Nº 22- fev. mar. abr. mai. jun. 2013

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1 Nº 22- fev. mar. abr. mai. jun

2 ÍNDICE O D I V U L G A D O R Número 22 fev. mar. abr. mai. jun Contra capa 3 Editorial 4 Horácio Bento de Gouveia - 30 anos 6 Gincana Cultural 7 Projeto Eco Escolas e Clube do Ambiente 10 Banda Militar da Madeira Educação para o Som 12 Clube Viver a Vida FICHA TÉCNICA A Presidente do Conselho Executivo Fátima Teles Coordenação Daniela Correia Filomena Sousa Colaboração Toda a comunidade escolar Design Gráfico Filomena Sousa Periodicidade Semestral Propriedade Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Dr. Horácio Bento de Gouveia 14 HBG - Participação no Parlamento Jovem Nacional 16 HBG - Participação no Parlamento Jovem Regional 17 Ação de sensibilização : A visão. Lentes e correção dos defeitos de visão 18 Atividades anuais da biblioteca 19 Feira do Livro na escola 20 Cantinho da literatura 24 Desporto Escolar 25 Semana das Artes e Criatividade 31 Express Arte 32 Recicl Arte 33 Educação Tecnológica 2º ciclo 24 Educação Tecnológica 3º ciclo 36 Visitas de estudo 42 Projeto das Ciências 45 Clube de fotografia 2

3 Editorial Na cidade com Horácio Bento Gouveia Orgulho, emoção e sensação de dever cumprido é o que sinto quando penso no que aconteceu na sexta-feira, 31 de maio a HBG em peso no Funchal, enchendo de cor, alegria e juventude as ruas e alguns espaços do património artístico-cultural da nossa cidade. Orgulho devido ao exercício de cidadania que os nossos alunos realizaram, numa demonstração de respeito pelos locais, pelas pessoas e também, pelas regras de trânsito, mostrando que são capazes do melhor, basta quererem. Orgulho, porque esta foi, e é, uma atividade que envolve verdadeiramente a comunidade escolar, os alunos, os professores das várias áreas do conhecimento, pondo em prática a interdisciplinaridade tão importante no processo de aprendizagem. Os encarregados de educação: mães, pais, avôs, tios, primos, amigos que deram um bocadinho do seu tempo à escola e alguns dos nossos funcionários. Emoção ao ver tanta gente junta, convivendo de forma salutar, rindo, brincando, trocando conversas Emoção ao ver o nome da escola nas camisolas dos miúdos e dos graúdos percorrendo as ruas em grupos, despertando a atenção de quem passava, naturais e estrangeiros. Dever cumprido por que o objetivo de proporcionar novas formas de aprendizagem, que não na sala de aula, foi conseguido, reforçando a importância e o papel da escola no desenvolvimento social, cultural e desportivo dos alunos. Museus, estátuas, informação histórica, cores, cheiros, algumas curiosidades e exercício físico obrigaram os participantes a puxar pela cabeça e, também pelas pernas, para cumprirem as tarefas que lhes propusemos realizar. Não posso terminar estas breves linhas sem agradecer a todos os que colaboram e, em especial, aos meus colegas de grupo que, comigo, organizaram uma atividade desta envergadura. O cansaço e a ansiedade ficaram para trás e ficaram apenas a satisfação e a certeza que valeu a pena! Horácio Bento Gouveia, que deu nome à gincana deste ano, para lembrarmos os 30 anos passados da sua morte, só pode estar orgulhoso, esteja lá onde estiver, desta escola que é sem dúvida, como já muitos disseram a melhor escola do mundo. Susana Pestana Professora de História e coordenadora da Gincana Cultural 3

4 Horácio Bento de Gouveia - 30 anos depois Falar de Horácio Bento de Gouveia não é fácil dado ao seu enorme prestígio e a riqueza singular da sua obra. Mas é dever lembrá-lo quando fazem trinta anos do seu passamento, que teve lugar, no Funchal, a 23 de Maio de Tendo exercido o múnus da docência no continente e na ilha durante praticamente toda a vida, consagrou-se sobretudo como romancista, um altíssimo romancista madeirense, que também praticou o jornalismo na imprensa nacional e regional, nomeadamente no diário de notícias, tendo, neste campo, deixado páginas de um linguajar vernáculo e densíssimo. Orador e conferencista de mérito, realizou ainda programas radiofónicos e televisivos. Condecorado e homenageado várias vezes, foi o seu nome atribuído à nossa escola no ano em que faleceu numa justa homenagem, que contou com uma exposição sobre a sua biobibliografia. Membro da extinta Sociedade Portuguesa de Escritores, publicou, em vida, sete romances tendo vindo a público postumamente o último que escreveu intitulado Luísa Marta (1986). Dentre a sua prestigiada bibliografia sobressaem Ilhéus-Canga (com a primeira edição em 1949), o melhor dos seus romances, Lágrimas Correndo Mundo (1959), Águas Mansas (1963) e Torna- Viagem (1979). Foi, nos escritos de juventude, influenciado pelos escritores românticos Camilo Castelo Branco e Filho de Almeida. Mais tarde, porém, sofreu a influência decisiva dos escritores neorrealistas (segunda metade do século XX) pelo realismo com que tratou os temas sociais. Há laivos autobiográficos nos seus romances especialmente em Ilhéus-Canga, Lágrimas Correndo Mundo e Águas Mansas revelando, nestas obras uma certa saudade de entes que lhe foram caros. A sua obra constitui um autêntico retrato da vida quotidiana na ilha, mormente nos meios rurais, denunciando as injustiças e os dramas pungentes dos colonos (caseiros), vítimas do então obsoleto regime de colonia, hoje felizmente extinto. Horácio Bento Gouveia assume, nos seus livros, a defesa dos oprimidos. Dada à sua poderosa imaginação deixou-nos riquíssimos descrições de lugares e pessoas tendo-se socorrido, para isso, de regionalismos, metaforização densa, imagens, descrições líricas, neologismos e rica verbalização. Foi e é muito admirado por grandes vultos da nossa cultura sobretudo por Aquilino Ribeiro, que prefaciou a sua principal obra. Na Madeira ocorrem, nesta altura, homenagens à sua memória de grande escritor. No Auditório da nossa escola realizou-se, no dia 24 de Maio, pelas 17:30, a sua evocação pela escritora Irene Lucília, que leu, para uma vasta plateia, um conto inédito do autor. Existem na nossa biblioteca, alguns livros seus, bem como, num dossiê sobre Cultura Madeirense, os seus principais dados biobibliográficos. Para finalizar diremos que a sua obra vem sendo desde há alguns anos, estudada por investigadores de mérito entre os quais destacamos o madeirense professor doutor Thierry Proença dos Santos. Fátima Pitta Dionísio. 4

5 Horácio Bento de Gouveia- Evocação pela escritora Irene Lucília 55

6 RECEITA DE SUCESSO INGREDIENTES: Gerações (diferentes) Ideias (várias) $ Níveis de ensino (previamente misturados) Criatividade (bastante) Atividade física (q b) Novidades (uma pitada) Ação (muita) MODO DE FAZER: Misture todos os ingredientes; agite uma vez em cada mês letivo e obterá uma suave e equilibrada mistura. Deixe levedar. Prove e apure conforme o seu paladar. Pelo final do ano letivo, está pronto a consumir. Dê toda a atenção ao empratamento, pois os olhos também comem. Sirva então este prato rico em: Competição Urbanidade Literacia Talento Utilidade Riso Alegria Lúdico É para saborear devagar, sentir o aroma, vibrar com as cores. Para aqueles que preferem algo mais dietético substitua a anterior receita por esta menos rica e bem mais insonsa: INGREDIENTES: 121 equipas 620 alunos 60 encarregados de educação 95 professores MODO DE FAZER: Adicione todos os ingredientes e está pronto! Satisfaça assim todos aqueles que não apreciam ou não podem consumir refeições nutritivas e saborosas. 6 $ Daniela Inês Correia. (grupo 400)

7 PROJETO ECO-ESCOLAS E CLUBE AMBIENTE Concurso ECO-ESCOLAS: «Sim, no Dia da Mãe o coração é amarelo» A atividade: «Sim, no Dia da Mãe o coração é amarelo», foi desenvolvida no âmbito do Projeto Eco Escolas, Clube Ambiente e Formação Pessoal e Social (com os Alunos da turma onze do sétimo ano). Desenhamos um coração em papel de jornal e traçámos os limites do mesmo num cartão amarelo (em duplicado), por forma a intercalar os dois e formarmos um coração original que pode ser visualizado sob diversas perspetivas. Elaboramos corações de vários tamanhos nas embalagens TetraPak (procurámos aquelas que tinham cor predominantemente amarela, assim como os símbolos TetraPak). Transformámos as garrafas plásticas de água em tiras para pendurar os corações e algumas mensagens, escritas pelos discentes, alusivas ao Dia da Mãe. Foram escritas as palavras Mãe e Natureza, por forma a sensibilizar toda a Comunidade Educativa simultaneamente para o Dia da Mãe e para a Preservação do Ambiente /Planeta Terra. Tivemos a preocupação de utilizar as duas faces das embalagens. No coração tridimensional foram coladas as várias mensagens e os corações de vários tamanhos. Os materiais utilizados foram os seguintes: cartão, embalagens TetraPak, garrafas plásticas de água, cola, tesoura, fio de nylon, jornais, canetas de acetato e caixas de cartão. O trabalho foi exposto no Bar dos Alunos, no Cantinho da Reciclagem, junto a uma estrutura onde são colocadas as tampas plásticas. Consideramos ainda, neste espaço, várias mensagens suspensas em tiras feitas de material reutilizado (referido atrás) e dois painéis no fundo relacionados com a Natureza e a Sustentabilidade do Planeta. Dinamizadores desta atividade: Coordenadora do Projeto Eco-Escolas - Professora Silvia Gomes; Professores do Clube Ambiente e do Projeto Eco-Escolas: Cátia Freitas, Fátima Barreiro, Maria João Freitas e Isabel Morna; Docentes de Formação Pessoal e Social do 7º11: Fátima Barreiro e Luísa Gorgulho. 77

8 PROJETO ECO-ESCOLAS E CLUBE AMBIENTE «HORTA BIOLÓGICA DA HBG» Durante os meses de fevereiro e março de 2013, alguns alunos da Escola participaram na preparação do terreno e na plantação da «Horta Biológica da HBG», desenvolvida no âmbito do projeto Ecoescolas e do Clube Ambiente. Toda a Comunidade Escolar contribuiu, trazendo sementes. Os produtos hortícolas plantados foram alface, rúcula, feijão, tremoceiro, pimpinela, tomate, abóbora e pimento. Queremos agradecer a grande disponibilidade do Sr. Luís, o jardineiro da nossa Escola que muito prezamos. Numa segunda fase foram plantadas outras culturas, tais como batata, milho, feijão, couve, alface roxa, cebolinho e alho francês. A manutenção da Horta será feita ao longo do terceiro período. Desde esta data foram tiradas fotografias, que registam a evolução das nossas plantações. A criação deste Projeto tem sido uma mais-valia para a nossa Escola, no sentido de sensibilizar alunos, professores e funcionários para garantir a sustentabilidade ambiental. A agricultura biológica é um sistema que concilia as boas práticas ambientais, um elevado nível de biodiversidade e a preservação dos recursos naturais. Sabias que existem plantas companheiras e antagónicas? (ver quadro 1) Quadro 1: Exemplos de consociações favoráveis e desfavoráveis Fonte: Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais (SRARN). Manual de boas práticas para as Hortas escolares. 8 Algumas considerações sobre a Agricultura Biológica: Iniciar a horta com sementes e plantas sãs. Incorporação da matéria orgânica: o composto é a melhor forma de matéria orgânica para a horta. Ter cuidado com as regas e de preferência regar pela manhã. Incluir ervas aromáticas e flores na Horta - Grande número de horticultores têm verificado que essas plantas protegem as hortícolas de um certo número de pragas. Por exemplo: a borragem atrai as abelhas e repele as lagartas do tomateiro; o malmequer mantém afastados os escaravelhos do feijoeiro e repele os nemátodos; o alho e a cebolinha repelem os afídeos; os poejos e a hortelã repelem as formigas e a menta, rosmaninho, salva e tomateiro impedem o desenvolvimento das lagartas da couve. Professoras do Projeto Eco-Escolas: Fátima Barreiro e Cátia Freitas

9 ECO-CÓDIGO 2012/ Não deites lixo no chão para não aumentar a Poluição. 2.- Seja esperto e use o Ecoponto mais perto. 3.- Faça uma plantação biológica para uma Escola mais Ecológica. 4.- Se poupares Energia o Mundo vais encher de Alegria. 5.- Ajuda a preservar o Ambiente para que ninguém fique doente. 6.- Nada no Mundo te pode deter, se a Floresta quiseres proteger. 7.- Para a água continuar a beber, menos Poluição tenho que fazer. 8.- Reutilizai e Poupai, não deixe o computador em stand by. 9.- Sem resíduos poluentes, é isso que nos deixa contentes Todos juntos para o Planeta ajudar, vamos Reciclar e Plantar. Os Alunos do 3º Ciclo ( Turmas do 9º9, 7º11, 8º2, 7º8, 8º3), com a colaboração do Clube Ambiente elaboraram um Código de conduta que corresponde a uma declaração de objetivos traduzidos por ações concretas que todos os membros da Escola devem seguir. 9

10 Banda Militar da Madeira protagonizou Educação para o Som No dia 15 de Março, às 11h30, no Auditório da Escola dos 2º e 3º Ciclos Dr. Horácio Bento Gouveia, teve lugar um concerto pedagógico intitulado Educação para o Som, com quase 30 instrumentistas da Banda Militar da Madeira no Auditório da Escola Dr. Horácio Bento Gouveia. Esta ação de sensibilização foi organizada pelo Departamento de Ciências Físico- Químicas e da Natureza e por Educação Musical. No âmbito desta ação de sensibilização estiveram presentes o secretário regional da Educação e dos Recursos Humanos, Jaime Manuel Freitas, e o Comandante da Zona Militar da Madeira, Marco Serronha. É realizada em todos os anos letivos e teve como objetivo o de associar a Música ao Som de forma a relacionar os sons com as vibrações dos corpos e distinguir as propriedades do som (timbre, altura e intensidade) de diversos instrumentos musicais e a sua acústica. Há vários anos que a parceria vem sendo desenvolvida com sucesso, que segundo a Presidente do Conselho Executivo, Fátima Teles: Enquadra a perspectiva da transversalidade das aprendizagens consubstanciadas nos conteúdos programáticos das disciplinas de Ciências Físico-Químicas e Educação Musical, conforme plasmado nos artigos legais estabelecidos para o efeito. Referiu ainda que a importância da articulação entre o meio e escola do ponto de vista das mais-valias da organização. A Banda é importante na projeção da imagem do Exército, disse o Major General, Marco Serronha. Mas mais importante, referiu o dirigente, é o produto cultural que sai deste apoio que a Banda dá à formação musical dos nossos jovens. Em média a formação musical dá mais de um concerto didático por mês, em colaboração com as escolas. Há outros vocacionados para o público em geral, sendo o próximo no Dia da Zona Militar da Madeira, em Maio. 10

11 Participar no desenvolvimento cultural e musical da juventude da Madeira é a principal razão que leva a Banda Militar a colaborar com as escolas da Região, promovendo concertos e recitais, ações de sensibilização para os instrumentos. A Banda está atualmente sob a direção do sargento-chefe Emídio Costa, que quer aproximar as crianças da música. Os encontros podem ser mais formais, com a formação completa, ou mais descontraídos quando com grupos de música de câmara. Nestas ações de sensibilização, os militares falam das características do som, apresentam os instrumentos individualmente e depois tocam um reportório feito de peças eruditas para se habituarem e de sucessos do momento, como Lady Gaga e Adele para se sentirem à vontade, contou o maestro. Jaime Freitas, secretário regional de Educação e Recursos Humanos, esteve presente. Elogiou o trabalho da Banda Militar e a preocupação do Exército de através desta se dar a conhecer à sociedade. As escolas e os concertos pedagógicos funcionam precisamente como elementos de ligação de um "caminho de dois sentidos" em que a instituição militar, as instituições de ensino e os alunos saem, contribuindo para a sua formação como cidadãos, cultos e interessados pelas expressões artísticas desenvolvidas no meio onde estão inseridos. Carlos Gomes 11

12 CLUBE VIVER A VIDA Realizou-se nos dias 4 e 5 de maio a campanha de recolha de alimentos e produtos, promovida pela Cáritas Diocesana da Madeira e subordinada ao lema: Um Pequeno Gesto por Uma Grande Causa. A HBG ficou responsável pela recolha no dia 4 de maio (sábado), no Pingo Doce, do Dolce Vita. Dezenas de alunos, alguns professores, funcionários e Encarregados de Educação dedicaram parte do seu tempo à nobre causa da solidariedade, contribuindo na recolha das dávidas daqueles que, com muito ou pouco, não quiseram deixar de dar o seu contributo. Das boas vontades brotaram simples gestos, que se traduziram em bonitos sentires que se espelhavam no rosto de quem participava desta campanha. O Clube Viver a Vida e a Cáritas agradecem a todos aqueles que com o seu gesto contribuíram para que esta causa fosse possível, sendo este agradecimento também dirigido a toda a Comunidade Educativa. A participação da HBG na Campanha da Cáritas foi mais um sucesso na formação e educação dos alunos enquanto cidadãos do mundo. O nosso bem haja a todos os que nela participaram! Peditório de rua Alunos da HBG unem-se a mais uma causa de solidariedade e enchem as ruas do Funchal com o seu sorriso e boadisposição. Decorreu nos passados dias 9, 10, 11 e 12 de maio um peditório de rua promovido pela AMI (Assistência Médica Internacional) com o intuito de reforçar os recursos financeiros de forma a fazer face às crescentes necessidades daqueles que recorrem à Porta Amiga da Rua das Pretas. De acordo com a Dra. Helena Andrade, representante da AMI na Madeira, o número de pessoas a pedir ajuda na Porta Amiga tem aumentado substancialmente, razão pela qual a AMI decidiu realizar um segundo peditório no espaço de um ano. Claro que pôde contar com a elevada participação dos nossos alunos voluntários que, pela primeira vez ou repetindo a experiência, desempenharam o seu papel com entusiasmo e responsabilidade. O Clube Viver a Vida e a AMI agradecem a todos quantos se associaram a esta causa, fazendo com que outros se possam sentir mais felizes! 12

13 V CURSO DE VOLUNTARIADO NA HBG, BAR DOS ALUNOS, DIA 22 DE MAIO. Realizou-se no bar da nossa escola o IV Curso de Voluntariado que contou com algumas dezenas de alunos da nossa escola e de um ex-aluno, sendo o curso composto de duas partes. Na primeira parte, a Dra. Helena Andrade, presidente da AMI (Assistência Médica Internacional delegação na Madeira) explicou as diversas parcerias que a AMI tem com outras instituições, na preocupação e colaboração com a preservação do meio ambiente. Falou sobre a AMI no mundo, as diversas campanhas que a AMI está a realizar e/ou realizou nalguns países do mundo. Na segunda parte, o presidente da APD (Associação Portuguesa de Deficientes) da Madeira, Dr. Filipe Rebelo, antigo aluno desta escola, elucidou os alunos sobre a importância que uma tampa tem e explicou quais são os objectivos e finalidades das tampas adquirir cadeiras de rodas e próteses para os membros incapacitados - realçando nos presentes que uma simples tampa pode fazer toda a diferença. Foram momentos de algum humor e para terminar afirmou: Dêem uma tampa, mas não dêem tampa à vossa namorada/ ao vosso namorado! 13

14 HBG - Participação no Parlamento Jovem Nacional O programa Parlamento dos Jovens é organizado pela AR, em colaboração com outras entidades, com o objetivo de promover a educação para a cidadania e o interesse dos jovens pelo debate de temas de atualidade. Culmina com a realização de uma Sessão Nacional na AR, preparada ao longo do ano letivo, com participação de Deputados, designadamente da Comissão de Educação, Ciência e Cultura, órgão parlamentar responsável pela orientação do programa. Todas as Escolas do 2º e 3ºciclos do ensino básico são convidadas a participar. A HBG este ano letivo passou sucessivamente as diversas fases de apuramento e pelo segundo ano consecutivo, levou à Sessão Nacional os deputados / alunos Cristiana Nunes (9º14) e o Francisco Pereira (8º) porta voz do grupo, que conjuntamente com os colegas Lara Sá e Leonardo Abreu da Escola de Machico representaram na 4ª Comissão (34 deputados) a Região Autónoma da Madeira, apresentando e defendendo o Projeto de Recomendação aprovado na Sessão Regional. Este ano a Sessão Nacional aconteceu nos dias 6 e 7 Maio, tendo os alunos e professores acompanhantes beneficiado de um programa escrupuloso de trabalhos e atividades culturais e de convívio. Destaquem-se os trabalhos em Comissão nos quais se debateram na especialidade e na generalidade em cada uma delas, 5 Projetos de Recomendação acerca do tema em debate - Ultrapassar a Crise. Na 4ª comissão, o Francisco Pereira destacou-se pelo discurso bem articulado, assertivo e convincente na defesa das medidas da Região, de tal modo que o projeto de recomendação que foi eleito como base para os trabalhos da Comissão foi exatamente o da Madeira. A partir daí os responsáveis pela Mesa da Comissão, o Deputado João Oliveira (PCP) e a deputada Emília Freitas (PSD) suspenderam por algum tempo os trabalhos de modo a permitir a troca de ideias entre os diferentes círculos, de modo a determinar propostas que poderiam ser de eliminação, correção de redação ou aditamento. Foram também eleitas as perguntas a dirigir a diferentes grupos parlamentares. Também aqui a pergunta proposta pelo Círculo da Madeira foi eleita e seria colocada na Sessão Plenária pelo Francisco Pereira à deputada do PEV Heloísa Apolónia. ( Considerando que o PEV surge em momentos eleitorais associado ao PCP na CDU, o que distingue estes dois partidos em termos ideológicos? ) Na generalidade os trabalhos realizados na Comissão caraterizaram-se pela seriedade e empenho dos participantes, sendo de sublinhar a convicção com que princípios democráticos foram driblados e defendidos. Nessa tarde aconteceu ainda um bonito momento musical na sala de Sessões com a apresentação de uma Tuna instrumental que em muito fez vibrar a jovem audiência com clássicos dos Beatles, de Paul Simon & Art Garfunkel e muitos outros. As refeições na Assembleia da República foram também momentos memoráveis que ocorreram nos claustros, bonito espaço onde um delicioso buffet premiava o esforço despendido, repondo energias aos jovens deputados. 14

15 No dia 7 de Maio a Sala das Sessões da AR acolhia, com a solenidade característica daquele espaço, a juventude, criatividade a alguma irreverência dos 126 jovens deputados para debate e votação global das medidas a incluir na Recomendação à Assembleia da República sobre o tema. Num primeiro momento foram cumprimentados pela Jovem Presidente da Mesa do Plenário que deu lugar a um dos Vice- Presidentes da AR, Deputado António Filipe (PCP) que acolheu com palavras de incentivo a Jovem Assembleia. Os trabalhos começaram com o período de perguntas aos deputados dos diferentes grupos parlamentares, que foi cronometrado ao segundo pela Mesa, garantido assim equilíbrio na extensão das intervenções e suscitado a maior capacidade de síntese possível por parte dos intervenientes. Todo este processo foi filmado e transmitido pelo canal Parlamento tendo por certo sido acompanhado por muitos cidadãos No segundo ponto da Ordem de Trabalhos estava o debate para eleger as medidas que comporiam o projeto de recomendação à AR. Tratava-se de um conjunto de 20 medidas apresentadas pelas diferentes Comissões e que deveriam agora ser votadas uma por uma para definir propostas de eliminação. Esse fastidioso trabalho aconteceu de forma ordeira e empenhada. Finalmente das dez medidas eleitas pelo Plenário Nacional do Parlamento dos Jovens fazem parte duas do Projeto de recomendação original Madeirense, a saber a 4 e a Investir nas exportações, dando mais incentivos fiscais às empresas, promovendo sinergias com outros países europeus e procurando estimular a economia nacional, através do empreendedorismo e da revitalização das empresas em dificuldades, para que não entrem em processo de insolvência. 7. Garantir possibilidades de emprego, pela diminuição dos impostos sobre as empresas (IRC e TSU), devendo o valor correspondente a esta redução ser, obrigatoriamente, utilizado para a criação de emprego. Adicionalmente, o Estado deverá promover, nos ensinos básico e secundário, o empreendedorismo jovem e o autoemprego. No cômputo geral, a participação dos alunos da HBG neste projeto pode considerar-se que atingiu o seu potencial máximo por terem conseguido fruir de todas as etapas do Projeto. Uma palavra de reconhecimento e incentivo a todos os que participaram nas primeiras fases e que essa experiência tenha sido suficientemente motivadora para que no próximo ano letivo, possamos contar com esses e outros alunos para mais um desafio criativo na área da cidadania e do desempenho democrático ao mais alto nível. 15

16 HBG - Participação no Parlamento Jovem Regional Alunos do 3.º ciclo de vinte e quatro escolas da R.A.M. participaram no Parlamento Jovem Regional, iniciativa da Assembleia Legislativa da Madeira realizada com a colaboração da Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos e que visa incentivar os jovens a uma participação cívica e política mais ativa. Os alunos eleitos participaram nas Reuniões Preparatórias, na Reunião da Comissão e na XIII Sessão Plenária, em que apresentaram o projeto de recomendação A qualidade do ensino e o novo conceito de escola. Na Sessão Plenária de 15 de maio de 2013, cada estabelecimento de ensino esteve representado por dois alunos, que discutiram o projeto com deputados dos vários grupos parlamentares. Mais uma vez, a HBG destacou-se pela cordialidade e espirito democrático das suas jovens deputadas Catarina Silva e Sofia Gomes, ambas da turma 7, do 7º ano. Abertura solene da Sessão Plenária do Parlamento Jovem pelo Presidente da Assembleia Legislativa Regional (Dr. Miguel Mendonça), Vice Presidente (Dr. Paulo Fontes) e Secretário Regional de Educação (Dr. Jaime Freitas). Depois da abertura solene, os jovens eleitos na anterior reunião de Comissão presidem à mesa, dão a palavra e controlam os tempos de intervenção dos deputados dos diferentes partidos na Assembleia Legislativa que apreciam, comentam, criticam e elogiam as medidas do projeto final de recomendação dos jovens. As jovens deputadas, alunas da HBG, Sofia Gomes e Carolina Siva, no início da 3ª fila, à direita. Sofia Gomes, levanta-se para questionar um dos deputados. 16

17 Ação de sensibilização : A visão. Lentes e correção dos defeitos de visão O Departamento de Ciências CFQ/CN realizou uma ação de sensibilização sobre o tema A visão. Lentes e correção dos defeitos de visão a cargo dos técnicos Sérgio e Irene Melim da Ótica da Sé, nos dias 13, 24 e 29 de maio. Foi uma atividade dirigida aos alunos de 8º ano para tomarem conhecimento da aplicação da ótica no dia a dia e ampliar os seus conhecimentos sobre a física, nomeadamente a utilização das lentes na correção de defeitos de visão. Solicitou-se a autorização aos encarregados de educação para o técnico realizar o rastreio óptico ao respetivo educando, na qual seria comunicado o resultado. O interesse demonstrado pelos alunos revela um problema que os afeta, hoje em dia, a qualidade da sua visão atendendo à exigência da utilização de meios tecnológicos com a exposição luminosa a vários tipos de monitores. Notou-se, assim, uma maior preocupação por parte dos participantes em cuidar e preservar o bem estar da visão. Carlos Gomes 17

18 Atividades anuais da biblioteca Durante este ano letivo, a Biblioteca da nossa escola desenvolveu várias atividades cujo objetivo primordial foi incentivar e promover hábitos de leitura e escrita e consequentemente enriquecer o sentido de autonomia dos nossos discentes e da comunidade em geral. Posto isto, comemorámos o Dia Mundial do Animal (4 de outubro) com uma exposição tendo alguns alunos participado no evento com composições relativas à efeméride. Já na quadra natalícia realizámos nova exposição adstrita ao conto de Sophia de Mello Breyner Andresen O Cavaleiro da Dinamarca que constava de um dossiê com a fotobiografia da autora e um mapa do itinerário do cavaleiro à Terra Santa. Houve vários trabalhos realizados pelos alunos nomeadamente: desenhos alusivos à obra referida, pesquisas feitas à cultura, situação socioeconómica e gastronómica do país em questão. Na comemoração do Dia da Não Violência Nas Escolas (16 de março) a biblioteca foi ornamentada com frases concernentes à data, algumas suspensas no teto e outras afixadas nas mesas. Para comemorar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor decorreu, entre os dias 22 a 24 de abril, no átrio da nossa escola, o evento Os livros da biblioteca procuram leitores sob as orientações dos professores de Português do 2º ciclo. O objetivo foi despertar nos alunos o gosto pela leitura. Durante a realização da Feira do Livro (20-24 de maio) a biblioteca dinamizou várias atividades integradas nesse evento, através de sessões dedicadas à poesia, ao conto e à dramatização, esta última usando uma Língua Estrangeira (Inglês). Contou para isso com a colaboração de vários alunos e algumas professoras, bem como da escritora Isabel Fagundes. Já a 23 de maio teve lugar, na Fnac, a final do concurso Triatlo Literário do Projeto Baú de Leitura da DRE. Integrados no mesmo houve ainda os Flashes Literários e a Escrita Criativa direcionados para os alunos do 3º e 2º ciclo respetivamente. A obra selecionada para o evento foi o livro Contos de Embarcar da escritora e jornalista madeirense Lília Mata. A aluna participante, recebeu, como prémio, um certificado de participação e um livro de aventuras. Finalmente, realizou-se, como sempre uma exposição relativa ao Dia Mundial da Criança (1 de junho) promovendo, junto da comunidade educativa, os direitos dos mais pequenos. A equipa da Biblioteca 18

19 Feira do Livro na escola Na semana de 20 a 24 de maio decorreu no Polivalente, junto ao Auditório, a Feira do Livro, com o apoio da Fnac, na qual se integraram algumas atividades que visaram a promoção da leitura em língua portuguesa e em língua inglesa. Estas atividades foram dinamizadas na Biblioteca e consistiram no seguinte : - Sessão de poesia com a participação de 4 alunas do 6º1: Filomena Melim, Laura Xavier, Margarida Catanho e Maria Tomás; -Hora do conto - animada pela escritora Isabel Fagundes que fez a leitura expressiva de um conto da sua autoria; -Dramatização em língua inglesa do conto infantil Little Red Riding Hood que em português é conhecido por Chapeuzinho Vermelho, por alguns alunos das turmas: 10, 11, 12 de 5º ano: Afonso Santos Lobo Cátia Vieira Avozinha Francisco França o caçador Sara Sow Chapeuzinho Vermelho Sofia Pestana -Mãe Este evento foi bem recebido pelos alunos e as atividades apresentadas na Biblioteca mereceram o aplauso espontâneo de quem teve oportunidades de o assistir. 19

20 20 Cantinho da literatura Esta é a história Esta é a história da minha viagem no tempo que me transportou até ao século XIX. Eu estava num jardim muito bonito, sozinha, com flores resplandecentes e com coelhinhos a saltar de um lado para outro, e, de repente, o céu começou a ficar com umas cores esquisitas, tudo à minha volta desapareceu e um segundo depois estava outra vez no parque. Mas desta vez era diferente. Tudo parecia pertencer a outra época; as pessoas estavam trajadas com vestidos brancos, e requintados, os penteados muito elaborados, mas eu continuava com a mesma roupa. As crianças olharam para mim espantadas, e percebi que se interrogavam acerca da minha pessoa. Decididas, vierem ter comigo e perguntaram-me: Como te chamas? inquiriu uma menina do grupo. Eu respondi-lhe: Chamo-me Sofia e vocês? Eu chamo-me Dulce, esta é a Eva, estes são o Pedro e o Rui. Que lindo lugar! Este espaço é muito verde, e, por todo o lado, há pequenos grupos a fazer piqueniques disse eu. É melhor vestires-te como nós e a seguir contas-nos tudo, está bem? propôs a Eva. Quando tinham acabado de me vestir, eu exclamei toda impressionada: Ena pá, estou igualzinha a vocês! Eu tinha um vestido rosa até aos joelhos, um laçarote que me prendia os cabelos, que também tinha a mesma cor do vestido, para condizer, uns sapatos castanhos arredondados com um saltinho e por fim umas meias brancas altas. Em seguida contei-lhes o que havia sucedido. Então tu és mesmo do futuro? perguntou o Pedro que era o mais novo. Sim, sou afirmei. Isto aqui é tão bom pensei eu, Não há ipads, telemóveis, computadores e todos confraternizam, o que no nosso tempo já vai sendo raro. Estava na hora do lanche e a Eva tinha-nos convidado a todos para ir com ela e a sua família lanchar. Depois o Pedro perguntou: Querem vir jogar ao Jogo da roda e do lenço? Sim! exclamaram as crianças, em coro. Eu era a única que desconhecia aquele jogo, por isso perguntei-lhes as regras. Eles, prontamente, explicaram-mas e eu fiquei apta a jogar. Foi uma tarde incrível porque brinquei o tempo todo, fiz novos amigos e fiquei a gostar em especial de uma menina: a Eva. O seu nome cativou-me porque era igual ao da minha bisavó, Eva Nunes, mas podia ser mera coincidência. Despedi-me de todos e foi aí que vi que a Eva tinha no braço um sinal que eu reconheci, era um sinal de família e percebi que ela era mesmo a minha bisavó. Tinha parado outra vez no parque onde eu estava, olhei para o céu e disse: Que sorte a minha! Sofia Nunes- 5º1 A Pintura de Georg Von Rose Georg Von Rose mostra-nos no quadro uma jovem, certamente de um país do Norte da Europa devido à sua compleição física: cabelos loiros, pele muito clara e vestes envergadas. Carrega um grande braçado de erva florida, apanhada no majestoso e elegante prado verdejante que a pintura sugere. Traz vestido um corpete vermelho, uma blusa branca e uma saia preta debruada a vermelho. Um pouco mais atrás, pedregulhos arredondados descansam ao som da brisa marítima. Não muito longe, um pequeno barco é levado pelas correntes do lago e em cuja água tão límpida, cristalina e transparente as pessoas que o visitam descobrem o seu reflexo. Dentro do barco, um casal enamorado aproveita a boleia das leves e preguiçosas correntes, num embalo terno. Ao longe, surgem montanhas entrelaçadas entre elas, como se tivessem frio e nos cumes espreitam vestígios de neve. Distingue-se, na pintura uma pequena cascata tímida e feliz, pois sabe que, no sítio onde habita, a beleza é inimaginável. O céu encontra-se limpo e os pássaros alegres entoam canções porque sabem que a primavera está a chegar. Guilherme Mendes de Sousa - 6ª 3 Gosto de ti A neve passou e disse: Gosto de ti E o frio instalou-se Numa noite sem fim. O fogo passou e disse: Gosto de ti E o calor aqueceu o menino Que até aí tremeu. A água passou e disse: Gosto de ti E o mar agitou-se Num grande frenesim. A lua passou e disse: Gosto de ti E as estrelas brilharam Na imensidão do céu. A areia passou e disse: Gosto de ti E a majestosa onda Acariciou as conchas da praia. Guilherme- 6º2

21 Um dia para não esquecer Certo dia, no fim de maio, eu fui com a minha turma a um museu de antiguidades. Lá tudo era espetacular, mas a máquina do tempo, ainda mais. Queria lá entrar, mas a minha turma estava a afastar-se cada vez mais; a minha curiosidade estava em pulgas, e foi ela que acabou por tomar conta de mim. Entrei na máquina do tempo, fechei os olhos e quando os abri, estava num belo parque onde mal havia poluição. As árvores eram verdes como a alface e cada uma tinha uma sombra. Reparei nos seus troncos e achei-os ásperos e rugosos. Lá viam-se adultos a falar e crianças a brincar alegremente. Ouviam-se as gargalhadas das crianças e o piar dos passarinhos. Longe, lá longe, mesmo ao fundo, viam-se montanhas cobertas por nuvens e perto de mim encontravam-se cinco crianças a brincar à roda. Quando me viram ficaram espantadas e uma delas perguntou: -Olá, quem és tu? A tua roupa é diferente, de onde vens? Onde está o teu laço na cabeça? Aquela criança tinha razão, o meu visual era totalmente diferente do dela. As quatro raparigas estavam com um vestido do século passado, tinham meias quase até ao joelho e uns sapatos pretos de festa. Os seus cabelos eram curtos e tinham uma flor na cabeça. O rapaz tinha uma camisa azul e uns calções castanhos. Também tinha umas meias até ao joelho e uns sapatos de cerimónia. Algumas senhoras tinham vestidos simples e um chapéu posto meio de lado. Aquele parque parecia pertencer ao início do século XX. Será que era? Sim, só podia ser. Ah! Isso explica muita coisa. As crianças estavam boquiabertas e, pareciam boas pessoas, por isso, eu respondi: -Olá, eu sou a Maria e venho do século XXI. Nesse século não se usam muitos laços na cabeça, por isso não tenho nenhum. -Como vieste aqui parar? Vieste com extraterrestres?- duvidou o rapaz. -Boa pergunta! Viajei numa máquina do tempo, eu sei que é muito complicado para vocês. Bom, como é que se chamam? -O meu nome é Teresa- respondeu a menina pequenina. -Eu sou a Maria Jesus, irmã da Teresa- afirmou a rapariga mais velha. -Eu chamo-me Bruno- declarou o rapaz. -E nós somos a Isabel e a Sofia- referiram as duas raparigas de vestido laranja. Foi uma tarde bem passada, brincámos a jogos, que para mim são novos e outros que jogo sempre. Foi divertido correr e saltar naquele verde puro. Mas, a hora de ir embora já chegara. -Adeus Maria! Adorei os teus novos jogos.- exclamou a Maria Jesus. -E eu os teus! Obrigada por me fazerem companhia nesta tarde. Adeus a todos!- disse eu. -Adeus!- gritaram todos juntos. Eu acenei e coloquei-me dentro da máquina do tempo. Quando dei por mim, estava em casa. Oh, não! A minha visita de estudo, esqueci-me! Será que deram pela minha falta? Maria Jorge Carvalho -5º1 Afinal o paraíso não está muito longe Neste texto vou descrever uma viagem que tive: Certo dia estava a pensar no que teria acontecido ao meu avô já falecido, uma das pessoas que eu mais admirava. Dei por mim a pensar: O lugar dele deve ser no paraíso, pois ele foi uma boa pessoa -Sim - disse a consciência - não te preocupes, lá só há gente de boa alma, tem quem o ajude e ele próprio ajuda os outros. O teu avô possui uma ótima casa como aquela que tu sonhas ter e muitos amigos. Sei que lá na vila onde ele mora já ensinou várias pessoas a jogar xadrez como fez contigo. -Mas espera lá! Eles nessa vila têm doenças?-interrompeu o Martim -Não, lá não há doenças; existem três médicos milagreiros chamados A Santíssima Trindade que não deixam que as pessoas adoeçam. Mas o sítio onde a maioria dos habitantes convive situa-se perto da Fonte Santa. Mais perguntas? -Sim. Existe praia? E boas lojas? O meu avô e a minha avó continuam a amar-se? A vila que forma está no mapa celestial? -Lá, naquela Vila Santa não existe mapa. Como todos já passaram pela morte sabem sempre para onde ir: à praia, às boas lojas do Fórum da Santíssima Trindade ou ao Espelho Meu e Também Teu (espelho onde as pessoas dessa vila comunicam com os seus entes queridos que ainda lá não vivem). As cores das casas, das ruas, dos restaurantes, são todas claras. -Mas ainda não me disseste qual era o nome da vila. -É Vila Santa. O nome foi escolhido pela Santíssima Trindade. E assim foi. Acabei por perceber que o paraíso existe depois da morte e é uma vila fantástica. Martim Pereira - 5º1 21

22 Um jogo de tabuleiro Esta história começa com dois irmãos, o Miguel e o Henrique que nunca, estavam de acordo. Até que um dia o pai lhes perguntou: Meninos, querem jogar a um jogo, que eu jogava quando tinha a vossa idade? indagou ele, com esperança que as crianças concordassem uma com a outra. Assim foi. Os dois meninos responderam: Sim, sim! Nós queremos jogar a esse jogo gritaram ao mesmo tempo como se chama? perguntou o Miguel ao pai. O pai respondeu-lhe: O jogo chama-se... Mundo dos doces muito original, não é?! Qual o objetivo do jogo? perguntou um deles ao pai. Têm de conseguir acumular o máximo de doces possível, ultrapassando vários obstáculos assustadores. Os rapazes ficaram entusiasmadíssimos. O Henrique perguntou ao pai se podiam começar, naquele momento. Passadas algumas horas estavam a ficar cansados... e ninguém sabe como, mas, de repente, eles eram os bonecos do próprio jogo. O melhor de tudo é que quem os estava a mover e a ditar ordens eram os outros elementos do jogo: os chapéus, os cavalos de brincar e a bota com o seu ursinho...ou seja os papéis estavam invertidos. Os meninos ficaram espantados com aquilo tudo e também aterrorizados, porque o jogo não tinha nada a ver com o nome. Era assustador. Já viram peças de tabuleiro escolherem os seus jogadores? Incrível! Havia entre elas adeptos dos dois rapazes e torciam ora por um, ora por outro, o que foi hilariante, porque têm que admitir que ver um chapéu e um cavalo de brincar animados com um passatempo, nunca aconteceu. O jogo foi longo e os dois irmãos experimentaram sensações horríveis que só existem nos piores pesadelos! O Miguel teve que lutar contra leões e, claro que ganhou. Não estavam à espera desta, pois não? O Henrique teve que lutar com ogres, tubarões, morcegos e outros tantos animais desejosos de os apanhar. Foi bem sucedido. Ambos ultrapassaram pântanos, selvas muito densas e cheias de armadilhas. Mas como se diz, há coisas más e coisas boas... Neste caso, o tabuleiro tinha mesmo doces e quando os meninos tinham fome podiam comer fruta e inúmeras outras coisas muito deliciosas. Não sei muito bem explicar o que aconteceu, só vos digo uma coisa, o Miguel e o irmão, são melhores a lutar do que a jogar, porque ninguém ganhou. Ficaram empatados o que, tecnicamente, não devia acontecer e como por magia conseguiram parar de discutir. Depois disto os dois meninos voltaram à sua vida normal e o mundo também. Com as barrigas um pouco maiores, obviamente. Mas até aos dias de hoje ninguém descobriu, se tudo o que acabei de contar foi realidade ou um sonho espantoso? Deixo a solução deste enigma para quem está a ler esta história. Carolina Silva - 6.º3 O Robolista, um robô futebolista Era uma vez um robô que foi criado para jogar futebol. Ele era um jogador muito bom e um grande marcador. O seu sonho era jogar numa grande equipa de futebol profissional, mas dado que ele era um robô com capacidades superiores às humanas, ele não pôde jogar em nenhuma equipa de humanos. Então, o robô decidiu começar a treinar sozinho para ver se impressionava alguma equipa e se demonstrava que ele era muito parecido com os humanos, mas nenhuma equipa falou com ele ou lhe deu uma oportunidade. Um dia, o robô decidiu partir para um lugar diferente e assim fez. Foi para um lugar longínquo onde ninguém o encontrasse. Nessa terra conheceu um inventor, ficaram amigos e o robô contou-lhe o seu sonho. E foi então que o inventor disse que o ia ajudar criando uma equipa de robolistas. E assim fez. Depois de algum tempo, vários inventores começaram a fazer equipas de robolistas. E, partir daí, criou-se uma liga de futebol para robôs. Finalmente, o robô ficou feliz a fazer aquilo para que foi criado e a fazer o que mais gostava. 22 Mário Bernardo Ganança- 6.º 10

23 Obstinadamente o amor Obstinadamente enalteço o amor. A sua força solar e mágica. A profunda inquietação Das suas águas. O seu poder encantatório e permanente. Obstinadamente Com a poesia o coroo de rosas, As mais perfeitas rosas De um tempo fértil como as maçãs Com o sabor a fruição por perto. Obstinadamente e livre o canto Como fruto de imperial desejo. 25 de Abril À memória de Zeca Afonso Louvados a madrugada e a música Em que os estro de um poeta exibe a flor Que outro poeta plantou Com a palavra em vindima permanente No mundo aquoso dos teus olhos, Ávidos de luz e azul, Das fímbrias de um tempo claro, Onde a morte combateste Por amor à vida com mais sol. Um novo Portugal Aloire-se o tempo de uma esperança nova. O azul se renove me cada dia, Que à fome de alegria também nova E um fogo musical a vide mude. Ergam-se ao alto as mãos E rostos novos. Cada ser Uma alma em corpo ardente. Corações que, batendo em uníssono, Renovem os olhares hoje tristes. Em cada casa haja um lume acesso E as fontes se enrubesçam com a água, Cristal de sol e verso e harmonia. Crise Os dias duros. A dureza do tempo Inflama-se de silêncio agreste E perde o seu fulgor a própria terra. Emudecido, um poeta Mergulha fundamente na miragem De um longínquo cantar acesso Por uma apetecida primavera Os dias duros. Incertezas E a fome no avolumar do medo! Inventem-se loiras aves em céus livres E a terra de afadigue em seu cantar E um novo mar se imponha renovado. Em cata de caminhos renovados O poeta e a música. Por inteiro se entrega em cada verso Sentido o sol a arder na sua alma. A mãe de nácar poisa na esperança E uma fé ardente se lhe abre Ao coração sedento de outras fontes Onde dessedentar a sua angústia. Fátima Pitta Dionísio Onde ser uma asa de infinito Tecendo os dias livres como aves. 23

24 Desporto Escolar em FESTA... 24

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31 EXPRESS`Arte - 2º Ciclo No segundo período, no atelier Expressarte sobre a orientação da Professora Carla Gonçalves, as alunas aprenderam novas técnicas de trabalho artesanal. O primeiro desafio foi elaborar cascóis com a técnica do tricot de dedo. O tricot de dedo é necessário somente um novelo de lã, e é tão simples de fazer que pode ser feito por uma criança de 4 anos. O entusiasmo foi enorme! Com grande concentração e muito empenho elaboraram-se muitos cascóis. Continuando numa consciência ambiental iniciou-se uma nova atividade neste período, a costura em papel. Aproveitando cartolinas e lãs, as discentes costuraram imagens alusivas ao Dia da Mãe sobre cartolinas coloridas. Uma vez mais o sucesso foi garantido pelo empenho, espírito de iniciativa e criatividade! Atividades gráfico-plásticas concretizadas em Expressarte pela aluna Cristina Vieira do 6ºano CEI (currículo específico individual) ao longo do 2º e 3º períodos. Esta pequena amostragem de trabalhos reflete o percurso realizado pela aluna ao longo deste ano letivo, que consistiu na exploração de conteúdos específicos das artes visuais tendo por base técnicas de desenho e pintura realizadas no cavalete de modo a libertar a mão, o gesto e a expressão do aluno. João Baptista 31 31

32 Recicl`Arte - 3º Ciclo A partir do material elaborado no CLUBE RECICLARTE foram executados pelos alunos do 8º 1 e 2 na Formação Pessoal e Social, trabalhos decorativos ou úteis, através da reutilização do papel dos jornais revistas e cartão. Para comemorar o Dia da Mãe, as alunas reciclaram camisolas para presentearem a Mãe nesse dia. A turma do 7º5 reutilizou o cartão dos cereais para executar uma prenda para a Mãe. Manuela Henriques No âmbito da Semana das Artes, o Clube Recicl'arte dinamizou várias atividades ao ar livre e, com alguma criatividade, transformou T-shirts velhas, dando-lhes nova beleza e utilidade. Ana Paula Noite 32

33 Educação Tecnológica - 2º ciclo O sistema de alavanca Desde sempre o homem criou sistemas que o ajudavam nas suas tarefas, e que reduziam o seu esforço. Exemplo de um desses engenhos é o Sistema de alavanca. Este sistema serve para aumentar ou diminuir a força que aplicamos. Um alicate, uma tesoura ou a mola de roupa são exemplos de alavancas. Com base neste princípio os alunos de 5º ano das turmas 1, 2, 5 e 6, na disciplina de Educação Tecnológica, criaram uma catapulta em cartão. Ao disparar um objeto da catapulta, este descreve uma determinada trajetória e a distância que o objeto percorre designa-se como alcance. A distância e a altura que o objeto atinge, varia consoante a velocidade e o ângulo com que é lançado. A energia aplicada neste mecanismo é a energia muscular que é transformada em movimento produzindo assim, energia mecânica que faz deslocar o objeto. 33

34 Educação Tecnológica - 3º ciclo No âmbito do Impacto social e ambiental da Tecnologia, tendo como objetivo a redução, reutilização e reciclagem dos resíduos sólidos, as turmas 7.1, 7.2, 7.3 e 7.4 na disciplina de Educação Tecnológica 3º ciclo, fizeram intervenções em objetos de vidro, utilizando várias técnicas. Perceberam que, em vez de contribuírem para o aumento dos resíduos sólidos, deitando para o lixo os frascos de vidro, poderiam intervir sobre o objeto, com arte e bom gosto, torná-los mais bonitos e dar-lhes outra utilidade. 34

35 Educação Tecnológica 7º e 8º anos 35

36 Visita de estudo à Escola de Condução Infante Quatro turmas do 9.º ano (1, 5, 8, 9, 10 e 11) estiveram na Escola de Condução Infante, no âmbito dos conteúdos programáticos de Físico-Química, com o objetivo de sensibilizar os jovens alunos para o bom comportamento rodoviário, para que depois transmitam os conhecimentos aos familiares e amigos. De acordo com Paulo Silva, diretor e administrador, da escola de condução Infante, muitos jovens «já têm alguns conhecimentos e fazem perguntas pertinentes». «Muitos querem saber sobre a carta de condução, mas também sobre situações que aconteceram na vida deles, na ida para a escola» 36

37 Visita de estudo ao Engenho do Mel Ribeiro Seco Desde o início deste mês de abril que decorreram as visitas de estudo, de várias turmas do oitavo ano de escolaridade da Escola Dr. Horácio Bento de Gouveia, ao Engenho do Mel localizado nas imediações. A atividade foi organizada pelo grupo de Geografia com a colaboração do Departamento de Ciências Físico-Químicas e da Natureza. Esta saída visou compreender o processo de fabrico dos produtos da respetiva empresa, conhecer determinadas tecnologias de engarrafamento e perceber a importância da produção industrial no tecido económico do Funchal, do interesse no investimento em publicidade e marketing e da necessidade de redes de distribuição local, nacional e internacional. Os alunos foram guiados, pela fábrica, por um dos sócios da empresa e seguiram, com muita atenção, todas as explicações. Foram, ainda, confrontados com questões colocadas durante o percurso. O final da visita de estudo culminou com uma prova de xarope de cana e com a oferta de uma cana-de-açúcar, a cada um, selecionada e preparada por um dos trabalhadores do engenho. A Secretária Regional do Ambiente e Recursos Naturais já tinha assinalado o início de mais uma época de apanha e transformação da cana-de-açúcar, uma das produções tradicionais na Região. Nessa nota, fazia referência de que o sector está a desenvolver-se bem, a produção tem vindo a subir e este ano é maior do que a do ano passado, com perspetiva de ultrapassar valor do ano anterior, de toneladas. O mel-de-cana, que adoça a mesa dos madeirenses e de estrangeiros que nos visitam, é o fim-de-linha de um processo que começa com a apanha da cana-de-açúcar. Já na fábrica, os alunos acompanhados pelos docentes, observaram as canas a serem preparadas e introduzidas em dois moinhos, conhecidos por engenhos, que extraem o sumo de cana, a guarapa. Esta é depois canalizada para uma primeira filtração, segue a cozedura nos clarificadores e depois uma nova filtração que garante rigor no processo de aprimoramento do produto. Na fase seguinte, a guarapa entra nas evaporadoras para continuar a cozedura e a evaporação da água ainda existente. A terminar, uma nova cozedura e a última filtragem que antecede a introdução do xarope na caldeira de vácuo de onde sai já mel-de-cana e passado para um reservatório para repousar e arrefecer naturalmente. João Carlos Melim, sócio-gerente da empresa, adiantou que espera atingir a receção de mil toneladas de cana-deaçúcar, o que representará cerca de 70 mil litros de mel. De assinalar que a Fábrica do Ribeiro Seco tinha lançado, em 2012, um novo produto biológico, comercializado em frascos de 450 gramas com um rótulo próprio, que pode ser encontrado numa rede de supermercados. Referências Caldeira, R. Jornal de Notícias (JM), abril de de abril de

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