foi observado. Porém apresentava-se, ao exame físico, ofegante, dispnéico, pálido, com secreção nasal serosa, abdome aumentado, inquieto e procurando por alimento. De acordo com o histórico e sinais clínicos suspeitou-se de megaesôfago congênito. Solicitou-se, para fins de diagnóstico diferencial, avaliação radiológica do esôfago cervical e torácico com contraste, hemograma completo, perfil renal e hepático, glicemia, lipidograma, sódio e potássio. Ao hemograma o filhote apresentava anemia normocítica discreta e desvio à esquerda regenerativo, sugerindo início de pneumonia por aspiração. Pneumonia por aspiração é a mais comum e grave conseqüência de megaesôfago e, por estas e outras razões, todos os esforços devem ser feitos para diagnosticar a disfunção e instituir manejo e tratamento apropriados o mais cedo possível (2). Os níveis de sódio e potássio, o perfil renal e hepático sérico estava dentro dos padrões da normalidade para a espécie. Entretanto constatou-se pequena hiperglicemia. Para fins radiográficos utilizou-se o Sulfato de Bário como meio de contraste positivo, deixando bastante evidente a dilatação cervical e torácica, indicando como diagnóstico megaesôfago idiopático congênito. Propôs-se ao proprietário um manejo alimentar criterioso: fracionando a ração (cálculo baseado no valor de energia metabolizável) em seis refeições diárias, umedecida, sendo fornecida ao cão em posição vertical, mantendo-o assim por 10 minutos. Prescreveuse também antibiótico (Sulfametoxazol+ Trimetoprin, duas vezes ao dia) por cinco dias, devido ao início de pneumonia. Com 13 dias de terapia nutricional adequada houve remissão completa dos sinais clínicos, apresentando controle do apetite. Após repetição dos exames laboratoriais, confirmou-se a normalização do quadro clínico em conseqüência de megaesôfago idiopático congênito, cuja patogenia continua sendo enigmática, com alguns estudos sugerindo deficiência da inervação vagal aferente, embora outros autores tenham sugerido disfunção biomecânica esofagiana intrínseca (3). Devido a essas divergências e a falta de informações a respeito, optou-se por manter o manejo alimentar e monitorar o cão periodicamente com exames clínicos e radiográficos. Alguns animais podem melhorar com o tempo, desde que se adotem cuidados de suporte apropriados, como manutenção do manejo nutricional e se a pneumonia for detectada, tratar precocemente (1). Conclui-se que o diagnóstico e a instituição do manejo alimentar precocemente em cães acometidos por esta enfermidade, podem ser determinantes para o sucesso do tratamento, melhorando, assim, a perspectiva e a qualidade de vida do animal. 1. Birchard SJ et al. Saunders Manual of Small Animal Practice. 3ed, SP: Roca. 2048p, Elwood, MC Small Animal Medicine Society In Practice. v. 28, n. 1, p , Holland, CT et al. American Journal Veterinary Residence, v. 57, n. 6, p , McKerrell, RE Miopatias caninas e felinas. In: Dunn, JK Tratado de Medicina de Pequenos Animais. SP: Roca. p , Strombeck, DR et al. Small animal gastroenterology, Stonegate Publishing, 2ed, p , 1990.

13 13 MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO USADOS NAS DERMATOPATIAS DE CÃES E GATOS NA CIDADE DE RIO VERDE-GO, BRASIL ML MENDONÇA¹, AS TEIXEIRA¹, VD GONÇALVES¹, LF RODRIGUES¹, ACR SILVA¹ *, RG RIBEIRO¹ 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: Estima-se que de 20 a 75% de todos os animais examinados na prática clínica apresentam problemas de pele como queixa principal ou concomitante (5). Diante de um cão apresentando prurido e alopecia, pode se tornar difícil a decisão de por onde começar. Pois, a princípio, várias doenças cutâneas podem ter um aspecto morfologicamente similar. Em nenhum outro sistema corpóreo é tão importante um exame clínico criterioso (5). Os sinais clínicos das dermatopatias são muito semelhantes e a etiologia do problema de um paciente pode não ficar aparente com base somente nos achados de um exame clínico, necessitando de uma anamnese completa e métodos laboratoriais para a confirmação do diagnóstico (3). O objetivo deste trabalho foi de verificar quais métodos diagnósticos são usados na rotina clínica dermatológica de pequenos animais, em Rio Verde GO, de quantificar seu uso e de orientar os profissionais com relação à importância de se fechar um diagnóstico. Foi feito um estudo retrospectivo dos registros do Hospital Veterinário da FESURV e de todas as clínicas veterinárias ativas do município de Rio Verde GO, relativos às dermatopatias de caninos e felinos, que foram atendidos de janeiro de 2007 a outubro de Foram analisadas 4765 fichas clínicas e 546 correspondentes aos atendimentos dermatológicos do período, verificando-se os métodos de diagnóstico realizados. Utilizou-se para a análise dos dados, a distribuição de freqüência simples. No estudo em questão, as dermatopatias corresponderam a 11,5% (546 / 4765) do total de casos clínicos atendidos no período, sendo semelhante aos resultados encontrados por outros autores, 13,4% (4). O plano de diagnóstico diferencial inclui histórico e exame físico minucioso, raspado de pele, exame citológico, biópsia cutânea para histopatológico e/ou cultura bacteriana e/ou cultura fúngica, hemograma, perfil bioquímico e até mesmo o diagnóstico terapêutico (1). Em 243 casos (44,5%) foi realizado um ou mais de um tipo de exame complementar que auxiliasse na confirmação ou exclusão dos diagnósticos. No total foram realizados 366 exames que se distribuíram conforme a tabela 1. Das 546 fichas clínicas estudadas, em 325 (59,52%) casos foi possível estabelecer o diagnóstico definitivo, porém não sendo possível estimar quantos apresentavam uma ou mais doenças de pele primária ou secundária. E em 221 casos (40,48%), o diagnóstico não foi conclusivo. Esse resultado deixa a desejar ao descrito por outros autores; um estudo europeu, que utilizou 559 cães e teve uma prevalência de 77,3% de diagnósticos conclusivos (2), e outro brasileiro, com 480 cães e uma prevalência de 81,9% (6). Acredita-se que essa marcada diferença se deva à baixa utilização dos meios diagnósticos disponíveis e a uma exagerada confiança nos sinais clínicos, visto que 269 casos (49,27%) foram conclusivos apenas clinicamente, sem confirmação laboratorial. Tabela 1. Distribuição de freqüência dos métodos de diagnósticos usados na rotina clínica dermatológica de pequenos animais do município de Rio Verde GO (n total = 366) Variável n / Freq. Simples % Raspado de Pele (parasitológico) 214 / 58,47 Hemograma 84 / 22,95 Microscopia direta fungo 37 / 10,11 Lâmpada de Wood 16 / 4,37 Cultura fúngica 7 / 1,92 Perfil bioquímico 6 / 1,64 Citologia cutânea 1 / 0,27 Histopatológico 1 / 0,27 Cultura bacteriana 0,00 Os dados estão descritos como números (n) e porcentagens Conclui-se que na rotina clínica dermatológica de Rio Verde GO há um baixo uso dos serviços diagnósticos laboratoriais, não permitindo diagnósticos acurados e o que é pior, não garantindo a escolha do tratamento ou das medidas profiláticas adequadas, prejudicando também os estudos de prevalência dessas doenças. 1. Birchard, SJ et al. Saunders Manual of Small Animal Practice. 3ed, SP: Roca. 2048p, Hill PB et al. Veterinary Record, v.158. n. 16, p , Mueller, RS Dermatologia para o Clínico de Pequenos Animais. SP: Roca. 163p, Rocha, NAG et al. In: 35º Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária, 2008, Gramado RS. 5.Scott, DW et al. Dermatologia de Pequenos Animais. 5 ed. RJ: Interlivros. p , Souza, TM et al. Pesquisa Veterinária Brasileira. v.29, n.2, p , 2009.

14 14 OCORRÊNCIA DE PIODERMITES EM CÃES NA CIDADE DE RIO VERDE-GO, BRASIL LF RODRIGUES¹, AS TEIXEIRA 1, VD GONÇALVES 1, ML MENDONÇA 1, ACR SILVA 1*, MB SEGATO 1 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: Piodermite refere-se a qualquer infecção piogênica da pele, sendo um termo mais comumente utilizado em referência a infecções bacterianas cutâneas, não obstante, microorganismos fúngicos (especialmente leveduras) serem também identificados como importantes agentes oportunistas no desenvolvimento de piodermite superficial em cães (1). As infecções bacterianas de pele são freqüentes no cão e, são causadas em mais de 90% dos casos pelo Staphylococcus intermedius (3); podendo ser primárias ou secundárias, sendo que as secundárias são as mais comuns e resultam de alguma anormalidade cutânea, imunológica ou metabólica, como os distúrbios alérgicos, seborréicos ou foliculares (demodicose e dermatofitose) (5). A despeito das várias classificações existentes, o esquema que considera a profundidade da infecção parece ser o mais útil do ponto de vista clínico, porque permite interferências terapêuticas e prognósticas. Quanto maior a profundidade da infecção, maior deverá ser o esforço para se descobrir a doença de base (2). Este trabalho teve por objetivo determinar a ocorrência de piodermites em cães, no município de Rio Verde GO, Brasil. O estudo foi desenvolvido na cidade de Rio Verde - GO, fazendo-se busca ativa de dados no Hospital Veterinário da FESURV e em todas as clínicas veterinárias, relativos a registros de enfermidades cutâneas em pequenos animais, que foram atendidos de janeiro de 2007 a outubro de Foram revistas 4765 fichas clínicas e 546 correspondentes aos atendimentos dermatológicos do período, verificandose a prevalência de piodermites bacterianas e a abordagem diagnóstica. Animais com dois ou mais diagnósticos tiveram duas ou mais dermatoses concomitantes. Portanto, o número de diagnósticos foi superior ao número de animais. Utilizou-se para a análise dos dados, a distribuição de freqüência simples. Constatou-se que dos 546 casos dermatológicos analisados, 600 diagnósticos foram estabelecidos, destes 199 (33,17%) eram piodermites, conforme detalhado na tabela 1, sendo a dermatopatia mais prevalente na rotina clínica de Rio Verde GO. Contudo notou-se a não preocupação dos clínicos em diferenciar a enfermidade primária da secundária, nem a superficial da profunda. As infecções cutâneas primárias são classificadas assim, porque uma vez tratadas de maneira adequada, não recidivam, e as infecções secundárias, que podem envolver outros microorganismos além dos Estafilococos, tendem a responder lentamente ou de maneira insatisfatória ao tratamento, caso o problema básico seja ignorado (5). No estudo, apenas 41 casos foram descritos como secundários, nos demais ficou indefinido, e um percentual muito grande de recidivas foi percebido, 26,19%. Dos 199 casos de piodermite, 99% eram caninos, semelhante a vários estudos (3). As culturas bacterianas são pouco usadas em dermatologia veterinária, já que a maioria das infecções é causada pelo Staphylococcus intermedius (4). O diagnóstico clínico de piodermite foi estabelecido em 99% dos casos, sendo feita apenas uma biópsia de pele e uma citologia corada, com presença de diplococcus gram positivos. Quanto às infecções bacterianas superficiais, exigem apenas o tratamento tópico, já as profundas requerem uma abordagem sistêmica (2). Tabela 1. Distribuição de freqüência dos diagnósticos na rotina clínica dermatológica de pequenos animais de Rio Verde GO (n total = 600 diagnósticos). Variável n / Freq. Simples (%) Piodermite 199 / 33,17 Dermatofitose 183 / 30,50 Sarna demodécica 49 / 8,17 Sarna sarcóptica 23 / 3,83 Atopia 23 / 3,83 Dermatite alérgica a picada de ectoparasitas 21 / 3,50 Demais dermatopatias 102 / 17,00 Os dados estão descritos como números (n) e porcentagens As piodermites são de ocorrência muito comum na clínica de pequenos animais. Sendo importante definir se a infecção é superficial ou profunda, primária ou secundária, e que a causa de base seja identificada e corrigida, estabelecendo-se, assim, o tratamento adequado a fim de evitar o insucesso e as recidivas. 1. Birchard, SJ et al. Saunders Manual of Small Animal Practice. [Tradução: Fagliari, J.J. et al.] 3ed, São Paulo: Roca. 2048p, Conceição, GL et al. Revista Cães e Gatos, n. 86, ano 14, Nov/Dez, Guagére, E et al. Terapêutica Dermatológica do Cão. São Paulo: Roca. 299p Mueller, RS. Dermatologia para o Clínico de Pequenos Animais. São Paulo: Roca. 163p Scott, DW et al. Dermatologia de Pequenos Animais. Rio de Janeiro: Interlivros. 1130p, 1996.

15 15 PREVALÊNCIA DAS DERMATOPATIAS ALÉRGICAS EM CÃES E GATOS NA CIDADE DE RIO VERDE- GO, BRASIL VD GONÇALVES 1, LF RODRIGUES¹, AS TEIXEIRA 1, ML MENDONÇA 1, ACR SILVA 1*, MB SEGATO 1 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: As dermatoses pruriginosas representam um dos primeiros motivos de consulta em dermatologia veterinária (2). As dermatopatias classicamente pruriginosas são escabiose, alergias, auto-imunes e imunomediadas, algumas bacterianas e malassezíases. As doenças classicamente não pruriginosas são demodicose, dermatofitose, endócrinas, algumas bacterianas e os distúrbios seborréicos (1). As dermatopatias alérgicas mais comuns na rotina clínica são: urticária e angioedema, atopia, hipersensibilidade alimentar (HA), dermatite alérgica a ectoparasitas (DAPE), hipersensibilidade à picada de mosquitos e dermatite alérgica de contato (3). Normalmente o prurido é o sinal inicial do processo e o diagnóstico é estabelecido pela anamnese, pelos achados físicos e pela exclusão de outras doenças no diagnóstico diferencial (1). O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência das dermatopatias alérgicas que afetam cães e gatos, no município de Rio Verde GO, Brasil, a fim de permitir a orientação dos clínicos de pequenos animais de nossa região em suas suspeitas clínicas quando do atendimento de cães com problemas dermatológicos. Foram revistos 4765 prontuários, selecionando-se e analisando-se 546 registros de casos dermatológicos em cães e gatos atendidos de janeiro de 2007 a outubro de 2009, pelo Hospital Veterinário da FESURV e por todas as clínicas veterinárias ativas do município em questão, verificando-se a prevalência de dermatopatias alérgicas. Animais com dois ou mais diagnósticos tiveram duas ou mais dermatoses concomitantes. Portanto, o número de diagnósticos foi superior ao número de animais. Utilizou-se para a análise dos dados, a distribuição de freqüência simples. Dos 546 casos estudados, 600 diagnósticos foram estabelecidos, destes 46 (7,67%) eram dermatopatias alérgicas, conforme detalhado na tabela 1, sendo o quarto grupo mais prevalente na rotina clínica de Rio Verde-GO, depois de piodermites, dermatofitoses e demodicoses. A primeira dermatopatia alérgica em ocorrência foi atopia, com maior representatividade (50%), a segunda foi DAPE, confirmada em 21 animais (45,65%), e a terceira, HA, diagnosticada em apenas dois animais (4,35%), contrariando alguns estudos, em que de 10 a 20% das dermatites alérgicas são por HA (4). Esse trabalho guarda enormes diferenças também com outros estudos de prevalência de doenças dermatológicas realizados em vários locais do mundo. Na América do Norte, o mais famoso estudo sobre prevalência de doenças de pele em cães, realizado em 1983 e que teve como base atendimentos, demonstrou que as dermatopatias alérgicas contribuíram com 52,2% do total de diagnósticos, com a prevalência da DAPE ao redor de 30%-40% (5). Num estudo feito no Sul do Brasil, as dermatopatias alérgicas também representavam as doenças cutâneas mais prevalentes, 37,8% dos casos, porém com DAPE perfazendo 16,5% do total de diagnósticos estabelecidos, contrastando muito com esse estudo (3,50%) (6). Tabela 1. Distribuição de freqüência dos diagnósticos na rotina clínica dermatológica de pequenos animais de Rio Verde GO (n total = 600 diagnósticos). Variável n / Freq. Simples (%) Piodermite 199 / 33,17 Dermatofitose 183 / 30,50 Sarna demodécica 49 / 8,17 Sarna sarcóptica 23 / 3,83 Atopia 23 / 3,83 DAPE 21 / 3,50 HA 02 / 0,33 Seborréia 12 / 2,00 Malassezíase 04 / 0,67 Dermatopatia Endócrina 03 / 0,50 Alopecia anágena 02 / 0,33 Neoplasias cutâneas 02 / 0,33 Não conclusivo 77 / 12,83 Os dados estão descritos como números (n) e porcentagens. Conclui-se que houve subestimação dos casos de dermatoses alérgicas, principalmente de DAPE, em detrimento da grande prevalência de ectoparasitas no município em questão, prejudicando, assim, a profilaxia e o tratamento adequados, como também os estudos de prevalência dessas doenças na região. 1. Birchard, SJ et al. Saunders Manual of Small Animal Practice. 3ed, SP: Roca. 2048p, Guagére, E et al. Terapêutica Dermatológica do Cão. SP: Roca. 299p Medleau, L et al. Dermatologia de Pequenos Animais Atlas Colorido e Guia Terapêutico. SP: Roca. 353p Scott, DW et al. Small animal dermatology. 5 ed. Philadelphia: Saunders, pp Sischo, WM et al. Journal American Veterinary Medicine Association, v.195, n. 6, p Souza, TM et al. Pesquisa Veterinária Brasileira. v.29, n.2, p , 2009.

16 16 PREVALÊNCIA DAS DERMATOPATIAS PARASITÁRIAS EM CÃES E GATOS NA CIDADE DE RIO VERDE-GO, BRASIL ML MENDONÇA 1, VD GONÇALVES 1, AS TEIXEIRA 1, LF RODRIGUES¹, ACR SILVA 1*, MB SEGATO 1 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: As afecções do sistema tegumentar são de importância na clínica médica de pequenos animais, atingindo cerca de 30% dos que procuram atendimento (1). Os ácaros parasitários mais importantes são Demodex spp e Sarcoptes scabiei var. canis, em cães e Notoedres cati, em gatos. O Demodex canis pode causar uma dermatite localizada ou generalizada (3). Já a sarna sarcóptica (ou escabiose), notoédrica e a queiletielose são superficiais, salientando-se a importância zoonótica da primeira (3;5). As dermatopatias parasitárias são diagnosticadas pelo raspado profundo de pele, sendo uma ferramenta eficaz no diagnóstico da demodicose. Porém, o ácaro Sarcoptes scabiei var. canis é extremamente difícil de ser encontrado em raspados, com resultados falso-negativos freqüentes (5). O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência das dermatopatias parasitárias, principalmente sarnas, em cães e gatos, no município de Rio Verde GO, Brasil. Foi feito um estudo retrospectivo de 4765 prontuários do Hospital Veterinário da FESURV e de todas as clínicas veterinárias do município, de janeiro de 2007 a outubro de 2009, selecionando-se e analisando-se 546 registros correspondentes aos atendimentos dermatológicos, verificando-se a prevalência das doenças de pele parasitárias e a abordagem diagnóstica. Utilizou-se para a análise dos dados, a distribuição de freqüência simples. Dos 546 casos dermatológicos, 600 diagnósticos foram estabelecidos, destes 72 (12,0%) eram sarnas, conforme detalhado na tabela 1. A demodicose, representou 68% das dermatoses parasitárias, com 49 cães, e a escabiose, 32%, com 18 cães e 4 gatos, não sendo encontrado registro de queiletielose nem de sarna notoédrica. Guardando, assim, enormes diferenças com outros estudos de prevalência de dermatopatias. Podendo-se citar dois trabalhos realizados no Brasil, com prevalência de 19,3% (6) e 20% (2) do total de diagnósticos estabelecidos, e três estudos internacionais, nos EUA, Canadá e Inglaterra, contribuindo com 7,7%, 6,6% e 4,6%, respectivamente, se justificando principalmente pelo menor número de casos de demodicose (5,6%, 2,5% e 1,3% do total de diagnósticos estabelecidos, respectivamente). Já em um dos estudos brasileiros, a demodicose se mostrou altamente prevalente, contribuindo com 10,5% do total de diagnósticos estabelecidos (6). Percebe-se a grande diferença entre os estudos brasileiros e os internacionais, contrastando também com o estudo em questão, onde as dermatoses parasitárias contribuíram com 12,0%, entretanto com uma alta freqüência de demodicose (8,17% do total de diagnósticos estabelecidos). Embora não se saiba o exato motivo pelo qual a demodicose é tão comum no Brasil, é possível que seja pelo fato de nos países dos trabalhos citados, a esterilização ser prática corrente, o que faz com que os cães susceptíveis não se reproduzam, diminuindo a ocorrência da doença (6). Quanto à escabiose, utilizou-se a resposta terapêutica como diagnóstico clínico em 18 (78,2%) dos 23 diagnósticos estabelecidos, pois se sabe que qualquer cão pruriginoso poderá estar infestado e, assim, indica-se um tratamento experimental independente dos resultados de raspados cutâneos serem negativos (4). Tabela 1. Distribuição de freqüência dos diagnósticos na rotina clínica dermatológica de pequenos animais de Rio Verde GO (n total = 600 diagnósticos). Variável n / Freq. Simples (%) Piodermite 199 / 33,17 Dermatofitose 183 / 30,50 Sarna demodécica 49 / 8,17 Sarna sarcóptica 23 / 3,83 Atopia 23 / 3,83 Dermatite alérgica a picada de ectoparasitas 21 / 3,50 Demais dermatopatias 102 / 17,00 Os dados estão descritos como números (n) e porcentagens Conclui-se que houve subestimação dos casos de escabiose, devido à grande diferença com outros estudos brasileiros e a elevada possibilidade de exames falso negativos. Com relação à demodicose, seria importante conscientizar os proprietários a esterilizar os cães positivos, para se diminuir a incidência da doença. 1. Larsson, CE Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária. v.4, n. 2, p , Machado, MLS et al. Acta Scientiae Veterinariae. v.3, n.32, p , Medleau, L et al. Dermatologia de Pequenos Animais Atlas Colorido e Guia Terapêutico. SP: Roca. 353p Mueller, RS Dermatologia para o Clínico de Pequenos Animais. SP: Roca. 163p Scott, DW et al. Muller and Kirk's Small Animal Dermatology. 6ed. Saunders, Philadelphia. 1528p, Souza, TM et al. Pesquisa Veterinária Brasileira. v.29, n.2, p , 2009.

17 17 PREVALÊNCIA DE FUNGOS NAS DERMATOPATIAS DE CÃES E GATOS NA CIDADE DE RIO VERDE- GO, BRASIL AS TEIXEIRA¹, ML MENDONÇA¹, VD GONÇALVES¹, LF RODRIGUES¹, ACR SILVA¹ *, RG RIBEIRO¹ 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: Nos pequenos animais (PA), as infecções fúngicas cutâneas mais freqüentes podem ser causadas pelas micoses superficiais, como os dermatófitos Microsporum sp e Trichophyton mentagrophytes e pela levedura Malassezia pachidermatis (3). Dentre as micoses profundas, a esporotricose tem especial importância pelo seu caráter zoonótico, e é normalmente secundária a ferimentos perfurantes ou por arranhadura da pele, sendo, porém, rara (1). A dermatofitose é ainda hoje um dos diagnósticos dermatológicos mais realizados na rotina da clínica de PA (6). Trata-se de uma infecção dos pelos e extrato córneo causada por fungos ceratinofílicos (4). Malassezíase é uma infecção fúngica superficial muito associada à atopia em cães (1). A magnitude de ocorrência e o fato dessas dermatopatias constituírem antropozoonoses de alta incidência em pacientes humanos, sobretudo nas primeiras faixas etárias (6), motivaram este trabalho, que teve como objetivo verificar a prevalência dessas micoses em cães e gatos domiciliados em Rio Verde GO. Foram revistos 4765 prontuários, selecionando-se e analisando-se 546 registros de casos dermatológicos em cães e gatos atendidos de janeiro de 2007 a outubro de 2009, pelo Hospital Veterinário da FESURV e por todas as clínicas veterinárias ativas do município em questão, verificando-se a prevalência de doenças de pele causadas por fungos, bem como o uso dos serviços de diagnóstico. Animais com dois ou mais diagnósticos tiveram duas ou mais dermatoses concomitantes. Portanto, o número de diagnósticos foi superior ao número de animais. Utilizou-se para a análise dos dados, a distribuição de freqüência simples. Considerando-se que a cultura fúngica dos pelos é o único meio de identificar o dermatófito específico (5), dos 183 casos de dermatofitoses estudados (tabela 1), grande parte pode ter sido superestimado, pois 80,32% (147/183) dos diagnósticos foram clínicos, e apenas 36 casos (19,67%), foram confirmados pelos exames laboratoriais micológicos. Notou-se a realização de 61 pesquisas de fungos, sendo 37 (60,65%) exames diretos para fungos, onde apenas 18 (48,65%) foram positivos, 16 (26,23%) foram submetidos ao teste da lâmpada de Wood, onde 12 (75%) deram positivos, e somente sete (11,48%) culturas fúngicas. Acredita-se que o excesso de diagnósticos de dermatofitose se deva principalmente a ausência de confirmação laboratorial, visto que a clássica manifestação física dessa dermatopatia (tinhas) seja considerada por muitos clínicos como "altamente sugestivas" da doença (6). Assim, conforme alguns autores (2;5), quando se confia apenas nos sinais clínicos, a dermatofitose é grandemente superdiagnosticada, como possivelmente aconteceu com o trabalho em questão, contrariando diversos estudos que apontam a baixa prevalência das dermatopatias fúngicas, principalmente da dermatofitose, que correspondeu a 1,2% (6). Tabela 1. Distribuição de freqüência dos diagnósticos dermatológicos (n total = 600 diagnósticos). Variável n / Freq. Simples (%) Piodermite 199 / 33,17 Dermatofitose 183 / 30,50 Sarna demodécica 49 / 8,17 Sarna sarcóptica 23 / 3,83 Atopia 23 / 3,83 Dermatite alérgica a picada de ectoparasitas 21 / 3,50 Seborréia 12 / 2,00 Malassezíase 04 / 0,67 Dermatopatia Endócrina 03 / 0,50 Hipersensibilidade Alimentar 02 / 0,33 Alopecia anágena 02 / 0,33 Neoplasias cutâneas 02 / 0,33 Não conclusivo 77 / 12,83 Os dados estão descritos como números (n) e porcentagens. Conclui-se que há necessidade de pesquisas mais aprofundadas sobre o assunto, onde os diagnósticos de dermatopatias causadas por fungos, especialmente de dermatofitoses, sejam confirmados laboratorialmente através de exames micológicos, para se ter maior confiabilidade em termos de ocorrência dessas enfermidades na cidade de Rio Verde - GO, devido à grande importância pelo seu potencial zoonótico. 1. Birchard, SJ et al. Saunders Manual of Small Animal Practice. 3ed, SP: Roca. 2048p, Gross, TL et al. Clinical and histopathologic diagnosis. 2 ed. Blackwell, Oxford. 932p, Machado, MLS et al. Acta Scientiae Veterinariae, v.3, n. 32, p , Medleau, L et al. Dermatologia de Pequenos Animais Atlas Colorido e Guia Terapêutico. SP: Roca. 353p Scott, DW et al. Muller and Kirk's Small Animal Dermatology. 6 ed. Saunders, Philadelphia. 1528p, Souza, TM et al. Pesquisa Veterinária Brasileira, v.29, n.2, p , 2009.

18 18 RELAÇÃO ENTRE O GÊNERO DO PROPRIETÁRIO E O PESO E A PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS DE CÃES RWC AMARAL 1, BCL NASCIMENTO 1, LF LEÃO 1, D SILVA 1, MC OLIVEIRA 1*, ACR SILVA 1 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO. * Autor para correspondência: A obesidade é a desordem mais comum na medicina de pequenos animais e afeta, aproximadamente, 25 a 44% dos cães (1). Considera-se que, para animais de estimação, um aumento no peso acima de 20%, além do peso ideal, é classificado como obesidade (2). Antes da domesticação, os cães ingeriam basicamente proteínas e gorduras e tinham vida altamente ativa ao caçar suas presas. Atualmente, os cães habitam o interior de casas ou apartamentos, com pouco acesso ao exterior e ingerem dietas ricas em carboidratos, o que os predispõem à obesidade (3). Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de determinar a relação entre o gênero do proprietário e o peso e a prática de atividade física de cães. Foram entrevistados 35 proprietários de cães por meio de questionários divididos em três blocos distintos. O primeiro bloco se referia a questões relativas ao proprietário (entre elas o gênero), o segundo bloco se referia aos hábitos de alimentação do animal e o terceiro bloco se referia a questões relativas ao próprio animal (peso e nível de atividade física, entre outros). As entrevistas e pesagens dos animais foram realizadas durante consultas no Hospital Veterinário nos meses de julho a setembro. Para a análise dos dados, utilizou-se a técnica de análise de distribuição de freqüência cruzada entre o gênero do proprietário e o peso e a prática de atividade física pelo cão. Os resultados de distribuição de freqüência, dentro do gênero do proprietário, dos pesos e nível de atividade física dos cães encontram-se na Tabela 1. Pode-se observar a predominância do sexo feminino na amostra (71,43%). Dentre o sexo feminino, 48% possuíam cães com peso entre 5 e 10 kg e entre proprietários do sexo masculino, 30% tinham cães com peso entre 25 e 30 kg, evidenciando, assim, a preferência por cães maiores pelo sexo masculino. Além disso, 80% dos proprietários praticavam atividades físicas junto com o animal contra 56% das proprietárias de cães. A prática de atividades físicas é benéfica tanto para o animal quanto para o proprietário. No caso dos animais, é útil na perda e/ou manutenção do peso corporal. Tabela 1. Distribuição de freqüência cruzada, dentro do gênero do proprietário, dos pesos e prática de atividade física dos cães Gênero (%) Masculino Feminino Peso do cão < 5 kg 10,00 24,00 5 a 10 kg 20,00 48,00 10 a 15 kg 0,00 16,00 15 a 20 kg 10,00 0,00 20 a 25 kg 0,00 4,00 25 a 30 kg 30,00 4,00 30 a 35 kg 10,00 4,00 35 a 40 kg 20,00 0,00 Prática de atividades junto com o cão Sim 80,00 56,00 Não 20,00 44,00 Total 28,57 71,43 Os proprietários dos cães eram predominantemente do sexo feminino, cuja maioria possuía cães com peso entre 5 e 10 kg, enquanto que a maioria dos proprietários do sexo masculino possuía cães com 20 a 30 kg. Dentre os que praticavam atividade física junto com o animal, a maioria era do sexo masculino. 1.Jeusette, IC et al. American Journal of Veterinary Research, v. 66, n, 1, p , Saad, FMOB. IV Simpósio sobre Nutrição de Animais de Estimação. São Paulo: CBNA, p. 1-48, Veiga, APM. Suscetibilidade a diabetes mellitus em cães obesos. Tese, UFRS, Porto Alegre, 2007.

19 Faculdade de Medicina ina Veterinária RELATO DE CASO: LUXAÇÃO COXOFEMURAL TAF GARCIA 1, LA GHELLER 1, AE STELLA 2 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO. 2 Docente da Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO. 2 Autor para correspondência: A ortopedia veterinária evoluiu muito com o surgimento de novas técnicas cirúrgicas que visam associar a preservação da anatomia e a fisiologia das estruturas envolvidas, junto com o retorno à função da mesma (4). A Luxação Coxofemural (LCF) é o deslocamento traumático da cabeça femoral a partir do acetábulo (1). É causada principalmente após traumatismo externo na pelve, sendo comum em cães. Os acidentes automobilísticos são os maiores responsáveis dessas luxações, sendo a maior parte delas craniodorsal, devendo-se este fato provavelmente à natureza do trauma e aos músculos glúteos, que geram intensa extensão e abdução da articulação (3). Relato do Caso No dia 19/09/09, Lilica, uma cadela da raça Poodle, branca, com 1,5 anos de idade, deu entrada na Clínica São Lázaro, mancando do membro posterior direito. A cadela havia sido atropelada a três dias, e desde então estava mancando. No exame cínico observou-se alta sensibilidade próxima a articulação coxofemoral no membro posterior direito. Para minimizar a dor do animal foi utilizado Sulfato de Morfina (Dolo Moff ) - 0,2ml) associado com Cloridrato de Tramadol (Tramal 50 injetável-0,5ml) ambos aplicados por via IM. Fez-se exame complementar de RX e constatou-se LCF no membro posterior direito (Fig. 1), Indicou-se tratamento cirúrgico utilizando a técnica de colocefalectomia (amputação da cabeça do fêmur) para correção da luxação. No pré-operatório, o animal foi submetido a 10 hs de jejum alimentar e 2 hs de jejum hídrico. Foi administrado Antibiótico (Pentacilin-C - 1ml) e antiinflamatório Flunixina (Flunixin - 0,5ml), ambos por via IM, e novamente foi utilizado Sulfato de Morfina (Dolo Moff - 0,2ml) associado com Cloridrato de Tramadol (Cloridrato de Tramadol - 0,5ml) por via IM. Após leve sedação com Acepromazina (Acepran gotas ) por via oral (5 gotas) fez-se a tricotomia para assepsia. Na sala de cirurgia, usou-se 2ml do anestésico Cloridrato de Xilazina (Xilalin 2% ), 2 ml de Ketamina (Vetanarcol ) e 8ml de soro fisiológico juntos em seringa, os quais foiram aplicados inicialmente 3ml IV. O animal foi colocado em decúbito lateral direito e fixados 4 panos de campo com pinças Backaus. Em torno do campo cirúrgico foi realizada desinfecção com álcool-iodado. Uma incisão horizontal de 4cm foi feita próximo a cabeça do fêmur, localizada através de movimentação da pata do animal e amputação do resto do osso (Fig. 2, 3 e 4) usando lâmina cegueta. Após 20 min. foi necessário o uso de 0,5ml de Cloridrato de Tiletamina e Cloridrato de Zolazepan (Zoletil 50) por via IV para melhorar a sedação. Colocou-se o fêmur o mais próximo possível da fossa do acetábulo e, utilizando um fio de nylon n o 3, fez-se invaginação dos músculos glúteos ao redor do osso de modo que ele não se movimentasse para formar tecido cicatricial como falsa articulação entre a fossa do acetábulo e a tuberosidade do fêmur. FIGURA- 1 FIGURA- 2 FIGURA- 3 FIGURA -4 A dierese do corte foi feita com fio de nylon n o 2 em três camadas com pontos simples. Realizou-se imobilização na pata direita com faixa e fita adesiva. O tratamento inicial com antibiótico e antiinflamatório foi mantido por 10 ds além de curativo local com Rifamicina (Rifotrat ) e imobilização. Em 30/09, os pontos de pele foram retirados e o tratamento suspenso. Indicou-se caminhada e corrida para estimular o apoio da pata no chão. Dez dias depois, o animal já estava apoiando a pata ao andar. Discussão Suspeita-se de LCF quando o animal apresenta claudicação sem sustentação do peso do membro pélvico, diminuição de movimentos, passo irregular e dor na manipulação dos membros posteriores e para confirmação do diagnóstico de LCF, necessita-se do exame radiográfico (1). Como neste caso, 4 recomenda a colocefalectomia. Para 2, cirurgias ortopédicas são consideradas muito dolorosas, portanto deve-se iniciar o tratamento com analgésicos antes dos estímulos dolorosos. A duração do exercício deve ser aumentada gradualmente de acordo com a tolerância do paciente. A LCF foi tratada rapidamente para evitar danos contínuos nos tecidos moles circundantes à articulação e degeneração da cartilagem articular. A colocefalectomia se mostrou uma técnica eficiente, pois proporcionou o alívio da dor, e a adaptação do animal a falsa articulação foi excelente. 1. Almeida, ACS. Luxação Coxofemoral em Cães. Bol. Cient. Área Biológicas da FAI, a. 1, n. 2, Fossum,TW et al. Cirurgia de pequenos animais. 2º ed, SP: Roca,1408p., Martini, FM et al. Veterinary Surgery, v. 30, n. 5, p , Rijo, RC. Técnica de estabilização extra-articular com sutura inabsorvível em um cão com luxação coxofemoral traumática: relato de caso. Especialização, UCB, Rio de Janeiro, 2008.

20 20 URETER ECTÓPICO EM FÊMEA CANINA: RELATO DE CASO RP BARROS¹, ACR SILVA¹* 1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil. * Autor para correspondência: O ureter ectópico é um defeito que ocorre durante o desenvolvimento fetal, definido como o ureter que não deságua no trígono vesical (2). Em decorrência disso, os orifícios ureterais ficam localizados em pontos distais ao trígono, que podem ser o colo da bexiga, a uretra média, a uretra distal, a vagina ou útero (4). Cães com ureter ectópico usualmente apresentam incontinência urinária e essa anomalia é predominante em fêmeas (5). Esse trabalho visa relatar um caso de ureter ectópico em uma cadela, no qual se obteve sucesso com a correção cirúrgica adequada para o caso. Relato do Caso Uma cadela da raça dachshund, de 4 anos de idade, pesando 7,45 kg, foi atendida no Hospital Veterinário da Universidade de Rio Verde FESURV, com histórico de incontinência urinária desde o primeiro mês de vida, com gotejamento de urina contínuo, inclusive durante o sono, mas sem perder a capacidade de micção voluntária. O proprietário relata que no início era intermitente, tornando-se contínuo nos últimos meses. Ausência de poliúria, polidipsia e disúria. Apresenta cio normalmente (não castrada), nunca cruzou, nunca usou anticoncepcional, nem teve doenças urogenitais, porém nos últimos dias relata odor fétido na urina. Ao exame clínico pôde-se constatar a incontinência, dermatite secundária a assadura por urina, pele dos membros pélvicos encharcada e odor amoniacal. A cadela apresentava dor à palpação renal e vesical, indicando bexiga pequena e espessada. Ao exame neurológico, a inervação do sistema urogenital apresentava-se normal. Procedeu-se o plano de diagnóstico diferencial para os distúrbios de micção e continência urinária, já de pronto descartando-se os distúrbios neurogênicos e focando-se nos não neurogênicos, tais como: incompetência uretral, hiper-reflexia do detrusor, atonia do detrusor por distensão excessiva, incontinência urinária paradoxal, ureter ectópico, bexiga pélvica e displasia uretral (1). Solicitou-se, com fins de diagnóstico, hemograma completo, glicemia, urinálise e cultura e antibiograma da urina. Os resultados dos exames apontaram grave infecção do trato urinário inferior, com cultura positiva por Staphylococcus spp multirresistente. O animal foi tratado durante 20 dias com Cefalexina (sensível), 30 mg/kg, duas vezes ao dia. Ao retornar, um mês após, continuava com a infecção e a incontinência urinária, porém sem dor abdominal, sugerindo infecção do trato urinário inferior em conseqüência à incontinência (3). Fez-se vaginoscopia e urografia contrastada, indicando ectopia ureteral, estando de acordo com a literatura, que cita que a radiografia contrastada frequentemente confirma o diagnóstico (1). Estando a cadela já com comprometimento renal, constatando-se no exame ultrassonográfico, hidronefrose e megaureter esquerdos e no perfil bioquímico, azotemia, como complicações presentes. Tornou-se emergente a nefrectomia e a ureterectomia unilateral. Sendo o lado afetado o esquerdo, fez-se indispensável a ovariohisterectomia (4). Após a cirurgia a cadela teve uma melhora notável, não se verificando mais a incontinência urinária. Cerca de um mês após a cirurgia, apresentou-se com grave problema respiratório, evoluindo rapidamente para traqueobronquite, com início de edema pulmonar, foi tratada e recuperou-se. Depois de três meses da cirurgia a cadela está bem, no entanto vem apresentando leve incontinência urinária, como já era esperada, em concordância com as pesquisas já realizadas, onde o tratamento de escolha para o ureter ectópico é a correção cirúrgica, sendo que a mesma propicia cura em cerca de 50% dos casos e, infelizmente, em metade desses, a incontinência persiste (1). Já que a paciente do presente relato mantém apenas um rim, optou se por monitorar criteriosa e periodicamente a mesma, por meio de exames físicos e laboratoriais, com a finalidade de observar a adequada funcionalidade do rim que lhe restou. Conclui-se que a intervenção cirúrgica em casos diagnosticados de ureter ectópico consiste na melhor forma de tratamento, podendo desta maneira melhorar a perspectiva e a qualidade de vida do animal. 1.Birchard, SJ et al. Saunders Manual of Small Animal Practice. 3ed, SP: Roca. 2048p, Carlton, WW et al. Patologia Veterinária Especial de Thomson. 2 ed., Porto Alegre: ArtMed, Gieg, J et al. In: Birchard, SJ et al. Saunders Manual of Small Animal Practice. 3ed, SP: Roca. 2048p, McLaughlin, M A et al. in: Slatter, D. Manual de Cirurgia de Pequenos Animais. 3ed. SP: Editora Manole Ltda., p.1286, Sutherland-Smith, J et al. Veterinary Specialist Group, UNITEC, Auckland, New Zealand. Disponível em:http://www.scopus.com/record/display.url?view=b asic&eid=2-s2. Acesso em: 19/10/2009.

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